Arquivos selic - Finance News https://financenews.com.br/tag/selic/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Wed, 24 Jun 2026 11:46:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos selic - Finance News https://financenews.com.br/tag/selic/ 32 32
Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2026/06/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-171/ https://financenews.com.br/2026/06/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-171/#respond Mon, 22 Jun 2026 00:35:20 +0000 https://financenews.com.br/?p=209296   Publicado às 21h33 – atualizado às 22h25 Eventos no radar do mercado nesta semana: […]

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Publicado às 21h33 – atualizado às 22h25

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Tensão no Oriente Médio

Embora Estados Unidos e o Irã tenham chegado a um acordo, a tensão continua no Oriente Médio. A Guarda Revolucionária do Irã informou que a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz foi interrompida. A medida foi tomada depois de ataques israelenses ao Líbano, que deixaram vários mortos no sul do país. Segundo a agência iraniana Tasnim, o Estreito não seria reaberto enquanto o cessar-fogo no Líbano não fosse respeitado. Enquanto isso na Suíça, os Estados Unidos e o Irã abriram negociações neste domingo para tentar consolidar o acordo de paz.

O preço do barril de petróleo Brent abriu em alta neste domingo, 21, mas virou para queda. Às 22h24 caía 0,6% cotado a R$ 80 dólares. Os futuros de ações em Nova York operavam em baixa na noite deste domingo.

Ata do Copom

Analistas esperam com expectativa a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) na terça, às 8h. O documento poderá trazer mais detalhes sobre o rumo da taxa Selic. Na última quarta-feira, 17, o Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano.

Prévia da inflação 

Na quinta-feira, 25, o destaque é a divulgação do IPCA-15 de junho. Esse indicador é considerado a prévia da inflação oficial.  

Dados de inflação nos EUA

Na quinta-feira às 9h30 será revelado nos Estados Unidos o PCE. Esse é o principal indicador de inflação acompanhado pelo Banco Central americano para definir o rumo da política monetária. No mesmo horário também será apresentada a leitura anualizada do PIB do primeiro trimestre.

Notícias corporativas

Vale marca assembleia para deliberar sobre destituição do presidente do conselho 

A mineradora Vale (VALE3) marcou para 22 de julho a assembleia geral extraordinária para deliberar a destituição de Daniel Stieler do cargo de presidente do conselho de administração e de membro do conselho.

A assembleia, solicitada pela acionista Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), será realizada de modo exclusivamente digital.

A Previ, que é acionista titular de 7,01% do capital social da Vale, declarou apoio à indicação de Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira (Ollie) para o cargo de presidente do conselho de administração da Vale, por entender que “sua eventual condução contribuirá positivamente para o fortalecimento das práticas de governança, a melhoria da gestão estratégica e o alinhamento com os interesses dos acionistas e stakeholders”.

Já o Valor Econômico divulgou neste domingo, 21, que a Previ estuda impugnar a reunião extraordinária do conselho de administração da Vale, que foi realizada na sexta-feira, 19. Segundo o jornal, embora ainda não haja decisão tomada sobre o assunto, o motivo é um suposto conflito de interesses de Stieler, que conduziu a reunião do colegiado na sexta e também votou.

Cosan (CSAN3) anuncia conclusão de pré-pagamentos de R$ 2,8 bi 

A Cosan (B3: CSAN3; NYSE: CSAN) informou na noite de sexta-feira, 19, o resultado de operações recentes de gestão de passivos financeiros, no contexto da estratégia de redução do endividamento da companhia.

A companhia concluiu, em 16 de junho de 2026, o resgate antecipado total da 1ª série da 11ª emissão de debêntures e, adicionalmente, encerrou na sexta-feira as ofertas de aquisição facultativa das debêntures da 5ª emissão; e das Notas Comerciais da 1ª série da 4ª emissão.

A conclusão dos pré-pagamentos, que totalizaram aproximadamente R$ 2,8 bilhões, reforça o compromisso com a disciplina financeira e está alinhada as demais medidas já implementadas para otimização da estrutura de capital, destacou a Cosan.

Segundo a companhia, esse movimento permitiu reduzir seu endividamento e, em particular, as amortizações previstas em 2028; e alongar o prazo médio da dívida, trazendo maior eficiência financeira para seu balanço.

Até o presente momento, em conjunto com as transações efetuadas ao longo do 1º trimestre de 2026, a Cosan já efetuou o pré-pagamento cuja soma dos principais totalizou, aproximadamente, R$ 8,8 bilhões.

A Cosan informou ainda que segue avaliando alternativas para o pré-pagamento de passivos financeiros e otimização de sua estrutura de capital.

Petrobras aprova investimento em planta de BioQAV e diesel renovável na RPBC 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na sexta-feira, 19, que seu conselho de administração aprovou a decisão final de investimentos (FID) do projeto RPBC Biorrefino, que prevê a implantação de uma planta dedicada para produção de bioquerosene de aviação (bioQAV) e diesel renovável, na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), localizada em Cubatão (SP), com investimento estimado de aproximadamente US$ 1,2 bilhão.

Com esta aprovação, a Petrobras avançará para a fase final de contratação e assinatura dos contratos, com previsão de início das obras até o final de 2026.

“O projeto está previsto no Plano de Negócios 2026- 2030 e, considerando as condições de financiabilidade da companhia, foi incluído na carteira em implantação base”, afirmou a companhia.

A planta terá capacidade de produção de até 15 mil barris por dia (bpd) de combustíveis renováveis (bioQAV e diesel renovável), com entrada em operação prevista para 2030.

Multiplan (MULT3) pagará em 26 de junho JCP aprovado em junho de 2025

A Multiplan (MULT3) divulgou que vai pagar no próximo dia 26 de junho os juros sobre o capital aprovados pelo conselho de administração em 24 de junho de 2025 no valor total bruto de R$ 120 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,24562576235 por ação. Tem direito quem tinha ações da companhia no dia 27 de junho de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex juros” desde 30 de junho de 2025.

Coelba (CEEB5) e Elektro Redes (EKTR4) anunciam JCP

O conselho de administração da Elektro Redes (EKTR4) aprovou, em reunião realizada na sexta-feira, 19, a deliberação de juros sobre capital próprio, com base nos resultados do segundo trimestre de 2026, no valor de 25,6 milhões, correspondentes a R$ 0,1257777174 por ação ordinária e R$ 0,1383554891 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 24 de junho de 2026. A partir de 25 de junho de 2026, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

O conselho de administração da Coelba (CEEB5) aprovou, em reunião realizada também na sexta-feira, 19, a deliberação de juros sobre capital próprio, com base nos resultados do segundo trimestre de 2026, apurados até essa data, no valor de R$ 134,2 milhões, correspondentes a R$ 0,4964755155 por ação ordinária, R$ 0,4964755155 por ação preferencial classe A, R$ 0,5461230671 por ação preferencial classe B. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 24 de junho de 2026. A partir de 25 de junho de 2026, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

Azzas (AZZA3) contrata Morgan Stanley para assessorar a avaliação de alternativas envolvendo os ativos da ‘Farm Rio’

A Azzas (AZZA3) informou na sexta-feira, 19, após o fechamento do mercado, que contratou o banco Morgan Stanley para assessorar a avaliação de alternativas estratégicas envolvendo os ativos relacionados à marca “Farm Rio”, com o objetivo de destravar valor dessa marca.

A informação consta em um fato relevante onde a companhia esclarece uma matéria do Neofeed de que a Azzas teria contratado o Morgan Stanley para venda de operação da Farm.

A Azzas destacou que, até presente momento, “não há qualquer decisão tomada, operação aprovada, estrutura definida, proposta formal, instrumento vinculante celebrado ou definição acerca da efetiva implementação de qualquer eventual operação, tampouco sobre seus potenciais termos, condições, ativos envolvidos, cronograma ou viabilidade”.

As ações da companhia chegaram a subir mais de 9% e fecharam com alta de 8,33% cotadas a R$ 17,56.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbse3, Cxse3, Pssa3, Itub4, Itsa4, Cpfe3, e de Syne3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 22

Petrobras (PETR3, PETR4) 

A Petrobras paga nesta segunda-feira, 22, a segunda parcela dos juros sobre o capital anunciado em 5 de março de 2026. O valor atualizado, corrigido pela taxa Selic, passou de R$ 0,31311454 para R$ 0,33349852. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 20 de maio. A data de corte foi dia 22 de abril de 2026.

Eternit (ETER3) 

A Eternit paga nesta segunda-feira, 22, a primeira parcela do dividendo relativo ao exercício de 2025. O valor da parcela é R$ 0,08. A segunda parcela será paga em 18/09/2026. Para ter direito tinha que ter ações em 30 de março. Desde 31 de março as ações são negociadas ex-dividendo.

Ambev (ABEV3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Ambev anunciados em 5 de maio, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 0,0449 por ação. O valor líquido é de R$ 0,0370 por ação. O pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2026.

Vibra Energia (VBBR3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital Vibra Energia da anunciados em 15 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 558.180.232,04 correspondendo a R$ 0,46 por ação. O pagamento será efetuado em uma única parcela em 15/10/2027.

TIM (TIMS3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da TIM anunciados em 17 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é R$ 0,16. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de julho de 2026.

Porto (PSSA3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Porto, anunciados em 17 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido dos JCP corresponde a R$ 0,42 por ação. O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027.

Allos (ALOS3) 

A data de corte (data com) para ter direito a primeira parcela do dividendo da Allos anunciado em 17 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento dessa primeira parcela será em 02/07/2026 no valor de R$ 0,29.

JBS (JBSS32) 

Os detentores de BDRs (JBSS32) da JBS receberão o pagamento nesta segunda 22 de junho de 2026. O dividendo corresponde a US$ 1,00 por ação, sendo que cada BDR da JBS representa uma ação da companhia. Após a retenção de 15% de imposto na fonte e o desconto de 0,38% de IOF incidente sobre a operação de câmbio realizada pelo depositário, o valor líquido a ser recebido pelos investidores será de R$ 4,27 por BDR. Para a conversão dos valores, foi utilizada a taxa de câmbio efetiva de R$ 5,0502 por dólar.

Terça, 23

Embraer (EMBJ3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer anunciados em 18 de junho, é na terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,28 por ação ordinária. O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027.

Copasa (CSMG3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Copasa, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor por ação é R$ 0,37. O pagamento será em 17 de agosto de 2026.

Cemig (CMIG4)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Cemig, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,22. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Têm direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN).

Lojas Renner (LREN3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Lojas Renner anunciado em 18 de junho, é na terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,22 por ação. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026.

Quarta, 24

B3 (B3SA3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da B3, aprovados em 18 de junho, é na quarta, 24. A partir de 25 de junho as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido estimado é de R$ 0,05 por ação. A companhia aprovou ainda juros sobre capital próprio extraordinários no valor líquido de R$ 0,12 por ação. A data de corte também é quarta, 24. O pagamento de ambos os JCP será em 07/07/2026.

Quinta, 25

Comgás (CGAS3; CGAS5) 

A Comgás paga na quinta, 25, JCP e dividendo. O valor do dividendo é de R$ 2,28 por ação ON e de R$ 2,51 por ação PN. O valor dos JCP é de R$ 1,69 por ação ON e de R$ 1,86 por ação PN. A data de corte foi em 25 de junho.

Rede D’or (RDOR3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Rede D’or anunciados em 22 de junho, é nesta quinta, 25. A partir de sexta-feira, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,18 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em 8 de julho de 2026.  

Blau Farmacêutica (BLAU3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Blau, anunciados em 23 de junho, é nesta quinta, 25. A partir de sexta-feira, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado em 7 de julho de 2026 no valor de R$ 0,07 por ação. 

Schulz (SHUL4) 

A data de corte para ter direito aos JCP da Schulz, anunciados em 22 de junho, é nesta quinta, 25. A partir de sexta-feira, 26, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento dos JCP ocorrerá em 28 de outubro de 2026 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,06 por ação por ação preferencial e R$ 0,05.

Sexta, 26

Assaí (ASAI3) 

O Assaí paga na sexta-feira, 26, os juros sobre capital próprio anunciados em dezembro de 2025. O montante bruto é de R$ 140 milhões, correspondente a R$ 0,10 por ação ordinária. O pagamento será realizado com base na posição acionária do dia 6 de janeiro de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive.

Sanepar (SAPR11, SAPR4)

A Sanepar paga na sexta, 26, juros sobre o capital próprio relativos ao 1º e ao 2º semestre de 2025. Em 18 de junho de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 420,3 milhões, valor que corresponde a R$ 0,26 por ação ordinária, R$ 0,28 por ação preferencial, e a R$ 1,40 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de junho de 2025 (data de corte). Desde 1 de julho de 2025 as ações são negociadas ex-juros. Em 18 de dezembro de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 164,9 milhões, que corresponde a R$ 0,10 por ação ordinária, R$ 0,11 por ação preferencial, e a R$ 0,55 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro de 2026, as ações são negociadas ex-JCP.

Banrisul (BRSR6) 

O Banrisul paga na sexta-feira, 26, os JCP anunciados em 9 de junho. Será distribuído o valor total de R$ 90 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,22 por ação ON, R$ 0,22 por ação PNA e R$ 0,22 por ação PNB havendo incidência de Imposto de Renda conforme legislação vigente. As ações passaram a serem negociadas “ex-direito” aos juros intermediários desde 15 de junho de 2026.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil, anunciados em 15 de junho, é na sexta, 26 de junho. A partir de 29 de junho as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027. O valor líquido por ação é de R$ 0,05.

Localiza (RENT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Localiza, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação a ser pago é equivalente a R$ 0,53. O pagamento ocorrerá no dia 20/08/2026 com retenção do Imposto de Renda na fonte. 

Panvel (PNVL3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Panvel, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado em quatro parcelas no valor por ação de R$ 0,02 cada parcela. A 1ª parcela será paga em 31/03/2027. A 2ª parcela será paga em 30/04/2027. A 3ª parcela será paga em 31/05/2027. A 4ª parcela será paga em 31/08/2027. 

Hypera (HYPE3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Hypera, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,26304 por ação ordinária. O pagamento será realizado até o final do exercício social de 2027, em data a ser oportunamente definida pela companhia. 

Track&Field (TFCO4) 

A data de corte para ter direito aos JCP da Track&Field, anunciados em 23 de junho, é nesta sexta, 26. A partir de segunda, 29, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação dos JCP é de R$ 0,00852202560 por ação ordinária, R$ 0,08522025597 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 31/05/2027. 

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Copom reduz a taxa Selic para 14,25% ao ano. Leia a íntegra do comunicado https://financenews.com.br/2026/06/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1425-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2026/06/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1425-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 17 Jun 2026 22:02:47 +0000 https://financenews.com.br/?p=209146   Publicado às 19h01 O Comitê de Política Monetária, o Copom, do Banco Central decidiu […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 19h01

O Comitê de Política Monetária, o Copom, do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 17, reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano. Essa decisão já era esperada pelo mercado. Esta é a terceira vez consecutiva que o comitê reduz os juros.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio e as consequências dos efeitos já materializados desses conflitos até o momento, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores mostra aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano, com setores mais cíclicos voltando a desempenhar papel significativo, e mercado de trabalho ainda com sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação, superando seu limite superior na última leitura.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,30% e 4,10%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o quarto trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,7% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado, com horizontes mais longos incorporando impactos potenciais de segunda ordem de choques de oferta, relacionados ao petróleo e seus derivados, e a efeitos climáticos sobre a produtividade agrícola e custos de energia; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada; e (iv) estímulos à demanda agregada, em particular ao componente de consumo, que tenham como resultado o crescimento da atividade econômica acima do produto potencial, enfraquecendo parte dos canais usuais de transmissão da política monetária. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente dos choques de comércio e do petróleo, e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores correntes de atividade econômica mostram recuperação em relação ao último trimestre de 2025, mantendo-se consistentes com uma trajetória de desaceleração no acumulado de 2026. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, e pressões no mercado de trabalho.

Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções permanece mais elevada que o usual, em função da falta de clareza sobre a trajetória dos condicionantes dos modelos de projeção analisados.

O período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica. Em decorrência da dinâmica dos riscos associados à evolução dos preços, o Comitê reafirma que a magnitude total do ciclo de calibração será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta.

Na avaliação do Comitê, o grau de restrição acumulado pela política monetária permite diferentes trajetórias de taxas de juros compatíveis com a convergência da inflação para a meta. Os modelos de projeção, utilizando essas trajetórias da taxa básica entre seus condicionantes, estão sujeitos a incertezas acima das usuais na conjuntura atual. Essas incertezas se somam ao cenário de choques de oferta, o que fundamenta a graduação, ao menos parcial, de seus efeitos sobre a dinâmica futura de preços.

Nas simulações atuais, a trajetória de política monetária necessária para assegurar a convergência da inflação à meta, no atual horizonte relevante, implicaria que as taxas de inflação projetadas a partir do horizonte relevante vigente na próxima reunião estariam situadas abaixo da meta. Nessas condições, o Comitê avalia que trajetórias alternativas garantindo a convergência da inflação à meta no primeiro trimestre de 2028, o horizonte relevante a partir de sua próxima decisão, são compatíveis com a suavização na variação dos agregados macroeconômicos.

O Comitê julgou apropriado, nesse momento, dar sequência ao ciclo de calibração da política monetária, reduzindo a taxa básica de juros para 14,25% a.a.

No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Copom reduz a taxa Selic para 14,50% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2026/04/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1450-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2026/04/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1450-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 29 Apr 2026 21:38:43 +0000 https://financenews.com.br/?p=206749   Publicado às 18h38 O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h38

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu nesta quarta-feira, 29, reduzir a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,50% ao ano. É a segunda redução consecutiva da Selic.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo permanece incerto, em função da indefinição a respeito da duração, extensão, e desdobramentos dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,9% e 4,0%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o quarto trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,5% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, perante a indefinição acerca dos conflitos no Oriente Médio. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado, com horizontes mais longos incorporando impactos potenciais de segunda ordem de restrições de oferta de petróleo e seus derivados; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente dos choques de comércio e do petróleo, e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores correntes de atividade econômica mostram recuperação em relação ao último trimestre de 2025, mantendo-se consistentes com uma trajetória de desaceleração no acumulado de 2026, enquanto o cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, e pressões no mercado de trabalho.

O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil. Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados. O Comitê julgou apropriado dar sequência ao ciclo de calibração da política monetária, na medida em que o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica, criando condições para que ajustes no ritmo e extensão dessa calibração, à luz de novas informações, sejam possíveis de forma a assegurar o nível compatível com a convergência da inflação à meta.

O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,50% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David e Paulo Picchetti”.

 

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Publicado às 21h26

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Decisão sobre juros no Brasil

Um dos principais eventos da semana é a decisão sobre os juros no Brasil. O Comitê de Política Monetária, o Copom, divulgará a decisão sobre a taxa de juros após às 18h30 de quarta-feira, 29. Atualmente a taxa está em 14,75% ao ano. 

Para um parte dos analistas, o cenário incerto sobre o preço do petróleo com a guerra no Oriente Médio deixa ao Copom pouco espaço para corte nos juros. Outra parte estima um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic.

Analistas destacam ainda o comunicado do Copom e o tom que a autoridade monetária irá adotar em meio às consequências do aumento dos preços provocado pela alta do petróleo.

Decisão sobre juros nos EUA

Os juros nos Estados Unidos também estão no radar. O Fomc, comitê do Banco Central que decide sobre os juros nos EUA, define as taxas na maior economia do mundo também na quarta-feira. O comunicado será divulgado às 15h. Os investidores vão observar as avaliações do BC norte-americano sobre as consequências econômicas do conflito no Oriente Médio. A expectativa é de que seja mantida a taxa de juros no intervalo de 3,50% a 3,75%. Às 15h30 o presidente do BC, Jerome Powell, concede uma entrevista coletiva à imprensa, o que pode mexer com os ativos de risco como ações. 

Também nos EUA será divulgada a primeira leitura do PIB do país no primeiro trimestre de 2026. Será às 9h30 de quinta, 30.

Prévia da inflação no Brasil

Ainda no Brasil, outro destaque é o IPCA-15 de abril, que será divulgado na terça-feira, 28, às 9h. Esse indicador é conhecido como a prévia da inflação oficial.   

Temporada de resultados nos EUA

Nos Estados Unidos, a Alphabet, Microsoft, Amazon, Meta divulgam seus resultados na quarta, 29. Na quinta a Apple divulga seus resultados.

Resultado do 1T26 da Vale e de outras empresas

A partir desta segunda-feira, 27, a temporada de divulgação de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) ganha força. Vale, Gerdau, Weg e outras companhias divulgam seus balanços trimestrais. Confira a agenda da semana.

Segunda-feira, 27

Gerdau, Metalúrgica Gerdau, Assaí – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 28

Vale, Hypera, Neoenergia – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 29

WEG, Santander Brasil – antes da abertura do mercado.

Motiva, Multiplan, Suzano, Iochpe-Maxion – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 30

Irani – antes da abertura do mercado.

Notícias corporativas

Sabesp avalia incorporar totalidade das ações da Emae

A Sabesp (SBSP3) informou que sua administração irá avaliar a viabilidade de incorporação da totalidade das ações de emissão da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) ainda não detidas pela companhia.

A administração da Emae também vai avaliar a incorporação.

Segundo a Sabesp, o estudo de viabilidade da incorporação de ações incluirá o levantamento das autorizações, condições e processos necessários para sua implementação, além da constituição de comitês independentes para negociação da relação de troca.

Caso a incorporação seja efetivamente aprovada pelos órgãos de administração das companhias e seus acionistas, a Emae será convertida em uma subsidiária integral da Sabesp e os acionistas da Emae receberão, em substituição, ações de emissão da Sabesp, conforme relação de troca a ser oportunamente negociada pelos referidos comitês independentes.

“A incorporação de ações pretendida tem como objetivo a simplificação e otimização da estrutura societária das companhias, consolidando as suas bases acionárias em uma única companhia e reduzir custos operacionais”, afirmou a Sabesp.

Esforço é para fechar acordo com os credores da Raízen em maio, diz jornal

O blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo, reportou neste domingo, 26, que, no processo de reestruturação da Raízen (RAIZ4), há um esforço para fechar o acordo com os credores em maio, embora o prazo legal seja 8 de junho. Segundo o jornalista, um dos entraves seria a presidência do conselho de administração. O blog informou que o fundador Rubens Ometto quer continuar como presidente do conselho, mas os credores querem tirá-lo da presidência do colegiado. O blog informou que sua remuneração como chairman anualmente é de cerca de R$ 80 milhões.

Na semana passada a Raízen divulgou que, no contexto do seu processo de recuperação extrajudicial, mantém tratativas e interlocuções com determinados credores financeiros e demais partes interessadas, com o objetivo de construir uma solução consensual para sua reestruturação financeira.

“Nesse contexto, é natural que alternativas, propostas, cenários e estruturas preliminares, de caráter não vinculante, sejam apresentados, discutidos e eventualmente revistos no curso das negociações”, destacou a Raízen em um comunicado.

A afirmação foi feita após a B3 solicitar esclarecimentos sobre a notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico em 19 de abril de 2026, sob o título “Bancos credores apresentam nova proposta de reestruturação à Raízen”.

A Raízen explicou que, até a semana passada, não tinha sido celebrada qualquer operação, firmado qualquer acordo vinculante ou tomada qualquer decisão definitiva a respeito dos temas mencionados na matéria do Valor.

Segundo o Valor, citando pessoas familiarizadas com o assunto, os bancos credores da Raízen apresentaram à empresa uma nova proposta de reestruturação.

Como parte do plano, os credores propõem que 30% da receita da venda de ativos argentinos seja usada para amortizar dívidas, disseram as fontes. Ainda de acordo com o jornal, os credores também solicitam a substituição de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan, da presidência da Raízen, reiterando uma proposta anterior dos detentores de títulos.

Enjoei (ENJU3) aprova redução de capital 

A companhia Enjoei (ENJU3) informou na sexta-feira, 24, que sua assembleia geral ordinária e extraordinária aprovou a redução do capital social no montante de R$ 384.762.592,49 para a absorção dos prejuízos acumulados apurados nas demonstrações financeiras da companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025; e a redução do capital social, no valor de R$ 41.344.179,45, sem o cancelamento de ações, mediante a restituição aos seus acionistas.

A restituição aos acionistas será no valor de R$ 0,20166122714 por ação, considerando um total de 205.017.990 ações ordinárias.

Terão direito ao recebimento investidores com posição acionária em 24 de junho de 2026. A partir de 25 de junho, os papéis passam a ser negociados “ex-direito” à restituição.

Caso a quantidade de ações em circulação seja alterada até a data de corte, o valor por ação poderá sofrer alterações.

Engie Brasil (EGIE3): assembleia aprova R$ 557,7 milhões em dividendo

A Engie Brasil (EGIE3) divulgou nesta sexta-feira, 24, que sua assembleia geral ordinária, realizada nesta data, aprovou o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios e complementares no valor de R$ 557,7 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,48828975686 por ação. Para ter direito tem que ter ações da companhia em 4 de maio de 2026. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 5 de maio de 2026. Esses dividendos mínimos obrigatórios e complementares serão pagos em 20 de maio de 2026.

A Engie Brasil também divulgou que sua diretoria executiva definiu que os juros sobre capital próprio, referentes ao período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2025, no valor de R$ 100 milhões (R$ 0,08754276626 por ação), serão pagos em 20 de maio de 2026. Esses JCP foram anunciados em 12 de dezembro. Tem direito quem tinha ações em 18 de dezembro de 2025. As ações da companhia são negociadas ex-juros sobre o capital próprio desde 19 de dezembro.

Irani (RANI3) aprova o pagamento de R$ 59,7 milhões em dividendo

A assembleia geral ordinária da Irani (RANI3) aprovou nesta sexta-feira, 24, o pagamento de dividendo no valor total de R$ 59,7 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,259102569 por ação. Tem direito acionistas detentores de ações de emissão da Irani nesta sexta-feira, 24 de abril. As ações da companhia passarão a ser negociadas ex-proventos a partir de 27 de abril de 2026 (inclusive). O pagamento será realizado em 20 de maio de 2026.

Grupo SBF (SBFG3): assembleia aprova dividendo

A assembleia do Grupo SBF (SBFG3) aprovou na sexta-feira, 24, o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios no valor de R$ 125 milhões, que corresponde a R$ 0,54285111913 por ação. Tem direito ao recebimento desses dividendos acionistas da companhia titulares de posições acionárias nesta sexta-feira, 24 de abril. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 27 de abril de 2026. Os dividendos serão pagos à vista, até 31 de dezembro de 2026.

Anima (ANIM3) aprova pagamento de dividendo 

A Ânima Educação (ANIM3) informou que sua assembleia realizada na sexta-feira, 24, aprovou a distribuição de dividendos relativos ao exercício social de 2025, no valor total de R$ 29,3 milhões, correspondentes a R$ 0,07778472573 por ação. Tem direito aos dividendos acionistas da companhia titulares de ações nesta sexta, 24 de abril (data de corte). A partir de 27 de abril as ações da companhia passam a ser negociadas “ex-dividendos”. O pagamento dos dividendos será realizado em 15 de maio de 2026.

Helbor (HBOR3): assembleia aprova dividendo 

A assembleia geral da Helbor (HBOR3) realizada na sexta-feira, 24, aprovou o pagamento do dividendo obrigatório no valor total de R$ 2,67 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,02015425656 por ação.

A Helbor explicou que terão direito à parcela de R$ 2,5 milhões, equivalente a R$ 0,01884039452 por ação, dos dividendos ora referidos, declarada por deliberação tomada pelo conselho de administração em 30 de dezembro de 2025, titulares de ações ordinárias de emissão da companhia ao final do pregão do dia 5 de janeiro de 2026; e farão jus à parcela de R$ 174.341,10, equivalente a R$ 0,00131386204 por ação, dos dividendos ora referidos, titulares de ações ordinárias de emissão da companhia ao final do pregão desta sexta, 24 de abril, passando as ações a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 27 de abril de 2026, inclusive. O pagamento será realizado em 29 de maio de 2026.

Track&Field (TFCO4): assembleia aprova dividendo

A assembleia da Track&Field (TFCO4), realizada nesta sexta-feira, 24 de abril, aprovou o pagamento de dividendos no valor de R$ 1,53 milhão, que somados aos Juros sobre Capital Próprio já distribuídos no valor de R$ 39.094.953,47 totalizam R$ 40.630.113,36. Esse valor é equivalente a R$ 0,00101158713 por ação ordinária e R$ 0,01011587130 por ação preferencial em circulação. A base de cálculo dos dividendos será a posição acionária no encerramento do pregão da B3 do dia 30 de abril de 2026. A partir de 04 de maio de 2026 as ações serão negociadas na B3 “ex” dividendos. O pagamento ocorrerá no dia 29 de maio de 2026.

Allpark – Estapar (ALPK3): assembleia aprova dividendo

A assembleia da Allpark – Estapar (ALPK3), realizada na sexta-feira, 24, aprovou o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios. Será distribuído o montante de R$ 1,67 milhão. Esse valor corresponde ao valor bruto de R$ 0,00766361084 por ação ordinária. Tem direito quem tinha ações da companhia nesta sexta-feira, 24. A partir de 27 de abril as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. O pagamento será realizado até o final do exercício de 2026, em parcelas e datas a serem oportunamente definidas pelo conselho de administração.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbse3, Cxse3, Ggbr4 e de Alld3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 27

Oceanpact (OPCT3) 

A Oceanpact paga até esta segunda-feira, 27, o dividendo aprovado em assembleia realizada em 14 de abril. O montante total é de R$ 19,3 milhões, correspondentes a R$ 0,09 por ação. Tem direito ao recebimento titulares de ações ordinárias da companhia em 14 de abril. As ações da empresa passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 15 de abril.

Telefônica Brasil (VIVT3) 

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Telefônica Brasil, anunciados em 15 de abril, é nesta segunda-feira, 27. A partir de terça-feira, 28, as ações passam a ser negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,094230943. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027.

Terça, 28

Banese (BGIP3, BGIP4)

O Banese paga nesta terça-feira, 28, juros sobre capital próprio (JCP) relativos ao segundo trimestre de 2026. O montante é de R$ 20 milhões. O valor líquido é de R$ 0,72 por ação ordinária e R$ 0,80 por ação preferencial. Tem direito quem tinha ações em 14 de abril de 2026.

Quarta, 29

Iguatemi (IGTI11) 

A Iguatemi paga na quarta-feira, 29, a segunda parcela de dividendo anunciado em 22 de dezembro, no valor de R$ 0,16 por unit (R$ 0,02 por ação ON e R$ 0,07 por ação PN).  A data de corte foi em 14/04/2026.

Isa Energia (ISAE4) 

A Isa Energia paga na quarta-feira, 29, o dividendo anunciado em fevereiro no valor de R$ 0,42 por ação de ambas as espécies. Confira aqui mais detalhes.

Taesa (TAEE4, TAEE11) 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Taesa, aprovado em 17 de março, é na quarta-feira, 29. As units da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 30 de abril. A proposta consiste em pagar R$ 52,9 milhões (R$ 0,15 por unit TAEE11 e R$ 0,05 por ação ordinária/preferencial) em dividendos mínimos obrigatórios remanescentes; e R$ 260,2 milhões de dividendos adicionais (R$ 0,76 por unit e R$ 0,25 por ação ordinária/preferencial), ambos a serem pagos em 27 de maio de 2026.

Copel (CPLE3)

A ‘data de corte’ para ter direito aos juros sobre o capital da Copel aprovados em 15 de abril, é na quarta-feira, 29. As ações serão negociadas ex-proventos a partir de 30 de abril. O valor bruto é de R$ 706 milhões. O valor bruto por ação ordinária é R$ 0,23.

Quinta, 30

Banco Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga na quinta-feira, 30, juros sobre o capital próprio intermediários anunciados em setembro de 2025. O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,25 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 29.9.2025 (data-base de direito). As ações passaram a ser negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 30.9.2025.

Dimed – Panvel (PNVL3)

A Dimed – Panvel (PNVL3) paga na quinta, 30, juros sobre o capital anunciados em março de 2025. O valor líquido, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte, é R$ 0,07. A data com direito é 26 de março de 2025.

Sabesp (SBSP3) 

A Sabesp paga na quinta-feira, 30, juros sobre o capital anunciados em 19 de dezembro de 2025 no valor de R$ 2,64 por ação. Tem direito acionistas que constarem da base acionária da Sabesp no final do pregão de 23 de dezembro de 2025. As ações de emissão da companhia passaram a ser negociadas “ex-proventos” na B3 a partir de 26 de dezembro de 2025 (inclusive).

A Sabesp também paga na quinta, 30, JCP aprovados em 16 de março de 2026 no montante bruto de R$ 583,5 milhões, correspondente a R$ 0,83 por ação. Tem direito quem tinha ações da companhia em 19 de março de 2026.

Trisul (TRIS3) 

A Trisul paga na quinta, 30, a primeira parcela do dividendo anunciado em dezembro/25. O valor é de R$ 0,42 por ação. Tem direito quem detinha ações da companhia no dia 26 de dezembro de 2025 (data-base). A partir de 29 de dezembro as ações são negociadas “ex-dividendos”.

Mills (MILS3) 

A Mills paga na quinta, 30, dividendos extraordinários aprovados em dezembro/25. O valor total é de R$ 150 milhões, correspondente a R$ 0,65  por ação. A distribuição terá como data-base de cálculo a posição acionária de 20 de abril de 2026 (record date), incluindo as negociações realizadas em tal data. Desde de 22 de abril de 2026, inclusive, as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” dividendos.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na quinta, 30, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data base foi em 22 de abril.

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A data com para ter direito aos dividendo intermediários da Caixa Seguridade anunciados em 30 de janeiro, é na quinta, 30. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 4 de maio de 2026. O valor por ação é de R$ 0,33 e o pagamento dos dividendos será efetuado em 15 de maio de 2026.

Smartfit (SMFT3) 

A Smartfit paga na quinta, 30, juros sobre capital próprio no montante total bruto de R$ 40 milhões, correspondente a R$ 0,06 por ação. A data base para o direito ao recebimento foi 23 de março de 2026.

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga na quinta, 30, a primeira parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. A segunda parcela será paga em 29/05/2026.

IRB (IRBR3) 

A data de corte para ter direito à primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril é na quinta, 30. O valor da parcela é de R$ 25,9 milhões (R$ 0,32 por ação) e será pago em 29/05/26.

Banco Pine (PINE4) 

O Banco Pine paga em 30 de abril os juros sobre o capital próprio aprovados em 14 de abril. O valor bruto total é de R$ 57,2 milhões. O valor bruto é de R$ 0,22 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. Tem direito quem detinha ações do banco em 20 de abril de 2026. Desde 22 de abril (inclusive), as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Motiva (MOTV3) 

A Motiva paga na quinta, 30, os dividendos aprovados em 15 de abril no valor por ação de R$ 0,06. Esse dividendo é a título de complemento dos dividendos mínimos obrigatórios relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento titulares de ações de emissão da companhia em 20 de abril de 2026.

Brava (BRAV3)

A Brava paga os dividendos deliberados na Assembleia Geral Ordinária no valor de R$ 0,12360222942 por ação. Desde 22 de abril as ações negociam ex-direito a esse dividendo.

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Copom reduz a taxa Selic para 14,75% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2026/03/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1475-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2026/03/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1475-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 18 Mar 2026 21:36:15 +0000 https://financenews.com.br/?p=204500   Publicado às 18h35 O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h35

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu nesta quarta-feira, 18, cortar a Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.) para 14,75% ao ano. Esta foi a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024. A decisão foi unânime e já era esperada pelo mercado financeiro.

No comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

Leia abaixo a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,1% e 3,8%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,3% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos no Oriente Médio. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores do final de 2025 mostraram desaceleração na atividade econômica, enquanto o cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, e pressões no mercado de trabalho.

O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil. Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados. O Comitê julgou apropriado dar início ao ciclo de calibração da política monetária, na medida em que o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica, criando condições para que ajustes no ritmo dessa calibração, à luz de novas informações, sejam possíveis de forma a assegurar o nível compatível com a convergência da inflação à meta.

O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,75% a.a. e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Mercados nesta quinta, minério, petróleo, notícia da Petrobras, Copasa, Sabesp, dividendo da Lavvi e outros destaques https://financenews.com.br/2026/01/mercados-nesta-quinta-minerio-petroleo-noticia-da-petrobras-copasa-sabesp-dividendo-da-lavvi-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/01/mercados-nesta-quinta-minerio-petroleo-noticia-da-petrobras-copasa-sabesp-dividendo-da-lavvi-e-outros-destaques/#respond Thu, 29 Jan 2026 10:49:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=201736 Publicado às 7h50 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h48) Alemanha (DAX): -1,10%  Londres (FTSE 100): +0,43% […]

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Publicado às 7h50

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h48)

Alemanha (DAX): -1,10% 

Londres (FTSE 100): +0,43%

Japão (Nikkei 225): +0,12% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,16% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,51% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +1,91% (US$ 68,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +2,09% (US$ 64,5)

Bitcoin futuro: -1,79% (US$ 88.115)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +3,74% (US$ 5.540)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,78% a 798,5 iuanes (US$ 114,82). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h49 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,11% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,21%. Nasdaq futuro subia 0,27%.

Mercado repercute Copom

Como esperado, o Copom manteve mais uma vez a taxa básica de juros inalterada. A novidade foi a comunicação de que, em se confirmando o cenário esperado pela autoridade monetária, há condições de iniciar um processo de flexibilização monetária em março. Esse é um dos assuntos que o mercado repercute nesta sessão.

Para o economista-chefe do banco BV, Roberto Padovani, a comunicação da decisão do Banco Central confirma um quadro em que a autoridade monetária inicia um processo de afrouxamento monetário em março, com um ritmo cauteloso de 25 bps. No cenário mais provável, o ano se encerra com a taxa básica em 12%, avalia.

Notícias corporativas

Lavvi (LAVV3): conselho aprova R$ 200 milhões em dividendos

O conselho de administração da Lavvi (LAVV3) aprovou o valor de R$ 200 milhões em dividendo. Esse valor corresponde a R$ 1,02336154291 por ação ordinária. Tem direito quem detiver ações da companhia em 2 de fevereiro de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendo a partir de 3 de fevereiro. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026, de acordo com a disponibilidade de caixa da companhia.

Alpargatas (ALPA4): João Moreira Salles é eleito presidente do conselho de administração

A Alpargatas (ALPA4) informou que seu conselho de administração acatou a renúncia apresentada por Pedro Moreira Salles ao cargo de presidente do colegiado. A companhia divulgou que a renúncia foi motivada por conflitos de agenda decorrentes das atividades acadêmicas que Pedro desenvolverá, ao longo de 2026, como professor adjunto da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, onde passará, portanto, a residir durante o período.

Nesta quarta-feira, 28, foi aprovada a eleição de João Moreira Salles, que já integra o conselho de administração na qualidade de membro efetivo, para o cargo de presidente do conselho de administração.

Os membros do colegiado aprovaram, ainda, a alteração do regimento interno do conselho de administração, instituindo o cargo de vice-presidente do conselho, para o qual foi eleito Rodolfo Villela Marino, que já integra o colegiado.

Guilherme Bottura, atualmente membro do comitê de finanças da companhia, foi eleito para ocupar o cargo de membro efetivo do conselho de administração.

Sabesp conclui compra de fatia da Axia Energia na Emae 

A Sabesp (SBSP3) concluiu a compra da fatia da Axia Energia (AXIA3) na Emae. A Sabesp divulgou que ocorreu na quarta-feira, 28, o fechamento da operação envolvendo aquisição de 14.856.900 ações preferenciais da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), representativas de, aproximadamente, 40,21% do capital social total da Emae e 66,80% das ações preferenciais, nos termos do contrato celebrado com a Axia Energia (antiga Eletrobras).

A Sabesp pagou um preço por ação preferencial adquirida de R$ 32,07 à vista, em dinheiro, totalizando o valor de R$ 476.460.783.

Com a consumação da operação, a Sabesp passará a deter ações representativas de 70,1% do capital social total da Emae.

Copasa (CSMG3): privatização deverá ser por oferta secundária

A desestatização da Copasa (CSMG3) deverá adotar o modelo de oferta pública de distribuição secundária de ações, sem parcela primária. A informação foi divulgada em um fato relevante enviado ao mercado pela companhia na noite de quarta-feira, 28.

Ainda segundo o documento, a venda da totalidade das ações detidas pelo governo do estado de Minas Gerais pode ocorrer se o processo não atrair nenhum investidor estratégico. Caso ao menos um investidor de referência/estratégico seja alocado na desestatização, o Estado poderá manter fatia de 5% na Copasa.

De acordo com a proposta, esse investidor estratégico poderá ficar com até 30% do capital social da empresa, podendo comprar mais papéis no âmbito da oferta.

Os recursos obtidos pelo Estado com a venda das ações da Copasa na oferta deverão ser utilizados para pagamento da dívida do Estado com a União.

PetroReconcavo anuncia reestruturação organizacional da diretoria estatutária

A PetroReconcavo (RECV3) informou que após tomar conhecimento da renúncia de Felipe Wigg de Araujo ao cargo de diretor estatutário, seu conselho de administração deliberou pela otimização da diretoria com a redução de um cargo de diretor estatutário. Além disso, aprovou ajustes na sua estrutura e atribuições com o objetivo de fortalecer seu foco estratégico.

Nesse contexto, foi deliberado que, a partir do dia 1º de março de 2026, Raphael Pereira Scudino Borges passará a ocupar o cargo não estatutário de vice-presidente de pessoas e suporte operacional.

Guararapes terá novo código na B3 a partir de 5 de fevereiro

A Guararapes (GUAR3) informou que a partir do dia 5 de fevereiro de 2026 as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas sob o novo código de negociação (ticker) ‘RIAA3’ na B3. O novo ticker irá substituir o código GUAR3 e o nome de pregão da companhia será alterado para Riachuelo.

“Ao aproximar o código de negociação do nome pelo qual é amplamente reconhecida pelo público, a Riachuelo reforça a coerência entre identidade, estratégia e execução”, explicou a companhia, destacando que a mudança de ticker marca um novo estágio de maturidade da Riachuelo, resultado de uma trajetória consistente em que marca, operação e experiência evoluem de forma integrada, sustentadas por disciplina, eficiência e foco no cliente, e orientadas por uma estratégia clara para os próximos ciclos.

Petrobras aumenta Reservas Provadas

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que suas estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, segundo critérios da SEC (US Securities and Exchange Commission), resultaram em 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2025. Deste total, 84% são de óleo e condensado e 16% de gás natural.

“Em 2025, a Petrobras seguiu a trajetória de adição significativa de reservas (1,7 bilhão de boe), mantendo o foco na geração de valor para a sociedade e acionistas, e buscando garantir a segurança energética necessária para o desenvolvimento sustentável do país e para uma transição energética justa”, destacou a petroleira em um comunicado.

O índice de reposição de reservas (IRR) foi de 175%, mesmo diante da produção recorde de 2025. A relação entre as reservas provadas e a produção (indicador R/P) está em 12,5 anos. A adição de reservas ocorreu, principalmente, em função do excelente desempenho dos ativos, com destaque para os campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos, do avanço no desenvolvimento dos campos de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, em águas profundas da Bacia de Sergipe-Alagoas, e de projetos de novos poços principalmente em Búzios, Tupi, Marlim Sul e Jubarte, nas bacias de Santos e Campos.

“Não tivemos alterações relevantes nas reservas decorrentes de variação do preço do petróleo, evidenciando a resiliência de nossos projetos”, afirmou a Petrobras.

A Petrobras submeteu à certificação mais de 90% de suas reservas provadas segundo o critério SEC. Atualmente, a empresa certificadora é a DeGolyer and MacNaughton (D&M).

A Petrobras também estima reservas segundo o critério ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis / Society of Petroleum Engineers). Em 31 de dezembro de 2025, as reservas provadas segundo este critério atingiram 12,5 bilhões de barris de óleo equivalente. As diferenças entre as reservas estimadas pelos critérios ANP/SPE e SEC estão associadas, principalmente, à utilização de diferentes premissas econômicas e à possibilidade de se considerar como reservas, no critério ANP/SPE, volumes além do prazo contratual de concessão nos campos do Brasil, de acordo com o regulamento técnico de reservas da ANP.

Raízen (RAIZ4) divulga a prévia operacional do 3º trimestre do ano-safra 2025/26

A Raízen (RAIZ4) divulgou a prévia operacional do terceiro trimestre do ano-safra 2025/2026 (outubro a dezembro de 2025).

Foram moídas 10,6 milhões de toneladas de cana, queda de 25% em relação ao período da temporada anterior. No acumulado dos nove primeiros meses do 3T 25/26, a moagem chegou a 70,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, redução frente aos 77,5 milhões de toneladas da temporada anterior.

Os resultados auditados da Raízen referentes ao 3T 25/26 serão disponibilizados no dia 12 de fevereiro de 2026, após o fechamento do mercado.

Isa Energia (ISAE4) tem ‘data com’ para JCP nesta quinta, 29

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela dos JCP da Isa Energia anunciados em 19 de dezembro/25, é nesta quinta-feira, 29. A partir de sexta-feira, 30 as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento dessa parcela será em 25 de fevereiro de 2026 no valor líquido de R$ 0,21 por ação. Vale lembrar que a terceira tem data de corte em 26 de fevereiro de 2026 (data ex-direito em 27-fev-26)  e pagamento em 31 de março de 2026 no valor líquido de R$ 0,21 por ação.

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Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado do Copom: https://financenews.com.br/2026/01/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-do-copom/ https://financenews.com.br/2026/01/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-do-copom/#respond Wed, 28 Jan 2026 21:34:44 +0000 https://financenews.com.br/?p=201708 Publicado às 18h34 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, […]

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Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

Publicado às 18h34

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 28, manter a taxa Selic em 15% ao ano. A decisão foi unânime. A Selic está em 15% desde o fim de junho de 2025. O atual patamar é o maior em quase 20 anos.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,0% e 3,8%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2 % no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os impactos do contexto geopolítico na inflação brasileira, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. Em ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, a estratégia envolve calibração do nível de juros. O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2026/01/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-152/ https://financenews.com.br/2026/01/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-152/#respond Mon, 26 Jan 2026 00:55:01 +0000 https://financenews.com.br/?p=201522 Publicado às 21h54 Eventos no radar do mercado Decisão sobre juros no Brasil  Um dos […]

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Publicado às 21h54

Eventos no radar do mercado

Decisão sobre juros no Brasil 

Um dos principais eventos nesta semana é a decisão sobre os juros no Brasil. O Comitê de Política do Banco Central, o Copom, divulga a decisão após às 18h30 de quarta-feira, 28. O mercado espera manutenção dos juros em 15%. A grande expectativa dos analistas é com relação ao tom do comunicado do Copom. Parte dos analistas mantêm a projeção de que o Copom iniciará um ciclo gradual de cortes na taxa Selic em março. 

Decisão sobre juros nos EUA

Também será importante a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. O Fomc, Comitê que decide sobre os juros na maior economia do mundo, vai revelar a decisão às 16h de quarta-feira (hora de Brasília). Às 16h30 o presidente do Banco Central americano (Federal Reserve), Jerome Powell, começa a entrevista, que deverá ser o foco de atenção do mercado. O cenário-base é de manutenção na taxa de juros. Esse evento pode trazer volatilidade adicional à ativos de risco, como ações.

Prévia da inflação no Brasil

Na terça-feira, às 9h, será divulgado o IPCA-15 de janeiro. Esse indicador é conhecido como a prévia da inflação oficial. Um dado muito acima ou abaixo do esperado pode impactar ações sensíveis aos juros como as do setor de construção e varejo.

Resultados da Microsoft, Meta e da Apple 

Gigantes do setor de tecnologia divulgam seus resultados nesta semana. Na quarta-feira, 28 de janeiro, a Microsoft e a Meta apresentam seus números. O balanço da Apple será divulgado na quinta, 29.

Corporativo

No Brasil, o grande destaque corporativo da semana será a apresentação do relatório de produção e vendas da Vale na terça-feira, 27. Já a Embraer (NYSE: EMBJ / B3: EMBJ3) exibirá a partir de 28 de janeiro as aeronaves comerciais E195-E2 e E175 na Wings India 2026, em Hyderabad.

Notícias corporativas

Gol: Antonio Kandir assume a presidência do conselho de administração de forma temporária 

Em um fato relevante enviado ao mercado neste domingo, 25, a Gol (GOLL54) afirmou que, após a morte de Constantino de Oliveira Junior, fundador da companhia e presidente do conselho de administração, as operações, a estratégia e os compromissos da empresa permanecem inalterados e continuam sob a liderança dos seus diretores, membros do conselho de administração e demais integrantes da equipe executiva.

“Não há interrupção nas atividades diárias”, destacou a Gol, ressaltando que a presidência do conselho de administração passará a ser exercida, de forma temporária, por Antonio Kandir, atual vice-presidente do conselho de administração e integrante de diversos órgãos da administração da Gol ao longo dos últimos 20 anos.

Constantino de Oliveira Junior morreu no sábado, 24 de janeiro.

Axia (AXIA3): Justiça do trabalho revoga tutela antecipada em caso sobre bonificação em ações

A Axia (AXIA3) divulgou que a Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro revogou a tutela antecipada concedida a entidades sindicais que pleiteavam supostos reflexos no pagamento de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) a seus empregados, oriundos da capitalização de reservas de lucros e bonificação em ações aprovadas na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 19 de dezembro de 2025”.

Segundo a Axia, a Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro acolheu os argumentos do pedido de reconsideração apresentados e revogou a medida de tutela antecipada concedida, ao concluir pela inexistência de perigo de dano e pela comprovada higidez patrimonial da companhia.

Conselho da Gafisa (GFSA3) elege Luis Ortiz como novo diretor-presidente

Em um fato relevante divulgado neste sábado, 24, a Gafisa (GFSA3) informou que seu conselho de administração elegeu Luis Fernando Ortiz para o cargo de diretor-presidente da companhia ‌em substituição a Sheyla Resende, cujo mandato chegou ao fim.

Ortiz atua na Gafisa há 14 anos com vasta experiência na área de incorporação e novos negócios, tendo ingressado na Gafisa em 2011 e recentemente ocupando a vice-presidência de negócios. Segundo a companhia, o executivo foi peça central na estratégia de reposicionamento da Gafisa no segmento de alto luxo nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

“Sheyla Resende encerra um virtuoso ciclo de 16 anos a serviço da Gafisa tendo ingressado como trainee e mais recentemente, já como diretora presidente, foi peça-chave no processo de reposicionamento da companhia no mercado como um dos principais players no segmento de alto luxo imobiliário”, afirmou a empresa no fato relevante.

A construtora informou ainda que Taimir Barbosa foi eleita diretora financeira e diretora executiva operacional responsável pela área ‍de controladoria da companhia.

Na sexta-feira, 23, a Gafisa divulgou que a Wotan Realty passou a deter 3.608.986 ações ordinárias, representativas de 14,72% do capital social da companhia. A Wotan informou que a aquisição ocorreu com finalidade exclusivamente de investimento, sem objetivo de alterar o controle ou a estrutura administrativa da Gafisa.

Também na sexta-feira, 23, a Gafisa informou que o Gerf Fundo de Investimento em Ações, passou a deter 4.842.061 ações ordinárias, representativas de 19,75% do capital social da construtora. O Fundo afirmou que a aquisição ocorreu com finalidade exclusivamente de investimento, sem objetivo de alterar o controle ou a estrutura administrativa da companhia.

Ações do Banco Pan deixam de ser negociadas na B3

A incorporação do Banco Pan pelo BTG (BPAC11) foi concluída na sexta-feira, 23. A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado pelas companhias.

A transação foi aprovada pelos acionistas das companhias e pelo Banco Central em dezembro do ano passado.

Em virtude da conclusão da operação, as ações de emissão do Banco Pan deixaram de ser negociadas na B3 no encerramento do pregão desta sexta-feira, 23. A partir de segunda-feira, 26 de janeiro, apenas Units de emissão do BTG Pactual serão negociadas na B3 sob o ticker BPAC11.

Os acionistas originários do Banco Pan (com exceção do Banco Sistema) receberam 0,2157 Units de emissão do BTG Pactual para cada 1 ação de emissão do Banco PAN por eles detida na data de liquidação.

Eztec (EZTC3) prevê lançar até R$ 3,5 bilhões em projetos em 2026

A Eztec (EZTC3) divulgou na sexta-feira, 23, após o fechamento do mercado, que sua previsão de lançamentos para o período compreendido entre 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2026 é de R$ 2,5 bilhões a R$ 3,5 bilhões, em Valor Geral de Vendas (VGV) proporcional à participação da companhia em cada lançamento.

A projeção fundamenta-se no desempenho comercial e de entregas recentes da Eztec, na qualidade e quantidade de projetos disponíveis em seu banco de terrenos e em seu pipeline de lançamentos, bem como na execução de sua estratégia de crescimento, afirmou a construtora em um fato relevante enviado ao mercado.

A companhia destacou que a projeção “é uma estimativa baseada em crenças e suposições razoáveis da administração e nas informações a que tem acesso no momento”, por isso, não deve ser interpretada como “garantia ou promessa de desempenho, estando sujeita a riscos e incertezas associadas às condições macroeconômicas, regulatórias e concorrenciais, a alterações do setor imobiliário, assim como à assertividade de decisões estratégicas e operacionais”, explicou a Eztec.

Bradesco ajusta valor líquido por ação de JCP mensal

O Banco Bradesco (BBDC4) retificou o valor líquido por ação dos juros sobre o capital próprio a serem pagos mensalmente em 2026 e anunciados em 18 de dezembro de 2025. Em um aviso divulgado na sexta-feira, 23, o Bradesco informou os valores levando em consideração a alíquota de imposto de renda de 17,5% e não 15% como informado em dezembro.

Os novos valores previstos líquidos do imposto de renda na fonte de 17,5% correspondem a R$ 0,014231106 por ação ordinária (antes era R$ 0,014662352) e R$ 0,015654217 por ação preferencial (antes era R$ 0,016128588).

Veja aqui a tabela com as datas de pagamento e data de corte.

Copasa (CSMG3): conselheiro renuncia ao cargo

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (B3: CSMG3) informou na sexta-feira, 23, que recebeu de Guilherme Augusto Duarte de Faria, membro do conselho de administração, solicitação de pedido de renúncia ao cargo, com efeito imediato.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Dirr3, Mrve3, Ceab3, Mglu3, Anim3 e de Aura33. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 26

Mitre (MTRE3)

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela do dividendo da Mitre anunciado em 18 de dezembro, é nesta segunda-feira, 26. A partir de 27 de janeiro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. O pagamento será em 04/02/2026.

Quarta, 28

Taesa (TAEE11)

A Taesa paga na quarta-feira, 28, dividendos intercalares e JCP anunciados em 11 de novembro do ano passado. Desde 17 de novembro de 2025 as ações e units passaram a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP”. O total a pagar por Unit TAEE11 é R$ 0,93; por ação TAEE3/TAEE4 é R$  0,31.

Isa Energia (ISAE4)

A Isa Energia paga na quarta-feira, 28, a 1° parcela dos juros sobre o capital anunciados em dezembro de 2025. A data-base foi 29 de dezembro de 2025. Desde 30 de dezembro as ações negociam ex-JCP. O valor é de R$ 0,21 por ação.

Quinta, 29

Isa Energia (ISAE4) 

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela dos JCP da Isa Energia anunciados em 19 de dezembro/25, é na quinta-feira, 29. A partir de sexta-feira, 30 as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento dessa parcela será em 25 de fevereiro de 2026 no valor líquido de R$ 0,21 por ação. Vale lembrar que a terceira tem data de corte em 26 de fevereiro de 2026 (data ex-direito em 27-fev-26)  e pagamento em 31 de março de 2026 no valor líquido de R$ 0,21 por ação.

Sexta, 30

Positivo Tecnologia (POSI3)

A Positivo Tecnologia paga na sexta-feira, 30, dividendo no valor de R$ 0,17 por ação ordinária. Tem direito quem tinha ações da companhia no dia 6 de janeiro de 2026. As ações passaram a ser negociadas “ex” dividendos a partir de 7 de janeiro de 2026.

M.Dias Branco (MDIA3)

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 30, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data-base foi 22 de janeiro.

Allied (ALLD3)

A data com para ter direito aos JCP da Allied anunciados em dezembro do ano passado, é na sexta-feira, 30. A partir de 2 de fevereiro as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento do JCP será realizado em parcela única, em 31 de março de 2026. O valor bruto por ação é R$ 0,42.

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Eleições, Selic, juros nos EUA: a estratégia de um grande banco para 2026  https://financenews.com.br/2025/12/eleicoes-selic-juros-nos-eua-a-estrategia-de-um-grande-banco-para-2026/ https://financenews.com.br/2025/12/eleicoes-selic-juros-nos-eua-a-estrategia-de-um-grande-banco-para-2026/#respond Wed, 31 Dec 2025 22:12:40 +0000 https://financenews.com.br/?p=200356   Publicado às 14h16 O BTG Pactual (BPAC11) espera que 2026 comece de forma semelhante […]

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Publicado às 14h16

O BTG Pactual (BPAC11) espera que 2026 comece de forma semelhante aos últimos meses de 2025, com as ações brasileiras apresentando bom desempenho, apoiadas por ciclos de flexibilização monetária no Brasil e nos Estados Unidos, ainda que com menor impulso vindo do mercado americano no primeiro semestre. As informações constam em um relatório divulgado neste mês de dezembro.

A avaliação é que a eleição para a Presidência da República pode aumentar a volatilidade ao longo de 2026, mas não nos primeiros meses, dado o recesso do Congresso e a consequente redução do fluxo de notícias políticas, deixando a queda dos juros como principal catalisador de mercado no curto prazo. As primeiras reuniões do Comitê de Política Monetária ocorrem já nos dias 27 e 28 de janeiro. 

No relatório, a equipe de analistas comenta que um dos cenários eleitorais de curto prazo mais temidos já ocorreu com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro ao filho, Flávio, e eventuais mudanças nesse quadro podem gerar reações positivas ou negativas conforme as pesquisas. 

A avaliação é que até o fim de março ou início de abril, deve haver maior clareza sobre os principais adversários do presidente Lula, o que pode levar investidores a ajustar risco conforme o desempenho eleitoral projetado. 

A estratégia defendida é manter o portfólio posicionado para se beneficiar da queda dos juros, especialmente no curto prazo, afirma o time do BTG. 

A equipe destaca que o portfólio inicia o ano com elevada exposição a serviços básicos, além de ações de duration longa, infraestrutura, incorporadoras, setor financeiro e varejo selecionado, todos vistos como beneficiários de juros mais baixos. 

Ainda de acordo com o relatório do BTG, a exposição à exportadoras e commodities permanece reduzida, com preferência por poucos nomes específicos como Embraer. 

O desempenho forte das ações brasileiras em 2025 é atribuído a fatores globais como queda de juros de longo prazo, dólar mais fraco e diversificação internacional, apesar de um cenário fiscal doméstico ainda frágil. 

Para 2026, o time do banco projeta que o crescimento econômico deve desacelerar moderadamente, com estímulos fiscais e creditícios compensando parcialmente a política monetária ainda restritiva. 

A expectativa é que o Banco Central inicie cortes da Selic no início de 2026, com redução acumulada de 300 pontos-base ao longo do ano. O cenário global tende a ser menos favorável, com Estados Unidos resilientes, China com estímulos graduais e Fed (Banco Central norte-americano) mantendo juros no primeiro semestre. 

“Ainda assim, projeta-se crescimento robusto de lucros em 2026, impulsionado pela queda dos juros, com setores domésticos e alavancados se beneficiando mais, enquanto o valuation do mercado segue atrativo e sensível a possíveis reduções do prêmio de risco”, destaca o relatório do banco.

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2025/12/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-3/ https://financenews.com.br/2025/12/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-3/#respond Wed, 10 Dec 2025 21:40:14 +0000 https://financenews.com.br/?p=199198   Publicado às 18h39 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h39

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano. A decisão do Comitê, anunciada no fim da tarde desta quarta-feira, 10, foi unânime.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, como observado na última divulgação do PIB, enquanto o mercado de trabalho mostra resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,4% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, dividendo da Ambev e da Syn, notícia da Raízen, Tenda e outros destaques https://financenews.com.br/2025/12/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-dividendo-da-ambev-e-da-syn-noticia-da-raizen-tenda-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2025/12/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-dividendo-da-ambev-e-da-syn-noticia-da-raizen-tenda-e-outros-destaques/#respond Wed, 10 Dec 2025 10:51:09 +0000 https://financenews.com.br/?p=199143   Publicado às 7h50 – atualizado às 8h48 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55) Alemanha (DAX): […]

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Publicado às 7h50 – atualizado às 8h48

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,49% 

Londres (FTSE 100): +0,11%

Japão (Nikkei 225): -0,12% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,23% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,42% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,16% (US$ 62,04). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,25% (US$ 58,3)

Bitcoin futuro: -0,51% (US$ 92.440)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,34% (US$ 4.221)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,85% a 769 iuanes (US$ 108,87). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,16% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,14%. Nasdaq futuro caía 0,23%.

Decisão sobre juros no Brasil e nos EUA

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, divulga hoje, após às 18h30, sua decisão sobre a Selic. O mercado espera manutenção dos juros em 15%. A grande expectativa é com relação ao tom do comunicado do Copom. Boa parte dos analistas mantêm a projeção de que o Comitê iniciará um ciclo gradual de cortes na taxa Selic em março. Mas não descarta um início mais cedo, em janeiro.

Também considerado decisivo para os mercados é o anúncio sobre os juros nos Estados Unidos. O Fomc, Comitê que decide sobre os juros na maior economia do mundo, vai revelar a decisão às 16h desta quarta-feira (hora de Brasília). Às 16h30 o presidente do Banco Central americano (Federal Reserve), Jerome Powell, começa a entrevista, que deverá ser o foco de atenção do mercado. O cenário-base é de um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros pelo Fomc. Esse evento pode trazer volatilidade adicional à ativos de risco, como ações.

Notícias corporativas

Cyrela (CYRE3) anuncia proposta de capitalização de reservas com bonificação em ações PN resgatáveis

O conselho de administração da Cyrela (CYRE3) aprovou a convocação de uma assembleia geral extraordinária, a ser realizada, em 1ª convocação, em 31.12.2025, para deliberar sobre a proposta de capitalização de reservas com bonificação em ações PN resgatáveis. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 10.

A assembleia vai deliberar sobre a criação de ações preferenciais, com direito a voto, conversíveis em ações ordinárias e resgatáveis (ações PN Especiais) e também um aumento de capital da companhia, mediante a capitalização de saldos de reservas de lucros, no montante de R$ 2,49 bilhões, com a atribuição de 72.800.000 novas ações PN Especiais aos atuais acionistas da companhia a título de bonificação.

“A companhia esclarece que a estrutura acima proposta está sujeita à prévia aprovação, pela B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3), de dispensa da obrigação prevista no art. 8º do Regulamento do Novo Mercado. A esse respeito, em 09.12.2025 a Companhia submeteu à B3 pedido de dispensa visando a autorização para emitir, de forma excepcional e temporária, as ações PN Especiais, que estariam sujeitas a possibilidade de resgate ou conversão em ações ordinárias até 2028, nos termos da proposta da administração para a AGE. A Companhia vai manter os seus acionistas e o mercado em geral informados acerca da conclusão da análise da B3 e eventuais impactos na AGE ora convocada”, explicou a Cyrela em um fato relevante.

A bonificação proposta contempla a atribuição de ações PN Especiais, de forma gratuita e proporcional às suas participações acionárias, sem diluição, na proporção de 0,18958333333 para cada 1 ação ordinária de titularidade do acionista na data de corte, nos termos da proposta da administração.

Raízen (RAIZ4) avalia alternativas para reenquadrar cotação das ações ao valor mínimo exigido

A B3 notificou a Raízen (RAIZ4) sobre o desenquadramento do valor de cotação mínimo de suas ações preferenciais, que vêm sendo negociadas abaixo de R$ 1,00 desde 6 de outubro de 2025. A B3 solicitou que a companhia divulgue os procedimentos e o cronograma das medidas que serão adotadas para o reenquadramento da cotação ao valor mínimo exigido, cuja regularização deverá ocorrer até 29 de maio de 2026.

A Raízen esclareceu que está avaliando as alternativas e adotará as medidas necessárias para promover o reenquadramento dentro do prazo estipulado, levando em consideração a evolução da execução do seu plano de negócios.

Telefônica Brasil (VIVT3) propõe reduzir capital em R$ 4 bi e devolver recursos a acionistas até julho/26

O conselho de administração a Telefônica Brasil (B3: VIVT3; NYSE: VIV) aprovou, em reunião realizada nesta terça-feira, 9, uma proposta, a ser apreciada e deliberada pelos acionistas em assembleia geral extraordinária, de uma operação de redução de capital social da companhia no valor de R$ 4 bilhões, sem o cancelamento de ações e mediante a restituição de recursos aos acionistas, a serem pagos em uma única parcela até o dia 31 de julho de 2026, em data a ser oportunamente determinada pela diretoria.

A convocação de assembleia geral extraordinária para deliberar acerca da referida proposta de redução de capital e a consequente alteração do Estatuto Social, cujo edital de convocação e demais documentos pertinentes serão divulgados oportunamente, explicou a Telefônica Brasil.

“Esta operação de redução de capital social objetiva aprimorar a estrutura de capital da companhia, o que permitirá a flexibilização da alocação de seu capital, gerando equilíbrio entre sua necessidade de recursos e a geração de valor aos seus acionistas”, afirmou a empresa.

Caso aprovada em assembleia geral extraordinária, a efetivação da redução de capital ora proposta estará sujeita ao decurso do prazo de 60 dias contados a partir da publicação da respectiva ata.

Tenda (TEND3) anuncia programa de recompra de ações

A Tenda (TEND3) anunciou nesta terça-feira, 9, um programa de recompra de ações. Poderão ser recompradas até 2 milhões de ações ordinárias. A aquisição deverá ser liquidada até o dia 30 de junho de 2026 e não resultará em alteração na composição do controle acionário ou da estrutura administrativa da Tenda. Há, atualmente, em circulação, 122.578.152 ações ordinárias de emissão da Tenda.

Trisul (TRIS3) aprova aumento de capital

A Trisul (TRIS3) anunciou um aumento de capital no valor de R$ 476 milhões com a emissão de 56 milhões de novas ações ordinárias. Essas ações serão distribuídas gratuitamente aos acionistas a título de bonificação, na proporção de 0,30007897757 novas ações ordinárias para cada 100 ações de que forem titulares na posição acionária final do dia 12 de dezembro de 2025, incluindo as ações em tesouraria.

A partir de 15 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações de emissão da companhia serão negociadas na B3 “ex-direito” à bonificação.

As ações recebidas em bonificação serão creditadas, proporcionalmente, aos acionistas da companhia no final do dia 16 de dezembro de 2025, sendo, portanto, refletidas na posição dos acionistas no dia 17 de dezembro de 2025.

Syn (SYNE3) anuncia o pagamento de R$ 64 milhões em dividendo 

O conselho de administração da Syn prop e tech (SYNE3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares e intermediários no valor total de R$ 64 milhões, correspondendo a R$ 0,4192750021135720 por ação. Os dividendos serão pagos no dia 19 de dezembro de 2025. A ‘data com’ (data de corte) será 12 de dezembro de 2025, inclusive. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 13 de dezembro de 2025, inclusive.

Ambev (ABEV3) anuncia o pagamento de dividendo e JCP

O conselho de administração da Ambev (ABEV3) aprovou a distribuição de dividendo e juros sobre o capital.

Os dividendos são no valor de R$ 0,4612 por ação, com base nos saldos disponíveis no balanço extraordinário levantado em 30 de novembro de 2025. O valor de R$ 0,3459 por ação da companhia será imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao exercício de 2025 e distribuído com base no lucro do exercício, e o valor de R$ 0,1153 por ação será pago a título de dividendos adicionais e distribuído com base na reserva de lucros. O pagamento será efetuado em 30 de dezembro de 2025. Tem direito que tiver ações da Ambev em 18 de dezembro de 2025 no que se refere à B3, e 22 de dezembro de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange – NYSE, sem incidência de correção monetária. As ações e os ADRs passarão a ser negociados ex-dividendos a partir de 19 de dezembro de 2025 (inclusive).

A Ambev anunciou ainda a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP), com base na reserva de lucros. O valor bruto é de R$ 0,2690 por ação da companhia. A distribuição será tributada na forma da legislação em vigor, o que resultará em uma distribuição líquida de R$ 0,2286 por ação. O pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 18 de dezembro de 2025 no que se refere à B3, e 22 de dezembro de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange – NYSE. As ações e os ADRs passarão a ser negociados ex-JCP a partir de 19 de dezembro de 2025 (inclusive). A data exata do pagamento será deliberada em nova reunião do conselho de administração e oportunamente divulgada ao mercado.

Banrisul (BRSR6) anuncia pagamento de R$ 150 milhões em JCP

O Banrisul (BRSR6) anunciou que foi deliberado o pagamento de juros sobre o capital próprio referente ao 4º trimestre de 2025, no valor total de R$ 150 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,36677105 por ação ON, R$ 0,36677105 por ação PNA e R$ 0,36677105 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade na data de 12 de dezembro de 2025 (data da declaração), passando as ações a serem negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 15 de dezembro de 2025. O pagamento ocorrerá em 22 de dezembro de 2025 pelo valor líquido de R$ 0,31175540 por ação ON, R$ 0,31175540 por ação PNA e R$ 0,31175540 por ação PNB, já deduzido o Imposto de Renda na fonte de 15% (quinze por cento).

Neoenergia (NEOE3) define data de pagamento de dividendo aprovado em abril/25

A Neoenergia (NEOE3) informou que, a partir de 19 de dezembro de 2025, será realizado o pagamento de dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária da companhia realizada em 17/04/2025. O montante é de R$ 424,9 milhões correspondentes a R$ 0,35 por ação ordinária. Tem direito quem estava na base acionária em 17/04/2025. Desde 22/04/2025, inclusive, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Suzano (SUZB3) estima investimento de R$ 10,9 bilhões em 2026 

A Suzano (B3: SUZB3; NYSE: SUZ) informou na véspera que mantém sua estimativa de investimento de capital (Capex) para o exercício social de 2025, no valor de R$ 13,3 bilhões, conforme divulgado em 6 de agosto de 2025. O conselho de administração da companhia, em reunião na terça-feira, 9, aprovou a estimativa de Capex para o exercício de 2026 no valor total de R$ 10,9 bilhões. Desse total, R$ 7,3 bilhões serão desembolsados em manutenção de instalações. A companhia estima investimento de R$ 2,6 bilhões em terras e florestas e R$ 800 milhões em projetos de expansão e modernização.

Agenda de proventos desta quarta, 10:

Odontoprev (ODPV3)

Odontoprev (ODPV3) paga nesta quarta, 10, o JCP anunciado em dezembro/24 no valor líquido de R$ 0,03 por ação; também paga juros sobre o capital anunciados em março/25 no valor de R$ 0,04 por ação; paga ainda o dividendo anunciado em abril no valor de R$ 0,14 por ação; paga também o dividendo anunciado em maio no valor de R$ 0,21 por ação; paga os juros sobre o capital anunciados em junho no valor de R$ 0,04 por ação; paga o dividendo intercalar anunciado em agosto no valor de R$ 0,21 por ação; e paga os juros sobre o capital anunciados em setembro no valor de R$ 0,04 por ação.

Schulz (SHUL4) 

A Schulz paga nesta quarta, 10, juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 28,5 milhões, correspondente a R$ 0,08 (valor bruto) e R$ 0,07 (valor líquido) por ação preferencial; e a R$ 0,07 (valor bruto) e R$ 0,06 (valor líquido) por ação ordinária. O pagamento é com base na posição acionária de 25/09/2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 26/09/2025.

Grendene (GRND3) 

A Grendene paga nesta quarta, 10, dividendos no valor de R$ 63,8 milhões anunciados em 6 de novembro. O valor de R$ 60 milhões será distribuído na forma de juros sobre o capital, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,06. O valor de R$ 3,89 milhões será distribuído na forma de dividendo, correspondendo a R$ 0,004321324 por ação. Tem direito acionistas titulares de ações ordinárias inscritos nos registros da companhia em 21 de novembro de 2025 (data do corte). As ações passaram a ser negociadas ex-dividendo a partir de 24 de novembro.

Motiva (MOTV3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intermediário da Motiva aprovado em 5 de novembro, é nesta quarta, 10. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 11 de dezembro. O valor por ação é de R$ 0,14. O pagamento dos dividendos será realizado até 31 de dezembro de 2025.

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/11/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-142/ https://financenews.com.br/2025/11/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-142/#respond Mon, 10 Nov 2025 00:21:35 +0000 https://financenews.com.br/?p=197404             Publicado às 21h20 Eventos no radar do mercado nesta […]

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Publicado às 21h20

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Inflação oficial no Brasil

Um dos principais eventos no radar dos agentes financeiros nesta semana é o resultado da inflação oficial de outubro. Às 9h de terça-feira, 11, será divulgado o IPCA. Um dado muito acima ou abaixo do esperado pode impactar ações de varejistas e construção. O resultado do IPCA ajuda o mercado calibrar suas expectativas para a Selic.

Ata do Copom

Também na terça-feira, 11, vai ser divulgada a ata da reunião do Comitê de Política Monetária realizada na semana passada. A ata é importante porque vai detalhar os motivos que levaram o Comitê a manter a Selic em 15% ao ano. Agentes econômicos buscam sinalizações sobre o rumo da taxa básica. Vale lembrar que o tom do comunicado do Copom divulgado na quarta-feira, 5, foi considerado duro pelos analistas.

Dados da China

A China divulga na quinta-feira, às 23h (hora de Brasília), dados da produção industrial e vendas no varejo em outubro. Esses números são importantes para mostrar o quanto a atividade econômica está aquecida no gigante asiático.

Paralisação nos EUA

Na terça-feira, 11 de novembro, os mercados de ações nos Estados Unidos funcionarão normalmente, pois não fecharão em homenagem ao Dia dos Veteranos. O mercado de títulos dos EUA, no entanto, estará fechado, de acordo com a Securities Industry and Financial Markets Association.

No país, a paralisação orçamentária, a mais longa já registrada, continua em destaque. Por causa disso, a divulgação de indicadores continua afetada pela paralisação parcial do governo. Dados relevantes, como a inflação ao consumidor (CPI) de outubro, podem ser novamente adiados, elevando a incerteza sobre o ritmo da economia americana. A paralisação também deve reduzir drasticamente as viagens aéreas nos Estados Unidos.

Balanço do Banco do Brasil

Analistas e investidores aguardam com expectativa o resultado do terceiro trimestre (3T25) do Banco do Brasil (BBAS3) a ser divulgado na quarta-feira, após o fechamento do mercado. Além do banco estatal, várias outras companhias como Itaúsa, Sabesp, B3, Taesa apresentam balanços trimestrais nesta semana. Confira a agenda:

Segunda-feira, 10

Itaúsa, Sabesp, MBRF, Natura, Azzas, Braskem, Hidrovias do Brasil, São Martinho, Movida, Grupo SBF, JSL, Even – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 11

BTG Pactual, Porto – antes da abertura do mercado.

Taesa, B3, Cury, Frasle, Ecorodovias, Vamos, Eneva, Mills, Cruzeiro do Sul, Brisanet, Armac, CVC, Jalles Machado, Melnick, Helbor, Viveo, Enjoei, Gol – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 12

Banco do Brasil, Equatorial, Copel, Ultrapar, Hapvida,, Allos, Auren, Direcional, MRV, Simpar, Metal Leve, Plano & Plano, Moura Dubeux, Casas Bahia, Randon, OceanPact, Americanas, Vittia, Positivo, Ambipar, Oi – após o fechamento do mercado.

Quinta, 13

Banco Inter – antes da abertura do mercado.

JHSF, IRB, Nubank, CPFL, Localiza, Cemig, Grupo Mateus, Cyrela, Unipar, Três Tentos, Orizon, Eztec, Yduqs, Track & Field, Banco Bmg, Light, LWSA, Bemobi, Trisul, Ser Educacional, Alliança, Syn, Qualicorp, Veste, IMC, Dotz, Tecnisa, Gafisa – após o fechamento do mercado.

Sexta, 14

Banrisul, Azul – antes da abertura do mercado.

Rumo, Cosan, Raizen, Infracommerce, Marisa, Oncoclínicas – após o fechamento do mercado.

Notícias corporativas

Axia (antiga Eletrobras): ações passam a ser negociadas nesta segunda, 10, com ticker AXIA3, AXIA5 e AXIA6

A partir desta segunda-feira, 10 de novembro, as ações de emissão da Axia (antiga Eletrobras) passam a ser negociadas na B3 e na NYSE com novo ticker. Veja abaixo:

Ticker B3: 

-Ações ordinárias: AXIA3, em substituição a ELET3

-Ações preferenciais A: AXIA5, em substituição a ELET5

-Ações preferenciais B: AXIA6, em substituição a ELET6

Nome de pregão: AXIA ENERGIA

Ticker NYSE: 

Ações ordinárias: AXIA, em substituição a EBR

Ações preferenciais: AXIA PR, em substituição a EBR B

Nome de pregão: AXIA ENERGIA

Copel: nesta segunda, 10, ações PNB deixam de ser negociadas

A Copel anunciou na semana passada o cronograma de operacionalização da conversão mandatória da totalidade das ações preferenciais classe “B” (PNB) em ações preferenciais classe “A” (PNA).

Nesta segunda-feira, 10 de novembro, as ações PNB deixam de ser negociadas em virtude de sua conversão em ações PNA. No dia 12 de novembro ocorre o crédito das ações PNA aos antigos titulares de ações PNB.

Além disso, como resultado da unificação PN, a partir de 10.11.2025, as American Depositary Shares (ADS) que atualmente representam ações PNB passarão automaticamente a representar ações PNA (as “ADS Preferenciais”). O número e o símbolo CUSIP das ADS Preferenciais não será afetado pela Unificação PN.

O processo de operacionalização da unificação PN será concluído antes da assembleia especial de acionistas preferencialistas a ser realizada, em primeira convocação, em 17.11.2025.

Jalles Machado (JALL3) assina contrato com o IFC para financiamento de US$ 60 milhões 

A Jalles Machado (JALL3) informou que o seu conselho de administração aprovou na sexta-feira, 7, um contrato de financiamento de longo prazo com o International Finance Corporation (IFC), instituição do Grupo Banco Mundial. O contrato prevê a captação de até US$ 60 milhões. Segundo a companhia, o objetivo da captação é investir nos canaviais da Usina Santa Vitória Açúcar e Álcool (USV), subsidiária integral da Jalles, fortalecendo a expansão sustentável da produção de cana-de-açúcar, com foco em práticas ambientais, sociais e de governança (ESG), alinhadas aos padrões internacionais exigidos pela IFC.

Assaí (ASAI3) atualiza expectativa de investimentos em 2026 para aproximadamente R$ 700 milhões

A companhia Assaí (ASAI3) incluiu novas expectativas relacionadas ao nível de investimentos esperado para o ano de 2026. A nova projeção considera o cenário macroeconômico atual e as expectativas de mercado para o próximo ano. Como parte da sua estratégia de continuidade de disciplina financeira e foco na redução da alavancagem, para o ano de 2026, a companhia informa a nova expectativa futura de investimentos de aproximadamente R$ 700 milhões na visão caixa e reiterou a abertura de 10 lojas. As informações constam em um fato relevante enviado ao mercado na sexta-feira, 7. A companhia reiterou as projeções previstas para o ano de 2025: nível de investimentos entre R$ 1 bilhão a R$ 1,2 bilhão na visão caixa e abertura de 10 lojas.

Braskem: diagnóstico de alternativas econômico-financeiras ‘ainda está em curso’

A Braskem (BRKM5) informou na sexta-feira, 7, que o diagnóstico de alternativas econômico-financeiras “ainda está em curso” e não há “qualquer proposta, decisão ou prazo definidos pelos órgãos competentes da companhia com relação à alternativa adequada para otimizar a estrutura de capital”.

A informação consta em um comunicado onde a Braskem presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após a coluna do Broadcast do jornal O Estado de São Paulo informar que a companhia “sinaliza a credores no exterior que terá plano de reestruturação até janeiro”. Segundo o jornal, a administração da Braskem esteve recentemente em conversas com credores que têm títulos emitidos pela companhia no exterior (bonds) e sinalizou que irá apresentar um plano para reestruturação de seu passivo financeiro até janeiro

Em setembro a Braskem anunciou a contratação de assessores financeiro e jurídicos para auxiliá-la na elaboração de um diagnóstico de alternativas econômico-financeiras visando a otimizar a sua estrutura de capital.

“Os trabalhos relativos ao referido diagnóstico estão atualmente em curso e, como parte de tais trabalhos, os assessores da companhia têm sido contatados por credores e têm mantido conversas preliminares com o objetivo de obter as informações necessárias para avaliar e propor à administração alternativas para a otimização da estrutura de capital da companhia”, destaca a Braskem no comunicado.

Riachuelo, subsidiária da Guararapes (GUAR3), envia ao Cade proposta para venda de ativos em Natal

A Lojas Riachuelo, subsidiária da Guararapes (GUAR3), submeteu para análise e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), potencial transação de alienação, pela Riachuelo, das quotas representativas de 100% do capital social das sociedades Midway Shopping Center e Midwest Estacionamento, para a Capitânia Capital, e outros eventuais coinvestidores minoritários. A companhia ressalta que, apesar da decisão das partes de submeter a potencial transação ao Cade, até a presente data, não foram celebrados quaisquer documentos vinculantes ou definitivos relacionados à transação. Em outubro a Guararapes confirmou a contratação do BTG como assessor financeiro para potencial venda do Midway Mall.

Grupo Mateus (GMAT3) entra no segmento de foodservice e amplia atuação no varejo alimentar

O Grupo Mateus (GMAT3) anunciou o lançamento da nova bandeira Mateus Foodservice, marcando sua entrada no segmento de foodservice e ampliando a atuação no varejo alimentar. Localizada em São Luís, no Maranhão, a nova loja é voltada ao atendimento de negócios do setor de alimentação fora do lar, como restaurantes, padarias, hotéis, bares e comerciantes, e integra a estratégia de diversificação de canais e fortalecimento do relacionamento com clientes profissionais. Com 1.816 m² de área de vendas, o formato oferece ampla variedade de produtos, desde insumos para confeitaria até embalagens, e possibilita compras no varejo ou atacado, garantindo maior flexibilidade ao cliente. O espaço também contará com o Canto do Chef, ambiente dedicado à formação e à troca de conhecimento no setor gastronômico, com workshops e demonstrações conduzidas por chefs convidados. Em 2025, o Grupo Mateus ampliou sua presença no varejo alimentar com a inauguração de 15 novas lojas, totalizando 273 unidades em operação no país.

M.Dias Branco (MDIA3) reporta lucro de R$ 216,1 milhões no 3T25, alta anual

A M.Dias Branco (MDIA3), dona da Piraquê, entre outras marcas, divulgou na noite de sexta-feira, 7, que teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 216,1 milhões, alta de 73,3% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24). O Ebitda foi de R$ 318,1, alta de 39% em relação ao mesmo trimestre de 2024. No 3T25, a Receita Líquida foi de R$ 2,8 bilhões, aumento de 15,8% em relação ao 3T24.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Slce3, Wege3, Vulc3, Mdne3, Sapr4 e de Csmg3. Acesse vídeo aqui.

Pagam provento ou têm data com nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Clique nos links abaixo para ler os detalhes das informações de cada empresa.

Segunda, 10

Copasa (CSMG3)

A Copasa paga nesta segunda, 10, os juros sobre o capital (JCP) anunciados em 11 de setembro. O valor total é de R$ 169,7 milhões O valor por ação é R$ 0,44. A data de corte foi 22 de setembro de 2025.

JHSF Participações (JHSF3) 

A JHSF paga nesta segunda, 10, mais uma parcela do dividendo anunciado em 31 de março. O valor é de R$ 0,03%. A data-base foi 30/10.

Log (LOGG3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Log anunciado em 29 de outubro, é nesta segunda, 10. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 11 de novembro. O valor é de R$ 0,30 por ação ordinária. O pagamento de dividendos será realizado em 28 de novembro de 2025.

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau anunciado em 30 de outubro, é nesta segunda, 10. A partir de terça, 11, os papéis serão negociados ex-direito ao provento. A Gerdau paga esse dividendo em 11/12/2025 no valor de R$ 0,28 por ação. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,19 por ação em 12/12/2025.

Irani (RANI3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Irani, aprovado em 4 de novembro, é nesta segunda-feira, 10 As ações serão negociadas “ex-proventos” a partir de 11 de novembro. O valor total é de R$ 10,3 milhões, o que corresponde a R$ 0,04 por ação ordinária. O pagamento desses dividendos intercalares será realizado até 25 de novembro de 2025.

Terça, 11

Banco Bmg (BMGB4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciado em 4 de novembro, é na terça-feira, 11. A partir de 12 de novembro, inclusive, as ações do Banco passarão a ser negociadas “ex-direito”. O valor bruto total é de R$ 59,7 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 25 de novembro de 2025.

Quarta, 12

Bradespar (BRAP4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Bradespar anunciado em 31 de outubro, é na quarta-feira, 12. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir de 13 de novembro. O montante é de R$ 310 milhões, sendo R$ 0,74 por ação ordinária e R$ 0,81 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 24.11.2025 pelo valor líquido de R$ 0,62 por ação ordinária e R$ 0,69 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Coelba (CEEB5)

A Coelba realiza a partir de quarta, 12 de novembro, o pagamento de juros sobre o capital (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração de 27 de março de 2025, no valor de R$ 0,39 por ação ordinária, R$ 0,39 por ação preferencial classe A e R$ 0,43 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 1° de abril de 2025. Desde 2 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também serão pagos a partir de 12 de novembro os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,45 por ação ordinária, R$ 0,45 por ação preferencial classe A e R$ 0,50 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. Desde 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Elektro Redes (EKTR4)

A Elektro Redes (EKTR4) realiza a partir de quarta-feira, 12 de novembro 2025, o pagamento dos juros sobre capital próprio (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração de 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,16 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. A partir de 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também a partir de 12 de novembro serão pagos os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 29 de setembro de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,15 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de outubro de 2025. A partir de 3 de outubro de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Quinta, 13

Lavvi (LAVV3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Lavvi anunciado em 5 de novembro, é na quinta-feira, 13. As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 14 de novembro de 2025, inclusive. O valor por ação é de R$ 0,63. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 26 de novembro de 2025.

Alupar (ALUP11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Alupar anunciado em 6 de novembro, é na quinta-feira, 13. A partir de 14 de novembro as ações e Units passarão a ser negociadas ex-dividendos. O conselho de administração da Alupar aprovou o pagamento de R$ 98,8 milhões em dividendos intercalares. Esse valor corresponde a R$ 0,10 (dez centavos) por ação ordinária, R$ 0,10 (dez centavos) por ação preferencial, e R$ 0,30 (trinta centavos) por Unit. Os dividendos intercalares serão pagos em parcela única em até 60 dias a contar de 6 de novembro.

Comgás (CGAS5, CGAS3)

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Comgás anunciados em 10 de novembro, é nesta quinta, 13 de novembro. As ações da companhia serão negociadas “ex” dividendos a partir de 14 de novembro. Os JCP são no valor bruto de R$ 350 milhões. O valor por ação ordinária é R$ 2,58. E por preferencial é R$ 2,84. O pagamento dos juros sobre capital próprio estará sujeito à incidência de 15% de Imposto de Renda Retido na Fonte. Os dividendos intercalares são no montante de R$ 50 milhões. O valor por ação ordinária é de R$ 0,36 e por ação preferencial é  R$ 0,40. O pagamento será realizado em 26 de novembro de 2025.

Sexta, 14

AXIA Energia (antiga Eletrobras) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Axia (antiga Eletrobras) anunciado em 5 de novembro, é na sexta-feira, 14. As ações da Axia na B3 e os ADRs na NYSE serão negociados ex-direitos a partir de 17 de novembro de 2025. O pagamento será realizado em 19 de dezembro de 2025. O valor por ação preferencial classe A é R$ 1,58; por ação preferencial de classe B é R$ 2,07; e por ação ordinária é R$ 1,88.

Taesa (TAEE11)

A data com para ter direito aos JCP e dividendo da Taesa anunciados na última terça-feira, 11, é nesta sexta, 14. A partir do dia 17 de novembro de 2025, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3. A companhia aprovou a distribuição de proventos no montante de R$ 323.264.148,24, a título de dividendos intercalares e de juros sobre capital próprio (JCP). O total a pagar por Unit TAEE11 é R$ 0,93; por ação TAEE3/TAEE4 é R$  0,31. O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 28 de janeiro de 2026.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Mahle Metal Leve, anunciados em 11 de novembro, é nesta sexta, 14. A partir de 17 de novembro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. O montante bruto é de R$ 82,5 milhões, correspondendo a R$ 0,60 por ação ordinária. Com a retenção de 15% de Imposto de Renda na Fonte, resultando no valor líquido dos juros sobre o capital próprio de R$ 0,51 por ação ordinária. Esses juros sobre o capital próprio serão pagos em 17 de dezembro de 2025.

Moura Dubeux (MDNE3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Moura Dubeux anunciado na quarta-feira, 12, é nesta sexta, 14. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 17 de novembro. O conselho de administração aprovou a distribuição de dividendos no montante total de R$ 50,7 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,60 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 26 de novembro de 2025.

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Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2025/11/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-2/ https://financenews.com.br/2025/11/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-2/#respond Wed, 05 Nov 2025 21:39:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=197170           Publicado às 18h37 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

 

 

 

 

Publicado às 18h37

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano. A decisão do Comitê, anunciada no fim da tarde desta quarta-feira, 5, foi unânime.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes apresentaram algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,5% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,3% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Sede do Banco Central

 

 

 

 

Publicado às 18h34

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 17, manter a Selic estável em 15% ao ano. Essa decisão já era esperada pelo mercado.

No comunicado oficial, o Copom justifica a manutenção da Selic pela incerteza do ambiente externo, “em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos”. O que, segundo o comitê, exige cautela “por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica”.

Também é citado o cenário doméstico. Para o Copom, os indicadores de atividade econômica apresentam “moderação no crescimento”, apesar do “dinamismo” do mercado de trabalho, e a inflação permanece acima da meta.

Na reunião anterior, nos dias 29 e 30 de julho, o Copom decidiu interromper o ciclo de alta da taxa de juros, mantendo a Selic em 15% ao ano, sob a justificativa de que o ambiente externo está mais adverso, por conta das políticas comerciais e fiscais adotadas pelos Estados Unidos.

Leia a íntegra do comunicado do Copom abaixo:

“O ambiente externo se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos. Consequentemente, o comportamento e a volatilidade de diferentes classes de ativos têm sido afetados, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica segue apresentando, conforme esperado, certa moderação no crescimento, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,8% e 4,3%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,4% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê seguirá vigilante, avaliando se a manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

 

 

 

 

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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)

Alemanha (DAX): +0,14% 

Londres (FTSE 100): +0,23%

Japão (Nikkei 225): -0,17% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,37% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +1,78% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,92% (US$ 67,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,98% (US$ 63,8)

Bitcoin futuro: -0,47% (US$ 116.642)

Minério de ferro em Dalian (7h51 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,12% a 804,5 iuanes (US$ 113,08). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,03% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,05%. Nasdaq futuro caía 0,07%.

Decisão sobre juros nos EUA e no Brasil

No radar do mercado nesta quarta-feira, 17, está a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. O comunicado do Fomc, comitê do Banco Central americano que decide sobre as taxas, será divulgado às 15h e pode trazer volatilidade adicional a ativos de risco como ações. A expectativa é de retomada da redução dos juros devido à fraqueza do mercado de trabalho. Ainda nesta quarta agentes financeiros acompanham com atenção a entrevista coletiva do presidente do BC americano, Jerome Powell, às 15h30. A grande questão agora é se haverá sinalizações de mais cortes nas taxas para as duas reuniões restantes de 2025.

Também hoje o Banco Central do Brasil decide sobre a Selic. O comunicado será divulgado após às 18h30. O mercado aposta na manutenção da Selic em 15% ao ano. Analistas e investidores vão se concentrar no tom do comunicado. Uma sinalização mais dura (hawkish) pode impactar negativamente ações sensíveis aos juros altos como as de companhias do setor de varejo. De acordo com analistas, caso o tom seja mais suave (dovish), tende a provocar valorização de ativos de risco, principalmente ações do setor de construção, varejo e tecnologia.

Notícias corporativas

Syn (SYNE3) informa que redução de capital se tornou efetiva; acionistas receberão R$ 2,16 por ação 

A Syn (SYNE3) divulgou nesta quarta-feira, 17, que se encerrou o prazo legal de 60 dias para oposição de credores à redução do capital social da companhia. 

“Tendo em vista que não houve qualquer manifestação de credores contrários à redução de capital, a companhia informa que a redução de capital se tornou efetiva”, divulgou a empresa em um fato relevante.

O valor da redução é de R$ 330 milhões e ocorre sem o cancelamento de ações. 

Acionistas titulares de ações de emissão da Syn nesta quarta-feira, 17 de setembro de 2025 (data de corte) terão direito ao recebimento da restituição de capital. As ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-direitos da redução de capital a partir de quinta-feira, 18 de setembro. Acionistas da companhia na data de corte terão direito a receber o valor de R$ 2,1618867296481000 por ação e o pagamento será realizado no dia 30 de setembro de 2025.

Cogna (COGN3) lança oferta de aquisição para fechar o capital da Vasta 

A Cogna (COGN3) iniciou nesta quarta-feira, 17, a oferta de aquisição (tender offer) para aquisição de até a totalidade das ações ordinárias classe A em circulação emitidas por sua controlada Vasta Platform Limited, listada e negociada na Nasdaq. 

A tender offer foi aprovada pelo conselho de administração da Cogna e será registrada perante a U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) em conformidade com os procedimentos previstos no “Offer to Purchase” e na regulamentação norte-americana. A Cogna, nesta data, é titular da totalidade das ações ordinárias classe B emitidas pela Vasta, isto é, de 64.436.093 ações ordinárias classe B, representativas de, aproximadamente, 97,6% do capital social da Vasta. A tender offer está sendo realizada a um preço de aquisição de US$ 5,00 por ação e englobará um montante de até 15.970.992 ações ordinárias classe A, representando um preço de aquisição total de até US$ 79.854.960,00. 

Caso a oferta seja bem-sucedida, a Vasta deixará de ser registrada perante a SEC e de ter suas ações negociadas na Nasdaq. 

S&P eleva rating da Vale (VALE3); perspectiva ‘estável’

A agência de classificação de risco S&P, uma das principais do mundo, elevou nesta terça-feira, 16, o rating da mineradora Vale (VALE3) de “BBB-” para “BBB”. A perspectiva é “estável”.

Em relatório, a agência menciona que a Vale retirou sua última barragem da lista de classificadas como nível 3 de risco de emergência em agosto de 2025 e “aprimorou consideravelmente sua supervisão e controles de risco nos últimos anos”.

A S&P ressalta que a Vale manteve a alavancagem controlada e um balanço patrimonial forte, apesar dos preços gerais mais fracos, e alinhou seus planos de investimento e remuneração aos acionistas com as condições de mercado.

A perspectiva “estável” reflete a visão da agência de que a Vale “manterá a alavancagem sob controle e manterá forte liquidez, ajustando pagamentos de dividendos, investimentos em capital e recompras de ações, se necessário”.

Allos (ALOS3) cancela 38,7 milhões de ações em em tesouraria

O conselho de administração da Allos (ALOS3) aprovou o cancelamento de parte das ações mantidas em tesouraria no montante total de 38.745.962 ações ordinárias, sem redução do valor do capital social, correspondente a 7,1% do total atual de ações. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 26.

Desde 2023, a companhia aprovou quatro programas de recompras de ações, totalizando, até o momento, a aquisição de 68.460.900 ações. Considerando o cancelamento aprovado nesta terça-feira, desde o início do primeiro programa de recompra, foram canceladas 69.745.962 ações, que correspondem a 12,2% do total de ações em 2023.

A Allos reforçou que o programa de recompra de ações aprovado em 28 de janeiro de 2025 continua vigente.

A companhia também divulgou que recebeu carta de renúncia de Luiz Alves Paes de Barros ao cargo de membro efetivo de seu conselho de administração. O colegiado nomeou Christovam Galdi Mestieri como membro efetivo, com mandato até a primeira Assembleia Geral a ser realizada.

JHSF (JHSF3) celebra acordo para estruturação de veículo de investimento

A JHSF Participações (JHSF3) celebrou nesta terça-feira, 16, acordo vinculante, em regime de garantia firme, para a estruturação de um veículo de investimento em constituição no montante de aproximadamente R$ 4,6 bilhões. O veículo terá como política de investimento a compra e venda de estoques, lotes e produtos imobiliários da companhia, prontos e em desenvolvimento, nos complexos Cidade Jardim e Boa Vista, dentre outros da JHSF, sendo eles: Boa Vista Estates; Boa Vista Village; Reserva Cidade Jardim, São Paulo Surf Club Residences (fase 1); e Fazenda Santa Helena (fase 1).

“A JHSF, considerando sua consolidada expertise no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários únicos de alta renda, seguirá à frente do desenvolvimento de todos os projetos envolvidos na transação, seguindo o compromisso com a qualidade e a excelência que fazem parte do DNA da companhia”, explicou em fato relevante a JHSF.

A companhia ressaltou que a transação constitui um marco relevante para si e para o mercado de capitais brasileiro, ao viabilizar, de forma pioneira, estratégias avançadas alinhadas às praticadas em mercados internacionais maduros.

“A conclusão da transação trará para a JHSF uma estrutura de capital ainda mais dinâmica e moderna, na qual os projetos de incorporação imobiliária atuais e futuros, desenvolvidos e geridos pela companhia, poderão ser conduzidos conjuntamente com capital de investidores, por meio de veículos específicos, permitindo para a empresa equilíbrio e eficiência de seu capital entre os segmentos de Renda Recorrente e Incorporação. Esse movimento permitirá ao mercado uma visão mais precisa do valor intrínseco e do potencial de geração de valor da JHSF”, explicou a companhia.

Goldman Sachs atinge participação de 5,04% na Copasa (CSMG3)

O Goldman Sachs informou que em 15 de setembro foram realizadas operações que resultaram em uma posição de derivativos com liquidação física equivalente a 19.146.747 ações, equivalente a 5,04% das ações da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3). A informação foi divulgada pela companhia mineira nesta terça-feira, 16. “Este é um investimento minoritário que não envolve mudança na composição do controle acionário ou na alteração da estrutura administrativa da companhia”, afirmou o Goldman Sachs.

Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) divulga produção de agosto

A Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) apresentou nesta terça-feira, 16, os dados de produção e entrega referentes ao mês de agosto de 2025. A petroleira encerrou o mês de agosto de 2025 com uma produção média diária de 258 barris de óleo equivalente por dia (boe/d), um aumento de 20,7% em relação a julho (214 boe/d). No detalhamento por participação societária da ATE nos ativos, a produção atribuída à companhia foi de 149 boe/d. O Polo Barrinha teve a maior contribuição, seguido por Porto Carão e Phoenix-Potiguar. A produção de gás natural somou 23 boe/d, com leve recuo na comparação com julho (24 boe/d).

Romi (ROMI3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital 

O conselho de administração da Romi (ROMI3) aprovou nesta terça-feira, 16, a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto é de R$ 16.770.734,46. O valor bruto por ação é R$ 0,18 (o valor líquido é R$ 0,153 por ação). A data de corte para ter direito é  22 de setembro de 2025. A partir de 23 de setembro as ações da companhia serão negociadas “ex-juros”. Esses JCP serão pagos em 10 de abril de 2026.

Vulcabras (VULC3) tem data de corte para dividendo 

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito a 3° parcela do dividendo intermediário da Vulcabras anunciado em 6 de maio, é nesta quarta-feira, 17. A partir de quinta-feira,18, as ações serão negociadas ex-dividendo. Essa terceira parcela será paga em 01º/10/2025 no valor de R$ 0,125 por ação.

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/09/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-136/ https://financenews.com.br/2025/09/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-136/#respond Sun, 14 Sep 2025 23:45:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=194070             Publicado às 20h43 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   […]

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Eventos no radar do mercado nesta semana:

Decisão sobre juros nos EUA

Um dos principais eventos no radar do mercado nesta semana é a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. O comunicado do Fomc, comitê do Banco Central americano que decide sobre as taxas, será divulgado às 15h de quarta-feira, 17, e pode trazer volatilidade adicional a ativos de risco como ações. A expectativa é de retomada da redução dos juros devido à fraqueza do mercado de trabalho. Ainda na quarta agentes financeiros acompanham com atenção a entrevista coletiva do presidente do BC americano, Jerome Powell, às 15h30. A grande questão agora é se haverá sinalizações de mais cortes nas taxas para as duas reuniões restantes de 2025. O BC dos EUA também apresentará na quarta suas projeções econômicas, divulgadas a cada 90 dias.

Decisão sobre juros no Brasil

Também na quarta-feira, 17, o Banco Central do Brasil decide sobre a Selic. O comunicado será divulgado após às 18h30. O mercado aposta na manutenção da Selic em 15% ao ano. Analistas e investidores vão se concentrar no tom do comunicado. Uma sinalização mais dura (hawkish) pode impactar negativamente ações sensíveis aos juros altos como as de companhias do setor de varejo. De acordo com analistas, caso o tom seja mais suave (dovish), tende a provocar valorização de ativos de risco, principalmente ações do setor de construção, varejo e tecnologia.

Dólar no radar

O mercado acompanha também o movimento do dólar. Se o Copom mantiver a Selic inalterada e o Banco Central dos EUA cortar os juros, o dólar tende a se desvalorizar ante o real devido ao maior fluxo para ativos brasileiros. Na última sexta-feira, 12, o dólar comercial fechou no menor valor desde junho de 2024.

Dados da China

Na noite deste domingo, às 23h (hora de Brasília) a China divulga dados do varejo e produção industrial de agosto, que darão uma ideia do quanto está aquecida a atividade econômica do país asiático.

Prévia do PIB no Brasil

O Banco Central divulga nesta segunda-feira, 15, seu Índice de atividade econômica, o IBC-Br. Será às 9h. Esse indicador é conhecido como a prévia do PIB (Produto Interno Bruto).

Notícias corporativas

Allied (ALLD3): aprovada redução do capital com restituição em dinheiro aos acionistas

Acionistas da Allied (ALLD3) reunidos em assembleia aprovaram na sexta-feira, 12, a redução do capital social da companhia no valor de R$ 180 milhões, por considerá-lo excessivo, mediante restituição aos acionistas em dinheiro e sem o cancelamento de ações. O capital social da Allied passará de R$ 1.029.382.016,88 para R$ 849.382.016,88.

Terão direito à redução de capital acionistas titulares de ações da companhia em 14 de novembro de 2025. As ações passarão a ser negociadas ex-direitos à restituição de capital a partir do dia 17 de novembro. O pagamento dos recursos aos acionistas será efetuado à vista no dia 25 de novembro de 2025. A redução de capital será realizada mediante a restituição aos acionistas de R$ 180 milhões, que corresponde a R$ 1,90 por ação. O valor por ação ordinária é calculado com base na posição acionária de 3 de setembro e poderá sofrer alterações considerando a base acionária da companhia a ser verificada em 14 de novembro de 2025.

Cemig (CMIG4) anuncia acordo em dissídio coletivo sobre plano de saúde 

A Cemig (CMIG4) anunciou um acordo celebrado com as entidades representativas Sindicato dos Eletricitários do Sul de Minas Gerais e Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas de Minas Gerais em um dissídio coletivo sobre plano de saúde.

O acordo prevê o pagamento de indenização compensatória (buyout) no valor total máximo de R$ 1,250 bilhão a ser pago pró-rata, em seis parcelas, sendo a última em 2030, e considera a totalidade de 15.496 aposentados e pensionistas titulares, ativos e inscritos no plano de saúde PSI da Cemig Saúde, em fevereiro de 2025.

O acordo, sujeito à homologação pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3° Região, possui natureza resolutiva e alcança os representados ou filiados das entidades signatárias e os que a ele vierem a aderir, explicou a Cemig em um fato relevante enviado ao mercado.

Petrobras conclui aquisição de 27,5 % de participação em bloco localizado em São Tomé e Príncipe, na África

A Petrobras (PETR3, PETR4) concluiu a aquisição de 27,5 % de participação no bloco 4, localizado em São Tomé e Príncipe, na África. Com essa aquisição, a Petrobras passa a integrar o consórcio do referido bloco, composto pela Shell, operadora do ativo (30%), além de Galp (27,5%) e ANP-STP (15%). A Petrobras atua em São Tomé e Príncipe desde fevereiro de 2024, quando adquiriu 45% de participação nos blocos 10 e 13 e 25% de participação no bloco 11. “A operação reforça a atuação exploratória da Petrobras no continente africano, com o propósito de diversificação de portfólio, e está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras e atuação em parceria”, afirmou a estatal em um comunicado.

A petroleira destacou ainda que a aquisição do bloco 4 em São Tomé e Príncipe observou todos os trâmites internos de governança da companhia e está conformidade com o Plano Estratégico 2025-2029.

Petrobras paga juros das 1ª e 2ª séries da 7ª emissão debêntures em 15/09

A Petrobras realizará o pagamento de juros, em 15 de setembro de 2025, aos detentores das 1ª e 2ª séries da 7ª emissão de debêntures simples não conversíveis em ações, da espécie quirografária, emitidas em 15 de agosto de 2019, através do Banco Bradesco, banco liquidante das debêntures, conforme tabela abaixo. O valor total bruto a ser pago em 15 de setembro é de R$ 78.044.250,43. A companhia detém, em tesouraria, 7.309 debêntures da 1ª série.

Banco do Brasil (BBAS3) exercerá opção de resgate de títulos emitidos em 2013 

O Banco do Brasil (BBAS3) exercerá em 15/10/2025, data de exercício, a opção de resgate (call option) da totalidade de seus títulos subordinados de nível I emitidos em 2013 com cupom 8,748% (Banbra 8,748% ao ano).

O Banbra foi emitido no montante original de US$ 2 bilhões, com o cupom de 6,25%. Em 15 de abril de 2024 foi reprecificado, conforme previsto na escritura, após a primeira decisão de não exercício de seu resgate total.

Atualmente há US$ 1,7236 bilhão em circulação, representando 68 pontos-base do capital complementar de nível I do Banco do Brasil que finalizou junho/25 em 13,27%.

A estratégia de gestão de ativos e passivos do BB tem priorizado a emissão de letras financeiras perpétuas no mercado brasileiro. “Com isso, o Banco não estima impactos relevantes para os níveis de liquidez nem para o capital complementar de nível I, mantendo a estrutura de capital adequada, com menor custo e em patamar superior ao nível regulatório”, afirmou o banco estatal em um comunicado.

Taesa informa sobre pagamento de juros de debêntures

A Taesa (TAEE11) informou na noite de sexta-feira, 12, o pagamento de juros de debêntures. A companhia pagará em 15/09 juros da 16ª emissão de debêntures (confira aqui os detalhes). Taesa pagará também em 15/09 juros da 1ª, 2ª e 3ª séries da 14ª emissão de debêntures (leia mais aqui). Também pagará em 15/09 os juros da 1ª e 2ª séries da 15ª emissão (veja aqui os detalhes).

A avaliação do BTG para a Direcional, Cury, MRV, Tenda e Plano&Plano

Em relatório o BTG Pactual destaca que o setor de construtoras de baixa renda surpreendeu positivamente no primeiro semestre de 2025, impulsionado por novas regras do Minha Casa Minha Vida (MCMV), incluindo a criação da Faixa 4, maiores subsídios e tetos de preços mais altos.

Apesar da forte valorização das ações no ano, o time de analistas ainda vê potencial de alta relevante e reiterou a recomendação de “compra” para as cinco companhias dedicadas exclusivamente ao segmento: Direcional (DIRR3), Cury (CURY3), MRV (MRVE3), Tenda (TEND3) e Plano&Plano (PLPL3).

A avaliação é que o cenário é favorável tanto com melhora macro, que poderia gerar expansão de múltiplos, quanto em um contexto mais desafiador, já que os lucros vêm crescendo mesmo em ambiente adverso nos últimos três anos, explica o time do BTG. A equipe dividiu a cobertura em dois grupos. Um deles é chamado de “com bom carrego” e inclui Cury, Direcional e Plano&Plano. Nesse grupo estão as companhias com baixa alavancagem, dividend yield (rendimento do dividendo) na casa de 10% a 13% e margens elevadas. No outro grupo, que o banco chama de “maior risco/maior retorno”, estão a MRV e a Tenda, empresas mais alavancadas, mas com forte crescimento do LPA (lucro por ação) e recuperação operacional.

Entre suas preferências o BTG destaca a Plano&Plano, negociando a 5,5x P/L 2026 e oferecendo yield de 7,5%, e a Tenda como top pick (principal escolha), com múltiplo de 4,5x P/L 2026, mesmo atribuindo valor zero para Alea.  O P/L é a sigla para Preço/Lucro e é uma das principais métricas da análise fundamentalista de ações que permite identificar se um ativo está caro ou barato em relação à sua capacidade de gerar lucro.

“O setor segue bem-posicionado para continuar surfando o ciclo positivo do MCMV, e não recomendamos a realização de lucros neste momento, dado o upside ainda presente”, escreve a equipe do BTG em relatório.

O preço-alvo para a Cury é R$ 44. O preço-alvo para a Direcional é R$ 20. Para a MRV é R$ 12 e para a Plano&Plano é R$ 23. O preço-alvo para a Tenda é projetado em R$ 44.

Agenda de provento desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Terça, 16

Whirlpool (WHRL3, WHRL4) 

A Whirlpool paga na terça-feira, 16, dividendos intercalares anunciados em 2 de setembro no montante total de R$ 130 milhões. O valor por ação ordinária é R$ 0,08 e por ação preferencial é R$ 0,09. O pagamento terá como beneficiários os acionistas inscritos nos registros da companhia na data de 5 de setembro de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 8 de setembro.

Quarta, 17

Vulcabras (VULC3) 

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito a 3° parcela do dividendo intermediário da Vulcabras anunciado em 6 de maio, é na quarta-feira, 17. A partir de quinta-feira,18, as ações serão negociadas ex-dividendo. Essa terceira parcela será paga em 01º/10/2025 no valor de R$ 0,125 por ação.

Quinta, 18

Mitre (MTRE3) 

A ‘data com’ para ter direito à primeira parcela do dividendo intercalar da Mitre anunciado em 7 de agosto, é na quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,03 por ação. Vale lembrar que a segunda parcela tem data-base em 20/10/2025 e pagamento em 04/11/2025. A terceira tem data-base em 17/11/2025 e pagamento em 02/12/2025.

Ferbasa (FESA4) 

A Ferbasa paga na quinta-feira, 18, os JCP anunciados em 26 de agosto. O valor líquido é de R$ 0,04 para cada ação ordinária e de R$ 0,04 para cada ação preferencial. A data de corte foi 2 de setembro de 2025. As ações da companhia são negociadas “ex-direitos” desde 3 de setembro.

BRF (BRFS3) 

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito aos JCP e dividendos da BRF anunciados em 8 de setembro, é na quinta-feira 18. A partir de 19 de setembro as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos/JCP. O valor por ação do dividendo é R$ 1,83. O valor bruto por ação dos JCP é R$ 0,25. Os dividendos e JCP serão pagos em uma única parcela em 29 de setembro de 2025.

Marfrig (MRFG3) 

A ‘data com’ para ter direito para ter direito aos dividendos intermediários da Marfrig anunciados em 8 de setembro, também é na quinta-feira 18. A partir de 19 de setembro as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos intermediários. O valor é de R$ 2,81 por ação. Os dividendos serão pagos em uma única parcela em 30 de setembro de 2025.

Odontoprev (ODPV3)

A data com para ter direito aos JCP da Odontoprev anunciados em 15 de setembro, é na quinta, 18. As ações da Odontoprev serão negociadas ex-direito a esses JCP a partir de 19 de setembro. O montante total líquido dos juros sobre o capital próprio é de R$ 22.822.280,97 correspondentes a R$ 0,0418685860 por ação. A data do pagamento será 10 de dezembro de 2025.

Estudo de ações

Assista o estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Csan3, Eztc3, Dirr3, Tend3, Plpl3 e de Cury3. Acesse aqui o vídeo.

 

 

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Mercados nesta quinta, lucro da Ambev, Bradesco, dividendo de 3 companhias e outras notícias https://financenews.com.br/2025/07/mercados-nesta-quinta-lucro-da-ambev-bradesco-dividendo-de-3-companhias-e-outras-noticias/ https://financenews.com.br/2025/07/mercados-nesta-quinta-lucro-da-ambev-bradesco-dividendo-de-3-companhias-e-outras-noticias/#respond Thu, 31 Jul 2025 10:49:21 +0000 https://financenews.com.br/?p=191189             Publicado às 7h50 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp […]

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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49)

O mercado repercute nesta quinta-feira o comunicado do Comitê de Política Monetária do Banco Central, que foi considerado duro por analistas. Também digere ainda o tarifaço dos Estados Unidos. O governo americano deixou um total de 694 produtos de fora da Ordem Executiva assinada na quarta-feira pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevando o valor da tarifa de importação de produtos brasileiros para 50%. Entre as exceções estão produtos como suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo seus motores, peças e componentes. Na China, os índices acionários registraram quedas. Entre os motivos estão dados industriais fracos e a falta de sinais de estímulo do governo chinês para a economia.

Alemanha (DAX): +0,02% 

Londres (FTSE 100): +0,52%

Japão (Nikkei 225): +1% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,18% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,60% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,58% (US$ 72,05). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,49% (US$ 69,6)

Bitcoin futuro: +1,30% (US$ 119.340)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 2,3% a 779 iuanes (US$ 108,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,34% e o S&P 500 futuro com valorização de 1,02%. Nasdaq futuro subia 1,36%.

Notícias corporativas

Ambev (ABEV3) lucra R$ 2,79 bi e anuncia o pagamento de dividendo

A Ambev (ABEV3) divulgou nesta quinta-feira, 31, que teve lucro líquido de R$ 2,79 bilhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse valor corresponde à alta de 13,8% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (2T24). O lucro líquido ajustado foi de R$ 2,83 bilhões no 2T25, crescimento de 15,2% em relação ao 2T24. O Ebitda ajustado somou R$ 6,15 bilhões no 2T25, crescimento de 5,9% em relação ao 2T24. A receita líquida da Ambev atingiu R$ 20,090 bilhões no 2T25, expansão de 0,2% na base anual de comparação.

O conselho de administração da Ambev (ABEV3) aprovou a distribuição de dividendos à razão de R$ 0,1283 por ação. A informação também foi divulgada nesta quinta-feira, 31. O pagamento será efetuado em 6 de outubro de 2025, com base na posição acionária de 7 de agosto de 2025 no que se refere à B3 (Bolsa brasileira) e 11 de agosto de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange (NYSE). As ações e os ADRs passarão a ser negociados ex-dividendos a partir de 8 de agosto de 2025 (inclusive).

Irani (RANI3) reporta lucro de R$ 112 milhões no 2T25

A Irani Papel e Embalagem (RANI3) anunciou nesta quinta-feira, 31, os resultados consolidados do segundo trimestre de 2025 (2T25). O lucro líquido atingiu R$ 112,068 milhões no 2T25, crescimento de 84,3% em relação ao 1T25 e de 168,5% frente ao 2T24. O resultado foi impactado por efeito não recorrente referente ao reconhecimento de crédito de IPI no valor de R$ 18,422 milhões. 

O Ebitda Ajustado da operação continuada foi de R$ 127,5 milhões no 2T25, com margem de 30,8%. Houve queda de 6,4% em relação ao 1T25, que registrou R$ 136,2 milhões e margem de 32,2%, reflexo do aumento do preço das aparas e dos menores volumes vendidos no trimestre, típicos da sazonalidade. Na comparação com o 2T24, o Ebitda cresceu 6,8%.

A receita líquida no 2T25 totalizou R$ 413,8 milhões, crescimento de 11,6% em relação ao 2T24, impulsionada principalmente pelos melhores preços praticados nos segmentos de Papéis para Embalagens Sustentáveis (Papel) e de Embalagens Sustentáveis (Papelão Ondulado). Na comparação com o 1T25, houve retração de 2,2%, impactada pelos menores volumes expedidos, reflexo da sazonalidade do mercado no período.  

Ecorodovias (ECOR3) anuncia pagamento de dividendo 

A Ecorodovias (ECOR3) divulgou que seu conselho de administração deliberou o pagamento de dividendos referentes ao exercício social de 2024, no montante de R$ 214.723.000,38 correspondentes a R$ 0,30867804540 por ação. Terão direito aos dividendos acionistas detentores de ações ao final do dia 04 de agosto de 2025, sendo que, a partir de 5 de agosto as ações serão negociadas “ex-dividendos”. O pagamento será realizado a partir de 29 de agosto de 2025.

Motiva (MOTV3) anuncia pagamento de dividendo no valor de R$ 360 milhões

O conselho de administração da Motiva (MOTV3) aprovou a distribuição de dividendos intermediários no valor total de R$ 360.575.000. Esse valor corresponde à R$ 0,179347034195 por ação ordinária. Os dividendos aprovados serão pagos com base na composição acionária de 5 de agosto de 2025, sendo que as ações da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 6 de agosto. O pagamento dos dividendos será realizado em 15 de agosto de 2025.

Bradesco (BBDC4) reporta lucro recorrente de R$ 6,1 bilhões, alta anual

O Banco Bradesco (BBDC4) teve no segundo trimestre de 2025 (2T25) lucro líquido recorrente de R$ 6,1 bilhões, alta de 28,6% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) subiu 3,2 pontos percentuais no ano e 0,2 pp no trimestre, para 14,6%.

A receita atingiu R$ 34 bilhões no trimestre, crescendo 15,1% na base anual, impulsionada por forte crescimento em todas as linhas: margem financeira total, receitas com serviços e seguros. A margem financeira chegou a R$ 18 bilhões no trimestre, crescendo 4,7% no trimestre e 15,8% no ano. A carteira de crédito expandida cresceu 11,7% ano/ano e 1,3% trimestre.

Em junho de 2025, o índice de inadimplência (atrasos acima de 90 dias) encontrava-se estável em 4,1%, mesmo indicador de março de 2025. As receitas de prestação de serviços cresceram 5,5% na comparação com o trimestre anterior e 10,6% na base anual.

Isa Energia Brasil (ISAE4) tem lucro líquido regulatório de R$ 255,6 milhões no 2T25

A Isa Energia Brasil (ISAE4) teve um lucro líquido regulatório de R$ 255,6 milhões no segundo trimestre (2T25). Esse valor corresponde à queda de 39,9% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda regulatório foi de R$ 789,6 milhões, queda de 11,4% na comparação com o 2T24. A receita líquida da Isa Energia somou R$ 1,028 bilhão, queda de 7,5% no ano. Veja mais detalhes na tabela ao fim dessa matéria.

Em junho de 2025, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) encerrou a discussão administrativa sobre o componente financeiro da RBSE (Rede Básica do Sistema Existente), o que incorreu na reversão, sem efeito caixa, do saldo excedente de R$ 275,1 milhões (brutos de PIS/COFINS) da parcela de ajuste do componente financeiro da RBSE que havia sido reconhecida em 2020, na primeira Revisão Tarifária Periódica (RTP) do contrato e estava sendo amortizada mensalmente até 2028.

Além da reversão da parcela de ajuste referente à decisão da Aneel, a receita da companhia também refletiu o acolhimento parcial de pleito da companhia pela Aneel, no despacho nº 1.228/25, para revisão da parcela de ajuste da RTP da Concessão Paulista de 2024, que gerou um efeito positivo de R$ 166,3 milhões (brutos de PIS/COFINS), a serem majoritariamente recebidos no ciclo 2025/2026. Com isso, a receita líquida do trimestre foi de R$ 1,029 bilhão (-7,5% vs 2T24).

A companhia explicou que a decisão da Aneel traz previsibilidade para o fluxo de recebimentos da RBSE com um total estimado de R$ 7,4 bilhões a serem recebidos até 2033, sendo R$ 3,8 bilhões referentes ao componente financeiro. “Embora a decisão da Aneel represente um impacto no curto prazo, o encerramento da discussão em âmbito administrativo reforça a segurança jurídica e regulatória para todo o setor. Antecipamos o término do componente financeiro da RBSE desde 2020 e, por isso, aceleramos nossos investimentos com uma visão de longo prazo, capazes de mais do que compensar a redução no fluxo de caixa com novos ingressos futuros. Nossa estratégia permanece firme, assim como o compromisso de distribuir, no mínimo, 75% do lucro líquido regulatório”, afirma Rui Chammas, diretor-presidente da  Isa Energia Brasil.

TIM Brasil (TIMS3) reporta alta no lucro líquido normalizado no 2T25

A TIM Brasil (TIMS3) teve lucro líquido normalizado de R$ 976 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse valor corresponde à alta de 25% na comparação com o segundo trimestre do ano passado (2T24). No 2T25 o Ebitda normalizado cresceu 6,3% na base anual de comparação, para R$ 3,35 bilhões. A receita líquida somou R$ 6,6 bilhões, expansão de 4,7% em relação ao 2T24.

A TIM também divulgou que seu conselho de administração elegeu Vicente de Moraes Ferreira para o cargo de diretor de relações com investidores. O executivo vai substituir Alberto Mario Griselli, que ocupava o cargo interinamente. Ferreira tomará posse em 1º de agosto.

Hapvida (HAPV3) revela plano de investimento em infraestrutura no RJ

A Hapvida (HAPV3) celebrou instrumentos de compra e venda e de locação de imóveis onde serão construídas novas unidades assistenciais com o objetivo de ampliação da infraestrutura assistencial e requalificação de unidades existentes em várias localidades da região metropolitana do Rio de Janeiro. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 30. O investimento total estimado para o território fluminense é de aproximadamente R$ 380 milhões, parte de um plano nacional ser executado até o final de 2026. As novas unidades previstas no plano contemplam, por enquanto, um novo hospital de alta complexidade, com 250 leitos e estrutura voltada a atendimentos para adultos e materno-infantis, localizado na Cidade Nova, região central da capital. O hospital contará com parque diagnóstico moderno, serviços eletivos, hotelaria diferenciada, tecnologia de ponta e atendimento premium. O investimento nessa unidade será de aproximadamente R$ 300 milhões. Também contempla três centros médicos com pronto atendimento, sendo um na Barra da Tijuca (Zona Oeste), um na Penha (Zona Norte) – ambos com ambulatórios de alta complexidade e diagnóstico por imagem – e um em Botafogo (Zona Sul), em conjunto com uma clínica para consultas eletivas. Contempla ainda 2 novas clínicas, sendo uma integrada ao centro médico de Botafogo e outra no município de Nova Iguaçu. Também será executado um retrofit completo do Hospital Santa Martha, em Niterói, com foco na modernização da infraestrutura e aprimoramento da qualidade assistencial.

Atualmente a Hapvida conta com 19 unidades próprias no estado do Rio de Janeiro, incluindo 4 hospitais, 3 prontos atendimentos, 6 clínicas e 6 unidades de diagnóstico, que atendem aproximadamente 1 milhão de beneficiários.

“A expansão contribuirá para uma presença ainda mais capilarizada na capital e em municípios vizinhos, tornando a companhia mais competitiva na oferta de serviços assistenciais próprios e em preços na região”, afirmou a Hapvida. A companhia também ressaltou que segue analisando oportunidades assistenciais inorgânicas ou em formato asset light na região a fim de acelerar sua presença local e ser ainda mais competitiva na praça, especialmente em regiões com perfil alinhado ao portfólio de produtos mais verticalizados (HMO).

Qualicorp (QUAL3) e MDS celebram acordo para cessão de carteira

A Qualicorp (QUAL3) e a MDS celebraram uma parceria comercial estratégica por meio da qual a Qualicorp irá ceder à MDS a integralidade da sua carteira de clientes corporativos de planos privados de assistência à saúde na modalidade empresarial. A Qualicorp e a MDS também firmaram acordo operacional por meio do qual, sem relação de exclusividade, a MDS poderá indicar potenciais clientes e oportunidades à Qualicorp no segmento de planos privados de assistência à saúde coletivos por adesão e a Qualicorp poderá realizar o mesmo para a MDS no segmento corporativo. Em contrapartida à cessão de carteira – Segmento Empresarial, a Qualicorp receberá o valor total de R$ 71,3 milhões. O fechamento da transação está sujeito à verificação de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e não envolve os planos na modalidade PME.

Minerva (BEEF3) conclui aquisição de ações ordinárias da Irapuru II Energia

A Minerva (BEEF3) concluiu a aquisição de 98% das ações ordinárias da Irapuru II Energia, sociedade de propósito específico subsidiária da Elera Energia. A operação, cujo valor total foi de R$ 21,8 milhões, tem como objetivo a implementação de projeto de autoprodução de energia por fonte fotovoltaica, de capacidade instalada agregada de 48,118MWac, a ser implantada na cidade de Janaúba, estado de Minas Gerais. Através desta operação, a Minerva terá energia suficiente para abastecer parte do consumo de 9 de suas plantas no Brasil. A Minerva Foods destacou que suas plantas já consomem energia renovável via Mercado Livre desde 2020. Além disso, a companhia adquire Certificados de Energia Renovável (I-RECs) por meio de sua subsidiária Minerva Energia, permitindo assim neutralizar as emissões de gases do efeito estufa em todas as operações nos países de atuação.

Divulgam resultado nesta quinta, 31:

Vale, Gerdau, Metalúrgica Gerdau, CSN Mineração, CSN, Marcopolo – após o fechamento do mercado.

Agenda de proventos desta quinta, 31:

Quinta, 31

Bradesco (BBDC4)

O Banco Bradesco paga nesta quinta-feira, 31, juros sobre o capital próprio complementares anunciados em dezembro de 2024. Têm direito acionistas que detinham ações em 30.12.2024 (data-base de direito). As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre o capital próprio complementares” a partir de 2.1.2025. O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,24 por ação preferencial, já deduzido do Imposto de Renda na Fonte de 15%.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga nesta quinta, 31, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data base foi 23 de julho.

Smartfit (SMFT3) 

A Smartfit paga nesta quinta-feira, 31, juros sobre capital próprio no valor de R$ 0,06 por ação. A data base para o direito ao recebimento do JCP foi 13 de junho de 2025. Desde 16 de junho, inclusive, as ações da companhia são negociadas “ex-juros sobre capital próprio” na B3.

 

 

 

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Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado https://financenews.com.br/2025/07/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2025/07/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 30 Jul 2025 21:40:55 +0000 https://financenews.com.br/?p=191125             Publicado às 18h37 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   […]

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Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

 

 

 

 

 

 

Publicado às 18h37

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 30, interromper o ciclo de alta da taxa básica de juros, que foi mantida em 15% ao ano. A Selic está no nível o mais alto desde maio de 2006. A decisão do Copom foi unânime. No comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária destacou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“​O ambiente externo está mais adverso e incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de suas políticas comercial e fiscal e de seus respectivos efeitos. Consequentemente, o comportamento e a volatilidade de diferentes classes de ativos têm sido afetados, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica tem apresentado, conforme esperado, certa moderação no crescimento, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,1% e 4,4%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,4% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê tem acompanhado, com particular atenção, os anúncios referentes à imposição pelos EUA de tarifas comerciais ao Brasil, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Além disso, segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. Em se confirmando o cenário esperado, o Comitê antecipa uma continuação na interrupção no ciclo de alta de juros para examinar os impactos acumulados do ajuste já realizado, ainda por serem observados, e então avaliar se o nível corrente da taxa de juros, considerando a sua manutenção por período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/07/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-132/ https://financenews.com.br/2025/07/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-132/#respond Mon, 28 Jul 2025 00:21:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=190938           Publicado às 21h Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp […]

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Eventos no radar do mercado

Decisão sobre juros nos EUA

O Banco Central dos Estados Unidos decide sobre os juros nesta semana. Na quarta-feira, às 15h, o Comitê Federal de Mercado Aberto do BC dos EUA informa se haverá manutenção ou não dos juros na maior economia do mundo. O mercado aguarda com expectativa a coletiva de imprensa do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell. Será às 15h30 e pode trazer sinalizações sobre o rumos dos juros  nos EUA em um momento de pressão do presidente americano, Donald Trump, para que as taxas sejam reduzidas.  

Decisão sobre juros no Brasil

Também na quarta-feira, a partir das 18h30, o Comitê de Política Monetária do Banco Central divulga o resultado de sua reunião. O consenso do mercado é que a Selic seja mantida em 15%. Analistas esperam pela divulgação do comunicado do Copom com sinalizações sobre o rumo dos juros.

PIB dos EUA e dados do emprego

Ainda na quarta-feira será divulgada às 9h30 a primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre. Na sexta-feira, às 9h30, ocorre a divulgação dos dados do emprego, no chamado Payroll. Esse documento ajuda analistas calibrar suas projeções sobre a economia norte-americana. 

Tarifas de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo um acordo comercial com a União Europeia. Os produtos do bloco europeu passarão a ser taxados em 15%, e não mais em 30%, como havia sido anunciado anteriormente. A taxa de 15% se aplica a automóveis, semicondutores e produtos farmacêuticos. Mas o alumínio e o aço seguem com sobretaxa de 50%.

Já o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que as tarifas impostas pelos Estados Unidos entrarão em vigor na próxima sexta-feira, 1º de agosto. Segundo ele, não haverá “prorrogações”. O Brasil foi alvo de uma tarifa de 50% e até o momento o governo brasileiro segue distante de qualquer acordo com a Casa Branca. Analistas destacam que a politização da questão tarifária dificulta as negociações. As incertezas relacionadas ao tarifaço de Trump contra o Brasil e seus impactos em diversos setores são um dos principais eventos no radar de investidores nesta semana.

Temporada de resultados nos EUA

Gigantes do setor de tecnologia nos Estados Unidos divulgam seus resultados nesta semana. A Meta Platforms e a Microsoft apresentam seus balanços trimestrais na quarta-feira. A Apple e a Amazon, na quinta-feira. 

Temporada de resultados no Brasil

A temporada de resultados do segundo trimestre de 2025 (2T25) ganha força. Gigantes da Bolsa como Vale e Bradesco divulgam seus resultados nesta semana. Confira:

Segunda-feira, 28

Telefônica Brasil – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 29

Motiva, Intelbras – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 30

Santander Brasil – antes da abertura do mercado.

Bradesco, TIM, ISA Energia, Ecorodovias, Profarma, d1000 – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 31

Ambev, Irani – antes da abertura do mercado.

Vale, Gerdau, Metalúrgica Gerdau, CSN Mineração, CSN, Marcopolo – após o fechamento do mercado.

Notícias corporativas

Log (LOGG3) assina contrato para venda do ativo Log Brasília por R$ 163 milhões

A Log Commercial Properties (LOGG3) informou no sábado, 26, que realizou, nesta data, a celebração de contrato com o HCO Opps Aero II Fundo de Investimento Imobiliário de Responsabilidade Limitada (FII), fundo de investimento gerido pela HCO Group, uma joint venture entre Huma Capital e veículos da Oaktree Capital Management, para a venda do ativo Log Brasília.

Localizado próximo ao aeroporto de Brasília, o Log Brasília tem Área Bruta Locável (ABL) de 63.592 m² (48.686,8 m² % LOG). O preço acordado para a transação é de R$ 163.651.795,00 equivalente a R$ 3.361/m², próximo ao Valor Patrimonial Líquido (NAV) do ativo, e a margem bruta da transação será de 27,2%.

Esta é a segunda transação concluída em 2025, que, juntas, totalizam R$ 424.651.795,00 com margem bruta de 31,5%, em linha com o plano anual de desinvestimentos da companhia. “A operação reforça a atratividade e liquidez do portfólio, refletindo a execução disciplinada da estratégia de geração de valor via reciclagem de ativos”, afirmou a Log em um fato relevante.

São Martinho (SMTO3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da São Martinho (SMTO3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 150 milhões. A informação foi divulgada após o fechamento do mercado na sexta-feira, 25. Esse valor é equivalente a R$ 0,456512899 por ação, com retenção de Imposto de Renda na Fonte. O pagamento será realizado no dia 8 de agosto. Terão direito ao recebimento dos JCP  acionistas com ações da companhia em 30 de julho. Os papéis passam a ser negociados “ex” JCP a partir de 31 de julho.

Moody’s atribui nota de crédito global ‘Baa2’ à CPFL (CPFE3)

A agência de classificação de risco Moody’s atribuiu nota de crédito global “Baa2” à CPFL Energia (CPFE3). Desse modo, a companhia entra no seleto grupo de empresas brasileiras que possuem ratings acima do nível de grau de investimento (Baa3), e dois níveis acima do rating soberano brasileiro (Ba1).

A perspectiva é “estável”. Segundo o relatório da Moody’s, a classificação da CPFL Energia reflete a avaliação de uma alta probabilidade de suporte contínuo de seu acionista controlador, a State Grid International Development Limited, com base no alinhamento estratégico entre as duas entidades, vinculação estrutural através da aceleração de crossdefault, o histórico de suporte financeiro recebido do controlador estrangeiro e evidências de supervisão e monitoramento parental próximos, o que se traduz em um aumento de dois níveis em relação ao perfil de crédito independente da CPFL.

Além disso, o perfil de crédito independente da CPFL Energia se beneficia de seu perfil de negócios diversificado e de uma posição de mercado bem estabelecida no mercado de eletricidade brasileiro, com operações em larga escala nos segmentos de distribuição, geração, transmissão e comercialização.

Banco do Brasil (BBAS3) divulgará resultado do 2T25 em 14/08

O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou que divulgará seu resultado referente ao 2º trimestre de 2025 no dia 14 de agosto após o fechamento do mercado.

Dessa forma, entre 30/07/2025 e 14/08/2025, o BB estará em período de silêncio (quiet period). A iniciativa busca atender às melhores práticas de governança corporativa garantindo a equidade no tratamento das informações.

No dia 15 de agosto, sexta-feira, às 9h (horário de Brasília) será realizada a live do resultado do 2T25. O evento será transmitido ao vivo em português, com tradução simultânea para o inglês e libras, e poderá ser acessado por link disponibilizado na sua página de relações com investidores.

Vale lembrar que, conforme calendário divulgado em 19 de fevereiro, o Banco do Brasil deve anunciar em 13 de agosto proventos complementares relativos ao 2T25 e no dia 20 de agosto, proventos antecipados relativos ao terceiro trimestre.

Ultra (UGPA3) muda banco escriturador das ações 

A Ultra (B3:UGPA3; NYSE: UGP) informou que a partir de 1° de agosto de 2025, a Itaú Corretora de Valores passará a atuar como instituição escrituradora das ações de emissão da companhia, em substituição ao Banco Bradesco. Os acionistas com ações em custódia na B3 continuarão a ser atendidos, normalmente, pelas suas respectivas corretoras de títulos e valores mobiliários e/ou agentes de custódia, não havendo interrupção da negociação das ações da companhia.

Devido ao processo de migração, haverá suspensão do atendimento aos acionistas de 28 a 31 de julho de 2025 para os seguintes procedimentos: consultas de posição; transferências de ações fora da bolsa de valores; transferência de custódia; pagamentos de eventuais eventos pendentes; atualização cadastral; e registro de gravames, entre outros. As ordens de transferência de ações (movimentação de custódia) cujos bloqueios tenham sido efetuados pelo Banco Bradesco, sem que o respectivo depósito tenha ocorrido, serão repassadas ao Itaú para conclusão do processo.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Aure3, Pomo4, Ggbr4, Csna3, Mdne3 e de Dirr3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Quarta, 30

Iguatemi (IGTI11) 

A Iguatemi paga na quarta-feira, 30, a segunda parcela do dividendo anunciado em 17 de abril de 2025. O valor de cada parcela é R$ 0,16 por unit IGTI11. A data de corte para definição dos acionistas que têm direito foi 17 de abril de 2025. A terceira parcela será paga em 30 de outubro de 2025.

São Martinho (SMTO3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da São Martinho anunciados em 25 de julho, é na quarta-feira, 30. Os papéis passam a ser negociados “ex” JCP a partir de 31 de julho. O valor é de R$ 0,45 por ação, com retenção de Imposto de Renda na Fonte. O pagamento será realizado no dia 8 de agosto.

Quinta, 31

Bradesco (BBDC4)

O Banco Bradesco paga na quinta-feira, 31, juros sobre o capital próprio complementares anunciados em dezembro de 2024. Têm direito acionistas que detinham ações em 30.12.2024 (data-base de direito). As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre o capital próprio complementares” a partir de 2.1.2025. O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,24 por ação preferencial, já deduzido do Imposto de Renda na Fonte de 15%.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na quinta, 31, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data base foi 23 de julho.

Smartfit (SMFT3) 

A Smartfit paga na quinta-feira, 31, juros sobre capital próprio no valor de R$ 0,06 por ação. A data base para o direito ao recebimento do JCP foi 13 de junho de 2025. Desde 16 de junho, inclusive, as ações da companhia são negociadas “ex-juros sobre capital próprio” na B3.

Sexta, 1° de agosto

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da Caixa Seguridade anunciados em 6 de maio, é na sexta-feira, 1° de agosto. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 4 de agosto. O valor por ação é R$ 0,31. Os dividendos serão pagos no dia 15 de agosto de 2025.

Banestes (BEES3) 

O Banestes paga na sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02. A data-base foi 1° de julho.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga na sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014662352 por ação ordinária e R$ 0,016128588 por ação preferencial. A data-base foi 1° de julho.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga na sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de  R$ 0,015 por ação. A data-base foi 30 de junho.

Vulcabras (VULC3) 

A paga a primeira parcela de dividendo intermediário anunciado em maio. A data de corte foi em 17/07/2025. O valor da parcela é R$ 0,125.

 

 

 

 

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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h)

Alemanha (DAX): +0,87% 

Londres (FTSE 100): +0,65%

Japão (Nikkei 225): -0,21% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,07% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +1,26% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,85% (US$ 77,4). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,78% (US$ 74,05)

Bitcoin futuro: +1,55% (US$ 106.042)

Minério de ferro em Dalian (6h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,93% a 703 iuanes (US$ 97,8). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html

Futuros de ações em Nova York 

Às 6h58 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,24% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,26%. Nasdaq futuro caía 0,27%.

Mercado repercute decisão do Copom

O mercado repercute nesta sexta-feira, 20, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa básica de juros em 0,25%. Agora a taxa básica de juros passou a ser de 15% ao ano. O economista-chefe do Banco Bmg, Flávio Serrano, destacou que, apesar da alta, a sinalização prospectiva aponta para uma interrupção no ciclo de elevação da Selic, em se confirmando o cenário esperado daqui até a próxima reunião. “Os membros querem agora examinar os impactos acumulados do ajuste já realizado e, assim, avaliar se o nível atual é suficiente para assegurar a convergência da inflação para a meta. Acreditamos que esse movimento marcou o final do processo de ajuste da taxa básica de juros, que seguirá estável provavelmente até o final de 2025”, afirma.

Tatiana Pinheiro, economista-chefe da Galapagos Capital, comenta que o Banco Central sinalizou uma pausa no ciclo de alta para avaliar os efeitos acumulados do aperto já implementado. “Em nossa leitura, esta foi a última elevação do ciclo, que totalizou 450 pontos-base desde setembro. A taxa real ex-ante Swap-DI de 1 ano menos expectativa de inflação 12 meses à frente, está em 9,5%, bem acima do juro neutro estimado pelo próprio Bacen (5%), caracterizando um aperto monetário relevante”, explica a economista. Na opinião de Tatiana, a comunicação adotou um tom duro, ao reforçar a estratégia de manter os juros elevados por um período “bastante” prolongado, além do compromisso com a convergência da inflação à meta de 3%, quando explicita nova alta de juros se o cenário divergir do esperado por eles.

Notícias corporativas

PetroReconcavo (RECV3): ANP aprova retorno de operações no campo de Cassarongongo

A PetroReconcavo (RECV3) informou que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deferiu o pleito de retorno operacional das estações Nova Cassarongongo e Ilhas, localizadas no campo Cassarongongo, na Bahia. A companhia destacou que iniciará o plano de retomada operacional com base na excelência de padrões de segurança e meio ambiente, visando o pronto restabelecimento das operações das instalações. Na semana passada a PetroReconcavo havia informado a interdição das instalações do campo de cassarongongo pela ANP. 

Neoenergia (NEOE3) se manifesta sobre notícia de que Iberdrola avalia fechar seu capital 

A Neoenergia (NEOE3) se manifestou sobre a informação divulgada pela Veja Online. A matéria reporta que a Iberdrola, multinacional espanhola do setor de energia elétrica, avalia fechar o capital da controlada Neoenergia no Brasil. No comunicado, onde presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários, a Neoenergia afirma que “não tomou conhecimento de qualquer decisão e/ou deliberação tendente ao fechamento de seu capital”. A companhia ressaltou que, diante de qualquer fato ou negócio jurídico que deva ser divulgado, irá manter seus acionistas e o mercado em geral informados.

Taesa (TAEE11): Pitiguari entra em operação total

A Taesa (TAEE11) informou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu o Termo de Liberação Definitivo referente à energização da LT 230 kV Abdon Batista – Videira C1 e C2, referente à conclusão da instalação da concessão Pitiguari Transmissora de Energia Elétrica. Com esta liberação, Pitiguari passa a receber uma Receita Anual Permitida (RAP) remanescente de aproximadamente R$ 17,8 milhões (referente ao ciclo 2024-2025). A RAP é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. Com a energização deste trecho, a concessão entrou em operação total, passando a adicionar o valor de R$ 22,2 milhões de RAP para a Taesa. O empreendimento foi entregue em duas fases. A primeira foi concluída com 26 meses de antecedência, conforme comunicado ao mercado de 10 de janeiro de 2025, e a segunda com cerca de 22 meses de antecedência ao prazo limite estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), previsto para março de 2027. Pitiguari é um empreendimento referente ao lote 10 do leilão de transmissão nº 01/2022, realizado em junho de 2022, e 100% controlada pela Taesa. O empreendimento está localizado no estado de Santa Catarina, com extensão aproximada de 92,7 km de linhas de transmissão, sendo 66,7 km de circuito duplo.

Zamp (ZAMP3): vice-presidente da unidade de negócios de Popeyes renuncia

A Zamp (ZAMP3) informou que Otávio Bravo Pimentel renunciou ao cargo de diretor vice-presidente da unidade de negócios de Popeyes. Esse cargo permanecerá vago até que o conselho de administração delibere pela eleição do seu substituto, informou a Zamp.

Petrobras paga nesta sexta-feira 2° parcela do dividendo anunciado em fevereiro

A Petrobras (PETR3, PETR4) paga nesta nesta sexta-feira, 20, a segunda parcela do dividendo anunciado em fevereiro. O valor por ação é R$ 0,37629728. O pagamento considera a data de 16/04/2025 como data base da posição acionária. As ações da Petrobras são negociadas ex-direito a esse dividendo na B3 desde 17 de abril. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 20 de maio. 

Multiplan (MULT3) paga JCP aprovado em junho de 2024

A Multiplan (MULT3) paga nesta sexta-feira, 20, os JCP aprovados em 21 junho do ano passado. O valor total bruto é de R$ 135 milhões. O valor por ação é R$ 0,23367480683. Tem direito a esse JCP acionistas inscritos nos registros da companhia no dia 26 de junho de 2024. Desde 27 de junho de 2024 as ações passaram a ser negociadas “ex juros”. 

Atenção investidor da Itaúsa: data de corte para JCP é nesta sexta, 20

Esta sexta-feira, 20, é a data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre capital próprio (JCP) anunciados pela Itaúsa em 16 de junho. O montante bruto é de R$ 650 milhões (R$ 0,0591 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 553 milhões (R$ 0,050235 por ação), considerando a retenção de 15% de imposto de renda na fonte. Esses JCP serão pagos até 29 de agosto de 2025.

Atenção investidor da WEG (WEGE3): data de corte para JCP é nesta sexta, 20

Esta sexta-feira, 20, é a data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre capital próprio (JCP) anunciados pela WEG (WEGE3) em 17 de junho. De 23 de junho em diante as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O conselho de administração da WEG (WEGE3) deliberou declarar juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 394,6 milhões. O pagamento de JCP ocorrerá em 13 de agosto de 2025 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,079950000 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%. 

4 companhias anunciaram provento

Após o fechamento do mercado na quarta-feira, 18, quatro companhias anunciaram o pagamento de proventos. Veja abaixo:

Bradesco (BBDC4)

O conselho de administração do Banco Bradesco (BBDC4) aprovou proposta da diretoria para pagamento de juros sobre o capital próprio intermediários, no valor total de R$ 3 bilhões, sendo R$ 0,270146729 por ação ordinária e R$ 0,297161402 por ação preferencial. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 30.6.2025 (data-base de direito), passando as ações a ser negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 1° de julho. O pagamento ocorrerá até 31.1.2026 pelo valor líquido de R$ 0,229624720 por ação ordinária e R$ 0,252587192 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Odontoprev (ODPV3)

O conselho de administração da Odontoprev (ODPV3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. Terão direito os detentores de ações de emissão da companhia em 24 de junho de 2025. As ações da companhia serão negociadas ex-direito aos juros sobre o capital próprio a partir de 25 de junho. O montante total bruto é R$ 26.016.246,09 correspondentes a R$ 0,0477280710 por ação. O valor líquido é de R$ 0,0405688600 por ação. A data do pagamento será em 10 de dezembro de 2025.

Celesc (CLSC4)

O conselho de administração da Celesc (CLSC4) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. O montante aprovado é de R$ 58.669.387,64 à razão de R$ 1,435300308 por ação ordinária e R$ 1,578830339 por ação preferencial. Terão direito detentores de ações de emissão da companhia em 25 de junho de 2025, sendo as ações negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 26 de junho. A data e a forma de pagamento serão deliberadas oportunamente pelo conselho de administração e/ou pela assembleia geral de acionistas. O pagamento será realizado em duas parcelas: a primeira parcela até 30/06/2026 e a segunda parcela até 30/12/2026. A primeira parcela (50%) será no valor de R$ 29.334.693,82, sendo pago R$ 0,7176501540 por ação ordinária e R$ 0,7894151695 por ação preferencial. A segunda parcela, também, no montante de R$ 29.334.693,82 sendo pago R$ 0,7176501540 por ação ordinária e R$ 0,7894151695 por ação preferencial.

Sanepar (SAPR11)

O conselho de administração da Sanepar (SAPR11) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 420.369.427,96. Esse montante corresponde a R$ 0,260782756 por ação ordinária, R$ 0,286861032 por ação preferencial e a R$ 1,408226885 por unit. Esses juros sobre o capital próprio estão sujeitos à incidência de Imposto de Renda. Terão direito as pessoas com ações da companhia em 30 de junho de 2025 (data de corte). A partir de 1° de julho de 2025, as ações serão negociadas ex-juros. O pagamento ocorrerá em data a ser definida em assembleia geral ordinária a ser realizada até o mês de abril de 2026.

Divulgou data para pagamento de provento

Blau Farmacêutica (BLAU3)

A Blau Farmacêutica (BLAU3) informou que irá pagar a segunda parcela dos juros sobre o capital, no valor de R$ 26.250.000, em 2 de julho de 2025. A data de corte (data com-direito) foi em 21 de março de 2025, sendo que desde 24 de março as ações da companhia passaram a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,14773689117 por ação. A Blau efetuou o pagamento da primeira parcela do JCP, no valor de R$ 18.750.000,00 no dia 01/04/2025.

 

 

 

 

 

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