Resultado da Cosan, CPFL, Cruzeiro do Sul, BRF, Marfrig, Cyrela, Méliuz, Eztec e de várias outras empresas

Publicado às 21h56
Notícias corporativas
Cosan (CSAN3) amplia prejuízo no 1T25
A Cosan (CSAN3) informou na noite desta quinta-feira, 15, que reportou prejuízo líquido de R$1,8 bilhão no 1T25, ampliando o prejuízo de R$ 192 milhões no mesmo trimestre de 2024. A dívida líquida corporativa no 1T25 somou R$ 17,5 bilhões, R$ 6,0 bilhões inferior ao 4T24, explicado principalmente pela entrada do recurso da venda das ações da Vale e pelas ações de liability management realizadas no período.
BRF (BRFS3) reporta lucro de R$ 1,18 bilhão no 1T25, alta anual
A BRF (BRFS3) teve lucro de R$ 1,18 bilhão no primeiro trimestre de 2025 (1T25), crescimento de 99,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025 (1T24). O Ebitda ajustado subiu 30% na base anual, para R$ 2,75 bilhões. A receita líquida avançou 16%, para R$ 15,5 bilhões no mesmo comparativo. A Marfrig fez uma proposta de fusão com a BRF (BRFS3). Leia mais aqui.
Marfrig (MRFG3) reporta lucro líquido de R$ 88 milhões no 1T25
A Marfrig divulgou nesta quinta-feira, 15, que teve lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 88 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), crescimento de 40,3% na comparação com o mesmo período do ano passado (1T24). O Ebitda ajustado foi de R$ 3,2 bilhões no 1T25, alta de 20,8% na base anual.
Cyrela (CYRE3) reporta lucro líquido de R$ 328 milhões no 1T25, alta anual
A Cyrela (CYRE3) reportou lucro líquido de R$ 328 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), alta de 23% em relação ao primeiro trimestre de 2024 (1T24). A receita líquida somou R$ 1,95 bilhão no 1T25, alta anual de 24%.
Méliuz (CASH3) se torna a primeira Bitcoin treasury company do Brasil e anuncia aquisição de US$ 28,4 milhões em Bitcoin
O Méliuz (CASH3) informou nesta quinta-feira, 15, que seus acionistas aprovaram em assembleia geral extraordinária, a alteração do objeto social para contemplar, além das atividades atualmente exercidas, a possibilidade de realização de investimentos em Bitcoin como parte de sua estratégia de negócios. Portanto, com ampla aprovação de seus acionistas, o Méliuz se tornou a primeira Bitcoin Treasury Company do Brasil e da América Latina. No primeiro ato como uma Bitcoin Treasury Company, a companhia informou que adquiriu 274,52 bitcoin por aproximadamente US$ 28,4 milhões a um preço médio de US$ 103.604,07 por Bitcoin. Com a primeira compra realizada em março deste ano, a companhia já tem em posse 320,25 bitcoin, adquiridos a um preço médio de US$ 101.703,80 por Bitcoin. Uma Bitcoin Treasury Company tem como missão principal o acúmulo de Bitcoin de forma acretiva aos acionistas, utilizando da sua geração de caixa e estruturas corporativas e de mercado de capitais para ampliar a exposição ao ativo ao longo do tempo. “Mais do que apenas alocar parte do caixa em Bitcoin como proteção contra a inflação ou desvalorização cambial, a companhia reposiciona seu propósito para atuar maximizando a quantidade de Bitcoin por ação”, afirmou o Méliuz em um fato relevante.
Marfrig (MRFG3) faz proposta de fusão com BRF (BRFS3)
A Marfrig (MRFG3) anunciou na noite desta quinta-feira, 15, uma proposta de incorporação da totalidade das ações de emissão da BRF (BRFS3) ainda não detidas pela companhia. “A operação prevista no protocolo e justificação consiste na incorporação, pela Marfrig, da totalidade das ações de emissão da BRF não detidas pela Marfrig na data de fechamento, tendo como contrapartida a entrega aos acionistas da BRF (com exceção à Marfrig) de ações ordinárias de emissão da Marfrig, afirma o fato relevante enviado ao mercado com os detalhes da operação. Segundo o fato relevante, os acionistas da BRF (com exceção à Marfrig) receberão 0,8521 ações ordinárias de emissão da Marfrig para cada 1 (uma) ação ordinária de emissão da BRF detida na data de consumação da incorporação de ações. As companhias destacaram que identificaram potenciais sinergias no contexto da incorporação, que inclui aumento de receitas e redução de custos no montante estimado de R$ 485 milhões por ano, decorrente da aceleração de oportunidades de cross-selling, incluindo volumes e demais frentes comerciais por meio da capilaridade logística e força das marcas, e de sinergias na cadeia de suprimentos. As empresas também anunciaram a convocação de assembleia geral extraordinária de acionistas da Marfrig e da BRF para o dia 18 de junho, para deliberar sobre a incorporação das ações. A Marfrig informou ainda que submeteu a sua assembleia a proposta de aprovação da alteração da denominação social da Marfrig de Marfrig Global Foods para MBRF Global Foods Company. Acesse aqui a íntegra do fato relevante com mais detalhes
Banco do Brasil (BBAS3) anuncia o pagamento de R$ 1,9 bi em JCP
O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou nesta quinta-feira, 15, após o fechamento do mercado, que aprovou a distribuição de R$ 1.908.077.362,00 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2025. O valor por ação é R$ 0,33425840109. Os valores serão pagos em 12/06/2025, tendo como base a posição acionária de 02/06/2025, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 03/06/2025.
O Banco do Brasil também divulgou que terminou o primeiro trimestre com lucro líquido ajustado de R$ 7,37 bilhões, queda de 20,7% ante o mesmo período do ano passado. O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) caiu 498 pontos-base (bps), encerrando o trimestre a 16,7%. O indicador de inadimplência acima de 90 dias encerrou a 3,9%, alta de 1 ponto percentual. O índice de inadimplência do crédito agro, teve alta de 1,44 ponto percentual em 12 meses, a 3,04%.
Eztec (EZTC3) anuncia o pagamento de dividendo intercalar
O conselho de administração da Eztec (EZTC3) aprovou a declaração de dividendos intercalares. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 15, após o fechamento do mercado. O valor total é de R$ 22.348.528,19 e corresponde a R$ 0,10245710561 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos aos acionistas até 30 de maio de 2025, com base na posição acionária de 22 de maio. A partir de 23 de maio de 2025 (inclusive), as ações da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos. A Eztec também divulgou que teve lucro líquido de R$ 94 milhões no 1T25, alta de 65,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024. A receita líquida totalizou R$ 311,2 milhões, avanço de 30,1% na comparação anual.
CPFL (CPFE3): queda no lucro líquido no 1T25
A CPFL (CPFE3) reportou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão no 1T25, queda de 8% em relação ao 1T24. O Ebitda foi de R$ 3,85 bilhões, 0,4% menor na comparação anual. A receita líquida somou R$ 10,6 bilhões, 4,8% superior à do mesmo trimestre de 2024.
Gafisa (GFSA3): lucro líquido sobe no 1T25
A Gafisa (GFSA3) registrou lucro líquido de R$ 21,1 milhões no 1T25, alta de 6,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024. No período, o Ebitda foi negativo em R$ 14,3 milhões. No 1T24 o indicador foi negativo em R$ 3,81 milhões. O Ebitda ajustado ficou em R$ 24,2 milhões, 74,9% menor na comparação anual. A receita líquida totalizou R$ 226,8 milhões, recuo de 10,6% frente ao 1T24.
Oncoclínicas (ONCO3) reduz prejuízo
A Oncoclínicas (ONCO3) teve prejuízo líquido no 1T25 de R$ 148,2 milhões, em comparação com os R$ 191,9 milhões negativos para o 1T24, apresentando uma melhora de 22,8%. O Ebitda Ex-PILP, que exclui o efeito não caixa da apuração do valor justo do plano de incentivo de longo prazo (PILP) e Impairment, ficou em R$ 134,3 milhões, comparado a R$ 240,2 milhões no mesmo período do ano anterior. A receita líquida atingiu R$ 1,49 bilhão no 1T25, crescimento de 2,4% em relação ao 1T24.
Cruzeiro do Sul (CSED3): lucro líquido sobe
A Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3) registrou lucro líquido ajustado no 1T25 de R$ 86,4 milhões, 98,1% maior que no 1T24. O Ebitda ajustado somou R$ 252 milhões, alta de 28,5% na comparação anual. A receita líquida ficou em R$ 672 milhões, crescimento de 10% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Méliuz (CASH3): queda no lucro líquido
A Méliuz (CASH3) reportou lucro líquido de R$ 10 milhões no 1T25, queda de 48% em relação ao 1T24. O Ebitda ajustado somou R$ 15,6 milhões, alta de 22% na comparação anual. A receita líquida foi de R$ 100,4 milhões, alta de 22% em relação ao mesmo trimestre de 2024.
Marisa (AMAR3) reverte prejuízo
A Marisa (AMAR3) reportou lucro líquido de R$ 2,4 milhões no 1T25, revertendo prejuízo de R$ 148,3 milhões no 1T24. O Ebitda somou R$ 86,4 milhões no 1T25, frente a um indicador negativo em R$ 29,6 milhões no 1T24. A receita líquida foi de R$ 297,9 milhões, 17,7% superior à reportada no 1T24.
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