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A decisão de Trump sobre aço, alumínio e cobre: o real impacto nas siderúrgicas e mineradoras brasileiras https://financenews.com.br/2026/06/a-decisao-de-trump-sobre-aco-aluminio-e-cobre-o-real-impacto-nas-siderurgicas-e-mineradoras-brasileiras/ https://financenews.com.br/2026/06/a-decisao-de-trump-sobre-aco-aluminio-e-cobre-o-real-impacto-nas-siderurgicas-e-mineradoras-brasileiras/#respond Wed, 03 Jun 2026 17:10:28 +0000 https://financenews.com.br/?p=208539   Publicado às 13h57 As ações das siderúrgicas têm queda nesta quarta-feira, 3, devolvendo parte […]

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Publicado às 13h57

As ações das siderúrgicas têm queda nesta quarta-feira, 3, devolvendo parte dos ganhos na terça, 2, quando a Usiminas (USIM5) subiu 8,6%, a CSN (CSNA3) teve alta de 8,9% e a Gerdau (GGBR4) valorização de 6,5%.  

Para a Genial Investimentos o mercado precificou “alívio e desescalada”, não uma queda real da tarifa que pesa sobre o aço brasileiro. 

O presidente norte-americano Donald Trump assinou em 1° de junho uma proclamação que ajusta a Seção 232 sobre aço, alumínio e cobre. A medida reduz a tarifa de alguns derivados (equipamento agrícola e de climatização caem de 25% para 15%), cria uma alíquota de 10% para bens de capital com pelo menos 85% de aço ou alumínio fundido nos Estados Unidos e acrescenta dois nichos à faixa de 25% (racks de aço e chapas litográficas de alumínio). A base de 50% sobre aço e alumínio primários não mudou. 

Para o analista Luca Vello a notícia que fez as ações das siderúrgicas e mineradoras (Vale e CSN Mineração) subir com força na terça-feira, embora o mercado a veja como positiva, é na prática “bastante simbólica”. 

Na avaliação da casa, o corte atinge equipamentos acabados que nenhuma das cinco companhias exporta. 

Ainda segundo a Genial, o risco real continua no desvio de importados. Com os Estados Unidos fechados a 50%, o aço asiático busca mercados abertos. A penetração de importados no Brasil já alcançou 27% no primeiro trimestre (1T26), pressionando preço e volume da Usiminas e CSN.

No entanto, Luca ressalta que a Vale e a CSN Mineração têm lastro melhor, já que na Seção 301 anunciada no mesmo dia (leia aqui), minérios metálicos ficaram isentos.

Para o analista, o que vai definir o resultado das siderúrgicas nos próximos trimestres é a intensidade do desvio de importados sobre os planos e a resposta da defesa comercial, não a Seção 232. 

A avaliação é que a Gerdau segue do lado favorável (a Gerdau produz longos dentro dos EUA e ganha com a proteção); a Usiminas é a mais sensível ao desvio de importados, por ser produtora de planos voltada ao mercado interno; e a CSN combina exposição moderada com sensibilidade financeira.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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EUA propõem tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras https://financenews.com.br/2026/06/eua-propoem-tarifa-de-25-sobre-mercadorias-brasileiras/ https://financenews.com.br/2026/06/eua-propoem-tarifa-de-25-sobre-mercadorias-brasileiras/#respond Tue, 02 Jun 2026 12:00:21 +0000 https://financenews.com.br/?p=208457   Publicado às 8h56 O governo dos Estados Unidos concluiu uma investigação em que acusa […]

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Publicado às 8h56

O governo dos Estados Unidos concluiu uma investigação em que acusa o Brasil de cometer uma série de práticas que estariam onerando ou restringindo o comércio norte-americano. A informação foi divulgada na segunda-feira, 1° de junho. Entre essas práticas está o Pix. 

Os Estados Unidos propõem como resposta uma aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras. Ficariam de fora dessa medida frutas, café, carne, aeronaves, terras raras, entre outras.

A investigação das autoridades norte-americanas foi iniciada em julho do ano passado pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos depois de uma determinação do presidente Donald Trump. O processo fundamenta-se na seção 301 da Lei de Comércio de 1974 dos Estados Unidos.

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Sombra de recessão e inflação resiliente mantêm mercados em alerta https://financenews.com.br/2026/03/sombra-de-recessao-e-inflacao-resiliente-mantem-mercados-em-alerta/ https://financenews.com.br/2026/03/sombra-de-recessao-e-inflacao-resiliente-mantem-mercados-em-alerta/#respond Tue, 24 Mar 2026 18:39:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=204856   Publicado às 15h36 O anúncio feito por Donald Trump sobre a suspensão de ataques […]

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Charles Mendlowicz

 

Publicado às 15h36

O anúncio feito por Donald Trump sobre a suspensão de ataques a instalações de energia do Irã trouxe um certo alívio aos terminais de negociação, mas está longe de dissipar as nuvens que pairam sobre a economia mundial. Na visão de Charles Mendlowicz, sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o mercado vive um momento de extrema cautela, onde a suspensão das hostilidades imediatas não anula os danos já causados às cadeias de suprimento e às expectativas inflacionárias.

Alívio geopolítico e o gargalo do petróleo

A decisão de poupar a infraestrutura energética iraniana afasta, temporariamente, o temor de um petróleo negociado a níveis estratosféricos. Contudo, Mendlowicz recorda que o Estreito de Ormuz, por onde circula de 20% a 30% do petróleo mundial, permanece como um ponto de vulnerabilidade crítica.

“Embora a diplomacia tenha arrefecido o risco imediato de um choque de oferta sem precedentes, não podemos ignorar que o setor de energia permanece sob forte pressão. O mercado precifica o alívio, mas o fundamento técnico ainda aponta para uma volatilidade estrutural, já que as rotas logísticas globais continuam comprometidas por um clima de insegurança que asfixia o crescimento de longo prazo”, explica o economista.

Brasil: cenário doméstico é de “sinuca de bico”

Internamente, o cenário desenhado pelo Economista Sincero é de “sinuca de bico”. Embora a Selic tenha caído para 14,75%, Mendlowicz classifica o corte como insuficiente para aliviar as empresas afetadas pelo crédito caro. “A queda de 0,25 ponto percentual é importante pela tendência, mas na prática é como baixar a temperatura de uma sauna de 80°C para 75°C: você continua torrando”, compara.

O cenário é agravado pela percepção de uma “camisa de força” fiscal, com diversos aumentos de impostos em três anos e uma dívida pública crescente. Sobre a mudança no comando da economia, Mendlowicz avalia que fica um legado de incertezas. “A saída de Fernando Haddad da Fazenda para focar em articulações eleitorais em São Paulo deixa um legado de incertezas. Substituir a gestão técnica por objetivos puramente políticos, em um momento de arrecadação recorde que não se traduz em redução de dívida, sinaliza uma paralisia fiscal que compromete a credibilidade do país frente aos investidores”, diz o economista.

“Não é o momento para movimentos especulativos”, adverte o Economista Sincero

A suspensão dos ataques pode ter acalmado o ouro (que registrou sua pior queda semanal desde a pandemia) e estabilizado o Bitcoin na casa dos US$ 70 mil, mas Mendlowicz alerta para a volatilidade que virá com o ano eleitoral.

“Não é hora de se alavancar ou inventar moda”, adverte o economista, cuja tese é priorizar a preservação de capital e aproveitar oportunidades pontuais em ativos de valor que estejam descontados em relação ao topo histórico.

“O cenário atual exige disciplina na alocação de ativos, priorizando a liquidez e a preservação de capital. Não é o momento para movimentos especulativos ou exposição a riscos desnecessários. O investidor deve focar em ativos resilientes e com fundamentos sólidos, aproveitando as correções de preço para compor posição sem comprometer a saúde financeira do portfólio diante da inevitável ciclicidade econômica”, orienta Charles Mendlowicz.

A mensagem central é clara: o conflito pode estar suspenso, mas os sinais de uma crise global mais profunda continuam emitindo alertas vermelhos.

Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero

Charles Mendlowicz é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do best-seller “18 princípios para você evoluir”. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. 

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Trump ataca Venezuela e diz que Maduro foi capturado https://financenews.com.br/2026/01/trump-ataca-venezuela-e-diz-que-maduro-foi-capturado/ https://financenews.com.br/2026/01/trump-ataca-venezuela-e-diz-que-maduro-foi-capturado/#respond Sat, 03 Jan 2026 13:15:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=200452   Publicado às 10h11 – atualizado às 14h43 com foto de Maduro capturado O presidente […]

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Publicado às 10h11 – atualizado às 14h43 com foto de Maduro capturado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado, 3, um ataque em larga escala à Venezuela. A capital Caracas e outras cidades teriam sido atingidas por vias aérea e terrestre. Em manifestação nas redes sociais, Trump afirmou que houve sucesso e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país. 

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, disse o presidente norte-americano.

“Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Obrigado pela atenção!”

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país e classificou o ataque de “vil e covarde”. Padrino pediu ajuda internacional.

Trump acusa Maduro de liderar uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas. Bombardeios norte-americanos a barcos nas águas do Caribe ocorreram nos últimos meses.

No entanto, por diversas vezes, o presidente da Venezuela negou envolvimento com o tráfico e também pediu apoio de organismos internacionais. Maduro, será julgado pela Justiça dos Estados Unidos em um tribunal de Nova York, anunciou neste sábado a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi.

Bondi afirmou que Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, foram formalmente acusados na Justiça dos EUA pelos crimes de conspiração para narcoterrorismo; conspiração para importação de cocaína; posse de metralhadoras e dispositivos explosivos; conspiração para posse de metralhadores.

Donald Trump, divulgou uma imagem de Nicolás Maduro vendado com óculos, de moletom e supostamente algemado, a bordo do navio USS Iwo Jima.

Reprodução Truth Social

A Venezuela detém aproximadamente 17% das reservas conhecidas de petróleo do mundo, o equivalente a mais de 300 bilhões de barris, volume quase quatro vezes maior que o dos Estados Unidos. 

Com informações da Agência Brasil e Finance News

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Tarifaço continua a afetar 22% das exportações, diz Alckmin https://financenews.com.br/2025/11/tarifaco-continua-a-afetar-22-das-exportacoes-diz-alckmin/ https://financenews.com.br/2025/11/tarifaco-continua-a-afetar-22-das-exportacoes-diz-alckmin/#respond Sat, 22 Nov 2025 17:58:12 +0000 https://financenews.com.br/?p=198198         Publicado às 14h56 O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, […]

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Publicado às 14h56

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta sexta-feira (21) que 22% das exportações brasileiras para os Estados Unidos permanecem sujeitas às sobretaxas impostas pelo governo norte-americano. A declaração foi dada no Palácio do Planalto, um dia após a Casa Branca retirar 238 produtos da lista do chamado tarifaço.

Segundo Alckmin, a nova decisão representa o maior avanço até agora nas negociações bilaterais. Ele destacou que, no início da imposição das tarifas, 36% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano estavam submetidas a alíquotas adicionais.

“Gradualmente, tivemos decisões que ampliaram as isenções. Com a retirada dos 238 produtos, reduzimos para 22% a fatia da exportação sujeita ao tarifaço”, disse.

A medida anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, revoga a tarifa extra de 40% para uma lista de itens majoritariamente agrícolas, como café, carne bovina, banana, tomate, açaí, castanha de caju e chá. A isenção tem efeito retroativo a 13 de novembro e permitirá o reembolso de produtos já exportados.

Impacto nas exportações

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicam que, tomando como base os US$ 40,4 bilhões exportados pelo Brasil aos EUA em 2024:

  • US$ 8,9 bilhões seguem sujeitos à tarifa adicional de 40% (ou 10% mais 40%, dependendo do produto);
  • US$ 6,2 bilhões continuam enfrentando a tarifa extra de 10%;
  • US$ 14,3 bilhões estão livres de sobretaxas;
  • US$ 10,9 bilhões permanecem sob as tarifas horizontais da Seção 232, aplicadas a setores como siderurgia e alumínio.

De acordo com a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, a parcela das exportações brasileiras totalmente livre de tarifas adicionais aumentou 42% desde o início da crise.

Ela ponderou, no entanto, que o setor industrial continua sendo o mais afetado e exige maior atenção por parte do governo. “Para a indústria, a busca de mercados alternativos é mais complexa do que para commodities”, afirmou.

Aeronaves da Embraer, por exemplo, seguem sujeitas à tarifa de 10%.

Negociações seguem

Alckmin afirmou que a decisão dos EUA foi influenciada pelo diálogo recente entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro na Malásia, em outubro. O governo brasileiro enviou aos EUA, em 4 de novembro, uma proposta de acordo comercial, cujo teor não foi detalhado.

O presidente em exercício reiterou que o país busca avançar nas tratativas para retirar novos produtos da lista de itens tarifados. Ele mencionou que temas tarifários e não tarifários seguem na pauta de discussão, incluindo áreas como terras raras, big techs, energia renovável e o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata).

Alckmin também confirmou que Lula apresentou a Trump, além do pedido de redução tarifária, questionamentos sobre a aplicação da Lei Magnitsky, que resultou em sanções contra autoridades brasileiras.

Segundo o presidente em exercício, ainda não há reunião prevista entre os presidentes, embora Lula tenha convidado o mandatário norte-americano para visitar o Brasil.

Setores mais sensíveis

Apesar do alívio para diversos itens agrícolas, o governo avalia que os produtos industriais permanecem como o principal foco de preocupação. Parte desses segmentos, especialmente bens de maior valor agregado ou fabricados sob encomenda, têm mais dificuldade para redirecionar exportações para outros mercados.

Alckmin afirmou que seguirá empenhado em buscar novas exceções. “Continuamos otimistas. O trabalho não terminou, mas avança com menos barreiras”, declarou.

Fonte: Agência Brasil

 

 

 

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Trump retira tarifa de 40% sobre produtos do Brasil como café e carne https://financenews.com.br/2025/11/trump-retira-tarifa-de-40-sobre-produtos-do-brasil-como-cafe-e-carne/ https://financenews.com.br/2025/11/trump-retira-tarifa-de-40-sobre-produtos-do-brasil-como-cafe-e-carne/#respond Fri, 21 Nov 2025 00:20:45 +0000 https://financenews.com.br/?p=198111           Publicado às 21h19 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, […]

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Publicado às 21h19

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quinta-feira, 20, a retirada da tarifa de importação de 40% sobre determinados produtos brasileiros. Constam na lista divulgada pela Casa Branca produtos como café, chá, frutas tropicais e sucos de frutas, cacau e especiarias, banana, laranja, tomate e carne bovina.

Na ordem executiva publicada pela Presidência dos EUA, Trump diz que a decisão foi tomada após conversa por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “durante a qual concordamos em iniciar negociações para abordar as questões identificadas no Decreto Executivo 14.323”. De acordo com a publicação, essas negociações ainda estão em andamento.

Além disso, foram consideradas informações e recomendações adicionais de diversas autoridades que têm acompanhado as circunstâncias relativas ao estado de emergência declarado no Decreto Executivo 14.323. Segundo as recomendações recebidas por Trump, “certas importações agrícolas do Brasil não deveriam mais estar sujeitas à alíquota adicional de 40% imposta pelo Decreto Executivo 14.323, porque, entre outras considerações relevantes, houve progresso inicial nas negociações com o Governo do Brasil”, especifica a publicação oficial.

A Casa Branca divulgou a lista de produtos que deixam de ser afetados pela alíquota de 40%. “Especificamente, determinei que certos produtos agrícolas não estarão sujeitos à alíquota adicional de imposto ad valorem imposta pelo Decreto Executivo 14.323″, diz o texto, ao acrescentar que, no entendimento de Trump, “essas modificações são necessárias e apropriadas para lidar com a emergência nacional declarada no Decreto Executivo 14.323”.

Fonte: Agência Brasil

 

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Sobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA, apontam entidades https://financenews.com.br/2025/11/sobretaxa-de-40-continua-a-ser-entrave-com-eua-apontam-entidades/ https://financenews.com.br/2025/11/sobretaxa-de-40-continua-a-ser-entrave-com-eua-apontam-entidades/#respond Sun, 16 Nov 2025 00:30:12 +0000 https://financenews.com.br/?p=197842         Publicado às 21h28 Apesar de indicar a disposição para negociações por […]

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Publicado às 21h28

Apesar de indicar a disposição para negociações por parte dos Estados Unidos, a retirada da tarifa de 10% para 238 produtos traz apenas pequeno alívio para a maioria dos setores. Segundo a maior parte das entidades dos setores afetados pelo tarifaço, o principal entrave permanece: a sobretaxa adicional de 40% imposta no fim de julho pelo governo Donald Trump.

A medida beneficia diretamente 80 itens que o Brasil vende aos Estados Unidos, mas a sobretaxa de 40% continua a afetar a maior parte dos produtos brasileiros. Na avaliação das entidades, o Brasil precisará intensificar o diálogo diplomático para buscar a eliminação completa das tarifas extras e restaurar condições de competitividade no mercado norte-americano.

Apenas quatro produtos passam a ter isenção completa de tarifas para os Estados Unidos: três tipos de suco de laranja e a castanha-do-pará. Os outros 76 continuam sujeitos à tarifa de 40%, entre os quais cafés não torrados, cortes de carne bovina, frutas e hortaliças.

Indústria

As entidades industriais brasileiras avaliaram a medida como um gesto positivo, mas insuficiente. Segundo análise da Confederação Nacional da Indústria (CNI), os 80 itens beneficiados pela suspensão da tarifa de 10% representaram US$ 4,6 bilhões em exportações em 2024, cerca de 11% do total enviado pelo Brasil aos EUA.

A CNI afirma que a manutenção da sobretaxa de 40% mantém o Brasil em desvantagem frente a concorrentes que não enfrentam as mesmas barreiras. A entidade reforça a urgência no avanço das negociações.

“É muito importante negociar o quanto antes um acordo para que o produto brasileiro volte a competir em condições melhores”, declarou em nota o presidente da entidade, Ricardo Alban.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) também considera o corte um avanço limitado.

“É um passo importante, mas ainda insuficiente”, afirmou em comunicado o presidente Flávio Roscoe. A federação reforça que produtos importantes da pauta de exportação do estado, como carnes e café, continuam afetados.

Carne

Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) teve a reação mais favorável, destacando o retorno de previsibilidade ao comércio bilateral. Em nota, a associação afirmou que a redução “reforça a confiança no diálogo técnico entre os dois países.”

“A medida reforça a confiança no diálogo técnico entre os dois países e reconhece a importância da carne do Brasil, marcada pela qualidade, pela regularidade e pela contribuição para a segurança alimentar mundial”, informou a entidade.

“A redução tarifária devolve previsibilidade ao setor e cria condições mais adequadas para o bom funcionamento do comércio”, completou o comunicado da Abiec.

Segundo a entidade, a tarifação sobre carne bovina brasileira caiu de 76,4% para 66,4%, com a retirada da tarifa global de 10%. Antes do governo de Donald Trump, os Estados Unidos taxavam o produto em 26,4%.

Café

O setor cafeeiro mantém cautela e aguarda esclarecimentos sobre o alcance da redução. Em nota emitida na noite de sexta-feira (14), o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) considera necessária uma análise técnica adicional. Produtor de metade do café tipo arábicas do planeta, o Brasil fornece cerca de um terço dos grãos aos Estados Unidos.

No caso brasileiro, a concorrência com outros grandes exportadores de café representa o principal obstáculo. A tarifa estadunidense para os grãos brasileiros caiu de 50% para 40%, mas as tarifas foram zeradas para o produto colombiano e praticamente zeradas para o café vietnamita.

“O café também reduziu 10% [pontos percentuais], mas tem concorrente que reduziu 20% [pontos percentuais]. Então esse é o empenho que tem que ser feito agora para melhorar a competitividade”, disse no início da tarde o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

 

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Lula se reúne com Trump na Malásia e discute relações entre Brasil-EUA https://financenews.com.br/2025/10/lula-se-reune-com-trump-na-malasia-e-discute-relacoes-entre-brasil-eua/ https://financenews.com.br/2025/10/lula-se-reune-com-trump-na-malasia-e-discute-relacoes-entre-brasil-eua/#respond Sun, 26 Oct 2025 18:38:07 +0000 https://financenews.com.br/?p=196539         Publicado às 15h37 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se […]

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Publicado às 15h37

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu neste domingo (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Kuala Lumpur, na Malásia. O encontro durou cerca de 50 minutos e ocorreu durante a realização da 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

Durante a reunião, Lula disse que não há razão para desavenças com os Estados Unidos e pediu a Trump a suspensão imediata do tarifaço contra as exportações brasileiras, enquanto os dois países estiverem em negociação. Em julho deste ano, Trump anunciou um tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos. Em seguida, ministros do governo brasileiro e do Supremo Tribunal Federal (STF) também foram alvo da revogação de vistos de viagem e outras sanções pela administração norte-americana.

“O Brasil tem interesse de ter uma relação extraordinária com os Estados Unidos. Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos, porque nós temos certeza que, na hora em que dois presidentes sentam em uma mesa, cada um coloca seu ponto de vista, cada um coloca seus problemas, a tendencia natural é encaminhar para um acordo”, afirmou o presidente.

Além dos presidentes, também participaram do encontro o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretario de Estado norte-americano, Marco Rubio.

Suspensão das tarifas

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, falou com a imprensa após o encontro e disse Trump autorizou sua equipe a iniciar as negociações para revisão do tarifaço ainda na noite deste domingo, no horário local da Malásia, 11 horas a frente do Brasil.

“A reunião foi muito positiva, o saldo final é ótimo. O presidente Trump declarou que dará instruções a sua equipe para que comece um processo, um período de negociação bilateral, que deve se iniciar hoje ainda, porque é para tudo ser resolvido em pouco tempo”, afirmou o chanceler.

Admiração

Segundo Vieira, os presidentes tiveram uma conversa descontraída e Trump disse que admira a trajetória política de Lula.

“Trump declarou admirar o perfil da carreira política do presidente Lula, já tendo sido duas vezes presidente da República, tendo sido perseguido no Brasil, se recuperado, provado sua inocência, voltado a se apresentar e, vitoriosamente, conquistando o terceiro mandato”, afirmou.

Visitas

O chanceler brasileiro também confirmou a intenção de Trump vir ao Brasil. A data ainda não está confirmada.

“O presidente Lula aceitou também e disse que irá, com prazer, aos Estados Unidos. Trump disse que admira o Brasil e que gosta imensamente do povo brasileiro”, comentou.

Fonte: Agência Brasil

 

 

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Atualização: Ibov em baixa, conversa entre Lula e Trump; CSN salta e outros destaques https://financenews.com.br/2025/10/atualizacao-ibov-em-baixa-conversa-entre-lula-e-trump-csn-salta-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2025/10/atualizacao-ibov-em-baixa-conversa-entre-lula-e-trump-csn-salta-e-outros-destaques/#respond Mon, 06 Oct 2025 16:36:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=195371       Publicado às 13h36 Conversa entre Trump e Lula O mercado digere as […]

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Gráfico diário do Ibovespa às 13h28

 

 

 

Publicado às 13h36

Conversa entre Trump e Lula

O mercado digere as informações divulgadas no fim da manhã desta segunda-feira sobre a conversa entre o presidente americano, Donald Trump, e Lula. Os dois tiveram nesta segunda-feira uma conversa de 30 minutos por videoconferência. Na oportunidade, Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.

De acordo com o Planalto, a ligação telefônica ocorreu por iniciativa de Trump. Os dois presidentes chegaram a trocar telefones para estabelecer via direta de comunicação. “O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad”, informou o Planalto.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a conversa entre os dois chefes de Estado como “positiva”, do ponto de vista econômico.

Ibovespa

O Ibovespa aumentou as perdas em relação ao começo do pregão. Às 13h35 caía 0,49% aos 143.492 pontos. No mesmo horário, o dólar comercial caía 0,35% cotado a R$ 5,317 na venda.

Bancões em baixa

Os papéis do Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, BTG e Santander operavam no negativo neste começo de tarde. Às 13h33 a situação era a seguinte: Itaú -0,99; Bradesco (PN) -1,40%; Banco do Brasil -0,74%; BTG -1,61% e Santander Brasil -1,32%.

CSN (CSNA3)

Às 13h33 as ações da CSN saltavam 3,29%. A coluna Radar Econômico, do site da Veja, reportou que um despacho assinado na última semana pela Superintendência do Conselho Administrativo de Atividade Econômica (Cade) sustenta que a demora de mais de 11 anos da CSN para vender suas ações na concorrente Usiminas, “não enseja a aplicação de medidas coercitivas”, o que livraria a CSN de uma multa milionária. Segundo a coluna, se o parecer prevalecer, a União deixará de arrecadar cerca de 110 milhões de reais em multa. O documento ainda será apreciado pelo tribunal da autarquia. 

Embraer (EMBR3)

Às 13h32 as ações da companhia subiam 2,72%. A Embraer anunciou que a Suécia encomenda quatro C-390 Millennium; contrato inclui 7 opções adicionais.

Petrobras (PETR4)

As ações preferenciais da estatal operavam em leve alta. Às 13h32 subiam 0,19% a R$ 31,06. O preço do barril de petróleo Brent, referência para a Petrobras, tinha alta de 1,7% nesta tarde. No domingo, a Opep+ decidiu que a produção de petróleo aumentará a partir de novembro em 137 mil barris por dia (bpd).

Sabesp (SBSP3)

O mercado repercute a aquisição da Emae pela Sabesp. Analistas destacam que a transação é pequena, mas estratégica. 

Vale (VALE3)

Às 13h32 as ações da Vale subiam 1,50% cotadas a R$ 59,47. A Vale informou o início da oferta para aquisição facultativa de debêntures participativas pela companhia. 

WEG (WEGE3)

Em relatório a XP comentou sobre o investor day da WEG, encontro anual que reúne investidores, analistas e executivos da empresa. O time de analistas, embora continue a ver um upside limitado para a ação da companhia em uma desaceleração do crescimento dos lucros de curto prazo, observa “com bons olhos a visibilidade mais clara da empresa sobre os impulsionadores do crescimento estrutural daqui para frente, com os lucros esperados para acelerar novamente com o ramp-up dos investimentos atuais”, afirma a equipe no relatório.

Ambipar (AMBP3)

Os papéis da Ambipar têm mais uma sessão de forte queda nesta segunda-feira. Às 13h30 estavam em leilão com queda de 21% cotados a R$ 1,10. Em outubro acumulam desvalorização de 86%. De acordo com informações do Estadão, o ex-CFO da companhia marcou uma reunião com a Comissão de Valores Imobiliários (CVM) para esta segunda-feira.

Ambev (ABEV3)

A Ambev paga nesta segunda-feira, 6, dividendos no valor de R$ 0,12 por ação. O pagamento é com base na posição acionária de 7 de agosto de 2025 no que se refere à B3 (Bolsa brasileira) e 11 de agosto de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange (NYSE). As ações e os ADRs passaram a ser negociados ex-dividendos a partir de 8 de agosto de 2025 (inclusive).

Totvs (TOTS3)

A Totvs paga nesta segunda-feira, 6, juros sobre capital próprio (JCP). O valor total bruto soma R$ 88 milhões e corresponde a R$ 0,15 por ação. Tem direito aos JCP todos os acionistas titulares de ações da companhia na data base de 23 de setembro de 2025. As negociações de ações desde 24 de setembro, inclusive, são realizadas ex-JCP.

Alupar (ALUP11) 

A Alupar paga nesta segunda-feira, 6, os dividendos aprovados pelo conselho de administração em 7 de agosto. O valor total é de R$ 69.221.642,07. Esse valor corresponde a R$ 0,07 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,07 por ação preferencial (ALUP4) e a R$ 0,21 por unit (ALUP11). Tem direito ao recebimento desses dividendos acionistas constantes nos registros da companhia ao final do dia 14 de agosto de 2025.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  tiveram nesta segunda-feira (6) uma conversa de 30 minutos por videoconferência. Na oportunidade, Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a conversa entre os dois chefes de Estado como “positiva”, do ponto de vista econômico.

“Em tom amistoso, os dois líderes conversaram por 30 minutos, quando relembraram a boa química que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Os dois presidentes reiteraram a impressão positiva daquele encontro”, informou o Planalto.

De acordo com o Planalto, a ligação telefônica ocorreu por iniciativa de Trump. Os dois presidentes chegaram a trocar telefones para estabelecer via direta de comunicação.

Na conversa, Lula disse que o contato representa uma “oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”.

Ele recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Na sequência, solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta a produtos nacionais, além das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

“O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad”, informou o Planalto.

Os dois presidentes acordaram encontrar-se pessoalmente em breve. Lula sugeriu que o encontro seja durante a Cúpula da Asean, na Malásia. Ele reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém; e se dispôs  também a viajar aos Estados Unidos.

Leia abaixo a íntegra da nota do Palácio do Planalto:

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na manhã desta segunda-feira, 6 de outubro, telefonema do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. Em tom amistoso, os dois líderes conversaram por 30 minutos, quando relembraram a boa química que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Os dois presidentes reiteraram a impressão positiva daquele encontro.

O presidente Lula descreveu o contato como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente. Recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.

O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ambos os líderes acordaram encontrar-se pessoalmente em breve. O presidente Lula aventou a possibilidade de encontro na Cúpula da Asean, na Malásia; reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém (PA); e também se dispôs a viajar aos Estados Unidos.

Os dois presidentes trocaram telefones para estabelecer via direta de comunicação. Do lado brasileiro, a conversa foi acompanhada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Mauro Vieira, Fernando Haddad, Sidônio Palmeira e o assessor especial Celso Amorim.”

Com informações Finance News e Agência Brasil

 

 

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Eventos no radar do mercado nesta semana:

Dados do emprego nos EUA

Na sexta-feira, 3, ocorre a divulgação de dados do emprego nos Estados Unidos. Às 9h30 será apresentado o Payroll. Vale lembrar que o Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho norte-americano. É esse relatório que o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) mais leva em conta para fins de sua política monetária.

Negociações para evitar paralisação nos EUA

Pode trazer volatilidade adicional aos mercados norte-americanos uma importante questão política. Nos Estados Unidos as atenções se voltam às negociações para evitar uma paralisação do governo federal (shutdown). O Congresso tem de aprovar um pacote de gastos para próximo ano fiscal até terça-feira, 30. Sem a aprovação da legislação de financiamento, setores do governo teriam de fechar a partir de quarta-feira, 1° de outubro, o primeiro dia do ano fiscal de 2026 do governo dos Estados Unidos.  Milhares de funcionários do governo federal poderão ser afastados do trabalho e uma ampla gama de serviços públicos poderá ser interrompida. 

Petróleo

A agência Reuters informou neste domingo, 28, que a Opep+, grupo formado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, provavelmente aprovará outro aumento na produção de petróleo de pelo menos 137.000 barris por dia em sua reunião no próximo domingo. O contrato futuro do Brent para dezembro/25 operava em queda de 0,90% às 20h135 deste domingo.

Reunião Trump e Lula

Analistas e investidores mantêm no radar uma possível reunião entre Lula e Trump. Na terça-feira da semana passada o presidente americano disse que se reuniria com o colega brasileiro nesta semana. Desde então têm sido divulgados muitos rumores, mas nada concreto sobre a possível reunião. 

Feriado na China

Na quarta, quinta e sexta-feira desta semana é feriado na China. As Bolsas devem ficar fechadas no país asiático, incluindo as de commodities, que negociam metais e minério de ferro. Importante lembrar que a China é um dos maiores mercados da Vale (VALE3).  

Corporativo: Itaúsa

No âmbito corporativo, destaque nesta semana para a Itaúsa, que realiza seu tradicional ‘Panorama Itaúsa’ na terça, 30, pela manhã. Confira mais detalhes abaixo.

Notícias corporativas

Simpar (SIMH3) nega informação de ‘megacapitalização promovida pelo BTG’ 

A Simpar (SIMH3) negou neste domingo, 28, a informação divulgada pelo jornal O Globo sobre uma suposta megacapitalização promovida pelo BTG Pactual na holding.

“O grupo está focado na extração de valor da sólida base de ativos construída ao longo de sua história, refletindo em aumento da geração de caixa fruto da expansão de rentabilidade e redução do volume de investimentos, e fortalecimento de sua estrutura de capital”, afirmou a Simpar em um comunicado divulgado ao mercado na tarde deste domingo. A companhia reiterou que todas as suas decisões estratégicas são pautadas pela transparência e pelo compromisso com seus acionistas, colaboradores, clientes e parceiros.

Mais cedo, o blog de Lauro Jardim divulgou que, depois de “engolir a Cosan”, o BTG Pactual prepara uma nova investida. Segundo o blog, o banco vai promover uma “megacapitalização” na holding Simpar, que é dona da JLS e Movida, entre outras companhias.

Atenção investidor: Itaúsa realiza o ‘Panorama Itaúsa’ na terça, 30 

A Itaúsa (ITSA4) vai realizar o tradicional evento “Panorama Itaúsa” na terça-feira, 30 de setembro, a partir das 10h. Para se inscrever acesse aqui a página do evento. O Panorama Itaúsa é realizado anualmente para acionistas e investidores. Entre os participantes estará Alfredo Setubal, CEO e DRI Itaúsa. A holding tem entre suas investidas o Itaú Unibanco, Alpargatas, Motiva, Dexco, Aegea, Copa Energia e NTS.

Banco ABC (ABCB4) poderá recomprar até 7,5 milhões de ações

O conselho de administração do Banco ABC Brasil (ABCB4) aprovou um novo programa de recompra de ações para fins de permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. A informação foi divulgada na sexta-feira, 26, após o fechamento do mercado. O banco poderá recomprar até o limite de 7,5 milhões de ações preferenciais. O prazo máximo para realização das operações autorizadas será de 18 meses, tendo como termo final o dia 26 de março de 2027.

Klabin (KLBN11) recebe R$ 600 milhões após concluir operação na área imobiliária

A Klabin (KLBN11) concluiu o fechamento da operação na área imobiliária, com o recebimento de aporte em caixa no valor de R$ 600 milhões, realizado pelo investidor institucional.

Em agosto deste ano, a Klabin celebrou memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em duas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração de atividade imobiliária, incluindo arrendamento de terras, primordialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina. Na época, a Klabin destacou que a operação reforça a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do Retorno sobre o Capital Investido (ROIC).

Grazziotin (CGRA4) anuncia programa de recompra de ações

A Grazziotin (CGRA4) anunciou um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 979.382 ações, sendo até 215.869 ações ordinárias representativas de 10% das ações em circulação no mercado e de até 763.513 ações preferenciais, representativas de 10% das ações em circulação no mercado. As aquisições poderão ser feitas no período de 29/09/2025 até 27/03/2026.

“A companhia fará a aquisição de ações de própria emissão com o objetivo de incrementar a geração de valor para seus acionistas, por meio da aplicação de parte dos recursos disponíveis em caixa, na aquisição das ações em bolsa de valores, a preços de mercado, para permanência em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Grazziotin.

Fitch afirma rating da Alliança Saúde (AALR3); perspectiva é ‘positiva’

A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘A(bra)’ da Alliança Saúde (AALR3). Ao mesmo tempo, a agência manteve o rating em perspectiva “positiva”.

Segundo a agência, o rating da Alliança reflete a sua mediana escala de negócios no fragmentado e competitivo setor de medicina diagnóstica no país, bem como sua moderada diversificação geográfica e concentração de receitas em serviços de imagem. A Fitch destacou que a classificação se apoia também nos “sólidos fundamentos de demanda do setor de saúde, com elevado potencial de crescimento a longo prazo”.

A perspectiva positiva incorpora a expectativa de contínuos ganhos de escala e avanços na rentabilidade da Alliança por meio da adição de novos contratos, parcerias e aquisições, aliados à manutenção de alavancagem líquida inferior a 3,5 vezes no horizonte do rating, afirmou a agência,

A análise também considera que a Alliança terá êxito em refinanciar seus passivos de curto prazo, com base nas negociações em curso. Uma frustração nessa premissa poderia levar a uma ação de rating negativa a curto prazo.

Eletrobras (ELET3): conselho aprova realização, pela Eletronorte, da 8ª emissão de debêntures

A Eletrobras (ELET3) informou que seu conselho de administração aprovou a realização, pela controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), da sua 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 700 milhões, com vencimento em 15 de setembro 2035. As debêntures serão emitidas no âmbito do Programa Eco Invest Brasil. A oferta destina-se a investidores profissionais. A Eletrobras assumirá o compromisso de fiadora e principal pagadora da emissão.

Embraer avança em estudos com SAF após aquisição do biocombustível da Vibra

A Embraer (NYSE: ERJ/B3: EMBR3) vai acelerar os estudos para que suas aeronaves possam voar com combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) inteiramente de origem renovável, sem mistura com combustíveis fósseis. O avanço tem relação com a primeira aquisição de um lote 100% SAF pela companhia no Brasil, viabilizada pela Vibra, maior distribuidora de combustíveis e uma das maiores empresas de energia do Brasil. Com a amostra, serão intensificados os testes em torno da reação de diferentes materiais presentes nos aviões durante o contato prolongado com o biocombustível.

“O acesso ao SAF no Brasil garante maior dinamismo na condução dos testes, realizados na sede da Embraer. Com mais esta ação, ficamos mais próximos da meta de ter nossas aeronaves aptas a operar com combustível 100% SAF até 2030”, afirma o Global Head de ESG na Embraer, André Tachard.

Apesar do grande potencial para a produção de SAF, o Brasil ainda não conta com o produto em larga escala. Por essa razão, os estudos da Embraer a respeito vinham sendo realizados apenas por meio de laboratórios nos Estados Unidos e na Europa. Além dos custos e dos processos administrativos envolvidos, havia outra dificuldade: a venda do SAF somente em grandes volumes, desproporcionais às necessidades reduzidas da rotina laboratorial.

Com a primeira aquisição desse lote no Brasil, a Embraer está testando a compatibilidade do SAF inteiramente de origem renovável com materiais não metálicos. O objetivo é observar o comportamento deles quando em contato direto com o biocombustível de maneira persistente, considerando especificidades dos tanques de asa nos jatos comerciais, executivos e militares. Os resultados vão contribuir com a discussão pública sobre aspectos técnicos importantes para todo o segmento de aviação.

“Parcerias como a que temos com a Embraer são fundamentais para acelerar a transição energética na aviação. Ao viabilizar o acesso ao SAF no Brasil, estamos não apenas contribuindo com os estudos técnicos de uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mas também fomentando o desenvolvimento de um mercado estratégico para a descarbonização do setor”, afirma Marcelo Bragança, vice-presidente de Operações da Vibra.

O biocombustível que está em teste na Embraer foi importado da Bélgica e está disponível na base localizada no aeroporto Tom Jobim (GIG), no Rio de Janeiro. O local recebeu a certificação ISCC (International Sustainability & Carbon Certification) EU e CORSIA, que garante o rastreio da sustentabilidade de toda a cadeia de fornecimento do produto, incluindo a distribuição por meio da BR Aviation, unidade de negócios da Vibra para serviços de abastecimento de aeronaves.

O SAF tem potencial para reduzir as emissões de carbono na indústria aeroespacial em até 80% em comparação ao combustível tradicional. Atualmente, todas as aeronaves da Embraer estão aptas a operar com uma mistura de até 50% desse combustível. Nos últimos anos, a companhia avançou nos estudos para que seus aviões possam voar com 100% de SAF, visando à meta de obter a certificação para tanto até 2030.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Eqtl3, Prio3, Fiqe3 e de Aure3. Acesse o vídeo aqui.

Pagam provento ou têm ‘data com’ nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 29

Banrisul (BRSR6) 

O Banrisul paga nesta segunda-feira, 29, juros sobre o capital (JCP) anunciados em 9 de setembro no valor valor líquido de R$ 0,22 por ação ON, R$ 0,22 por ação PNA e R$ 0,22 por ação PNB, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%. Serão beneficiados acionistas inscritos nos registros da Sociedade na data de 12 de setembro de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-direito” aos JCP em 15 de setembro.

Banco Bradesco (BBDC4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Bradesco anunciados em 18 de setembro, é nesta segunda-feira, 29. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir de 30 de setembro. O pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026 pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,25 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Cemig (CMIG4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Cemig anunciados em 23 de setembro, é nesta segunda-feira, 29. As ações serão negociadas “ex-direitos” a partir de 30 de setembro. O valor bruto soma R$ 604.737.000,00. O valor bruto por ação é R$ 0,21139610230. O pagamento será em duas parcelas iguais, sendo a primeira até 30-06-2026 e a segunda até 30-12-2026.

BRF 

A BRF paga nesta segunda-feira, 29, o montante bruto total de R$ 3.321.464.325,13 a título de dividendos e juros sobre o capital, sendo R$ 2.921.464.325,13 a título de dividendos e R$ 400 milhões a título de JCP, que correspondem a R$ 1,83486883675 a título de dividendos por ação e R$ 0,25 a título de JCP bruto por ação de emissão da companhia. Esse provento foi anunciado em 8 de setembro, antes da fusão com a Marfrig. Tem direito ao recebimento acionistas registrados como tal em 18 de setembro de 2025 (data de corte).

Terça, 30

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na terça-feira, 30, o dividendo mensal no valor de R$ 0,03. A data-base dessa parcela foi 22 de setembro. A M.Dias também paga o dividendo extraordinário anunciado em agosto no valor total por ação de R$ 0,10. Terão direito as pessoas com ações em 22 de setembro. As ações da companhia são consideradas “ex-dividendos extraordinários” desde 23 de setembro.

Eternit (ETER3) 

A Eternit paga na terça-feira, 30, o dividendo anunciado em 11 de março no valor por ação de R$ 0,03. A ‘data com’ foi 17 de março.

Valid (VLID3)

A Valid paga na terça,30, a terceira parcela dos juros sobre capital próprio anunciados em 18 de fevereiro deste ano. Tem direito acionistas da companhia detentores de ação em 13 de março de 2025. O valor da parcela é R$ 0,39 por ação.

Marfrig 

A Marfrig (agora MBRF) paga nesta terça, 30, o dividendo anunciado em 8 de setembro no valor de R$ 2,81 por ação. Tem direito ao recebimento desses dividendos acionistas da Marfrig registrados como tal em 18 de setembro de 2025 (data de corte), sendo que desde 19 de setembro as ações de emissão da Marfrig passaram a ser negociadas ex-dividendos.

Cury (CURY3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Cury anunciado em 25 de setembro, é na terça, 30. As ações da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 1º de outubro de 2025, inclusive. O valor é de R$ 0,68 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em uma única parcela no dia 7 de outubro de 2025.

Quarta, 1°

Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga na quarta, 1°, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,01 por ação ordinária e R$ 0,01 por ação preferencial. A data-base foi 1° de setembro.

Banestes (BEES3) 

O Banestes paga na quarta, 1°, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02 por ação, ordinária e preferencial. A data-base foi 1° de setembro.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga na quarta, 1°, JCP mensal no valor de R$ 0,015 líquido por ação. A data-base foi 29 de agosto.

Itaúsa (ITSA4) 

A Itaúsa paga na quarta, 1°, JCP trimestral no valor de R$ 0,02 líquidos por ação. A data base foi 29 de agosto.

Vulcabras (VULC3) 

A Vulcabras (VULC3) paga na quarta, 1°, a terceira parcela do dividendo intermediário anunciado em 6 de maio. A ‘data com’ dessa parcela foi em 17/09/2025 (a data ex-direito foi em 18/09/2025). O valor a ser pago é de R$ 0,125 por ação.

Quinta, 2

Allos (ALOS3) 

A Allos paga na quinta-feira, 2, a primeira parcela do dividendo intercalar anunciado em 15 de setembro no valor de R$ 0,10 por ação. A data de corte foi 23 de setembro. 

Rede D’or (RDOR3) 

A Rede D’or paga na quinta, 2, juros sobre o capital próprio no valor de R$ 0,22 por ação ordinária. A ‘data com’ (data de corte) foi em 23 de setembro. 

Cyrela (CYRE3) 

A Cyrela paga na quinta, 2, o dividendo declarado na assembleia geral ordinária e extraordinária ocorrida em 25 de abril de 2025. O valor soma R$ 391.636.580,27 e corresponde a R$ 1,06 por ação ordinária. Tem direito a esse dividendos as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 25 de abril de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações da Cyrela são negociadas “ex-dividendos” desde 28 de abril de 2025, inclusive. 

Elektro (EKTR4)

A data com para ter direito aos JCP da Elektro Redes – Elektro (EKTR4), anunciado em 29 de setembro, é nesta quinta, 2. A partir de 3 de outubro de 2025, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos. O valor soma R$ 28,6 milhões, correspondentes a R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,15 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025 sem atualização monetária.

Coelba (CEEB5)

A data com para ter direito aos JCP da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia – Coelba anunciado em 29 de setembro, é nesta quinta, 2. A partir de 3 de outubro, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos. O valor soma R$ 141 milhões e 10 mil reais, correspondentes a R$ 0,52 por ação ordinária, R$ 0,52 por ação preferencial classe A e R$ 0,57 por ação preferencial classe B. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025.

CSU Digital (CSUD3)

A data com para ter direito aos JCP da CSU Digital anunciado em 29 de setembro, é nesta quinta, 2. A data ex-JCP será em 3 de outubro. O montante bruto é de R$ 7,1 milhões. O início do pagamento será em 15 de outubro de 2025.

Sexta, 3

Mitre (MTRE3) 

A Mitre paga na sexta-feira, 3, a primeira parcela do dividendo intercalar anunciado em 7 de agosto. O valor é de R$ 0,03 por ação ordinária. Essa primeira parcela teve data-base em 18/09/2025.

Fleury (FLRY3)

O Fleury paga na sexta-feira, 3, juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 0,31 por ação. Tem direito ao pagamento acionistas da companhia no fechamento do pregão de 12 de agosto de 2025. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 13 de agosto. 

Blau (BLAU3)

A Blau paga na sexta-feira, 3, JCP no valor bruto de R$ 0,09 por ação. O pagamento será com base na posição acionária de 23 de setembro de 2025, sendo que desde 24 de setembro as ações da companhia são negociadas “ex-JCP”. 

Iochpe‐Maxion (MYPK3)

A data com para ter direito aos juros sobre capital próprio da Iochpe‐Maxion, anunciados em 29 de setembro, é nesta sexta, 3. As ações de emissão da companhia serão negociadas na condição de “ex” provento a partir de 6 de outubro. O valor dos JCP a ser distribuído é de R$ 46 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,30 por ação. Segundo a companhia, o pagamento será realizado até 30 de abril de 2026, preferencialmente na mesma data de pagamento do dividendo obrigatório referente ao exercício social de 2025.

Dimed – Panvel (PNVL3)

A data com para ter direito aos JCP da Dimed – Panvel anunciados em 30 de setembro, é na sexta-feira, 3. A companhia aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante de R$ 3 milhões, representando o valor total de R$ 0,02009804483 para as ações ordinárias da companhia, sendo o valor líquido, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte, de R$ 0,01708333810. O pagamento será realizado em parcela única, sendo a data definida posteriormente em assembleia que deliberar sobre as contas do exercício de 2025.

RD Saúde (RADL3) 

A data com para ter direito aos JCP da RD Saúde anunciados em 30 de setembro, é nesta sexta, 3. A partir de 6 de outubro as ações da companhia serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,082136419 e não sofrerá atualização monetária. O pagamento vai ocorrer até dia 30 de maio de 2026, em data a ser oportunamente fixada pela administração.

 

 

 

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Em discurso na Assembleia Geral da ONU Trump diz que se reunirá com Lula https://financenews.com.br/2025/09/em-discurso-na-assembleia-geral-da-onu-trump-diz-que-se-reunira-com-lula/ https://financenews.com.br/2025/09/em-discurso-na-assembleia-geral-da-onu-trump-diz-que-se-reunira-com-lula/#respond Tue, 23 Sep 2025 15:38:52 +0000 https://financenews.com.br/?p=194595           Publicado às 12h38 Em discurso na Assembleia Geral da ONU […]

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Trump discursa na assembleia da ONU

 

 

 

 

 

Publicado às 12h38

Em discurso na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira, 23, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que se reunirá com o presidente Lula na semana que vem.

Também afirmou que se encontrou rapidamente o brasileiro no plenário da ONU, antes do discurso. “Eu o vi, ele me viu, e nos abraçamos. Na verdade, concordamos que nos encontraríamos na semana que vem”, disse Trump durante seu longo discurso.

Trump também ainda elogiou Lula, ressaltando uma “química excelente”: “Não tivemos muito tempo para conversar, tipo uns 20 segundos. Mas ele pareceu um homem muito legal. Na verdade, ele gostou de mim, e eu gostei dele”, afirmou o republicano na ONU.

Em seu discurso o presidente norte-americano destacou que “o Brasil agora enfrenta tarifas pesadas em resposta aos seus esforços sem precedentes para interferir nos direitos e liberdades dos nossos cidadãos americanos e de outros, com censura, repressão, armamento, corrupção judicial e perseguição de críticos políticos nos Estados Unidos”.

No momento da fala de Trump sobre Lula, o Ibovespa deu salto de quase 500 pontos em poucos minutos. O dólar comercial acentuou a queda e chegou na mínima de R$ 5,27. Às 12h36 o índice subia 1,04% aos 146.621 pontos. O dólar tinha queda de 0,67% cotado a R$ 5,302 na venda.

Na máxima até agora, o Ibovespa chegou aos 146.886 pontos, marcando um novo recorde histórico intradiário.

 

 

 

 

 

 

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Trump diz que Lula pode ligar para ele quando quiser https://financenews.com.br/2025/08/trump-diz-que-lula-pode-ligar-para-ele-quando-quiser/ https://financenews.com.br/2025/08/trump-diz-que-lula-pode-ligar-para-ele-quando-quiser/#respond Fri, 01 Aug 2025 22:25:05 +0000 https://financenews.com.br/?p=191349         Publicado às 19h24 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou […]

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Donald Trump (arquivo)

 

 

 

 

Publicado às 19h24

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (1º) que pode conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em qualquer momento que o brasileiro quiser. Em entrevista a jornalistas em Washington, ele foi questionado se estaria aberto para negociar diretamente com Lula para rever a imposição de tarifas comerciais de 50% sobre os produtos brasileiros.  

“Ele pode falar comigo quando quiser. Vamos ver o que acontece, mas eu amo o povo do Brasil”, disse Trump.

Novamente questionado sobre o elevado tarifaço aplicado aos produtos do Brasil, o maior entre todos os parceiros comerciais, o presidente norte-americano complementou dizendo que “as pessoas que estão comandando o Brasil fizeram a coisa errada”.

Essa foi a primeira declaração de Trump sobre o Brasil desde que assinou, na última quarta-feira (30), a ordem executiva para impor as tarifas comerciais.

No mesmo dia, o governo dos EUA também anunciou uma sanção punitiva contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator dos processos contra a tentativa de golpe de Estado no Brasil e que tem entre os réus o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Ainda última quarta, após a aplicação das tarifas, o presidente Lula emitiu nota oficial em que defende a democracia e a soberania do país frente as iniciativas dos EUA contra a economia e a Justiça brasileiras.

 

 

 

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Presidente dos EUA assina decreto que impõe tarifa de 50% ao Brasil https://financenews.com.br/2025/07/presidente-dos-eua-assina-decreto-que-impoe-tarifa-de-50-ao-brasil/ https://financenews.com.br/2025/07/presidente-dos-eua-assina-decreto-que-impoe-tarifa-de-50-ao-brasil/#respond Wed, 30 Jul 2025 18:21:38 +0000 https://financenews.com.br/?p=191128           Publicado às 15h17 – atualizado às 16h10 Whatsapp notícias de […]

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Donald Trump (reprodução internet)

 

 

 

 

 

Publicado às 15h17 – atualizado às 16h10

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na tarde desta quarta-feira, 30, o decreto executivo que oficializa a tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. O governo americano adiou para 6 de agosto o tarifaço. O decreto traz várias exceções, entre elas suco de laranja e outros produtos agrícolas, petróleo e derivados, metais e além de aeronaves civis e peças de aeronaves. Às 16h10 o Ibovespa subia 1% aos 134.050 pontos. No mesmo horário, as ações da Embraer saltavam 10%. O dólar comercial caía 0,05% cotado a R$ 5,568 na venda. Estão fora das exceções café e carnes.

Leia abaixo parte do decreto assinado pelo presidente americano:

“ENFRENTANDO UMA EMERGÊNCIA NACIONAL

Hoje, o presidente Donald J. Trump assinou uma Ordem Executiva que impõe uma tarifa adicional de 40% sobre o Brasil, elevando o total para 50%, em resposta a políticas, práticas e ações recentes do governo brasileiro que representam uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos.

A ordem declara uma nova emergência nacional com base na autoridade do presidente sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional de 1977 (IEEPA).

A medida visa responder às ações do governo brasileiro que, segundo o comunicado, prejudicam empresas americanas, os direitos de liberdade de expressão de cidadãos dos EUA, a política externa e a economia do país.

A ordem afirma que a perseguição política, intimidação, censura e processos contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e milhares de seus apoiadores constituem graves violações de direitos humanos e enfraquecem o Estado de Direito no Brasil.”

EUA sancionam Moraes com lei Magnitsky

Mais cedo, o governo dos Estados Unidos sancionou nesta quarta-feira o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com a chamada Lei Magnisky, utilizada para punir estrangeiros. Os desdobramentos dessa nova escalada entre Estados Unidos e Brasil estão no radar do mercado financeiro.

A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros. Essa legislação prevê uma série de sanções, incluindo o bloqueio de bens de pessoas ou organizações que estejam nos Estados Unidos. Isso inclui desde contas bancárias e investimentos financeiros até imóveis, por exemplo. Os alvos da lei não podem realizar operações que passem pelo sistema bancário dos Estados Unidos.

Veja o que escreveu na rede social X o Secretário do Tesouro americano, Scott Bessent:

“Hoje, @USTreasury está sancionando o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que tem usado seu cargo para autorizar prisões preventivas arbitrárias e suprimir a liberdade de expressão.

Alexandre de Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam direitos humanos e processos politizados, inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O Tesouro continuará a responsabilizar aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e aqueles que impõem limites às nossas liberdades.”

A Magnitsky permite que o governo americano imponha sanções a cidadãos estrangeiros. O objetivo é punir pessoas acusadas de violações graves de direitos humanos ou de corrupção em larga escala.

 

 

 

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/07/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-132/ https://financenews.com.br/2025/07/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-132/#respond Mon, 28 Jul 2025 00:21:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=190938           Publicado às 21h Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp […]

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Publicado às 21h

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Eventos no radar do mercado

Decisão sobre juros nos EUA

O Banco Central dos Estados Unidos decide sobre os juros nesta semana. Na quarta-feira, às 15h, o Comitê Federal de Mercado Aberto do BC dos EUA informa se haverá manutenção ou não dos juros na maior economia do mundo. O mercado aguarda com expectativa a coletiva de imprensa do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell. Será às 15h30 e pode trazer sinalizações sobre o rumos dos juros  nos EUA em um momento de pressão do presidente americano, Donald Trump, para que as taxas sejam reduzidas.  

Decisão sobre juros no Brasil

Também na quarta-feira, a partir das 18h30, o Comitê de Política Monetária do Banco Central divulga o resultado de sua reunião. O consenso do mercado é que a Selic seja mantida em 15%. Analistas esperam pela divulgação do comunicado do Copom com sinalizações sobre o rumo dos juros.

PIB dos EUA e dados do emprego

Ainda na quarta-feira será divulgada às 9h30 a primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre. Na sexta-feira, às 9h30, ocorre a divulgação dos dados do emprego, no chamado Payroll. Esse documento ajuda analistas calibrar suas projeções sobre a economia norte-americana. 

Tarifas de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo um acordo comercial com a União Europeia. Os produtos do bloco europeu passarão a ser taxados em 15%, e não mais em 30%, como havia sido anunciado anteriormente. A taxa de 15% se aplica a automóveis, semicondutores e produtos farmacêuticos. Mas o alumínio e o aço seguem com sobretaxa de 50%.

Já o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que as tarifas impostas pelos Estados Unidos entrarão em vigor na próxima sexta-feira, 1º de agosto. Segundo ele, não haverá “prorrogações”. O Brasil foi alvo de uma tarifa de 50% e até o momento o governo brasileiro segue distante de qualquer acordo com a Casa Branca. Analistas destacam que a politização da questão tarifária dificulta as negociações. As incertezas relacionadas ao tarifaço de Trump contra o Brasil e seus impactos em diversos setores são um dos principais eventos no radar de investidores nesta semana.

Temporada de resultados nos EUA

Gigantes do setor de tecnologia nos Estados Unidos divulgam seus resultados nesta semana. A Meta Platforms e a Microsoft apresentam seus balanços trimestrais na quarta-feira. A Apple e a Amazon, na quinta-feira. 

Temporada de resultados no Brasil

A temporada de resultados do segundo trimestre de 2025 (2T25) ganha força. Gigantes da Bolsa como Vale e Bradesco divulgam seus resultados nesta semana. Confira:

Segunda-feira, 28

Telefônica Brasil – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 29

Motiva, Intelbras – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 30

Santander Brasil – antes da abertura do mercado.

Bradesco, TIM, ISA Energia, Ecorodovias, Profarma, d1000 – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 31

Ambev, Irani – antes da abertura do mercado.

Vale, Gerdau, Metalúrgica Gerdau, CSN Mineração, CSN, Marcopolo – após o fechamento do mercado.

Notícias corporativas

Log (LOGG3) assina contrato para venda do ativo Log Brasília por R$ 163 milhões

A Log Commercial Properties (LOGG3) informou no sábado, 26, que realizou, nesta data, a celebração de contrato com o HCO Opps Aero II Fundo de Investimento Imobiliário de Responsabilidade Limitada (FII), fundo de investimento gerido pela HCO Group, uma joint venture entre Huma Capital e veículos da Oaktree Capital Management, para a venda do ativo Log Brasília.

Localizado próximo ao aeroporto de Brasília, o Log Brasília tem Área Bruta Locável (ABL) de 63.592 m² (48.686,8 m² % LOG). O preço acordado para a transação é de R$ 163.651.795,00 equivalente a R$ 3.361/m², próximo ao Valor Patrimonial Líquido (NAV) do ativo, e a margem bruta da transação será de 27,2%.

Esta é a segunda transação concluída em 2025, que, juntas, totalizam R$ 424.651.795,00 com margem bruta de 31,5%, em linha com o plano anual de desinvestimentos da companhia. “A operação reforça a atratividade e liquidez do portfólio, refletindo a execução disciplinada da estratégia de geração de valor via reciclagem de ativos”, afirmou a Log em um fato relevante.

São Martinho (SMTO3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da São Martinho (SMTO3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 150 milhões. A informação foi divulgada após o fechamento do mercado na sexta-feira, 25. Esse valor é equivalente a R$ 0,456512899 por ação, com retenção de Imposto de Renda na Fonte. O pagamento será realizado no dia 8 de agosto. Terão direito ao recebimento dos JCP  acionistas com ações da companhia em 30 de julho. Os papéis passam a ser negociados “ex” JCP a partir de 31 de julho.

Moody’s atribui nota de crédito global ‘Baa2’ à CPFL (CPFE3)

A agência de classificação de risco Moody’s atribuiu nota de crédito global “Baa2” à CPFL Energia (CPFE3). Desse modo, a companhia entra no seleto grupo de empresas brasileiras que possuem ratings acima do nível de grau de investimento (Baa3), e dois níveis acima do rating soberano brasileiro (Ba1).

A perspectiva é “estável”. Segundo o relatório da Moody’s, a classificação da CPFL Energia reflete a avaliação de uma alta probabilidade de suporte contínuo de seu acionista controlador, a State Grid International Development Limited, com base no alinhamento estratégico entre as duas entidades, vinculação estrutural através da aceleração de crossdefault, o histórico de suporte financeiro recebido do controlador estrangeiro e evidências de supervisão e monitoramento parental próximos, o que se traduz em um aumento de dois níveis em relação ao perfil de crédito independente da CPFL.

Além disso, o perfil de crédito independente da CPFL Energia se beneficia de seu perfil de negócios diversificado e de uma posição de mercado bem estabelecida no mercado de eletricidade brasileiro, com operações em larga escala nos segmentos de distribuição, geração, transmissão e comercialização.

Banco do Brasil (BBAS3) divulgará resultado do 2T25 em 14/08

O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou que divulgará seu resultado referente ao 2º trimestre de 2025 no dia 14 de agosto após o fechamento do mercado.

Dessa forma, entre 30/07/2025 e 14/08/2025, o BB estará em período de silêncio (quiet period). A iniciativa busca atender às melhores práticas de governança corporativa garantindo a equidade no tratamento das informações.

No dia 15 de agosto, sexta-feira, às 9h (horário de Brasília) será realizada a live do resultado do 2T25. O evento será transmitido ao vivo em português, com tradução simultânea para o inglês e libras, e poderá ser acessado por link disponibilizado na sua página de relações com investidores.

Vale lembrar que, conforme calendário divulgado em 19 de fevereiro, o Banco do Brasil deve anunciar em 13 de agosto proventos complementares relativos ao 2T25 e no dia 20 de agosto, proventos antecipados relativos ao terceiro trimestre.

Ultra (UGPA3) muda banco escriturador das ações 

A Ultra (B3:UGPA3; NYSE: UGP) informou que a partir de 1° de agosto de 2025, a Itaú Corretora de Valores passará a atuar como instituição escrituradora das ações de emissão da companhia, em substituição ao Banco Bradesco. Os acionistas com ações em custódia na B3 continuarão a ser atendidos, normalmente, pelas suas respectivas corretoras de títulos e valores mobiliários e/ou agentes de custódia, não havendo interrupção da negociação das ações da companhia.

Devido ao processo de migração, haverá suspensão do atendimento aos acionistas de 28 a 31 de julho de 2025 para os seguintes procedimentos: consultas de posição; transferências de ações fora da bolsa de valores; transferência de custódia; pagamentos de eventuais eventos pendentes; atualização cadastral; e registro de gravames, entre outros. As ordens de transferência de ações (movimentação de custódia) cujos bloqueios tenham sido efetuados pelo Banco Bradesco, sem que o respectivo depósito tenha ocorrido, serão repassadas ao Itaú para conclusão do processo.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Aure3, Pomo4, Ggbr4, Csna3, Mdne3 e de Dirr3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Quarta, 30

Iguatemi (IGTI11) 

A Iguatemi paga na quarta-feira, 30, a segunda parcela do dividendo anunciado em 17 de abril de 2025. O valor de cada parcela é R$ 0,16 por unit IGTI11. A data de corte para definição dos acionistas que têm direito foi 17 de abril de 2025. A terceira parcela será paga em 30 de outubro de 2025.

São Martinho (SMTO3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da São Martinho anunciados em 25 de julho, é na quarta-feira, 30. Os papéis passam a ser negociados “ex” JCP a partir de 31 de julho. O valor é de R$ 0,45 por ação, com retenção de Imposto de Renda na Fonte. O pagamento será realizado no dia 8 de agosto.

Quinta, 31

Bradesco (BBDC4)

O Banco Bradesco paga na quinta-feira, 31, juros sobre o capital próprio complementares anunciados em dezembro de 2024. Têm direito acionistas que detinham ações em 30.12.2024 (data-base de direito). As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre o capital próprio complementares” a partir de 2.1.2025. O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,24 por ação preferencial, já deduzido do Imposto de Renda na Fonte de 15%.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na quinta, 31, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data base foi 23 de julho.

Smartfit (SMFT3) 

A Smartfit paga na quinta-feira, 31, juros sobre capital próprio no valor de R$ 0,06 por ação. A data base para o direito ao recebimento do JCP foi 13 de junho de 2025. Desde 16 de junho, inclusive, as ações da companhia são negociadas “ex-juros sobre capital próprio” na B3.

Sexta, 1° de agosto

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da Caixa Seguridade anunciados em 6 de maio, é na sexta-feira, 1° de agosto. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 4 de agosto. O valor por ação é R$ 0,31. Os dividendos serão pagos no dia 15 de agosto de 2025.

Banestes (BEES3) 

O Banestes paga na sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02. A data-base foi 1° de julho.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga na sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014662352 por ação ordinária e R$ 0,016128588 por ação preferencial. A data-base foi 1° de julho.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga na sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de  R$ 0,015 por ação. A data-base foi 30 de junho.

Vulcabras (VULC3) 

A paga a primeira parcela de dividendo intermediário anunciado em maio. A data de corte foi em 17/07/2025. O valor da parcela é R$ 0,125.

 

 

 

 

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Senadores dos EUA falam em “abuso de poder” de Trump contra o Brasil https://financenews.com.br/2025/07/senadores-dos-eua-falam-em-abuso-de-poder-de-trump-contra-o-brasil/ https://financenews.com.br/2025/07/senadores-dos-eua-falam-em-abuso-de-poder-de-trump-contra-o-brasil/#respond Sat, 26 Jul 2025 13:44:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=190904     Um grupo de 11 senadores dos Estados Unidos, todos do Partido Democrata, que […]

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Um grupo de 11 senadores dos Estados Unidos, todos do Partido Democrata, que fazem oposição ao governo de Donald Trump, enviou na sexta-feira (25) uma carta ao presidente norte-americano para pedir o fim do tarifaço comercial contra produtos brasileiros. O documento foi uma iniciativa de Jeanne Shaheen, do estado Nova Hempshire, e de Tim Kaine, da Virgínia. Ambos fazem parte da Comissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA.

“Escrevemos para expressar preocupações significativas sobre o claro abuso de poder presente em sua recente ameaça de lançar uma guerra comercial com o Brasil. Os Estados Unidos e o Brasil têm questões comerciais legítimas que devem ser discutidas e negociadas. No entanto, a ameaça de tarifas do seu governo claramente não tem esse objetivo”, escreveram os senadores na missiva.

As tarifas anunciadas por Trump preveem uma cobrança de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país e está prevista para entrar em vigor no próximo dia 1º de agosto.

Na avaliação desses senadores, essas ações vão aumentar os custos para famílias e empresas americanas. “Os EUA importam mais de US$ 40 bilhões por ano do Brasil, incluindo quase US$ 2 bilhões em café. O comércio EUA-Brasil sustenta quase 130 mil empregos nos Estados Unidos, que estão em risco devido à ameaça de tarifas elevadas. O Brasil também prometeu retaliar, e o senhor prometeu fazer o mesmo — o que significa que os exportadores americanos sofrerão e os impostos sobre importações para os americanos subirão além do nível de 50% ameaçado”, prossegue o texto.

A carta menciona também a influência crescente da China na América Latina para demover Trump de sanções. “Uma guerra comercial com o Brasil também aproximaria o país da República Popular da China (RPC), em um momento em que os EUA precisam combater de forma agressiva a influência chinesa na América Latina. Empresas estatais ou ligadas ao Estado chinês estão investindo fortemente no Brasil, incluindo múltiplos projetos portuários em andamento, e recentemente o grupo China State Railway assinou um Memorando de Entendimento para estudar um projeto de ferrovia transcontinental”, aponta a carta.

Intervenção

Em outro ponto da carta, os senadores fazem duras críticas ao que consideram uma intervenção indevida do governo dos EUA ao forçar “o sistema judicial independente do Brasil” a interromper o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Interferir no sistema jurídico de uma nação soberana estabelece um precedente perigoso, provoca uma guerra comercial desnecessária e coloca cidadãos e empresas americanas em risco de retaliação. O senhor Bolsonaro é cidadão brasileiro e está sendo processado nos tribunais brasileiros por supostos atos sob jurisdição local. Ele é acusado de tentar minar os resultados de uma eleição democrática no Brasil e planejar um golpe de Estado. Usar todo o peso da economia americana para interferir nesses processos em nome de um amigo é um grave abuso de poder, enfraquece a influência dos EUA no Brasil e pode prejudicar nossos interesses mais amplos na região”, destaca a carta.

Ainda na carta, os senadores repudiam as sanções contra autoridades do Supremo Tribunal Federal (STF), que tiveram vistos aos EUA cassados pelo governo Trump. “O anúncio do seu governo em 18 de julho de 2025, de sanções de visto contra autoridades do Judiciário brasileiro envolvidas no caso de Bolsonaro, demonstra — mais uma vez — a disposição de seu governo em priorizar sua agenda pessoal em detrimento dos interesses do povo americano”.

“Os objetivos centrais dos EUA na América Latina devem ser o fortalecimento de relações econômicas mutuamente benéficas, a promoção de eleições democráticas livres e justas e o enfrentamento da influência chinesa. Pedimos que reconsidere suas ações e priorize os interesses econômicos dos americanos, que desejam previsibilidade — e não outra guerra comercial”, conclui o texto.

Além de Kaine e Shaheen, a carta foi assinada pelos senadores Adam Schiff (California), Dick Durbin (Illinois), Kirsten Gillibrand (Nova York), Peter Welch (Vermont), Catherine Cortez Masto (Nevada), Mark R. Warner (Virgínia), Jacky Rosen (Nevada), Michael Bennet (Colorado) e Reverendo Raphael Warnock (Geórgia).

Com informações da Agência Brasil

 

 

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Eventos no radar do mercado nesta semana:

Brasil: prévia da inflação e tarifas dos EUA

No Brasil, um dos principais eventos da semana será na sexta-feira, 25, quando ocorre a divulgação da prévia da inflação de julho, o IPCA-15. Será às 9h. O mercado acompanha ainda a escalada entre Brasil e Estados Unidos. Analistas avaliam que os agentes financeiros continuarão cautelosos frente à pressão da Casa Branca sobre o Supremo Tribunal de Justiça e o Planalto. Economistas avaliam que é cada vez maior a probabilidade de o presidente americano, Donald Trump, não recuar e que as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros anunciadas por ele deverão, de fato, entrar em vigor a partir de 1º de agosto. 

Discurso do chefe do BC dos EUA

Sob pressão cada vez maior do presidente americano Donald Trump, o presidente do Banco Central dos Estados, Jerome Powell, discursa na terça-feira, 22, às 9h30 na Conferência de Revisão Integrada da Estrutura de Capital para Grandes Bancos, em Washington. Analistas e investidores acompanham se Powell falará sobre o rumo dos juros e inflação na maior economia do mundo. Também ficam atentos se Trump voltará a falar sobre uma eventual demissão de Powell, o que traz volatilidade extra aos mercados. Trump quer que Powell reduza a taxa de juros imediatamente.

Juros na Eurozona e na China

Também está no radar a decisão sobre a taxa de juros da Eurozona, na quinta-feira pela manhã. Especialistas esperam manutenção da taxa. Na noite deste domingo, na China, o governo divulga a decisão sobre os juros. A expectativa também é de manutenção.

Temporada de balanços nos EUA

O mercado também acompanha a temporada de balanços nos Estados Unidos. Destaque para o resultado da Tesla e Alphabet na quarta-feira, 23. 

Temporada de resultados no Brasil

A temporada de resultados do segundo trimestre (2T25) começa a ganhar força no Brasil. Veja a agenda abaixo:

Terça-feira, 22

Neoenergia – após o fechamento do mercado. 

Quarta-feira, 23

WEG – antes da abertura do mercado.

Quinta-feira, 24 

Multiplan – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 25

Usiminas – antes da abertura do mercado.

Notícias corporativas

Positivo (POSI3) informa sobre incêndio em unidade de pós-venda de Barueri 

A Positivo (POSI3) informou na noite deste domingo, 20, que ocorreu um incêndio em um condomínio empresarial em Barueri, na Grande São Paulo, que atingiu uma unidade da companhia. Essa unidade consiste em um galpão destinado à prestação de serviços de suporte logístico e pós-venda de clientes de São Paulo, incluindo máquinas de pagamentos. O incêndio já foi controlado, sem vítimas. As instalações da Positivo foram integralmente afetadas. Na unidade havia estoques de peças para reparo de equipamentos de informática, como notebooks, tablets e máquinas de pagamento, não sendo um local de estoque de produtos para venda e tampouco uma linha de produção, explicou a companhia em um comunicado. A sede está em Curitiba e as fábricas estão localizadas em Manaus, Ilhéus-BA e Curitiba. A companhia ressaltou que possui cobertura de seguro para este tipo de sinistro. As operações conduzidas no local que não dependem de espaço físico e materiais específicos continuarão sendo executadas normalmente, de forma presencial nos clientes ou em home office.

Rede D’Or (RDOR3) e Fleury (FLRY3) podem se unir, diz jornal

O jornalista Lauro Jardim publicou em seu blog que a Rede D’Or (RDOR3) e o Fleury (FLRY3) podem se unir. A informação foi divulgada neste domingo, 20. Segundo Lauro Jardim, há negociações em curso entre a Rede D’Or e o Bradesco, que é o maior acionista do Fleury, com 23% das ações. Não foram divulgados outros detalhes.

Petrobras: ‘não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield’

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta sexta-feira, 18, que “não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield”. A afirmação foi feita em um comunicado onde a petroleira estatal prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após uma notícia veiculada no jornal O Estado de São Paulo. A matéria do jornal reporta que o conselho de administração da Petrobras deve avaliar se incluirá no Plano de Negócios 2026- 2030 a volta da empresa ao setor de distribuição de combustíveis.

Ainda segundo a matéria, a Petrobras estaria cogitando voltar ao setor por meio de um projeto greenfield – ou seja, começando do zero, como fez há décadas na criação da BR Distribuidora.

No comunicado desta sexta-feira, a petroleira afirma: “a companhia também esclarece que não há nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield. Eventuais decisões passarão por todas as análises necessárias, em observância às práticas de governança e aos procedimentos internos aplicáveis para aprovação de projetos e serão tempestivamente comunicadas ao mercado”.

Nelson Kaufman renuncia ao cargo de presidente do conselho de administração da Vivara (VIVA3)

O conselho de administração da Vivara (VIVA3) acatou a renúncia enviada por Nelson Kaufman ao cargo de presidente e membro do conselho de administração. O conselho nomeou Marina Kaufman, atual vice-presidente do conselho, para a presidência do colegiado. Segundo a companhia, a mudança se enquadra no natural processo de sucessão estabelecido entre as gerações da Família Kaufman, fundadora e acionista de referência da companhia há mais de 60 anos.

Nelson, acionista de referência e fundador da Vivara, capitaneou o ciclo de expansão e desenvolvimento do modelo de negócios em que a companhia opera e seguirá como principal acionista, passando a se dedicar a agendas pessoais.

Marina, assume a presidência do conselho após quase vinte anos de experiência em diferentes cargos na companhia, liderando diversas áreas, como Marketing, Produto e Recursos Humanos, se destacando pelo protagonismo na construção e fortalecimento das marcas Vivara e Life.

Também foi aprovada a eleição de Paulo Kruglensky para o cargo de vice-presidente do conselho de administração. Paulo atuou como executivo da Vivara por 17 anos, ocupando as cadeiras de COO e CEO.

Azzas (AZZA3) contrata o BTG Pactual Corretora para atuar como formador de mercado

A Azzas (AZZA3) contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para atuar como formador de mercado de suas ações ordinárias. O BTG vai substituir a corretora do Itaú. O formador de mercado atuará com o objetivo de fomentar a liquidez das ações ordinárias negociadas no âmbito da B3. A Azzas informou que não existe qualquer contrato entre o formador de mercado e a companhia regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão. O BTG Pactual iniciará as suas atividades como formador de mercado a partir de 21 de julho de 2025.

Engie Brasil (EGIE3) inicia operação do projeto Graúna

A Engie Brasil Energia (EGIE3) anunciou a autorização para iniciar a operação do trecho brownfield do projeto Graúna. A liberação, concedida pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), marca mais um avanço na estratégia de expansão da companhia no segmento de transmissão de energia.

O trecho agora em operação abrange quatro linhas de transmissão, totalizando 162 km, além de duas subestações próprias, todas já em funcionamento. As estruturas estão localizadas nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo e representam R$ 14 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) – valor equivalente a aproximadamente 5% da RAP total do projeto. A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. Este é também o primeiro ativo que a companhia opera remota e localmente com equipe 100% Engie.

Além do trecho brownfield, o projeto Graúna contempla a construção de cerca de 780 km adicionais de novas linhas de transmissão, distribuídas entre os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Esta etapa envolve ainda a implantação de duas subestações e um seccionamento, atualmente em fase inicial de execução.

Com RAP total estimada em R$ 268,3 milhões (base junho de 2025) e prazo de concessão de 30 anos, o projeto reafirma o compromisso da Engie com o desenvolvimento de uma infraestrutura energética cada vez mais eficiente, robusta e sustentável no país, destaca a companhia.

“O projeto Graúna reforça o nosso posicionamento estratégico no setor elétrico brasileiro, consolidando nossa presença na transmissão de energia e contribuindo para a segurança e confiabilidade do sistema nacional”, comenta Gustavo Labanca, Diretor de Transmissão de Energia da Engie Brasil Energia.

Elektro  Redes (EKTR4) aprova pagamento de dividendos intermediários

O conselho de administração da Elektro Redes (EKTR4) aprovou a deliberação de dividendos intermediários, com base nos resultados do primeiro semestre de 2025. O valor é de 483.934.000,00 correspondentes a R$ 2,3728408667 por ação ordinária e R$ 2,6101249534 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025 sem atualização monetária, com base na posição acionária de 23 de julho de 2025. A partir de 24 de julho as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

Neoenergia (NEOE3) anuncia parceria com a Ambev (ABEV3) para autoprodução de energia eólica no complexo de Oitis

A Neoenergia (NEOE3) anunciou uma parceria para autoprodução com a Ambev (ABEV3). Em um fato relevante, a Neoenergia informou que sua subsidiária Neoenergia Renováveis firmou contrato para aquisição, pela Ambev, de participações acionárias minoritárias em empresas de titularidade direta da Neoenergia Renováveis. Essas participações totalizam, respectivamente, 5,73% do capital social da Oitis 3; 5,73% do capital social da Oitis 5 e 5,73% do capital social da Oitis (Sociedades de Propósito Específico – SPEs).

A operação visa a implementação de autoprodução por equiparação de energia por fonte eólica. A energia gerada será decorrente dessas SPEs, que integram o Complexo Eólico de Oitis da Neoenergia, localizado nos estados do Piauí e da Bahia, formado por 12 parques com capacidade instalada total de 566,5 MW, dos quais 55 MWm serão destinados à Ambev até 2033, uma vez realizado o fechamento da operação. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou essa operação sem restrições  em 29 de maio de 2025 e transitou em julgado no dia 18 de junho de 2025.

CPFL Energia (CPFE3) pagará 2° parcela de dividendo em 25 de julho

A CPFL Energia (CPFE3) informou sobre o pagamento de mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado o segundo pagamento, no montante de R$ 500 milhões, no dia 25 de julho (próxima sexta-feira). Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. O valor remanescente de R$ 1,81 bilhão (R$ 1,57 por ação) será pago até 31 de dezembro de 2025.

Prio (PRIO3) obtém licença prévia do Ibama para projeto Wahoo

A Prio (PRIO3) divulgou que foi concedida na sexta-feira, 18, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a Licença Prévia (LP) do Sistema de Desenvolvimento da Produção do Campo de Wahoo e interligação dos poços ao FPSO Frade. Agora a companhia dará continuidade ao processo para a emissão da Licença de Instalação (LI), necessária para iniciar a construção submarina e interligação do campo ao FPSO Frade e manterá o mercado informado acerca do cronograma do projeto assim que obtiver a LI.

Estudo gráfico de ações

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Wege3, Pssa3, Alos3, B3sa3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 21

Banestes (BEES4) 

O Banestes paga nesta segunda-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) intermediários, referentes ao 1º semestre de 2025, no valor bruto de R$ 0,1194732273 por ação ordinária (ON) e preferencial (PN). O valor líquido a ser pago, já considerando a retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte, é de R$ 0,1015522432 por ação. Tem direito aos proventos acionistas posicionados na base acionária ao final do pregão de 3 de julho de 2025.

Terça, 22

Taurus (TASA3) 

A Taurus paga na terça-feira, 22, a segunda parcela do dividendo aprovado por sua assembleia geral ordinária realizada em abril. O valor é R$ 0,06 por ação ordinária e preferencial. A data de corte foi 29 de abril. As ações passaram a ser negociadas ex-direitos desde 30 de abril de 2025. A terceira parcela será paga em 23 de setembro de 2025.

Allos (ALOS3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intermediário anunciado em 11 de junho, é na terça-feira, 22. O valor é de R$ 0,10 por ação. O pagamento será realizado em 4 de agosto.

Quarta, 23

TIM (TIMS3) 

A TIM paga na quarta-feira, 23, a 2° parcela de dividendos complementares anunciados em 27 de março. O valor dessa parcela é R$  0,28 por ação. A data de corte foi 3 de abril de 2025. A 3ª parcela terá data de pagamento em 23/10/2025. Também na quarta-feira, 23, a TIM paga os JCP anunciados em maio. O valor bruto por ação é R$ 0,12. A data de corte foi 21 de maio de 2025.

Elektro  Redes (EKTR4)

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intermediários da Elektro Redes anunciados em 18 de julho, é na quarta-feira, 23. A partir de 24 de julho as ações passarão a ser negociadas ex-proventos. O valor é de 483.934.000,00 correspondentes a R$ 2,37 por ação ordinária e R$ 2,61 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025 sem atualização monetária.

Quinta, 24

Banco Bmg (BMGB4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciados em 15 de julho, é na quinta-feira, 24. A partir de 25 de julho, inclusive, as ações do Banco passarão a ser negociadas “ex-direito”. O valor bruto total é de até R$ 58,3 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 21 de agosto de 2025.

Sexta, 25

CPFL Energia (CPFE3) 

A CPFL Energia paga na sexta-feira, 25, mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado na sexta o segundo pagamento, no montante de R$ 500 milhões. Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. O valor remanescente de R$ 1,81 bilhão (R$ 1,57 por ação) será pago até 31 de dezembro de 2025.

Banco Pine (PINE4)

O Banco Pine paga na sexta-feira, 25, juros sobre o capital próprio aprovados em 7 de junho, no valor bruto total de R$ 24,7 milhões. O valor bruto é de R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. O crédito considerará a posição acionária do dia 16 de julho de 2025. Desde 17 de julho (inclusive) as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Telefônica Brasil (VIVT3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil anunciados em 14 de julho, é na sexta-feira, 25. O valor líquido é de R$ 0,08 por ação. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.

 

 

 

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Publicado às 18h

Após duas reuniões com representantes de setores da indústria e da agropecuária, para tratar da taxação imposta pelos EUA às exportações brasileiras, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou na tarde desta terça-feira, 15 de julho, que o Governo Federal trabalha para resolver a questão antes de 1º de agosto, data anunciada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para início de cobrança da tarifa de 50% sobre produtos originários do Brasil.

As reuniões aconteceram no âmbito Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, criado por decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para responder à aplicação de medidas tarifárias unilaterais, por países ou blocos econômicos, prejudiciais ao Brasil.

“Pudemos ouvir o setor produtivo e reiterar o compromisso com o diálogo, que é o compromisso do presidente Lula, para trabalharmos juntos e reverter este quadro. Houve uma colocação aqui de que o prazo é exíguo, pedindo um prazo maior. Mas a ideia do governo é procurar resolver até o dia 31 de julho”, ressaltou Alckmin.

A mobilização com o setor produtivo segue ao longo da semana. Estão previstas novas reuniões com outros setores e entidades, de empresários e trabalhadores. Também haverá conversas com representantes do empresariado norte-americano, a Amcham – Câmara Americana de Comércio para o Brasil.

 

 

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Donald Trump (Arquivo)

 

 

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (11) que pretende conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a medida que taxou em 50% as exportações brasileiras. Contudo, Trump afirmou que a conversa não ocorrerá agora.

Em entrevista na Casa Branca, Trump foi perguntado se pretende conversar com Lula.

“Talvez, em algum momento, eu possa falar com ele [Lula], mas não agora”, respondeu.

Trump também voltou a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Ele é um homem honesto, que ama o seu povo e é um negociador muito forte”, completou.

Na quarta-feira (9), Trump enviou uma carta ao presidente Lula e anunciou a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano. As tarifas passam a valer a partir do dia 1º de agosto.

No documento, Trump justifica a medida citando o ex-presidente Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. Ele também destacou ordens do STF emitidas contra apoiadores do ex-presidente brasileiro que mantêm residência nos Estados Unidos.

Em reação ao tarifaço, Lula declarou que o Brasil é um país soberano com instituições independentes e que não aceitará ser tutelado por ninguém. O governo brasileiro também deve recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC).

 

 

 

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Publicado às 0h01

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na quarta-feira (9) que o tarifaço de 50% a todos os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos será respondido com a Lei de Reciprocidade Econômica. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania do país e disse que é falsa a alegação do presidente norte americano Donald Trump de que a taxação seria aplicada em razão de déficit na balança comercial com o Brasil.

A lei brasileira sancionada em abril estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira.

“Neste sentido, qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica. A soberania, o respeito e a defesa intransigente dos interesses do povo brasileiro são os valores que orientam a nossa relação com o mundo”, afirmou o presidente

O lei autoriza o Poder Executivo, em coordenação com o setor privado, “a adotar contramedidas na forma de restrição às importações de bens e serviços ou medidas de suspensão de concessões comerciais, de investimento e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual e medidas de suspensão de outras obrigações previstas em qualquer acordo comercial do país”.

O governo defende que é falsa a informação sobre o alegado déficit norte-americano. “As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos”.

Lula afirma ainda que o Brasil é um país soberano “com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém”.

No documento encaminhado por Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente estadunidense cita o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, para justificar o ataque ao país. Ele também citou ordens do STF emitidas contra apoiadores do ex-presidente brasileiro que mantêm residência nos Estados Unidos.

“O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais”, rebateu Lula.

O presidente brasileiro abordou ainda as críticas de Trump às decisões do Supremo Tribunal Federal contra perfis em redes sociais que praticavam discurso de ódio e divulgavam fake newsO presidente afirmou que, “no contexto das plataformas digitais, a sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a liberdade democrática”.

“No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas. Para operar em nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras estão submetidas à legislação brasileira”, escreveu.

Antes de publicar a nota, o presidente Lula coordenou uma reunião de emergência, no Palácio do Planalto, com a presença de seus principais ministros, como Fernando Haddad (Fazenda), Mauro Vieira (Relações Internacionais), Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Secom), além do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin. O encontro terminou por volta das 20h.

Com informações da Agência Brasil

 

 

 

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