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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia do IRB, Sanepar, JCP do Bradesco, Localiza, Panvel e outros destaques https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-do-irb-sanepar-jcp-do-bradesco-localiza-panvel-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-do-irb-sanepar-jcp-do-bradesco-localiza-panvel-e-outros-destaques/#respond Wed, 24 Jun 2026 10:53:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=209449 Publicado às 7h53 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52) Alemanha (DAX): -1,09%  Londres (FTSE 100): +0,08% […]

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Publicado às 7h53

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)

Alemanha (DAX): -1,09% 

Londres (FTSE 100): +0,08%

Japão (Nikkei 225): -0,81% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,11% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,33% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,83% (US$ 75,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,12% (US$ 62.452)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,68% (US$ 4.079)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,74% aos 744 iuanes (US$ 109,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,07% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,21%. Nasdaq futuro subia 0,54%.

Notícias coporativas

IRB conclui transferência de portfólio de sucursal em Londres

O IRB-Brasil Resseguros (IRBR3) informou que a Justiça do Reino Unido aprovou, em 16 de junho de 2026, com validade a partir de 20 de junho de 2026, a transferência para a Community Re (Carrick Group) do portfólio (run off) da sucursal da companhia em Londres, após o cumprimento das diversas exigências locais, dentre elas a devida aprovação pela auditoria independente e pelo órgão regulador daquele país.

A transferência do referido portfólio consiste na etapa final do processo, iniciado mediante a celebração de um Contrato de Transferência de Portfólio (Loss Portfolio Transfer – LPT) entre o IRB Re e o Carrick Group, em 30 de novembro de 2023, com o objetivo de desonerar a companhia de compromissos naquele país (operacionais, regulatórios, fiscais e trabalhistas), por meio de sua sucursal, que não operava em novos negócios desde 1983, permanecendo em situação de run off desde então.

A companhia explicou que os efeitos contábeis da referida aprovação serão divulgados na Demonstração Financeira do IRB(Re) relativa ao segundo trimestre de 2026.

“A conclusão do referido processo se adequa aos objetivos da companhia e ao novo plano de negócios, que inclui, além da redução de despesas, a diversificação das linhas de subscrição no mercado nacional, bem como a expansão de suas operações internacionais, em linha com sua estratégia de crescimento de prêmios no resseguro global, por meio da constituição de novas companhias resseguradoras na Suíça e em Malta”, afirmou o IRB em um comunicado.

Precatório da Sanepar: Agepar mantém determinação de que valor seja destinado a usuários para fins de modicidade tarifária

O conselho diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná deliberou nesta terça-feira, 23, sobre a Nota Técnica elaborada pelo Grupo de Trabalho Intersetorial. A referida Nota Técnica manteve o entendimento de uma outra, determinando que a totalidade do montante originário do recebimento do precatório, líquido de tributos e honorários, seja integralmente destinada aos usuários da Sanepar para fins de modicidade tarifária.

Conforme deliberado, a destinação será de 50% para investimentos não onerosos e de 50% para desconto nas faturas, com aplicação de desconto de 25% na tarifa mínima (até 5m³) estabelecida na estrutura tarifária (água e esgoto), linearmente a todos os usuários, nos seus respectivos segmentos.

Ainda de acordo com a deliberação, em referência ao valor aplicado, seja em desconto, seja em investimento não oneroso, após 01/09/2025 (data do efetivo ingresso do valor no caixa da companhia), caberá atualização pela taxa WACC (Custo Médio Ponderado de Capital) regulatória, líquida de impostos, que no atual ciclo tarifário importa em 8,08% ao ano, em termos reais.

Em um fato relevante a Sanepar reiterou o posicionamento manifestado no início de abril 2026, sendo contrária aos termos lançados pela referida manifestação regulatória.

“A companhia informa que seguirá adotando todas as medidas administrativas e/ou judiciais cabíveis para resguardar seus direitos e interesses”, afirmou a Sanepar no fato relevante.

Localiza anuncia pagamento de JCP no valor de R$ 591 milhões

O conselho de administração da Localiza (RENT3) autorizou o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 591.109.687,95. Terão direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 26/06/2026, sendo que as ações, a partir de 29/06/2026, serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação  a ser pago é equivalente a R$ 0,535127379. O pagamento ocorrerá no dia 20/08/2026 com retenção do Imposto de Renda na fonte.

Bradesco anuncia pagamento de R$ 3,5 bilhões em juros sobre o capital

O Banco Bradesco (BBDC4) informou que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio intermediários, no valor total de R$ 3,5 bilhões, sendo R$ 0,315359035 por ação ordinária e R$ 0,346894939 por ação preferencial. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 3.7.2026 (data-base de direito), e as ações passarão a ser negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 6.7.2026. O pagamento ocorrerá até 29.1.2027 pelo valor líquido de R$ 0,260171204 por ação ordinária e R$ 0,286188324 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%.

Panvel (PNVL3) anuncia pagamento de juros sobre o capital

A Dimed – Panvel (PNVL3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio, no montante de R$ 18 milhões, representando o valor total de R$ 0,12056259329 por ação ordinária. O valor líquido, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte, é R$ 0,09946413946. O pagamento será realizado sem qualquer atualização monetária ou juros, conforme a posição acionária de 26/06/2026. O pagamento será realizado em quatro parcelas no valor por ação de R$ 0,02 cada parcela. A 1ª parcela será paga em 31/03/2027. A 2ª parcela será paga em 30/04/2027. A 3ª parcela será paga em 31/05/2027. A 4ª parcela será paga em 31/08/2027.

Hypera anuncia pagamento de juros sobre capital próprio

O conselho de administração da Hypera (HYPE3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio. O valor é de R$ 0,26304 por ação ordinária. A data de corte será em 26 de junho de 2026, sendo que as ações de emissão da Hypera serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de junho. O pagamento será realizado até o final do exercício social de 2027, em data a ser oportunamente definida pela companhia.

Track&Field (TFCO4) anuncia pagamento de juros sobre capital próprio

O conselho de administração da Track&Field Co. (TFCO4) aprovou o pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 12.932.817,64. Terão direito acionistas titulares de ações da companhia em 26/06/2026 (inclusive), sendo que as ações, a partir de 29/06/2026 (inclusive), serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação dos JCP é de R$ 0,00852202560 por ação ordinária, R$ 0,08522025597 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 31/05/2027.

Azevedo & Travassos (AZEV4) faz acordo para comprar subsidiária da Engie de iluminação pública

A Azevedo & Travassos (AZEV4) divulgou que sua subsidiária Azevedo & Travassos Investimentos (AT Investimentos), sociedade por ações de capital fechado controlada pela companhia, celebrou contrato com a Engie Brasil Soluções Participações.

Por meio do contrato, a AT Investimentos vai comprar a totalidade das quotas representativas do capital social da Engie Soluções de Iluminação Pública (ESIP) e, indiretamente, a totalidade das ações de emissão das sociedades de propósito específico controladas pela ESIP.

A ESIP detém a totalidade do capital social das sociedades Engie Soluções Cidades Inteligentes e Infraestrutura de Uberlândia, Engie Soluções Cidades Inteligentes e Infraestrutura de Petrolina e Engie Soluções Cidades Inteligentes e Infraestrutura de Curitiba, as quais são titulares de contratos de concessão em operação e com investimentos regulatórios já implementados, na modalidade de parceria público-privada, voltados à prestação de serviços de iluminação pública e de soluções de cidades inteligentes nos respectivos municípios.

Segundo a companhia, a transação seguirá em condição suspensiva até a aprovação dos poderes concedentes e das instituições financeiras relacionadas ao projeto e não demandará investimentos da AT Investimentos. “Para efeitos desta transação, o valor dos negócios (Enterprise Value) adquiridos é de R$ 108,2 milhões, e estarão sujeitos aos ajustes previstos no contrato, de forma a refletir as movimentações financeiras verificadas entre a data base e o fechamento, estimado em 90 (noventa) dias”, explicou a Azevedo & Travassos.

A conclusão da transação está sujeita a condições precedentes usuais para operações dessa natureza, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“A transação está alinhada à estratégia da AT Investimentos de atuação como plataforma de investimentos em infraestrutura, baseada na originação, no desenvolvimento e na gestão disciplinada de ativos, e amplia a presença da companhia nos setores de iluminação pública e de soluções de cidades inteligentes”.

Tem data de corte para JCP nesta quarta, 24: B3

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da B3, aprovados em 18 de junho, é nesta quarta, 24. A partir de 25 de junho as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido estimado é de R$ 0,05 por ação. A companhia aprovou ainda juros sobre capital próprio extraordinários no valor líquido de R$ 0,12 por ação. A data de corte também é quarta, 24. O pagamento de ambos os JCP será em 07/07/2026.

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Publicado às 7h51 – atualizado às 8h44

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)

Os principais índices acionários na Ásia fecharam em queda e na Europa operavam em baixa nesta terça-feira, 23. Os índices futuros em Nova York têm queda nesta sessão pressionados por uma onda de vendas de ações do setor de tecnologia, principalmente de papéis de companhias fabricantes de chips.

Alemanha (DAX): -1,17% 

Londres (FTSE 100): -0,33%

Japão (Nikkei 225): -3,46% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,37% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,82% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,39% (US$ 77,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -3,48% (US$ 62.157)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,41% (US$ 4.143)

Minério de ferro em Dalian (7h49 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,54% aos 738,5 iuanes (US$ 109,01). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,53% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 1,42%. Nasdaq futuro caía 2,80%.

Notícias corporativas

Leilão reverso: Brisanet (BRST3) vence em 56 localidades

A Brisanet (BRST3) divulgou nesta terça-feira, 23, o resultado de sua participação no 4º leilão reverso realizado pela Entidade Administradora da Digitalização de Canais de TV e RTV (EAD) e pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (GIRED). 

O certame tem como objetivo a implementação e operação de serviço móvel com tecnologia 4G, já preparado para a transição para o 5G. 

A Brisanet foi a vencedora do certame em 56 localidades, assegurando um repasse no montante total de R$ 11,2 milhões. Este valor será recebido mediante a respectiva conclusão e entrega da infraestrutura exigida. As localidades e os trechos estão situados nos estados de Alagoas, Bahia, Maranhão, Paraíba e Sergipe. O prazo máximo estipulado para a implementação da infraestrutura é 31 de dezembro de 2026, havendo a possibilidade de prorrogação por até 30 (trinta) dias. 

3tentos avança em plano de expansão nacional 

A 3tentos (TTEN3) avança em seu plano de expansão nacional com a abertura de oito lojas.

As unidades já estão em operação, Rio Verde (GO), Goiatuba (GO), Jataí (GO), Santana do Araguaia (PA), Redenção (PA), Palmas (TO), Uberlândia (MG) e Uberaba (MG).

Para o segundo semestre, estão previstas novas aberturas de lojas.

No total, a 3tentos conta com 81 lojas, distribuídas entre os estados do Rio Grande do Sul (59), Mato Grosso (14), Goiás (3), Pará (2), Minas Gerais (2) e Tocantins (1).

As operações fazem parte do plano da companhia de ampliar sua atuação em importantes fronteiras agrícolas do país, replicando em novos mercados o modelo já consolidado no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso.

Nestas unidades, a companhia realiza atendimento técnico aos produtores rurais, comercialização de sementes, fertilizantes e defensivos agrícolas, além da originação de grãos.

Cada unidade conta com uma estrutura composta por centro comercial e administrativo integrado a um centro de distribuição de insumos agrícolas com investimento de cerca de R$ 2,2 milhões em média.

“Mais do que abrir novas lojas, estamos levando para essas regiões um ecossistema completo de soluções para o produtor rural, com proximidade, assistência técnica qualificada e relacionamento de longo prazo. Nosso objetivo é replicar nessas novas regiões o modelo que consolidou a companhia em seus últimos 31 anos”, explicou o CEO da 3tentos, João Marcelo Dumoncel.

Taesa: eleito presidente interino do conselho de administração

A Taesa (TAEE4, TAEE11) informou que seu conselho de administração elegeu José Reinaldo Magalhães como presidente interino do colegiado. José Reinaldo Magalhães é membro do conselho de administração da Taesa desde abril de 2021, e foi membro do conselho de administração da Cemig (CMIG4) de abril de 2019 a abril de 2026.

MRV anuncia venda de empreendimento no Texas

A MRV (MRVE3) anunciou a venda dos empreendimentos legados Ten Oaks e Rayzor Ranch, ambos localizados no Texas, Estados Unidos, pelo valor total de US$ 139 milhões (R$ 716 milhões).

A liquidação da transação ocorrerá em julho de 2026, e essas vendas estão garantidas por um depósito não recuperável de US$ 12 milhões.

Essa transação representa uma redução de 7,5% no endividamento líquido consolidado da MRV&CO, de US$ 87 milhões (R$ 448 milhões), bem como uma diminuição de US$ 46 milhões (R$ 237 milhões) em minority interest, afirmou a companhia.

A alienação destes empreendimentos ocorre em um momento de cenário de juros elevados nos Estados Unidos e com expectativa de alta.

Dos projetos legados da Resia, resta apenas o empreendimento Memorial, com valor patrimonial de US$ 109 milhões, que a companhia pretende realizar a alienação ainda em 2026.

Já para os empreendimentos Golden Glades, com valor patrimonial de US$ 133 milhões, e North City, com a construção quase finalizada e que não é consolidado no balanço, a MRV projeta lucro contábil na sua alienação.

Desde anúncio do plano de desalavancagem, em dezembro de 2024, a companhia totalizou US$ 380 milhões (R$ 2 bilhões) em ativos vendidos.

A companhia destacou que está comprometida com a conclusão do plano de desinvestimento da Resia, conforme reafirmado no MRV Day, que trará benefícios claros na simplificação operacional, redução do risco e maior previsibilidade de resultados e geração de caixa da MRV&CO.

Rede D’or (RDOR3) anuncia o pagamento de R$ 400 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Rede D’or (RDOR3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18320141504 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em 8 de julho de 2026 e tomará como base a posição acionária final do dia 25 de junho de 2026 (data de corte), sendo que, a partir do dia 26 de junho as ações ordinárias passarão a ser negociadas ex-juros sobre o capital próprio. O pagamento será feito pelo valor líquido, após deduzido o imposto de renda retido na fonte de acordo com a legislação vigente.

Schulz (SHUL4) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

A Schulz (SHUL4) informou que, em reunião realizada na segunda-feira, 22, deliberou sobre o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 26,5 milhões, o que corresponde a R$ 0,077333123 (valor bruto) por ação preferencial; e a R$ 0,070302839 (valor bruto) por ação ordinária. Tem direito quem os titulares de ações escriturais em 25 de junho de 2026. A partir de 26 de junho em diante as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento dos JCP ocorrerá em 28 de outubro de 2026 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,063799827 por ação por ação preferencial e R$ 0,057999843.

Azevedo & Travassos (AZEV3): conselho aprova implementação do grupamento das ações

O conselho de administração da Azevedo & Travassos (AZEV3; AZEV4), em reunião realizada na segunda-feira, 22, aprovou a implementação do grupamento da totalidade das ações ordinárias e preferenciais na proporção de 20 ações para 1 ação da respectiva espécie.

Com a consumação do grupamento, o capital social da companhia permanecerá no montante de R$ 1.508.986.271,45, sem alteração de sua cifra.

A posição acionária a ser considerada para fins do grupamento terá como data-base a posição de fechamento do pregão de 25 de junho de 2026. A partir de 26 de junho de 2026, inclusive, as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas na B3 exclusivamente na forma grupada, sob os códigos AZEV3 (ações ordinárias) e AZEV4 (ações preferenciais).

Cogna (COGN3) contrata BTG Pactual corretora como formador de mercado de suas ações

A Cogna (COGN3) encerrou o contrato de prestação de serviços de formador de mercado celebrado com o Itaú. A companhia celebrou contrato com o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias negociadas na B3.

A contratação do novo formador de mercado tem por objetivo fomentar a liquidez das ações, explicou a educacional.

Yduqs anuncia o lançamento de unidade do Ibmec em Fortaleza

A Yduqs (YDUQ3) informou o lançamento, programado para o 1º trimestre de 2027, de um novo campus do Ibmec, na cidade de Fortaleza, no Ceará, o primeiro na região Nordeste do país.

Com aporte estimado em R$ 10 milhões, a nova unidade se juntará à operação atual do Ibmec, que conta com seis unidades – duas delas ainda em maturação (Faria Lima e Brasília) – e cuja marca já representa 11% do Ebitda consolidado da companhia.

O campus será inaugurado com um portfólio acadêmico que abrange as formações voltadas para negócios, Direito e cursos ligados à tecnologia.

Ainda segundo a Yduqs, a nova unidade oferecerá a possibilidade de realização de um intercâmbio de, no mínimo, seis meses na unidade de São Paulo, aproveitando a sinergia da rede nacional do Ibmec.

“O projeto do novo campus do Ibmec, alinhado à estratégia de alocação de capital da Yduqs, contribui com o crescimento do segmento premium e com a contínua geração de valor para o acionista”, afirmou a companhia em um comunicado.

Axia Energia: conselho aprova 9ª emissão de debêntures 

A Axia Energia (AXIA3) informou nesta segunda-feira, 22, que seu conselho de administração aprovou a captação de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, no montante de R$ 800 milhões, com possibilidade de lote adicional de até 25% do volume da emissão, conforme o resultado do Procedimento de Bookbuilding, podendo o volume total da operação chegar a R$ 1 bilhão, por meio da sua 9ª emissão. A remuneração é limitada à maior taxa entre NTN-B 2035 ou IPCA + 7,66% a.a. O prazo total é de 10 anos, com vencimento em 15.06.2036.

Agenda de proventos desta terça, 23:

Embraer (EMBJ3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,28 por ação ordinária. O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027.

Copasa (CSMG3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Copasa, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor por ação é R$ 0,37. O pagamento será em 17 de agosto de 2026.

Cemig (CMIG4)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Cemig, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,22. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Têm direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN).

Lojas Renner (LREN3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Lojas Renner anunciado em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,22 por ação. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026.

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Publicado às 7h51 – atualizado às 9h04 com notícias

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)

Alemanha (DAX): -0,39% 

Londres (FTSE 100): +0,21%

Japão (Nikkei 225): +1,86% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +1,78% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,65% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,54% (US$ 79,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,26% (US$ 64.052)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,23% (US$ 4.224)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,87% aos 739,5 iuanes (US$ 109,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h49 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,05% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,17%. Nasdaq futuro caía 0,03%.

Notícias corporativas

Rumo (RAIL3): Pedro Palma deixará o cargo de diretor presidente

A Rumo (RAIL3) informou nesta segunda-feira, 22, que Pedro Palma deixará o cargo de diretor presidente. Em sua substituição, de forma interina, assumirá Daniel Rockenbach, atual diretor presidente da Malha Sul e executivo da companhia há 15 anos. 

Randoncorp e Frasle divulgam a receita de maio

A Randoncorp (RAPT4) divulgou nesta segunda-feira, 22, que em maio deste ano teve receita líquida consolidada de R$ 1,058 bilhão, queda de 8,4% em relação ao mesmo mês de 2025.  

A Frasle (FRAS3), controlada pela Randoncorp, teve em maio deste ano receita líquida consolidada de R$ 446,6 milhões, queda de 5,6% na comparação com maio de 2025.

As companhias divulgam mensalmente a receita visando manter uma relação de transparência com seus investidores.

Recuperação extrajudicial da Braskem deve sair até início de julho, diz jornal

De acordo com informações do blog de Lauro Jardim, publicadas no O Globo nesta segunda-feira, 22, a recuperação extrajudicial da Braskem (BRKM5) deve ocorrer até o início de julho. Ainda segundo o jornalista, as negociações com os bancos (Bradesco,Itaú, Santander, Banco do Brasil e BNDES) avançaram bastante. 

Vale marca assembleia para deliberar sobre destituição do presidente do conselho 

A mineradora Vale (VALE3) marcou para 22 de julho a assembleia geral extraordinária para deliberar a destituição de Daniel Stieler do cargo de presidente do conselho de administração e de membro do conselho.

A assembleia, solicitada pela acionista Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), será realizada de modo exclusivamente digital.

A Previ, que é acionista titular de 7,01% do capital social da Vale, declarou apoio à indicação de Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira (Ollie) para o cargo de presidente do conselho de administração da Vale, por entender que “sua eventual condução contribuirá positivamente para o fortalecimento das práticas de governança, a melhoria da gestão estratégica e o alinhamento com os interesses dos acionistas e stakeholders”.

Já o Valor Econômico divulgou neste domingo, 21, que a Previ estuda impugnar a reunião extraordinária do conselho de administração da Vale, que foi realizada na sexta-feira, 19. Segundo o jornal, embora ainda não haja decisão tomada sobre o assunto, o motivo é um suposto conflito de interesses de Stieler, que conduziu a reunião do colegiado na sexta e também votou.

Cosan (CSAN3) anuncia conclusão de pré-pagamentos de R$ 2,8 bi 

A Cosan (B3: CSAN3; NYSE: CSAN) informou na noite de sexta-feira, 19, o resultado de operações recentes de gestão de passivos financeiros, no contexto da estratégia de redução do endividamento da companhia.

A companhia concluiu, em 16 de junho de 2026, o resgate antecipado total da 1ª série da 11ª emissão de debêntures e, adicionalmente, encerrou na sexta-feira as ofertas de aquisição facultativa das debêntures da 5ª emissão; e das Notas Comerciais da 1ª série da 4ª emissão.

A conclusão dos pré-pagamentos, que totalizaram aproximadamente R$ 2,8 bilhões, reforça o compromisso com a disciplina financeira e está alinhada as demais medidas já implementadas para otimização da estrutura de capital, destacou a Cosan.

Segundo a companhia, esse movimento permitiu reduzir seu endividamento e, em particular, as amortizações previstas em 2028; e alongar o prazo médio da dívida, trazendo maior eficiência financeira para seu balanço.

Até o presente momento, em conjunto com as transações efetuadas ao longo do 1º trimestre de 2026, a Cosan já efetuou o pré-pagamento cuja soma dos principais totalizou, aproximadamente, R$ 8,8 bilhões.

A Cosan informou ainda que segue avaliando alternativas para o pré-pagamento de passivos financeiros e otimização de sua estrutura de capital.

Petrobras aprova investimento em planta de BioQAV e diesel renovável na RPBC 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na sexta-feira, 19, que seu conselho de administração aprovou a decisão final de investimentos (FID) do projeto RPBC Biorrefino, que prevê a implantação de uma planta dedicada para produção de bioquerosene de aviação (bioQAV) e diesel renovável, na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), localizada em Cubatão (SP), com investimento estimado de aproximadamente US$ 1,2 bilhão.

Com esta aprovação, a Petrobras avançará para a fase final de contratação e assinatura dos contratos, com previsão de início das obras até o final de 2026.

“O projeto está previsto no Plano de Negócios 2026- 2030 e, considerando as condições de financiabilidade da companhia, foi incluído na carteira em implantação base”, afirmou a companhia.

A planta terá capacidade de produção de até 15 mil barris por dia (bpd) de combustíveis renováveis (bioQAV e diesel renovável), com entrada em operação prevista para 2030.

Multiplan (MULT3) pagará em 26 de junho JCP aprovado em junho de 2025

A Multiplan (MULT3) divulgou que vai pagar no próximo dia 26 de junho os juros sobre o capital aprovados pelo conselho de administração em 24 de junho de 2025 no valor total bruto de R$ 120 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,24562576235 por ação. Tem direito quem tinha ações da companhia no dia 27 de junho de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex juros” desde 30 de junho de 2025.

Coelba (CEEB5) e Elektro Redes (EKTR4) anunciam JCP

O conselho de administração da Elektro Redes (EKTR4) aprovou, em reunião realizada na sexta-feira, 19, a deliberação de juros sobre capital próprio, com base nos resultados do segundo trimestre de 2026, no valor de 25,6 milhões, correspondentes a R$ 0,1257777174 por ação ordinária e R$ 0,1383554891 por ação preferencial. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 24 de junho de 2026. A partir de 25 de junho de 2026, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

O conselho de administração da Coelba (CEEB5) aprovou, em reunião realizada também na sexta-feira, 19, a deliberação de juros sobre capital próprio, com base nos resultados do segundo trimestre de 2026, apurados até essa data, no valor de R$ 134,2 milhões, correspondentes a R$ 0,4964755155 por ação ordinária, R$ 0,4964755155 por ação preferencial classe A, R$ 0,5461230671 por ação preferencial classe B. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 24 de junho de 2026. A partir de 25 de junho de 2026, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

Azzas (AZZA3) contrata Morgan Stanley para assessorar a avaliação de alternativas envolvendo os ativos da ‘Farm Rio’

A Azzas (AZZA3) informou na sexta-feira, 19, após o fechamento do mercado, que contratou o banco Morgan Stanley para assessorar a avaliação de alternativas estratégicas envolvendo os ativos relacionados à marca “Farm Rio”, com o objetivo de destravar valor dessa marca.

A informação consta em um fato relevante onde a companhia esclarece uma matéria do Neofeed de que a Azzas teria contratado o Morgan Stanley para venda de operação da Farm.

A Azzas destacou que, até presente momento, “não há qualquer decisão tomada, operação aprovada, estrutura definida, proposta formal, instrumento vinculante celebrado ou definição acerca da efetiva implementação de qualquer eventual operação, tampouco sobre seus potenciais termos, condições, ativos envolvidos, cronograma ou viabilidade”.

As ações da companhia chegaram a subir mais de 9% e fecharam com alta de 8,33% cotadas a R$ 17,56.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbse3, Cxse3, Pssa3, Itub4, Itsa4, Cpfe3, e de Syne3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 22

Petrobras (PETR3, PETR4) 

A Petrobras paga nesta segunda-feira, 22, a segunda parcela dos juros sobre o capital anunciado em 5 de março de 2026. O valor atualizado, corrigido pela taxa Selic, passou de R$ 0,31311454 para R$ 0,33349852. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 20 de maio. A data de corte foi dia 22 de abril de 2026.

Eternit (ETER3) 

A Eternit paga nesta segunda-feira, 22, a primeira parcela do dividendo relativo ao exercício de 2025. O valor da parcela é R$ 0,08. A segunda parcela será paga em 18/09/2026. Para ter direito tinha que ter ações em 30 de março. Desde 31 de março as ações são negociadas ex-dividendo.

Ambev (ABEV3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Ambev anunciados em 5 de maio, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 0,0449 por ação. O valor líquido é de R$ 0,0370 por ação. O pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2026.

Vibra Energia (VBBR3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital Vibra Energia da anunciados em 15 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 558.180.232,04 correspondendo a R$ 0,46 por ação. O pagamento será efetuado em uma única parcela em 15/10/2027.

TIM (TIMS3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da TIM anunciados em 17 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é R$ 0,16. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de julho de 2026.

Porto (PSSA3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Porto, anunciados em 17 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido dos JCP corresponde a R$ 0,42 por ação. O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027.

Allos (ALOS3) 

A data de corte (data com) para ter direito a primeira parcela do dividendo da Allos anunciado em 17 de junho, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento dessa primeira parcela será em 02/07/2026 no valor de R$ 0,29.

JBS (JBSS32) 

Os detentores de BDRs (JBSS32) da JBS receberão o pagamento nesta segunda 22 de junho de 2026. O dividendo corresponde a US$ 1,00 por ação, sendo que cada BDR da JBS representa uma ação da companhia. Após a retenção de 15% de imposto na fonte e o desconto de 0,38% de IOF incidente sobre a operação de câmbio realizada pelo depositário, o valor líquido a ser recebido pelos investidores será de R$ 4,27 por BDR. Para a conversão dos valores, foi utilizada a taxa de câmbio efetiva de R$ 5,0502 por dólar.

Terça, 23

Embraer (EMBJ3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer anunciados em 18 de junho, é na terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor é de R$ 0,28 por ação ordinária. O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027.

Copasa (CSMG3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Copasa, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor por ação é R$ 0,37. O pagamento será em 17 de agosto de 2026.

Cemig (CMIG4)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Cemig, anunciados em 18 de junho, é nesta terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,22. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Têm direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN).

Lojas Renner (LREN3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da Lojas Renner anunciado em 18 de junho, é na terça, 23. A partir de quarta-feira, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,22 por ação. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026.

Quarta, 24

B3 (B3SA3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da B3, aprovados em 18 de junho, é na quarta, 24. A partir de 25 de junho as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido estimado é de R$ 0,05 por ação. A companhia aprovou ainda juros sobre capital próprio extraordinários no valor líquido de R$ 0,12 por ação. A data de corte também é quarta, 24. O pagamento de ambos os JCP será em 07/07/2026.

Quinta, 25

Comgás (CGAS3; CGAS5) 

A Comgás paga na quinta, 25, JCP e dividendo. O valor do dividendo é de R$ 2,28 por ação ON e de R$ 2,51 por ação PN. O valor dos JCP é de R$ 1,69 por ação ON e de R$ 1,86 por ação PN. A data de corte foi em 25 de junho.

Sexta, 26

Assaí (ASAI3) 

O Assaí paga na sexta-feira, 26, os juros sobre capital próprio anunciados em dezembro de 2025. O montante bruto é de R$ 140 milhões, correspondente a R$ 0,10 por ação ordinária. O pagamento será realizado com base na posição acionária do dia 6 de janeiro de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive.

Sanepar (SAPR11, SAPR4)

A Sanepar paga na sexta, 26, juros sobre o capital próprio relativos ao 1º e ao 2º semestre de 2025. Em 18 de junho de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 420,3 milhões, valor que corresponde a R$ 0,26 por ação ordinária, R$ 0,28 por ação preferencial, e a R$ 1,40 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de junho de 2025 (data de corte). Desde 1 de julho de 2025 as ações são negociadas ex-juros. Em 18 de dezembro de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 164,9 milhões, que corresponde a R$ 0,10 por ação ordinária, R$ 0,11 por ação preferencial, e a R$ 0,55 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro de 2026, as ações são negociadas ex-JCP.

Banrisul (BRSR6) 

O Banrisul paga na sexta-feira, 26, os JCP anunciados em 9 de junho. Será distribuído o valor total de R$ 90 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,22 por ação ON, R$ 0,22 por ação PNA e R$ 0,22 por ação PNB havendo incidência de Imposto de Renda conforme legislação vigente. As ações passaram a serem negociadas “ex-direito” aos juros intermediários desde 15 de junho de 2026.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil, anunciados em 15 de junho, é na sexta, 26 de junho. A partir de 29 de junho as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027. O valor líquido por ação é de R$ 0,05.

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Publicado às 7h55

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54)

Hoje, 19 de junho, é feriado nacional nos Estados Unidos. O país celebra o Juneteenth. Com isso a liquidez poderá ser menor nos mercados. Também é feriado na China.

Alemanha (DAX): +0,13% 

Londres (FTSE 100): -0,18%

Japão (Nikkei 225): +0,52% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): feriado

Hong Kong (Hang Seng): feriado

Petróleo Brent: -0,04% (US$ 79,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,99% (US$ 62.460)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,76% (US$ 4.171)

Minério de ferro em Dalian 

Com o feriado na China não houve negociação na bolsa de Dalian.

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,32% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,42%. Nasdaq futuro caía 0,54%.

Notícias corporativas

Sanepar: conselho elege novo diretor de RI e autoriza projeto no norte do Paraná

A Sanepar (SAPR4, SAPR11) divulgou que seu conselho de administração da aprovou a recondução de Wilson Bley Lipski, para exercer o cargo de diretor presidente; Sergio Wippel, para exercer o cargo de diretor de operações; Fernando Mauro Nascimento Guedes, para exercer o cargo de diretor de meio ambiente e ação social; Marcos Domakoski para exercer o cargo de diretor administrativo; Anatalício Risden Junior, para exercer o cargo de diretor de inovação e novos negócios; Flavio Luis Coutinho Slivinski, para exercer o cargo de diretor jurídico; Leura Lucia Conte de Oliveira, para exercer o cargo de diretora de investimentos; de Robson Augusto Pascoalini, para exercer o cargo de diretor adjunto de governança, riscos e compliance; e de Melissa Ferreira para exercer o cargo de diretora adjunta de comunicação e marketing.

A companhia anunciou ainda a eleição de Ozires Kloster para exercer o cargo de diretor financeiro e de relações com investidores. Os diretores cumprirão mandato unificado até 18 de junho de 2028.

A Sanepar informou também que seu conselho de administração autorizou a execução do projeto do Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (SAINP) sob a modalidade de locação de ativos (built to suit), fundamentada em pareceres econômico-financeiros, regulatório e na certificação emitida pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia – FUNDACE e autorizou, ainda, o Pedido de Licitação nº 34.766/2026, referente à implantação de infraestrutura do SAINP, em regime de locação de ativos, para atendimento dos municípios de Apucarana, Rolândia e Arapongas.

Aura Minerals anuncia recompra de ações e BDRs

A Aura Minerals (B3: AURA33, Nasda: AUGO) informou que seu conselho de administração aprovou programas de recompra pelos quais a companhia está autorizada a recomprar suas ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts (BDRs).

No âmbito dos programas de recompra, a Aura está autorizada a recomprar até US$ 200 milhões em ações ordinárias e Brazilian Depositary Receipts em circulação, no mercado aberto, com base nos preços de mercado vigentes, ou em operações negociadas de forma privada, durante o período com início em 18 de junho de 2026 e término na data que ocorrer primeiro entre a conclusão das recompras ou 18 de junho de 2027, a depender das condições de mercado.

O conselho da Aura revisará os programas periodicamente e poderá autorizar ajustes em seus termos e volume, bem como suspendê-los ou encerrá-los.

A Aura pretende utilizar seu caixa existente para financiar as recompras.

“Esta nova iniciativa de recompra reflete a confiança que temos em nosso momentum operacional e na forte geração de caixa proveniente de nossa base de produção em expansão, enquanto nossa estratégia permanece inalterada: continuamos a impulsionar o crescimento sustentável por meio do desenvolvimento de projetos greenfield, extensões de vida útil das minas (LOM), expansão de recursos e reservas e aquisições seletivas — tudo isso enquanto entregamos retornos significativos aos acionistas via dividendos, agora potencializados por este programa de recompra de ações”, afirmou Rodrigo Barbosa, CEO e presidente da companhia.

B3: conselho aprova pagamento de juros sobre o capital. Veja os detalhes:

O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou na quinta-feira, 18, o pagamento de juros sobre capital próprio, no valor total de R$ 356 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,07109696 por ação, cujo pagamento será em 07/07/2026 pelo valor líquido estimado de R$ 0,05865499 por ação.

O conselho aprovou também juros sobre capital próprio extraordinários referentes aos saldos não utilizados em exercícios anteriores, no valor total de R$ 750 milhões, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,14978292 por ação, cujo pagamento também será em 07/07/2026, pelo valor líquido estimado de R$ 0,12357091 por ação.

As ações da companhia serão negociadas na condição “com” até o dia 24 de junho de 2026 (data de corte), inclusive, e na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 25 de junho de 2026.

Embraer (EMBJ3) anuncia pagamento de R$ 200 milhões em JCP

O conselho de administração da Embraer (EMBJ3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio referentes ao 2º trimestre (JCP). O montante total é de R$ 200 milhões, equivalentes a R$ 0,28096472120 por ação ordinária. Terão direito ao recebimento dos JCP as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data de 23 de junho de 2026 (data-base), respeitadas as negociações realizadas até esta data.

As ações de emissão da Embraer e os American Depositary Shares (ADSs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) serão negociadas ex-JCP do 2° trimestre na B3 a partir de 24 de junho de 2026, e na NYSE a partir de 2 de julho de 2026.

O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027, não havendo qualquer tipo de correção ou remuneração adicional em relação ao montante aprovado.

Com relação aos ADSs, o pagamento do JCP será efetuado conforme procedimentos aplicáveis pelo banco depositário JPMorgan Chase.

Copasa anuncia o pagamento de R$ 142,5 milhões em juros sobre o capital

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) informou que seu conselho de administração deliberou a distribuição de proventos referentes ao 2º trimestre de 2026 (2T26). A companhia vai pagar juros sobre o capital próprio (JCP) no valor total de R$ 142,5 milhões. O valor por ação é R$ 0,3758735617. Será deduzido o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme legislação em vigor. A data de corte será em 23.06.2026. A partir de 24 de junho as ações serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será em 17 de agosto de 2026.

Cemig anuncia pagamento de R$ 630,5 milhões em juros sobre o capital

A diretoria executiva da Cemig (CMIG4) deliberou pela declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor é de R$ 630.509.000. O valor bruto por ação é de R$ 0,22040514318. A data de corte (data com) será em 23 de junho de 2026. O pagamento será em duas parcelas iguais. A primeira até 30.06.2027 e a segunda até 30.12.2027. Tem direito acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN).

Eternit (ETER3) pagara 50% dos dividendos relativos a 2025 em 22/06

A Eternit (ETER3) divulgou que o pagamento de 50% dos dividendos relativos ao exercício social de 2025, no valor bruto de R$ 0,08535843599 por ação, será realizado em 22 de junho de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 31 de março de 2026.

Lojas Renner (LREN3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da Lojas Renner (LREN3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 220.421.280,83 correspondentes a R$ 0,229299 por ação. Terão direito acionistas da companhia detentores de ações em 23.06.2026. Dessa forma, a partir de 24.06.2026 (inclusive), as ações da varejista serão negociadas “ex-JCP”. O pagamento será efetuado a partir do dia 14.07.2026.

JBS (JBSS32) pagará dividendo em 22/06 no valor de R$ 4,27 por BDR

A JBS (JBSS32) divulgou os detalhes do pagamento do dividendo anunciado em 25 de março. Os detentores de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da companhia receberão o pagamento em 22 de junho de 2026.

O dividendo corresponde a US$ 1,00 por ação, sendo que cada BDR da JBS representa uma ação da companhia.

Após a retenção de 15% de imposto na fonte e o desconto de 0,38% de IOF incidente sobre a operação de câmbio realizada pelo depositário, o valor líquido a ser recebido pelos investidores será de R$ 4,27635785 por BDR. Para a conversão dos valores, foi utilizada a taxa de câmbio efetiva de R$ 5,0502 por dólar.

WEG (WEGE3): data de corte para JCP é nesta sexta, 19

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP da WEG anunciado em 16 de junho, é nesta sexta, 19. De 22 de junho de 2026 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP está previsto para ocorrer em 10 de março de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,08 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 17,5%. 

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Publicado às 7h56

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,02% 

Londres (FTSE 100): -1,05%

Japão (Nikkei 225): +1,75% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,43% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,59% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,22% (US$ 78,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,52% (US$ 64.052)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -2,31% (US$ 4.281)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,13% aos 747 iuanes (US$ 110,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h53 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,42% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,83%. Nasdaq futuro subia 1,49%.

Mercado repercute Copom

Analistas e investidores repercutem nesta quinta a decisão do Comitê de Política Monetária de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano. Segundo o Comitê, a magnitude de ajustes da Selic será calibrada com novas informações. 

Notícias corporativas

Cade aprova aquisição do controle da Brava pela Ecopetrol

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição do controle da Brava Energia (BRAV3) pela Ecopetrol. A informação foi divulgada pela Brava no fim da noite de quarta-feira.

Nesta semana a Ecopetrol Investimentos do Brasil recebeu ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por meio do qual a autarquia ratificou seu entendimento acerca da necessidade de realização de ajustes ao edital da Oferta Pública de Aquisição de ações para aquisição de controle da Brava. 

A Ecopetrol manifestou que apresentará recurso ao colegiado da CVM com “a máxima celeridade, bem como que envidará todos os esforços para retomar a Oferta com a maior brevidade possível”, informa o documento. 

Em razão da decisão de apresentar o recurso mencionado, a Oferta estará suspensa até decisão final a ser proferida pelo colegiado da CVM. 

Petrobras recebe pagamento da primeira parcela do Programa de subvenção econômica do diesel 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite de quarta-feira, 17, que recebeu o pagamento da primeira parcela do programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, no valor de R$ 752 milhões, correspondente ao período de 12 a 31 de março de 2026.

Presidente do conselho de administração da Taesa renuncia ao cargo

O presidente e membro efetivo do conselho de administração da Taesa (TAEE4, TAEE11), Reynaldo Passanezi Filho, apresentou renúncia ao seu cargo. A companhia destacou que está seguindo com os trâmites para a respectiva indicação e manterá o mercado informado sobre os seus desdobramentos.

A Taesa agradeceu a Reynaldo pelos anos de dedicação e ressaltou que “sua liderança e contribuições foram fundamentais para o crescimento alcançado” pela companhia.

Ultrapar (UGPA3) poderá recomprar até 18 milhões de ações

O conselho de administração da Ultrapar (UGPA3) aprovou um programa de recompra de ações. O programa está limitado ao máximo de 18 milhões de ações ordinárias e terá a duração de até 12 meses, contados a partir de 18 de junho de 2026. As ações recompradas poderão ser utilizadas no plano de incentivo baseado em ações da companhia, mantidas em tesouraria e/ou posteriormente canceladas ou alienadas.

Valid (VLID3) anuncia recompra de ações 

A Valid Soluções (VLID3) informou que seu conselho de administração aprovou abertura de um novo programa de recompra de ações ordinárias.

Poderão ser adquiridas até 2 milhões de ações ordinárias, correspondentes a aproximadamente 2,51% das ações em circulação. O programa encerra em 17 de dezembro de 2027.

O conselho também deliberou o cancelamento de dois milhões de ações ordinárias adquiridas e equivalentes a 53,62% das ações então mantidas em tesouraria, sem alteração do valor do capital.

TIM (TIMS3) anuncia o pagamento de  R$ 400 milhões em juros sobre o capital 

O conselho de administração da TIM (TIMS3) aprovou a distribuição de R$ 400 milhões a título de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto por ação é R$ 0,1674573219. O pagamento ocorrerá até o dia 22 de julho de 2026, sendo a data de 22 de junho de 2026 como aquela que servirá para identificar os acionistas com direito a receber tais valores. Desta forma, as ações adquiridas após a referida data estarão ex-direito de distribuição de JCP.

Porto (PSSA3) anuncia o pagamento de R$ 328,7 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Porto (PSSA3) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre de 2026, no montante total bruto de R$ 328.703.200,00. Essa quantia equivalente ao valor líquido de R$ 271.447.218,54. O valor líquido dos JCP corresponde a R$ 0,42347967175 por ação. Tem direito ao recebimento os acionistas inscritos nos registros da companhia no fechamento de 22 de junho de 2026. A partir de 23 de junho de 2026, inclusive, as ações da companhia serão negociadas sem direito aos referidos JCP. O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027, em data a ser definida pela administração e aprovada na Assembleia Geral Ordinária da companhia de 2027.

Allos (ALOS3) anuncia o pagamento de R$ 438 milhões em dividendo

A Allos (ALOS3) divulgou que seu conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 438 milhões em dividendo intermediário. O pagamento será em três tranches de R$ 146 milhões cada, correspondentes a 0,291937564 por ação por tranche.

A 1ª tranche tem data de corte em 22/06/2026 e pagamento em 02/07/2026.

A 2ª tranche tem data de corte em 23/07/2026 e pagamento em 04/08/2026.

A 3ª tranche tem data de corte em 21/08/2026 e pagamento em 02/09/2026.

Unipar Carbocloro anuncia recompra de ações 

O conselho de administração da Unipar Carbocloro (UNIP3, UNIP5, UNIP6) aprovou o sexto programa de recompra de ações.

O programa tem por finalidade a aquisição de ações ordinárias e de ações preferenciais classes “A” e “B”, no limite de até 929.873 ações ordinárias, até 129.873 ações preferenciais classe “A” e até 3.627.601 ações preferenciais classe “B”, representativas de, respectivamente, até 2,4%, 5,6% e 5,1% do total de ações ordinárias, de ações preferenciais classe “A” e de ações preferenciais classe “B”, respectivamente.

Segundo a companhia, as ações serão mantidas em tesouraria, canceladas, alienadas ou destinadas ao eventual exercício de opções de compra de ações ou entrega de ações restritas para gerar alinhamento de médio e longo prazo com seus administradores.

O programa encerra em 17 de dezembro de 2027.

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Publicado às 7h51

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)

Alemanha (DAX): +0,64% 

Londres (FTSE 100): +0,60%

Japão (Nikkei 225): +0,21% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,11% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,40% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,60% (US$ 81). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,06% (US$ 66.627)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,37% (US$ 4.367)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,85% aos 762 iuanes (US$ 112,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,09% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,01%. Nasdaq futuro subia 0,20%.

Notícias corporativas

Sanepar pagará em 26 de junho JCP referente a 2025

A Sanepar (SAPR11, SAPR4) informou nesta terça-feira, 16, que, conforme deliberado na 62ª Assembleia Geral Ordinária realizada em 29 de abril de 2026, realizará o pagamento dos juros sobre o capital próprio (JCP) imputados aos dividendos obrigatórios, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Os acionistas terão seus créditos disponíveis no dia 26 de junho de 2026.

Em 18 de junho de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 420,3 milhões, valor que corresponde a R$ 0,26 por ação ordinária, R$ 0,28 por ação preferencial, e a R$ 1,40 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de junho de 2025 (data de corte). Desde 1 de julho de 2025 as ações são negociadas ex-juros.

Em 18 de dezembro de 2025 o conselho deliberou o pagamento de R$ 164,9 milhões, que corresponde a R$ 0,10 por ação ordinária, R$ 0,11 por ação preferencial, e a R$ 0,55 por unit. Tem direito a esses JCP quem tinha ações em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro de 2026, as ações são negociadas ex-JCP.

Brava Energia: OPA da Ecopetrol está temporariamente suspensa

A Ecopetrol Investimentos do Brasil recebeu ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por meio do qual a autarquia ratificou seu entendimento acerca da necessidade de realização de ajustes ao edital da Oferta Pública de Aquisição de ações para aquisição de controle da Brava Energia (BRAV3). A informação consta em um fato relevante da Brava divulgado no fim da noite de segunda-feira, 15.

A Ecopetrol manifestou que apresentará recurso ao colegiado da CVM com “a máxima celeridade, bem como que envidará todos os esforços para retomar a Oferta com a maior brevidade possível”, informa o documento.

Em razão da decisão de apresentar o recurso mencionado, a Oferta estará suspensa até decisão final a ser proferida pelo Colegiado da CVM.

Copel anuncia venda de participação na DFESA para a Gerdau

A Copel (CPLE3) aceitou a proposta vinculante e celebrou contrato com a Gerdau (GGBR4), tendo por objeto a alienação de sua participação societária na Dona Francisca Energética (DFESA), acionista do consórcio responsável pela operação da UHE Dona Francisca.

A DFESA é uma sociedade anônima de capital fechado dedicada à geração de energia elétrica por meio da operação, mediante cota de 85% no consórcio da concessão da Usina Hidrelétrica Dona Francisca, localizada no rio Jacuí, no estado do Rio Grande do Sul, entre os municípios de Agudo e Nova Palma.

A participação alienada corresponde a 23,03% do capital social da DFESA, considerando um enterprise value de R$ 150 milhões, sendo o valor total pago em uma única parcela, na data de fechamento da operação, condicionado ao cumprimento de condições precedentes usuais para este tipo de operação, incluindo a obtenção das aprovações societárias e regulatórias aplicáveis.

“Este movimento faz parte da estratégia da Copel de continuamente otimizar o seu portfólio, alinhada à estratégia de simplificação da estrutura societária e de concentração do portfólio em ativos de maior porte, nos quais a Copel detenha controle ou influência relevante, e gerar valor aos seus acionistas”, afirmou a companhia.

Já a Gerdau destacou que passará a deter 100% do capital social da DFESA aumentando sua autoprodução de energia em 30,4 MW médios. Como resultado, a Gerdau passará a utilizar a totalidade dos 65,94 MW médios de energia assegurada disponíveis na DFESA para fins de autoprodução.

“A aquisição está alinhada à disciplina de alocação de capital da Gerdau, gerando maior competitividade no custo dos seus negócios, aumentando a autoprodução de energia para mais de 50% do seu consumo, com foco em energia renovável e em linha com o processo de descarbonização já divulgado pela companhia”, afirmou a siderúrgica.

S&P reafirma ratings da Axia; perspectiva permanece ‘estável’

A agência de classificação de risco S&P reafirmou seus ratings de crédito de emissor de longo e curto prazo ‘brAAA/brA-1+’ da Axia (AXIA3), bem como os ratings de emissão ‘brAAA’ da instituição. Além disso, alterou a avaliação de administração e governança da companhia de “negativa” para “neutra”.

Para a agência, a Axia Energia fortaleceu seu perfil de governança e mitigou riscos institucionais ao firmar um acordo com o governo e simplificar sua estrutura societária.

A S&P também reafirmou os ratings de emissão ‘brAAA’ de suas subsidiárias Axia Energia Sul (antiga Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Sul do Brasil – CGT Eletrosul), Axia Energia Norte (antiga Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. – Eletronorte), Axia Energia Nordeste (antiga Companhia Hidroelétrica do São Francisco – Chesf) e da Furnas.

A perspectiva de emissor permanece “estável”, refletindo a expectativa da S&P de que a Axia concluirá seu investimento de R$ 13 bilhões-R$ 14 bilhões neste ano, apesar da volatilidade dos preços de energia. Ao mesmo tempo, a agência espera que a companhia reduza seu índice de dívida líquida sobre Ebitda a um patamar próximo de 4,0x em 2027, ante 4,7x em 2025 e mantenha geração interna de caixa (FFO – funds from operations) sobre dívida entre 15%- 18% nos próximos dois anos.

Compass Gás e Energia (PASS3) pagará em 29 de junho dividendo aprovado em abril

A Compass Gás e Energia (PASS3) pagará em 29 de junho de 2026 o dividendo aprovado pela assembleia geral ordinária realizada em 29 de abril de 2026. O montante é de R$ 405.542.965,07. O valor por ação é R$ 0,56783616562. Terão direito ao recebimento acionistas titulares de ações registrados como tal ao final do dia 4 de maio de 2026. As ações da Compass são consideradas ex-dividendos desde 5 de maio de 2026, inclusive.

Vibra Energia (VBBR3) anuncia pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração da Vibra Energia (VBBR3) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio. O valor bruto é de R$ 558.180.232,04 correspondendo a R$ 0,46662319252 por ação. A companhia destacou que o valor por ação é estimado e poderá ser modificado em razão da eventual negociação de ações em tesouraria. Terão direito a esses JCP acionistas da Vibra assim registrados no fechamento do pregão da B3 do dia 22 de junho de 2026, considerando os negócios realizados em tal data. A partir de 23 de junho as ações passarão a ser negociadas ex-JCP. O pagamento será efetuado em uma única parcela em 15/10/2027.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia pagamento de R$ 230 milhões em JCP

A Telefônica Brasil (VIVT3) informou que seu conselho de administração aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 230 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 189,7 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,05937840244. A data de corte será ao final do dia 26 de junho de 2026. Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.

Itaúsa anuncia pagamento de R$ 1,54 bilhão em juros sobre o capital

A Itaúsa (ITSA3, ITSA4) informou que seu conselho de administração, reunido nesta data, deliberou declarar juros sobre capital próprio no montante bruto de R$ 1,547 bilhão (R$ 0,138 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 1,276 bilhão (R$ 0,11385 por ação), considerando a retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte. Esses juros, relativos ao exercício de 2026, terão como base de cálculo a posição acionária final do dia 18 de junho de 2026 e serão pagos até 31 de agosto de 2026.

Sabesp anuncia nome de executivo para a diretoria de experiência do cliente

A Sabesp (SBSP3) divulgou que Claudio Kawa Hermolin assumiu a liderança da recém-criada diretoria de experiência do cliente. O executivo ocupou posições de liderança em companhias como Equatorial, Even Construtora e PDG, entre outras, acumulando experiência em gestão de operações, governança corporativa e desenvolvimento de projetos de grande porte.

Na Sabesp, exerceu recentemente o cargo de diretor de operações da regional leste e, adicionalmente, atuou como presidente do Sinduscon-Rio.

Débora Pierini Longo deixa o cargo de diretora de operação e manutenção para liderar o projeto de implantação do Centro de Operações Integradas (COI) da companhia.

Roberval Tavares passa a acumular interinamente os cargos de diretor de engenharia e operação.

“As mudanças na estrutura organizacional estão alinhadas ao momento estratégico da Companhia, com foco no aprimoramento contínuo da experiência de seus clientes e na eficiência operacional”, afirmou a Sabesp em um comunicado.

Trisul (TRIS3) elege novo CEO

O conselho de administração da Trisul (TRIS3) aprovou alterações na estrutura de liderança da companhia. Foi nomeado João Eduardo de Azevedo Silva como diretor presidente da Trisul. Além disso, foi eleito Jorge Cury Neto para a presidência do conselho de administração. Também foi eleito Michel Esper Saad Junior para a vice presidência do colegiado.

João Eduardo de Azevedo Silva ingressou na Trisul em abril de 2024, tendo desempenhado papel central na condução operacional e estratégica da companhia. Tem mais de 25 anos de experiência no setor de incorporação residencial e comercial. Antes de ingressar na Trisul, atuou na Gafisa e na Even Construtora, onde exerceu os cargos de diretor executivo de incorporações, vice-presidente de incorporações, Co-CEO e COO.

Jorge Cury Neto exerceu o cargo de diretor-presidente desde a fundação da companhia, em abril de 2007, tendo sido protagonista da estruturação e consolidação da Trisul como uma das principais incorporadoras residenciais do mercado brasileiro, afirmou a construtora em um comunicado. Ao seu lado, desde o primeiro dia, Michel Esper Saad Junior conduziu a presidência do conselho de administração, desempenhando papel central no fortalecimento da governança corporativa e na condução estratégica dos negócios ao longo de quase duas décadas.

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Publicado às 7h47 – atualizado às 9h15

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h46)

Alemanha (DAX): +0,24% 

Londres (FTSE 100): +0,91%

Japão (Nikkei 225): +0,11% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,16% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,65% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,26% (US$ 91,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,9% (US$ 63.015)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,53% (US$ 4.111)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,46% aos 764 iuanes (US$ 112,8). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,70% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,76%. Nasdaq futuro subia 1,24%.

Notícias corporativas

Lupatech (LUPA3): conselho aprova convocar assembleia para decidir sobre grupamento das ações

O conselho de administração da Lupatech (LUPA3) aprovou a convocação de assembleia geral extraordinária para deliberar sobre o grupamento da totalidade das ações ordinárias de emissão da companhia, na proporção de 10:1, de forma que cada lote de 10 (dez) ações ordinárias seja grupado em uma única ação ordinária, e para atendimento dos artigos 46 a 50 do capítulo 6 do Regulamento de Emissores emitido pela B3. A exigência regulamentar visa conduzir o preço de negociação das ações a patamar superior a R$ 1,00 (um real). A proposta depende da aprovação em assembleia geral extraordinária.

A aprovação do grupamento não resultará na modificação do montante total do capital social ou nos direitos conferidos pelas ações ordinárias de emissão da companhia a seus titulares. Uma vez aprovado o grupamento, será concedido prazo de 30 dias, contados da publicação de aviso aos acionistas, a ser publicado após a realização da referida assembleia, para que os acionistas detentores de ações ordinárias que desejarem possam ajustar suas posições de ações em lotes múltiplos de 10 (dez) ações, mediante negociação na B3.

Isa Energia anuncia início da operação comercial do bloco 3 do projeto Piraquê 

A Isa Energia (ISAE3, ISAE4) divulgou nesta quinta-feira, 11, que obteve do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o Termo de Liberação Definitivo (TLD) para o bloco 3 do projeto Piraquê. Com a liberação concedida pelo ONS, o bloco remanescente iniciou sua operação comercial com 16 meses de antecipação em relação ao prazo limite estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a companhia passou a operar e a ser remunerada integralmente pelo lote 3 vencido no leilão de transmissão 01/2022.

O empreendimento, um dos maiores projetos greenfield no setor de transmissão brasileiro, envolveu a implantação de oito linhas de transmissão (sete de 500 kv e uma de 345 kv), que totalizaram cerca de 1.000 km de extensão nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

O bloco 3 contempla a construção de 2 linhas de transmissão no Espírito Santo e a ampliação das subestações a elas associadas.

A Isa Energia explicou que o empreendimento possui relevante função sistêmica ao reduzir significativamente o risco de sobrecargas no sistema elétrico em cenários de elevadas trocas de energia entre as regiões Nordeste e Sudeste e reforçar a estabilidade da rede de transmissão no Estado do Espírito Santo, ampliando a capacidade de escoamento de energia e reduzindo o risco de falhas operacionais.

Com a energização do bloco 3, a companhia passa a receber a totalidade da Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 343,1 milhões (ciclo tarifário 2025/2026) do projeto que possui margem Ebitda estimada em cerca de 95% e regime de tributação por lucro real.

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

O investimento total do projeto é de cerca de R$ 3,85 bilhões e foi integralmente financiado por debêntures verdes de infraestrutura.

Equatorial sobre investimento na Copasa: “passo relevante na consolidação da presença na região Sudeste”

A Copasa (CSMG3) informou na noite de quarta-feira, 10, que a Gerais Saneamento foi escolhida pelo governo de Minas Gerais como investidora de referência da oferta pública secundária de ações. A Gerais Saneamento é a subsidiária criada pela Equatorial para disputar a privatização da Copasa. A Equatorial terá prioridade na aquisição de 114.075.921 ações.

Também na noite de quarta-feira, a Gerais Saneamento anunciou o início da distribuição pública de 7,5 milhões de notas comerciais escriturais, em série única, todas com valor nominal unitário de R$ 1.000,00, perfazendo o montante de até R$ 7,5 bilhões.

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quinta-feira, 11, a Equatorial afirma que, com a realização do investimento na Copasa, “avança em sua estratégia de crescimento com geração de valor e expansão no segmento de saneamento, reforçando seu posicionamento como uma das principais plataformas de utilities do Brasil”.

A Equatorial destacou ainda que a operação está alinhada ao seu “DNA”, refletindo disciplina na alocação de capital, combinada com a busca contínua por oportunidades capazes de capturar eficiência operacional e retornos atrativos.

“Este movimento também representa mais um passo relevante na consolidação da presença da companhia na região Sudeste (Estado de Minas Gerais), ampliando sua diversificação geográfica e fortalecendo sua plataforma de crescimento sustentável no longo prazo”, afirmou a Equatorial.

Rede D’or (RDOR3) anuncia recompra de ações

O conselho de administração da Rede D’or (RDOR3) aprovou o cancelamento de 49 milhões de ações ordinárias mantidas em tesouraria, adquiridas no âmbito dos programas de recompra de ações da companhia, sem alteração do valor do capital social.

O conselho também aprovou um novo programa de recompra de ações. A quantidade de ações a ser adquirida estará limitada a 30 milhões de ações ordinárias, que, em conjunto com as ações já mantidas em tesouraria, correspondem a menos de 10% do total de ações em circulação no mercado em 10 de junho de 2026, após o cancelamento de 49 milhões de ações ordinárias.

A administração limitará o valor total a ser objeto do programa a até R$ 1 bilhão de reais.

O programa encerra em 10 de junho de 2027.

Axia: concluída cessão da totalidade dos créditos que possuía contra a distribuidora Amazonas Energia

A Axia Energia (AXIA3), em conjunto com sua subsidiária integral Axia Energia Norte, informou na quarta-feira, 10, que, após atendidas as condições precedentes acordadas, concluiu a cessão da totalidade dos créditos que possuíam contra a distribuidora Amazonas Energia. Em contrapartida, a Axia Energia e a Axia Energia Norte receberão um total de R$ 554,1 milhões, sujeito a correção até a data do efetivo pagamento, relacionados a quitação dos créditos contra a Amazonas Energia; e uma opção de compra na distribuidora para uma participação minoritária, que poderá ser exercida ou cedida a terceiros.

“A transação conclui a estruturação de alternativa financeiramente benéfica para as partes, acordada em 2024, ao dar suporte à viabilização da atual concessão da Amazonas Energia e possibilitar à Axia Energia a captura do benefício econômico decorrente de uma potencial recuperação operacional e financeira da distribuidora”, afirmou a Axia Energia, destacando que a operação reforça seu compromisso com a disciplina de alocação de capital e com a mitigação de riscos operacionais e financeiros.

Conselho da Engie Brasil aprova oferta de ações que prevê incorporar fatia da Jirau Energia

O conselho de administração da Engie Brasil Energia (EGIE3) aprovou a realização de oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias, a serem emitidas pela companhia. A informação consta em um fato relevante.

A oferta prevê que a Engie Brasil Participações (EBP), controladora da Engie Brasil Energia, poderá integralizar sua parcela na oferta mediante contribuição de bens, por meio da transferência da totalidade de sua participação de 40% na Jirau Energia para a Engie Brasil Energia. Com isso, a companhia passará a deter diretamente essa participação societária na concessionária da Usina Hidrelétrica Jirau, enquanto a controladora receberá ações de emissão da própria Engie Brasil Energia.

De acordo com o fato relevante, a realização da oferta está condicionada à aprovação, por assembleia geral extraordinária da Engie Brasil Energia, da ratificação da nomeação e contratação da Apsis Consultoria Empresarial para elaboração do laudo de avaliação das ações de emissão da Jirau detidas pela EBP; e do Laudo de Avaliação e da proposta de valor das ações de emissão de Jirau detidas pela EBP, para fins de sua contribuição em integralização de ações no âmbito da oferta.

O laudo de avaliação elaborado pela Apsis atribuiu à fatia da Jirau um valor justo entre R$ 5,39 bilhões e R$ 5,93 bilhões, com valor intermediário de R$ 5,66 bilhões.

Os documentos de convocação da assembleia, a ser realizada em 2 de julho de 2026, serão disponibilizados para consulta nos websites da CVM (www.gov.br/cvm), da B3 (www.b3.com.br) e da Engie Brasil (www.engie.com.br/investidores/).

Comgás (CGAS3; CGAS5) anuncia pagamento de dividendo e JCP

O conselho de administração da Companhia de Gás de São Paulo – Comgás (CGAS3; CGAS5) aprovou a proposta de distribuição de dividendos intermediários totalizando R$ 310 milhões.

O valor de R$ 237.819.053,29 será pago às ações ordinárias, o que corresponde a R$ 2,289743070286 por ação. A quantia de R$ 72.180.946,71 será paga às ações preferenciais, no valor de R$ 2,518717377315 por ação.

Terão direito acionistas constantes da posição acionária da companhia verificada em 15 de junho de 2026, inclusive, sendo que as ações serão negociadas “ex’ dividendos a partir de 16 de junho. O pagamento ocorrerá em 25 de junho de 2026.

Os conselheiros aprovaram também o pagamento aos acionistas de juros sobre capital próprio (JCP) no montante total de R$ 230 milhões, sendo R$ 176.446.394,38 pagos às ações ordinárias, no valor de R$ 1,69 por ação; e R$ 53.553.605,62 pagos às ações preferenciais, no valor de R$ 1,86 por ação.

O pagamento dos juros sobre capital próprio estará sujeito à incidência de 17,5% de Imposto de Renda Retido na Fonte. Esses JCP serão pagos com base na composição acionária de 15 de junho, inclusive, sendo que as ações da companhia serão negociadas “ex” dividendos a partir de 16 de junho. O pagamento dos juros sobre capital próprio também será realizado em 25 de junho de 2026.

Cemig (CMIG4) divulga data de pagamento da 1ª parcela dos proventos referentes ao exercício 2025

A Cemig (CMIG4) divulgou nesta quarta-feira, 10, que efetuará, no próximo dia 30 de junho, o pagamento da primeira parcela dos proventos referentes ao exercício 2025. O valor total soma R$ 0,541139687 por ação. Serão pagos os dividendos aprovados em 30/04/2026 e os JCP aprovados em 18/12/2025; 23/09/2025; 17/06/2025; e 20/03/2025. Acesse aqui a tabela com os detalhes.

Atenção investidor: data de corte para ter direito a dividendo de R$ 2,85 por ação da Log é nesta quinta, 11 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log (LOGG3) é nesta quinta, 11. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O valor total do pagamento soma R$ 250 milhões. Esse valor corresponde a R$ 2,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.

Banco do Brasil (BBAS3) paga juros sobre o capital nesta quinta, 11

O Banco do Brasil (BBAS3) paga nesta quinta-feira, 11, os JCP anunciados em 13 de maio no valor por ação de R$ 0,08. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP. Também nesta quinta-feira, 11, o Banco do Brasil paga o valor por ação de R$ 0,05  em juros sobre o capital anunciados em 20 de maio. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP.

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Publicado às 7h53

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)

Alemanha (DAX): +0,59% 

Londres (FTSE 100): -0,21%

Japão (Nikkei 225): +1,92% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +1,28% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,37% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,78% (US$ 92,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -1,24% (US$ 62.762)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,14% (US$ 4.357)

Minério de ferro em Dalian (7h51 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,20% aos 760 iuanes (US$ 112,03). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,19% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,41%. Nasdaq futuro subia 0,67%.

Notícias corporativas

IRB (IRBR3) inicia procedimentos regulatórios para expandir operações internacionais

O IRB-Brasil Resseguros (IRBR3) iniciou procedimentos regulatórios com o objetivo de expandir suas operações internacionais, em linha com sua estratégia de crescimento de prêmios no resseguro global.

A companhia protocolou pedido de autorização junto ao regulador local na Suiça (Swiss Financial Market Supervisory Authority – FINMA), em 29 de maio de 2026, para constituição de uma companhia resseguradora com foco em resseguros de danos (P&C, ou não-vida).

Em Malta iniciou a estruturação de uma entidade no modelo de protected cell company, voltada à operação de resseguros, com suporte técnico e operacional do IRB(Re), e protocolou pedido de autorização junto ao regulador local (Malta Financial Services Authority – MFSA) no dia 8 de junho.

O início das operações nestes mercados depende da aprovação das autoridades competentes.

Brava concluiu condição precedente prevista no edital da OPA

A Brava Energia (BRAV3) informou que os titulares de debêntures da 3ª Emissão de Debêntures Simples, Não Conversíveis em Ações, da 3R Petroleum Óleo e Gás (3ª Emissão 3R); e 3ª Emissão de Debêntures Simples (3ª Emissão Enauta) aprovaram em assembleias gerais de debenturistas realizadas em segunda convocação na segunda-feira, 8 de junho, o consentimento prévio para a aquisição do controle da companhia pela Ecopetrol Investimentos do Brasil, no âmbito da Oferta Pública de Aquisição de ações para aquisição de controle da Brava lançada em 25 de maio de 2026 (OPA), de forma a não caracterizar hipótese de vencimento antecipado não automático das debêntures da 3ª Emissão 3R e da 3ª Emissão Enauta, desde que observadas as condições e contrapartidas estabelecidas nas deliberações das assembleias gerais de debenturistas, sujeitas à consumação da aquisição de controle.

Com as aprovações deliberadas nas assembleias realizadas nesta segunda-feira, em conjunto com a aprovação obtida em 28 de maio de 2026, a Brava concluiu a condição precedente prevista no edital da OPA.

A Oferta Pública é destinada à aquisição de 116.110.717 ações ordinárias de emissão da petroleira, correspondente a aproximadamente 25% do total de ações de sua emissão, ao preço de R$ 23,00 por ação, de modo que, caso a OPA seja bem sucedida, a Ecopetrol passará a ser titular de 51% do capital social da Brava.

O leilão da OPA será realizado no sistema eletrônico de negociação da B3 em 25 de junho de 2026.

Copasa: Equatorial atende integralmente requisitos

A Copasa (CSMG3) anunciou que o investidor de referência finalista de sua oferta pública de ações, a Equatorial (EQTL3), cumpriu integralmente todas as exigências previstas para a operação.

“O investidor de referência finalista atendeu integralmente aos requisitos das Contas Escrow, Conta(s) de Custódia e Nova(s) Carta(s) de Fiança”, afirmou a companhia mineira em um fato relevante.

As contas “escrow” são aquelas com garantia onde recursos são depositados sob condições específicas. As contas de custódia são aquelas responsáveis pela guarda dos ativos financeiros.

A Equatorial foi anunciada como investidora de referência na privatização da Copasa em 3 junho.

O cronograma ‌da operação ​prevê a ⁠fixação ​do ​preço da ação em 11 de junho.

PetroReconcavo divulga os dados de produção de maio de 2026

A PetroReconcavo (RECV3) informou os dados de produção e entrega referentes ao mês de maio de 2026.

A produção média registrada em maio foi de 23,9 mil boe/dia, representando redução de 1,9% em comparação ao mês anterior.

Segundo a companhia, a produção foi impactada, principalmente, por eventos não programados que reduziram a eficiência de produção no ativo Bahia.

No ativo Bahia a produção foi de 11,5 mil boe/dia, redução de 4,3% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 5,8 mil bbl/dia e a de gás de 5,7 mil boe/dia.

No ativo Potiguar, a produção foi de 12,4 mil boe/dia, aumento de 0,4% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 7,7 mil bbl/dia e a de gás de 4,7 mil boe/dia.

TPI (TPIS3) pagará em 15 de junho dividendo aprovado em dezembro/25

A TPI – Triunfo Participações e Investimentos (TPIS3) informou na segunda-feira, 8, que pagará no próximo dia 15 de junho os dividendos intermediários no valor de R$ 23.808.864,26 ou R$ 0,5488866535 por ação, com base nos resultado acumulado relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2024, aprovado na reunião do conselho de administração em 23 de dezembro de 2025. Esses dividendos têm como base a posição acionária de 30 de dezembro de 2025.

Blau Farmacêutica (BLAU3) aprova emissão de notas comerciais privadas no valor de R$ 350 milhões

O conselho de administração da Blau Farmacêutica (BLAU3) aprovou a emissão de notas comerciais privadas, sendo o credor o Banco do Brasil, no valor total de R$ 350 milhões, com prazo de vencimento de 24 meses, e remuneração de CDI + 0,97% ao ano.

A amortização do principal será em sua totalidade no vencimento, enquanto os pagamentos de juros serão anuais, sem carência. Os recursos serão destinados para gestão de passivos e/ou propósitos corporativos gerais, explicou a Blau em um fato relevante.

Pagam provento nesta terça, 9:

Gerdau (GGBR4) 

A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação nesta terça-feira, 9. A data de corte foi em 13 de maio de 2026. Desde 14 de maio as negociações dessas ações em Bolsa são realizadas ex-direito.

Camil (CAML3) 

A Camil paga nesta terça-feira, 9, a segunda parcela de dividendo anunciado em dezembro de 2025. O valor da parcela é de R$ 0,07 por ação. A data-base foi 29 de maio de 2026.

JHSF (JHSF3) 

A JHSF paga nesta terça-feira, 9, dividendo mensal no valor de R$ 0,06. A data-base foi em 28 de maio.

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Mercados nesta segunda, minério, petróleo, notícia da Cyrela e de várias outras empresas https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-segunda-minerio-petroleo-noticia-da-cyrela-e-de-varias-outras-empresas/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-segunda-minerio-petroleo-noticia-da-cyrela-e-de-varias-outras-empresas/#respond Mon, 08 Jun 2026 10:39:55 +0000 https://financenews.com.br/?p=208640 Publicado às 7h40 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h39) Alemanha (DAX): -0,71%  Londres (FTSE 100): +0,10% […]

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Publicado às 7h40

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h39)

Alemanha (DAX): -0,71% 

Londres (FTSE 100): +0,10%

Japão (Nikkei 225): -3,74% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,70% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,22% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +4,17% (US$ 96,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +4,57% (US$ 63.232)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,38% (US$ 4.348)

Minério de ferro em Dalian (7h34 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,78% aos 759 iuanes (US$ 112,18). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h38 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,24%. Nasdaq futuro subia 0,53%.

Notícias corporativas

Cyrela (CYRE3) poderá recomprar até 9,68 milhões de ações

O conselho de administração da Cyrela (CYRE3) aprovou o cancelamento de 3.353.550 ações preferenciais atualmente mantidas em tesouraria; e a criação de novo programa de recompra, tendo por objeto a aquisição de até 9.680.000 ações ordinárias de emissão da companhia e até 4.800.000 ações preferenciais. As informações constam em um fato relevante enviado ao mercado na noite de domingo, 7.

A companhia destacou que o cancelamento de ações aprovado será efetivado sem a redução da cifra do capital social.

O programa de recompra encerra em 8 de dezembro de 2027. Atualmente estão em circulação 273.767.156 ações ordinárias.

A Cyrela destacou que o principal objetivo é permitir a aplicação de recursos disponíveis na aquisição das ações em bolsa, a preços de mercado, visando a fomentar a geração de valor para seus acionistas.

A aquisição das ações no âmbito do programa poderá se destinar à manutenção em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado ou mesmo sua eventual destinação a participantes no âmbito de planos de incentivos baseados em ações da companhia que eventualmente venham a ser aprovados.

Braskem se manifesta sobre matéria de jornal de que ‘deve dar calote em juros de bonds’

A Braskem (BRKM5) se manifestou sobre as informações veiculadas no jornal Valor Econômico  sob o título: “Braskem deve dar calote em juros de bonds”.

Na matéria consta a informação que, avaliando entrar em processo de recuperação extrajudicial, a Braskem não deve quitar a dívida de US$ 150 milhões referente ao pagamento de juros de títulos emitidos no exterior que vence em julho e nem os vencimentos de agosto. Diante dos vencimentos relevantes que a empresa terá a partir de julho, com o pagamento de juros dos bonds de 2028, 2030, 2031, 2041 e 2050 já no mês que vem, a companhia tenta uma negociação para obter o apoio de um terço dos credores para conseguir protocolar o processo extrajudicial antes disso, reporta o Valor. Se não tiver esse apoio, uma recuperação judicial não está descartada, disseram as fontes do jornal.

A Braskem esclareceu que em 26 de setembro de 2025 contratou assessores financeiros e jurídicos especializados para auxiliar na elaboração de um diagnóstico abrangente de alternativas econômico financeiras para otimização da sua estrutura de capital.

Segundo a companhia, as análises decorrentes do referido diagnóstico ainda estão em curso, sendo que a companhia e seus assessores vêm avançando de forma estruturada nas tratativas junto aos assessores dos credores.

“No curso dos referidos trabalhos, a companhia e seus assessores consideram diferentes alternativas, incluindo eventuais medidas de reprogramação de suas obrigações financeiras e proteção contra credores”, afirmou a Braskem, destacando que até 5 de junho não havia qualquer decisão formal acerca da alternativa (ou conjunto de alternativas) a ser(em) implementadas.

Morgan Stanley redução participação na Totvs

O Morgan Stanley reduziu participação na Totvs (TOTS3) conforme informado pela companhia brasileira na noite de sexta-feira, 5. O Morgan Stanley, de forma agregada e por meio de suas subsidiárias, atingiu posição / exposição equivalente a 2.6% do número total de ações ordinárias da Totvs. O Morgan Stanley informou que a alienação da participação acionária não visa alterar o controle acionário ou a estrutura administrativa da companhia.

Raízen (RAIZ4) protocola plano de recuperação extrajudicial junto à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de SP

A Raízen (RAIZ4) protocolou seu Plano de Recuperação Extrajudicial junto à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A informação consta em fato relevante arquivado no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na madrugada de sábado, 6.

No documento a Raízen informa que o Plano conta com a adesão relevante de todos os grupos de credores (detentores de títulos internacionais, títulos locais e bancos) totalizando um apoio de 75,45% dos créditos financeiros e quirografários abrangidos pela Recuperação Extrajudicial e pelo Plano, cujo valor total é de R$ 64,7 bilhões, excluídos os créditos intercompany.

Ainda segundo a companhia, o Plano estabelece os meios e opções de pagamento dos Créditos Reestruturados, a serem escolhidas pelo respectivo credor, incluindo a substituição dos Créditos Reestruturados por novos instrumentos de dívida e a conversão de parcela dos referidos créditos em participação acionária na companhia.

Dentre as principais medidas contempladas no Plano, destacam-se:

(i) o aumento de capital no montante de R$ 3,5 bilhões pela Shell, a ser integralizado em dinheiro na data de fechamento e, caso venha a aderir, de R$ 500 milhões pela Aguassanta Participações, da família de Rubens Ometto Silveira Mello, acionista controlador da Cosan, ambos recebendo ações ordinárias;

(ii) a conversão de 45% dos Créditos Reestruturados em participação acionária, por meio de Units que serão compostas por uma ação ordinária e uma ação preferencial de emissão da Raízen, ao preço de emissão de R$ 0,50 por Unit, o que implica um valor de referência de R$ 0,25 por ação; (iii) a substituição, refinanciamento ou aditamento dos 55% remanescentes dos Créditos Reestruturados por novos títulos de dívida (Novas Notas RSA e Novas Notas RESA); e

(iv) a implementação de medidas estruturais adicionais, incluindo segregação de ativos, avanço na agenda de desinvestimentos e reorganizações societárias.

O Plano contempla, ainda, uma opção de pagamento com deságio significativo sobre o valor dos Créditos Reestruturados, bem como uma opção com mecanismo de pagamento antecipado em dinheiro e com desconto para credores com créditos de menor valor, sujeito ao limite global agregado previsto no Plano, de aproximadamente R$ 150 milhões.

“O Plano representa uma solução abrangente para a reestruturação do endividamento financeiro do Grupo Raízen, tendo como objetivo equacionar as necessidades de liquidez de curto e médio prazo e estabelecer uma estrutura de capital sustentável no longo prazo”, afirma a companhia no fato relevante, destacando que, com a sua implementação, espera reduzir significativamente sua alavancagem, preservar a continuidade operacional e assegurar tratamento equitativo aos credores.

A Raízen ressalta também que o Plano deverá gerar liquidez relevante e reduzir os desembolsos nos próximos anos, aliviando o fluxo de caixa e posicionando a companhia para retomada de sua trajetória de geração de valor.

O Plano seguirá para oportuna homologação pelo Juízo da Recuperação Extrajudicial, observado o período de 30 dias para eventuais objeções dos credores, de forma a vincular a companhia, seus credores (apoiadores, ausentes ou dissidentes) e respectivos Créditos Reestruturados aos termos, condições e opções de pagamento estabelecidos pelo Plano.

A Raízen reafirmou que a Recuperação Extrajudicial possui escopo limitado, estritamente financeiro, e não abrange as obrigações do Grupo Raízen com seus clientes, fornecedores, revendedores e outros parceiros de negócios, as quais permanecem vigentes e continuarão sendo cumpridas normalmente, nos termos dos respectivos contratos.

Banco Inter obtém licença para lançar sua filial nos EUA

A Inter & Co (B3: INBR32; Nasdaq: INTR) divulgou que o Banco Inter recebeu a licença do Florida Office of Financial Regulation (OFR) para lançar e operar sua filial na Flórida, Estados Unidos (US Branch).

Em janeiro de 2026 a companhia informou que o Banco Inter havia recebido as aprovações do Federal Reserve e do Florida Office of Financial Regulation (OFR) para estabelecer a US Branch. Com a obtenção da licença emitida pelo OFR, o Banco Inter está autorizado a iniciar as operações da filial.

A US Branch vai emitir diretamente seus próprios cartões de débito e crédito e oferecer produtos bancários e de crédito regulamentados sem depender de bancos parceiros terceirizados.

“A companhia pretende migrar seus atuais 5,5 milhões de clientes de conta global para esta nova estrutura, um movimento estratégico projetado para otimizar o mix de captação (funding), reduzir custos operacionais e apoiar sua próxima fase de crescimento internacional”, afirmou a Inter & Co em um comunicado.

Azevedo & Travassos (AZEV4) vende participação de 10% na Rota Verde Goiás

A Azevedo & Travassos (AZEV4) informou que, por meio da Azevedo & Travassos Investimentos (AT Investimentos), negociou a alienação de 10% das ações da sua subsidiária Rota Verde Goiás (RVG) com a Jive Investimentos pelo valor de R$ 34 milhões de reais.

“A operação reforça a estratégia de atuação da AT Investimentos como plataforma de investimentos em infraestrutura, baseada na originação, desenvolvimento e desinvestimento disciplinado de ativos”, afirmou a companhia em um fato relevante.

Os recursos provenientes da operação serão direcionados conforme as diretrizes de alocação de capital da companhia, incluindo o suporte a novos investimentos e o cumprimento de compromissos estratégicos já assumidos.

A companhia ressaltou que a AT Investimentos permanece ativa na gestão de seu portfólio, avaliando continuamente oportunidades de investimento e desinvestimento, em linha com sua estratégia de otimização de capital e geração de valor no longo prazo.

União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial  publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Consultada pela reportagem da Agência Brasil, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Suzb3, Klbn11, Csna3 e de outros ativos. Acesse o vídeo aqui.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Terça, 9

Gerdau (GGBR4) 

A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação na terça-feira, 9. A data de corte foi em 13 de maio de 2026. Desde 14 de maio as negociações dessas ações em Bolsa são realizadas ex-direito.

Camil (CAML3) 

A Camil paga na terça-feira, 9, a segunda parcela de dividendo anunciado em dezembro de 2025. O valor da parcela é de R$ 0,07 por ação. A data-base foi 29 de maio de 2026.

JHSF (JHSF3) 

A JHSF paga na terça-feira, 9, dividendo mensal no valor de R$ 0,06. A data-base foi em 28 de maio.

Quarta, 10

Metalúrgica Gerdau (GOAU4) 

A Metalúrgica Gerdau paga dividendo no valor de R$ 0,08 por ação na quarta-feira, 10. A data de corte foi em 13 de maio de 2026. Desde 14 de maio as negociações dessas ações em Bolsa são realizadas ex-direito.

Grendene (GRND3) 

A Grendene para na quarta-feira, 10, dividendo no valor de R$ 0,22 aprovado em 02/12/2025. Também paga dividendo no valor de R$ 0,02 aprovado em 7 de maio de 2026. A companhia paga ainda o valor bruto de R$ 0,03 na forma de JCP aprovado em 7 de maio de 2026.

Alupar (ALUP11) 

A Alupar paga na quarta-feira, 10, o dividendo aprovado na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 16 de abril de 2026. O montante é de R$ 9,88 milhões e corresponde a R$ 0,01 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,01 por ação preferencial (ALUP4); e a R$ 0,03 por unit (ALUP11). Terão direito ao recebimento desses dividendos acionistas que se encontravam inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 16 de abril de 2026. Desde 17 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos.

Quinta, 11

Banco do Brasil (BBAS3) 

O Banco do Brasil paga na quinta-feira, 11, os JCP anunciados em 13 de maio no valor por ação de R$ 0,08. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP. Também na quarta-feira, 11, o Banco do Brasil paga o valor por ação de R$ 0,05  em juros sobre o capital anunciados em 20 de maio. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP.

Log (LOGG3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é na quinta, 11. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O valor total do pagamento soma R$ 250 milhões. Esse valor corresponde a R$ 2,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.

Sexta, 12

Ferbasa (FESA4) 

A Ferbasa paga na sexta, 12, a segunda parte dos JCP anunciados em 29 de outubro/25. O valor líquido é de R$ 0,32 para cada ação ordinária e de R$ 0,36 para cada ação preferencial. A data de corte foi em 05/11/2025. As ações da companhia são negociadas “ex-direitos” aos JCP no dia 06/11/2025 em diante.

Ecorodovias (ECOR3) 

A Ecorodovias paga a partir de sexta-feira, 12, dividendo referente ao exercício social de 2025, no montante de R$ 210,3 milhões, correspondentes a R$ 0,30 por ação ordinária. Tem direito acionistas detentores de ações ao final do dia 12 de maio de 2026, sendo que, a partir de 13 de maio de 2026, as ações são negociadas “ex-dividendos”.

Mitre (MTRE3) 

A Mitre paga na sexta-feira, 12, a segunda parcela do dividendo anunciado em 12 de maio no valor de R$ 0,04 por ação. Essa segunda parcela teve data de corte em 01/06/2026.

Even (EVEN3) 

A Even paga na sexta, 12, dividendos intercalares no valor de R$ 0,15 por ação. As ações da companhia são negociadas ex-dividendo desde 2 de junho.

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Publicado às 7h50 – atualizado às 8h44

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49)

Alemanha (DAX): -0,87% 

Londres (FTSE 100): -0,34%

Japão (Nikkei 225): +2,61% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,22% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,56% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,74% (US$ 98,61). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,41% (US$ 67.422)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,71% (US$ 4.488)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,57% aos 780 iuanes (US$ 115,34). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h48 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,34% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,10%. Nasdaq futuro subia 0,16%.

Novas tarifas dos EUA?

Uma investigação das autoridades dos Estados Unidos concluiu, na terça-feira, 2, que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Por isso, o Escritório de Comércio dos Estados Unidos propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países. Ainda não está claro se essa taxação se soma à proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras anunciada na segunda-feira, 1°.

Notícias corporativas

Alupar (ALUP11) define data de pagamento de dividendo aprovado em abril

A Alupar (ALUP11; ALUP3; ALUP4) informou nesta quarta-feira, 3, que pagará no próximo dia 10 de junho o dividendo aprovado na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 16 de abril de 2026. O montante é de R$ 9,88 milhões e corresponde a R$ 0,01 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,01 por ação preferencial (ALUP4); e a R$ 0,03 por unit (ALUP11). Terão direito ao recebimento desses dividendos acionistas que se encontravam inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 16 de abril de 2026. Desde 17 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos. 

IRB (IRBR3) anuncia criação de duas seguradoras

O IRB (IRBR3) anunciou a constituição de duas sociedades seguradoras, denominadas de IRB(Seg) Corporate Seguradora e IRB(Seg) Vida e Previdência Seguradora. Segundo a companhia, o objeto social da IRB(Seg) Corporate Seguradora consiste em realizar operações de seguros no ramo de danos (P&C), e o da IRB(Seg) Vida e Previdência realizar operações de seguros no ramo de pessoas e de previdência privada (Vida).

“Finalizado o processo de turnaround, a constituição das novas seguradoras faz parte da estratégia de diversificação e de expansão da atuação da companhia, sem interferir na condução de seu negócio original, que é prover resseguro às cedentes no território brasileiro”, afirmou o IRB em um comunicado.

Com esse novo passo, o IRB destacou que atuará diretamente no mercado segurador, ampliando sua base potencial de originação de receitas, capturando as sinergias decorrentes da atuação integrada entre os braços de seguro e resseguro, e alinhando-se à tendência de grupos que operam simultaneamente nesses dois mercados.

A autorização prévia para constituição de tais seguradoras já foi concedida pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), restando pendente a homologação definitiva pela autarquia para início das operações.

BlackRock reduz participação na Totvs (TOTS3)

A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Totvs (TOTS3), conforme divulgado pela companhia brasileira na terça-feira, 2.

A BlackRock em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações ordinárias emitidas pela Totvs, sendo que, em 29 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 24.617.489 ações ordinárias e 95.395 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 190.790 ações ordinárias, totalizando 24.808.279 ações, representando aproximadamente 4,139% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia, e 259.476 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,043% do total de ações ordinárias.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Yduqs (YDUQ3) anuncia o encerramento do programa de recompra de ações

A Yduqs (YDUQ3) anunciou o encerramento de seu programa de recompra de ações aprovado pelo conselho de administração no dia 20 de março de 2026.

O programa, aprovado com prazo de vigência de até 18 meses, se encerrou após a destinação do valor limite de recursos aprovado pelo conselho para essa finalidade, R$ 100 milhões, afirmou a Yduqs.

Durante a vigência do programa foram recompradas 9.508.800 ações ordinárias de emissão da companhia.

A Yduqs destacou que informará o mercado, no momento oportuno, sobre eventuais cancelamentos referentes ao saldo das ações recompradas ao longo do programa, assunto que será deliberado pelo conselho de administração.

Fidelity eleva participação na Log (LOGG3)

A Fidelity LLC elevou participação na Log (LOGG3), conforme informado pela companhia brasileira na véspera. A Fidelity LLC informou que sua participação em ações ordinárias emitidas pela Log passou a ser de 4.400.518 ações ordinárias, representando 5,008% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.

A Fidelity afirmou que a participação na Log é um investimento passivo e não tem o objetivo de alterar o controle acionário da companhia ou sua estrutura administrativa.

As ações da Log fecharam em alta de 5,91% na terça-feira cotadas a R$ 30,30. Na segunda-feira, 1º, a companhia anunciou que vai pagar dividendo no valor de R$ 2,85 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 11 de junho de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho e o pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.

Fitch afirma rating ‘AAA(bra)’ da Sanepar; perspectiva ‘estável’ 

A agência de classificação de risco Fitch, uma das princiapais do mundo, afirmou na terça-feira, 2, o rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ da Sanepar (SAPR11, SAPR4) e de suas emissões de debêntures quirografárias. A perspectiva do rating corporativo é “estável”.

A ação de rating considera que a Sanepar preservará forte perfil financeiro, mesmo sob previsão de elevados investimentos, afirma a agência.

Ainda segundo a Fitch, a geração operacional de caixa deve permanecer robusta, com margens de Ebitda acima da maioria dos principais pares da indústria.

O time de analistas da agência destaca que a cobertura dos serviços prestados pela companhia é superior à média nacional, o que a deixa bem posicionada para atender exigências regulatórias.

A análise também incorpora os sólidos fundamentos do setor de saneamento básico do Brasil, caracterizado por resiliente demanda. O risco hidrológico e a relação da empresa com o Estado do Paraná, seu controlador majoritário, atualmente não limitam a classificação, comenta a Fitch em relatório.

O cenário-base do rating considera Ebitda de R$ 3,1 bilhões em 2026 e de R$ 3,4 bilhões médios no biênio seguinte. O fluxo de caixa das operações (CFO) projetado médio no período é de R$ 1,6 bilhão, impactado pela premissa de devolução direta aos consumidores em 2026 e 2027 de metade dos R$ 4 bilhões recebidos em precatórios em 2025.

O Fluxo de Caixa Livre (FCF) deverá ficar negativo em R$ 1,3 bilhão na média do triênio, após investimentos totais de R$ 6,7 bilhões e dividendos de R$ 1,5 bilhão. A Fitch assumiu a devolução da outra metade dos precatórios via investimentos, conforme proposta da Agência Reguladora do Paraná (Agepar).

Multiplan inaugura a 6ª expansão do BH Shopping 

A Multiplan (MULT3) anunciou a inauguração da sexta expansão do BH Shopping, localizado em Belo Horizonte, primeiro shopping desenvolvido pela companhia e um dos ativos mais relevantes de seu portfólio.

Em um comunicado a companhia informou que a expansão adiciona cerca de 2 mil m² de Área Bruta Locável (ABL) ao empreendimento, incluindo sete novas lojas satélite e a expansão de uma loja âncora já existente.

No total, foram investidos R$ 30 milhões na ampliação do BH Shopping. Com a inauguração da nova área, o empreendimento passa a contar com mais de 49 mil m² de ABL.

O shopping encerrou o primeiro trimestre (1T26) com ocupação de 98,7%, a terceira mais alta do portfólio da Multiplan no trimestre, resultado da forte e contínua demanda por espaço.

“As melhorias reforçam a estratégia da Multiplan de reinvestimento contínuo em seu portfólio, por meio da modernização e adaptação dos empreendimentos às novas demandas de consumo e convivência”, afirmou a companhia, destacando que o projeto também evidencia a capacidade de extrair valor adicional, transformando áreas existentes em novas oportunidades de crescimento.

Axia Energia passa a consolidar 100% da usina hidrelétrica de Três Irmãos

A Axia Energia (AXIA3) concluiu a aquisição de 100% das ações detidas pela Triunfo Participações e Investimentos e pela Mercúrio Participações e Investimentos na Juno Participações e Investimentos, sociedade controladora (50,1%) da Tijoá Energia, com pagamento, após a atualização e ajustes, de R$ 256 milhões.

Com o fechamento da operação, a Axia Energia passa a consolidar 100% da usina hidrelétrica de Três Irmãos, que fica em Andradina, São Paulo. O prazo de concessão vai até 2044.

“A operação está alinhada ao plano estratégico da Axia Energia, reforçando o seu compromisso com a otimização do portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor, mitigação de riscos e simplificação de sua estrutura”, afirmou a Axia em um comunicado.

A usina hidrelétrica teve em 2025 receita de R$ 328 e Ebitda de R$ 145 milhões.

Têm ‘data de corte’ para provento nesta quarta, 3:

Smartfit (SMFT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Smartfit, anunciado em 28 de maio, é nesta quarta, 3. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor bruto é de R$ 0,06 por ação. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Simpar (SIMH3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Simpar, declarado em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026, é nesta quarta, 3. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,17 por ação. O pagamento será em 15 de junho.

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Publicado às 7h36 – atualizado às 9h18 com notícia da Petrobras

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h35)

Alemanha (DAX): +1,04% 

Londres (FTSE 100): +0,37%

Japão (Nikkei 225): -0,49% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,43% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +2,52% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,04% (US$ 93,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -2,86% (US$ 69.685)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,14% (US$ 4.557)

Minério de ferro em Dalian (7h34 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,77% aos 786,5 iuanes (US$ 116,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h33 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,40% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,14%. Nasdaq futuro caía 0,02%.

Notícias corporativas

Petrobras informa sobre adesão à nova subvenção econômica

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta terça-feira, 2, que seu conselho de administração aprovou na segunda-feira, 1°, a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro comercializado, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.363, de 30 de maio de 2026, com o objetivo de estabilizar preço e oferta, de modo a garantir o abastecimento nacional do combustível, em decorrência do choque de oferta derivado do conflito no Oriente Médio.

A petroleira estatal afirmou em um fato relevante enviado ao mercado que, diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende que essa adesão é compatível com o interesse da companhia.

“Cumpre informar também que, nos termos da referida MP, a adesão a esta nova subvenção exige a interrupção, das habilitações às subvenções econômicas ao óleo diesel rodoviário instituídas pelas Medidas Provisórias nº 1.340/2026 e nº 1.349/2026. A adesão, no entanto, não afasta o direito ao recebimento das subvenções econômicas já devidas ao produtor ou ao importador, nos termos do disposto na MP nº 1.340/2026 ou na MP nº 1.349/2026”, explicou a Petrobras no fato relevante.

A companhia ressaltou também que mantém sua estratégia comercial, levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

“A adesão, portanto, preserva a flexibilidade da companhia na implementação da sua estratégia comercial”, afirmou a Petrobras.

Log (LOGG3) anuncia pagamento de R$ 250 milhões em dividendo

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou na segunda-feira, 1º de junho, o pagamento de R$ 250 milhões em dividendos intermediários. Esse valor corresponde ao total de R$ 2,85 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 11 de junho de 2026.  As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O pagamento desses dividendos será realizado em 1º de julho de 2026.

Minerva (BEE3) diz que não há definição sobre fechamento de capital

A Minerva (BEEF3) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre informações veiculadas na imprensa com relação a uma eventual oferta pública de aquisição de ações (OPA) para fechamento de capital da companhia.

A Minerva esclareceu que “não houve e não há, neste momento, qualquer definição ou deliberação societária, seja pela companhia, seja pelos seus acionistas controladores, acerca de possível operação que poderia contemplar o fechamento de capital da companhia, e, por conseguinte, sobre sua estrutura, prazos ou quaisquer termos e condições relacionados à sua eventual realização”.

A companhia afirmou ainda que, no curso normal de seu planejamento e gestão de capital, avalia continuamente alternativas estratégicas voltadas à otimização de sua estrutura societária e de capital, à geração de valor para seus acionistas e ao melhor posicionamento nos mercados em que atua.

MRV divulga a prévia operacional de maio

A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) divulgou dados preliminares e não auditados de unidades repassadas e produzidas de maio de 2026.

A companhia produziu 3.665 unidades no mês de maio, considerando a atividade da MRV Incorporação, alta de 12,8% em relação à média mensal do primeiro trimestre e acima das 3.563 unidades produzidas em abril.

Fitch afirma ratings da Simpar; perspectiva ‘estável’ 

A agência de classificação de risco Fitch afirmou Ratings de Inadimplência do Emissor de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BB-’ e o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA(bra)’ da Simpar (SIMH3) nesta segunda-feira, 1º.

Além disso, a agência afirmou o rating ‘BB-’ das emissões de notas seniores sem garantias reais e dos veículos financeiros da Simpar.

A perspectiva dos ratings corporativos é “estável”.

Segundo a agência, os ratings da Simpar refletem sua elevada escala, seu robusto perfil de negócios e sua forte posição competitiva no setor de locação de veículos e logística do Brasil. O grupo se beneficia de uma carteira de serviços diversificada e de contratos de longo prazo que sustentam uma parcela significativa das receitas, refletindo um desempenho operacional sólido e resiliente, afirma a Fitch.

Seus analistas destacam que a alavancagem consolidada da Simpar continua excedendo os limites da categoria de rating ‘BB’, e as classificações incorporam a expectativa da Fitch de que o crescimento do Ebitda e o menor volume de investimentos levarão à redução gradual da alavancagem, o que será fundamental para mitigar o alto consumo de caixa resultante das taxas de juros ainda elevadas no Brasil.

A Simpar possui liquidez adequada e forte flexibilidade financeira, sustentadas por ativos desonerados, embora o perfil de vencimento de sua dívida consolidada permaneça concentrado. A margem para elevação do rating (rating headroom) da Simpar é baixa, e o fluxo de caixa mais fraco do que o esperado, investimentos superiores aos previstos e/ou crescimento inorgânico poderão pressionar as classificações, explica a agência.

Tecnisa (TCSA3) conclui venda de participação na Windsor para o BTG

A Tecnisa (TCSA3) informou que foi consumada a venda de quotas de titularidade da companhia, correspondentes à participação de 26,09% do capital social da Windsor Investimentos Imobiliários, para o BTGI Quartzo Participações, empresa pertencente ao Grupo BTG Pactual.

A companhia explicou que, após a concretização da operação, passou a ser titular de quotas representativas de 26,41% do capital social da Windsor, sociedade que desenvolve o empreendimento imobiliário Jardim das Perdizes.

“A operação representa um movimento estratégico para a redução da alavancagem financeira da companhia, particularmente em um cenário econômico desafiador”, afirmou a Tecnisa.

Hospital Mater Dei (MATD3) anuncia novo programa de recompra de ações

O conselho de administração do Hospital Mater Dei (MATD3) aprovou o quarto programa de recompra de ações de emissão da companhia.

A quantidade de ações a ser adquirida no programa estará limitada a 9.307.045 ações ordinárias, que representam 2,79% das ações totais emitidas pela companhia e 16,11% das ações em circulação no mercado.

O programa será encerrado em 1º de dezembro de 2027.

Aura Minerals (AURA33) pagará dividendo aos detentores de BDR em 5 de junho

A Aura Minerals (AURA33) confirmou na véspera que pagará no próximo dia 5 de junho aos detentores de certificados de Depósito de Ações Patrocinados Nível III (BDR) o dividendo anunciado em 6 de maio de 2026. O valor é de US$ 0,26 por BDR. A Aura informou que o câmbio efetivo para conversão de dólar americano a reais brasileiros é R$ 5,0188 por USD. O IOF aplicado é 0,38%. O dividendo a pagar aos detentores de BDRs da mineradora será no valor de R$ 1,299929426 por BDR.

Paga provento nesta terça, 2: Allos (ALOS3)

A Allos paga nesta terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intermediário anunciado em 24 de março. A data de corte foi em 19 de maio de 2026. O valor é de R$ 0,29 por ação.

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Publicado às 7h46 – atualizado às 8h23 com notícia do IRB

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h45)

Alemanha (DAX): +0,33% 

Londres (FTSE 100): -0,14%

Japão (Nikkei 225): +0,90% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,27% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +3,19% (US$ 94,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -1,47% (US$ 72.780)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,24% (US$ 4.535)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,19% aos 781 iuanes (US$ 115,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h43 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,40% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,27%. Nasdaq futuro subia 0,31%.

Notícias corporativas

IRB anuncia conclusão das obrigações com o DoJ nos EUA

O IRB (IRBR3) anunciou nesta segunda-feira, 1°, a conclusão das obrigações com o Department of Justice (DoJ) nos Estados Unidos. 

A atual administração do IRB-Brasil Resseguros (IRBR3), ao assumir a gestão da companhia, deu início a reestruturação financeira e organizacional. Nesse contexto, em abril de 2023, o IRB  firmou com a autoridade americana Department of Justice um acordo denominado Non Prosecution Agreement (NPA), tendo por objeto principal as informações inverídicas sobre a base acionária da companhia, propagadas, em território americano, entre fevereiro e março de 2020. Nos termos pactuados no NPA, o IRB disponibilizou o montante de US$ 5 milhões a título de compensação e se comprometeu a cooperar com as autoridades americanas para aprimorar suas práticas de controles internos, governança e conformidade, pelo período de até 3 anos. 

“Durante esse período acima, o IRB cumpriu integralmente com todas as obrigações assumidas no NPA – incluindo a execução de programa de aprimoramento de práticas de controles internos, governança e conformidade –, bem como cooperou de forma diligente e contínua com as autoridades americanas, tendo realizado todos os acompanhamentos e reportes periódicos previstos no acordo”, afirmou a resseguradora em um comunicado, destacando que, com o término da vigência do acordo, o IRB considera encerradas as suas obrigações assumidas no NPA perante as autoridades americanas.  

Paulo Kakinoff renuncia ao cargo de conselheiro da MRV 

A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) informou nesta segunda-feira, 1°, que Paulo Sergio Kakinoff renunciou ao cargo de conselheiro de administração, para o qual havia sido eleito na assembleia geral ordinária, realizada em 28 de abril de 2025, e cujo mandato teria prazo de dois anos.

Paulo é o diretor presidente da Porto (PSSA3).

Petrobras implementa desconto no diesel a partir de segunda-feira

A Petrobras (PETR3, PETR4) informa neste domingo, 31, que implementará a partir desta segunda-feira, 1º de junho, um desconto de R$ 0,3515 por litro nos seus preços de venda de óleo diesel A, de uso rodoviário, no âmbito da subvenção econômica instituída pelo governo federal nos termos da Medida Provisória nº 1.358, de 13 de maio de 2026, do Decreto nº 12.984 e da Portaria MF nº 1.584, de 29 de maio de 2026, equivalente ao valor fixado pelo Ministério da Fazenda.

Dessa forma, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro. Este valor é 37,4% menor do que o preço praticado em 31 de dezembro de 2022, considerando a inflação no período.

Para o consumidor final, o desconto em valor equivalente ao da subvenção econômica concedida através da referida MP, neutralizará a reoneração de PIS e Cofins que também ocorrerá a partir de 1º de junho.

Cosan nega venda de participação de controle na Rumo

A Cosan (CSAN3) se manifestou no domingo, 31, sobre a informação publicada no blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo. O blog reportou que a Cosan colocou a Rumo (RAIL3) à venda. Ainda de acordo com o colunista, estariam competindo pela operadora ferroviária a Ultra, Grupo México, Inpasa, Bunge, Opportunity, GIC, Voto, Itaúsa, Suzano/Feffer.

Em nota, a Cosan afirmou que “não há, neste momento, qualquer decisão sobre a venda do controle das companhias do grupo”.

Ainda segundo a nota, a “Cosan segue empenhada em sua estratégia de desalavancagem e simplificação do portfólio, e eventuais vendas de ativos estão sob constante avaliação. No entanto, a companhia reforça que neste momento as discussões estão em torno de venda de participações sem transferência de controle”.

Sabesp passa a deter 100% do capital social da Águas de Castilho  

A Sabesp (SBSP3) informou no sábado, 30, que foram cumpridas todas as condições precedentes previstas no contrato para a aquisição da participação detida pela Iguá na Águas de Castilho, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em decorrência da conclusão da operação, a Sabesp Participações passa a deter 100% do capital social da Castilho.

Para essa aquisição, o preço de aquisição pago pela Sabesp à Iguá foi de R$ 30,7 milhões.

A Castilho atua na prestação de serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no munícipio de Castilho, no estado de São Paulo, por meio de contrato de concessão em estágio maduro com prazo de duração até 2041 e serviços já universalizados, atendendo uma população de aproximadamente 21 mil habitantes.

A receita operacional líquida da Castilho no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 foi de R$ 10.254 mil.

Em relação à aquisição de participação societária detida pela Iguá na Andradina, a Sabesp informou que o Cade aprovou a operação, a qual permanece sujeita ao cumprimento das demais condições precedentes previstas no contrato.

JHSF Participações (JHSF3) inaugura shopping CJ Boa Vista Village

A JHSF Participações (JHSF3) anunciou a inauguração do shopping CJ Boa Vista Village, novo centro comercial dentro do Boa Vista Village, no Complexo Boa Vista, a cerca de 1 hora da cidade de São Paulo.

O novo shopping consolida uma importante etapa do Boa Vista Village, projeto que já reúne residências, Surf Club, Golf Club, Racquet Club, Spa, Boa Vista Surf Lodge hotel e restaurante operados pelo Fasano, centro equestre, Colégio Visconde de Porto Seguro e Clínica Einstein, destaca a JHSF em um comunicado.

Com cerca de 15 mil m² de área bruta locável (ABL) e aproximadamente 100 operações, o shopping traz marcas inéditas, gastronomia, lazer, serviços, incluindo marcas nacionais e internacionais renomadas.

Entre as marcas internacionais presentes estão Louis Vuitton, que abre pela primeira vez uma loja dedicada à sua coleção resort, Chloé, Pucci, Celine, Dolce & Gabbana, Rolex, Brunello Cucinelli, Aquazzura, Gianvito Rossi e grifes com a curadoria da CJ Mares, como Zimmermann, Stella McCartney, La Double J e Etro. Além disso, a inauguração marca a estreia na América Latina da grife californiana de moda e lifestyle James Perse e do ícone do esqui alpino francês Fusalp. Em gastronomia, os destaques são o Carbone, Forneria Bernacca, Geiko San e o Pobre Juan.

Log (LOGG3) aprova novo programa de recompra de ações

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou um novo programa de recompra de ações  para permanência em tesouraria, cancelamento e/ou alienação, bem como para serem utilizadas no âmbito dos planos de outorga de opções de compra de ações. A informação foi divulgada na noite de sexta-feira, 29. O prazo máximo para realização do programa é de até 18 meses. Poderão ser adquiridas até 5.058.069 ações ordinárias de emissão da companhia.

Por que a ação da Usiminas não para de subir? Analista explica

A ação da Usiminas (USIM5) fechou em alta de 4,04% na sexta-feira, 29, a R$ 11,08. Dessa forma acumula alta de 85% no ano e de 111% nos últimos 12 meses. Em relatório, a Genial Investimentos destaca que diferentemente de outros ralis do setor, essa valorização não se apoia em apenas um fator isolado, mas na convergência simultânea de múltiplos catalisadores que raramente se alinham desta forma.

O analista Luca Vello ressalta que o mais estrutural deles é o antidumping. O governo federal vem implementando, de forma sequencial, um conjunto de medidas de defesa comercial que está gradualmente transformando a dinâmica competitiva do aço plano no Brasil, comenta Luca.

Segundo o analista, com 75% do portfólio da companhia já protegido ou sob investigação, a Usiminas é a principal beneficiária desse processo.

Luca salienta ainda que o capítulo mais importante ainda está por vir com a decisão sobre o HRC (hot-rolled coil), esperada para o segundo semestre deste ano, segue praticamente ausente do consenso e pode elevar o Ebitda de 2027.

Na avaliação do analista, além dos fundamentos, dois catalisadores seguem pouco precificados pelo mercado. O primeiro é a tese tributária do JCP retroativo, cujo benefício potencial — conforme divulgado pela própria companhia em fato relevante — é de R$ 1,7 bilhão a 3,6 bilhões, equivalente a 16% – 34% do market cap atual.

O segundo é o portfólio de R$ 3,5 bilhões em Capex de eficiência, com projetos escalonados de 2026/29.

Luca Vello observa, no entanto, que há razões para cautela no curto prazo. O segundo trimestre (2T26) pode ser mais difícil se comparado à presunção de estabilidade indicada pelo management no resultado do 1T26. Além disso, ele cita o indicador técnico IFR (Índice de Força Relativa) em 80 pontos indica “sobrecompra” técnica após a forte valorização recente.

O IFR varia de 0 a 100 e ajuda a identificar se um ativo está sobrecomprado, sobrevendido ou se há divergências que sinalizam reversões de tendência.

“Dessa forma, embora mais construtivos na tese, reconhecemos que o próximo trimestre funcionará como um teste importante para um possível re-rating da companhia”, afirma Luca.

Por enquanto, a Genial Investimentos tem a recomendação de “manter” para o ativo.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Usim5, Ggbr4, Goau4, Brbi11, Cple3, Prio3 e de Roxo34. Acesse aqui o vídeo.

Calendário de dividendo de junho

Acesse aqui o calendário de dividendo do mês de junho.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 1°

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 1°, juros sobre o capital mensal no valor líquidos de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 30 de abril.

Banestes (BEES3, BEES4) 

O Banestes paga nesta segunda-feira, 1°, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial. A data-base foi em 4 de maio.

Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 1°, JCP no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi em 4 de maio.

Petrobras (PETR3, PETR4)

A data de corte para ter direito aos JCP da Petrobras, anunciados em 11 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,70 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo que a primeira parcela, no valor de R$ 0,35 por ação ordinária e preferencial será paga em 20 de agosto de 2026. A segunda parcela, no valor de R$ 0,35048636 por ação ordinária e preferencial, será paga em 21 de setembro de 2026.

Mitre (MTRE3) 

A data de corte para ter direito a segunda parcela dos JCP da Mitre, anunciados em 12 de maio, é nesta segunda-feira, 1° de junho. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor dessa segunda parcela é R$ 0,04 por ação ordinária. O pagamento será em 12/06/2026.

Banco do Brasil (BBAS3) 

A data de corte para ter direito aos JCP do Banco do Brasil anunciados em 13 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação de R$ 0,08 será pago em 11 de junho. Também nesta segunda-feira, 1°, é a data de corte dos JCP anunciados em 20 de maio. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação de R$ 0,05 também será pago em 11 de junho.

Even (EVEN3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Even anunciado em 14 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor de R$ 0,15 por ação será pago em 12 de junho de 2026.

Terça, 2

Allos (ALOS3)

A Allos paga na terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intermediário anunciado em 24 de março. A data de corte foi em 19 de maio de 2026. O valor é de R$ 0,29 por ação.

Quarta, 3

Smartfit (SMFT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Smartfit, anunciado em 28 de maio, é na quarta, 3. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor bruto é de R$ 0,06 por ação. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Simpar (SIMH3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Simpar, declarado em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026, é na quarta, 3. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,17 por ação. O pagamento será em 15 de junho.

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Publicado às 7h48

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h46)

Alemanha (DAX): +0,13% 

Londres (FTSE 100): +0,27%

Japão (Nikkei 225): +2,53% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,73% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,70% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,25% (US$ 92,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,06% (US$ 73.815)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,78% (US$ 4.567)

Minério de ferro em Dalian (7h40 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,45% aos 783,5 iuanes (US$ 115,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,14% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,09%. Nasdaq futuro subia 0,08%.

Notícias corporativas

Itaú anuncia o pagamento de R$ 3,99 bilhões em juros sobre o capital

O Itaú Unibanco (ITUB4) anunciou na quinta-feira, 28, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 3,99 bilhões, relativos ao exercício de 2026. O valor bruto por ação é de R$ 0,36188. O valor líquido por ação é de R$ 0,298551. Terão direito ao recebimento da remuneração acionistas detentores de posição acionária registrada em 18.06.2026, com suas ações negociadas “ex-direito” a partir do dia 19.06.2026. O pagamento será realizado até 31 de agosto de 2026.

Smartfit (SMFT3) anuncia o pagamento de R$ 40 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Smartfit (SMFT3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). A informação foi divulgada na noite de quinta-feira, 28. O montante total bruto é de R$ 40 milhões, correspondente a R$ 0,06516384886 por ação, sujeito à retenção de Imposto de Renda Retido na Fonte. A data base para o direito ao recebimento do JCP será 3 de junho de 2026. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Ferbasa (FESA4): conselho autoriza renovação do programa de recompra de ações

O conselho de administração da Ferbasa (FESA4) autorizou a renovação do programa de recompra de ações para manutenção em tesouraria e posterior cancelamento, alienação ou plano de remuneração.

A renovação mantém o limite de aquisição em 3,2 milhões de ações preferenciais como limite para aquisição. Desde 1º de junho de 2025, data de início deste programa, até esta quinta-feira, 28, foram adquiridas 1.519.200 ações preferenciais FESA4.

O programa encerrará em 28 de maio de 2027.

Rumo (RAIL3) vai inaugurar trecho ferroviário da Ferrovia do Mato Grosso em 19 de junho

A Rumo (RAIL3) anunciou que a inauguração do novo terminal da BR-070 e do trecho ferroviário da Ferrovia do Mato Grosso será no dia 19 de junho de 2026.

A Ferrovia do Mato Grosso é o principal projeto de investimento da Rumo e a maior obra ferroviária em execução no Brasil. A conclusão da primeira fase do projeto, com o início de comissionamento operacional dos novos ativos, representa um marco na história da companhia. Com capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, a Ferrovia do Mato Grosso reforça o posicionamento da Rumo no Estado, ampliando a eficiência logística e contribuindo para o fortalecimento do principal corredor de exportação do agronegócio brasileiro.

Santander Brasil (SANB11) vai incorporar a Esfera

O Santander Brasil (SANB11) vai incorporar a Esfera. O banco é o controlador direto de 100% do capital social da Esfera, que tem como atividade principal o desenvolvimento e gerenciamento de programa de fidelização de clientes.

“Como parte do processo de reestruturação e simplificação societária de certas empresas integrantes do conglomerado econômico-financeiro do Santander Brasil, é objetivo das administrações das partes unificar certas operações realizadas pela Esfera em um único veículo societário, com o consequente fortalecimento das estruturas operacional, organizacional e administrativa”, destacou o Santander em um comunicado.

A incorporação não resultará em aumento de capital do Santander Brasil, tendo em vista que a Esfera é sua subsidiária integral, havendo a substituição do investimento na Esfera pelos seus ativos e passivos incorporados pelo Santander Brasil e não haverá qualquer alteração na composição do capital social do banco ou emissão de novas ações, explicou a instituição financeira.

Simpar (SIMH3) pagará em 15 de junho dividendo aprovado em abril

A Simpar (SIMH3) anunciou que pagará em 15 de junho os dividendos declarados em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,171303483 por ação. Terão direito os detentores de ações de emissão da companhia em 3 de junho de 2026. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive.

Brava (BRAV3): debenturistas da 4ª quarta emissão aprovam consentimento prévio para  aquisição do controle da companhia pela Ecopetrol

Os titulares de debêntures da 4ª quarta emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em 2 séries, da Enauta Participações, sucedida pela Brava Energia (BRAV3), aprovaram em assembleia geral de debenturistas, o consentimento prévio para a aquisição do controle da companhia pela Ecopetrol, no âmbito da Oferta Pública de Aquisição de Ações para Aquisição de Controle da Brava lançada em 25 de maio de 2026, de forma a não caracterizar hipótese de vencimento antecipado não automático das debêntures, desde que observadas as condições e contrapartidas estabelecidas na deliberação da Assembleia Geral de Debenturistas, sujeitas à consumação da aquisição de controle. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 28.

A Brava informou ainda que permanece pendente a obtenção da anuência prévia com relação ao vencimento antecipado das seguintes emissões de debêntures, cujas assembleias gerais de debenturistas não foram instaladas em razão do não atingimento do quórum de instalação: da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em Série Única, para distribuição pública, da 3R Petroleum Óleo e Gás (3ª emissão 3R); e da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em 3 séries, com garantia fidejussória, para distribuição pública, em rito de registro automático, da Enauta Participações, sucedida pela Brava Energia.

O pedido de anuência prévia será submetido à apreciação dos titulares em assembleia geral de debenturistas a ser convocada.

Infracommerce (IFCM3): acionistas aprovam redução de capital e grupamento das ações

Em assembleia geral extraordinária realizada na véspera acionistas da Infracommerce CxaaS (IFCM3) aprovaram a redução de capital e o grupamento de ações.

A redução do capital social da companhia é no montante total de R$ 667,6 milhões, exclusivamente para absorção da totalidade dos prejuízos acumulados. A redução foi realizada sem cancelamento de ações e sem restituição de valores aos acionistas.

Já o grupamento é da totalidade das ações ordinárias na proporção de 5 (cinco) ações para 1 (uma) ação da mesma espécie, sem alteração do valor do capital social. O grupamento tem como principal objetivo o enquadramento da cotação das ações em patamar superior a R$ 1,00 (um real) por ação, conforme previsto no regulamento de emissores da B3.

No primeiro pregão após o encerramento do período para livre ajuste, ou seja, em 30 de junho de 2026, a totalidade das ações passará a ser negociada exclusivamente sob a forma grupada.

Agenda de provento desta sexta, 29:

Itaúsa (ITSA4) 

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP relativo ao segundo trimestre de 2026 da Itaúsa, é nesta sexta-feira, 29. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação. O pagamento será em 1° de julho de 2026.

Grazziotin (CGRA3, CGRA4)

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Grazziotin aprovados em 26 de maio, é nesta sexta-feira, 29. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 1 de junho. A distribuição é de R$ 30 milhões. O valor líquido é de R$ 24,7 milhões. O valor líquido por ação ordinária e preferencial é de R$ 1,047977. O pagamento será realizado sem correção e a data do pagamento será fixada pela Assembleia Geral de acionistas, que será convocada para aprovar as demonstrações financeiras e a proposta da destinação do resultado do exercício de 2026.

IRB (IRBR3) 

O IRB paga nesta sexta-feira, 29, a primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril. O valor é de R$ 0,32 por ação. A ‘data com’ (data de corte) dessa primeira parcela foi em 30/04/26. Também na sexta, 29, é a data de corte (data com) para ter direito a segunda parcela do JCP do IRB. Essa segunda parcela, no valor de R$ 0,32 por ação, será paga em 30/06/26.

Track&Field (TFCO4)

A Track&Field paga nesta sexta-feira, 29, proventos anunciados ao longo de 2025. A companhia paga quatro JCP anunciados em 2025. O valor por ação é: R$ 0,05; R$ 0,06; R$ 0,06 e R$ 0,06 por ação. A Track&Field paga também na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação.

RD Saúde (RADL3) 

A RD Saúde paga nesta sexta-feira, 29, os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,08. A data-base foi em 3 de outubro de 2025. A RD Saúde também paga até essa data os JCP anunciados em 1° de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,08 por ação. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 05/12/2025, sendo que, desde 06/12/2025, as ações da companhia são negociadas “ex juros sobre capital próprio”.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 29, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 centavos. A data-base foi em 21 de maio.

União Pet (AUAU3) 

A União Pet paga nesta sexta, 29, dividendo intermediário no valor de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito as pessoas inscritas como acionistas nos registros da companhia no encerramento do pregão da B3 de 14 de maio de 2026 (data-base).

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga nesta sexta, 29, a 2° parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 30 de abril.

Cogna (COGN3) 

A Cogna paga nesta sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação ordinária anunciado em 27 de abril. Tem direito ao recebimento acionistas com ações em 27 de abril.

Veste Estilo (VSTE3) 

A Veste Estilo paga nesta sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. Têm direito aos dividendos detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2026, inclusive.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga nesta sexta, 29, o dividendo anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,10 por ação. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio (inclusive), as ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos.

BR Partners (BRBI11) 

O BR Partners paga nesta sexta, 29, o dividendo intercalar anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia; e R$ 0,18 (dezoito centavos) por unit. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 19 de maio de 2026.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) paga nesta sexta, 29, dividendos no montante de R$ 14,1 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,18 por ação. O pagamento será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio de 2026, sendo as ações da companhia negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio de 2026, inclusive.

Espaçolaser (ESPA3) 

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) paga nesta sexta, 29, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

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Publicado às 7h57 – atualizado às 9h23

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,68% 

Londres (FTSE 100): -1,08%

Japão (Nikkei 225): -0,53% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,12% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,27% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,58% (US$ 96,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -2,48% (US$ 73.582)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,50% (US$ 4.414)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em leve queda de 0,06% aos 780,5 iuanes (US$ 115,13). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,16% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,21%. Nasdaq futuro caía 0,44%.

Notícias corporativas

Vamos (VAMO3): conselho elege novo CEO

O conselho de administração da Vamos (VAMO3) elegeu Christian Hahn da Silva, atualmente diretor executivo da Automob, para o cargo de presidente, em substituição a Gustavo Henrique Braga Couto, que deixa a companhia. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 28.

Christian “possui profundo conhecimento das operações e dos negócios da Vamos, onde contribuiu ativamente na execução do planejamento estratégico da companhia para a consolidação de sua liderança de mercado”, destaca a companhia em um fato relevante.

Christian Hahn se juntou ao grupo Simpar em 2018 como diretor geral da Transrio Caminhões, Máquinas e Motores. Em 2019, assumiu a diretoria da divisão de concessionárias de caminhões da VAMOS e, desde setembro de 2024, ocupava a diretoria executiva da divisão de concessionárias de veículos pesados, máquinas e agro na Automob.

Ainda de acordo com o fato relevante, com mais de 20 anos de experiência em segmentos correlatos aos de atuação da companhia, Christian Hahn tem liderado redes de concessionárias de ativos pesados (operações, vendas e pós-venda) com reconhecida capacidade de gestão de negócios de ampla capilaridade geográfica e equipes comerciais distribuídas em diferentes regiões do país.

“O executivo assume a posição com o objetivo de acelerar a captura de eficiência das bases operacionais construídas nos últimos anos, promovendo evolução na geração de caixa, rentabilidade e retorno sobre o capital investido, com disciplina na alocação de capital e foco contínuo na geração de valor para clientes, acionistas e demais públicos de relacionamento da companhia”, afirmou a Vamos.

Suzano: obtidas aprovações de autoridades concorrenciais para JV com a Kimberly-Clark 

A Suzano (B3:SUZB3; NYSE: SUZ) informou nesta quinta-feira, 28, que foram obtidas todas as aprovações das autoridades concorrenciais previstas como condições precedentes no Equity and Asset Purchase Agreement celebrado entre, de um lado, na qualidade de compradora, a Suzano International Holding B.V. e, de outro lado, na qualidade de vendedora, a Kimberly-Clark Corporation (K-C), para a aquisição de 51% do capital social de uma nova sociedade constituída na Holanda. 

A Suzano destacou que o fechamento da operação permanece condicionado à conclusão da reorganização societária da K-C na América do Sul, América Central, Irlanda, Reino Unido, Europa, África, Oriente Médio, Ásia, incluindo Sudeste Asiático e Oceania (regiões incluídas). 

A expectativa é de que o fechamento da operação ocorra no terceiro trimestre de 2026, conforme previamente divulgado. 

Conforme anteriormente divulgado, a Sociedade Alvo será titular dos ativos relativos aos negócios de fabricação, marketing, distribuição e/ou venda de produtos “tissue”, tais como papel higiênico, toalhas de papel, guardanapos, lenços de papel, bem como outros produtos de papel (incluindo as linhas “family care” e “professional business”) na regiões incluídas, ressalvados determinados países localizados nas regiões incluídas que estão excluídos do perímetro da operação. 

A K-C deterá os 49% remanescentes da Sociedade-Alvo e manterá seus ativos das linhas de “family care” e “professional business” na América do Norte, bem como certas joint ventures mantidas pela K-C com terceiros em outras localidades que estão fora do escopo da operação. 

A Suzano anunciou em junho do ano passado que fechou um acordo de joint venture com a Kimberly-Clark.

Ecorodovias (ECOR3) faz acordo global e encerra disputas judiciais de concessões do Paraná

A Ecorodovias (ECOR3) anunciou por meio de um fato relevante, que foi homologado judicialmente um acordo global envolvendo antigas concessões rodoviárias no Paraná, encerrando disputas administrativas e judiciais relacionadas aos contratos operados pelas concessionárias Ecovia Caminho do Mar e Ecocataratas.

“A companhia destaca que a formalização do acordo global representa um marco relevante para o encerramento de pendências associadas às concessionárias do Paraná”, afirma no fato relevante a Ecorodovias.

O acordo global equaciona as pendências relativas aos contratos de concessão das concessionárias do Paraná, contemplando o encerramento dos processos administrativos e ações judiciais entre as partes; e dos eventos de desequilíbrio da equação econômico-financeira dos Contratos de Concessão que não haviam sido solucionados quando do encerramento das concessões.

Em contrapartida, as concessionárias se obrigam, conjuntamente, ao desembolso no valor de R$ 45.200.000,00, na data base julho/25, mediante à realização de obra definida pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) e aceita pelas partes. As concessionárias efetuarão ainda o pagamento de R$ 500.000,00, na data-base julho/25, à Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) para encerramento de autos de infração administrativos.

O acordo global também contempla o cumprimento integral das obrigações assumidas no Acordo de Leniência, celebrado em 12 de agosto de 2019, com a sua consequente quitação plena.

Cemig diz que monitora impacto da decisão sobre RBSE

A Cemig (CMIG4) divulgou que acompanha os desdobramentos da decisão da 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) sobre a Rede Básica do Sistema Existente (RBSE), em julgamento envolvendo processos movidos por consumidores de energia contra a União, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate).

“A companhia e seus assessores legais seguem acompanhando o tema e aguardam a publicação do acórdão para analisar o inteiro teor e aspectos processuais, bem como eventuais impactos da decisão, que ainda está sujeita a recurso”, afirmou a estatal mineira.

A 7ª Turma do TRF1 decidiu reconhecer a legalidade da incorporação dos ativos da RBSE à Base de Remuneração Regulatória; declarar a nulidade do §3º, do Art. 1º, da Portaria MME n. 120/2016, determinando que os valores já pagos às transmissoras a título de remuneração do custo de capital próprio (Ke) sejam compensados via tarifa nos ciclos subsequentes, no mesmo prazo em que foram cobrados, por meio de instrumento de parcela de ajuste de modo a ressarcir os autores que arcaram com esse encargo; e antecipar a tutela para suspender a cobrança do Ke a partir do ciclo tarifário 2026/2027 relativamente aos autores.

Também na quarta-feira a Isa Energia (ISAE4) e Axia (AXIA3) informaram que acompanham desdobramentos de decisão do TRF1.

Unifique (FIQE3) compra provedor em Santa Catarina

A Unifique (FIQE3) celebrou acordo para comprar a G9 Telecomunicações.

A G9 atua desde 2018 no segmento de provedores de serviços de internet, atendendo clientes residenciais e corporativos na cidade de Pomerode, estado de Santa Catarina, possuindo aproximadamente 2.981 acessos ativos via fibra óptica.

A companhia informou que a operação envolve a aquisição da carteira de clientes e a celebração de contrato de locação de infraestrutura de rede com promessa de compra futura, não envolvendo, portanto, transferência de controle ou participação societária.

O preço base de aquisição foi avaliado em R$ 6,33 milhões.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de crescimento e consolidação de sua base de clientes atendidos com tecnologia de fibra óptica no mercado de Santa Catarina, bem como de expansão da infraestrutura de transporte via fibra óptica, visando à implementação de Estações Rádio Base (ERBs) para o Serviço Móvel Pessoal (SMP) com tecnologia 5G.

Isa Energia (ISAE4) obtém licença de instalação para bloco 2 do projeto Serra Dourada

A Isa Energia (ISAE3, ISAE4) obteve do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos a licença de instalação (LI) para o bloco remanescente (Bloco 2) do projeto Serra Dourada.

Com a obtenção da LI, as obras desse trecho de 500 kV da linha de transmissão Juazeiro III – Campo Formoso II – Barra II já podem ser iniciadas.

As obras dos blocos 1 e 3, correspondentes às linhas de transmissão de 500 kV Barra II – Correntina – Arinos 2 e 500 kV Barra II – Buritirama, foram iniciadas, respectivamente, em agosto de 2025 e janeiro de 2026.

Serra Dourada é o empreendimento do lote 1 do Leilão de Transmissão Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), realizado em junho de 2023 e consiste na implementação de 1.093 km de linhas de transmissão e três novas subestações além da ampliação de outras três subestações já operacionais.

O projeto criará um corredor prioritário para o escoamento de energia renovável proveniente do oeste do estado da Bahia, viabilizando a conexão de geradoras novas e existentes e de novos projetos de transmissão leiloados pela Aneel em 2024.

Com prazo máximo estipulado pela Aneel em março de 2029 para entrada em operação, o projeto Serra Dourada possui investimento Aneel de R$ 3,157 bilhões (data do leilão) e Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 322 milhões (ciclo 2025/2026).

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

BlackRock reduz participação na Klabin 

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Klabin, conforme anunciado pela companhia brasileira na quarta-feira, 27.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, informou que alienou ações preferenciais emitidas pela Klabin, sendo que, em 22 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 67.657 ações preferenciais, 98.164.586 certificado de depósito de ações (units), representando 392.658.344 ações preferenciais e 726 American Depositary Receipts (ADRs), representativas de 5.808 ações preferenciais, totalizando 392.731.809 ações preferenciais, representando aproximadamente 9,997% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia, e 416.325 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,011% do total de ações preferenciais.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a gestora.

Irani (RANI3) aprova execução do Projeto Gaia XII e o conceito da estratégia do seu novo ciclo de investimentos

A Irani (RANI3) informou que o seu conselho de administração aprovou a execução do Projeto Gaia XII – Expansão Papel MG, que contempla a reforma da máquina de papel MP#7, uma nova caldeira de força e a revitalização completa da unidade de Papel em Santa Luzia, no estado de Minas Gerais.

O projeto prevê investimentos no montante de R$ 514 milhões (capex bruto), sendo R$ 61 milhões em impostos creditáveis, resultando em capex líquido de R$ 453 milhões.

Segundo a companhia, a iniciativa tem como principais objetivos aumento da capacidade produtiva, com incremento estimado de aproximadamente 36 mil toneladas/ano, representando expansão de 60% em relação à produção atual da unidade; melhoria da qualidade e da performance dos papéis produzidos, com impactos positivos na operação de embalagens na Unidade de Indaiatuba – SP, responsável pela conversão dos papéis; ganhos de eficiência operacional, incluindo redução de custos com vapor e energia; avanços em sustentabilidade.

O projeto contempla a substituição da atual caldeira de gás natural por uma nova caldeira de biomassa, alinhada ao plano de descarbonização da companhia, com potencial de redução de aproximadamente 87,6% nas emissões de CO₂ equivalente (11.867 mil tCO2e / ano) associadas ao processo, e resultando na redução nos custos com energia.

A Irani explicou que o projeto possui taxa interna de retorno (TIR) superior ao custo médio ponderado de capital (WACC), refletindo disciplina na alocação de capital e geração de valor para os acionistas. Da mesma forma, a execução do investimento buscará atender ao índice de alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) de 2,5x conforme a Política de Gestão Financeira da companhia. O início das obras ocorrerá após as etapas preparatórias e licenças aplicáveis, sendo a previsão para start-up da MP#7 reformada no 4T28.

“O Gaia XII marca o final da Plataforma Gaia, o ciclo de otimização e modernização das nossas plantas e processos que nos habilita ao próximo ciclo, a Plataforma Neos”, afirmou a companhia em um fato relevante.

A Irani também informou que seu conselho de administração aprovou o conceito da estratégia do seu novo ciclo de investimentos, denominado Plataforma Neos.

A companhia explicou que a Plataforma Neos representa a materialização de sua ambição estratégica de duplicar sua participação de mercado no segmento de embalagens sustentáveis (papelão ondulado) até 2034, elevando-a do patamar atual de aproximadamente 4% para 8%.

A Irani avalia os seguintes projetos a serem potencialmente executados até 2034:

1) construção de uma nova planta de embalagens sustentáveis (papelão ondulado), sendo a terceira planta de embalagens da companhia, com capacidade de conversão de 120 mil toneladas por ano, localizada na região sudeste do Estado de São Paulo ou sul de Minas Gerais;

2) construção de uma nova planta de embalagens sustentáveis (papelão ondulado), sendo a quarta planta de embalagens, com capacidade de conversão de 120 mil toneladas por ano, em localidade ainda a ser definida; e

3) construção de nova máquina de papel reciclado, voltada à produção de papéis rígidos para conversão em embalagens sustentáveis (papelão ondulado) com capacidade de 132 mil toneladas por ano, a ser integrada à terceira planta de embalagens.

Até o final de 2026, a diretoria pretende submeter ao conselho de administração proposta relacionada à implantação de uma das novas plantas de embalagem, para apreciação e deliberação.

A Irani ressaltou que os projetos associados à Plataforma Neos se encontram em fase de estudos e estruturação, não havendo, até o momento, deliberação quanto à sua implementação, cronograma, montantes de investimento ou fontes de financiamento.

Pagam provento nesta quinta, 28:

Mitre (MTRE3)

A Mitre paga nesta quinta-feira, 28, a primeira parcela do dividendo aprovado em 12 de maio. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. A data-base dessa 1ª parcela foi em 18 de maio de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026 e o pagamento será em 12/06/2026.

Cury (CURY3) 

A Cury paga nesta quinta-feira, 28, dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,51 por ação. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3) 

A PetroReconcavo paga nesta quinta, 28, juros sobre o capital anunciados em 7 de maio no valor de R$ 0,34 por ação. As ações são negociadas “ex-proventos” desde 19 de maio.

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Publicado às 7h55 – 8h57

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54)

Alemanha (DAX): +0,57% 

Londres (FTSE 100): +0,26%

Japão (Nikkei 225): +0,11% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,25% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,06% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,82% (US$ 96,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,21% (US$ 76.047)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,88% (US$ 4.495)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,32% aos 781,5 iuanes (US$ 115,16). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h53 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,44% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,30%. Nasdaq futuro subia 0,48%.

Notícias corporativas

Isa Energia e Axia acompanham desdobramentos de decisão do TRF1

A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), com sede em Brasília, julgou as apelações nos processos movidos pela CSN (CSNA3), Intercast, Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa, DMA Distribuidora e Tecnosider Siderurgia contra a União e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tendo havido a intervenção da Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate) na qualidade de assistente simples.

A disputa judicial envolve uma portaria de 2016 do Ministério de Minas e Energia que permitiu às transmissoras de energia optarem pela prorrogação de contratos se incluídos nas tarifas os valores de ativos não depreciados da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE).

Em sessão realizada no dia 26 de maio de 2026, a 7ª Turma do TRF1 decidiu reconhecer a legalidade da incorporação dos ativos da RBSE à Base de Remuneração Regulatória; declarar a nulidade do §3º, do art. 1º, da Portaria MME n. 120/2016, determinando que os valores já pagos às transmissoras a título de remuneração do custo de capital próprio (Ke) sejam compensados via tarifa nos ciclos subsequentes, no mesmo prazo em que foram cobrados, por meio de instrumento de Parcela de Ajuste de modo a ressarcir os autores que arcaram com esse encargo; antecipar a Tutela para suspender a cobrança do Ke a partir do ciclo tarifário 2026/2027 relativamente aos autores.

A Isa Energia declarou em um fato relevante que, junto com seus assessores legais, segue acompanhando o tema e aguarda a publicação do acórdão para analisar o inteiro teor e aspectos processuais da decisão, que ainda está sujeita a recurso.

Já a Axia (AXIA3) afirmou em outro fato relevante, que, mesmo não sendo parte nos processos, “a legislação processual admite a interposição de recursos contra os referidos julgados e que manterá o mercado informado de novas decisões relevantes referentes aos processos citados”.

Petrobras esclarece informação divulgada em jornal

A Petrobras (PETR3, PETR4) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após uma matéria divulgada no Valor Econômico intitulada “RJ decide desapropriar terreno da Refit”.

A matéria divulgou que o governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto, decidiu desapropriar o terreno onde está instalada a Refit, antiga refinaria de Manguinhos, na zona norte da cidade. O Valor reportou que a informação foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim, do O Globo, e, citando o colunista, informou que a desapropriação da Refit também foi tema de conversas entre Couto e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. A petroleira teria interesse em ficar com o terreno para expandir a área de refino, segundo Jardim.

A respeito do tema, a Petrobras esclareceu que “analisa de forma contínua e permanente oportunidades de negócios alinhadas à sua estratégia corporativa, incluindo iniciativas relacionadas ao setor de refino, logística e infraestrutura energética”.

A petroleira estatal também explicou que, até a presente data, não há qualquer decisão ou informação relevante, a ser divulgada a respeito do tema.

BlackRock eleva participação na Usiminas 

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou a participação na Usiminas (USIM5), conforme divulgado pela siderúrgica na terça-feira, 26.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, adquiriu ações preferenciais emitidas Usiminas, sendo que, em 21 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 27.747.704 ações preferenciais e 12.632 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 12.632 ações preferenciais, totalizando 27.760.336 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,067% do total de ações preferenciais; e 26.368.310 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 4,813% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Conselho da Grazziotin (CGRA3, CGRA4) aprova distribuição de JCP

O conselho de administração da Grazziotin (CGRA3, CGRA4) aprovou a distribuição de R$ 30 milhões em juros sobre o capital. O valor líquido é de R$ 24,7 milhões. O valor líquido por ação ordinária e preferencial é de R$ 1,047977. A data de corte será em 29 de maio de 2026. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 1 de junho.

O pagamento será realizado sem correção e a data do pagamento será fixada pela Assembleia Geral de acionistas, que será convocada para aprovar as demonstrações financeiras e a proposta da destinação do resultado do exercício de 2026.

Azul tem listagem aprovada na NYSE American 

A Azul (AZUL3) informou que as ações ordinárias de sua emissão e as American Depositary Shares, cada uma representando duas ações ordinárias (ADSs), tiveram a listagem aprovada na NYSE American.

Sujeita ao cumprimento das condições aplicáveis de listagem, a listagem das ADSs ocorrerá em 1º de junho de 2026, com início de negociação na NYSE American sob o código “AZUL” a partir da abertura do mercado na mesma data.

A partir da listagem na NYSE American, as ADSs deixarão de ser cotadas nos OTC Markets.

As ações ordinárias da companhia (AZUL3) permanecerão listadas e negociadas na B3, a Bolsa brasileira.

Os atuais titulares de ações ordinárias e de ADSs não precisam adotar quaisquer providências em decorrência da listagem na NYSE American.

“A nossa listagem na NYSE American marca um momento decisivo para a Azul, à medida que saímos do nosso processo de reestruturação com uma posição financeira mais sólida. Mantemos o plano de realizar o uplist (listagem) para a New York Stock Exchange no início de julho de 2026, quando esperamos satisfazer todos os requisitos e condições de listagem aplicáveis”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul.

Oncoclínicas (ONCO3) diz desconhecer eventual proposta de capitalização no valor de R$ 500 milhões

A Oncoclínicas (ONCO3) divulgou que não tem conhecimento sobre uma eventual proposta de capitalização de R$ 500 milhões informada em uma matéria do jornal Valor Econômico divulgada em 21 de maio.

Segundo o jornal, o plano, que está sendo estruturado pela BR Partners, ainda deve prever um alongamento e desconto no valor da dívida (haircut), cujo percentual está em discussão com credores.

“A administração da companhia esclarece que não possui conhecimento acerca de eventual proposta de capitalização da companhia no montante de R$ 500.000.000,00, tampouco de quaisquer definições relacionadas a eventual operação dessa natureza”, afirmou a Oncoclínicas em um comunicado.

No que diz respeito às discussões com credores conduzidas pela BR Partners, na qualidade de assessoria financeira, a companhia esclareceu que as conversas mantidas até o momento são “preliminares, sem que haja até o momento qualquer definição acerca de eventual alongamento ou desconto na dívida”.

Agenda de proventos desta quarta, 27:

Taesa (TAEE11, TAEE4)

A Taesa paga nesta quarta-feira, 27, dividendo no valor por unit de R$ 0,90. O valor por ação ON e PN é R$ 0,30. A data com (data de corte) foi em 29 de abril. As units da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 30 de abril.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga nesta quarta-feira, 27, juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 11 de dezembro no valor líquido de R$ 0,17 por ação. A posição acionária para ter direito foi em 16 de dezembro de 2025. Desde 17 de dezembro de 2025 as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. A Mahle Metal Leve também paga os dividendos aprovados pela assembleia em 29 de abril no montante total de R$ 275,9 milhões, correspondente a R$ 2,03 por ação. Tem direito a esse provento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de abril (data de corte). Desde 30 de abril as ações são negociadas “ex-direito” a esses dividendos.

Bemobi (BMOB3) 

A Bemobi paga nesta quarta-feira, 27, os juros sobre capital próprio anunciados em 12 de maio no valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 18 de maio de 2026 (inclusive).

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil aprovados em 15 de maio, é nesta quarta-feira, 27. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

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Publicado às 7h53 – atualizado às 8h53

Feriado nos EUA e conflito no Oriente Médio

O mercado monitora as negociações entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente norte-americano, Donald Trump, indicou que as negociações com o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz estão avançando. Com isso, o preço do barril de petróleo Brent tem forte queda nesta sessão.

Vale lembrar que nesta segunda-feira, 25, as Bolsas estarão fechadas nos Estados Unidos devido ao feriado do Memorial Day. A liquidez poderá ser reduzida principalmente em mercados emergentes como o Brasil.

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)

Alemanha (DAX): +1,35% 

Londres (FTSE 100): +0,22%

Japão (Nikkei 225): +3,04% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,96% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -5,60% (US$ 97,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,06% (US$ 77.920)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,05% (US$ 4.604)

Minério de ferro em Dalian (7h49 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,06% aos 793 iuanes (US$ 116,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Embora seja feriado nos Estados Unidos, os futuros mantêm as negociações. Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,84% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,93%. Nasdaq futuro subia 1,36%.

Notícias corporativas desta manhã:

Francesa Loxam compra 50,3% do capital social da Mills (MILS3) 

Os acionistas controladores da companhia de locação, serviços e logística Mills (MILS3) celebraram um contrato obrigando-se a alienar a totalidade da sua participação na companhia, correspondente a 50,3% do capital social, à Loxam SAS, sociedade francesa que atua no segmento de locação de máquinas e equipamentos. A informação foi divulgada por meio de um fato relevante na manhã desta segunda-feira, 25.

Fundada em 1967, a Loxam é a maior empresa de locação de equipamentos da Europa, com receita líquida de 2,5 bilhões de euros em 2025, cerca de 11.600 colaboradores e uma rede de aproximadamente 1.130 filiais em mais de 28 países, distribuídos por 4 continentes.

Com atuação primordialmente voltada aos setores de construção civil, infraestrutura, indústria, energia, eventos e serviços, a Loxam está presente no Brasil desde 2015, através da Loxam do Brasil e A Geradora.

Nos termos do referido contrato, a Loxam se obrigou a adquirir as ações que compõem o bloco de controle da Mills pelo preço de R$ 16,00 por ação – um prêmio de 22% sobre o preço de fechamento das ações da Mills em 22/05/2026 -, a ser corrigido, a partir do 31º (trigésimo primeiro) dia contado da presente data e até o efetivo fechamento da operação, por 70% (setenta por cento) do CDI. O preço integral será pago à vista no fechamento.

“A família fundadora da Mills sempre sonhou em perpetuar o seu legado na companhia aproximando-a de players relevantes globais. Essa visão encontrou no Grupo Loxam um forte alinhamento de valores com a Mills, somado ao interesse em crescer no Brasil, tornando esta oportunidade um próximo passo complementar, empolgante e com grande potencial de geração de valor para todos os stakeholders das companhias”, destaca o fato relevante.

Nos termos do contrato, o fechamento da compra e venda está sujeito ao cumprimento de condições suspensivas usuais para operações dessa natureza, incluindo a obtenção da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Uma vez implementada a operação, a Loxam estará obrigada, nos termos do art. 254-A da Lei nº 6.404/76, da Resolução CVM nº 215/24, do Regulamento do Novo Mercado, do estatuto social da Mills e do contrato a realizar oferta pública de aquisição da totalidade das demais ações de emissão da companhia, pelo mesmo preço por ação pago aos acionistas controladores, atualizado pela taxa Selic a partir da data de fechamento da alienação de controle até a data de liquidação da oferta, nos termos da Resolução CVM nº 215/24, assegurando tratamento equitativo a todos os demais acionistas.

Smartfit (SMFT3) anuncia recompra de até 13,6 milhões de ações

O conselho de administração da Smartfit (SMFT3) aprovou nesta segunda-feira, 25, o programa de recompra de ações de emissão da companhia.

O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 13.642.846, representativas de até 2,5% das 556.690.345 ações em circulação nesta data.

A Smartfit, nesta data, possui 2.292.560 ações em tesouraria.

Segundo a companhia, o objetivo é a aquisição de ações para manutenção em tesouraria e posterior cancelamento ou alienação no mercado, a fim de maximizar a geração de valor para os acionistas, mantendo a disciplina da alocação.

Além disso, as ações recompradas e mantidas em tesouraria podem, a critério da administração, ser usadas para cumprir obrigações decorrentes de programas de incentivo de longo prazo com ações restritas ou não, referentes à retenção de executivos.

O programa de recompra vai até 25 de novembro de 2027.

Notícias do fim de semana:

Eduardo Oliveira será o novo CEO da Qualicorp (QUAL3)

O conselho de administração da Qualicorp (QUAL3) aprovou o início de um processo estruturado de sucessão de sua presidência executiva.

Como parte desse processo, Maurício Lopes, atual diretor presidente (CEO) da companhia, passará a ocupar o cargo de presidente do conselho de administração a partir de 31 de agosto de 2026, sendo sucedido como CEO por Eduardo Oliveira, atual vice-presidente da companhia.

Até a data da efetivação da sucessão, Eduardo Oliveira passará a exercer a função de vice-presidente executivo, atuando lado a lado com o atual CEO.

“Sob a liderança de Maurício Lopes, a Qualicorp consolidou nos últimos três anos um ciclo consistente de turnaround, marcado pela execução incansável de uma estratégia ancorada em maior eficiência operacional, no realinhamento das frentes comerciais e no crescimento do portfólio de produtos, eixos que se traduziram na construção de um flywheel de geração de valor que se tornou o centro da gestão da companhia”, afirmou a Qualicorp em um fato relevante.

A transição anunciada tem como propósito preservar, aprofundar e dar continuidade a esse movimento, afirmou a companhia.

Ainda segundo a Qualicorp, Eduardo Oliveira vivenciou diferentes ciclos da companhia ao longo de seus seis anos de casa e, como vice-presidente nos últimos três, teve papel relevante na concepção e na execução do plano de turnaround em curso, participando diretamente das principais frentes que compõem a atual agenda estratégica.

Durante o período que antecede 31 de agosto de 2026, Eduardo Oliveira, na qualidade de vice-presidente executivo, passará a concentrar parte relevante das atribuições operacionais da companhia, atuando em estreita parceria com Maurício Lopes, que manterá funções executivas até a efetivação da sucessão.

Murilo Ramos Neto, atual chairman e que liderou o processo de turnaround da Qualicorp no conselho de administração, passará a ocupar o cargo de vice-presidente do conselho.

Oncoclínicas (ONCO3) contrata BTG como formador de mercado

A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou o encerramento do contrato com o Citigroup para a prestação de serviços de formador de mercado.

A Oncoclínicas divulgou que contratou a BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias no âmbito da B3.

O contrato tem como objetivo fomentar a liquidez das ações ordinárias de emissão da companhia. O formador de mercado iniciará as suas atividades a partir de 25 de maio de 2026.

Sabesp: Cade aprova aquisição de participação de 90% da Sanessol 

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela Sabesp (SBSP3) de ações ordinárias representativas de 90% do capital social da Saneamento de Mirassol (Sanessol).

Em janeiro deste ano a Iguá Saneamento acertou a venda da Sanessol para a Sabesp.

A Sanessol é titular de contrato de concessão, pelo prazo de 30 anos, para exploração dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município de Mirassol, no Estado de São Paulo, desde 2008, atendendo uma população de aproximadamente 65 mil habitantes.

A conclusão da operação permanece sujeita à aprovação do município de Mirassol, na qualidade de poder concedente. No fechamento da operação, a ser realizado logo após a aprovação do poder concedente, a Sabesp pagará à Iguá, em parcela única, o preço de compra equivalente a R$ 125 milhões.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de expansão de sua atuação e consolidação no setor de saneamento no Brasil”, afirmou a Sabesp.

Fundamentos:

Queda das ações dos bancões: oportunidade?

As ações dos grandes bancos brasileiros perderam força nas últimas semanas. Após meses de alta os papéis passaram ao negativo. Considerando os últimos 30 dias até o fechamento do mercado na sexta-feira, 22 de maio, as ações do Itaú (ITUB4) acumulam queda de 10,7%; as PN do Bradesco (BBDC4) -11,7%; as do Banco do Brasil (BBAS3) -8,96%; e as units do Santander Brasil -9,24%.

Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o momento exige cautela e análise individualizada, e não pânico.

“Tem muito investidor preocupado com a queda dessas ações, mas é preciso ter calma. É importante a gente analisar para entender se é algo momentâneo ou estrutural”, afirma Mendlowicz, apontando que o cenário atual é reflexo direto de uma conjuntura macroeconômica severa.

O peso do crédito caro e do calote

A desaceleração econômica, somada à manutenção da taxa Selic em patamares elevados pelo Banco Central e ao endividamento das famílias, criou a tempestade perfeita para a alta da inadimplência. Segundo o economista, os efeitos colaterais já impactam o dia a dia das operações.

“O brasileiro está sem dinheiro, então é óbvio que ele acaba não pagando as suas dívidas. A inadimplência está altíssima e os bancos estão sentindo isso”, pontua Mendlowicz.

Para se protegerem de eventuais calotes, as cinco principais instituições financeiras do país (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) acumularam um montante impressionante de R$ 51,3 bilhões em provisões entre janeiro e março de 2026. “O risco de calote entrou no radar de todos os bancos. Se o banco está com medo de tomar um calote, ‘puxa’ o tapete do cliente”, explica o Economista Sincero, justificando a postura mais conservadora na liberação de crédito.

Desempenhos assimétricos: quem sobe e quem desce

Apesar do “cenário de caos” generalizado, Mendlowicz enfatiza que os resultados recentes mostram uma forte assimetria entre os bancos, o que exige que o investidor avalie caso a caso.

  • Itaú e Bradesco: foram os destaques positivos. O Itaú registrou lucro líquido de R$ 12,33 bilhões no primeiro trimestre (alta de 10,4% no comparativo com o mesmo período em 2025), impulsionado por anos de investimentos em tecnologia. Já o Bradesco, após um período de estagnação, colheu os frutos de uma nova gestão focada em crescimento, com lucro de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre e salto de 16% em um ano.
  • Santander: apresentou estabilidade, com leve recuo de 1,9% no lucro no primeiro trimestre (R$ 3,79 bilhões).
  • Banco do Brasil: foi a grande “bomba” do trimestre, com queda de 53,5% no lucro líquido (em relação ao primeiro trimestre de 2025), atingindo R$ 3,4 bilhões. “O lucro líquido vem caindo trimestre a trimestre. Tem sido um triturador de rentabilidade do banco”, avalia Charles.

Em contrapartida, fora dos “bancões” tradicionais, BTG Pactual apresentou salto de 42,3% no lucro no primeiro trimestre. No mesmo período, o Nubank teve lucro de US$ 871,4 milhões, considerado abaixo do esperado (analistas previam US$ 980 milhões).

O fim da era dos “bancões”?

Mendlowicz reitera que o mercado de grandes bancos não está perto do fim, e que as quedas recentes de preços podem, inclusive, abrir janelas de oportunidade para o longo prazo com foco em dividendos. “Sigo otimista com o mercado de ‘bancões’. Não acho que vá acabar. Mas acredito sim que o Banco do Brasil é que está ‘puxando’ o resultado das demais instituições”, conclui o economista.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Petr4, Vale3, Bbas3, Wege3, Kepl3, Soja3 e de Mutc34. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Quarta, 27

Taesa (TAEE11, TAEE4)

A Taesa paga na quarta-feira, 27, dividendo no valor por unit de R$ 0,90. O valor por ação ON e PN é R$ 0,30. A data com (data de corte) foi em 29 de abril. As units da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 30 de abril.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga na quarta-feira, 27, juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 11 de dezembro no valor líquido de R$ 0,17 por ação. A posição acionária para ter direito foi em 16 de dezembro de 2025. Desde 17 de dezembro de 2025 as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. A Mahle Metal Leve também paga os dividendos aprovados pela assembleia em 29 de abril no montante total de R$ 275,9 milhões, correspondente a R$ 2,03 por ação. Tem direito a esse provento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de abril (data de corte). Desde 30 de abril as ações são negociadas “ex-direito” a esses dividendos.

Bemobi (BMOB3) 

A Bemobi paga na quarta-feira, 27, os juros sobre capital próprio anunciados em 12 de maio no valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 18 de maio de 2026 (inclusive).

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil aprovados em 15 de maio, é na quarta-feira, 27. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

Quinta, 28

Mitre (MTRE3)

A Mitre paga na quinta-feira, 28, a primeira parcela do dividendo aprovado em 12 de maio. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. A data-base dessa 1ª parcela foi em 18 de maio de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026 e o pagamento será em 12/06/2026.

Cury (CURY3) 

A Cury paga na quinta-feira, 28, dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,51 por ação. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3) 

A PetroReconcavo paga na quinta, 28, juros sobre o capital anunciados em 7 de maio no valor de R$ 0,34 por ação. As ações são negociadas “ex-proventos” desde 19 de maio.

Sexta, 29

Itaúsa (ITSA4) 

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP relativo ao segundo trimestre de 2026 da Itaúsa, é na sexta-feira, 29. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação. O pagamento será em 1° de julho de 2026.

IRB (IRBR3) 

O IRB paga na sexta-feira, 29, a primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril. O valor é de R$ 0,32 por ação. A ‘data com’ (data de corte) dessa primeira parcela foi em 30/04/26. Também na sexta, 29, é a data de corte (data com) para ter direito a segunda parcela do JCP do IRB. Essa segunda parcela, no valor de R$ 0,32 por ação, será paga em 30/06/26.

Track&Field (TFCO4)

A Track&Field paga na sexta-feira, 29, proventos anunciados ao longo de 2025. A companhia paga quatro JCP anunciados em 2025. O valor por ação é: R$ 0,05; R$ 0,06; R$ 0,06 e R$ 0,06 por ação. A Track&Field paga também na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação.

RD Saúde (RADL3) 

A RD Saúde paga na sexta-feira, 29, os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,08. A data-base foi em 3 de outubro de 2025. A RD Saúde também paga até essa data os JCP anunciados em 1° de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,08 por ação. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 05/12/2025, sendo que, desde 06/12/2025, as ações da companhia são negociadas “ex juros sobre capital próprio”.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 29, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 centavos. A data-base foi em 21 de maio.

União Pet (AUAU3) 

A União Pet paga na sexta, 29, dividendo intermediário no valor de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito as pessoas inscritas como acionistas nos registros da companhia no encerramento do pregão da B3 de 14 de maio de 2026 (data-base).

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga na sexta, 29, a 2° parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 30 de abril.

Cogna (COGN3) 

A Cogna paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação ordinária anunciado em 27 de abril. Tem direito ao recebimento acionistas com ações em 27 de abril.

Veste Estilo (VSTE3) 

A Veste Estilo paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. Têm direito aos dividendos detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2026, inclusive.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga na sexta, 29, o dividendo anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,10 por ação. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio (inclusive), as ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos.

BR Partners (BRBI11) 

O BR Partners paga na sexta, 29, o dividendo intercalar anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia; e R$ 0,18 (dezoito centavos) por unit. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 19 de maio de 2026.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) paga na sexta, 29, dividendos no montante de R$ 14,1 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,18 por ação. O pagamento será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio de 2026, sendo as ações da companhia negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio de 2026, inclusive.

Espaçolaser (ESPA3) 

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) paga na sexta, 29, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

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Publicado às 7h52

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h51)

Alemanha (DAX): +0,51% 

Londres (FTSE 100): +0,37%

Japão (Nikkei 225): +2,74% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,87% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,77% (US$ 105,4). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,57% (US$ 77.295)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,95% (US$ 4.514)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,13% aos 792 iuanes (US$ 116,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,08%. Nasdaq futuro caía 0,01%.

Notícias corporativas

Copel anuncia aditamento e renovação do programa de recompra de ações 

A Copel (CPLE3) informou que seu conselho de administração aprovou o aditamento e a renovação do programa de recompra de ações atual, originalmente aprovado em 25.11.2024.

Em um fato relevante a companhia explicou que o programa mantém o objetivo de adquirir ações da Copel para manutenção em tesouraria, cancelamento ou alienação, sem redução da cifra do capital social, bem como para atender a planos de incentivo baseados em ações.

A Copel poderá adquirir até 285.506.846 ações ordinárias, que, somadas às ações atualmente mantidas em tesouraria pela companhia, alcançarão o limite de 10% da quantidade total de ações em circulação. Para referência, atualmente 2.982.301.396 ações ordinárias estão em circulação no mercado; e 12.723.294 ações ordinárias são mantidas em tesouraria pela Copel (já considerando as aquisições realizadas, até esta data, no âmbito do programa, e a conversão das ações preferenciais em ações ordinárias ocorrida em 2025).

O prazo para as aquisições de ações no âmbito do programa foi renovado por mais 18 meses e encerrará em 21 de novembro de 2027.

BNDES Participações eleva participação na JSL (JSLG3)

A BNDES Participações ampliou a participação na empresa de logística JSL (JSLG3). A Simpar (SIMH3) vendeu à BNDES Participações 14.268.446 ações ordinárias de emissão da JSL (JSLG3), que representam uma participação de 5% do capital social, pelo preço de R$ 6,22 por ação, totalizando R$ 88.749.734,12.

A operação ocorreu após o braço de participações do BNDES exercer uma opção de compra.

A Simpar e a BNDES Participações celebraram o acordo de acionistas da JSL, que disciplina direitos e prerrogativas da BNDES Participações enquanto acionista minoritária da JSL, dentre os quais, o direito de indicar 1 membro do conselho de administração, 1 membro do comitê de auditoria estatutário e 1 membro do comitê financeiro.

O acordo de acionistas não atribui à BNDES Participações o controle (nem sequer compartilhado) da JSL e tem por finalidade a proteção do investimento realizado pela BNDESPAR na JSL, de caráter minoritário, transitório e não executivo.

S&P atualiza análise sobre o rating corporativo da Randoncorp 

A agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor’s Global Ratings (S&P) atualizou sua análise sobre o rating corporativo da Randoncorp (RAPT3, RAPT4), que permanece em ‘brAAA’, na escala nacional Brasil, com perspectiva ‘negativa’.

Segundo o relatório da S&P, a manutenção do rating da companhia é sustentada pela expectativa de expansão de suas margens, impulsionada principalmente por iniciativas de redução de custos e ajustes de capacidade produtiva, além da gestão prudente de capital de giro, que devem permitir desalavancagem gradual nos próximos trimestres.

Além disso, a agência acredita na recuperação do volume de peças de reposição, após atualização de sistema ERP, das receitas pelos novos contratos de fornecimento de vagões no Brasil e de semirreboques no mercado norte-americano, pelo incremento de vendas por meio da nova unidade Suspensys Mogi Guaçu e pela potencial retomada de volumes de semirreboques e de autopeças a partir de programas como o Move Brasil.

A perspectiva negativa foi mantida, indicando que o rating poderá ser revisado caso as medidas de eficiência operacional e os novos contratos não sejam suficientes para melhorar a rentabilidade da companhia, diante do atual patamar de volumes do mercado automotivo doméstico.

Valid (VLID3) anuncia novo CFO

A Valid Soluções (VLID3) divulgou que, em comum acordo entre as partes, Olavo Vaz encerrará suas funções como diretor financeiro (CFO), operacional (COO) e diretor de relações com investidores (DRI) da companhia em 29 de maio de 2026.

“Sob sua liderança, a Valid executou um consistente processo de desalavancagem financeira, promoveu o equilíbrio e fortalecimento do balanço patrimonial e conduziu com disciplina o desinvestimento de ativos não estratégicos, pavimentando as condições para o atual ciclo de crescimento e transformação digital da companhia”, destacou a Valid em um comunicado.

A partir de 1° de junho de 2026 Walter Silva passará a exercer a função de diretor financeiro (CFO), de operações (COO) e de relação com investidores (DRI).

Há 13 anos na Valid, previamente, como Global Head of Finance e SVP of Finance da divisão de mobile, Walter liderou iniciativas de integração e transformação digital em mobile, assim como os desinvestimentos na Cubic e nos EUA, áreas centrais para a execução do plano estratégico.

Sua nomeação assegura continuidade à agenda financeira e operacional da companhia, afirmou a Valid.

GQG Partners eleva participação na Petrobras

A GQG Partners elevou participação na Petrobras, conforme divulgado pela petroleira estatal na véspera.

A GQG Partners passou a ter exposição total de sua carteira de clientes a 187.199.112 ações ordinárias e American Depositary Receipts (ADRs), representando aproximadamente 5,03% das ações ordinárias emitidas pela Petrobras.

“Este é um investimento minoritário que não tem como objetivo alterar o controle ou a estrutura administrativa da empresa”, afirmou a gestora.

A GQG Partners é uma gestora global de investimentos sediada em Fort Lauderdale, Flórida.

GQG Partners eleva participação na Axia 

A GQG Partners elevou participação na Axia Energia (AXIA3), conforme informado pela companhia brasileira,

A GQG Partners, em decorrência de operações realizadas no mercado acionário, passou a deter de forma agregada 101.904.924 ações ordinárias e American Depositary Receipts da Axia, representando 5,02% das ações ordinárias de emissão da companhia.

A GQG declarou que esse é um investimento minoritário que não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia.

Iochpe-Maxion (MYPK3): órgão de defesa da concorrência da Argentina aprova aquisição de 50,1% do capital da Polimetal

A Iochpe-Maxion (MYPK3) anunciou que o órgão de defesa da concorrência da Argentina aprovou a aquisição de 50,1% do capital social da Polimetal por sua controlada Iochpe-Maxion Austria GmbH (IMA).

Essa aquisição foi anunciada em 3 de novembro de 2025. Em decorrência dessa aprovação, a companhia, por meio de sua controlada IMA, passa a exercer o controle da Polimetal, que será consolidada em suas demonstrações financeiras consolidadas a partir desta data.

Espaçolaser (ESPA3) pagará em 29 de maio dividendo aprovado em 28 de abril

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) informou que o pagamento dos dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária, será realizado no dia 29 de maio de 2026. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

Eve conclui etapa estratégica de ensaios e avança eVTOL rumo aos voos de transição

A Eve Air Mobility (NYSE: EVEX, EVEXW; B3: EVEB31), subsidiária da Embraer, anunciou a conclusão bem-sucedida da etapa de voos pairados (hover flight) e de baixa velocidade da sua campanha de ensaios em voo de seu protótipo de engenharia.

A fase concluída gerou dados de alta fidelidade, contribuindo para a maturidade do programa à medida que a Eve avança rumo aos testes de transição de voo, afirmou a Embraer.

“A conclusão desta etapa reflete a disciplina por trás da nossa estratégia de ensaios em voo”, afirmou Johann Bordais, CEO da Eve. “Ao longo de 59 voos, confirmamos um desempenho estável e comportamento previsível dos sistemas de controle dentro do envelope avaliado, ao mesmo tempo em que ampliamos nosso entendimento sobre cargas estruturais, aerodinâmica, propulsão e gerenciamento de energia, elementos fundamentais para a fase de transição e para o caminho rumo à certificação com os protótipos conformes”.

Nesta fase, a aeronave demonstrou desempenho estável em voo pairado e durante manobras progressivamente mais complexas.

Nas próximas semanas, o protótipo de engenharia da Eve realizará ensaios planejados em solo em preparação para a etapa de voos de transição, prevista para começar no segundo semestre de 2026.

Essa fase foi desenvolvida para fortalecer ainda mais o desenvolvimento da aeronave final por meio da expansão do envelope de voo e da validação de desempenho, à medida que o programa avança em direção ao voo sustentado pelas asas (wingborne flight).

Paga provento nesta sexta: Localiza (RENT3) 

A Localiza paga nesta sexta-feira, 22, os JCP anunciados em 24 de março. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 27 de março, sendo que as ações, desde 30 de março são negociadas “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação é R$ 0,52.

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Publicado às 8h20

Bolsas, petróleo e bitcoin (8h19)

Alemanha (DAX): -0,53% 

Londres (FTSE 100): -0,40%

Japão (Nikkei 225): +3,10% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -2,04% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,03% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,02% (US$ 107,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,57% (US$ 77.305)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,87% (US$ 4.518)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,07% aos 789,5 iuanes (US$ 116,08). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 8h18 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,29% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,33%. Nasdaq futuro caía 0,50%.

Notícias corporativas

Copasa protocola na CVM pedido de registro automático de oferta pública secundária de ações 

A Copasa (CSMG3) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro automático para uma oferta pública secundária de ações ordinárias de sua emissão, atualmente pertencentes ao Estado de Minas Gerais.

Em um fato relevante a companhia informou que a operação prevê inicialmente a distribuição de 171,1 milhões de ações e faz parte do processo de desinvestimento do Estado mineiro.

A oferta será direcionada ao público investidor em geral no Brasil e contará também com esforços de colocação no exterior, incluindo investidores institucionais qualificados nos Estados Unidos e investidores internacionais em outros mercados, em conformidade com as normas regulatórias brasileiras e norte-americanas.

A oferta será realizada sob a coordenação do Banco BTG Pactual (coordenador líder), Itaú BBA, Bank of America, Citigroup Global Markets Brasil e UBS BB.

O volume inicialmente ofertado poderá ser ampliado em até 11,2%, com a inclusão de até 19,1 milhões de ações adicionais de titularidade do Estado de Minas Gerais. Mas, no âmbito da oferta, não haverá distribuição do lote suplementar.

O percentual de ações a ser inicialmente ofertado pelo acionista vendedor no âmbito da oferta  será de 45,00% do capital social da companhia, o que corresponde a 89,94% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor (governo mineiro) na companhia, podendo chegar a até 50,03% do capital social, o que corresponde a 100,00% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor na Companhia, considerando a eventual colocação integral das ações adicionais.

Taesa celebra contrato para comprar cinco transmissoras da Energisa

A Taesa (TAEE11, TAEE4) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que celebrou contrato com a Energisa Transmissão de Energia e a Energisa para aquisição de 100% do capital social das seguintes sociedades: Energisa Goiás Transmissora de Energia I (EGO I), Energisa Pará Transmissora de Energia I (EPA I), Energisa Pará Transmissora de Energia II (EPA II), Energisa Tocantins Transmissora de Energia (ETT), e Energisa Tocantins Transmissora de Energia II (ETT II).

A transação contempla cinco concessões de transmissão 100% em operação comercial localizadas nos estados de Goiás, Bahia, Pará e Tocantins, regiões onde a Taesa já opera.

Os ativos adicionam receita anual permitida (RAP) de aproximadamente R$ 291 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, com prazo médio de concessão remanescente de cerca de 22 anos, 1.305 km de linhas de transmissão, 12 subestações e 4.494 MVA de potência de transformação.

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

Com esta aquisição, a capacidade de transformação da Taesa aumenta em aproximadamente 33%, atingindo cerca de 18 mil MVA após a conclusão da operação. A proximidade dos ativos com concessões existentes da Taesa possibilita a captura de sinergias, reforçando a presença da companhia em áreas estratégicas do setor de transmissão no Brasil, afirma a transmissora.

O preço da operação considera um enterprise value de R$ 2,293 bilhões, valor da dívida líquida de R$ 748 milhões, resultando em um equity value de R$ 1,545 bilhão, com data-base de 31 de dezembro de 2025, sujeito à correção pelo CDI até o fechamento e aos ajustes usuais neste tipo de transação.

A conclusão da operação está sujeita à implementação ou renúncia, conforme o caso, de condições precedentes usuais para esse tipo de negócio, incluindo, entre outras, a aprovação definitiva da operação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), credores dos ativos e aprovação em Assembleia Geral Extraordinária da Taesa, a ser convocada oportunamente.

“A operação reflete a estratégia da Taesa de crescimento com disciplina financeira, expectativa de manutenção do perfil de crédito, eficiência operacional e alocação de capital em ativos de transmissão de alta qualidade”, afirmou a companhia, destacando que, com a aquisição reforça sua posição como plataforma consolidadora do setor, agregando ativos operacionais com vencimento de longo prazo, sinergias e possibilidade de expansão futura por meio de reforços e melhorias, preservando sua estrutura de capital, e manutenção da prática de distribuição de proventos.

Banco do Brasil anuncia o pagamento de R$ 340,7 milhões em juros sobre o capital

O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou na quarta-feira, 20, após o fechamento do mercado, que aprovou a distribuição de R$ 340.717.500,00 a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,05968401166. O valor será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Vale lembrar que o Banco do Brasil anunciou no último dia 13 de maio a distribuição de R$ 465,7 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,08 e será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Vamos (VAMO3) anuncia recompra de ações de até 36,8 milhões de ações

O conselho de administração da Vamos (VAMO3) aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da própria companhia.

A companhia poderá adquirir até 36.890.567 ações ordinárias, representativas de 7% do total de ações em circulação no mercado.

O programa terminará em 22 de novembro de 2027.

Segundo a Vamos, o programa tem por objetivo a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender as obrigações assumidas pela companhia perante os beneficiários dos planos de remuneração baseados em ações.

B3 aprova pedido da Axia para migração ao Novo Mercado

A B3 aprovou o pedido da Axia para migração ao Novo Mercado, segmento que representa o mais elevado padrão de governança corporativa do mercado brasileiro.

Dessa forma, a Axia passará a ter exclusivamente ações ordinárias (ON), negociadas sob o código AXIA3, e ações preferenciais classe “C” (PNC), negociadas sob o código AXIA7 e, conversíveis ou resgatáveis em sua totalidade até 2031.

As ações preferenciais classe “A1” (PNA1) e de classe “B1” (PNB1) serão convertidas em ações ON, na proporção de 1,1 ação ON para cada 1 ação PNA1 ou PNB1.

Os ADRs lastreados em ações PNB1 (ADR PNB1) serão convertidos em ADRs lastreados em ações ON (ADR ON), na proporção de 1,1 ADR ON para cada 1 ADR PNB1.

A Axia informou o cronograma de migração para o Novo Mercado.

Em 5 de junho ocorrerá a conversão das ações PNA1 e PNB1 (último dia de negociação das ações PNA1 e PNB1).

Em 8 de junho será o início da negociação das ações ON decorrentes da conversão.

Em 10 de junho ocorrerá o crédito das ações ON aos antigos titulares de PNA1 e PNB1

A companhia explicou que as eventuais frações de ações ON decorrentes do resultado da conversão serão agrupadas e alienadas por meio de leilão em bolsa, sendo que o resultado líquido das vendas nesse leilão será distribuído proporcionalmente aos acionistas titulares das frações. Os procedimentos e prazos aplicáveis serão oportunamente divulgados por meio de aviso aos acionistas.

A Axia destacou ainda que a migração para o Novo Mercado representa uma etapa relevante na simplificação da estrutura de capital, resultando no aumento de liquidez de suas ações e na evolução contínua de suas práticas de governança corporativa.

Petrobras informa sobre adesão à nova subvenção econômica 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta quarta-feira, 20, que seu conselho de administração aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.358, de 13 de maio de 2026. O objetivo dessa MP é mitigar os impactos econômicos e a alta nos preços dos combustíveis no Brasil, causados pelos choques no mercado internacional de energia em decorrência do conflito no Oriente Médio.

A subvenção econômica prevista nesta MP trata de valores sobre a produção e a importação de gasolinas e de óleo diesel de uso rodoviário, nos termos da legislação vigente.

“Diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia”, afirmou a petroleira estatal em um fato relevante.

Esta nova adesão se soma aos Programas de Subvenção relacionados à comercialização de óleo diesel de uso rodoviário no território nacional já instituídos pelo Governo Federal.

A efetiva assinatura do novo termo de adesão ficará condicionada à publicação e análise de Ato do Ministro de Estado da Fazenda e do regulamento, necessários para a implementação da subvenção econômica, conforme previsto na MP, explicou a petroleira estatal.

A Petrobras destacou que mantém sua estratégia comercial, levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

“A adesão preserva a flexibilidade da companhia na implementação da sua estratégia comercial”, ressaltou a companhia no fato relevante.

Petrobras consolida parceria com a Lightsource bp em energia renovável no Brasil 

A Petrobras concluiu a aquisição de 49,99% de participação nas subsidiárias da Lightsource bp no Brasil, estabelecendo uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore no país, incluindo armazenamento de energia.

A parceria foi estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada, incluindo conselho de administração composto em partes iguais por representantes de ambas as companhias, conforme previamente divulgado ao mercado.

A conclusão da transação ocorreu após a obtenção das aprovações regulatórias pertinentes.

A Lightsource bp contribuirá com ativos e projetos no Brasil, incluindo a usina solar fotovoltaica de Milagres (212 MWp), atualmente em operação, além de projetos em estágio avançado de desenvolvimento.

A Petrobras contribuirá com sua experiência em engenharia, licenciamento e regulamentação, bem como com seu direcionamento estratégico para atuação em energias renováveis.

“Com essa iniciativa, a Petrobras expande sua atuação em geração de energia solar e em fontes renováveis no Brasil, em alinhamento ao seu Plano de Negócios 2026–2030”, afirmou a petroleira estatal.

A Lightsource bp é uma produtora independente de energia global, que oferece soluções integradas de energia renovável onshore e armazenamento de energia. Presente em mais de 15 países, divididos em três regiões globais, possui 14,2 GW desenvolvidos e projetos no pipeline com potencial superior a 52 GW. A Lightsource bp é uma empresa da bp.

Alupar obtém licença para ampliar três subestações  

A Alupar Investimento (ALUP11) divulgou que sua controlada TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana obteve Licença de Instalação (LI), emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), referente à ampliação das subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto e respectivas estruturas de apoio e instalação de canteiros de obras e alojamentos.

A licença tem validade de 1 (um) ano a partir de sua data de emissão e autoriza o início das obras de implantação das subestações e canteiros de obras do empreendimento, condicionado ao cumprimento das condicionantes ambientais estabelecidas pelo Ibama.

As subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto eram inicialmente parte do projeto da controlada TAP – Transmissora do Alto Paranaíba, a qual deixou de existir em abril de 2025, sendo incorporada pela TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana.

“A obtenção da LI representa uma etapa regulatória essencial para o avanço das obras de ampliação dos ativos de transmissão da companhia, reafirmando a estratégia da Alupar de expansão de seu portfólio com disciplina ambiental e financeira”, afirmou a companhia em um comunicado.

Bradsaúde (SAUD3) obtém autorização da B3 para manter free float abaixo do percentual mínimo previsto 

A Bradsaúde (SAUD3) informou que foi concedida pela B3, em caráter extraordinário, autorização para a manutenção temporária de seu free float abaixo do percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado.

Nos termos da referida autorização, a companhia deverá manter, em livre circulação, ações representativas de no mínimo 8,609% de seu capital social até 30 de outubro de 2027, quando o free float deverá ter sido reenquadrado para 15% do capital social, desde que atendido o critério de liquidez — Average Daily Trading Volume (ADTV), ou para 20% do capital social, caso não atendido o ADTV.

Caso a quantidade de ações em circulação supere o patamar de 8,609% em qualquer momento antes do termo final do prazo concedido pela B3, e até que seja atingido o percentual mínimo aplicável, não será permitida a sua redução.

Como contrapartida para a concessão da referida autorização extraordinária, a Bradsaúde deverá alterar, até 30 de abril de 2027, seu estatuto social a fim de prever a redução da participação acionária para o exercício dos seguintes direitos, enquanto o free float não atingir o percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado:

-para eleição, em votação em separado, de membro do conselho de administração, participação de 6% do capital social; e

-para requerimento de nova avaliação no âmbito de oferta pública de aquisição de ações (OPA) para cancelamento de registro, participação de 5% das ações em circulação no mercado.

Caso seja necessária a realização de assembleia geral para eleição de membro do conselho de administração antes da implementação da alteração estatutária prevista acima, a companhia submeterá, na mesma assembleia e como item de ordem do dia anterior à eleição, a redução do referido quórum, de modo que os acionistas minoritários possam exercer tal direito desde logo.

GPA (PCAR3) vende para a RD Saúde (RADL3) participação na Stix Fidelidade

O GPA (PCAR3) celebrou contrato para vender para a RD Saúde (RADL3) a totalidade de sua participação societária na Stix Fidelidade e Inteligência Stix, correspondente a 66,7% do seu capital social.

Dessa forma, o GPA encerra a joint venture societária formada com a RD Saúde na Stix.

A alienação da participação prevê um pagamento total de R$ 23 milhões. A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de certas condições precedentes, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“Caso a operação seja concluída, a companhia, a Stix e a RD celebrarão instrumento particular para estabelecer um período de transição, com o objetivo de preservar a experiência dos clientes em nossas lojas”, explicou o GPA.

Durante esse período, o GPA e a RD manterão o programa em condições operacionais equivalentes às praticadas atualmente, incluindo a possibilidade de acúmulo e resgate de pontos Stix pelos clientes do GPA.

“O encerramento da joint venture permitirá ao GPA concentrar esforços e recursos em suas atividades principais, preservando, durante o período de transição, os benefícios do programa Stix para seus clientes”, afirmou a companhia.

Nvidia anuncia aumento do dividendo, recompra de ações e resultados acima da expectativa

A Nvidia (Nasdaq: NVDA; B3: NVDC34) reportou receita de US$ 81,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 85% na comparação anual e acima das projeções do mercado, que giravam em torno de US$ 79 bilhões.

O principal destaque continuou sendo o segmento de Data Center, cuja receita atingiu US$ 75,2 bilhões, avanço anual de 92%.

O lucro líquido da gigante americana foi de US$ 58,32 bilhões, crescimento anual de 211%, frente ao lucro de US$ 18,77 bilhões reportado há um ano. O lucro por ação ajustado foi de US$ 1,87, aumento de 140% na base de comparação anual.

A fabricante de chips para IA anunciou também uma nova autorização de recompra de ações no valor de US$ 80 bilhões.

Além disso, o dividendo trimestral de US$ 0,01 para US$ 0,25 por ação, que será pago em 26 de junho de 2026 a acionistas registrados em 4 de junho de 2026.

Agenda de provento desta quinta, 21:

Banco Bmg (BMGB4)

O Banco Bmg paga nesta quinta-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor bruto total de R$ 64,8 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial de emissão do Banco, com retenção de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando no valor líquido de R$ 0,0825 por ação. Desde 12 de maio de 2026, inclusive, as ações do banco passaram a ser negociadas “ex-direito”.

Grendene (GRND3)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 7 de maio, é nesta quinta, 21. A partir de sexta-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre o capital próprio o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,03. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,02 por ação. O pagamento será partir de 10 de junho de 2026.

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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia da Movida, RD Saúde, Petrobras e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-movida-rd-saude-petrobras-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-movida-rd-saude-petrobras-e-de-outras-companhias/#respond Wed, 20 May 2026 10:55:54 +0000 https://financenews.com.br/?p=207834   Publicado às 7h56 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55) Alemanha (DAX): +0,58%  Londres (FTSE 100): […]

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Publicado às 7h56

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,58% 

Londres (FTSE 100): +0,13%

Japão (Nikkei 225): -1,34% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,18% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,57% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,74% (US$ 108,2). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,66% (US$ 77.582)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,37% (US$ 4.494)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,19% aos 800 iuanes (US$ 117,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,20% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,37%. Nasdaq futuro subia 0,71%.

Notícias corporativas

Iguatemi (IGTI11): Genial Investimentos inicia cobertura da companhia

A Genial Investimentos iniciou a cobertura de Iguatemi (IGTI11) com recomendação de “compra” e como top pick (preferida) no segmento de shoppings. O preço-alvo é de R$ 36,00.

Em um relatório a equipe da casa comenta que a tese se ancora na percepção de que a companhia negocia a um desconto relevante frente à qualidade de seus ativos e ao seu poder de geração de valor aos lojistas, ainda não plenamente refletidos no valuation. Nesse contexto, o time de analistas acredita que o portfólio premium sustenta ganhos reais de aluguel acima da inflação, impulsionados pela elevada produtividade dos lojistas.

Azzas (AZZA3) confirma contratação do Itaú BBA para ‘avaliação de oportunidades estratégicas’

A Azzas (AZZA3) confirmou que contratou o Banco Itaú BBA para prestação de serviços de assessoria financeira relacionados à avaliação de diversas oportunidades estratégicas, que poderão envolver a companhia, suas controladas, ou seus ativos.

A informação consta em um comunicado onde a varejista presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após o jornal O Globo divulgar em 15 de maio uma matéria intitulada “Azzas contrata Itaú para assessorá-la em conversas sobre eventual cisão entre sócios”.

A companhia afirmou que “o escopo da contratação é preliminar e exploratório, visando ao suporte em análise econômico-financeira de oportunidades e de possíveis estruturas para as alternativas eventualmente identificadas”, sem fornecer outros detalhes.

“Até o presente momento, não há qualquer definição acerca da efetiva implementação de qualquer eventual operação, tampouco sobre seus potenciais termos, estrutura ou viabilidade. Não há, no momento, qualquer decisão tomada ou operação definida relacionada aos temas objeto da notícia”, destacou a companhia.

Segundo o Globo, a Azzas contratou o Itaú BBA para assessorá-la em conversas sobre eventual cisão entre os principais sócios, Roberto Jatahy e Alexandre Birman, que iniciaram uma disputa judicial.

O jornal reportou ainda que a contratação foi feita por Eric Alencar, diretor financeiro da Azzas, diante da percepção, por parte dos grupos de Birman e Jatahy, de que, com a guerra jurídica deflagrada, a sociedade entre os egressos da Arezzo e do Grupo Soma se tornou praticamente inviável.

RD Saúde (RADL3) pagará em 29 de maio, JCP aprovado em setembro de 2025

A RD Saúde (RADL3) pagará no próximo dia 29 de maio os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,082136419. A data-base foi em 3 de outubro de 2025.

Movida (MOVI3) poderá recomprar até 27,8 milhões de ações

O conselho de administração da Movida (MOVI3) aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da própria companhia. A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado na noite de terça-feira, 19.

A Movida poderá adquirir até 27.855.793 ações ordinárias representativas de, aproximadamente, 15% do total de ações da companhia em circulação no mercado.

O objetivo do programa é a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender as obrigações assumidas perante os beneficiários dos planos de remuneração baseados em ações, afirmou a Movida.

O programa encerra em 19 de novembro de 2027.

BB (BBAS3): vem mais provento nesta quarta, 20 ?

Conforme tabela divulgada em 19 de janeiro deste ano, está previsto que o Banco Brasil (BBAS3) divulgue nesta quarta-feira, 20, o pagamento antecipado de provento referente ao segundo trimestre de 2026.  Veja aqui a tabela

Vale lembrar que o Banco do Brasil anunciou no último dia 13 de maio a distribuição de R$ 465,7 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,08 e será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Equatorial (EQTL3): diretora renuncia ao cargo

A Equatorial (EQTL3) divulgou nesta terça-feira, 19, que Fernanda Sacchi apresentou sua carta de renúncia ao cargo de diretora, com efeitos a partir do dia 19 de maio de 2026. Fernanda Sacchi liderou o time de gente e gestão no último ano e esteve à frente de importantes projetos, destacou a companhia.

O conselho de administração elegeu Michele Teixeira para assumir o cargo de diretora. Michele Teixeira é graduada em Administração e possui 23 anos de experiência na área de gente e gestão, sendo 21 deles dedicados ao Grupo Equatorial. Ao longo de sua trajetória na companhia, liderou processos estratégicos nas áreas de seleção, desenvolvimento, remuneração, relações sindicais, gestão da qualidade e desenho organizacional.

Pagam provento nesta quarta, 20:

Petrobras (PETR3, PETR4)  

A Petrobras paga nesta quarta-feira, 20, a primeira parcela dos juros sobre o capital (JCP) no valor de R$ 0,32960457 por ação. Esse JCP foi anunciado em 5 de março e teve como data base (data de corte) a posição acionária de 22 de abril de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela será paga em 22 de junho de 2026, também integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Embraer (EMBJ3) 

A Embraer paga nesta quarta-feira, 20, JCP no valor de R$ 0,19 por ação, deliberado em 29/04/2025, cuja data-base foi em 15/12/2025.

Também paga  JCP no valor de R$ 0,09 por ação, deliberado em 07/08/2025, cuja data base foi em 15/12/2025.

A companhia também pagará JCP no valor de R$ 0,20 por ação, deliberado em 06/11/2025, cuja data base foi em 15/12/2025 .

A Embraer paga ainda o dividendo no valor de R$ 0,01 por ação, deliberado em 29/04/2026, cuja data base foi em 11/05/2026.

Klabin (KLBN11) 

A Klabin paga nesta quarta-feira, 20, a segunda parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento dos dividendos acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e units passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 16 de dezembro de 2025.

Irani (RANI3) 

A Irani paga nesta quarta-feira, 20, o dividendo aprovado em 4 de maio no valor de R$ 5.170.387,00. Essa quantia equivale a R$ 0,02 por ação ordinária. Tem direito quem detinha ações da Irani em 7 de maio de 2026. As ações de emissão da companhia são negociadas ex-provento desde 8 de maio.

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Publicado às 7h45

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h43)

Alemanha (DAX): +1,82% 

Londres (FTSE 100): +0,80%

Japão (Nikkei 225): -0,12% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,92% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,48% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,73% (US$ 110,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,02% (US$ 76.895)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,25% (US$ 4.546)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,87% aos 798,5 iuanes (US$ 117,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h42 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,16% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,39%. Nasdaq futuro caía 0,64%.

Notícias corporativas

JSL (JSLG3) anuncia recompra de até 13 milhões ações

O conselho de administração da JSL (JSLG3) aprovou em reunião realizada na segunda-feira, 18, um programa de recompra de ações.

A companhia poderá adquirir até 13 milhões de ações ordinárias, aproximadamente, 18,4% do total de ações da companhia em circulação no mercado.

O programa encerra em 18 de novembro de 2027.

A JSL explicou que o programa tem por objetivo a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender o eventual exercício de opções no âmbito da remuneração baseada em ações.

“A recompra de ações (incluindo via derivativos) implicará no aumento da participação dos acionistas nos eventuais dividendos e juros sobre capital próprio distribuídos pela companhia”, afirmou a JSL em um fato relevante.

XP (XPBR31) reporta lucro, e anuncia dividendo e recompra de ações

A XP Inc. (B3: XPBR31; Nasdaq: XP) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de dividendo no valor de US$ 0,20 por ação Classe A, com pagamento previsto para 18 de junho de 2026 aos acionistas registrados em 10 de junho.

O colegiado da companhia autorizou também um novo programa de recompra de ações, que permitirá à XP adquirir até R$  1 bilhão. O programa de recompra vai até 20 de maio de 2027. De acordo com um comunicado da companhia, o programa não estabelece a obrigação de recompra de um volume mínimo de ações e poderá ser ajustado, suspenso ou descontinuado a qualquer momento, a critério do conselho.

A XP Inc. reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,32 bilhão no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Os números foram divulgados nesta segunda-feira, 18.

No entanto, na base trimestral, cedeu 1% e ficou abaixo das previsões de analistas consultados pela LSEG, que projetavam R$ 1,4 bilhão.

A receita líquida teve avanço de 8% ante o 1T25, totalizando R$ 4,73 bilhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (ROAE) foi de 21,7% contra  24,1% um ano antes.

Nas negociações após o fechamento do mercado em Nova York (after market) as ações tinham queda de 3%.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia compra participação restante na FiBrasil por R$ 458,7 milhões

A Telefônica Brasil (VIVT3; NYSE: VIV) adquiriu a totalidade das ações de emissão da Fibrasil Infraestrutura e Fibra Ótica detidas pela Telefónica Infra S.L. Unipersonal (TEF Infra), correspondentes a 24,99% do capital social total da FiBrasil, pelo valor de R$ 458,7 milhões.

Com a conclusão da transação, a partir desta data, a Telefônica Brasil passou a deter a totalidade do capital social da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária.

“A transação faz parte da estratégia de buscar maior sinergia operacional em suas atividades de rede de fibra ótica, justificando-se a consolidação integral da FiBrasil na companhia”, afirmou a Telefônica Brasil em um comunicado.

B3 (B3SA3): diretora executiva jurídica deixará o cargo

A B3 (B3SA3) anunciou que Silvia Maria de Almeida Bugelli Valença, diretora executiva jurídica, deixará suas funções na companhia a partir de 1º de junho. Em um B3 agradece a Silvia pela “dedicação, profissionalismo e contribuições ao longo de sua gestão”. A companhia informou que oportunamente comunicará ao mercado a indicação e eleição de seu substituto.

Já o Valor Econômico divulgou que a ​B3 deve ​anunciar nos próximos dias que Christian Egan ​será ⁠eleito ​como novo ⁠presidente da ​companhia. A informação é atribuída a fontes. A B3 anunciou em março que Gilson Finkelsztain deixará o cargo de CEO para assumir a ‌mesma função no banco Santander Brasil (SANB11). Egan é ​atualmente diretor vice-presidente executivo do Santander Brasil.

São Carlos (SCAR3) vende do centro de conveniência em Piracicaba 

A São Carlos Empreendimentos e Participações (SCAR3) celebrou escritura pública por meio do qual vendeu o centro de conveniência localizado na cidade de Piracicaba, denominado Avenida Brasília. O Imóvel possui 2.191 m² de área bruta locável (ABL) e está localizado na Avenida Brasília, em Piracicaba, interior de São Paulo. O empreendimento encontra-se atualmente com 56,3% de taxa de ocupação. O valor de venda foi de R$ 7,2 milhões, pago integralmente à vista. O preço de venda foi 8,9% inferior ao NAV do Imóvel. Com esta transação, o portfólio da São Carlos passará a ter 35 imóveis, com ABL própria de 140,8 mil m² e valor de mercado avaliado em R$ 916 milhões, além de R$ 582 milhões em cotas de FIIs.

BlackRock reduz participação na Alupar (ALUP11)

A gestora norte-americana, BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Alupar (ALUP11, ALUP4), conforme informado pela companhia brasileira na segunda-feira, 18.

A BlackRock, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais de emissão da Alupar Investimento, sendo que, em 13 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 15.775.846 ações preferenciais, representando, aproximadamente 4,971% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 7.887.923 ações ordinárias, representando, aproximadamente 1,175% do total de ações ordinárias; e  229.182 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando, aproximadamente 0,072% do total de ações preferenciais.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

PetroReconcavo atualiza valor por ação dos JCP anunciado em 7 de maio 

A PetroReconcavo (RECV3) atualizou o valor por ação dos juros sobre o capital anunciados em 7 de maio. Passou de R$ 0,341252 para R$ 0,340750. Segundo a petroleira a atualização ocorreu em razão da alteração na quantidade de ações em tesouraria decorrentes de operações de recompra e de liquidação de ações em atendimento aos Planos de Incentivo de Longo Prazo. Não houve alteração no valor total do JCP a ser distribuído que está sujeito à retenção de imposto de renda na fonte. Tem direito a esse provento quem detinha ações da companhia até o fechamento do pregão na segunda-feira, 18. As ações serão negociadas “ex-proventos” a partir desta terça-feira 19 de maio. O pagamento será realizado no dia 28 de maio de 2026.

Banco Daycoval obtém aprovação preliminar condicionada para estabelecimento de sua primeira Federal Branch nos EUA

O Banco Daycoval recebeu do Office of the Comptroller of the Currency (OCC) — autoridade responsável pela supervisão de bancos nacionais e agências de bancos estrangeiros nos Estados Unidos — a aprovação preliminar condicionada (preliminary conditional approval) para o estabelecimento de sua primeira Federal Branch nos Estados Unidos, denominada Banco Daycoval SA (US Branch), localizada na cidade de Aventura, Flórida.

A decisão do OCC representa um marco relevante no processo de internacionalização do Banco Daycoval e reflete o resultado positivo da análise conduzida pelas autoridades regulatórias norte-americanas em processo iniciado em setembro de 2025.

A futura Branch norte-americana terá foco inicial em operações de atacado (wholesale banking), incluindo corporate lending, trade finance, treasury & markets e suporte a clientes corporativos brasileiros e multinacionais com operações internacionais, reforçando a estratégia do Banco de ampliar sua presença no mercado financeiro global.

A aprovação concedida pelo OCC está sujeita ao cumprimento das condições regulatórias e operacionais aplicáveis antes do início das operações, incluindo a conclusão da estrutura operacional, de governança, controles internos e compliance da unidade.

Nos termos da autorização recebida, o Banco dispõe de prazo de até 18 meses para concluir o processo de abertura da unidade. A autorização definitiva para início das operações permanece sujeita, entre outros fatores, à anuência do Federal Reserve, o Banco Central dos EUA, e ao cumprimento dos requisitos legais e regulatórios aplicáveis.

Allos (ALOS3) tem ‘data de corte’ para dividendo nesta terça, 19

A data de corte (data com) para ter direito a segunda tranche do dividendo da Allos anunciado em 24 de março, é nesta terça-feira, 19. A partir de 20 de maio as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026.

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