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Banco Pine (PINE4) poderá recomprar até 10 milhões de ações https://financenews.com.br/2026/05/banco-pine-pine4-podera-recomprar-ate-10-milhoes-de-acoes/ https://financenews.com.br/2026/05/banco-pine-pine4-podera-recomprar-ate-10-milhoes-de-acoes/#respond Tue, 12 May 2026 21:14:42 +0000 https://financenews.com.br/?p=207452   Publicado às 18h13 O conselho de administração do Banco Pine (PINE4; PINE3) aprovou nesta […]

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Publicado às 18h13

O conselho de administração do Banco Pine (PINE4; PINE3) aprovou nesta terça-feira, 12, a aquisição de ações de emissão do Banco para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento. O colegiado autorizou a aquisição de até 10 milhões de ações de própria emissão de qualquer espécie, tanto ordinária quanto preferencial, para permanência em tesouraria e posterior alienação, transferência ou cancelamento, sem redução do capital social. 

O Pine explicou que a aquisição objetiva viabilizar o pagamento de remuneração variável aos administradores da companhia, e maximizar a geração de valor para os acionistas. 

A companhia possui 65.684.930 de ações preferenciais em circulação e 2.983.776 de ações preferenciais em tesouraria. Também possui 3.074.407 de ações ordinárias em circulação e 203.500 ações ordinárias em tesouraria.

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Rápidas: Petrobras, Prio, Brava, Vale, Azul, Braskem, Randoncorp, Frasle, Sanepar, Pine, Santander, Mills https://financenews.com.br/2026/04/rapidas-petrobras-prio-brava-vale-azul-braskem-randoncorp-frasle-sanepar-pine-santander-mills/ https://financenews.com.br/2026/04/rapidas-petrobras-prio-brava-vale-azul-braskem-randoncorp-frasle-sanepar-pine-santander-mills/#respond Mon, 20 Apr 2026 14:31:35 +0000 https://financenews.com.br/?p=206272 Publicado às 11h31 Ibovespa Às 11h31 o Ibovespa subia 0,25% aos 196.217 pontos. Às 11h29 […]

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Publicado às 11h31

Ibovespa

Às 11h31 o Ibovespa subia 0,25% aos 196.217 pontos. Às 11h29 o dólar comercial tinha leve queda de 0,01% cotado a R$ 4,983 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às 11h20 o preço do barril de petróleo tinha alta de 4,5% a 94,4 dólares. Com isso as ações da Petrobras operavam no positivo. Às 11h29 as ações PN tinham alta de 1,67% cotadas a R$ 46,99. 

Prio (PRIO3), Brava (BRAV3), PetroReconcavo (RECV3)

As ações das petroleiras juniores Prio e Brava também tinham alta. Às 11h28 os papéis da Prio subiam 0,45% e os da Brava 2,05%. As ações da PetroReconcavo subiam 0,08%.

Vale (VALE3)

Às 11h28 as ações da Vale tinham queda de 0,99% cotadas a R$ 88,86. A queda ocorre mesmo com o preço do minério fechando em alta na China nesta sessão.

Azul (AZUL3)

As ações da Azul passam a ser negociadas nesta segunda-feira sob o código ‘AZUL3’ na B3. Às 11h28 caíam 10,17%.

Braskem (BRKM5)

O mercado repercute a informação de que a Novonor assinou um acordo para vender sua fatia na Braskem para fundo Shine. Às 11h27 os papéis BRKM5 subiam 0,55%.

Randoncorp (RAPT4) 

A Randoncorp divulgou nesta segunda-feira, 20, que teve em março de 2026 receita líquida consolidada de R$ 1,149 bilhão, alta de 4,3% em relação a março de 2025. No acumulado do trimestre a receita somou R$ 3,067 bilhões, queda de 3,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2025. A Randoncorp divulgará os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 7 de maio, após o fechamento do mercado. 

Frasle (FRAS3)

A Frasle, controlada pela Randoncorp, teve receita líquida consolidada de R$ 479,2 milhões em março, alta de 5% em relação ao mesmo mês de 2025.  No acumulado do trimestre a receita somou R$ 1,250 bilhão, queda de 6,1% na comparação com o primeiro trimestre de 2025. A Frasle divulgará os resultados do 1T26 em 6 de maio, também após o fechamento do mercado.

Sanepar (SAPR11, SAPR4)

Às 11h27 as ações e units da Sanepar subiam mais de 2%. A Sanepar entrou com mandado de segurança contra atos da Agepar relativos ao precatório (leia mais aqui).

Santander Brasil (SANB11)

A data com (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Santander Brasil, anunciados em 10 de abril, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-provento. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,44. O valor por ação PN é R$ 0,23; e por ação ON é R$ 0,21. O pagamento será a partir do dia 7 de maio de 2026.

Mills (MILS3)

A data com (data de corte) para ter direito aos dividendos extraordinários da Mills, anunciados em 23 de dezembro de 2025, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,66 por ação. O pagamento ocorrerá em 30 de abril de 2026.

Banco Pine (PINE4)

A data com (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Banco Pine, anunciados em 14 de abril, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 0,22 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos JCP ocorrerá em 30 de abril de 2026.

Motiva (MOTV3)

A data com (data de corte) para ter direito ao dividendo da Motiva, anunciado em 15 de abril, é nesta segunda, 20. A partir de quarta-feira, 22, as ações passarão a ser negociadas ex-provento. O valor total é de R$ 124.082.805,49. O valor por ação é R$ 0,06. O pagamento será em 30 de abril de 2026.

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B3, Ecorodovias, Pine, Riachuelo, RD Saúde e outros destaques corporativos  https://financenews.com.br/2026/03/b3-ecorodovias-pine-riachuelo-rd-saude-e-outros-destaques-corporativos/ https://financenews.com.br/2026/03/b3-ecorodovias-pine-riachuelo-rd-saude-e-outros-destaques-corporativos/#respond Wed, 01 Apr 2026 00:52:35 +0000 https://financenews.com.br/?p=205300   Publicado às 21h49 Notícias corporativas  IRB (IRBR3): assembleia aprova pagamento de dividendo O IRB […]

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Publicado às 21h49

Notícias corporativas 

IRB (IRBR3): assembleia aprova pagamento de dividendo

O IRB (IRBR3) divulgou na noite desta terça-feira, 31, que a assembleia geral ordinária e extraordinária realizada nesta data aprovou o pagamento de dividendo. O montante é de R$ 48.557.777,44. O valor por ação é R$ 0,594903944527226. O pagamento será em 17 de abril de 2026, com base na posição acionária ao final do pregão do dia 6 de abril de 2026. A partir do pregão de 7 de abril as ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos na B3.

Ecorodovias vence leilão da Rota das Gerais em Minas Gerais

Após leilão realizado na B3, nesta terça-feira, 31, a Ecorodovias (ECOR3) ficou com o contrato de concessão de 30 anos da Rota das Gerais.

A Rota das Gerais interliga os municípios de Divisa Alegre/MG, localizado próximo à divisa entre os estados de Minas Gerais e Bahia, a Governador Valadares/MG, por meio da BR-116/MG, e a Montes Claros/MG, pela BR251/MG.

As rodovias atravessam 26 municípios e constituem importantes corredores logísticos de longa distância que conectam as regiões Nordeste e Sudeste.

A continuidade desses corredores ocorre a partir de Governador Valadares/MG, com a Ecovias Rio Minas, e de Montes Claros/MG, com a Ecovias Norte Minas, permitindo a captura de sinergias operacionais entre a nova concessão e o grupo Ecorodovias.

O projeto prevê obras de ampliação da capacidade e melhorias, principalmente, 187 km de duplicações e 160 km de faixas adicionais, com o principal ciclo de investimentos entre o terceiro e o décimo ano de concessão.

A concessionária deverá implantar 9 pontos de cobrança, originalmente previstos no contrato de concessão como praças de pedágio, que poderão ser implementados no modelo de pedágio eletrônico (free flow), mediante autorização da (Agência Nacional de Transportes Terrestres) ANTT, com o início da arrecadação após o atendimento das condicionantes previstas.

“A conquista da Rota das Gerais está alinhada à estratégia seletiva de crescimento da Ecorodovias, por meio de ativos com taxas de retorno atrativas e disciplina na alocação de capital, visando à maximização da geração de valor aos acionistas”, afirmou a companhia, destacando que, com esse ativo, passará a contar com 12 concessões rodoviárias, totalizando mais de 5.000 km de rodovias sob administração.

B3 (B3SA3) ajusta valor por ação de juros sobre o capital

A B3 (B3SA3) informou nesta terça-feira, 31, que ajustou o valor por ação dos juros sobre o capital aprovados em reunião do conselho de administração em 26 de março de 2026. O valor bruto passou de R$ 0,07434043351 para 0,07433972992. O valor líquido passou de R$ 0,06133085764 para R$ 0,06133027718.

O valor líquido já deduz o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito foi nesta terça-feira, 31 de março. As ações da companhia passam a ser negociadas na condição “ex” proventos a partir de quarta-feira, 1° de abril. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado em 13 de abril de 2026, com base na posição acionária de 31 de março de 2026.

Wellington Management eleva participação na Sabesp

A Wellington Management elevou sua participação na Sabesp (SBSP3), conforme informado ao mercado pela companhia de saneamento nesta terça-feira, 31.

A gestora, na qualidade de administradora de recursos de terceiros, adquiriu ações ordinárias emitidas pela Sabesp, sendo que suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 35.897.672 ações ordinárias, representando aproximadamente 5,09% do total de ações ordinárias de emissão da companhia.

A Wellington Management é uma das maiores empresas independentes de gestão de investimentos do mundo, com mais de US$ 1 trilhão em ativos sob gestão (AUM) para clientes em 60 países.

Moody’s Local Brasil eleva ratings do Pine (PINE4)

A agência de classificação de risco, Moody’s Local Brasil, elevou os ratings de emissor e depósito de longo prazo para ‘A+.br’ (de A.br) e afirmou o rating de depósito de curto prazo em ML A-1.br do Banco Pine (PINE4). A perspectiva é “positiva”.

A agência explicou que a elevação dos ratings do Pine reflete o fortalecimento recente de sua posição de capital após follow-on realizado em março de 2026, acompanhado pelo resultado fortalecido de 2025, que apresentou uma rentabilidade robusta e um perfil de risco de ativos controlados.

Com a oferta pública subsequente de ações, o Pine levantou R$ 245,9 milhões, o que elevou o capital social para R$ 1,27 bilhões. O patrimônio fortalecido gera uma maior robustez da posição de capital regulatório do banco, que foi mantido por anos em patamares modestos e próximos ao mínimo regulatório, destaca a Moody’s Local Brasil.

Em relatório seus analistas explicam que a perspectiva positiva incorpora a expectativa de que o banco continuará fortalecendo a sua rentabilidade com maior robustez e gradual diversificação das suas operações, enquanto eleva a diversificação de sua estrutura de funding, com uma menor dependência de depósitos a prazo, nos próximos 12 meses.

B3 lançará contratos de eventos de Ibovespa B3, dólar e bitcoin em abril

A B3 (B3SA3) divulgou nesta terça-feira, 31, que lançará no dia 27 de abril seis novos contratos de eventos. Os produtos ampliam a oferta de derivativos listados oferecendo uma mecânica mais simplificada de negociação. Os seis contratos serão referenciados no Ibovespa B3, dólar e bitcoin. São eles:

  • Contrato de Evento sobre Futuro Míni de Ibovespa B3 (ticker: BWI);
  • Contrato de Evento sobre Índice Bovespa B3 (ticker: BBV);
  • Contrato de Evento sobre Futuro Mini de Dólar (ticker: BWD);
  • Contrato de Evento sobre Dólar à Vista (ticker: BDO);
  • Contrato de Evento sobre Futuro de Bitcoin (ticker: BBI);
  • Contrato de Evento sobre Bitcoin à Vista (ticker: BBC).

Os contratos de eventos são instrumentos derivativos vinculados a eventos com resultado objetivo e, no caso dos seis novos produtos, definidos a partir do comportamento de variáveis do mercado – por exemplo, o fechamento do dólar no dia.

Nesses contratos, o investidor negocia a probabilidade de ocorrência do evento por meio do preço do contrato, que varia de R$ 0 a R$ 100.

Embora sejam semelhantes às Opções tradicionais, os contratos de eventos se diferenciam pelo pagamento fixo, potencial de ganho conhecido no início da operação e risco limitado para compradores e vendedores, o que torna seu funcionamento mais simples.

Os novos produtos foram autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) inicialmente para negociação exclusiva por investidores profissionais (com mais de R$ 10 milhões alocados em ativos financeiros ou certificação técnica emitida pela autarquia).

A estrutura dos contratos seguirá regras comuns aos derivativos já negociados no ambiente regulado da B3, incluindo liquidação exclusivamente financeira, formação transparente de preço em tela, livro multilateral onde todos os investidores interagem entre si, garantia de contraparte para liquidação e parâmetros objetivos para verificação de resultados nos vencimentos.

“A B3 já oferece Opções de Copom e das decisões de política monetária dos Estados Unidos, Europa e México , e temos acompanhado a evolução dos mercados preditivos no exterior para trazer novos Contratos de Eventos para o Brasil, em diálogo com a CVM e o mercado. Esses lançamentos têm como principal característica uma experiência de operação simplificada, preservando os elevados padrões de segurança, monitoramento de mercado, robustez operacional e governança que caracterizam o ambiente listado e regulado da B3”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3.

RD Saúde (RADL3) anuncia pagamento de R$ 150,4 milhões em juros sobre o capital 

O conselho de administração da RD Saúde (RADL3) aprovou nesta terça-feira, 31, a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante total bruto de R$ 150,4 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,08601480302. Tem direito quem tiver ações em 3 de abril de 2026. A partir de 6 de abril as ações da companhia serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. O pagamento será até o dia 1° de dezembro de 2026, em data a ser fixada pela administração.

Riachuelo (RIAA3): conselho aprova pagamento de R$ 50 milhões em JCP

A Riachuelo (RIAA3), antiga Guararapes, informou nesta terça-feira, 31, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto é de R$ 50 milhões. Esse montante corresponde a R$ 0,0997 por ação ordinária. Terão direito a esses JCP acionistas da Riachuelo em 6 de abril de 2026. Dessa forma, a partir de 7 de abril (inclusive), as ações ordinárias de emissão da companhia serão negociadas “ex-JCP”.

A Riachuelo informou ainda que a data de início do pagamento desses JCP serão divulgadas imediatamente após a assembleia geral ordinária, a ser realizada em 2027.

Blau (BLAU3) divulgada data de pagamento de frações de ações decorrente da bonificação 

A Blau (BLAU3) anunciou que as frações de ações resultantes da bonificação em ações foram agrupadas em números inteiros e vendidas na B3 em leilão realizado em 10 de março. Nesse leilão foram alienadas 4.586,1 ações no valor de R$ 10,5 por ação. O valor das frações será disponibilizado aos acionistas que fizerem jus ao seu recebimento em 8 de abril de 2026.

Pagam provento nesta quarta-feira, 1° de abril

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 27 de fevereiro.

Banestes (BEES3, BEES4) 

O Banestes paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$  R$ 0,02 por ação. A data-base foi 2 de março.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi 2 de março.

Itaúsa (ITSA4) 

A Itaúsa paga nesta quarta-feira, 1° de abril, JCP trimestral no valor líquido de R$ 0,02 por ação A data-base foi 27 de fevereiro.

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Publicado às 21h13

A agência de classificação de risco, Moody’s Local Brasil, elevou os ratings de emissor e depósito de longo prazo para ‘A+.br’ (de A.br) e afirmou o rating de depósito de curto prazo em ML A-1.br do Banco Pine (PINE4). A perspectiva é “positiva”. 

A agência explicou que a elevação dos ratings do Pine reflete o fortalecimento recente de sua posição de capital após follow-on realizado em março de 2026, acompanhado pelo resultado fortalecido de 2025, que apresentou uma rentabilidade robusta e um perfil de risco de ativos controlados. 

Com a oferta pública subsequente de ações, o Pine levantou R$ 245,9 milhões, o que elevou o capital social para R$ 1,27 bilhões. O patrimônio fortalecido gera uma maior robustez da posição de capital regulatório do banco, que foi mantido por anos em patamares modestos e próximos ao mínimo regulatório, destaca a Moody’s Local Brasil.

Em relatório seus analistas explicam que a perspectiva positiva incorpora a expectativa de que o banco continuará fortalecendo a sua rentabilidade com maior robustez e gradual diversificação das suas operações, enquanto eleva a diversificação de sua estrutura de funding, com uma menor dependência de depósitos a prazo, nos próximos 12 meses.

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Rápidas: Petrobras, Vale, Cosan, Axia, Telefônica Brasil, Pine, Aura, BB https://financenews.com.br/2026/02/rapidas-petrobras-vale-cosan-axia-telefonica-brasil-pine-aura-bb/ https://financenews.com.br/2026/02/rapidas-petrobras-vale-cosan-axia-telefonica-brasil-pine-aura-bb/#respond Mon, 23 Feb 2026 14:38:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=202992   Publicado às 11h37 Ibovespa Às 11h36 o Ibovespa tinha leve baixa de 0,19% aos […]

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Publicado às 11h37

Ibovespa

Às 11h36 o Ibovespa tinha leve baixa de 0,19% aos 190.178 pontos. Às 11h34 o dólar comercial caía 0,50% a R$ 5,150 na venda. 

Petrobras (PETR3, PETR4)

Os papéis da Petrobras operavam em alta nesta manhã. Às 11h34 as ações PN subiam 1,90% a R$ 38,69. O preço do barril de petróleo tinha alta de 0,7% no horário.

Vale (VALE3)

Às 11h34 as ações da mineradora tinham leve alta de 0,28% a R$ 87,05. A Vale informou nesta segunda-feira que prevê investimentos de US$ 3,5 bilhões em cobre em Carajás até 2030.

Cosan (CSAN3)

Às 11h34 as ações subiam 3,52%. A Cosan anunciou que está avaliando a realização de uma oferta pública inicial de distribuição de ações (IPO) de emissão da Compass Gás e Energia. 

Axia (AXIA3)

A Axia Energia informou nesta segunda-feira, 23, que a Usina Hidrelétrica de Colíder deixou oficialmente o estado de “alerta” e retornou ao estado de “atenção”, após análises técnicas confirmarem que as intervenções realizadas foram eficazes para solucionar a condição que havia motivado o estado de “alerta”. A companhia iniciará na data de hoje, o reenchimento do reservatório de forma gradual e controlada.

Telefônica Brasil (VIVT3)

Às 11h33 as ações subiam 2,58% com o mercado repercutindo positivamente o balanço. A Telefônica Brasil teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 1,87 bilhão, alta de 6,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). A companhia anunciou ainda a criação de um novo programa de recompra de ações para os anos de 2026 e 2027. Poderão ser compradas até o máximo de 42.861.656 ações ordinárias. Também informou que será pago em 14 de abril os JCP anunciados ao longo de 2025. 

Pine (PINE4)

O Banco Pine contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações preferenciais. O Banco também protocolou na Comissão de Valores Mobiliários, o pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 21.860.095 ações preferenciais. A quantidade de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida em até 45,45%. O Pine pretende utilizar os recursos líquidos provenientes da Oferta para otimizar sua estrutura financeira e de capital.

Aura (AURA33)

Às 11h32 os BDRs da Aura Minerals tinham valorização de 2,33% devido à alta do ouro. O Safra espera que a Aura reporte Ebitda de US$ 215 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 42% na base trimestral e 6% acima do consenso. Para o banco, a melhora deve ser sustentada por preços realizados de ouro maiores, entre outros fatores. A Aura divulgará os resultados na próxima quinta, 26 de fevereiro. 

Ultra (UGPA3) 

O mercado repercute a informação divulgada pelo blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo, de que o BTG Pactual foi contratado pelo grupo Ultra para vender a Ipiranga. O grupo Ultra ainda não se manifestou sobre a informação. Analistas questionam o que a companhia faria com o dinheiro, caso se concretizasse a venda. Há tempos circulam no mercado rumores de que a Ultra tem interesse de comprar participação na Rumo (RAIL3). Às 11h32 as ações da Rumo subiam 2,67%.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil (BBAS3) atualizou o valor por ação dos juros sobre o capital anunciados em 11 de fevereiro. O valor por ação atualizado até esta segunda-feira, 23 de fevereiro, é R$ 0,22051742307. O valor anunciado em 11 de fevereiro era R$ 0,21978938776.

O valor será atualizado, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2025) até a data do pagamento, em 5 de março de 2026. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito a esse provento é nesta segunda-feira, 23. As ações serão negociadas “ex-JCP” a partir de terça-feira, 24.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Telefônica Brasil anunciados em 12 de fevereiro, é nesta segunda-feira, 23. A partir de terça, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é R$ 0,08. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

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Banco Pine contrata BTG Pactual Corretora como formador de mercado https://financenews.com.br/2026/02/banco-pine-contrata-btg-pactual-corretora-como-formador-de-mercado/ https://financenews.com.br/2026/02/banco-pine-contrata-btg-pactual-corretora-como-formador-de-mercado/#respond Sun, 22 Feb 2026 22:51:48 +0000 https://financenews.com.br/?p=202938   Publicado às 19h51 – atualizado em 23 de fevereiro O Banco Pine (PINE4) contratou […]

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Publicado às 19h51 – atualizado em 23 de fevereiro

O Banco Pine (PINE4) contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações preferenciais. A informação foi divulgada neste domingo, 22.

Segundo o Pine, o objetivo é a atuação no mercado de bolsa administrado pela B3, por meio da realização de ofertas de compra e de venda com o objetivo de fomentar a liquidez das ações preferenciais (PINE4) de emissão da companhia.

O contrato foi celebrado com prazo indeterminado. 

O Pine tem em circulação no mercado (free float) 46.179.490 ações preferenciais. 

Nesta segunda-feira, 23, o Banco Pine anunciou que foi protocolado, em 22 de fevereiro, perante a Comissão de Valores Mobiliários, o pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 21.860.095 ações preferenciais.

A quantidade de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida em até 45,45% do total de ações inicialmente ofertadas, ou seja, em até 9.936.406 ações preferenciais.  

O Banco pretende utilizar os recursos líquidos provenientes da Oferta para otimizar sua estrutura financeira e de capital.

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Publicado às 11h27

Ibovespa

Às 11h26 o Ibovespa subia 0,29% aos 183.483 pontos. Às 11h24 o dólar comercial tinha queda de 0,30% cotado a R$ 5,205 na venda.

O mercado repercute entre outros temas a fala do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, nesta manhã em um evento promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC). O chefe do BC afirmou que a palavra-chave da autoridade monetária agora é “calibragem” e defendeu parcimônia ao destacar que a ‘Previsão de cortar juros não é a volta da vitória’.

Vale (VALE3)

Às 11h23 as ações da Vale subiam 0,91% cotadas a R$ 86,41. Os papéis sobem mesmo com o minério de ferro na China fechando em queda nesta sessão 

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações ON e PN da Petrobras tinham leve alta nesta manhã. Às 11h23 os papéis preferenciais tinham alta 0,14% a R$ 36,70.

BB Seguridade (BBSE3)

Expectativa para o resultado do 4T25 da BB Seguridade. A companhia divulga o balanço trimestral após o fechamento do mercado nesta segunda-feira. A BB Seguridade deve divulgar também hoje os detalhes do dividendo anunciado em dezembro de 2025. As informações finais sobre o valor por ação, a data de pagamento e o início das negociações das ações na condição “ex-dividendos” serão divulgadas por meio de aviso aos acionistas após o fechamento do mercado.

BTG Pactual (BPAC11)

O mercado repercute o resultado trimestral do BTG. O banco reportou lucro ajustado de R$ 4,59 bilhões no 4T25. Às 11h23 as ações do banco tinham desvalorização de 1,64% a R$ 59,27.

Pine (PINE4)

O Banco Pine informou que avalia uma oferta pública de distribuição primária de ações de, inicialmente, R$ 275 milhões. Também nesta segunda-feira, 9, Pine divulgou que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 183,5 milhões, alta de 173,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). O lucro recorrente somou R$ 119,5, alta de 78,1% em relação ao 4T24. Às 11h23 os papéis PN tinham leve queda de 0,07%. Já as ações ON subiam 3,12%.

Equatorial (EQTL3)

A Equatorial divulgou a prévia operacional do quarto trimestre (4T25) com crescimento de volumes distribuídos de 4,9% a/a, ou 4,0% ajustado pela geração distribuída.

Embraer (EMBJ3)

A Embraer concluiu mais uma visita de alto nível à Índia enquanto segue buscando expandir e ampliar sua cadeia de suprimentos no país asiático. Segundo a fabricante brasileira, a visita reforçou o compromisso da empresa em estreitar a cooperação industrial entre Brasil e Índia e explorar novas oportunidades de negócios por meio do seu portfólio.

Neoenergia (NEOE3) 

A Neoenergia paga a partir desta segunda-feira, 9, os dividendos intermediários aprovados na reunião do conselho de administração realizada em 11 de dezembro de 2025. O valor é de R$ 984 milhões, correspondentes ao valor de R$ 0,81 por ação ordinária. Tem direito quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro, inclusive, as ações são negociadas ex-proventos.

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Rápidas: Petrobras, Vale, Aura, Cogna, Yduqs, Dexco, Pine, TIM, Allos, Banese https://financenews.com.br/2026/01/rapidas-petrobras-vale-aura-cogna-yduqs-dexco-pine-tim-allos-banese/ https://financenews.com.br/2026/01/rapidas-petrobras-vale-aura-cogna-yduqs-dexco-pine-tim-allos-banese/#respond Wed, 21 Jan 2026 14:02:37 +0000 https://financenews.com.br/?p=201355 Publicado às 11h02 Ibovespa O Ibovespa opera em alta firme nesta quarta-feira, 21. Às 11h01 […]

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Publicado às 11h02

Ibovespa

O Ibovespa opera em alta firme nesta quarta-feira, 21. Às 11h01 subia 1,58% aos 168.900 pontos. Na máxima até agora chegou aos 168.907 pontos, marcando um novo recorde histórico intradiário. No mesmo horário, o dólar comercial tinha queda de 0,60% a R$ 5,348 na venda.

Petrobras (PETR4, PETR4)

As ações da Petrobras operavam em alta nesta manhã. Às 10h58 os papéis PN subiam 0,93% a R$ 32,59.

Vale (VALE3) 

Às 10h57 as ações da Vale tinham alta de 1,59% a R$ 81,35. 

Aura Minerals (AURA33) 

A XP espera a inclusão de Aura Minerals (AURA33) no MSCI Brazil, e não espera exclusões. No dia 10 de fevereiro, a MSCI vai anunciar as mudanças em seus índices globais que entrarão em vigor em 2 de março. 

Cogna (COGN3)

O ano eleitoral tende a trazer incentivos macro e beneficiar o momento operacional do setor de educação, avalia o BTG. O ciclo de queda de juros deve apoiar ainda mais a geração de caixa livre. Nesse contexto, o banco elevou a Cogna para “compra” com e preço-alvo de R$ 5. 

Yduqs (YDUQ3), Vitru (VTRU3) e Ânima (ANIM3)

Com relação a Yduqs, o BTG reiterou a recomendação de “compra”. Vitru e Ânima seguem como “top picks” (preferidas) em small caps, combinando yield elevado e maior Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de lucro esperado. 

Dexco (DXCO3) 

Às 10h57 as ações da Dexco tinham alta de 3,01%. Dexco vendeu 1,2 milhão de metros cúbicos de ativos florestais.

Pine (PINE4)

O Banco Safra iniciou a cobertura do Banco Pine com recomendação de “compra” e preço-alvo de R$ 19.

TIM (TIMS3) 

A TIM paga nesta quarta-feira, 21, JCP no valor de R$ 0,19 por ação. Esses JCP foram anunciados em setembro do ano passado. As ações são negociadas ex-provento desde 29/09/2025.

Allos (ALOS3) 

A ‘data com’ para ter direito a 2° parcela do dividendo da Allos anunciado em 16 de dezembro, é nesta quarta-feira, 21. A partir de 22 de janeiro as ações serão negociadas ex-direito a essa segunda parcela. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda será paga em 03/02/2026. Vale lembrar que a terceira parcela será paga em 03/03/2026 com data de corte em 19/02/2026 (data ex-direito em 20/02/2026).

Banese (BGIP4) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP do Banese anunciado em 16 de janeiro, é nesta quarta, 21. As ações passarão, a partir de 22 de janeiro, a serem negociadas na Bolsa de Valores “ex” esses juros sobre o capital próprio. O pagamento será em 6 de fevereiro de 2026. O valor líquido é de R$ 0,72 por ação ordinária e de R$ 0,80 por ações preferencial.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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BTG reinicia cobertura do Banco Pine (PINE4) https://financenews.com.br/2025/12/btg-reinicia-cobertura-do-banco-pine-pine4/ https://financenews.com.br/2025/12/btg-reinicia-cobertura-do-banco-pine-pine4/#respond Sat, 27 Dec 2025 20:18:35 +0000 https://financenews.com.br/?p=200194 Publicado às 17h16 O BTG reiniciou a cobertura do Banco Pine (PINE4) com recomendação de […]

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Publicado às 17h16

O BTG reiniciou a cobertura do Banco Pine (PINE4) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 15 por ação para 2026. Em relatório o time de analistas destaca que, após um longo processo de reestruturação iniciado após a crise de 2015, o banco reposicionou seu modelo de negócios, migrando de um foco corporativo para uma atuação mais diversificada e rentável. 

A entrada antecipada no mercado de crédito consignado privado tornou-se um dos principais vetores de crescimento, sustentando retornos sobre o patrimônio acima de 30%, observa a equipe. 

A avaliação é que, apesar da forte valorização das ações no ano e de um múltiplo P/BV elevado, o valuation em termos de P/L (Preço/Lucro) projetado para 2026 e 2027 é considerado atrativo. O banco retomou a lucratividade em 2021 e reforçou sua estratégia em 2022 com melhorias na equipe, expansão do crédito varejo com garantias e diversificação de funding. 

O time do BTG ressalta ainda que o lançamento do novo consignado privado em 2025 impulsionou o crescimento da carteira e permitiu spreads mais elevados, e o lucro líquido cresceu de forma expressiva no terceiro trimestre de 2025, elevando o ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) para patamares elevados. 

Para o BTG, as projeções indicam ROEs ainda elevados nos próximos anos, embora em trajetória gradual de normalização. 

“A avaliação baseada em modelo de dividendos sustenta a manutenção da recomendação de compra, mesmo considerando um custo de capital mais elevado”, explica a equipe no relatório.

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Rápidas: Petrobras, Vale, Raízen, Allos, Ultrapar, Rumo, Bradespar, TIM, Taesa, Pine, Vulcabras https://financenews.com.br/2025/11/rapidas-petrobras-vale-raizen-allos-ultrapar-rumo-bradespar-tim-taesa-pine-vulcabras/ https://financenews.com.br/2025/11/rapidas-petrobras-vale-raizen-allos-ultrapar-rumo-bradespar-tim-taesa-pine-vulcabras/#respond Thu, 27 Nov 2025 14:36:08 +0000 https://financenews.com.br/?p=198466     Publicado às 11h36 Ibovespa Às 11h34 o Ibovespa tinha queda de 0,13% aos […]

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Publicado às 11h36

Ibovespa

Às 11h34 o Ibovespa tinha queda de 0,13% aos 158.351 pontos. Na máxima da sessão até agora chegou aos 158.863 pontos, uma nova máxima histórica intradiária. No mesmo horário, o dólar comercial subia 0,37% cotado a R$ 5,354 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

A expectativa é grande nesta quinta-feira quando o conselho de administração da Petrobras decide sobre seu Plano de Negócios 2026-2030. O mercado observará principalmente o nível de investimentos que serão feitos e quais verticais de negócio serão priorizadas. Amanhã, sexta-feira, 28, será realizado um webcast, com a presença da diretoria executiva da companhia, para detalhar o novo Plano. Às 11h34 as ações PN subiam 0,19% cotadas a R$ 32,29.

Vale (VALE3)

Às 11h34 as ações da Vale (VALE3) tinham queda de 0,21% cotadas a R$ 66,44.

Raízen (RAIZ4)

A agência de classificação de risco Moody’s Ratings divulgou relatório no qual rebaixou o rating corporativo da Raízen de ‘Baa3’ para ‘Ba1’. O rating permanece sob revisão para possível rebaixamento. A perspectiva continua sob revisão. 

Allos (ALOS3)

O Banco Safra reforçou a recomendação de “compra” para a ação da Allos. Apesar da recente alta das ações, o Safra projeta uma Taxa Interna de Retorno real atrativa de 11%, enquanto a política de dividendos mais robusta deve limitar o risco de baixa. Allos pretende distribuir provento mensal em 2026 entre R$ 0,28 e R$ 0,30 por ação.

Ultrapar (UGPA3); Rumo (RAIL3)

Na quarta-feira o site Brazil Journal reportou que a Ultrapar vem comprando ações da Rumo e já detém uma participação de 5% na empresa. A informação ainda não foi confirmada por nenhuma das companhias. Em um relatório intitulado “A Ultrapar vai comprar a Rumo?”, o time de analistas da XP comenta que, se confirmado, seria um movimento ousado a longo prazo, mas a alavancagem parece administrável. 

Bradespar (BRAP4)

A Câmara Baixa do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) proferiu “decisão parcialmente favorável” à Bradespar, exonerando a companhia de parte da multa exigida no auto de infração da Receita Federal que questionou a dedutibilidade de despesa incorrida no exercício de 2018, para fins fiscais, relacionadas à Transação Extintiva de Litígio firmada pela companhia e a Elétron. Em relação ao mérito, por maioria de votos, o Carf manteve o questionamento da dedutibilidade fiscal da despesa incorrida em relação à Transação Extintiva de Litígio. A Bradespar ressaltou que a decisão não é definitiva.

TIM (TIMS3)

A TIM fortalece sua estratégia B2B com aquisição da V8.Tech por R$ 140 milhões.

Taesa (TAEE4, TAEE11) 

A Taesa paga nesta quinta-feira, 27, a segunda parcela do dividendo anunciado em 19 de março. O valor é de R$ 110,9 milhões. O valor por ação PN e ON é R$ 0,10 por ação. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,32. A Taesa também paga na quinta-feira, 27, dividendos intercalares e JCP anunciados em agosto. O valor é de R$ 299,4 milhões ou R$ 0,86 por Unit TAEE11, sendo R$ 220,1 milhões (R$ 0,63 por Unit) a título de JCP e R$ 79,3 milhões (R$ 0,23 por Unit) em dividendos intercalares. O valor por ação ON e PN dos dividendos intercalares é R$ 0,07 e dos JCP é R$ 0,21.

Banco Pine (PINE4) 

O Banco Pine (PINE4) paga nesta quinta, 27, os JCP anunciados em 13 de outubro no valor bruto por ação de R$ 0,25. O crédito considera a posição acionária do dia 16 de outubro de 2025. Desde 17 de outubro as ações são negociadas “ex-direitos aos JCP.

Vulcabras (VULC3) 

A ‘data com’ para ter direito a terceira parcela do dividendo intercalar da Vulcabras anunciado em 14 de agosto, é nesta quinta, 27.  O valor por ação é de R$ 0,125 e o pagamento será em 29/12/2025.

Cury (CURY3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo anunciado em 24 de novembro, é nesta quinta, 27. A partir de sexta, 28, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Cury aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 250 milhões, esse valor corresponde a R$ 0,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 4 de dezembro de 2025.

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Mercados nesta quinta, minério, petróleo, notícia da Copasa, Engie, Pine e de outras companhias https://financenews.com.br/2025/11/mercados-nesta-quinta-minerio-petroleo-noticia-da-copasa-engie-pine-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2025/11/mercados-nesta-quinta-minerio-petroleo-noticia-da-copasa-engie-pine-e-de-outras-companhias/#respond Thu, 27 Nov 2025 10:57:00 +0000 https://financenews.com.br/?p=198446     Publicado às 7h56 – atualizado às 9h19 com notícias Feriado nos EUA Os […]

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Publicado às 7h56 – atualizado às 9h19 com notícias

Feriado nos EUA

Os mercados estão fechados nos Estados Unidos nesta quinta-feira, 27, devido ao feriado de Ação de Graças. Por isso, a expectativa é de que a liquidez em mercados emergentes como o Brasil seja menor nesta quinta, com reflexos também na sexta-feira. Vale lembrar que na sexta, o encerramento do mercado acionário norte-americano será mais cedo, às 13h.

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,37% 

Londres (FTSE 100): -0,17%

Japão (Nikkei 225): +1,28% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,29% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,07% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,14% (US$ 62,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,26% (US$ 58,8)

Bitcoin futuro: +1,47% (US$ 92.075)

Ouro (contrato para dez/25 – onça-troy): -0,35% (US$ 4.187)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,44% a 799,5 iuanes (US$ 112,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Embora seja feriado nos EUA, os futuros estão operando. Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,03% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,01%. Nasdaq futuro subia 0,04%.

Notícias corporativas

TIM (TIMS3) fortalece estratégia B2B com aquisição da V8.Tech por R$ 140 milhões 

O conselho de administração da TIM (B3: TIMS3; NYSE: TIMB) aprovou a celebração de contrato para aquisição de 100% do capital social da V8 Consulting (V8.Tech), pelo valor de R$140 milhões a serem pagos no fechamento da transação. Este valor poderá ser acrescido de pagamentos adicionais (earn-outs) até o limite de R$ 140 milhões, mediante o cumprimento de determinadas condições, em um prazo de 6 anos.

Fundada em 2014, a V8.Tech é uma empresa de tecnologia especializada na integração de soluções digitais e serviços gerenciados, com forte atuação em transformação digital, computação em nuvem (multicloud, privada e híbrida) e inteligência artificial.

Atualmente, conta com cerca de 380 colaboradores e apresentou receita líquida aproximada de R$ 235 milhões nos últimos 12 meses (até setembro/2025), apresentando um CAGR (taxa anual de crescimento composta) de 17% entre 2021 e 2024, além de manter mais de 100 clientes ativos distribuídos em diversos setores da economia.

“A operação reforça a estratégia da TIM voltada para o B2B, ampliando significativamente a capacidade da companhia de oferecer soluções completas de transformação digital”, afirmou a empresa em um comunicado.

A integração dos serviços de cloud e digitais ao portfólio da TIM permitirá a entrega de projetos end-to-end, com o suporte de equipes altamente especializadas e reconhecidas pelo know-how no setor.

O fechamento da operação está condicionado à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), bem como à verificação de outras condições usuais para transações dessa natureza.

A TIM também confirmou a evolução organizacional com a criação de uma nova vice-presidência focada no B2B, sob a liderança de Fabio Costa. O executivo atuou em posições de alta liderança na Salesforce, Microsoft e Oracle para o mercado brasileiro e América Latina.

Fleury (FLRY3) anuncia pagamento de dividendo e juros sobre o capital

O conselho de administração do Fleury (FLRY3) aprovou nesta quinta-feira, 27, o pagamento de juros sobre o capital (JCP) e dividendos. O valor total da distribuição dos JCP será de R$ 128  milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,23485747618 por ação. O pagamento dos JCP aos acionistas ocorrerá em 19 de dezembro de 2025.

Os dividendos serão no valor de R$ 362 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,66420132870 por ação. A companhia explicou que R$ 220 milhões, correspondente a R$ 0,40 por ação, serão pagos em maio de 2026. O valor de R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2026; e R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2027.

Terão direito ao pagamento dos JCP e dividendos, acionistas da companhia no fechamento do pregão de 2 de dezembro de 2025. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” e “ex-dividendos” a partir de 3 de dezembro de 2025 (inclusive).

“No entendimento da administração da companhia, a distribuição de dividendos é benéfica para os acionistas da companhia, os estudos e análises realizados indicam que a projeção de caixa da companhia comporta tal distribuição de dividendos, e a distribuição de dividendos não trará qualquer prejuízo aos projetos e atividades”, afirmou o Grupo Fleury.

Copasa (CSMG3) diz manter diálogo com municípios para esclarecer dúvidas sobre possível desestatização 

A Copasa (CSMG3) informou que mantém diálogo institucional com os municípios que atende com o objetivo exclusivo de esclarecer dúvidas e prestar informações técnicas relacionadas ao processo de desestatização em estudo pelo acionista controlador, o governo mineiro.

Nesse contexto, a Copasa está iniciando o envio de notificação aos municípios explicando que, caso o referido processo venha a ser aprovado e implementado, os instrumentos jurídicos atualmente vigentes poderão ser convertidos em novos contratos de concessão.

“Tais contratos observariam as diretrizes do Novo Marco do Saneamento Básico, incluindo metas de universalização, indicadores de qualidade e demais obrigações regulatórias aplicáveis”, explicou a companhia, ressaltando que, para assegurar o equilíbrio econômico-financeiro do sistema Copasa, é importante que os contratos tenham suas vigências equalizadas para uma mesma data de término, tendo como referência o ano de 2073.

Na notificação foi destacado, ainda, que nos municípios em que a companhia é responsável atualmente apenas pelo abastecimento de água, o processo de desestatização traz a possibilidade de ampliação dos atuais contratos para que passem a contemplar, também, os serviços de esgotamento sanitário, conforme as diretrizes do Marco Legal de Saneamento Básico.

“As informações fornecidas não configuram ato de desestatização, tampouco representam decisão definitiva sobre o tema. Qualquer avanço permanece condicionado às autorizações legislativas específicas, aos procedimentos formais previstos na legislação e às deliberações do acionista controlador”, afirmou a Copasa.

Engie Brasil (EGIE3): Asa Branca inicia operação comercial do primeiro trecho 

A Engie Brasil (EGIE3) informou que o Sistema de Transmissão Asa Branca obteve autorização do Operador Nacional do Sistema (ONS) para o início da operação comercial do trecho Morro do Chapéu II – Poções III, localizado no centro-sul do estado da Bahia, a partir de 26 de novembro de 2025. Este trecho representa 33% da Receita Anual Permitida (RAP) do projeto, caracterizando o marco inicial de operação.

A obra no Trecho Morro do Chapéu II – Poções III teve início em agosto de 2024 e consistiu na implantação de uma linha de transmissão de 500kV com 334 quilômetros de extensão, além da ampliação de duas subestações associadas, percorrendo 19 municípios.

Asa Branca, arrematado no leilão de transmissão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em junho de 2023, com uma RAP contratada de R$ 282,7 milhões (base junho/25), segue em implantação, contemplando a construção de aproximadamente 1.000 km de linhas de transmissão, conectando os estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo, além da ampliação de cinco subestações associadas.

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

Squadra reduz participação no Grupo Mateus (GMAT3)

Fundos geridos pela Squadra reduziram sua participação no Grupo Mateus (GMAT3) para 106.063.380 ações ordinárias de emissão da companhia. A referida participação representa aproximadamente 4,72% das ações ON. Do total informado, 6.135.634 ações ordinárias de emissão da companhia encontram-se doadas em empréstimo. Os investidores detêm, ainda, 3.656.082 direitos de subscrição de ações ordinárias do Grupo Mateus. As informações foram divulgadas na noite de quarta-feira, 26.

STF suspende todos os processos sobre atraso e cancelamento de voos

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) deve mexer com as ações das companhias aéreas nesta quinta-feira, 27. O ministro Dias Toffoli determinou na quarta-feira, 26, a suspensão de todos os processos judiciais que tratam da responsabilização de empresas aéreas por danos decorrentes de cancelamento, alteração ou atraso de transporte em tramitação no país. A medida atende a pedido da companhia aérea Azul (AZUL4), autora do recurso, e da Confederação Nacional do Transporte (CNT), admitida como interessada no processo.

Entre outros argumentos, elas alegavam que a matéria tem gerado entendimentos divergentes no Poder Judiciário, com decisões que aplicam o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e outras o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA). O resultado é o tratamento desigual em casos idênticos, “comprometendo a isonomia e sobrecarregando o sistema de Justiça com demandas repetitivas”. Além disso, sustentam que o alto índice de litigância relacionada ao transporte aéreo compromete a segurança jurídica e a competitividade do setor.

Na decisão, Toffoli considerou que, diante do cenário apresentado nos autos, a suspensão nacional de processos até o julgamento definitivo do recurso extraordinário pelo STF é uma medida “conveniente e oportuna”.

O caso concreto teve início em uma ação movida por um passageiro contra a Azul, após atraso e mudança no itinerário contratado. A Quinta Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), com fundamento no CDC, condenou a empresa a indenizar o passageiro por danos materiais e morais. A companhia recorreu ao STF, que reconheceu a repercussão geral da matéria, ou seja, a tese a ser fixada valerá para os demais processos semelhantes no Judiciário.

No julgamento de mérito, ainda sem data prevista, o Plenário decidirá se a responsabilidade do transportador aéreo pelo dano decorrente de cancelamento, alteração ou atraso do transporte contratado deve ser regida pelo Código Brasileiro de Aeronáutica ou pelo Código de Defesa do Consumidor, considerando os princípios da livre iniciativa e as garantias de segurança jurídica, proteção ao consumidor e reparação por dano material, moral ou à imagem.

Coelba (CEEB5) define data de pagamento de JCP e dividendo

A Coelba (CEEB5) informou que, a partir de 5 de dezembro, será realizado o pagamento dos juros sobre capital próprio aprovados por seu conselho de administração em 29 de setembro de 2025, no valor de R$ 0,52 por ação ordinária, R$ 0,52 por ação preferencial classe A e R$ 0,57 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 2 de outubro de 2025. Desde 3 de outubro de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-JCP.

Também em 5 de dezembro será realizado o pagamento de dividendos. A companhia paga os dividendos aprovados em assembleia geral ordinária realizada em 10 de abril 2025, no valor de R$ 0,33 por ação ordinária, R$ 0,33 por ação preferencial classe A e R$ 0,36 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 10 de abril de 2025. Desde 11 de abril de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Também paga em 5 de dezembro os dividendos intermediários aprovados pelo conselho de administração em 24 de outubro de 2025 no valor de R$ 3,86 por ação ordinária, R$ 3,86 por ação preferencial classe A e R$ 4,25 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 29 de outubro de 2025. Desde 30 de outubro de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-direito a esses dividendos.

Banco Pine (PINE4) vende participação na BYX e amplia participação na AmigoZ 

O Banco Pine (PINE4) divulgou que seu conselho de administração aprovou a transação envolvendo suas investidas no segmento de Varejo Colateralizado.

A estrutura da transação compreende a alienação da participação de 33,01% do Pine na BYX Capital; o recebimento, pelo Pine, de R$ 100 milhões em caixa, sujeito a ajustes não significativos; 37,65% de quotas adicionais da AmigoZ detidas pela BYX, atingindo 87,87% do capital; e parcela variável (earn-out) vinculada à valorização futura da BYX.

“A transação reforça o posicionamento estratégico do Pine ao ampliar sua participação na AmigoZ, um dos canais escaláveis de seu ecossistema digital no varejo colateralizado”, explicou o Pine. Também evidencia que o ciclo de investimento na BYX foi concluído com expressiva geração de valor para as partes.

Ainda segundo o banco, a transação contribuirá positivamente para os resultados e está alinhada à estratégia do Pine de gestão ativa de portfólio, alocação eficiente de capital e fortalecimento do modelo de crédito colateralizado.

A conclusão da Transação está sujeita a condições usuais, incluindo aprovações regulatórias aplicáveis, tais como do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central do Brasil (Bacen).

BRB (BSLI3): Banco Central aprova Nelson de Souza no cargo de presidente

O Banco Central do Brasil autorizou a posse e o exercício de Nelson Antônio de Souza no cargo de presidente do BRB (BSLI3). A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 26. O Banco Central também aprovou o exercício de Nelson Antônio de Souza como membro do conselho de administração do BRB.

Nesta quarta-feira a agência de classificação de risco Moody’s rebaixou os ratings de depósitos bancários de longo prazo em moeda local e estrangeira do BRB de B1 para B3. Os ratings e avaliações foram colocados em revisão para possível novo rebaixamento.

Agenda de provento desta quinta, 27:

Taesa (TAEE4, TAEE11) 

A Taesa paga nesta quinta-feira, 27, a segunda parcela do dividendo anunciado em 19 de março. O valor é de R$ 110,9 milhões. O valor por ação PN e ON é R$ 0,10 por ação. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,32. A Taesa também paga na quinta-feira, 27, dividendos intercalares e JCP anunciados em agosto. O valor é de R$ 299,4 milhões ou R$ 0,86 por Unit TAEE11, sendo R$ 220,1 milhões (R$ 0,63 por Unit) a título de JCP e R$ 79,3 milhões (R$ 0,23 por Unit) em dividendos intercalares. O valor por ação ON e PN dos dividendos intercalares é R$ 0,07 e dos JCP é R$ 0,21.

Banco Pine (PINE4) 

O Banco Pine (PINE4) paga nesta quinta, 27, os JCP anunciados em 13 de outubro no valor bruto por ação de R$ 0,25. O crédito considera a posição acionária do dia 16 de outubro de 2025. Desde 17 de outubro as ações são negociadas “ex-direitos aos JCP.

Vulcabras (VULC3) 

A ‘data com’ para ter direito a terceira parcela do dividendo intercalar da Vulcabras anunciado em 14 de agosto, é nesta quinta, 27.  O valor por ação é de R$ 0,125 e o pagamento será em 29/12/2025.

Cury (CURY3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo anunciado em 24 de novembro, é nesta quinta, 27. A partir de sexta, 28, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Cury aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 250 milhões, esse valor corresponde a R$ 0,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 4 de dezembro de 2025.

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Pine paga provento nesta quarta; Coelba e Elektro Redes têm ‘data com’ https://financenews.com.br/2025/10/pine-paga-provento-nesta-quarta-coelba-e-elektro-redes-tem-data-com/ https://financenews.com.br/2025/10/pine-paga-provento-nesta-quarta-coelba-e-elektro-redes-tem-data-com/#respond Wed, 29 Oct 2025 12:45:34 +0000 https://financenews.com.br/?p=196705       Publicado às 9h44 Banco Pine (PINE4)  O Banco Pine (PINE4) paga nesta […]

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Publicado às 9h44

Banco Pine (PINE4) 

O Banco Pine (PINE4) paga nesta quarta-feira, 29, juros sobre o capital próprio anunciados em 9 de outubro. O valor bruto é de R$ 0,10 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. Desde de 21 de outubro (inclusive) as ações de emissão do Pine são negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Coelba (CEEB5) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intermediário da Coelba anunciado em 24 de outubro, é nesta quarta, 29. A partir de 30 de outubro, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos. O valor soma R$ 1.046.000.000,00 (um bilhão, quarenta e seis milhões de reais), correspondentes a R$ 3,86 por ação ordinária, R$ 3,86 por ação preferencial classe A e R$ 4,25 por ação preferencial classe B. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025 sem atualização monetária

Elektro Redes (EKTR4) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intermediário da Elektro anunciado em 24 de outubro, é nesta quarta, 29. A partir de 30 de outubro, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos. O valor soma R$ 167 milhões, correspondentes a R$ 0,81 por ação ordinária e R$ 0,90 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2025 sem atualização monetária.

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Rápidas: Petrobras, Vale, WEG, Eletrobras, Vivara, Suzano, Klabin, Pine, Comgás https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-petrobras-vale-weg-eletrobras-vivara-suzano-klabin-pine-comgas/ https://financenews.com.br/2025/10/rapidas-petrobras-vale-weg-eletrobras-vivara-suzano-klabin-pine-comgas/#respond Thu, 16 Oct 2025 14:13:45 +0000 https://financenews.com.br/?p=195977           Publicado às 11h13 Ibovespa Às 11h12 o Ibovespa tinha queda […]

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Publicado às 11h13

Ibovespa

Às 11h12 o Ibovespa tinha queda de 0,29% aos 142.183 pontos. No mesmo horário o dólar comercial tinha baixa de 0,46% cotado a R$ 5,438 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras operavam em queda nesta manhã. Às 11h11 as ações PN caíam 0,50% cotadas a R$ 29,60.

Vale (VALE3)

Às 11h10 as ações da Vale caíam 0,74% cotadas a R$ 60,41. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,90% a 773,5 iuanes (US$ 108,5).

WEG (WEGE3) 

Às 11h10 as ações da WEG subiam 2,49%. A companhia anunciou a aquisição de 54% do capital social da Tupinambá Energia (Tupi Mob), empresa com destacada atuação no mercado de softwares e serviços completos para gestão de redes de recarga de veículos elétricos. “A Tupi Mob fortalece a estratégia da WEG de liderar a transformação do setor de mobilidade elétrica. A aquisição também abre caminho para a expansão gradual do modelo em mercados internacionais, consolidando um ecossistema inovador e eficiente para recarga de veículos elétricos”, afirmou a WEG em um comunicado ao mercado.

Eletrobras (ELET3)

Para a Genial Investimentos, a venda da participação minoritária da Eletrobras na Eletronuclear, anunciada em 15 de outubro, marca um movimento estratégico de desalavancagem de riscos e foco em ativos de maior retorno e previsibilidade. A avaliação é que a companhia se beneficia da liberação de garantias expressivas, constituição de crédito fiscal, liberação da integralização de recursos da empresa no projeto e da transferência integral de obrigações futuras associadas ao projeto de Angra III.

Vivara (VIVA3)

A equipe de analistas da XP destaca em relatório que espera que a Vivara apresente resultados fortes no terceiro trimestre (3T25), com crescimento consistente da receita e forte expansão da margem bruta como principal destaque. A Vivara divulgado o resultado em 5 de novembro.

Suzano (SUZB3)

Em relatório o BTG Pactual ressalta que as ações seguem pressionadas devido ao real mais forte e preços da celulose. No entanto, a equipe do banco afirma que a gestão da companhia mantém disciplina com foco em desalavancagem e eficiência de custos. Em celulose, o ambiente segue difícil, sugerindo leve excesso de oferta, avalia o BTG.

Klabin (KLBN11)

A Klabin contratou uma linha de financiamento na modalidade Term Loan (empréstimo liberado de uma só vez e pago ao longo do tempo em parcelas), no valor de US$ 150 milhões, equivalentes a R$ 819,3 milhões na câmbio atual. A Klabin afirmou que a emissão é parte do contínuo processo de gestão do endividamento da companhia.

Pine (PINE4)

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Banco Pine, anunciados em 13 de outubro, é nesta quinta, 16. A partir de 17 de outubro as ações serão negociadas “ex-direitos aos JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,25. O pagamento ocorrerá no dia 27 de novembro de 2025. 

Comgás (CGAS5; CGAS3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Comgás, anunciado também em 13 de outubro, é nesta quinta-feira, 16. As ações da companhia serão negociadas “ex’ dividendos a partir de 17 de outubro, inclusive. O valor total é de R$ 700 milhões. A quantia de R$ 537.010.765,49 será paga às ações ordinárias, no valor de R$ 5,17 por ação. O montante de R$ 162.989.234,51 será pago às ações preferenciais, no valor de R$ 5,68 por ação. O pagamento aos acionistas ocorrerá em 31 de outubro de 2025.

 

 

 

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JCP da Armac e do Pine, lucro da Camil cai, prévia da Cyrela, Mitre, Cury e outras notícias  https://financenews.com.br/2025/10/jcp-da-armac-e-do-pine-lucro-da-camil-cai-previa-da-cyrela-mitre-cury-e-outras-noticias/ https://financenews.com.br/2025/10/jcp-da-armac-e-do-pine-lucro-da-camil-cai-previa-da-cyrela-mitre-cury-e-outras-noticias/#respond Fri, 10 Oct 2025 00:59:44 +0000 https://financenews.com.br/?p=195641           Publicado às 21h56 Notícias corporativas Camil (CAML3) reporta queda no […]

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Publicado às 21h56

Notícias corporativas

Camil (CAML3) reporta queda no lucro líquido no segundo trimestre fiscal 

A Camil (CAML3) divulgou nesta quinta-feira, 9, o resultado do segundo trimestre fiscal (2T25). No período reportou lucro líquido de R$ 79 milhões, queda de 33,7% na comparação com o 2T24. O Ebitda da Camil  caiu 12,9% na base anual, para R$ 250,6 milhões. A receita líquida somou R$ 2,97 bilhões, queda de 8,6% no ano.

JHSF (JHSF3) compra participação majoritária na BYS International

A JHSF (JHSF3) anunciou nesta quinta-feira, 9, que firmou contrato de compra de participação majoritária da BYS International, empresa especializada na prestação de serviços internacionais de charters, administração e compra e venda de grandes embarcações. O segmento de grandes embarcações tem apresentado crescimento expressivo nos últimos anos, refletindo o aumento da demanda de clientes brasileiros e internacionais por este tipo de serviço. Em 2024, o segmento de iates e jatos foi o que mais cresceu no mercado global de alta renda, registrando aumento de 13% em relação a 2023, segundo estudo da Bain & Company. Atualmente, o mercado mundial de charters de barcos e serviços é estimado em US$ 12,4 bilhões, com expectativa de atingir US$ 22,7 bilhões em 2034, de acordo com dados da Global Market Insights.

Fundada em 2012, a BYS é um grupo global com mais de 10 anos de experiência. Opera sob o modelo asset light e one stop shop, oferecendo ampla gama de serviços e sendo, atualmente, líder no atendimento a clientes brasileiros fora do Brasil.

O fundador da empresa, referência no setor, permanecerá como sócio e à frente da operação. “Com essa transação, a JHSF gera sinergias para sua base de clientes, fortalece seu portfólio de serviços e incorpora uma plataforma de alta capacidade com profissionais qualificados para atuar em um mercado de grande especialização”, afirmou a companhia destacando que a iniciativa reforça seu compromisso em antecipar-se às tendências, sempre com foco em qualidade, transparência e excelência.

Mitre (MTRE3) divulga a prévia operacional do 3T25

A Mitre (MTRE3) divulgou nesta quinta-feira, 9, a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). As vendas líquidas VGV somaram R$ 279,7 milhões no período, queda de 13% na base anual de comparação. O volume de distratos no trimestre atingiu R$ 32,9 milhões, um acréscimo de 5,4% em relação ao 3T24. Durante o terceiro trimestre a companhia realizou a entrega de mais 3 empreendimentos, que somam 1.077 unidades e um Valor Geral de Vendas de aproximadamente R$ 655 milhões.

Prévia operacional da Plano&Plano (PLPL3) no 3T25

A Plano&Plano (PLPL3) divulgou na noite desta quinta-feira, 9, a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). A companhia reportou R$ 1 bilhão em vendas líquidas 100% no mercado privado, alta de 12,6% na comparação ano a ano.

A construtora lançou nove empreendimentos, um recorde em sua história, e mais de 8,4 mil unidades. O VGV totalizou R$ 2,1 bilhões, alta de 99% em relação ao 3T24.

O ticket médio das unidades comercializadas no trimestre foi de R$ 280,2 mil, 27% superior em relação ao dado de 2024, em função da comercialização de produtos com maior valor agregado.

Cury (CURY3): prévia operacional do 3T25

A Cury (CURY3) divulgou na noite desta quinta-feira, 9, a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). As vendas líquidas da companhia subiram 27% na comparação anual, a R$ 1,8 bilhão.

O VGV (Valor Geral de Vendas) também teve alta de 27%, totalizando R$ 1,9 bilhão.

A VSO (Venda sobre Oferta) líquida foi de 40,6%, queda de 3,3 pontos percentuais em relação aos 43,9% registrados no 3T24.

No período, foram produzidas 4 mil unidades, 17,8% maior em relação ao ano anterior. O banco de terrenos aumentou 19%, a R$ 23 milhões em VGV.

Cyrela (CYRE3) divulga a prévia operacional do 3T25

A Cyrela (CYRE3) divulgou na noite desta quinta-feira, 9, a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). A companhia informou que o valor dos lançamentos de imóveis no período subiu 62% na comparação anual, a R$ 5,05 bilhões. No período, foram lançados 18 empreendimentos.

Das vendas líquidas do 3T25, R$185 milhões foram relativas à venda de estoque pronto (5%), R$1,28 bilhão, à venda de estoque em construção (36%) e R$2,08 bilhões à venda de lançamentos (59%).

As vendas totais contratadas da Cyrela foram de R$3,55 bilhões, alta de 11% na comparação com o 3T24.

Do VGV lançado no período, 84% serão reconhecidos via consolidação e 16% via método de equivalência patrimonial. No ano, o VGV de lançamentos chegou a R$ 14,03 bilhões, crescimento de 123% em relação a 2024.

Armac (ARML3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital 

A Armac (ARML3) anunciou nesta quinta-feira, 9, o pagamento de juros sobre o capital no montante bruto de R$ 21.699.500,00. Esse valor corresponde a R$ 0,0626613471 por ação. A partir de 15 de outubro de 2025 as ações da Armac serão negociadas “ex” estes juros sobre o capital próprio. O pagamento será efetuado em data a ser definida pela diretoria executiva.

Banco Pine (PINE4) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração do Banco Pine (PINE4) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 23.200.462,79. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 9, após o fechamento do mercado. O valor bruto é de R$ 0,1025173 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 29 de outubro de 2025 e considerará a posição acionária do dia 20 de outubro. A partir de 21 de outubro de 2025 (inclusive), as ações de emissão do Pine serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Eletrobras (ELET3) concluiu a venda da UTE Santa Cruz 

A Eletrobras (ELET3) concluiu a venda do último ativo termelétrico, a UTE Santa Cruz, para o grupo J&F, sucessora da Âmbar Energia no acordo. A Eletrobras recebeu o montante de R$ 703,5 milhões que, somados aos valores levantados quando do fechamento da venda das termelétricas da Eletronorte, totalizaram R$ 3,6 bilhões, além do caixa gerado pelas usinas entre a assinatura do acordo e seus respectivos fechamentos.

A Eletrobras ainda mantém o direito ao recebimento do earn-out acordado entre as partes, no valor base total de R$ 1,2 bilhão.

“Essa transação representa o encerramento do processo de desinvestimentos dos ativos termelétricos, e a partir desta data, o portfólio de geração da Eletrobras passa a ser composto exclusivamente por fontes 100% renováveis, em linha com o seu compromisso Net Zero 2030”, afirmou a companhia em um comunicado.

Norges Bank eleva participação na Hapvida (HAPV3)

O Norges Bank elevou participação na Hapvida (HAPV3), conforme anunciado pela companhia nesta quinta-feira, 9. O Norges Bank Investment Management informou a aquisição de ações que representam 5,001% ou 25.159.466 ações do total de ações ordinárias de emissão da Hapvida.

O que as declarações do CEO da Light têm a ver com a alta das ações da WEG nesta quinta-feira? 

As ações da WEG (WEGE3) fecharam nesta quinta-feira, 9, com valorização de 4,79% cotadas a R$ 37,20. Segundo analistas de mercado, a alta ocorre em meio a planos de investimentos da Light (LIGT3). O CEO da Light, Alexandre Ferreira, destacou que a companhia reúne condições técnicas para conseguir a renovação antecipada da concessão no Rio de Janeiro. Se isso ocorrer, a companhia promete anunciar o maior programa de investimento de sua história. A Light aguarda parecer da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o Ministério de Minas e Energia com a recomendação ou não para que a concessão seja renovada.

Analistas do Bradesco BBI destacam que, se a renovação da concessão for aprovada, o programa de investimentos da empresa poderá impulsionar a demanda pelas soluções de geração, transmissão e distribuição da WEG nos próximos anos. Ainda segundo o BBI, o plano da Light de participar de leilão de reserva de capacidade, deve aumentar a demanda por sistemas de armazenamento de energia por baterias e beneficiar a WEG, se for escolhida como fornecedora.

A WEG divulga no próximo dia 22 de outubro (quarta-feira) os resultados, antes da abertura do mercado. No dia 23 de outubro (quinta-feira) será realizada a teleconferência para apresentação dos resultados, em português, com tradução simultânea para o inglês. Horário da teleconferência: 11h – São Paulo (BRT).

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Notícia do Banco Pine, Allos, Vamos, dividendo da Cury e outros destaques corporativos https://financenews.com.br/2025/09/noticia-do-banco-pine-allos-vamos-dividendo-da-cury-e-outros-destaques-corporativos/ https://financenews.com.br/2025/09/noticia-do-banco-pine-allos-vamos-dividendo-da-cury-e-outros-destaques-corporativos/#respond Fri, 26 Sep 2025 00:12:15 +0000 https://financenews.com.br/?p=194764             Publicado às 21h08 – atualizado às 22h54 Whatsapp notícias […]

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Notícias corporativas

Abra, controladora da Gol, encerra negociações com Azul para fusão 

A Abra Group, controladora indireta da Gol (GOLL4), informou à Azul (AZUL4) que encerrou as discussões com relação à possível combinação de negócios que estava sendo negociada entre Azul e Abra. 

A informação foi divulgada em um fato relevante da Gol enviado ao mercado na noite desta quinta-feira, 25.

A Abra afirmou que após a assinatura do Memorando de Entendimentos em 15 de janeiro de 2025, tem se colocado à disposição para continuar avançando nas discussões rumo a uma combinação de negócios e indicou que as discussões podem acontecer em paralelo ao caso do Chapter 11 (recuperação judicial nos Estados Unidos) da Azul.

“No entanto, as partes não tiveram discussões significativas ou progrediram em uma possível operação de combinação de negócios por vários meses como resultado do foco da Azul em seu processo de Chapter 11”, ressaltou a Abra. 

“Como resultado, por boa ordem e de acordo com o Acordo de Confidencialidade, através da presente, a Abra apresenta notificação por escrito à Azul de que a Abra está encerrando as discussões com relação a uma Possível Transação”, afirmou a controladora da Gol, destacando que continua acreditando no mérito de uma combinação de negócios entre a Azul e a Gol está “pronta, disposta e disponível para engajar com os stakeholders aplicáveis”.

Em outro fato relevante, também divulgado na noite de quinta-feira, a Gol informou que enviou um comunicado à Azul solicitando a rescisão dos acordos celebrados em maio de 2024, que tinham por objetivo estabelecer uma cooperação comercial via codeshare para conectar suas respectivas malhas aéreas no Brasil. 

“Como parte do nosso comprometimento com os nossos clientes, a Gol honrará os bilhetes comercializados no âmbito da parceria”, afirmou a Gol.

S&P eleva rating do Banco Pine (PINE4) por melhor rentabilidade 

A agência de classificação de risco S&P avalia que o Banco Pine (PINE4) continua crescendo e alcançando lucros recordes principalmente por meio da expansão nas linhas de crédito de varejo colateralizado e operações estruturadas no atacado. Ainda de acordo com a S&P, recentemente, o banco passou a oferecer o novo crédito privado consignado, que deve beneficiar suas margens. Para a agência, a instituição financeira tem mantido suas métricas de qualidade de crédito e de capital em níveis administráveis, em grande parte graças às garantias e baixas perdas do consignado e à maior geração interna de capital. Seu portfólio de crédito a empresas manteve baixos níveis de inadimplência, apesar da alta volatilidade econômica.

Nesse contexto, a agência elevou o rating de crédito de emissor de longo prazo na Escala Nacional Brasil do Banco Pine de ‘brA’ para ‘brA+’. A perspectiva é “estável”. A S&P explica que essa perspectiva do rating baseia-se na expectativa de que os fundamentos de crédito do banco devam permanecer inalterados nos próximos 12 meses.

“Em nossa visão, o desempenho financeiro deve continuar positivo, com crescimento da carteira contrabalanceado por baixos níveis de inadimplência, estabilidade da estrutura de capital e indicadores adequados de liquidez, apesar dos riscos inerentes à nova linha de negócios com histórico ainda curto da operacionalização e execução de garantias”, escreve o time de analistas em relatório.

Fitch afirma ratings da Allos (ALOS3)

A agência de classificação de risco Fitch afirmou nesta quinta-feira, 25, o rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ da Allos (ALOS3). A perspectiva do rating é “estável”.

Segundo a agência, o rating da Allos reflete a sua forte posição de negócios como a maior operadora de shopping centers no Brasil. O rating também considera a robusta carteira de propriedades da companhia, sustentada por uma vasta e diversificada base de ativos, elevadas taxas de ocupação e base de locatários pulverizada.

A Fitch destaca que o rating se apoia na forte e resiliente geração de caixa operacional e em fluxos de caixa livre (FCFs) antes de dividendos positivos, já testados ao longo de ciclos econômicos instáveis e considerando a natureza intensiva em capital da indústria. A classificação reflete, ainda, a forte liquidez, a estrutura de capital conservadora e a relevante flexibilidade financeira da Allos, proveniente de sua forte base de ativos desonerados, que suportam seu amplo acesso ao crédito.

Santander Brasil (SANB11) anuncia recompra de units

O Banco Santander Brasil (SANB11) aprovou um novo programa de recompra de certificados de depósito de ações (units) ou de American Depositary Receipts (ADRs). A informação foi divulgada na noite desta quinta-feira, 25. O programa de recompra abrangerá a aquisição de até 37.463.477 units, representativas de 37.463.477 ações ordinárias e 37.463.477 ações preferenciais, ou de ADRs, correspondendo a aproximadamente 1% da totalidade do capital social do Santander Brasil.

O prazo do programa de recompra é de 18 meses, encerrando-se em 26 de março de 2027.

O banco afirmou que a recompra tem por objetivo maximizar a geração de valor para os acionistas por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital, e também viabilizar o pagamento de administradores, empregados de nível gerencial e outros funcionários da companhia e de sociedades sob seu controle, nos termos dos planos de incentivo de longo prazo.

As units deverão ser adquiridas, na B3, a preço de mercado, por meio da Santander Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários. Os ADRs deverão ser adquiridos na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE), a preço de mercado, através da Santander Investment Securities.

Cury (CURY3) anuncia o pagamento de R$ 200 milhões em dividendo

O conselho de administração da Cury (CURY3) aprovou a distribuição de dividendos intermediários no montante total de R$ 200 milhões. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 25. Esse montante correspondente a R$ 0,6852246328 por ação ordinária. Terão direito aos dividendos declarados as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 30 de setembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 1º de outubro de 2025, inclusive. O pagamento dos dividendos será realizado em uma única parcela no dia 7 de outubro de 2025.

Futuro de Solana (SOL) tem negociação recorde na B3 e movimenta mais de R$1 bilhão em um dia

A B3 (B3SA3), a bolsa do Brasil, registrou na segunda-feira (22) um novo recorde de negociação para o Futuro de Solana (SOL). O derivativo atingiu a marca de 175,6 mil contratos negociados, movimentando um volume financeiro superior a R$1 bilhão. O forte interesse pelo produto mostra o apetite dos investidores por exposição diversificada ao mercado de ativos digitais em um ambiente regulado. O volume negociado no Futuro de Solana representou 26% do total movimentado no Futuro de Bitcoin — contrato de ativos digitais mais negociado da bolsa — no mesmo dia, consolidando o derivativo como um dos principais para quem busca operar as variações da criptomoeda.  Ao todo, foram realizados 69 mil negócios ao longo do pregão.

Para Felipe Gonçalves, Superintendente de Produtos de Juros e Moedas da B3, o resultado reforça que há uma demanda crescente por instrumentos listados e seguros para a negociação de criptoativos. “O recorde no Futuro de Solana evidencia a maturidade dos investidores, que buscam diversificar suas estratégias dentro do universo de ativos digitais. Esse movimento comprova que estamos oferecendo produtos acessíveis e robustos, que permitem a gestão de risco e a exposição a essa classe de ativos com toda a segurança da infraestrutura da B3”, avalia o executivo.

O contrato futuro de Solana (SOL) é um acordo de compra ou venda da criptomoeda para uma data futura, com um preço pré-definido. Na B3, cada contrato equivale a 5 unidades de SOL e é cotado em dólares. Diariamente, a B3 ajusta as posições dos investidores, creditando lucros ou debitando prejuízos, um mecanismo conhecido como ajuste diário. O vencimento ocorre na última sexta-feira de cada mês e a liquidação é financeira, com valor final calculado com base no índice Nasdaq Solana Reference Price – Settlement, garantindo transparência e segurança para a operação.

Syn (SYNE3) mais uma parcela relativa a venda de empreendimento em SP

A Syn (SYNE3) informou nesta quinta-feira, 25, que foi realizado o quinto fechamento da operação de venda pela companhia de sua participação no empreendimento denominado “Brasilio Machado”, localizado na Vila Olímpia, em São Paulo, para o BRC Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliário. Em razão do quinto fechamento, a Syn recebeu o valor de R$ 4,7 milhões. Conforme informado no comunicado ao mercado de 31 de outubro de 2024, a operação foi estruturada em 6 tranches, e a Syn receberá a última parcela no mês de novembro de 2025, no valor de R$ 4,14 milhões. O próximo fechamento será comunicado oportunamente.

Vamos (VAMO3) precifica emissão de títulos de dívida no mercado internacional

A Vamos (VAMO3) divulgou que sua subsidiária financeira Vamos Europe precificou nesta quinta-feira, 25, a emissão de títulos de dívida no mercado internacional no valor total de US$ 300 milhões, remunerados à taxa de 9,25% ao ano e com vencimento em 31 de janeiro de 2031. As Notes serão garantidas pela Vamos e a liquidação será no dia 2 de outubro de 2025.

A companhia pretende utilizar os recursos captados por meio dessa operação para o pré-pagamento de dívidas existentes e o excedente, caso aplicável, para fins corporativos gerais. A operação tem como objetivo o alongamento de prazo médio das dívidas da Vamos, bem como a diversificação de suas fontes de captação. A operação recebeu classificação de risco em moeda estrangeira de “BB-“ pela Fitch Ratings e pela S&P.

Agenda de proventos desta sexta-feira, 26:

Energisa (ENGI11) 

A Energisa paga nesta sexta-feira, 26, os dividendos anunciados em 7 de agosto, no montante de R$ 457.130.457,60, equivalente a R$ 1,00 por units e R$ 0,20 por ação ordinária e preferencial. O pagamento é com base na posição acionária em 12 de agosto de 2025.

Hypera (HYPE3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Hypera anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O valor é de R$ 0,29250 por ação ordinária. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado até o final do exercício social de 2026, em data a ser oportunamente definida pela companhia.

Multiplan (MULT3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Multiplan anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O valor é de R$ 0,24559842645 por ação. O pagamento será realizado aos acionistas até 30 de setembro de 2026, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte.

TIM (TIMS3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da TIM anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O valor bruto por ação é de R$ 0,1994037422. O pagamento ocorrerá até o dia 21 de janeiro de 2026.

WEG (WEGE3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da WEG anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O pagamento de JCP ocorrerá em 11 de março de 2026 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,093700000 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%.

 

 

 

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S&P eleva rating do Banco Pine (PINE4) por melhor rentabilidade  https://financenews.com.br/2025/09/sp-eleva-rating-do-banco-pine-pine4-por-melhor-rentabilidade/ https://financenews.com.br/2025/09/sp-eleva-rating-do-banco-pine-pine4-por-melhor-rentabilidade/#respond Thu, 25 Sep 2025 23:51:02 +0000 https://financenews.com.br/?p=194756             Publicado às 20h49 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   […]

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A agência de classificação de risco S&P avalia que o Banco Pine (PINE4) continua crescendo e alcançando lucros recordes principalmente por meio da expansão nas linhas de crédito de varejo colateralizado e operações estruturadas no atacado. Ainda de acordo com a S&P, recentemente, o banco passou a oferecer o novo crédito privado consignado, que deve beneficiar suas margens. Para a agência, a instituição financeira tem mantido suas métricas de qualidade de crédito e de capital em níveis administráveis, em grande parte graças às garantias e baixas perdas do consignado e à maior geração interna de capital. Seu portfólio de crédito a empresas manteve baixos níveis de inadimplência, apesar da alta volatilidade econômica. 

Nesse contexto, a agência elevou o rating de crédito de emissor de longo prazo na Escala Nacional Brasil do Banco Pine de ‘brA’ para ‘brA+’. A perspectiva é “estável”. A S&P explica que essa perspectiva do rating baseia-se na expectativa de que os fundamentos de crédito do banco devam permanecer inalterados nos próximos 12 meses. 

“Em nossa visão, o desempenho financeiro deve continuar positivo, com crescimento da carteira contrabalanceado por baixos níveis de inadimplência, estabilidade da estrutura de capital e indicadores adequados de liquidez, apesar dos riscos inerentes à nova linha de negócios com histórico ainda curto da operacionalização e execução de garantias”, escreve o time de analistas em relatório. 

 

 

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Rápidas: Porto, MRV, CVC, Mills, Pine, Bradespar, Simpar, Weg, Vittia https://financenews.com.br/2025/08/rapidas-porto-mrv-cvc-mills-pine-bradespar-simpar-weg-vittia/ https://financenews.com.br/2025/08/rapidas-porto-mrv-cvc-mills-pine-bradespar-simpar-weg-vittia/#respond Wed, 13 Aug 2025 14:05:51 +0000 https://financenews.com.br/?p=192102               Publicado às 11h06 Whatsapp notícias de empresas: entre […]

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Ibovespa

Às 11h05 o Ibovespa tinha queda de 0,47% aos 137.259 pontos. Às 11h04 o dólar comercial subia 0,13% cotado a R$ 5,393 na venda.

Porto (PSSA3)

Às 11h04 as ações da Porto tinham valorização de 1,83%. O mercado repercute positivamente o resultado do segundo trimestre. A companhia teve lucro líquido de R$ 878 milhões, alta de 50,4% na comparação com o segundo trimestre de 2024. As receitas somaram R$ 10 bilhões, expansão de 12%. A rentabilidade sobre o patrimônio (ROAE, em inglês) consolidado subiu para 24,6%, de 18,4% há um ano. 

MRV (MRVE3)

Para o BTG Pactual, a MRV reportou prejuízo líquido superior ao esperado. A avaliação é que a normalização de margens e fluxo de caixa deve levar mais 2 a 3 trimestres, mantendo resultados pressionados no curto prazo. Já a equipe da XP ressalta que a MRV apresentou resultados mistos no segundo trimestre de 2025, prejudicados pela Resia, embora as operações brasileiras tenham ganhado tração.

CVC (CVCB3)

O time de analistas do BTG escreve em relatório que, apesar da melhora operacional e de margens, as elevadas despesas financeiras seguem impedindo o resultado positivo da CVC. O banco manteve a recomendação “neutra”, diante dos desafios de desalavancagem e competição online. 

Mills (MILS3)

A XP avalia que a Mills reportou resultados positivos no segundo trimestre de 2025. A equipe de analistas destaca o desempenho sólido e contínuo no segmento de Locação e desempenho positivo de margem. A Mills anunciou o pagamento de juros sobre o capital (leia mais aqui).

Bradespar (BRAP4)

A Bradespar divulgou que encerrou o segundo trimestre de 2025 (2T25) com lucro líquido de R$ 450 milhões, queda de 16% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). A receita operacional somou R$ 434,8 milhões no 2T25, menor que os R$ 525,2 milhões do 2T24. A Bradespar tem sua receita operacional originada do resultado de equivalência patrimonial e juros sobre o capital próprio da mineradora Vale (VALE3). 

Banco Pine (PINE4) 

Às 11h04 as ações do Banco Pine saltavam 3,22%. O Pine divulgou nesta quarta-feira, 13, que encerrou o segundo trimestre de 2025 (2T25) com lucro líquido de R$ 83 milhões, alta de 13% em relação ao trimestre anterior e de 30,1% ao mesmo período de 2024. Ainda segundo o Banco, o total de recursos captados ficou em R$ 20,2 bilhões, altas de 9,1% e de 29,9% na mesma base de comparação. O retorno anualizado sobre o patrimônio (ROAE, na sigla em inglês) foi de 29% no 2T25, alta de 5,8 p.p em relação ao 2T24.

Simpar (SIMH3)

Para a equipe de analistas do BTG a Simpar apresentou resultados mistos no 2T25, com receita líquida de R$ 10,6 bilhões e Ebitda ajustado por itens não recorrentes de R$ 2,98 bilhões. O banco salienta em relatório que o mercado deve manter atenção na trajetória de desalavancagem e na eficiência operacional das unidades, especialmente após a conquista de novas concessões, como a Ponte São Borja.

WEG (WEGE3)

A WEG paga nesta quarta-feira, 13, juros sobre capital próprio (JCP) anunciados em março no valor total de R$ 338.615.456,72, correspondente ao valor líquido de R$ 0,06 por ação. Desde 24 de março em diante as ações são negociadas ex-direito a esses juros sobre capital próprio.

A WEG também paga nesta quarta-feira, 13, os JCP anunciados em junho no valor total de R$ 394,6 milhões, equivalente ao valor líquido de R$ 0,07. Desde 23 de junho em diante as ações são negociadas ex-direito a esses juros sobre capital próprio.

Ainda nesta quarta-feira, 13, a WEG paga também dividendos intermediários no valor total de R$ 719.353.678,59 correspondente a R$ 0,17 por ação. Desde 28 de julho em diante as ações são negociadas “ex-dividendos”.

Vittia (VITT3)

A Vittia (VITT3) paga a primeira parcela de juros sobre o capital nesta quarta. Essa primeira parcela é no valor de R$ 7 milhões, e corresponde à R$ 0,04 por ação. Tem direito quem tinha ações em 18 de julho. Os papéis são negociados ex-proventos desde 21 de julho. A segunda parcela no valor de R$ 0,09 por ação ainda não tem data definida para pagamento.

 

 

 

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Banco Pine (PINE4) reporta lucro líquido de R$ 83 milhões https://financenews.com.br/2025/08/banco-pine-pine4-reporta-lucro-liquido-de-r-83-milhoes/ https://financenews.com.br/2025/08/banco-pine-pine4-reporta-lucro-liquido-de-r-83-milhoes/#respond Wed, 13 Aug 2025 12:42:20 +0000 https://financenews.com.br/?p=192094             Publicado às 9h39 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   […]

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O Banco Pine (PINE4) divulgou nesta quarta-feira, 13, que encerrou o segundo trimestre de 2025 (2T25) com lucro líquido de R$ 83 milhões, alta de 13% em relação ao trimestre anterior e de 30,1% ao mesmo período de 2024. Ainda segundo o Banco, o total de recursos captados ficou em R$ 20,2 bilhões, altas de 9,1% e de 29,9% na mesma base de comparação. O retorno anualizado sobre o patrimônio (ROAE, na sigla em inglês) foi de 29% no 2T25, alta de 5,8 p.p em relação ao 2T24.

Veja mais detalhes do resultado da companhia na tabela abaixo:

 

 

 

 

 

 

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Ibovespa

O Ibovespa operava entre perdas e ganhos nesta manhã. Às 10h55 tinha leve queda de 0,05% aos 133.727 pontos. O mercado repercute principalmente a prévia da inflação oficial acima do esperado e monitora os movimentos do Brasil em relação ao tarifaço de Donald Trump, que começa a vigorar dentro de uma semana. Às 10h54 o dólar comercial subia 0,35% cotado a R$ 5,539 na venda. 

Usiminas (USIM5) 

Às 10h54 as ações da siderúrgica caíam 3,13%. A sessão é negativa para as commodities metálicas. O mercado repercute também o resultado trimestral da Usiminas. A companhia reportou lucro líquido de R$ 128 milhões no segundo trimestre (2T25). Dessa forma, reverteu o prejuízo de R$ 100 milhões do segundo trimestre de 2024 (2T24). Mas em relação ao primeiro trimestre, a companhia viu o lucro cai 62%. O Ebitda ajustado consolidado foi de R$ 408,4 milhões, recuo de 44,3% em relação ao trimestre anterior (1T25). Na comparação com o 2T24, a alta foi de 65%. 

Multiplan (MULT3) 

A Genial Investimentos destaca que a Multiplan divulgou resultados sólidos no 2T25. O BTG Pactual ressalta que, apesar das maiores despesas financeiras, os resultados operacionais foram positivos. 

Raízen (RAIZ4)

Em relatório o BTG comenta a prévia da Raízen. A moagem de cana atingiu 24,5 milhões de toneladas, 8% abaixo das estimativas do banco, impactada por chuvas. As vendas de açúcar cresceram 30% na base anual, superando projeções, enquanto o etanol caiu 26% ano/ano, abaixo do esperado. O time de analistas ressalta que a empresa levantou R$ 2,9 bilhões com vendas de ativos e está mais focada na estrutura de capital, mas avaliam que a desalavancagem ainda é um “desafio”. 

Yduqs (YDUQ3)

O mercado repercute o anúncio de um novo CEO. O conselho de administração aprovou a eleição de Rossano Marques Leandro para o cargo de diretor-presidente (CEO) e diretor de relações com investidores. Para o BTG, as nomeações internas sinalizam continuidade estratégica. Às 10h52 as ações tinham baixa de 4,08%.

CPFL Energia (CPFE3) 

A CPFL Energia paga nesta sexta-feira, 25, mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado na sexta o segundo pagamento, no montante de R$ 500 milhões. Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. O valor remanescente de R$ 1,81 bilhão (R$ 1,57 por ação) será pago até 31 de dezembro de 2025.

Banco Pine (PINE4)

O Banco Pine paga nesta sexta-feira, 25, juros sobre o capital próprio aprovados em 7 de junho, no valor bruto total de R$ 24,7 milhões. O valor bruto é de R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. O crédito considerará a posição acionária do dia 16 de julho de 2025. Desde 17 de julho (inclusive) as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Telefônica Brasil (VIVT3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil anunciados em 14 de julho, é nesta sexta-feira, 25. O valor líquido é de R$ 0,08 por ação. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.

TIM (TIMS3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da TIM anunciados em 22 de julho, é nesta sexta-feira, 25. A partir de 28 de julho as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto por ação é R$ 0,13. O pagamento ocorrerá até o dia 21 de outubro de 2025.

WEG (WEGE3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intermediários da WEG anunciados em 22 de julho, é nesta sexta-feira, 25. A partir de 28 de julho as ações serão negociadas ex-provento. O valor total é de R$ 719.353.678,59 correspondente a R$ 0,17 por ação. O pagamento do dividendo intermediário, bem como dos JCP declarados em março e junho de 2025, ocorrerá em 13 de agosto de 2025.

 

 

 

 

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Banco Pine (PINE4) anuncia pagamento de juros sobre o capital https://financenews.com.br/2025/07/banco-pine-pine4-anuncia-pagamento-de-juros-sobre-o-capital-3/ https://financenews.com.br/2025/07/banco-pine-pine4-anuncia-pagamento-de-juros-sobre-o-capital-3/#respond Mon, 07 Jul 2025 13:01:50 +0000 https://financenews.com.br/?p=189744         Publicado às 9h59 Whatsapp sobre dividendo: entre aqui O conselho de […]

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O conselho de administração do Banco Pine (PINE4) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 24,7 milhões. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 7. O valor bruto é de R$ 0,1099374 por ação ordinária e preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 25 de julho de 2025 e considerará a posição acionária do dia 16 de julho de 2025. A partir de 17 de julho de 2025 (inclusive), as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

 

 

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