Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia da SLC, prévia da Tenda e Cyrela e outros destaques

Publicado às 7h57 – atualizado às 8h28
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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): +1,03%
Londres (FTSE 100): +0,34%
Japão (Nikkei 225): +0,35% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -0,13% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): -1,06% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +0,26% (US$ 70,3). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +0,37% (US$ 68,5)
Bitcoin futuro: +0,17% (US$ 109.257)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,68% a 736 iuanes (US$ 102,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,16% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,13%. Nasdaq futuro subia 0,11%.
Notícias corporativas
SLC (SLCE3): terras de propriedade da companhia foram avaliadas em R$ 13,3 bi
A SLC Agrícola (SLCE3) divulgou o resultado da avaliação de terras 2025. As terras de propriedade da companhia foram avaliadas, pela consultoria independente Deloitte Touche Tohmatsu, em R$ 13,39 bilhões ante R$ 11,59 bilhões. O valor atual do hectare médio agricultável propriedade da SLC corresponde a R$ 58.960. Em 14 de março deste ano a companhia divulgou a aquisição de terras da Agrícola Xingu, totalizando 27.516 hectares agricultáveis. Para fins de comparação, considerando as aquisições realizadas em 2025, na base comparativa (2024) a valor de custo, a SLC atingiu uma apreciação de 7,1% no portfólio total de terras.
Blau (BLAU3) decide não converter valor de empréstimo em capital da Prothya Biosolutions
A Blau Farmacêutica (BLAU3) divulgou nesta quarta-feira, 9, que decidiu não converter o valor de seu empréstimo em capital (empréstimo conversível) da Prothya Biosolutions, fracionadora de plasma humano com unidades na Holanda e Bélgica, responsável pela produção de medicamentos como Imunoglobulina, Albumina Humana, Complexo Protrombínico, entre outros derivados plasmáticos. O empréstimo conversível foi firmado com a Prothya Biosolutions Belgium B.V. e Stichting Administratiekantoor Prothya Holding em 30 de agosto de 2023. “A decisão foi tomada após criteriosa avaliação de nosso conselho de administração, considerando que, desde a data da concessão do empréstimo conversível, a Prothya não vinha apresentando os resultados operacionais esperados pela Blau, os quais eram condição contratual e estratégica para uma eventual conversão do valor mutuado em ações da empresa”, afirmou a companhia em fato relevante.
A Blau foi informada pela Prothya que seus acionistas assinaram um contrato preliminar para venda da totalidade do capital social da referida empresa a um terceiro comprador, cujo fechamento está sujeito à verificação de uma série de etapas preliminares e condições precedentes, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias e a realização de consultas formais aos respectivos conselhos de trabalhadores (Works Councils), conforme a legislação local aplicável.
Nos termos do referido pré-contrato, caso a operação de venda seja concluída, o comprador assumirá integralmente os passivos da Prothya e, como condição precedente adicional para o fechamento, terá a obrigação de pagar à Blau o valor integral do empréstimo conversível, no valor histórico de 50 milhões de euros, acrescido dos juros correspondentes até a data da liquidação.
Os resultados da Prothya não são consolidados nos resultados da Blau, já que tinham finalidade de investimento estratégico.
WEG (WEGE3): como um anúncio de Trump impactou as ações
As ações da WEG (WEGE3) fecharam em queda de 4,06% na terça-feira, 8, cotados a R$ 40,61. Segundo analistas de mercado, os papéis foram afetados pelo anúncio feito pelo presidente norte-americano, Donald Trump. O presidente afirmou que vai taxar em 50% as importações de cobre aos Estados Unidos. A companhia brasileira tem uma exposição de cerca de 25% ao mercado norte-americano. A medida anunciada por Trump representa um impacto negativo no lucro estimado para o ano que vem. Alguns analistas avaliam um impacto de 3,5% no lucro líquido para 2026. Desde o começo de 2025 as ações da WEG acumulam queda de 22%.
Sequoia (SEQL3) vende participação na Drops por valor simbólico
A Sequoia Logística e Transportes (SEQL3) firmou com o sócio Gigahub contrato vinculante para a alienação por valor simbólico da participação societária de 51% detida pela Sequoia na GHSX Tecnologia e Intermediação (Drops). A Drops opera um modelo conhecido como Pick-Up & Drop-Off, onde são utilizadas lojas físicas onde consumidores podem retirar ou devolver produtos comprados on-line ou em outras lojas. A operação de alienação para a sócia Gigahub significa a saída da Sequoia desse segmento e contempla a quitação de repasses em aberto pela Sequoia para a Drops. A Drops apresentou em 2024 uma receita líquida de R$ 11,3 milhões e um prejuízo contábil de R$ 993 mil. O valor simbólico da transação foi de R$ 1,00 (um real) e inclui a quitação mútua dos direitos e obrigações. A operação foi aprovada pelo conselho de administração da Companhia e está alinhada à estratégia da Sequoia de foco em ativos core, simplificação da estrutura societária e disciplina na alocação de capital.
Syn (SYNE3) vende quotas da Syn Laranjeira, proprietária de 35,87% dos Shopping D
A Syn (SYNE3) assinou contrato para a venda, em conjunto com XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário, da totalidade das quotas da Syn Laranjeira Empreendimentos Imobiliários, proprietária de 35,87% dos Shopping D. A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes comuns para operações dessa natureza, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Caso consumada, a Syn receberá pela transação o valor de R$ 8.924.300,00.
Aprovado pedido de deslistagem das ações de emissão da Cemig da Latibex
O conselho de administração da BME – Bolsa y Mercados Españoles Sistemas de Negociación aprovou o pedido de deslistagem das ações de emissão da Cemig (CMIG4) do Mercado de Valores Latino-Americanos (Latibex), com efeitos a partir de 10 de julho de 2025. A partir dessa data, a companhia deixará de estar listada no referido ambiente de negociação. As ações da Cemig permanecem sendo negociadas na B3 e na New York Stock Exchange (NYSE).
Tenda (TEND3) divulga a prévia do segundo trimestre de 2025 (2T25)
A Construtora Tenda (TEND3), uma das principais construtoras e incorporadoras com foco em habitação popular no Brasil, anunciou a prévia dos resultados operacionais do segundo trimestre de 2025 (2T25).
A Tenda lançou 9 empreendimentos no 2T25, totalizando um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,088 bilhão, aumento de 33% e 31,2% em comparação ao 1T25 e 2T24, respectivamente. O preço médio de lançamento por unidade foi de R$ 217,1 mil. As vendas brutas totalizaram R$ 1,186 bilhão no 2T25, com aumento de 18,5% e 8,5% em relação ao 2T24 e 1T25, respectivamente. As vendas líquidas encerraram o 2T25 em R$ 1,051 bilhão, aumento de 15,7% e 6,4% em relação ao 2T24 e 1T25, respectivamente. Esses resultados são preliminares e sujeitos à revisão da auditoria. Acesse mais detalhes no release divulgado pela Tenda aqui.
PetroReconcavo (RECV3) divulga dados de produção de junho
A PetroReconcavo (RECV3) divulgou seus dados de produção e entrega referentes ao mês de junho de 2025. A produção média do mês de junho foi de 26,9 mil boe/dia, redução de 1,8% na comparação mensal, impactada pela redução de 3,2% na produção total do Ativo Bahia em função, principalmente, da parada no campo de Cassarongongo por sete dias. No Ativo Potiguar, a produção foi de 13,5 mil boe/dia, permanecendo estável em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 8,7 mil bbl/dia e a de gás de 4,8 mil boe/dia. No Ativo Bahia, a produção foi de 13,3 mil boe/dia, redução de 3,2% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 7,3 mil bbl/dia e a de gás de 6,1 mil boe/dia.
Cyrela (CYRE3) divulga a prévia operacional do segundo trimestre de 2025
A Cyrela (CYRE3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do segundo trimestre de 2025 (2T25). A companhia lançou 17 empreendimentos no trimestre totalizando um volume de R$ 4,12 bilhões, 182% superior ao realizado no 2T24 e 15% abaixo do 1T25. As permutas nos lançamentos foram R$ 195 milhões no 2T25 vs. R$ 68 milhões no 2T24 e R$ 266 milhões no 1T25. A participação da Cyrela nos lançamentos do trimestre atingiu 73%, abaixo do 2T24 (74%) e inferior ao 1T25 (75%). Do valor geral de vendas (VGV) lançado no trimestre, 73% serão reconhecidos via consolidação e 27% via método de equivalência patrimonial.
Ao se excluir as permutas, e tomando como base apenas o %CBR, o volume lançado no 2T25 foi de R$ 2,86 bilhões, 176% superior ao mesmo período do ano anterior e 15% abaixo do 1T25.
As vendas líquidas contratadas neste trimestre somaram R$ 3,25 bilhões, 37% acima do valor registrado no 2T24 e 8% superiores ao 1T25. A participação da companhia nas vendas contratadas foi de 73% no 2T25, inferior aos 74% do mesmo trimestre do ano anterior e abaixo do 1T25 (78%). As vendas líquidas do trimestre serão 74% reconhecidas via consolidação e 26% via método de equivalência patrimonial.
Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 93 milhões se referem à venda de estoque pronto (3%), R$ 1,58 bilhão à venda de estoque em construção (49%) e R$ 1,58 bilhão à venda de lançamentos (49%). Dessa forma, a Cyrela atingiu uma velocidade de vendas (VSO) de lançamentos de 38% no trimestre.
Os resultados operacionais apresentados estão sujeitos à revisão da auditoria.







