Mercados nesta terça, minério, petróleo, provento da Itaúsa, Totvs, Direcional e outras notícias

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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49)
Alemanha (DAX): -1,25%
Londres (FTSE 100): -0,45%
Japão (Nikkei 225): +0,67% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -0,04% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): -0,34% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +1,88% (US$ 74,5). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +1,91% (US$ 71,5)
Bitcoin futuro: -2,83% (US$ 106.080)
Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em leve queda de 0,07% a 699 iuanes (US$ 97,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html
Futuros de ações em Nova York
Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,57% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,59%. Nasdaq futuro caía 0,64%.
Notícias corporativas
Direcional (DIRR3) anuncia dividendo no valor de R$ 2 por ação
O conselho de administração da Direcional (DIRR3) aprovou a distribuição de dividendos intermediários equivalentes à quantia total de R$ 346.675.378,00. O valor por ação é de R$ 2 (dois reais). Os dividendos intermediários serão pagos aos acionistas com base na posição acionária de 27 de junho de 2025. Desse modo, as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 30 de junho. Os proventos deliberados serão pagos em até 30 dias contados da data ex-dividendos.
O conselho de administração também aprovou na segunda-feira, 16, a submissão à assembleia geral extraordinária de proposta de desdobramento de suas ações ordinárias, na proporção de 3 ações ordinárias para cada 1 ação ordinária. Desse modo, para cada ação ordinária de sua titularidade, o acionista receberá, em decorrência do desdobramento, mais 2 ações da mesma espécie, ficando, ao final, com 3 ações ordinárias de emissão da companhia.
Totvs (TOTS3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital
O conselho de administração da Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), correspondente a R$ 0,15 (quinze centavos) por ação. O montante total bruto é de aproximadamente R$ 88 milhões. Terão direito aos JCP acionistas titulares de ações na data base de 23 de junho de 2025. As negociações de ações, a partir do dia 24 de junho de 2025, inclusive, serão realizadas ex-JCP. Os JCP serão pagos aos acionistas no dia 7 de julho de 2025.
Itaúsa (ITSA4) anuncia o pagamento de R$ 650 milhões em JCP
O conselho de administração da Itaúsa (ITSA4) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 650 milhões (R$ 0,0591 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 553 milhões (R$ 0,050235 por ação), considerando a retenção de 15% de imposto de renda na fonte. Esses juros, relativos ao exercício de 2025, terão como base de cálculo a posição acionária final do dia 20 de junho de 2025 e serão pagos até 29 de agosto de 2025.
Sanepar (SAPR11) paga em 26/06 JCP relativos ao 1º e ao 2º semestre de 2024
A Sanepar (SAPR11, SAPR4) confirmou que vai pagar no próximo dia 26 de junho de 2025 juros sobre o capital próprio (JCP) relativos ao 1º e ao 2º semestre de 2024. Esses JCP foram aprovados nas reuniões do conselho de administração de 20/06/2024 e 19/12/2024. Em 20 de junho foi aprovado o valor de corresponde a R$ 0,138974142 por ação ordinária; R$ 0,152871556 por ação preferencial, e R$ 0,750460368 por unit. A data de corte (data com) foi 28 de junho de 2024. Desde 1° de julho de 2024, as ações são negociadas ex-juros. Em 19 de dezembro foi aprovado o valor bruto de R$ 0,148173653 por ação ordinária, R$ 0,162991019 por ação preferencial e R$ 0,800137728 por unit. A data com foi 30 de dezembro de 2024. Desde 2 de janeiro de 2025 as ações são negociadas ex-juros.
Petrobras informa sobre construção do Trem 2 da refinaria Abreu e Lima
A Petrobras (PETR3, PETR4) assinou com a empresa Consag Engenharia os três primeiros contratos, resultados de licitações, para a conclusão da construção do Trem 2 da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 16. Esses contratos, com valor aproximado de R$ 4,9 bilhões, contemplam a implantação da Unidade de Coqueamento Retardado (UCR), da Unidade de Hidrotratamento de Diesel S10 (UHDT-D) e da Unidade de Destilação Atmosférica (UDA). O valor já está previsto no Plano de Negócios 2025-2029. A conclusão do projeto contará ainda com outros pacotes de serviços, que se encontram em processo de licitação. A UCR terá potencial para processar até 75 mil barris/dia de carga, enquanto a UHDT-D poderá operar com até 82 mil barris/dia. Já a UDA contará com capacidade de 130 mil barris/dia. A previsão é que as unidades entrem em operação em 2029, permitindo dobrar a capacidade instalada da refinaria, passando dos atuais 130 mil barris/dia para 260 mil barris/dia, tornando-se assim a segunda maior refinaria da Petrobras em capacidade de processamento de petróleo.
Fitch afirma ratings da Raízen (RAIZ4) mas altera perspectiva para ‘negativa’
A agência de classificação de risco Fitch afirmou os IDRs (Issuer Default Ratings – Ratings de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BBB’ da Raízen (RAIZ4), bem como o rating ‘BBB’ das notas seniores sem garantias, com vencimento em 2027, 2034, 2035, 2037 e 2054 da Raízen Fuels Finance. A Fitch também afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Raízen, da segunda e da terceira emissão de debêntures da Raízen e da quarta e da quinta emissão de debêntures seniores sem garantia da Raízen Energia, garantidas pela Raízen S.A.. A perspectiva dos IDRs foi revisada para “negativa”, de “estável”, enquanto a do Rating Nacional de Longo Prazo permanece “estável”. A Fitch explicou que a perspectiva negativa dos IDRs reflete a deterioração da estrutura de capital da Raízen, em virtude de um aumento significativo de seu endividamento e de um fluxo de caixa operacional mais fraco do que o esperado. A Fitch projeta alavancagem líquida acima de 2,5 vezes por um longo período, na ausência de venda relevante de ativos ou injeção de capital. “Porém, seus acionistas controladores demonstraram comprometimento com a desalavancagem entrando em acordo para reduzir o pagamento de dividendos nos próximos dois anos”, destaca a agência.
Fitch afirma rating da Blau Farmacêutica (BLAU4)
A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA+(bra)’ da Blau Farmacêutica (BLAU3) e de sua sexta emissão de debêntures quirografárias, com vencimento em 2028.A perspectiva do rating corporativo é “estável”. O rating reflete o histórico de consistente geração de fluxo de caixa da empresa e incorpora a expectativa de gradual recuperação das margens operacionais nos próximos três anos, após forte retração em 2023, explica a Fitch. Ainda segundo a agência, a Blau se beneficia dos sólidos fundamentos da indústria farmacêutica, que apresenta histórico de forte crescimento e perspectivas positivas. A perspectiva “estável” incorpora a expectativa de que o perfil financeiro da Blau continuará forte, com liquidez robusta, estrutura de capital conservadora e reduzida alavancagem, mesmo durante o ciclo de elevados investimentos e pequenas aquisições, afirma a Fitch.
Fitch rebaixa ratings da Simpar (SIMH3); perspectiva ‘estável’
A agência de classificação de risco Fitch rebaixou para ‘BB-’, de ‘BB’, os IDRs (Issuer Default Ratings – Ratings de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local da Simpar (SIMH3) e o Rating Nacional de Longo Prazo da companhia para ‘AA(bra)’, de ‘AA+(bra)’. A agência também rebaixou os rating das emissões de notas seniores sem garantia da Simpar e de seus veículos nanceiros para ‘BB-’, de ‘BB’. A perspectiva dos ratings corporativos foi revisada para “estável”, de “negativa”. O rebaixamento reflete a alavancagem líquida consolidada da Simpar, que tem excedido, de forma contínua, patamares compatíveis com os de um rating na categoria ‘BB’, avalia a agência. Além disso, a expectativa é de que a manutenção de taxas de juros elevadas, investimentos ainda significativos e retornos mais baixos sobre o capital investido continuem impactando negativamente a capacidade de a empresa converter Ebitda em fluxo de caixa, dificultando potenciais esforços de redução da alavancagem, destaca a Fitch. A perspectiva “estável” incorpora a estimativa de melhora gradual da geração de Ebitda e das margens, sustentada pela forte posição competitiva da empresa no setor brasileiro de locação de veículos e logística e pela maior previsibilidade do fluxo de caixa operacional proveniente de contratos de longo prazo.
Têm ‘data com’ nesta terça, 17:
Allos (ALOS3)
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intermediário anunciado pela Allos em 11 de junho, é nesta terça-feira, 17. A data ex-direito é 18 de junho. A data de pagamento desse dividendo intermediário será em 2 de julho. O valo por ação é R$ 0,10.
Neoenergia (NEOE3)
A ‘data com’ para ter direito aos JCP Neoenergia aprovados em 12 de junho, é nesta terça-feira, 17. A partir de 18 de junho de 2025, as ações passarão a ser negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 264 milhões, correspondentes a R$ 0,21 por ação ordinária. O pagamento será realizado em dezembro de 2025.







