Arquivos petroleo - Finance News https://financenews.com.br/tag/petroleo/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Wed, 03 Jun 2026 12:00:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos petroleo - Finance News https://financenews.com.br/tag/petroleo/ 32 32
Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia da Multiplan, Sanepar, Totvs e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-multiplan-sanepar-totvs-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-multiplan-sanepar-totvs-e-de-outras-companhias/#respond Wed, 03 Jun 2026 10:49:32 +0000 https://financenews.com.br/?p=208507   Publicado às 7h50 – atualizado às 8h44 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49) Alemanha (DAX): […]

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Publicado às 7h50 – atualizado às 8h44

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49)

Alemanha (DAX): -0,87% 

Londres (FTSE 100): -0,34%

Japão (Nikkei 225): +2,61% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,22% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,56% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,74% (US$ 98,61). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,41% (US$ 67.422)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,71% (US$ 4.488)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,57% aos 780 iuanes (US$ 115,34). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h48 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,34% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,10%. Nasdaq futuro subia 0,16%.

Novas tarifas dos EUA?

Uma investigação das autoridades dos Estados Unidos concluiu, na terça-feira, 2, que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Por isso, o Escritório de Comércio dos Estados Unidos propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países. Ainda não está claro se essa taxação se soma à proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras anunciada na segunda-feira, 1°.

Notícias corporativas

Alupar (ALUP11) define data de pagamento de dividendo aprovado em abril

A Alupar (ALUP11; ALUP3; ALUP4) informou nesta quarta-feira, 3, que pagará no próximo dia 10 de junho o dividendo aprovado na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 16 de abril de 2026. O montante é de R$ 9,88 milhões e corresponde a R$ 0,01 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,01 por ação preferencial (ALUP4); e a R$ 0,03 por unit (ALUP11). Terão direito ao recebimento desses dividendos acionistas que se encontravam inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 16 de abril de 2026. Desde 17 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos. 

IRB (IRBR3) anuncia criação de duas seguradoras

O IRB (IRBR3) anunciou a constituição de duas sociedades seguradoras, denominadas de IRB(Seg) Corporate Seguradora e IRB(Seg) Vida e Previdência Seguradora. Segundo a companhia, o objeto social da IRB(Seg) Corporate Seguradora consiste em realizar operações de seguros no ramo de danos (P&C), e o da IRB(Seg) Vida e Previdência realizar operações de seguros no ramo de pessoas e de previdência privada (Vida).

“Finalizado o processo de turnaround, a constituição das novas seguradoras faz parte da estratégia de diversificação e de expansão da atuação da companhia, sem interferir na condução de seu negócio original, que é prover resseguro às cedentes no território brasileiro”, afirmou o IRB em um comunicado.

Com esse novo passo, o IRB destacou que atuará diretamente no mercado segurador, ampliando sua base potencial de originação de receitas, capturando as sinergias decorrentes da atuação integrada entre os braços de seguro e resseguro, e alinhando-se à tendência de grupos que operam simultaneamente nesses dois mercados.

A autorização prévia para constituição de tais seguradoras já foi concedida pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), restando pendente a homologação definitiva pela autarquia para início das operações.

BlackRock reduz participação na Totvs (TOTS3)

A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Totvs (TOTS3), conforme divulgado pela companhia brasileira na terça-feira, 2.

A BlackRock em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações ordinárias emitidas pela Totvs, sendo que, em 29 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 24.617.489 ações ordinárias e 95.395 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 190.790 ações ordinárias, totalizando 24.808.279 ações, representando aproximadamente 4,139% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia, e 259.476 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,043% do total de ações ordinárias.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Yduqs (YDUQ3) anuncia o encerramento do programa de recompra de ações

A Yduqs (YDUQ3) anunciou o encerramento de seu programa de recompra de ações aprovado pelo conselho de administração no dia 20 de março de 2026.

O programa, aprovado com prazo de vigência de até 18 meses, se encerrou após a destinação do valor limite de recursos aprovado pelo conselho para essa finalidade, R$ 100 milhões, afirmou a Yduqs.

Durante a vigência do programa foram recompradas 9.508.800 ações ordinárias de emissão da companhia.

A Yduqs destacou que informará o mercado, no momento oportuno, sobre eventuais cancelamentos referentes ao saldo das ações recompradas ao longo do programa, assunto que será deliberado pelo conselho de administração.

Fidelity eleva participação na Log (LOGG3)

A Fidelity LLC elevou participação na Log (LOGG3), conforme informado pela companhia brasileira na véspera. A Fidelity LLC informou que sua participação em ações ordinárias emitidas pela Log passou a ser de 4.400.518 ações ordinárias, representando 5,008% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.

A Fidelity afirmou que a participação na Log é um investimento passivo e não tem o objetivo de alterar o controle acionário da companhia ou sua estrutura administrativa.

As ações da Log fecharam em alta de 5,91% na terça-feira cotadas a R$ 30,30. Na segunda-feira, 1º, a companhia anunciou que vai pagar dividendo no valor de R$ 2,85 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 11 de junho de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho e o pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.

Fitch afirma rating ‘AAA(bra)’ da Sanepar; perspectiva ‘estável’ 

A agência de classificação de risco Fitch, uma das princiapais do mundo, afirmou na terça-feira, 2, o rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ da Sanepar (SAPR11, SAPR4) e de suas emissões de debêntures quirografárias. A perspectiva do rating corporativo é “estável”.

A ação de rating considera que a Sanepar preservará forte perfil financeiro, mesmo sob previsão de elevados investimentos, afirma a agência.

Ainda segundo a Fitch, a geração operacional de caixa deve permanecer robusta, com margens de Ebitda acima da maioria dos principais pares da indústria.

O time de analistas da agência destaca que a cobertura dos serviços prestados pela companhia é superior à média nacional, o que a deixa bem posicionada para atender exigências regulatórias.

A análise também incorpora os sólidos fundamentos do setor de saneamento básico do Brasil, caracterizado por resiliente demanda. O risco hidrológico e a relação da empresa com o Estado do Paraná, seu controlador majoritário, atualmente não limitam a classificação, comenta a Fitch em relatório.

O cenário-base do rating considera Ebitda de R$ 3,1 bilhões em 2026 e de R$ 3,4 bilhões médios no biênio seguinte. O fluxo de caixa das operações (CFO) projetado médio no período é de R$ 1,6 bilhão, impactado pela premissa de devolução direta aos consumidores em 2026 e 2027 de metade dos R$ 4 bilhões recebidos em precatórios em 2025.

O Fluxo de Caixa Livre (FCF) deverá ficar negativo em R$ 1,3 bilhão na média do triênio, após investimentos totais de R$ 6,7 bilhões e dividendos de R$ 1,5 bilhão. A Fitch assumiu a devolução da outra metade dos precatórios via investimentos, conforme proposta da Agência Reguladora do Paraná (Agepar).

Multiplan inaugura a 6ª expansão do BH Shopping 

A Multiplan (MULT3) anunciou a inauguração da sexta expansão do BH Shopping, localizado em Belo Horizonte, primeiro shopping desenvolvido pela companhia e um dos ativos mais relevantes de seu portfólio.

Em um comunicado a companhia informou que a expansão adiciona cerca de 2 mil m² de Área Bruta Locável (ABL) ao empreendimento, incluindo sete novas lojas satélite e a expansão de uma loja âncora já existente.

No total, foram investidos R$ 30 milhões na ampliação do BH Shopping. Com a inauguração da nova área, o empreendimento passa a contar com mais de 49 mil m² de ABL.

O shopping encerrou o primeiro trimestre (1T26) com ocupação de 98,7%, a terceira mais alta do portfólio da Multiplan no trimestre, resultado da forte e contínua demanda por espaço.

“As melhorias reforçam a estratégia da Multiplan de reinvestimento contínuo em seu portfólio, por meio da modernização e adaptação dos empreendimentos às novas demandas de consumo e convivência”, afirmou a companhia, destacando que o projeto também evidencia a capacidade de extrair valor adicional, transformando áreas existentes em novas oportunidades de crescimento.

Axia Energia passa a consolidar 100% da usina hidrelétrica de Três Irmãos

A Axia Energia (AXIA3) concluiu a aquisição de 100% das ações detidas pela Triunfo Participações e Investimentos e pela Mercúrio Participações e Investimentos na Juno Participações e Investimentos, sociedade controladora (50,1%) da Tijoá Energia, com pagamento, após a atualização e ajustes, de R$ 256 milhões.

Com o fechamento da operação, a Axia Energia passa a consolidar 100% da usina hidrelétrica de Três Irmãos, que fica em Andradina, São Paulo. O prazo de concessão vai até 2044.

“A operação está alinhada ao plano estratégico da Axia Energia, reforçando o seu compromisso com a otimização do portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor, mitigação de riscos e simplificação de sua estrutura”, afirmou a Axia em um comunicado.

A usina hidrelétrica teve em 2025 receita de R$ 328 e Ebitda de R$ 145 milhões.

Têm ‘data de corte’ para provento nesta quarta, 3:

Smartfit (SMFT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Smartfit, anunciado em 28 de maio, é nesta quarta, 3. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor bruto é de R$ 0,06 por ação. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Simpar (SIMH3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Simpar, declarado em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026, é nesta quarta, 3. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,17 por ação. O pagamento será em 15 de junho.

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Publicado às 7h36 – atualizado às 9h18 com notícia da Petrobras

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h35)

Alemanha (DAX): +1,04% 

Londres (FTSE 100): +0,37%

Japão (Nikkei 225): -0,49% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,43% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +2,52% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,04% (US$ 93,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -2,86% (US$ 69.685)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,14% (US$ 4.557)

Minério de ferro em Dalian (7h34 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,77% aos 786,5 iuanes (US$ 116,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h33 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,40% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,14%. Nasdaq futuro caía 0,02%.

Notícias corporativas

Petrobras informa sobre adesão à nova subvenção econômica

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta terça-feira, 2, que seu conselho de administração aprovou na segunda-feira, 1°, a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro comercializado, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.363, de 30 de maio de 2026, com o objetivo de estabilizar preço e oferta, de modo a garantir o abastecimento nacional do combustível, em decorrência do choque de oferta derivado do conflito no Oriente Médio.

A petroleira estatal afirmou em um fato relevante enviado ao mercado que, diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende que essa adesão é compatível com o interesse da companhia.

“Cumpre informar também que, nos termos da referida MP, a adesão a esta nova subvenção exige a interrupção, das habilitações às subvenções econômicas ao óleo diesel rodoviário instituídas pelas Medidas Provisórias nº 1.340/2026 e nº 1.349/2026. A adesão, no entanto, não afasta o direito ao recebimento das subvenções econômicas já devidas ao produtor ou ao importador, nos termos do disposto na MP nº 1.340/2026 ou na MP nº 1.349/2026”, explicou a Petrobras no fato relevante.

A companhia ressaltou também que mantém sua estratégia comercial, levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

“A adesão, portanto, preserva a flexibilidade da companhia na implementação da sua estratégia comercial”, afirmou a Petrobras.

Log (LOGG3) anuncia pagamento de R$ 250 milhões em dividendo

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou na segunda-feira, 1º de junho, o pagamento de R$ 250 milhões em dividendos intermediários. Esse valor corresponde ao total de R$ 2,85 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 11 de junho de 2026.  As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O pagamento desses dividendos será realizado em 1º de julho de 2026.

Minerva (BEE3) diz que não há definição sobre fechamento de capital

A Minerva (BEEF3) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre informações veiculadas na imprensa com relação a uma eventual oferta pública de aquisição de ações (OPA) para fechamento de capital da companhia.

A Minerva esclareceu que “não houve e não há, neste momento, qualquer definição ou deliberação societária, seja pela companhia, seja pelos seus acionistas controladores, acerca de possível operação que poderia contemplar o fechamento de capital da companhia, e, por conseguinte, sobre sua estrutura, prazos ou quaisquer termos e condições relacionados à sua eventual realização”.

A companhia afirmou ainda que, no curso normal de seu planejamento e gestão de capital, avalia continuamente alternativas estratégicas voltadas à otimização de sua estrutura societária e de capital, à geração de valor para seus acionistas e ao melhor posicionamento nos mercados em que atua.

MRV divulga a prévia operacional de maio

A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) divulgou dados preliminares e não auditados de unidades repassadas e produzidas de maio de 2026.

A companhia produziu 3.665 unidades no mês de maio, considerando a atividade da MRV Incorporação, alta de 12,8% em relação à média mensal do primeiro trimestre e acima das 3.563 unidades produzidas em abril.

Fitch afirma ratings da Simpar; perspectiva ‘estável’ 

A agência de classificação de risco Fitch afirmou Ratings de Inadimplência do Emissor de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BB-’ e o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA(bra)’ da Simpar (SIMH3) nesta segunda-feira, 1º.

Além disso, a agência afirmou o rating ‘BB-’ das emissões de notas seniores sem garantias reais e dos veículos financeiros da Simpar.

A perspectiva dos ratings corporativos é “estável”.

Segundo a agência, os ratings da Simpar refletem sua elevada escala, seu robusto perfil de negócios e sua forte posição competitiva no setor de locação de veículos e logística do Brasil. O grupo se beneficia de uma carteira de serviços diversificada e de contratos de longo prazo que sustentam uma parcela significativa das receitas, refletindo um desempenho operacional sólido e resiliente, afirma a Fitch.

Seus analistas destacam que a alavancagem consolidada da Simpar continua excedendo os limites da categoria de rating ‘BB’, e as classificações incorporam a expectativa da Fitch de que o crescimento do Ebitda e o menor volume de investimentos levarão à redução gradual da alavancagem, o que será fundamental para mitigar o alto consumo de caixa resultante das taxas de juros ainda elevadas no Brasil.

A Simpar possui liquidez adequada e forte flexibilidade financeira, sustentadas por ativos desonerados, embora o perfil de vencimento de sua dívida consolidada permaneça concentrado. A margem para elevação do rating (rating headroom) da Simpar é baixa, e o fluxo de caixa mais fraco do que o esperado, investimentos superiores aos previstos e/ou crescimento inorgânico poderão pressionar as classificações, explica a agência.

Tecnisa (TCSA3) conclui venda de participação na Windsor para o BTG

A Tecnisa (TCSA3) informou que foi consumada a venda de quotas de titularidade da companhia, correspondentes à participação de 26,09% do capital social da Windsor Investimentos Imobiliários, para o BTGI Quartzo Participações, empresa pertencente ao Grupo BTG Pactual.

A companhia explicou que, após a concretização da operação, passou a ser titular de quotas representativas de 26,41% do capital social da Windsor, sociedade que desenvolve o empreendimento imobiliário Jardim das Perdizes.

“A operação representa um movimento estratégico para a redução da alavancagem financeira da companhia, particularmente em um cenário econômico desafiador”, afirmou a Tecnisa.

Hospital Mater Dei (MATD3) anuncia novo programa de recompra de ações

O conselho de administração do Hospital Mater Dei (MATD3) aprovou o quarto programa de recompra de ações de emissão da companhia.

A quantidade de ações a ser adquirida no programa estará limitada a 9.307.045 ações ordinárias, que representam 2,79% das ações totais emitidas pela companhia e 16,11% das ações em circulação no mercado.

O programa será encerrado em 1º de dezembro de 2027.

Aura Minerals (AURA33) pagará dividendo aos detentores de BDR em 5 de junho

A Aura Minerals (AURA33) confirmou na véspera que pagará no próximo dia 5 de junho aos detentores de certificados de Depósito de Ações Patrocinados Nível III (BDR) o dividendo anunciado em 6 de maio de 2026. O valor é de US$ 0,26 por BDR. A Aura informou que o câmbio efetivo para conversão de dólar americano a reais brasileiros é R$ 5,0188 por USD. O IOF aplicado é 0,38%. O dividendo a pagar aos detentores de BDRs da mineradora será no valor de R$ 1,299929426 por BDR.

Paga provento nesta terça, 2: Allos (ALOS3)

A Allos paga nesta terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intermediário anunciado em 24 de março. A data de corte foi em 19 de maio de 2026. O valor é de R$ 0,29 por ação.

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Mercados nesta segunda, minério, petróleo e notícias corporativas https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-segunda-minerio-petroleo-e-noticias-corporativas-41/ https://financenews.com.br/2026/06/mercados-nesta-segunda-minerio-petroleo-e-noticias-corporativas-41/#respond Mon, 01 Jun 2026 10:46:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=208389   Publicado às 7h46 – atualizado às 8h23 com notícia do IRB Bolsas, petróleo e […]

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Publicado às 7h46 – atualizado às 8h23 com notícia do IRB

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h45)

Alemanha (DAX): +0,33% 

Londres (FTSE 100): -0,14%

Japão (Nikkei 225): +0,90% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,27% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +3,19% (US$ 94,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -1,47% (US$ 72.780)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,24% (US$ 4.535)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,19% aos 781 iuanes (US$ 115,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h43 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,40% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,27%. Nasdaq futuro subia 0,31%.

Notícias corporativas

IRB anuncia conclusão das obrigações com o DoJ nos EUA

O IRB (IRBR3) anunciou nesta segunda-feira, 1°, a conclusão das obrigações com o Department of Justice (DoJ) nos Estados Unidos. 

A atual administração do IRB-Brasil Resseguros (IRBR3), ao assumir a gestão da companhia, deu início a reestruturação financeira e organizacional. Nesse contexto, em abril de 2023, o IRB  firmou com a autoridade americana Department of Justice um acordo denominado Non Prosecution Agreement (NPA), tendo por objeto principal as informações inverídicas sobre a base acionária da companhia, propagadas, em território americano, entre fevereiro e março de 2020. Nos termos pactuados no NPA, o IRB disponibilizou o montante de US$ 5 milhões a título de compensação e se comprometeu a cooperar com as autoridades americanas para aprimorar suas práticas de controles internos, governança e conformidade, pelo período de até 3 anos. 

“Durante esse período acima, o IRB cumpriu integralmente com todas as obrigações assumidas no NPA – incluindo a execução de programa de aprimoramento de práticas de controles internos, governança e conformidade –, bem como cooperou de forma diligente e contínua com as autoridades americanas, tendo realizado todos os acompanhamentos e reportes periódicos previstos no acordo”, afirmou a resseguradora em um comunicado, destacando que, com o término da vigência do acordo, o IRB considera encerradas as suas obrigações assumidas no NPA perante as autoridades americanas.  

Paulo Kakinoff renuncia ao cargo de conselheiro da MRV 

A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) informou nesta segunda-feira, 1°, que Paulo Sergio Kakinoff renunciou ao cargo de conselheiro de administração, para o qual havia sido eleito na assembleia geral ordinária, realizada em 28 de abril de 2025, e cujo mandato teria prazo de dois anos.

Paulo é o diretor presidente da Porto (PSSA3).

Petrobras implementa desconto no diesel a partir de segunda-feira

A Petrobras (PETR3, PETR4) informa neste domingo, 31, que implementará a partir desta segunda-feira, 1º de junho, um desconto de R$ 0,3515 por litro nos seus preços de venda de óleo diesel A, de uso rodoviário, no âmbito da subvenção econômica instituída pelo governo federal nos termos da Medida Provisória nº 1.358, de 13 de maio de 2026, do Decreto nº 12.984 e da Portaria MF nº 1.584, de 29 de maio de 2026, equivalente ao valor fixado pelo Ministério da Fazenda.

Dessa forma, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro. Este valor é 37,4% menor do que o preço praticado em 31 de dezembro de 2022, considerando a inflação no período.

Para o consumidor final, o desconto em valor equivalente ao da subvenção econômica concedida através da referida MP, neutralizará a reoneração de PIS e Cofins que também ocorrerá a partir de 1º de junho.

Cosan nega venda de participação de controle na Rumo

A Cosan (CSAN3) se manifestou no domingo, 31, sobre a informação publicada no blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo. O blog reportou que a Cosan colocou a Rumo (RAIL3) à venda. Ainda de acordo com o colunista, estariam competindo pela operadora ferroviária a Ultra, Grupo México, Inpasa, Bunge, Opportunity, GIC, Voto, Itaúsa, Suzano/Feffer.

Em nota, a Cosan afirmou que “não há, neste momento, qualquer decisão sobre a venda do controle das companhias do grupo”.

Ainda segundo a nota, a “Cosan segue empenhada em sua estratégia de desalavancagem e simplificação do portfólio, e eventuais vendas de ativos estão sob constante avaliação. No entanto, a companhia reforça que neste momento as discussões estão em torno de venda de participações sem transferência de controle”.

Sabesp passa a deter 100% do capital social da Águas de Castilho  

A Sabesp (SBSP3) informou no sábado, 30, que foram cumpridas todas as condições precedentes previstas no contrato para a aquisição da participação detida pela Iguá na Águas de Castilho, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em decorrência da conclusão da operação, a Sabesp Participações passa a deter 100% do capital social da Castilho.

Para essa aquisição, o preço de aquisição pago pela Sabesp à Iguá foi de R$ 30,7 milhões.

A Castilho atua na prestação de serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no munícipio de Castilho, no estado de São Paulo, por meio de contrato de concessão em estágio maduro com prazo de duração até 2041 e serviços já universalizados, atendendo uma população de aproximadamente 21 mil habitantes.

A receita operacional líquida da Castilho no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 foi de R$ 10.254 mil.

Em relação à aquisição de participação societária detida pela Iguá na Andradina, a Sabesp informou que o Cade aprovou a operação, a qual permanece sujeita ao cumprimento das demais condições precedentes previstas no contrato.

JHSF Participações (JHSF3) inaugura shopping CJ Boa Vista Village

A JHSF Participações (JHSF3) anunciou a inauguração do shopping CJ Boa Vista Village, novo centro comercial dentro do Boa Vista Village, no Complexo Boa Vista, a cerca de 1 hora da cidade de São Paulo.

O novo shopping consolida uma importante etapa do Boa Vista Village, projeto que já reúne residências, Surf Club, Golf Club, Racquet Club, Spa, Boa Vista Surf Lodge hotel e restaurante operados pelo Fasano, centro equestre, Colégio Visconde de Porto Seguro e Clínica Einstein, destaca a JHSF em um comunicado.

Com cerca de 15 mil m² de área bruta locável (ABL) e aproximadamente 100 operações, o shopping traz marcas inéditas, gastronomia, lazer, serviços, incluindo marcas nacionais e internacionais renomadas.

Entre as marcas internacionais presentes estão Louis Vuitton, que abre pela primeira vez uma loja dedicada à sua coleção resort, Chloé, Pucci, Celine, Dolce & Gabbana, Rolex, Brunello Cucinelli, Aquazzura, Gianvito Rossi e grifes com a curadoria da CJ Mares, como Zimmermann, Stella McCartney, La Double J e Etro. Além disso, a inauguração marca a estreia na América Latina da grife californiana de moda e lifestyle James Perse e do ícone do esqui alpino francês Fusalp. Em gastronomia, os destaques são o Carbone, Forneria Bernacca, Geiko San e o Pobre Juan.

Log (LOGG3) aprova novo programa de recompra de ações

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou um novo programa de recompra de ações  para permanência em tesouraria, cancelamento e/ou alienação, bem como para serem utilizadas no âmbito dos planos de outorga de opções de compra de ações. A informação foi divulgada na noite de sexta-feira, 29. O prazo máximo para realização do programa é de até 18 meses. Poderão ser adquiridas até 5.058.069 ações ordinárias de emissão da companhia.

Por que a ação da Usiminas não para de subir? Analista explica

A ação da Usiminas (USIM5) fechou em alta de 4,04% na sexta-feira, 29, a R$ 11,08. Dessa forma acumula alta de 85% no ano e de 111% nos últimos 12 meses. Em relatório, a Genial Investimentos destaca que diferentemente de outros ralis do setor, essa valorização não se apoia em apenas um fator isolado, mas na convergência simultânea de múltiplos catalisadores que raramente se alinham desta forma.

O analista Luca Vello ressalta que o mais estrutural deles é o antidumping. O governo federal vem implementando, de forma sequencial, um conjunto de medidas de defesa comercial que está gradualmente transformando a dinâmica competitiva do aço plano no Brasil, comenta Luca.

Segundo o analista, com 75% do portfólio da companhia já protegido ou sob investigação, a Usiminas é a principal beneficiária desse processo.

Luca salienta ainda que o capítulo mais importante ainda está por vir com a decisão sobre o HRC (hot-rolled coil), esperada para o segundo semestre deste ano, segue praticamente ausente do consenso e pode elevar o Ebitda de 2027.

Na avaliação do analista, além dos fundamentos, dois catalisadores seguem pouco precificados pelo mercado. O primeiro é a tese tributária do JCP retroativo, cujo benefício potencial — conforme divulgado pela própria companhia em fato relevante — é de R$ 1,7 bilhão a 3,6 bilhões, equivalente a 16% – 34% do market cap atual.

O segundo é o portfólio de R$ 3,5 bilhões em Capex de eficiência, com projetos escalonados de 2026/29.

Luca Vello observa, no entanto, que há razões para cautela no curto prazo. O segundo trimestre (2T26) pode ser mais difícil se comparado à presunção de estabilidade indicada pelo management no resultado do 1T26. Além disso, ele cita o indicador técnico IFR (Índice de Força Relativa) em 80 pontos indica “sobrecompra” técnica após a forte valorização recente.

O IFR varia de 0 a 100 e ajuda a identificar se um ativo está sobrecomprado, sobrevendido ou se há divergências que sinalizam reversões de tendência.

“Dessa forma, embora mais construtivos na tese, reconhecemos que o próximo trimestre funcionará como um teste importante para um possível re-rating da companhia”, afirma Luca.

Por enquanto, a Genial Investimentos tem a recomendação de “manter” para o ativo.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Usim5, Ggbr4, Goau4, Brbi11, Cple3, Prio3 e de Roxo34. Acesse aqui o vídeo.

Calendário de dividendo de junho

Acesse aqui o calendário de dividendo do mês de junho.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 1°

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 1°, juros sobre o capital mensal no valor líquidos de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 30 de abril.

Banestes (BEES3, BEES4) 

O Banestes paga nesta segunda-feira, 1°, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial. A data-base foi em 4 de maio.

Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 1°, JCP no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi em 4 de maio.

Petrobras (PETR3, PETR4)

A data de corte para ter direito aos JCP da Petrobras, anunciados em 11 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,70 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo que a primeira parcela, no valor de R$ 0,35 por ação ordinária e preferencial será paga em 20 de agosto de 2026. A segunda parcela, no valor de R$ 0,35048636 por ação ordinária e preferencial, será paga em 21 de setembro de 2026.

Mitre (MTRE3) 

A data de corte para ter direito a segunda parcela dos JCP da Mitre, anunciados em 12 de maio, é nesta segunda-feira, 1° de junho. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor dessa segunda parcela é R$ 0,04 por ação ordinária. O pagamento será em 12/06/2026.

Banco do Brasil (BBAS3) 

A data de corte para ter direito aos JCP do Banco do Brasil anunciados em 13 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação de R$ 0,08 será pago em 11 de junho. Também nesta segunda-feira, 1°, é a data de corte dos JCP anunciados em 20 de maio. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação de R$ 0,05 também será pago em 11 de junho.

Even (EVEN3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Even anunciado em 14 de maio, é nesta segunda-feira. A partir de terça, 2, as ações serão negociadas ex-provento. O valor de R$ 0,15 por ação será pago em 12 de junho de 2026.

Terça, 2

Allos (ALOS3)

A Allos paga na terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intermediário anunciado em 24 de março. A data de corte foi em 19 de maio de 2026. O valor é de R$ 0,29 por ação.

Quarta, 3

Smartfit (SMFT3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Smartfit, anunciado em 28 de maio, é na quarta, 3. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor bruto é de R$ 0,06 por ação. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Simpar (SIMH3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Simpar, declarado em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026, é na quarta, 3. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,17 por ação. O pagamento será em 15 de junho.

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Publicado às 7h48

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h46)

Alemanha (DAX): +0,13% 

Londres (FTSE 100): +0,27%

Japão (Nikkei 225): +2,53% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,73% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,70% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,25% (US$ 92,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,06% (US$ 73.815)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,78% (US$ 4.567)

Minério de ferro em Dalian (7h40 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,45% aos 783,5 iuanes (US$ 115,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h45 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,14% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,09%. Nasdaq futuro subia 0,08%.

Notícias corporativas

Itaú anuncia o pagamento de R$ 3,99 bilhões em juros sobre o capital

O Itaú Unibanco (ITUB4) anunciou na quinta-feira, 28, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 3,99 bilhões, relativos ao exercício de 2026. O valor bruto por ação é de R$ 0,36188. O valor líquido por ação é de R$ 0,298551. Terão direito ao recebimento da remuneração acionistas detentores de posição acionária registrada em 18.06.2026, com suas ações negociadas “ex-direito” a partir do dia 19.06.2026. O pagamento será realizado até 31 de agosto de 2026.

Smartfit (SMFT3) anuncia o pagamento de R$ 40 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Smartfit (SMFT3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). A informação foi divulgada na noite de quinta-feira, 28. O montante total bruto é de R$ 40 milhões, correspondente a R$ 0,06516384886 por ação, sujeito à retenção de Imposto de Renda Retido na Fonte. A data base para o direito ao recebimento do JCP será 3 de junho de 2026. A partir de 5 de junho, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 31 de julho de 2026.

Ferbasa (FESA4): conselho autoriza renovação do programa de recompra de ações

O conselho de administração da Ferbasa (FESA4) autorizou a renovação do programa de recompra de ações para manutenção em tesouraria e posterior cancelamento, alienação ou plano de remuneração.

A renovação mantém o limite de aquisição em 3,2 milhões de ações preferenciais como limite para aquisição. Desde 1º de junho de 2025, data de início deste programa, até esta quinta-feira, 28, foram adquiridas 1.519.200 ações preferenciais FESA4.

O programa encerrará em 28 de maio de 2027.

Rumo (RAIL3) vai inaugurar trecho ferroviário da Ferrovia do Mato Grosso em 19 de junho

A Rumo (RAIL3) anunciou que a inauguração do novo terminal da BR-070 e do trecho ferroviário da Ferrovia do Mato Grosso será no dia 19 de junho de 2026.

A Ferrovia do Mato Grosso é o principal projeto de investimento da Rumo e a maior obra ferroviária em execução no Brasil. A conclusão da primeira fase do projeto, com o início de comissionamento operacional dos novos ativos, representa um marco na história da companhia. Com capacidade para movimentar até 10 milhões de toneladas de grãos por ano, a Ferrovia do Mato Grosso reforça o posicionamento da Rumo no Estado, ampliando a eficiência logística e contribuindo para o fortalecimento do principal corredor de exportação do agronegócio brasileiro.

Santander Brasil (SANB11) vai incorporar a Esfera

O Santander Brasil (SANB11) vai incorporar a Esfera. O banco é o controlador direto de 100% do capital social da Esfera, que tem como atividade principal o desenvolvimento e gerenciamento de programa de fidelização de clientes.

“Como parte do processo de reestruturação e simplificação societária de certas empresas integrantes do conglomerado econômico-financeiro do Santander Brasil, é objetivo das administrações das partes unificar certas operações realizadas pela Esfera em um único veículo societário, com o consequente fortalecimento das estruturas operacional, organizacional e administrativa”, destacou o Santander em um comunicado.

A incorporação não resultará em aumento de capital do Santander Brasil, tendo em vista que a Esfera é sua subsidiária integral, havendo a substituição do investimento na Esfera pelos seus ativos e passivos incorporados pelo Santander Brasil e não haverá qualquer alteração na composição do capital social do banco ou emissão de novas ações, explicou a instituição financeira.

Simpar (SIMH3) pagará em 15 de junho dividendo aprovado em abril

A Simpar (SIMH3) anunciou que pagará em 15 de junho os dividendos declarados em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,171303483 por ação. Terão direito os detentores de ações de emissão da companhia em 3 de junho de 2026. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive.

Brava (BRAV3): debenturistas da 4ª quarta emissão aprovam consentimento prévio para  aquisição do controle da companhia pela Ecopetrol

Os titulares de debêntures da 4ª quarta emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em 2 séries, da Enauta Participações, sucedida pela Brava Energia (BRAV3), aprovaram em assembleia geral de debenturistas, o consentimento prévio para a aquisição do controle da companhia pela Ecopetrol, no âmbito da Oferta Pública de Aquisição de Ações para Aquisição de Controle da Brava lançada em 25 de maio de 2026, de forma a não caracterizar hipótese de vencimento antecipado não automático das debêntures, desde que observadas as condições e contrapartidas estabelecidas na deliberação da Assembleia Geral de Debenturistas, sujeitas à consumação da aquisição de controle. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 28.

A Brava informou ainda que permanece pendente a obtenção da anuência prévia com relação ao vencimento antecipado das seguintes emissões de debêntures, cujas assembleias gerais de debenturistas não foram instaladas em razão do não atingimento do quórum de instalação: da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em Série Única, para distribuição pública, da 3R Petroleum Óleo e Gás (3ª emissão 3R); e da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em 3 séries, com garantia fidejussória, para distribuição pública, em rito de registro automático, da Enauta Participações, sucedida pela Brava Energia.

O pedido de anuência prévia será submetido à apreciação dos titulares em assembleia geral de debenturistas a ser convocada.

Infracommerce (IFCM3): acionistas aprovam redução de capital e grupamento das ações

Em assembleia geral extraordinária realizada na véspera acionistas da Infracommerce CxaaS (IFCM3) aprovaram a redução de capital e o grupamento de ações.

A redução do capital social da companhia é no montante total de R$ 667,6 milhões, exclusivamente para absorção da totalidade dos prejuízos acumulados. A redução foi realizada sem cancelamento de ações e sem restituição de valores aos acionistas.

Já o grupamento é da totalidade das ações ordinárias na proporção de 5 (cinco) ações para 1 (uma) ação da mesma espécie, sem alteração do valor do capital social. O grupamento tem como principal objetivo o enquadramento da cotação das ações em patamar superior a R$ 1,00 (um real) por ação, conforme previsto no regulamento de emissores da B3.

No primeiro pregão após o encerramento do período para livre ajuste, ou seja, em 30 de junho de 2026, a totalidade das ações passará a ser negociada exclusivamente sob a forma grupada.

Agenda de provento desta sexta, 29:

Itaúsa (ITSA4) 

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP relativo ao segundo trimestre de 2026 da Itaúsa, é nesta sexta-feira, 29. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação. O pagamento será em 1° de julho de 2026.

Grazziotin (CGRA3, CGRA4)

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Grazziotin aprovados em 26 de maio, é nesta sexta-feira, 29. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 1 de junho. A distribuição é de R$ 30 milhões. O valor líquido é de R$ 24,7 milhões. O valor líquido por ação ordinária e preferencial é de R$ 1,047977. O pagamento será realizado sem correção e a data do pagamento será fixada pela Assembleia Geral de acionistas, que será convocada para aprovar as demonstrações financeiras e a proposta da destinação do resultado do exercício de 2026.

IRB (IRBR3) 

O IRB paga nesta sexta-feira, 29, a primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril. O valor é de R$ 0,32 por ação. A ‘data com’ (data de corte) dessa primeira parcela foi em 30/04/26. Também na sexta, 29, é a data de corte (data com) para ter direito a segunda parcela do JCP do IRB. Essa segunda parcela, no valor de R$ 0,32 por ação, será paga em 30/06/26.

Track&Field (TFCO4)

A Track&Field paga nesta sexta-feira, 29, proventos anunciados ao longo de 2025. A companhia paga quatro JCP anunciados em 2025. O valor por ação é: R$ 0,05; R$ 0,06; R$ 0,06 e R$ 0,06 por ação. A Track&Field paga também na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação.

RD Saúde (RADL3) 

A RD Saúde paga nesta sexta-feira, 29, os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,08. A data-base foi em 3 de outubro de 2025. A RD Saúde também paga até essa data os JCP anunciados em 1° de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,08 por ação. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 05/12/2025, sendo que, desde 06/12/2025, as ações da companhia são negociadas “ex juros sobre capital próprio”.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 29, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 centavos. A data-base foi em 21 de maio.

União Pet (AUAU3) 

A União Pet paga nesta sexta, 29, dividendo intermediário no valor de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito as pessoas inscritas como acionistas nos registros da companhia no encerramento do pregão da B3 de 14 de maio de 2026 (data-base).

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga nesta sexta, 29, a 2° parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 30 de abril.

Cogna (COGN3) 

A Cogna paga nesta sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação ordinária anunciado em 27 de abril. Tem direito ao recebimento acionistas com ações em 27 de abril.

Veste Estilo (VSTE3) 

A Veste Estilo paga nesta sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. Têm direito aos dividendos detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2026, inclusive.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga nesta sexta, 29, o dividendo anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,10 por ação. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio (inclusive), as ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos.

BR Partners (BRBI11) 

O BR Partners paga nesta sexta, 29, o dividendo intercalar anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia; e R$ 0,18 (dezoito centavos) por unit. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 19 de maio de 2026.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) paga nesta sexta, 29, dividendos no montante de R$ 14,1 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,18 por ação. O pagamento será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio de 2026, sendo as ações da companhia negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio de 2026, inclusive.

Espaçolaser (ESPA3) 

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) paga nesta sexta, 29, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

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Publicado às 7h57 – atualizado às 9h23

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,68% 

Londres (FTSE 100): -1,08%

Japão (Nikkei 225): -0,53% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,12% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,27% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,58% (US$ 96,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -2,48% (US$ 73.582)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,50% (US$ 4.414)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em leve queda de 0,06% aos 780,5 iuanes (US$ 115,13). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,16% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,21%. Nasdaq futuro caía 0,44%.

Notícias corporativas

Vamos (VAMO3): conselho elege novo CEO

O conselho de administração da Vamos (VAMO3) elegeu Christian Hahn da Silva, atualmente diretor executivo da Automob, para o cargo de presidente, em substituição a Gustavo Henrique Braga Couto, que deixa a companhia. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 28.

Christian “possui profundo conhecimento das operações e dos negócios da Vamos, onde contribuiu ativamente na execução do planejamento estratégico da companhia para a consolidação de sua liderança de mercado”, destaca a companhia em um fato relevante.

Christian Hahn se juntou ao grupo Simpar em 2018 como diretor geral da Transrio Caminhões, Máquinas e Motores. Em 2019, assumiu a diretoria da divisão de concessionárias de caminhões da VAMOS e, desde setembro de 2024, ocupava a diretoria executiva da divisão de concessionárias de veículos pesados, máquinas e agro na Automob.

Ainda de acordo com o fato relevante, com mais de 20 anos de experiência em segmentos correlatos aos de atuação da companhia, Christian Hahn tem liderado redes de concessionárias de ativos pesados (operações, vendas e pós-venda) com reconhecida capacidade de gestão de negócios de ampla capilaridade geográfica e equipes comerciais distribuídas em diferentes regiões do país.

“O executivo assume a posição com o objetivo de acelerar a captura de eficiência das bases operacionais construídas nos últimos anos, promovendo evolução na geração de caixa, rentabilidade e retorno sobre o capital investido, com disciplina na alocação de capital e foco contínuo na geração de valor para clientes, acionistas e demais públicos de relacionamento da companhia”, afirmou a Vamos.

Suzano: obtidas aprovações de autoridades concorrenciais para JV com a Kimberly-Clark 

A Suzano (B3:SUZB3; NYSE: SUZ) informou nesta quinta-feira, 28, que foram obtidas todas as aprovações das autoridades concorrenciais previstas como condições precedentes no Equity and Asset Purchase Agreement celebrado entre, de um lado, na qualidade de compradora, a Suzano International Holding B.V. e, de outro lado, na qualidade de vendedora, a Kimberly-Clark Corporation (K-C), para a aquisição de 51% do capital social de uma nova sociedade constituída na Holanda. 

A Suzano destacou que o fechamento da operação permanece condicionado à conclusão da reorganização societária da K-C na América do Sul, América Central, Irlanda, Reino Unido, Europa, África, Oriente Médio, Ásia, incluindo Sudeste Asiático e Oceania (regiões incluídas). 

A expectativa é de que o fechamento da operação ocorra no terceiro trimestre de 2026, conforme previamente divulgado. 

Conforme anteriormente divulgado, a Sociedade Alvo será titular dos ativos relativos aos negócios de fabricação, marketing, distribuição e/ou venda de produtos “tissue”, tais como papel higiênico, toalhas de papel, guardanapos, lenços de papel, bem como outros produtos de papel (incluindo as linhas “family care” e “professional business”) na regiões incluídas, ressalvados determinados países localizados nas regiões incluídas que estão excluídos do perímetro da operação. 

A K-C deterá os 49% remanescentes da Sociedade-Alvo e manterá seus ativos das linhas de “family care” e “professional business” na América do Norte, bem como certas joint ventures mantidas pela K-C com terceiros em outras localidades que estão fora do escopo da operação. 

A Suzano anunciou em junho do ano passado que fechou um acordo de joint venture com a Kimberly-Clark.

Ecorodovias (ECOR3) faz acordo global e encerra disputas judiciais de concessões do Paraná

A Ecorodovias (ECOR3) anunciou por meio de um fato relevante, que foi homologado judicialmente um acordo global envolvendo antigas concessões rodoviárias no Paraná, encerrando disputas administrativas e judiciais relacionadas aos contratos operados pelas concessionárias Ecovia Caminho do Mar e Ecocataratas.

“A companhia destaca que a formalização do acordo global representa um marco relevante para o encerramento de pendências associadas às concessionárias do Paraná”, afirma no fato relevante a Ecorodovias.

O acordo global equaciona as pendências relativas aos contratos de concessão das concessionárias do Paraná, contemplando o encerramento dos processos administrativos e ações judiciais entre as partes; e dos eventos de desequilíbrio da equação econômico-financeira dos Contratos de Concessão que não haviam sido solucionados quando do encerramento das concessões.

Em contrapartida, as concessionárias se obrigam, conjuntamente, ao desembolso no valor de R$ 45.200.000,00, na data base julho/25, mediante à realização de obra definida pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) e aceita pelas partes. As concessionárias efetuarão ainda o pagamento de R$ 500.000,00, na data-base julho/25, à Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) para encerramento de autos de infração administrativos.

O acordo global também contempla o cumprimento integral das obrigações assumidas no Acordo de Leniência, celebrado em 12 de agosto de 2019, com a sua consequente quitação plena.

Cemig diz que monitora impacto da decisão sobre RBSE

A Cemig (CMIG4) divulgou que acompanha os desdobramentos da decisão da 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) sobre a Rede Básica do Sistema Existente (RBSE), em julgamento envolvendo processos movidos por consumidores de energia contra a União, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate).

“A companhia e seus assessores legais seguem acompanhando o tema e aguardam a publicação do acórdão para analisar o inteiro teor e aspectos processuais, bem como eventuais impactos da decisão, que ainda está sujeita a recurso”, afirmou a estatal mineira.

A 7ª Turma do TRF1 decidiu reconhecer a legalidade da incorporação dos ativos da RBSE à Base de Remuneração Regulatória; declarar a nulidade do §3º, do Art. 1º, da Portaria MME n. 120/2016, determinando que os valores já pagos às transmissoras a título de remuneração do custo de capital próprio (Ke) sejam compensados via tarifa nos ciclos subsequentes, no mesmo prazo em que foram cobrados, por meio de instrumento de parcela de ajuste de modo a ressarcir os autores que arcaram com esse encargo; e antecipar a tutela para suspender a cobrança do Ke a partir do ciclo tarifário 2026/2027 relativamente aos autores.

Também na quarta-feira a Isa Energia (ISAE4) e Axia (AXIA3) informaram que acompanham desdobramentos de decisão do TRF1.

Unifique (FIQE3) compra provedor em Santa Catarina

A Unifique (FIQE3) celebrou acordo para comprar a G9 Telecomunicações.

A G9 atua desde 2018 no segmento de provedores de serviços de internet, atendendo clientes residenciais e corporativos na cidade de Pomerode, estado de Santa Catarina, possuindo aproximadamente 2.981 acessos ativos via fibra óptica.

A companhia informou que a operação envolve a aquisição da carteira de clientes e a celebração de contrato de locação de infraestrutura de rede com promessa de compra futura, não envolvendo, portanto, transferência de controle ou participação societária.

O preço base de aquisição foi avaliado em R$ 6,33 milhões.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de crescimento e consolidação de sua base de clientes atendidos com tecnologia de fibra óptica no mercado de Santa Catarina, bem como de expansão da infraestrutura de transporte via fibra óptica, visando à implementação de Estações Rádio Base (ERBs) para o Serviço Móvel Pessoal (SMP) com tecnologia 5G.

Isa Energia (ISAE4) obtém licença de instalação para bloco 2 do projeto Serra Dourada

A Isa Energia (ISAE3, ISAE4) obteve do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos a licença de instalação (LI) para o bloco remanescente (Bloco 2) do projeto Serra Dourada.

Com a obtenção da LI, as obras desse trecho de 500 kV da linha de transmissão Juazeiro III – Campo Formoso II – Barra II já podem ser iniciadas.

As obras dos blocos 1 e 3, correspondentes às linhas de transmissão de 500 kV Barra II – Correntina – Arinos 2 e 500 kV Barra II – Buritirama, foram iniciadas, respectivamente, em agosto de 2025 e janeiro de 2026.

Serra Dourada é o empreendimento do lote 1 do Leilão de Transmissão Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), realizado em junho de 2023 e consiste na implementação de 1.093 km de linhas de transmissão e três novas subestações além da ampliação de outras três subestações já operacionais.

O projeto criará um corredor prioritário para o escoamento de energia renovável proveniente do oeste do estado da Bahia, viabilizando a conexão de geradoras novas e existentes e de novos projetos de transmissão leiloados pela Aneel em 2024.

Com prazo máximo estipulado pela Aneel em março de 2029 para entrada em operação, o projeto Serra Dourada possui investimento Aneel de R$ 3,157 bilhões (data do leilão) e Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 322 milhões (ciclo 2025/2026).

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

BlackRock reduz participação na Klabin 

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Klabin, conforme anunciado pela companhia brasileira na quarta-feira, 27.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, informou que alienou ações preferenciais emitidas pela Klabin, sendo que, em 22 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 67.657 ações preferenciais, 98.164.586 certificado de depósito de ações (units), representando 392.658.344 ações preferenciais e 726 American Depositary Receipts (ADRs), representativas de 5.808 ações preferenciais, totalizando 392.731.809 ações preferenciais, representando aproximadamente 9,997% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia, e 416.325 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,011% do total de ações preferenciais.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a gestora.

Irani (RANI3) aprova execução do Projeto Gaia XII e o conceito da estratégia do seu novo ciclo de investimentos

A Irani (RANI3) informou que o seu conselho de administração aprovou a execução do Projeto Gaia XII – Expansão Papel MG, que contempla a reforma da máquina de papel MP#7, uma nova caldeira de força e a revitalização completa da unidade de Papel em Santa Luzia, no estado de Minas Gerais.

O projeto prevê investimentos no montante de R$ 514 milhões (capex bruto), sendo R$ 61 milhões em impostos creditáveis, resultando em capex líquido de R$ 453 milhões.

Segundo a companhia, a iniciativa tem como principais objetivos aumento da capacidade produtiva, com incremento estimado de aproximadamente 36 mil toneladas/ano, representando expansão de 60% em relação à produção atual da unidade; melhoria da qualidade e da performance dos papéis produzidos, com impactos positivos na operação de embalagens na Unidade de Indaiatuba – SP, responsável pela conversão dos papéis; ganhos de eficiência operacional, incluindo redução de custos com vapor e energia; avanços em sustentabilidade.

O projeto contempla a substituição da atual caldeira de gás natural por uma nova caldeira de biomassa, alinhada ao plano de descarbonização da companhia, com potencial de redução de aproximadamente 87,6% nas emissões de CO₂ equivalente (11.867 mil tCO2e / ano) associadas ao processo, e resultando na redução nos custos com energia.

A Irani explicou que o projeto possui taxa interna de retorno (TIR) superior ao custo médio ponderado de capital (WACC), refletindo disciplina na alocação de capital e geração de valor para os acionistas. Da mesma forma, a execução do investimento buscará atender ao índice de alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) de 2,5x conforme a Política de Gestão Financeira da companhia. O início das obras ocorrerá após as etapas preparatórias e licenças aplicáveis, sendo a previsão para start-up da MP#7 reformada no 4T28.

“O Gaia XII marca o final da Plataforma Gaia, o ciclo de otimização e modernização das nossas plantas e processos que nos habilita ao próximo ciclo, a Plataforma Neos”, afirmou a companhia em um fato relevante.

A Irani também informou que seu conselho de administração aprovou o conceito da estratégia do seu novo ciclo de investimentos, denominado Plataforma Neos.

A companhia explicou que a Plataforma Neos representa a materialização de sua ambição estratégica de duplicar sua participação de mercado no segmento de embalagens sustentáveis (papelão ondulado) até 2034, elevando-a do patamar atual de aproximadamente 4% para 8%.

A Irani avalia os seguintes projetos a serem potencialmente executados até 2034:

1) construção de uma nova planta de embalagens sustentáveis (papelão ondulado), sendo a terceira planta de embalagens da companhia, com capacidade de conversão de 120 mil toneladas por ano, localizada na região sudeste do Estado de São Paulo ou sul de Minas Gerais;

2) construção de uma nova planta de embalagens sustentáveis (papelão ondulado), sendo a quarta planta de embalagens, com capacidade de conversão de 120 mil toneladas por ano, em localidade ainda a ser definida; e

3) construção de nova máquina de papel reciclado, voltada à produção de papéis rígidos para conversão em embalagens sustentáveis (papelão ondulado) com capacidade de 132 mil toneladas por ano, a ser integrada à terceira planta de embalagens.

Até o final de 2026, a diretoria pretende submeter ao conselho de administração proposta relacionada à implantação de uma das novas plantas de embalagem, para apreciação e deliberação.

A Irani ressaltou que os projetos associados à Plataforma Neos se encontram em fase de estudos e estruturação, não havendo, até o momento, deliberação quanto à sua implementação, cronograma, montantes de investimento ou fontes de financiamento.

Pagam provento nesta quinta, 28:

Mitre (MTRE3)

A Mitre paga nesta quinta-feira, 28, a primeira parcela do dividendo aprovado em 12 de maio. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. A data-base dessa 1ª parcela foi em 18 de maio de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026 e o pagamento será em 12/06/2026.

Cury (CURY3) 

A Cury paga nesta quinta-feira, 28, dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,51 por ação. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3) 

A PetroReconcavo paga nesta quinta, 28, juros sobre o capital anunciados em 7 de maio no valor de R$ 0,34 por ação. As ações são negociadas “ex-proventos” desde 19 de maio.

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Publicado às 7h55 – 8h57

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h54)

Alemanha (DAX): +0,57% 

Londres (FTSE 100): +0,26%

Japão (Nikkei 225): +0,11% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,25% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,06% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,82% (US$ 96,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,21% (US$ 76.047)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,88% (US$ 4.495)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,32% aos 781,5 iuanes (US$ 115,16). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h53 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,44% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,30%. Nasdaq futuro subia 0,48%.

Notícias corporativas

Isa Energia e Axia acompanham desdobramentos de decisão do TRF1

A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), com sede em Brasília, julgou as apelações nos processos movidos pela CSN (CSNA3), Intercast, Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa, DMA Distribuidora e Tecnosider Siderurgia contra a União e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), tendo havido a intervenção da Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate) na qualidade de assistente simples.

A disputa judicial envolve uma portaria de 2016 do Ministério de Minas e Energia que permitiu às transmissoras de energia optarem pela prorrogação de contratos se incluídos nas tarifas os valores de ativos não depreciados da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE).

Em sessão realizada no dia 26 de maio de 2026, a 7ª Turma do TRF1 decidiu reconhecer a legalidade da incorporação dos ativos da RBSE à Base de Remuneração Regulatória; declarar a nulidade do §3º, do art. 1º, da Portaria MME n. 120/2016, determinando que os valores já pagos às transmissoras a título de remuneração do custo de capital próprio (Ke) sejam compensados via tarifa nos ciclos subsequentes, no mesmo prazo em que foram cobrados, por meio de instrumento de Parcela de Ajuste de modo a ressarcir os autores que arcaram com esse encargo; antecipar a Tutela para suspender a cobrança do Ke a partir do ciclo tarifário 2026/2027 relativamente aos autores.

A Isa Energia declarou em um fato relevante que, junto com seus assessores legais, segue acompanhando o tema e aguarda a publicação do acórdão para analisar o inteiro teor e aspectos processuais da decisão, que ainda está sujeita a recurso.

Já a Axia (AXIA3) afirmou em outro fato relevante, que, mesmo não sendo parte nos processos, “a legislação processual admite a interposição de recursos contra os referidos julgados e que manterá o mercado informado de novas decisões relevantes referentes aos processos citados”.

Petrobras esclarece informação divulgada em jornal

A Petrobras (PETR3, PETR4) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após uma matéria divulgada no Valor Econômico intitulada “RJ decide desapropriar terreno da Refit”.

A matéria divulgou que o governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto, decidiu desapropriar o terreno onde está instalada a Refit, antiga refinaria de Manguinhos, na zona norte da cidade. O Valor reportou que a informação foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim, do O Globo, e, citando o colunista, informou que a desapropriação da Refit também foi tema de conversas entre Couto e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. A petroleira teria interesse em ficar com o terreno para expandir a área de refino, segundo Jardim.

A respeito do tema, a Petrobras esclareceu que “analisa de forma contínua e permanente oportunidades de negócios alinhadas à sua estratégia corporativa, incluindo iniciativas relacionadas ao setor de refino, logística e infraestrutura energética”.

A petroleira estatal também explicou que, até a presente data, não há qualquer decisão ou informação relevante, a ser divulgada a respeito do tema.

BlackRock eleva participação na Usiminas 

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou a participação na Usiminas (USIM5), conforme divulgado pela siderúrgica na terça-feira, 26.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, adquiriu ações preferenciais emitidas Usiminas, sendo que, em 21 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 27.747.704 ações preferenciais e 12.632 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 12.632 ações preferenciais, totalizando 27.760.336 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,067% do total de ações preferenciais; e 26.368.310 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 4,813% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Conselho da Grazziotin (CGRA3, CGRA4) aprova distribuição de JCP

O conselho de administração da Grazziotin (CGRA3, CGRA4) aprovou a distribuição de R$ 30 milhões em juros sobre o capital. O valor líquido é de R$ 24,7 milhões. O valor líquido por ação ordinária e preferencial é de R$ 1,047977. A data de corte será em 29 de maio de 2026. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 1 de junho.

O pagamento será realizado sem correção e a data do pagamento será fixada pela Assembleia Geral de acionistas, que será convocada para aprovar as demonstrações financeiras e a proposta da destinação do resultado do exercício de 2026.

Azul tem listagem aprovada na NYSE American 

A Azul (AZUL3) informou que as ações ordinárias de sua emissão e as American Depositary Shares, cada uma representando duas ações ordinárias (ADSs), tiveram a listagem aprovada na NYSE American.

Sujeita ao cumprimento das condições aplicáveis de listagem, a listagem das ADSs ocorrerá em 1º de junho de 2026, com início de negociação na NYSE American sob o código “AZUL” a partir da abertura do mercado na mesma data.

A partir da listagem na NYSE American, as ADSs deixarão de ser cotadas nos OTC Markets.

As ações ordinárias da companhia (AZUL3) permanecerão listadas e negociadas na B3, a Bolsa brasileira.

Os atuais titulares de ações ordinárias e de ADSs não precisam adotar quaisquer providências em decorrência da listagem na NYSE American.

“A nossa listagem na NYSE American marca um momento decisivo para a Azul, à medida que saímos do nosso processo de reestruturação com uma posição financeira mais sólida. Mantemos o plano de realizar o uplist (listagem) para a New York Stock Exchange no início de julho de 2026, quando esperamos satisfazer todos os requisitos e condições de listagem aplicáveis”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul.

Oncoclínicas (ONCO3) diz desconhecer eventual proposta de capitalização no valor de R$ 500 milhões

A Oncoclínicas (ONCO3) divulgou que não tem conhecimento sobre uma eventual proposta de capitalização de R$ 500 milhões informada em uma matéria do jornal Valor Econômico divulgada em 21 de maio.

Segundo o jornal, o plano, que está sendo estruturado pela BR Partners, ainda deve prever um alongamento e desconto no valor da dívida (haircut), cujo percentual está em discussão com credores.

“A administração da companhia esclarece que não possui conhecimento acerca de eventual proposta de capitalização da companhia no montante de R$ 500.000.000,00, tampouco de quaisquer definições relacionadas a eventual operação dessa natureza”, afirmou a Oncoclínicas em um comunicado.

No que diz respeito às discussões com credores conduzidas pela BR Partners, na qualidade de assessoria financeira, a companhia esclareceu que as conversas mantidas até o momento são “preliminares, sem que haja até o momento qualquer definição acerca de eventual alongamento ou desconto na dívida”.

Agenda de proventos desta quarta, 27:

Taesa (TAEE11, TAEE4)

A Taesa paga nesta quarta-feira, 27, dividendo no valor por unit de R$ 0,90. O valor por ação ON e PN é R$ 0,30. A data com (data de corte) foi em 29 de abril. As units da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 30 de abril.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga nesta quarta-feira, 27, juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 11 de dezembro no valor líquido de R$ 0,17 por ação. A posição acionária para ter direito foi em 16 de dezembro de 2025. Desde 17 de dezembro de 2025 as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. A Mahle Metal Leve também paga os dividendos aprovados pela assembleia em 29 de abril no montante total de R$ 275,9 milhões, correspondente a R$ 2,03 por ação. Tem direito a esse provento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de abril (data de corte). Desde 30 de abril as ações são negociadas “ex-direito” a esses dividendos.

Bemobi (BMOB3) 

A Bemobi paga nesta quarta-feira, 27, os juros sobre capital próprio anunciados em 12 de maio no valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 18 de maio de 2026 (inclusive).

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil aprovados em 15 de maio, é nesta quarta-feira, 27. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

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Publicado às 7h53 – atualizado às 8h53

Feriado nos EUA e conflito no Oriente Médio

O mercado monitora as negociações entre os Estados Unidos e o Irã. O presidente norte-americano, Donald Trump, indicou que as negociações com o Irã para reabrir o Estreito de Ormuz estão avançando. Com isso, o preço do barril de petróleo Brent tem forte queda nesta sessão.

Vale lembrar que nesta segunda-feira, 25, as Bolsas estarão fechadas nos Estados Unidos devido ao feriado do Memorial Day. A liquidez poderá ser reduzida principalmente em mercados emergentes como o Brasil.

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)

Alemanha (DAX): +1,35% 

Londres (FTSE 100): +0,22%

Japão (Nikkei 225): +3,04% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,96% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -5,60% (US$ 97,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,06% (US$ 77.920)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,05% (US$ 4.604)

Minério de ferro em Dalian (7h49 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,06% aos 793 iuanes (US$ 116,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Embora seja feriado nos Estados Unidos, os futuros mantêm as negociações. Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,84% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,93%. Nasdaq futuro subia 1,36%.

Notícias corporativas desta manhã:

Francesa Loxam compra 50,3% do capital social da Mills (MILS3) 

Os acionistas controladores da companhia de locação, serviços e logística Mills (MILS3) celebraram um contrato obrigando-se a alienar a totalidade da sua participação na companhia, correspondente a 50,3% do capital social, à Loxam SAS, sociedade francesa que atua no segmento de locação de máquinas e equipamentos. A informação foi divulgada por meio de um fato relevante na manhã desta segunda-feira, 25.

Fundada em 1967, a Loxam é a maior empresa de locação de equipamentos da Europa, com receita líquida de 2,5 bilhões de euros em 2025, cerca de 11.600 colaboradores e uma rede de aproximadamente 1.130 filiais em mais de 28 países, distribuídos por 4 continentes.

Com atuação primordialmente voltada aos setores de construção civil, infraestrutura, indústria, energia, eventos e serviços, a Loxam está presente no Brasil desde 2015, através da Loxam do Brasil e A Geradora.

Nos termos do referido contrato, a Loxam se obrigou a adquirir as ações que compõem o bloco de controle da Mills pelo preço de R$ 16,00 por ação – um prêmio de 22% sobre o preço de fechamento das ações da Mills em 22/05/2026 -, a ser corrigido, a partir do 31º (trigésimo primeiro) dia contado da presente data e até o efetivo fechamento da operação, por 70% (setenta por cento) do CDI. O preço integral será pago à vista no fechamento.

“A família fundadora da Mills sempre sonhou em perpetuar o seu legado na companhia aproximando-a de players relevantes globais. Essa visão encontrou no Grupo Loxam um forte alinhamento de valores com a Mills, somado ao interesse em crescer no Brasil, tornando esta oportunidade um próximo passo complementar, empolgante e com grande potencial de geração de valor para todos os stakeholders das companhias”, destaca o fato relevante.

Nos termos do contrato, o fechamento da compra e venda está sujeito ao cumprimento de condições suspensivas usuais para operações dessa natureza, incluindo a obtenção da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Uma vez implementada a operação, a Loxam estará obrigada, nos termos do art. 254-A da Lei nº 6.404/76, da Resolução CVM nº 215/24, do Regulamento do Novo Mercado, do estatuto social da Mills e do contrato a realizar oferta pública de aquisição da totalidade das demais ações de emissão da companhia, pelo mesmo preço por ação pago aos acionistas controladores, atualizado pela taxa Selic a partir da data de fechamento da alienação de controle até a data de liquidação da oferta, nos termos da Resolução CVM nº 215/24, assegurando tratamento equitativo a todos os demais acionistas.

Smartfit (SMFT3) anuncia recompra de até 13,6 milhões de ações

O conselho de administração da Smartfit (SMFT3) aprovou nesta segunda-feira, 25, o programa de recompra de ações de emissão da companhia.

O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 13.642.846, representativas de até 2,5% das 556.690.345 ações em circulação nesta data.

A Smartfit, nesta data, possui 2.292.560 ações em tesouraria.

Segundo a companhia, o objetivo é a aquisição de ações para manutenção em tesouraria e posterior cancelamento ou alienação no mercado, a fim de maximizar a geração de valor para os acionistas, mantendo a disciplina da alocação.

Além disso, as ações recompradas e mantidas em tesouraria podem, a critério da administração, ser usadas para cumprir obrigações decorrentes de programas de incentivo de longo prazo com ações restritas ou não, referentes à retenção de executivos.

O programa de recompra vai até 25 de novembro de 2027.

Notícias do fim de semana:

Eduardo Oliveira será o novo CEO da Qualicorp (QUAL3)

O conselho de administração da Qualicorp (QUAL3) aprovou o início de um processo estruturado de sucessão de sua presidência executiva.

Como parte desse processo, Maurício Lopes, atual diretor presidente (CEO) da companhia, passará a ocupar o cargo de presidente do conselho de administração a partir de 31 de agosto de 2026, sendo sucedido como CEO por Eduardo Oliveira, atual vice-presidente da companhia.

Até a data da efetivação da sucessão, Eduardo Oliveira passará a exercer a função de vice-presidente executivo, atuando lado a lado com o atual CEO.

“Sob a liderança de Maurício Lopes, a Qualicorp consolidou nos últimos três anos um ciclo consistente de turnaround, marcado pela execução incansável de uma estratégia ancorada em maior eficiência operacional, no realinhamento das frentes comerciais e no crescimento do portfólio de produtos, eixos que se traduziram na construção de um flywheel de geração de valor que se tornou o centro da gestão da companhia”, afirmou a Qualicorp em um fato relevante.

A transição anunciada tem como propósito preservar, aprofundar e dar continuidade a esse movimento, afirmou a companhia.

Ainda segundo a Qualicorp, Eduardo Oliveira vivenciou diferentes ciclos da companhia ao longo de seus seis anos de casa e, como vice-presidente nos últimos três, teve papel relevante na concepção e na execução do plano de turnaround em curso, participando diretamente das principais frentes que compõem a atual agenda estratégica.

Durante o período que antecede 31 de agosto de 2026, Eduardo Oliveira, na qualidade de vice-presidente executivo, passará a concentrar parte relevante das atribuições operacionais da companhia, atuando em estreita parceria com Maurício Lopes, que manterá funções executivas até a efetivação da sucessão.

Murilo Ramos Neto, atual chairman e que liderou o processo de turnaround da Qualicorp no conselho de administração, passará a ocupar o cargo de vice-presidente do conselho.

Oncoclínicas (ONCO3) contrata BTG como formador de mercado

A Oncoclínicas (ONCO3) anunciou o encerramento do contrato com o Citigroup para a prestação de serviços de formador de mercado.

A Oncoclínicas divulgou que contratou a BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações ordinárias no âmbito da B3.

O contrato tem como objetivo fomentar a liquidez das ações ordinárias de emissão da companhia. O formador de mercado iniciará as suas atividades a partir de 25 de maio de 2026.

Sabesp: Cade aprova aquisição de participação de 90% da Sanessol 

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela Sabesp (SBSP3) de ações ordinárias representativas de 90% do capital social da Saneamento de Mirassol (Sanessol).

Em janeiro deste ano a Iguá Saneamento acertou a venda da Sanessol para a Sabesp.

A Sanessol é titular de contrato de concessão, pelo prazo de 30 anos, para exploração dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município de Mirassol, no Estado de São Paulo, desde 2008, atendendo uma população de aproximadamente 65 mil habitantes.

A conclusão da operação permanece sujeita à aprovação do município de Mirassol, na qualidade de poder concedente. No fechamento da operação, a ser realizado logo após a aprovação do poder concedente, a Sabesp pagará à Iguá, em parcela única, o preço de compra equivalente a R$ 125 milhões.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de expansão de sua atuação e consolidação no setor de saneamento no Brasil”, afirmou a Sabesp.

Fundamentos:

Queda das ações dos bancões: oportunidade?

As ações dos grandes bancos brasileiros perderam força nas últimas semanas. Após meses de alta os papéis passaram ao negativo. Considerando os últimos 30 dias até o fechamento do mercado na sexta-feira, 22 de maio, as ações do Itaú (ITUB4) acumulam queda de 10,7%; as PN do Bradesco (BBDC4) -11,7%; as do Banco do Brasil (BBAS3) -8,96%; e as units do Santander Brasil -9,24%.

Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o momento exige cautela e análise individualizada, e não pânico.

“Tem muito investidor preocupado com a queda dessas ações, mas é preciso ter calma. É importante a gente analisar para entender se é algo momentâneo ou estrutural”, afirma Mendlowicz, apontando que o cenário atual é reflexo direto de uma conjuntura macroeconômica severa.

O peso do crédito caro e do calote

A desaceleração econômica, somada à manutenção da taxa Selic em patamares elevados pelo Banco Central e ao endividamento das famílias, criou a tempestade perfeita para a alta da inadimplência. Segundo o economista, os efeitos colaterais já impactam o dia a dia das operações.

“O brasileiro está sem dinheiro, então é óbvio que ele acaba não pagando as suas dívidas. A inadimplência está altíssima e os bancos estão sentindo isso”, pontua Mendlowicz.

Para se protegerem de eventuais calotes, as cinco principais instituições financeiras do país (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) acumularam um montante impressionante de R$ 51,3 bilhões em provisões entre janeiro e março de 2026. “O risco de calote entrou no radar de todos os bancos. Se o banco está com medo de tomar um calote, ‘puxa’ o tapete do cliente”, explica o Economista Sincero, justificando a postura mais conservadora na liberação de crédito.

Desempenhos assimétricos: quem sobe e quem desce

Apesar do “cenário de caos” generalizado, Mendlowicz enfatiza que os resultados recentes mostram uma forte assimetria entre os bancos, o que exige que o investidor avalie caso a caso.

  • Itaú e Bradesco: foram os destaques positivos. O Itaú registrou lucro líquido de R$ 12,33 bilhões no primeiro trimestre (alta de 10,4% no comparativo com o mesmo período em 2025), impulsionado por anos de investimentos em tecnologia. Já o Bradesco, após um período de estagnação, colheu os frutos de uma nova gestão focada em crescimento, com lucro de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre e salto de 16% em um ano.
  • Santander: apresentou estabilidade, com leve recuo de 1,9% no lucro no primeiro trimestre (R$ 3,79 bilhões).
  • Banco do Brasil: foi a grande “bomba” do trimestre, com queda de 53,5% no lucro líquido (em relação ao primeiro trimestre de 2025), atingindo R$ 3,4 bilhões. “O lucro líquido vem caindo trimestre a trimestre. Tem sido um triturador de rentabilidade do banco”, avalia Charles.

Em contrapartida, fora dos “bancões” tradicionais, BTG Pactual apresentou salto de 42,3% no lucro no primeiro trimestre. No mesmo período, o Nubank teve lucro de US$ 871,4 milhões, considerado abaixo do esperado (analistas previam US$ 980 milhões).

O fim da era dos “bancões”?

Mendlowicz reitera que o mercado de grandes bancos não está perto do fim, e que as quedas recentes de preços podem, inclusive, abrir janelas de oportunidade para o longo prazo com foco em dividendos. “Sigo otimista com o mercado de ‘bancões’. Não acho que vá acabar. Mas acredito sim que o Banco do Brasil é que está ‘puxando’ o resultado das demais instituições”, conclui o economista.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Petr4, Vale3, Bbas3, Wege3, Kepl3, Soja3 e de Mutc34. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Quarta, 27

Taesa (TAEE11, TAEE4)

A Taesa paga na quarta-feira, 27, dividendo no valor por unit de R$ 0,90. O valor por ação ON e PN é R$ 0,30. A data com (data de corte) foi em 29 de abril. As units da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 30 de abril.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga na quarta-feira, 27, juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 11 de dezembro no valor líquido de R$ 0,17 por ação. A posição acionária para ter direito foi em 16 de dezembro de 2025. Desde 17 de dezembro de 2025 as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. A Mahle Metal Leve também paga os dividendos aprovados pela assembleia em 29 de abril no montante total de R$ 275,9 milhões, correspondente a R$ 2,03 por ação. Tem direito a esse provento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de abril (data de corte). Desde 30 de abril as ações são negociadas “ex-direito” a esses dividendos.

Bemobi (BMOB3) 

A Bemobi paga na quarta-feira, 27, os juros sobre capital próprio anunciados em 12 de maio no valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 18 de maio de 2026 (inclusive).

Telefônica Brasil (VIVT3)

A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil aprovados em 15 de maio, é na quarta-feira, 27. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

Quinta, 28

Mitre (MTRE3)

A Mitre paga na quinta-feira, 28, a primeira parcela do dividendo aprovado em 12 de maio. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. A data-base dessa 1ª parcela foi em 18 de maio de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026 e o pagamento será em 12/06/2026.

Cury (CURY3) 

A Cury paga na quinta-feira, 28, dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,51 por ação. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3) 

A PetroReconcavo paga na quinta, 28, juros sobre o capital anunciados em 7 de maio no valor de R$ 0,34 por ação. As ações são negociadas “ex-proventos” desde 19 de maio.

Sexta, 29

Itaúsa (ITSA4) 

A data de corte (data com) para ter direito ao JCP relativo ao segundo trimestre de 2026 da Itaúsa, é na sexta-feira, 29. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação. O pagamento será em 1° de julho de 2026.

IRB (IRBR3) 

O IRB paga na sexta-feira, 29, a primeira parcela do JCP anunciado em 1° de abril. O valor é de R$ 0,32 por ação. A ‘data com’ (data de corte) dessa primeira parcela foi em 30/04/26. Também na sexta, 29, é a data de corte (data com) para ter direito a segunda parcela do JCP do IRB. Essa segunda parcela, no valor de R$ 0,32 por ação, será paga em 30/06/26.

Track&Field (TFCO4)

A Track&Field paga na sexta-feira, 29, proventos anunciados ao longo de 2025. A companhia paga quatro JCP anunciados em 2025. O valor por ação é: R$ 0,05; R$ 0,06; R$ 0,06 e R$ 0,06 por ação. A Track&Field paga também na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação.

RD Saúde (RADL3) 

A RD Saúde paga na sexta-feira, 29, os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,08. A data-base foi em 3 de outubro de 2025. A RD Saúde também paga até essa data os JCP anunciados em 1° de dezembro de 2025 no valor de R$ 0,08 por ação. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 05/12/2025, sendo que, desde 06/12/2025, as ações da companhia são negociadas “ex juros sobre capital próprio”.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 29, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 centavos. A data-base foi em 21 de maio.

União Pet (AUAU3) 

A União Pet paga na sexta, 29, dividendo intermediário no valor de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito as pessoas inscritas como acionistas nos registros da companhia no encerramento do pregão da B3 de 14 de maio de 2026 (data-base).

Ser Educacional (SEER3) 

A Ser Educacional paga na sexta, 29, a 2° parcela do dividendo anunciado em 25 de março no valor de R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 6 de abril de 2026. Vale lembrar que a primeira parcela foi paga em 30 de abril.

Cogna (COGN3) 

A Cogna paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,01 por ação ordinária anunciado em 27 de abril. Tem direito ao recebimento acionistas com ações em 27 de abril.

Veste Estilo (VSTE3) 

A Veste Estilo paga na sexta, 29, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. Têm direito aos dividendos detentores de ações de emissão da companhia em 28 de abril de 2026, inclusive.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga na sexta, 29, o dividendo anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,10 por ação. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio (inclusive), as ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos.

BR Partners (BRBI11) 

O BR Partners paga na sexta, 29, o dividendo intercalar anunciado em 7 de maio no valor de R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia; e R$ 0,18 (dezoito centavos) por unit. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 19 de maio de 2026.

Valid (VLID3)

A Valid (VLID3) paga na sexta, 29, dividendos no montante de R$ 14,1 milhões, equivalentes ao valor bruto de R$ 0,18 por ação. O pagamento será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio de 2026, sendo as ações da companhia negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio de 2026, inclusive.

Espaçolaser (ESPA3) 

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) paga na sexta, 29, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

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Publicado às 7h52

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h51)

Alemanha (DAX): +0,51% 

Londres (FTSE 100): +0,37%

Japão (Nikkei 225): +2,74% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,87% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,77% (US$ 105,4). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,57% (US$ 77.295)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,95% (US$ 4.514)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,13% aos 792 iuanes (US$ 116,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h50 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,18% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,08%. Nasdaq futuro caía 0,01%.

Notícias corporativas

Copel anuncia aditamento e renovação do programa de recompra de ações 

A Copel (CPLE3) informou que seu conselho de administração aprovou o aditamento e a renovação do programa de recompra de ações atual, originalmente aprovado em 25.11.2024.

Em um fato relevante a companhia explicou que o programa mantém o objetivo de adquirir ações da Copel para manutenção em tesouraria, cancelamento ou alienação, sem redução da cifra do capital social, bem como para atender a planos de incentivo baseados em ações.

A Copel poderá adquirir até 285.506.846 ações ordinárias, que, somadas às ações atualmente mantidas em tesouraria pela companhia, alcançarão o limite de 10% da quantidade total de ações em circulação. Para referência, atualmente 2.982.301.396 ações ordinárias estão em circulação no mercado; e 12.723.294 ações ordinárias são mantidas em tesouraria pela Copel (já considerando as aquisições realizadas, até esta data, no âmbito do programa, e a conversão das ações preferenciais em ações ordinárias ocorrida em 2025).

O prazo para as aquisições de ações no âmbito do programa foi renovado por mais 18 meses e encerrará em 21 de novembro de 2027.

BNDES Participações eleva participação na JSL (JSLG3)

A BNDES Participações ampliou a participação na empresa de logística JSL (JSLG3). A Simpar (SIMH3) vendeu à BNDES Participações 14.268.446 ações ordinárias de emissão da JSL (JSLG3), que representam uma participação de 5% do capital social, pelo preço de R$ 6,22 por ação, totalizando R$ 88.749.734,12.

A operação ocorreu após o braço de participações do BNDES exercer uma opção de compra.

A Simpar e a BNDES Participações celebraram o acordo de acionistas da JSL, que disciplina direitos e prerrogativas da BNDES Participações enquanto acionista minoritária da JSL, dentre os quais, o direito de indicar 1 membro do conselho de administração, 1 membro do comitê de auditoria estatutário e 1 membro do comitê financeiro.

O acordo de acionistas não atribui à BNDES Participações o controle (nem sequer compartilhado) da JSL e tem por finalidade a proteção do investimento realizado pela BNDESPAR na JSL, de caráter minoritário, transitório e não executivo.

S&P atualiza análise sobre o rating corporativo da Randoncorp 

A agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor’s Global Ratings (S&P) atualizou sua análise sobre o rating corporativo da Randoncorp (RAPT3, RAPT4), que permanece em ‘brAAA’, na escala nacional Brasil, com perspectiva ‘negativa’.

Segundo o relatório da S&P, a manutenção do rating da companhia é sustentada pela expectativa de expansão de suas margens, impulsionada principalmente por iniciativas de redução de custos e ajustes de capacidade produtiva, além da gestão prudente de capital de giro, que devem permitir desalavancagem gradual nos próximos trimestres.

Além disso, a agência acredita na recuperação do volume de peças de reposição, após atualização de sistema ERP, das receitas pelos novos contratos de fornecimento de vagões no Brasil e de semirreboques no mercado norte-americano, pelo incremento de vendas por meio da nova unidade Suspensys Mogi Guaçu e pela potencial retomada de volumes de semirreboques e de autopeças a partir de programas como o Move Brasil.

A perspectiva negativa foi mantida, indicando que o rating poderá ser revisado caso as medidas de eficiência operacional e os novos contratos não sejam suficientes para melhorar a rentabilidade da companhia, diante do atual patamar de volumes do mercado automotivo doméstico.

Valid (VLID3) anuncia novo CFO

A Valid Soluções (VLID3) divulgou que, em comum acordo entre as partes, Olavo Vaz encerrará suas funções como diretor financeiro (CFO), operacional (COO) e diretor de relações com investidores (DRI) da companhia em 29 de maio de 2026.

“Sob sua liderança, a Valid executou um consistente processo de desalavancagem financeira, promoveu o equilíbrio e fortalecimento do balanço patrimonial e conduziu com disciplina o desinvestimento de ativos não estratégicos, pavimentando as condições para o atual ciclo de crescimento e transformação digital da companhia”, destacou a Valid em um comunicado.

A partir de 1° de junho de 2026 Walter Silva passará a exercer a função de diretor financeiro (CFO), de operações (COO) e de relação com investidores (DRI).

Há 13 anos na Valid, previamente, como Global Head of Finance e SVP of Finance da divisão de mobile, Walter liderou iniciativas de integração e transformação digital em mobile, assim como os desinvestimentos na Cubic e nos EUA, áreas centrais para a execução do plano estratégico.

Sua nomeação assegura continuidade à agenda financeira e operacional da companhia, afirmou a Valid.

GQG Partners eleva participação na Petrobras

A GQG Partners elevou participação na Petrobras, conforme divulgado pela petroleira estatal na véspera.

A GQG Partners passou a ter exposição total de sua carteira de clientes a 187.199.112 ações ordinárias e American Depositary Receipts (ADRs), representando aproximadamente 5,03% das ações ordinárias emitidas pela Petrobras.

“Este é um investimento minoritário que não tem como objetivo alterar o controle ou a estrutura administrativa da empresa”, afirmou a gestora.

A GQG Partners é uma gestora global de investimentos sediada em Fort Lauderdale, Flórida.

GQG Partners eleva participação na Axia 

A GQG Partners elevou participação na Axia Energia (AXIA3), conforme informado pela companhia brasileira,

A GQG Partners, em decorrência de operações realizadas no mercado acionário, passou a deter de forma agregada 101.904.924 ações ordinárias e American Depositary Receipts da Axia, representando 5,02% das ações ordinárias de emissão da companhia.

A GQG declarou que esse é um investimento minoritário que não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia.

Iochpe-Maxion (MYPK3): órgão de defesa da concorrência da Argentina aprova aquisição de 50,1% do capital da Polimetal

A Iochpe-Maxion (MYPK3) anunciou que o órgão de defesa da concorrência da Argentina aprovou a aquisição de 50,1% do capital social da Polimetal por sua controlada Iochpe-Maxion Austria GmbH (IMA).

Essa aquisição foi anunciada em 3 de novembro de 2025. Em decorrência dessa aprovação, a companhia, por meio de sua controlada IMA, passa a exercer o controle da Polimetal, que será consolidada em suas demonstrações financeiras consolidadas a partir desta data.

Espaçolaser (ESPA3) pagará em 29 de maio dividendo aprovado em 28 de abril

A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) informou que o pagamento dos dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária realizada em 28 de abril de 2026, no montante total de R$ 222.870,88, correspondente a R$ 0,00062213084 por ação ordinária, será realizado no dia 29 de maio de 2026. A data-base foi em 4 de maio de 2026 e a negociação das ações “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026.

Eve conclui etapa estratégica de ensaios e avança eVTOL rumo aos voos de transição

A Eve Air Mobility (NYSE: EVEX, EVEXW; B3: EVEB31), subsidiária da Embraer, anunciou a conclusão bem-sucedida da etapa de voos pairados (hover flight) e de baixa velocidade da sua campanha de ensaios em voo de seu protótipo de engenharia.

A fase concluída gerou dados de alta fidelidade, contribuindo para a maturidade do programa à medida que a Eve avança rumo aos testes de transição de voo, afirmou a Embraer.

“A conclusão desta etapa reflete a disciplina por trás da nossa estratégia de ensaios em voo”, afirmou Johann Bordais, CEO da Eve. “Ao longo de 59 voos, confirmamos um desempenho estável e comportamento previsível dos sistemas de controle dentro do envelope avaliado, ao mesmo tempo em que ampliamos nosso entendimento sobre cargas estruturais, aerodinâmica, propulsão e gerenciamento de energia, elementos fundamentais para a fase de transição e para o caminho rumo à certificação com os protótipos conformes”.

Nesta fase, a aeronave demonstrou desempenho estável em voo pairado e durante manobras progressivamente mais complexas.

Nas próximas semanas, o protótipo de engenharia da Eve realizará ensaios planejados em solo em preparação para a etapa de voos de transição, prevista para começar no segundo semestre de 2026.

Essa fase foi desenvolvida para fortalecer ainda mais o desenvolvimento da aeronave final por meio da expansão do envelope de voo e da validação de desempenho, à medida que o programa avança em direção ao voo sustentado pelas asas (wingborne flight).

Paga provento nesta sexta: Localiza (RENT3) 

A Localiza paga nesta sexta-feira, 22, os JCP anunciados em 24 de março. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 27 de março, sendo que as ações, desde 30 de março são negociadas “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação é R$ 0,52.

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Publicado às 8h20

Bolsas, petróleo e bitcoin (8h19)

Alemanha (DAX): -0,53% 

Londres (FTSE 100): -0,40%

Japão (Nikkei 225): +3,10% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -2,04% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,03% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,02% (US$ 107,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,57% (US$ 77.305)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,87% (US$ 4.518)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,07% aos 789,5 iuanes (US$ 116,08). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 8h18 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,29% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,33%. Nasdaq futuro caía 0,50%.

Notícias corporativas

Copasa protocola na CVM pedido de registro automático de oferta pública secundária de ações 

A Copasa (CSMG3) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido de registro automático para uma oferta pública secundária de ações ordinárias de sua emissão, atualmente pertencentes ao Estado de Minas Gerais.

Em um fato relevante a companhia informou que a operação prevê inicialmente a distribuição de 171,1 milhões de ações e faz parte do processo de desinvestimento do Estado mineiro.

A oferta será direcionada ao público investidor em geral no Brasil e contará também com esforços de colocação no exterior, incluindo investidores institucionais qualificados nos Estados Unidos e investidores internacionais em outros mercados, em conformidade com as normas regulatórias brasileiras e norte-americanas.

A oferta será realizada sob a coordenação do Banco BTG Pactual (coordenador líder), Itaú BBA, Bank of America, Citigroup Global Markets Brasil e UBS BB.

O volume inicialmente ofertado poderá ser ampliado em até 11,2%, com a inclusão de até 19,1 milhões de ações adicionais de titularidade do Estado de Minas Gerais. Mas, no âmbito da oferta, não haverá distribuição do lote suplementar.

O percentual de ações a ser inicialmente ofertado pelo acionista vendedor no âmbito da oferta  será de 45,00% do capital social da companhia, o que corresponde a 89,94% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor (governo mineiro) na companhia, podendo chegar a até 50,03% do capital social, o que corresponde a 100,00% da participação atualmente detida pelo acionista vendedor na Companhia, considerando a eventual colocação integral das ações adicionais.

Taesa celebra contrato para comprar cinco transmissoras da Energisa

A Taesa (TAEE11, TAEE4) anunciou na madrugada desta quinta-feira, 21, que celebrou contrato com a Energisa Transmissão de Energia e a Energisa para aquisição de 100% do capital social das seguintes sociedades: Energisa Goiás Transmissora de Energia I (EGO I), Energisa Pará Transmissora de Energia I (EPA I), Energisa Pará Transmissora de Energia II (EPA II), Energisa Tocantins Transmissora de Energia (ETT), e Energisa Tocantins Transmissora de Energia II (ETT II).

A transação contempla cinco concessões de transmissão 100% em operação comercial localizadas nos estados de Goiás, Bahia, Pará e Tocantins, regiões onde a Taesa já opera.

Os ativos adicionam receita anual permitida (RAP) de aproximadamente R$ 291 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, com prazo médio de concessão remanescente de cerca de 22 anos, 1.305 km de linhas de transmissão, 12 subestações e 4.494 MVA de potência de transformação.

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

Com esta aquisição, a capacidade de transformação da Taesa aumenta em aproximadamente 33%, atingindo cerca de 18 mil MVA após a conclusão da operação. A proximidade dos ativos com concessões existentes da Taesa possibilita a captura de sinergias, reforçando a presença da companhia em áreas estratégicas do setor de transmissão no Brasil, afirma a transmissora.

O preço da operação considera um enterprise value de R$ 2,293 bilhões, valor da dívida líquida de R$ 748 milhões, resultando em um equity value de R$ 1,545 bilhão, com data-base de 31 de dezembro de 2025, sujeito à correção pelo CDI até o fechamento e aos ajustes usuais neste tipo de transação.

A conclusão da operação está sujeita à implementação ou renúncia, conforme o caso, de condições precedentes usuais para esse tipo de negócio, incluindo, entre outras, a aprovação definitiva da operação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), credores dos ativos e aprovação em Assembleia Geral Extraordinária da Taesa, a ser convocada oportunamente.

“A operação reflete a estratégia da Taesa de crescimento com disciplina financeira, expectativa de manutenção do perfil de crédito, eficiência operacional e alocação de capital em ativos de transmissão de alta qualidade”, afirmou a companhia, destacando que, com a aquisição reforça sua posição como plataforma consolidadora do setor, agregando ativos operacionais com vencimento de longo prazo, sinergias e possibilidade de expansão futura por meio de reforços e melhorias, preservando sua estrutura de capital, e manutenção da prática de distribuição de proventos.

Banco do Brasil anuncia o pagamento de R$ 340,7 milhões em juros sobre o capital

O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou na quarta-feira, 20, após o fechamento do mercado, que aprovou a distribuição de R$ 340.717.500,00 a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,05968401166. O valor será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Vale lembrar que o Banco do Brasil anunciou no último dia 13 de maio a distribuição de R$ 465,7 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,08 e será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Vamos (VAMO3) anuncia recompra de ações de até 36,8 milhões de ações

O conselho de administração da Vamos (VAMO3) aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da própria companhia.

A companhia poderá adquirir até 36.890.567 ações ordinárias, representativas de 7% do total de ações em circulação no mercado.

O programa terminará em 22 de novembro de 2027.

Segundo a Vamos, o programa tem por objetivo a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender as obrigações assumidas pela companhia perante os beneficiários dos planos de remuneração baseados em ações.

B3 aprova pedido da Axia para migração ao Novo Mercado

A B3 aprovou o pedido da Axia para migração ao Novo Mercado, segmento que representa o mais elevado padrão de governança corporativa do mercado brasileiro.

Dessa forma, a Axia passará a ter exclusivamente ações ordinárias (ON), negociadas sob o código AXIA3, e ações preferenciais classe “C” (PNC), negociadas sob o código AXIA7 e, conversíveis ou resgatáveis em sua totalidade até 2031.

As ações preferenciais classe “A1” (PNA1) e de classe “B1” (PNB1) serão convertidas em ações ON, na proporção de 1,1 ação ON para cada 1 ação PNA1 ou PNB1.

Os ADRs lastreados em ações PNB1 (ADR PNB1) serão convertidos em ADRs lastreados em ações ON (ADR ON), na proporção de 1,1 ADR ON para cada 1 ADR PNB1.

A Axia informou o cronograma de migração para o Novo Mercado.

Em 5 de junho ocorrerá a conversão das ações PNA1 e PNB1 (último dia de negociação das ações PNA1 e PNB1).

Em 8 de junho será o início da negociação das ações ON decorrentes da conversão.

Em 10 de junho ocorrerá o crédito das ações ON aos antigos titulares de PNA1 e PNB1

A companhia explicou que as eventuais frações de ações ON decorrentes do resultado da conversão serão agrupadas e alienadas por meio de leilão em bolsa, sendo que o resultado líquido das vendas nesse leilão será distribuído proporcionalmente aos acionistas titulares das frações. Os procedimentos e prazos aplicáveis serão oportunamente divulgados por meio de aviso aos acionistas.

A Axia destacou ainda que a migração para o Novo Mercado representa uma etapa relevante na simplificação da estrutura de capital, resultando no aumento de liquidez de suas ações e na evolução contínua de suas práticas de governança corporativa.

Petrobras informa sobre adesão à nova subvenção econômica 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou na noite desta quarta-feira, 20, que seu conselho de administração aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.358, de 13 de maio de 2026. O objetivo dessa MP é mitigar os impactos econômicos e a alta nos preços dos combustíveis no Brasil, causados pelos choques no mercado internacional de energia em decorrência do conflito no Oriente Médio.

A subvenção econômica prevista nesta MP trata de valores sobre a produção e a importação de gasolinas e de óleo diesel de uso rodoviário, nos termos da legislação vigente.

“Diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia”, afirmou a petroleira estatal em um fato relevante.

Esta nova adesão se soma aos Programas de Subvenção relacionados à comercialização de óleo diesel de uso rodoviário no território nacional já instituídos pelo Governo Federal.

A efetiva assinatura do novo termo de adesão ficará condicionada à publicação e análise de Ato do Ministro de Estado da Fazenda e do regulamento, necessários para a implementação da subvenção econômica, conforme previsto na MP, explicou a petroleira estatal.

A Petrobras destacou que mantém sua estratégia comercial, levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.

“A adesão preserva a flexibilidade da companhia na implementação da sua estratégia comercial”, ressaltou a companhia no fato relevante.

Petrobras consolida parceria com a Lightsource bp em energia renovável no Brasil 

A Petrobras concluiu a aquisição de 49,99% de participação nas subsidiárias da Lightsource bp no Brasil, estabelecendo uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore no país, incluindo armazenamento de energia.

A parceria foi estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada, incluindo conselho de administração composto em partes iguais por representantes de ambas as companhias, conforme previamente divulgado ao mercado.

A conclusão da transação ocorreu após a obtenção das aprovações regulatórias pertinentes.

A Lightsource bp contribuirá com ativos e projetos no Brasil, incluindo a usina solar fotovoltaica de Milagres (212 MWp), atualmente em operação, além de projetos em estágio avançado de desenvolvimento.

A Petrobras contribuirá com sua experiência em engenharia, licenciamento e regulamentação, bem como com seu direcionamento estratégico para atuação em energias renováveis.

“Com essa iniciativa, a Petrobras expande sua atuação em geração de energia solar e em fontes renováveis no Brasil, em alinhamento ao seu Plano de Negócios 2026–2030”, afirmou a petroleira estatal.

A Lightsource bp é uma produtora independente de energia global, que oferece soluções integradas de energia renovável onshore e armazenamento de energia. Presente em mais de 15 países, divididos em três regiões globais, possui 14,2 GW desenvolvidos e projetos no pipeline com potencial superior a 52 GW. A Lightsource bp é uma empresa da bp.

Alupar obtém licença para ampliar três subestações  

A Alupar Investimento (ALUP11) divulgou que sua controlada TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana obteve Licença de Instalação (LI), emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), referente à ampliação das subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto e respectivas estruturas de apoio e instalação de canteiros de obras e alojamentos.

A licença tem validade de 1 (um) ano a partir de sua data de emissão e autoriza o início das obras de implantação das subestações e canteiros de obras do empreendimento, condicionado ao cumprimento das condicionantes ambientais estabelecidas pelo Ibama.

As subestações Silvânia, Nova Ponte 3 e Ribeirão Preto eram inicialmente parte do projeto da controlada TAP – Transmissora do Alto Paranaíba, a qual deixou de existir em abril de 2025, sendo incorporada pela TECP – Transmissora de Energia Central Paulistana.

“A obtenção da LI representa uma etapa regulatória essencial para o avanço das obras de ampliação dos ativos de transmissão da companhia, reafirmando a estratégia da Alupar de expansão de seu portfólio com disciplina ambiental e financeira”, afirmou a companhia em um comunicado.

Bradsaúde (SAUD3) obtém autorização da B3 para manter free float abaixo do percentual mínimo previsto 

A Bradsaúde (SAUD3) informou que foi concedida pela B3, em caráter extraordinário, autorização para a manutenção temporária de seu free float abaixo do percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado.

Nos termos da referida autorização, a companhia deverá manter, em livre circulação, ações representativas de no mínimo 8,609% de seu capital social até 30 de outubro de 2027, quando o free float deverá ter sido reenquadrado para 15% do capital social, desde que atendido o critério de liquidez — Average Daily Trading Volume (ADTV), ou para 20% do capital social, caso não atendido o ADTV.

Caso a quantidade de ações em circulação supere o patamar de 8,609% em qualquer momento antes do termo final do prazo concedido pela B3, e até que seja atingido o percentual mínimo aplicável, não será permitida a sua redução.

Como contrapartida para a concessão da referida autorização extraordinária, a Bradsaúde deverá alterar, até 30 de abril de 2027, seu estatuto social a fim de prever a redução da participação acionária para o exercício dos seguintes direitos, enquanto o free float não atingir o percentual mínimo previsto no Regulamento do Novo Mercado:

-para eleição, em votação em separado, de membro do conselho de administração, participação de 6% do capital social; e

-para requerimento de nova avaliação no âmbito de oferta pública de aquisição de ações (OPA) para cancelamento de registro, participação de 5% das ações em circulação no mercado.

Caso seja necessária a realização de assembleia geral para eleição de membro do conselho de administração antes da implementação da alteração estatutária prevista acima, a companhia submeterá, na mesma assembleia e como item de ordem do dia anterior à eleição, a redução do referido quórum, de modo que os acionistas minoritários possam exercer tal direito desde logo.

GPA (PCAR3) vende para a RD Saúde (RADL3) participação na Stix Fidelidade

O GPA (PCAR3) celebrou contrato para vender para a RD Saúde (RADL3) a totalidade de sua participação societária na Stix Fidelidade e Inteligência Stix, correspondente a 66,7% do seu capital social.

Dessa forma, o GPA encerra a joint venture societária formada com a RD Saúde na Stix.

A alienação da participação prevê um pagamento total de R$ 23 milhões. A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de certas condições precedentes, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“Caso a operação seja concluída, a companhia, a Stix e a RD celebrarão instrumento particular para estabelecer um período de transição, com o objetivo de preservar a experiência dos clientes em nossas lojas”, explicou o GPA.

Durante esse período, o GPA e a RD manterão o programa em condições operacionais equivalentes às praticadas atualmente, incluindo a possibilidade de acúmulo e resgate de pontos Stix pelos clientes do GPA.

“O encerramento da joint venture permitirá ao GPA concentrar esforços e recursos em suas atividades principais, preservando, durante o período de transição, os benefícios do programa Stix para seus clientes”, afirmou a companhia.

Nvidia anuncia aumento do dividendo, recompra de ações e resultados acima da expectativa

A Nvidia (Nasdaq: NVDA; B3: NVDC34) reportou receita de US$ 81,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 85% na comparação anual e acima das projeções do mercado, que giravam em torno de US$ 79 bilhões.

O principal destaque continuou sendo o segmento de Data Center, cuja receita atingiu US$ 75,2 bilhões, avanço anual de 92%.

O lucro líquido da gigante americana foi de US$ 58,32 bilhões, crescimento anual de 211%, frente ao lucro de US$ 18,77 bilhões reportado há um ano. O lucro por ação ajustado foi de US$ 1,87, aumento de 140% na base de comparação anual.

A fabricante de chips para IA anunciou também uma nova autorização de recompra de ações no valor de US$ 80 bilhões.

Além disso, o dividendo trimestral de US$ 0,01 para US$ 0,25 por ação, que será pago em 26 de junho de 2026 a acionistas registrados em 4 de junho de 2026.

Agenda de provento desta quinta, 21:

Banco Bmg (BMGB4)

O Banco Bmg paga nesta quinta-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor bruto total de R$ 64,8 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial de emissão do Banco, com retenção de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando no valor líquido de R$ 0,0825 por ação. Desde 12 de maio de 2026, inclusive, as ações do banco passaram a ser negociadas “ex-direito”.

Grendene (GRND3)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 7 de maio, é nesta quinta, 21. A partir de sexta-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre o capital próprio o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,03. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,02 por ação. O pagamento será partir de 10 de junho de 2026.

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Publicado às 7h56

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,58% 

Londres (FTSE 100): +0,13%

Japão (Nikkei 225): -1,34% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,18% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,57% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,74% (US$ 108,2). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,66% (US$ 77.582)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,37% (US$ 4.494)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,19% aos 800 iuanes (US$ 117,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,20% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,37%. Nasdaq futuro subia 0,71%.

Notícias corporativas

Iguatemi (IGTI11): Genial Investimentos inicia cobertura da companhia

A Genial Investimentos iniciou a cobertura de Iguatemi (IGTI11) com recomendação de “compra” e como top pick (preferida) no segmento de shoppings. O preço-alvo é de R$ 36,00.

Em um relatório a equipe da casa comenta que a tese se ancora na percepção de que a companhia negocia a um desconto relevante frente à qualidade de seus ativos e ao seu poder de geração de valor aos lojistas, ainda não plenamente refletidos no valuation. Nesse contexto, o time de analistas acredita que o portfólio premium sustenta ganhos reais de aluguel acima da inflação, impulsionados pela elevada produtividade dos lojistas.

Azzas (AZZA3) confirma contratação do Itaú BBA para ‘avaliação de oportunidades estratégicas’

A Azzas (AZZA3) confirmou que contratou o Banco Itaú BBA para prestação de serviços de assessoria financeira relacionados à avaliação de diversas oportunidades estratégicas, que poderão envolver a companhia, suas controladas, ou seus ativos.

A informação consta em um comunicado onde a varejista presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após o jornal O Globo divulgar em 15 de maio uma matéria intitulada “Azzas contrata Itaú para assessorá-la em conversas sobre eventual cisão entre sócios”.

A companhia afirmou que “o escopo da contratação é preliminar e exploratório, visando ao suporte em análise econômico-financeira de oportunidades e de possíveis estruturas para as alternativas eventualmente identificadas”, sem fornecer outros detalhes.

“Até o presente momento, não há qualquer definição acerca da efetiva implementação de qualquer eventual operação, tampouco sobre seus potenciais termos, estrutura ou viabilidade. Não há, no momento, qualquer decisão tomada ou operação definida relacionada aos temas objeto da notícia”, destacou a companhia.

Segundo o Globo, a Azzas contratou o Itaú BBA para assessorá-la em conversas sobre eventual cisão entre os principais sócios, Roberto Jatahy e Alexandre Birman, que iniciaram uma disputa judicial.

O jornal reportou ainda que a contratação foi feita por Eric Alencar, diretor financeiro da Azzas, diante da percepção, por parte dos grupos de Birman e Jatahy, de que, com a guerra jurídica deflagrada, a sociedade entre os egressos da Arezzo e do Grupo Soma se tornou praticamente inviável.

RD Saúde (RADL3) pagará em 29 de maio, JCP aprovado em setembro de 2025

A RD Saúde (RADL3) pagará no próximo dia 29 de maio os juros sobre capital próprio aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 30 de setembro de 2025. O montante total bruto é de R$ 140,7 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,082136419. A data-base foi em 3 de outubro de 2025.

Movida (MOVI3) poderá recomprar até 27,8 milhões de ações

O conselho de administração da Movida (MOVI3) aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da própria companhia. A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado na noite de terça-feira, 19.

A Movida poderá adquirir até 27.855.793 ações ordinárias representativas de, aproximadamente, 15% do total de ações da companhia em circulação no mercado.

O objetivo do programa é a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender as obrigações assumidas perante os beneficiários dos planos de remuneração baseados em ações, afirmou a Movida.

O programa encerra em 19 de novembro de 2027.

BB (BBAS3): vem mais provento nesta quarta, 20 ?

Conforme tabela divulgada em 19 de janeiro deste ano, está previsto que o Banco Brasil (BBAS3) divulgue nesta quarta-feira, 20, o pagamento antecipado de provento referente ao segundo trimestre de 2026.  Veja aqui a tabela

Vale lembrar que o Banco do Brasil anunciou no último dia 13 de maio a distribuição de R$ 465,7 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,08 e será pago em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.

Equatorial (EQTL3): diretora renuncia ao cargo

A Equatorial (EQTL3) divulgou nesta terça-feira, 19, que Fernanda Sacchi apresentou sua carta de renúncia ao cargo de diretora, com efeitos a partir do dia 19 de maio de 2026. Fernanda Sacchi liderou o time de gente e gestão no último ano e esteve à frente de importantes projetos, destacou a companhia.

O conselho de administração elegeu Michele Teixeira para assumir o cargo de diretora. Michele Teixeira é graduada em Administração e possui 23 anos de experiência na área de gente e gestão, sendo 21 deles dedicados ao Grupo Equatorial. Ao longo de sua trajetória na companhia, liderou processos estratégicos nas áreas de seleção, desenvolvimento, remuneração, relações sindicais, gestão da qualidade e desenho organizacional.

Pagam provento nesta quarta, 20:

Petrobras (PETR3, PETR4)  

A Petrobras paga nesta quarta-feira, 20, a primeira parcela dos juros sobre o capital (JCP) no valor de R$ 0,32960457 por ação. Esse JCP foi anunciado em 5 de março e teve como data base (data de corte) a posição acionária de 22 de abril de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela será paga em 22 de junho de 2026, também integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Embraer (EMBJ3) 

A Embraer paga nesta quarta-feira, 20, JCP no valor de R$ 0,19 por ação, deliberado em 29/04/2025, cuja data-base foi em 15/12/2025.

Também paga  JCP no valor de R$ 0,09 por ação, deliberado em 07/08/2025, cuja data base foi em 15/12/2025.

A companhia também pagará JCP no valor de R$ 0,20 por ação, deliberado em 06/11/2025, cuja data base foi em 15/12/2025 .

A Embraer paga ainda o dividendo no valor de R$ 0,01 por ação, deliberado em 29/04/2026, cuja data base foi em 11/05/2026.

Klabin (KLBN11) 

A Klabin paga nesta quarta-feira, 20, a segunda parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento dos dividendos acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e units passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 16 de dezembro de 2025.

Irani (RANI3) 

A Irani paga nesta quarta-feira, 20, o dividendo aprovado em 4 de maio no valor de R$ 5.170.387,00. Essa quantia equivale a R$ 0,02 por ação ordinária. Tem direito quem detinha ações da Irani em 7 de maio de 2026. As ações de emissão da companhia são negociadas ex-provento desde 8 de maio.

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Publicado às 7h45

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h43)

Alemanha (DAX): +1,82% 

Londres (FTSE 100): +0,80%

Japão (Nikkei 225): -0,12% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,92% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,48% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,73% (US$ 110,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,02% (US$ 76.895)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,25% (US$ 4.546)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,87% aos 798,5 iuanes (US$ 117,4). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h42 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,16% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,39%. Nasdaq futuro caía 0,64%.

Notícias corporativas

JSL (JSLG3) anuncia recompra de até 13 milhões ações

O conselho de administração da JSL (JSLG3) aprovou em reunião realizada na segunda-feira, 18, um programa de recompra de ações.

A companhia poderá adquirir até 13 milhões de ações ordinárias, aproximadamente, 18,4% do total de ações da companhia em circulação no mercado.

O programa encerra em 18 de novembro de 2027.

A JSL explicou que o programa tem por objetivo a maximização de valor ao acionista, sem redução do capital social, sendo as ações adquiridas utilizadas para manutenção em tesouraria, cancelamento, alienação e/ou para atender o eventual exercício de opções no âmbito da remuneração baseada em ações.

“A recompra de ações (incluindo via derivativos) implicará no aumento da participação dos acionistas nos eventuais dividendos e juros sobre capital próprio distribuídos pela companhia”, afirmou a JSL em um fato relevante.

XP (XPBR31) reporta lucro, e anuncia dividendo e recompra de ações

A XP Inc. (B3: XPBR31; Nasdaq: XP) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de dividendo no valor de US$ 0,20 por ação Classe A, com pagamento previsto para 18 de junho de 2026 aos acionistas registrados em 10 de junho.

O colegiado da companhia autorizou também um novo programa de recompra de ações, que permitirá à XP adquirir até R$  1 bilhão. O programa de recompra vai até 20 de maio de 2027. De acordo com um comunicado da companhia, o programa não estabelece a obrigação de recompra de um volume mínimo de ações e poderá ser ajustado, suspenso ou descontinuado a qualquer momento, a critério do conselho.

A XP Inc. reportou lucro líquido ajustado de R$ 1,32 bilhão no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Os números foram divulgados nesta segunda-feira, 18.

No entanto, na base trimestral, cedeu 1% e ficou abaixo das previsões de analistas consultados pela LSEG, que projetavam R$ 1,4 bilhão.

A receita líquida teve avanço de 8% ante o 1T25, totalizando R$ 4,73 bilhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (ROAE) foi de 21,7% contra  24,1% um ano antes.

Nas negociações após o fechamento do mercado em Nova York (after market) as ações tinham queda de 3%.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia compra participação restante na FiBrasil por R$ 458,7 milhões

A Telefônica Brasil (VIVT3; NYSE: VIV) adquiriu a totalidade das ações de emissão da Fibrasil Infraestrutura e Fibra Ótica detidas pela Telefónica Infra S.L. Unipersonal (TEF Infra), correspondentes a 24,99% do capital social total da FiBrasil, pelo valor de R$ 458,7 milhões.

Com a conclusão da transação, a partir desta data, a Telefônica Brasil passou a deter a totalidade do capital social da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária.

“A transação faz parte da estratégia de buscar maior sinergia operacional em suas atividades de rede de fibra ótica, justificando-se a consolidação integral da FiBrasil na companhia”, afirmou a Telefônica Brasil em um comunicado.

B3 (B3SA3): diretora executiva jurídica deixará o cargo

A B3 (B3SA3) anunciou que Silvia Maria de Almeida Bugelli Valença, diretora executiva jurídica, deixará suas funções na companhia a partir de 1º de junho. Em um B3 agradece a Silvia pela “dedicação, profissionalismo e contribuições ao longo de sua gestão”. A companhia informou que oportunamente comunicará ao mercado a indicação e eleição de seu substituto.

Já o Valor Econômico divulgou que a ​B3 deve ​anunciar nos próximos dias que Christian Egan ​será ⁠eleito ​como novo ⁠presidente da ​companhia. A informação é atribuída a fontes. A B3 anunciou em março que Gilson Finkelsztain deixará o cargo de CEO para assumir a ‌mesma função no banco Santander Brasil (SANB11). Egan é ​atualmente diretor vice-presidente executivo do Santander Brasil.

São Carlos (SCAR3) vende do centro de conveniência em Piracicaba 

A São Carlos Empreendimentos e Participações (SCAR3) celebrou escritura pública por meio do qual vendeu o centro de conveniência localizado na cidade de Piracicaba, denominado Avenida Brasília. O Imóvel possui 2.191 m² de área bruta locável (ABL) e está localizado na Avenida Brasília, em Piracicaba, interior de São Paulo. O empreendimento encontra-se atualmente com 56,3% de taxa de ocupação. O valor de venda foi de R$ 7,2 milhões, pago integralmente à vista. O preço de venda foi 8,9% inferior ao NAV do Imóvel. Com esta transação, o portfólio da São Carlos passará a ter 35 imóveis, com ABL própria de 140,8 mil m² e valor de mercado avaliado em R$ 916 milhões, além de R$ 582 milhões em cotas de FIIs.

BlackRock reduz participação na Alupar (ALUP11)

A gestora norte-americana, BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Alupar (ALUP11, ALUP4), conforme informado pela companhia brasileira na segunda-feira, 18.

A BlackRock, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais de emissão da Alupar Investimento, sendo que, em 13 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 15.775.846 ações preferenciais, representando, aproximadamente 4,971% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 7.887.923 ações ordinárias, representando, aproximadamente 1,175% do total de ações ordinárias; e  229.182 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando, aproximadamente 0,072% do total de ações preferenciais.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

PetroReconcavo atualiza valor por ação dos JCP anunciado em 7 de maio 

A PetroReconcavo (RECV3) atualizou o valor por ação dos juros sobre o capital anunciados em 7 de maio. Passou de R$ 0,341252 para R$ 0,340750. Segundo a petroleira a atualização ocorreu em razão da alteração na quantidade de ações em tesouraria decorrentes de operações de recompra e de liquidação de ações em atendimento aos Planos de Incentivo de Longo Prazo. Não houve alteração no valor total do JCP a ser distribuído que está sujeito à retenção de imposto de renda na fonte. Tem direito a esse provento quem detinha ações da companhia até o fechamento do pregão na segunda-feira, 18. As ações serão negociadas “ex-proventos” a partir desta terça-feira 19 de maio. O pagamento será realizado no dia 28 de maio de 2026.

Banco Daycoval obtém aprovação preliminar condicionada para estabelecimento de sua primeira Federal Branch nos EUA

O Banco Daycoval recebeu do Office of the Comptroller of the Currency (OCC) — autoridade responsável pela supervisão de bancos nacionais e agências de bancos estrangeiros nos Estados Unidos — a aprovação preliminar condicionada (preliminary conditional approval) para o estabelecimento de sua primeira Federal Branch nos Estados Unidos, denominada Banco Daycoval SA (US Branch), localizada na cidade de Aventura, Flórida.

A decisão do OCC representa um marco relevante no processo de internacionalização do Banco Daycoval e reflete o resultado positivo da análise conduzida pelas autoridades regulatórias norte-americanas em processo iniciado em setembro de 2025.

A futura Branch norte-americana terá foco inicial em operações de atacado (wholesale banking), incluindo corporate lending, trade finance, treasury & markets e suporte a clientes corporativos brasileiros e multinacionais com operações internacionais, reforçando a estratégia do Banco de ampliar sua presença no mercado financeiro global.

A aprovação concedida pelo OCC está sujeita ao cumprimento das condições regulatórias e operacionais aplicáveis antes do início das operações, incluindo a conclusão da estrutura operacional, de governança, controles internos e compliance da unidade.

Nos termos da autorização recebida, o Banco dispõe de prazo de até 18 meses para concluir o processo de abertura da unidade. A autorização definitiva para início das operações permanece sujeita, entre outros fatores, à anuência do Federal Reserve, o Banco Central dos EUA, e ao cumprimento dos requisitos legais e regulatórios aplicáveis.

Allos (ALOS3) tem ‘data de corte’ para dividendo nesta terça, 19

A data de corte (data com) para ter direito a segunda tranche do dividendo da Allos anunciado em 24 de março, é nesta terça-feira, 19. A partir de 20 de maio as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026.

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Petróleo e impasse na guerra

Os investidores continuam monitorando os preços do petróleo em meio ao impasse entre Irã e Estados Unidos no conflito no Oriente Médio. Na manhã desta segunda-feira, 18, o preço do barril de petróleo Brent, referência para a Petrobras, subia mais de 1% a 110 dólares. O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a ameaçar no domingo o Irã. Em sua rede social Truth Social, afirmou que “para o Irã, o relógio está correndo, e é melhor eles se mexerem, rápido, ou não sobrará nada deles”.

Prévia do PIB

O Banco Central do Brasil divulga às 9h desta segunda-feira, 18, seu Índice de Atividade Econômica, o IBC-Br. Será referente a março. Esse indicador é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto e mostra o quanto a atividade econômica está aquecida em um contexto de juros altos. Vale lembrar que o resultado do PIB do Brasil no primeiro trimestre de 2026 será divulgado no dia 29 de maio.

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h53)

Alemanha (DAX): +0,28% 

Londres (FTSE 100): +0,25%

Japão (Nikkei 225): -1,08% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,09% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,11% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +1,01% (US$ 110,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -3,01% (US$ 76.825)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,34% (US$ 4.546)

Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,11% aos 803 iuanes (US$ 117,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h52 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,69% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,45%. Nasdaq futuro caía 0,41%.

Notícias corporativas

Hapvida acelera venda de ativos no Sul, diz jornal

O blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, reportou nesta segunda-feira, 18, que a Hapvida (HAPV3)  intensificou o processo de venda de suas operações na região Sul do país. De acordo com o blog, a companhia disse que “não comenta rumores de mercado”. Lauro Jardim informou que as negociações no Paraná avançaram e que a Hapvida quer vender algumas de suas unidades e fechar outras no país para simplificar a estrutura e reduzir a dívida.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia o pagamento de R$ 600 milhões em JCP

O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou na sexta-feira, 15, o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 600 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 495 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. Tem direito quem tiver ações da companhia ao final do dia 27 de maio de 2026. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

Marisa reverte lucro e registra prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões no 1º trimestre

A Marisa (AMAR3) que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões. Dessa forma reverte o lucro de R$ 2,36 milhões registrado no primeiro trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda somou R$ 28,5 milhões, queda de 66,9% em relação ao 1T25.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 286,5 milhões, queda de 3,8% na base anual de comparação.

Taurus (TASA4) tem prejuízo de R$ 36,6 milhões no 1T26

A Taurus Armas (TASA3, TASA4) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo de R$ 36,6 milhões. Dessa forma reverte o lucro líquido de R$ 18,6 milhões do primeiro trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda ficou negativo em R$ 20,1 milhões. No 1T25 a Taurus reportou Ebitda positivo de R$ 7 milhões.

A companhia destacou que seus resultados no primeiro trimestre foram atingidos pela tarifa de importação de 50% ​imposta pelo governo dos Estados Unidos, seu principal mercado. Em fevereiro a Suprema ​Corte dos EUA considerou ilegal essa estrutura tarifária.

“Essa mudança representa um avanço importante para a competitividade da Taurus e cria condições muito mais positivas para fortalecimento gradual da competitividade e ampliação do potencial de geração de valor da companhia nos próximos períodos”, afirmou Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus na mensagem da administração.

No 1T26 a companhia teve receita líquida de R$ 354,9 milhões, expansão de ​1,7% na base anual de comparação.

Biomm (BIOM3) reverte prejuízo e tem lucro no 1T26

A Biomm (BIOM3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) ⁠lucro líquido de R$ 9,7 milhões. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 11,7 milhões registrado no mesmo período de 2025.

No 1T26 o Ebitda consolidado atingiu R$ 12,4 milhões, ante Ebitda negativo de ​R$ 10,7 milhões no 1T25.

A receita líquida da companhia somou R$ 92,5 milhões, expansão de 134% na base anual de comparação.

Estudo de ações

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Beef3, Prio3, Axia3, Flry3, Azza3 e de Brkm5. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 18

CPFL Energia (CPFE3) 

A CPFL Energia realiza nesta segunda-feira, 18, o pagamento da primeira parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária (AGO) de 29 de abril de 2026. Será efetuado o primeiro pagamento no montante de R$ 1,3 bilhão. O valor por ação da parcela é R$ 1,12. Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2026. Desde 30 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. Segundo a companhia, o valor remanescente de R$ 2,99 bilhões será pago até 31 de dezembro de 2026.

Banrisul (BRSR6)

O Banrisul paga nesta segunda-feira, 18, dividendos complementares do exercício de 2025, no valor total de R$ 28,9 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,07 por ação ON, R$ 0,08 por ação PNA e R$ 0,07 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 4 de maio de 2026 (data da declaração). As ações passaram a serem negociadas “ex-direito” aos dividendos desde 5 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da PetroReconcavo, anunciados em 7 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 0,34 por ação ordinária. O pagamento será realizado no dia 28 de maio de 2026.

BR Partners (BRBI11)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo BR Partners, anunciado em 7 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor total é de R$ 18,8 milhões, que corresponde a R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia. Os acionistas detentores de UNITs (BRBI11), formadas por 1 (uma) ação ordinária e 2 (duas) ações preferenciais, receberão, portanto, o correspondente a R$ 0,18 (dezoito centavos) por UNIT.  O pagamento será realizado em uma única parcela no dia 29 de maio de 2026.

Mitre (MTRE3) 

A data de corte (data com) para ter direito a primeira parcela do dividendo da Mitre, anunciado em 12 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. A data de pagamento da 1ª parcela será em 28 de maio de 2026. O valor é R$ 0,04 por ação.

Terça, 19

Allos (ALOS3) 

A data de corte (data com) para ter direito a segunda tranche do dividendo da Allos anunciado em 24 de março, é na terça-feira, 19. A partir de 20 de maio as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026.

Quarta, 20

Petrobras (PETR3, PETR4)  

A Petrobras paga na quarta-feira, 20, a primeira parcela dos juros sobre o capital (JCP) no valor de R$ 0,32960457 por ação. Esse JCP foi anunciado em 5 de março e teve como data base (data de corte) a posição acionária de 22 de abril de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela será paga em 22 de junho de 2026, também integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Embraer (EMBJ3) 

A Embraer paga na quarta-feira, 20, JCP no valor de R$ 0,19 por ação, deliberado em 29/04/2025, cuja data-base foi em 15/12/2025.

Também paga  JCP no valor de R$ 0,09 por ação, deliberado em 07/08/2025, cuja data base foi em 15/12/2025.

A companhia também pagará JCP no valor de R$ 0,20 por ação, deliberado em 06/11/2025, cuja data base foi em 15/12/2025 .

A Embraer paga ainda o dividendo no valor de R$ 0,01 por ação, deliberado em 29/04/2026, cuja data base foi em 11/05/2026.

Klabin (KLBN11) 

A Klabin paga na quarta-feira, 20, a segunda parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento dos dividendos acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e units passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 16 de dezembro de 2025.

Irani (RANI3) 

A Irani paga na quarta-feira, 20, o dividendo aprovado em 4 de maio no valor de R$ 5.170.387,00. Essa quantia equivale a R$ 0,02 por ação ordinária. Tem direito quem detinha ações da Irani em 7 de maio de 2026. As ações de emissão da companhia são negociadas ex-provento desde 8 de maio.

Quinta, 21

Banco Bmg (BMGB4)

O Banco Bmg paga na quinta-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor bruto total de R$ 64,8 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial de emissão do Banco, com retenção de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando no valor líquido de R$ 0,0825 por ação. Desde 12 de maio de 2026, inclusive, as ações do banco passaram a ser negociadas “ex-direito”.

Grendene (GRND3)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 7 de maio, é na quinta, 21. A partir de sexta-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre o capital próprio o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,03. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,02 por ação. O pagamento será partir de 10 de junho de 2026.

Sexta, 22

Localiza (RENT3) 

A Localiza paga na sexta-feira, 22, os JCP anunciados em 24 de março. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 27 de março, sendo que as ações, desde 30 de março são negociadas “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação é R$ 0,52.

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2026/05/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-167/ https://financenews.com.br/2026/05/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-167/#respond Sun, 17 May 2026 23:44:31 +0000 https://financenews.com.br/?p=207718   Publicado às 20h38 Eventos no radar nesta semana: Petróleo e impasse na guerra Os […]

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Publicado às 20h38

Eventos no radar nesta semana:

Petróleo e impasse na guerra

Os investidores continuam monitorando os preços do petróleo em meio ao impasse entre Irã e Estados Unidos no conflito no Oriente Médio. Na noite deste domingo o preço do barril de petróleo Brent, referência para a Petrobras, subia 1,3% a 110 dólares. O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a ameaçar neste domingo o Irã. Em sua rede social Truth Social, afirmou que “para o Irã, o relógio está correndo, e é melhor eles se mexerem, rápido, ou não sobrará nada deles”.

Prévia do PIB

O Banco Central do Brasil divulga às 9h desta segunda-feira, 18, seu Índice de Atividade Econômica, o IBC-Br. Será referente a março. Esse indicador é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto e mostra o quanto a atividade econômica está aquecida em um contexto de juros altos. Vale lembrar que o resultado do PIB do Brasil no primeiro trimestre de 2026 será divulgado no dia 29 de maio.

Eventos políticos em Brasília

Em Brasília o mercado monitora ainda três eventos: a 27ª Marcha Nacional dos Prefeitos, de 18 a 21 de maio; a ida do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado na terça-feira para uma audiência semestral; e o avanço na Câmara da Proposta de Emenda Constitucional 6×1 (PEC). 

Ata do BC dos EUA

Nos Estados Unidos, o grande destaque será a divulgação da ata da última reunião do comitê que decide sobre os juros no país (Federal Open Market Committee). A ata refere-se a reunião ocorrida em 29 de abril, quando o Banco Central americano manteve os juros entre 3,5% e 3,75%. Analistas e investidores acompanham algum sinal de qual será o próximo movimento pelo comitê em relação à taxa de juros. 

Balanço da Nvidia

Na quarta-feira, 20, será divulgado o balanço da Nvidia (Nasdaq: NVDA; B3: NVDC34), após o fechamento do mercado. O resultado trimestral da companhia é importante porque, como líder no fornecimento de chips para Inteligência Artificial (IA), seus números servem como um termômetro para avaliar como estão os pesados investimentos das Big Techs no setor de IA. 

Notícias corporativas

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia o pagamento de R$ 600 milhões em JCP

O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou na sexta-feira, 15, o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP). O montante bruto é de R$ 600 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 17,5%, resulta no montante líquido de R$ 495 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. Tem direito quem tiver ações da companhia ao final do dia 27 de maio de 2026. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

Marisa reverte lucro e registra prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões no 1º trimestre

A Marisa (AMAR3) que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 95,8 milhões. Dessa forma reverte o lucro de R$ 2,36 milhões registrado no primeiro trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda somou R$ 28,5 milhões, queda de 66,9% em relação ao 1T25.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 286,5 milhões, queda de 3,8% na base anual de comparação.

Taurus (TASA4) tem prejuízo de R$ 36,6 milhões no 1T26

A Taurus Armas (TASA3, TASA4) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo de R$ 36,6 milhões. Dessa forma reverte o lucro líquido de R$ 18,6 milhões do primeiro trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda ficou negativo em R$ 20,1 milhões. No 1T25 a Taurus reportou Ebitda positivo de R$ 7 milhões.

A companhia destacou que seus resultados no primeiro trimestre foram atingidos pela tarifa de importação de 50% ​imposta pelo governo dos Estados Unidos, seu principal mercado. Em fevereiro a Suprema ​Corte dos EUA considerou ilegal essa estrutura tarifária.

“Essa mudança representa um avanço importante para a competitividade da Taurus e cria condições muito mais positivas para fortalecimento gradual da competitividade e ampliação do potencial de geração de valor da companhia nos próximos períodos”, afirmou Salesio Nuhs, CEO Global da Taurus na mensagem da administração.

No 1T26 a companhia teve receita líquida de R$ 354,9 milhões, expansão de ​1,7% na base anual de comparação.

Biomm (BIOM3) reverte prejuízo e tem lucro no 1T26

A Biomm (BIOM3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) ⁠lucro líquido de R$ 9,7 milhões. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 11,7 milhões registrado no mesmo período de 2025.

No 1T26 o Ebitda consolidado atingiu R$ 12,4 milhões, ante Ebitda negativo de ​R$ 10,7 milhões no 1T25.

A receita líquida da companhia somou R$ 92,5 milhões, expansão de 134% na base anual de comparação.

Estudo de ações

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Beef3, Prio3, Axia3, Flry3, Azza3 e de Brkm5. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 18

CPFL Energia (CPFE3) 

A CPFL Energia realiza nesta segunda-feira, 18, o pagamento da primeira parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária (AGO) de 29 de abril de 2026. Será efetuado o primeiro pagamento no montante de R$ 1,3 bilhão. O valor por ação da parcela é R$ 1,12. Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2026. Desde 30 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. Segundo a companhia, o valor remanescente de R$ 2,99 bilhões será pago até 31 de dezembro de 2026.

Banrisul (BRSR6)

O Banrisul paga nesta segunda-feira, 18, dividendos complementares do exercício de 2025, no valor total de R$ 28,9 milhões, sendo que o valor bruto unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,07 por ação ON, R$ 0,08 por ação PNA e R$ 0,07 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 4 de maio de 2026 (data da declaração). As ações passaram a serem negociadas “ex-direito” aos dividendos desde 5 de maio de 2026.

PetroReconcavo (RECV3)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da PetroReconcavo, anunciados em 7 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 0,34 por ação ordinária. O pagamento será realizado no dia 28 de maio de 2026.

BR Partners (BRBI11)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo BR Partners, anunciado em 7 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor total é de R$ 18,8 milhões, que corresponde a R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia. Os acionistas detentores de UNITs (BRBI11), formadas por 1 (uma) ação ordinária e 2 (duas) ações preferenciais, receberão, portanto, o correspondente a R$ 0,18 (dezoito centavos) por UNIT.  O pagamento será realizado em uma única parcela no dia 29 de maio de 2026.

Mitre (MTRE3) 

A data de corte (data com) para ter direito a primeira parcela do dividendo da Mitre, anunciado em 12 de maio, é nesta segunda-feira, 18. A partir de terça, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. A data de pagamento da 1ª parcela será em 28 de maio de 2026. O valor é R$ 0,04 por ação.

Terça, 19

Allos (ALOS3) 

A data de corte (data com) para ter direito a segunda tranche do dividendo da Allos anunciado em 24 de março, é na terça-feira, 19. A partir de 20 de maio as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 por ação. Essa segunda parcela do dividendo será paga em 2 de junho de 2026.

Quarta, 20

Petrobras (PETR3, PETR4)  

A Petrobras paga na quarta-feira, 20, a primeira parcela dos juros sobre o capital (JCP) no valor de R$ 0,32960457 por ação. Esse JCP foi anunciado em 5 de março e teve como data base (data de corte) a posição acionária de 22 de abril de 2026. Vale lembrar que a segunda parcela será paga em 22 de junho de 2026, também integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Embraer (EMBJ3) 

A Embraer paga na quarta-feira, 20, JCP no valor de R$ 0,19 por ação, deliberado em 29/04/2025, cuja data-base foi em 15/12/2025.

Também paga  JCP no valor de R$ 0,09 por ação, deliberado em 07/08/2025, cuja data base foi em 15/12/2025.

A companhia também pagará JCP no valor de R$ 0,20 por ação, deliberado em 06/11/2025, cuja data base foi em 15/12/2025 .

A Embraer paga ainda o dividendo no valor de R$ 0,01 por ação, deliberado em 29/04/2026, cuja data base foi em 11/05/2026.

Klabin (KLBN11) 

A Klabin paga na quarta-feira, 20, a segunda parcela do dividendo anunciado em dezembro de 2025. Tem direito ao recebimento dos dividendos acionistas que constarem da base acionária da companhia em 15 de dezembro de 2025, sendo que as ações e units passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 16 de dezembro de 2025.

Irani (RANI3) 

A Irani paga na quarta-feira, 20, o dividendo aprovado em 4 de maio no valor de R$ 5.170.387,00. Essa quantia equivale a R$ 0,02 por ação ordinária. Tem direito quem detinha ações da Irani em 7 de maio de 2026. As ações de emissão da companhia são negociadas ex-provento desde 8 de maio.

Quinta, 21

Banco Bmg (BMGB4)

O Banco Bmg paga na quinta-feira, 21, juros sobre o capital próprio (JCP) referente ao 1º trimestre de 2026, no valor bruto total de R$ 64,8 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial de emissão do Banco, com retenção de 17,5% de imposto de renda retido na fonte, resultando no valor líquido de R$ 0,0825 por ação. Desde 12 de maio de 2026, inclusive, as ações do banco passaram a ser negociadas “ex-direito”.

Grendene (GRND3)

A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 7 de maio, é na quinta, 21. A partir de sexta-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre o capital próprio o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,03. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,02 por ação. O pagamento será partir de 10 de junho de 2026.

Sexta, 22

Localiza (RENT3) 

A Localiza paga na sexta-feira, 22, os JCP anunciados em 24 de março. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 27 de março, sendo que as ações, desde 30 de março são negociadas “ex” esses juros sobre capital próprio. O valor bruto por ação é R$ 0,52.

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Mercados nesta sexta, resultado da Cyrela, Sanepar, Nubank, Cosan, CPFL, 3tentos, MBRF e de várias outras companhias https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-sexta-resultado-da-cyrela-sanepar-nubank-cosan-cpfl-3tentos-mbrf-e-de-varias-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-sexta-resultado-da-cyrela-sanepar-nubank-cosan-cpfl-3tentos-mbrf-e-de-varias-outras-companhias/#respond Fri, 15 May 2026 10:58:10 +0000 https://financenews.com.br/?p=207637   Publicado às 7h57 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55) Alemanha (DAX): -1,47%  Londres (FTSE 100): […]

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Publicado às 7h57

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -1,47% 

Londres (FTSE 100): -1,34%

Japão (Nikkei 225): -1,76% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -1,02% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -1,62% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,71% (US$ 108,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,81% (US$ 80.910)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -2,45% (US$ 4.571)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,67% aos 809,5 iuanes (US$ 119,31). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,59% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,98%. Nasdaq futuro caía 1,44%.

Notícias corporativas

Cyrela (CYRE3) reporta lucro líquido de R$ 297 milhões no 1T26, queda anual

A Cyrela (CYRE3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 297 milhões, queda de 9% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 a receita líquida atingiu R$ 2 bilhões no período, crescimento de 4% na mesma comparação.

Syn (SYNE3) lucro líquido ajustado de R$ 8,4 milhões no 1T26, alta anual

Syn (SYNE3) teve lucro líquido ajustado de R$ 8,4 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 24,4% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda ajustado somou R$ 25,8 milhões, crescimento de 28,7% na base anual de comparação.

A Receita Líquida Ajustada atingiu R$ 60,1 milhões, expansão de 9,2% no ano.

Nubank (ROXO34) lucro líquido de US$ 871 milhões

O Nubank (ROXO34) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de US$ 871 milhões, alta de 41% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25). Analistas esperavam US$ 980 milhões, conforme dados reunidos pela LSEG.

O retorno sobre o patrimônio (ROE) foi de 29% no 1T26, ante 27% no 1T25 e 33% no quarto trimestre (4T25).

As provisões para perdas de crédito fecharam em US$ 1,79 bilhão, alta de 33% no trimestre.

A inadimplência acima de 90 dias foi de 6,5%, em comparação a 6,4% no 1T25 e a 6,6% no 4T25.

A receita financeira líquida de juros (NII, na sigla em inglês) atingiu um recorde de US$ 3,25 bilhões no primeiro trimestre, alta de 12% na comparação trimestral.

A carteira de crédito total do banco cresceu na base anual 40% e na base trimestral 7%, para US$ 37,2 bilhões.

Prejuízo do GPA (PCAR3)

O GPA (PCAR3) reportou prejuízo líquido continuado de R$ 1,34 bilhão no primeiro trimestre de 2026. Dessa forma, aumenta o prejuízo, que foi de R$ 93 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25).

De acordo com a companhia, o resultado foi negativamente impactado por efeitos não recorrentes e sem impacto caixa no valor total de R$ 1,01 bilhão.

No 1T26, o Ebitda ajustado consolidado da companhia foi R$ 458 milhões, alta de 12% na base anual de comparação. A margem Ebitda ajustada avançou 1,9 ponto porcentual, para 10,5%.

A receita líquida do GPA caiu 8,2% na comparação anual, para R$ 4,37 bilhões.

CPFL (CPFE3): lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no 1T26, alta anual de 18,2%

A CPFL Energia (CPFE3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 1,9 bilhão, alta de 18,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T15 o Ebitda da companhia somou R$ 3,86 bilhões, leve crescimento de 0,2% na base de comparação anual.

A receita operacional líquida atingiu R$ 11,34 bilhões no 1T26, expansão de 6,4% em relação ao 1T25.

Sanepar reporta lucro líquido de R$ 352,7 milhões no 1T26, queda anual

A Sanepar (SAPR4, SAPR11) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 352,7 milhões, queda de 70,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Segundo a companhia, essa variação decorre, basicamente, do efeito comparativo da base do 1T25, período impactado pelo reconhecimento extraordinário da receita referente ao ganho da ação do IRPJ e da respectiva provisão para o Passivo Regulatório.

No 1T26 o Ebitda da companhia recuou 24,4%, para R$ 843,5 milhões.

A receita líquida somou R$ 1,95 bilhão, expansão de 7,8% na comparação anual.

Cosan (CSAN3) reporta prejuízo de R$ 1,58 bilhão no 1T26

A Cosan (CSAN3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 1,58 bilhão, redução de 11% em relação ao prejuízo de R$ 1,79 bilhão registrado no mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Segundo a companhia, o resultado reflete o impacto de R$ 1 bilhão, decorrente dos pré-pagamentos dos bonds 2029, 2030 e 2031, nas linhas de resultado financeiro e de imposto de renda diferido (não-caixa).

O corporativo encerrou o período com uma dívida líquida expandida de R$ 11,5 bilhões, um aumento de 18% frente ao trimestre imediatamente anterior, refletindo a ausência de dividendos relevantes no período e os pagamentos pontuais referentes às liquidações antecipadas de dívida e derivativos realizados no início do ano. Na comparação com o 1T25, a dívida líquida expandida apresentou queda de 34%, reflexo da entrada dos recursos da capitalização de Cosan no último trimestre de 2025.

Even (EVEN3) anuncia pagamento de dividendo

O conselho de administração da Even (EVEN3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 30 milhões. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 14. O valor total dos dividendos declarados e distribuídos representam R$ 0,15169272 por ação ordinária. Terão direito a esses dividendos as pessoas que forem acionistas da companhia na data-base de 1° de junho de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 2 de junho. O pagamento será realizado em parcela única, no dia 12 de junho de 2026.

A Even divulgou também que, no 1º trimestre de 2026, teve lucro líquido consolidado de R$ 32,5  milhões, queda de 39,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Já o lucro líquido abrangente foi de R$ 46,6 milhões, queda de 42,2% na base anual de comparação. Segundo a companhia, o lucro líquido abrangente considera o resultado positivo de R$ 14 milhões referente a alienações de participações societárias em SPEs, cujo impacto se dá diretamente no PL sem efeitos no DRE, devido ao fato da Companhia continuar como controladora destes projetos mesmo após a venda de participações minoritárias. Por se tratar de resultado ao acionista, com efeito caixa, a Even considera mais adequado considerá-lo no resultado do trimestre.

MBRF (MBRF3) reporta lucro de R$ 111 milhões no 1T26, alta de 26,8% no ano

A MBRF (MBRF3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 111 milhões, crescimento de 26,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda foi de R$ 3,1 bilhões, queda de 3,2% na base anual de comparação.

No 1T26 a Receita Líquida Consolidada da MBRF foi de R $ 39,4 bilhões, 0,1% abaixo do primeiro trimestre de 2025 .

3tentos (TTEN3) reporta lucro líquido de R$ 85,2 milhões no 1T26; lucro ajustado salta 110,7%

A 3tentos (TTEN3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 85,2 milhões no 1T26, queda de 55,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Já o lucro líquido ajustado (desconsiderando os efeitos do hedge) somou R$ 230,9 milhões, crescimento de 110,7% na base anual de comparação.

No 1T26 o Ebitda foi R$ 138,7 milhões, queda de 15,8% na comparação com o 1T25. Já o Ebitda ajustado com hedge subiu 98,5%, para R$ 394,3 milhões.

No 1T26 a 3tentos reportou receita operacional líquida de R$ 4,21 bilhões, expansão de 20,2% na base anual de comparação.

Cemig: incidente cibernético expôs dados de 135 mil clientes

A Cemig (CMIG4) divulgou que identificou a ocorrência de incidente de segurança cibernético que ocasionou a exposição de dados pessoais de parcela da sua base de clientes, com nome, filiação, CPF, endereço, e-mail, número de telefone e valor de fatura.

“O incidente de segurança cibernético não ocasionou qualquer prejuízo às operações e o acesso não autorizado à base de dados foi bloqueado após a sua detecção”, afirmou a Cemig.

Segundo a companhia, está em curso investigação técnica detalhada para identificar a extensão do incidente e os titulares que tiveram os dados pessoais expostos.

O incidente foi comunicado à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e à autoridade policial, com o sigilo necessário à preservação da integridade das apurações.

Até o presente momento, foram identificados aproximadamente 135 mil clientes que tiveram seus dados expostos. A companhia informou que providenciou a comunicação individualizada aos clientes identificados como afetados, com orientações específicas sobre medidas de segurança e prevenção contra possíveis tentativas de fraude.

Divulgam resultado nesta sexta, 15:

Após o fechamento do mercado: Celesc, Orange BTG, Azevedo & Travassos Energia, Taurus, Metalfrio, Marisa, Portobello, Biomm.

Agenda de provento desta sexta, 15:

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A Caixa Seguridade paga na sexta-feira, 15, os dividendos intermediários no montante de R$ 990 milhões anunciados em 30 de janeiro. O valor por ação é de R$ 0,33. O pagamento tem como base a posição acionária de 30 de abril de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos desde 4 de maio de 2026.

Bemobi (BMOB3)

A data de corte para ter direito aos JCP anunciados em 12 de maio, é nesta sexta, 15. A partir de 18 de maio as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento no valor líquido de R$ 0,16 ocorrerá em 27 de maio de 2026.

Cury (CURY3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo anunciado em 12 de maio, é nesta sexta, 15. A partir de 18 de maio as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento no valor de R$ 0,51 por ação será realizado em uma única parcela em 28 de maio de 2026.

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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia da Taesa, Pine, Azzas, Cruzeiro do Sul e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-taesa-pine-azzas-cruzeiro-do-sul-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quarta-minerio-petroleo-noticia-da-taesa-pine-azzas-cruzeiro-do-sul-e-de-outras-companhias/#respond Wed, 13 May 2026 10:58:39 +0000 https://financenews.com.br/?p=207482   Publicado às 7h56 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55) Alemanha (DAX): +0,67%  Londres (FTSE 100): […]

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Publicado às 7h56

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,67% 

Londres (FTSE 100): +0,13%

Japão (Nikkei 225): +0,94% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,67% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,15% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,21% (US$ 108). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,20% (US$ 81.020)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,36% (US$ 4.703)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,31% a 820 iuanes (US$ 120,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,32% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,22%. Nasdaq futuro subia 0,74%.

Notícias corporativas

Taesa: ONS emite termos de liberação na concessão Tangará

A Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11) divulgou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os Termos de Liberação relativos à energização da SE Dom Eliseu II, LT Açailândia – Dom Eliseu II e complemento da SE Açailândia na concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica.

Com esta energização, Tangará passa a adicionar à sua Receita Anual Permitida (RAP) o montante aproximado de R$ 23,6 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, equivalente a 21,8% da RAP total do projeto, com efeitos retroativos entre 3 e 6 de maio de 2026.

A RAP é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

O empreendimento de Tangará já se encontrava parcialmente operacional, com RAP habilitada de aproximadamente de R$ 58,2 milhões. Com essa energização, esse montante totaliza aproximadamente R$ 81,8 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, correspondente a 75,6% da RAP total do projeto.

O empreendimento foi parcialmente entregue entre 22 e 24 meses de antecipação em relação ao prazo regulatório estabelecido pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) de março de 2028. Tangará é um empreendimento referente ao lote 3 do leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, 100% controlado pela Taesa.

Tangará apresenta uma RAP total de R$ 108,3 milhões para o ciclo 2025-2026 e um Capex ANEEL de R$ 1,117 bilhão. O empreendimento está localizado nos estados de Maranhão e Pará, com extensão aproximadamente de 279 km de linhas de transmissão, sendo 72 km de circuito duplo.

Cruzeiro do Sul (CSED3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 62,7 milhões no 1T26

A Cruzeiro do Sul (CSED3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 62,7 milhões, queda de 28,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Segundo a companhia, o Lucro líquido ajustado foi impactado pela redução de Ebitda no período. Sem ajuste, o lucro líquido somou R$ 61,5 milhões, redução anual de 28,8%.

O Ebitda ajustado do primeiro trimestre totalizou R$ 210,4 milhões, queda de 16,3% na comparação com o 1T25. O Ebitda comparável foi de R$ 254 milhões, alta de 1% na base anual de comparação.

A Receita Líquida consolidada no primeiro trimestre atingiu R$ 702,0 milhões, sendo 4,5% superior ao 1T25, como reflexo da redução na base de alunos (-4,5% vs. o 1T25) e avanço do ticket médio no presencial e digital de 5,0% e 14,6%, respectivamente.

Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendo intercalar

O conselho de administração da Mitre (MTRE3) aprovou nesta terça-feira, 12, a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 9 milhões, equivalente a R$ 0,08508641282 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em duas parcelas de R$ 4,5 milhões equivalente a R$ 0,04254320641 por ação ordinária.

A data-base da 1ª parcela dos dividendos intercalares, originalmente prevista para 13 de maio de 2026, passa a ser 18 de maio de 2026. Consequentemente, as ações da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos em relação à 1ª parcela a partir de 19 de maio de 2026. A data de pagamento da 1ª parcela dos dividendos intercalares, originalmente prevista para 25 de maio de 2026, passa a ser 28 de maio de 2026.

A segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026. O pagamento será em 12/06/2026.

A Mitre teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 18,3 milhões, alta de 63,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

A Receita Operacional Líquida somou R$ 285,1 milhões, expensão de 19,1% na base anual de comparação.

Bemobi (BMOB3) anuncia pagamento de juros sobre o capital

A Bemobi Mobile Tech (BMOB3) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição e pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). O valor total da distribuição será de R$ 16 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,1884502 por ação, e ao valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 18 de maio de 2026 (inclusive). O pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas ocorrerá em 27 de maio de 2026.

A Bemobi teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 37,3 milhões, alta de 21,1% na comparação anual. O Ebitda ajustado atingiu R$ 74,7 milhões, crescimento anual de 32%.

Cury (CURY3) anuncia o pagamento de R$ 160 milhões em dividendo

O conselho de administração da Cury Construtora e Incorporadora (CURY3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,5194002586 por ação. Terão direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026 (próxima sexta-feira), respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 18 de maio. O pagamento dos dividendos será realizado em uma única parcela em 28 de maio de 2026.

A Cury teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 302,9 milhões, alta de 41,9% em relação ao mesmo período de 2025.

O Ebitda atingiu R$ 411,4 milhões, aumento de 42,9% na comparação anual. A margem Ebitda foi a 25,5%, subida de 1,8 de ponto porcentual (p.p.).

A receita operacional líquida somou R$ 1,61 bilhão, expansão de 32,6%, e um recorde para a Cury.

Azzas (AZZA3) diz que operações ‘permanecem regulares’ após ação judicial de Roberto Jatahy

A Azzas (AZZA3) divulgou após o fechamento do mercado na terça-feira, 12, que tomou ciência da decisão liminar proferida nesta data pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro no âmbito da ação cautelar pré-arbitral movida por Roberto Jatahy em face de Alexandre Café Birman, incluindo a companhia como parte interessada, cuja tramitação corre em segredo de justiça.

A decisão, em síntese, determina, em caráter liminar a abstenção da prática de atos e a manutenção da estrutura organizacional e do modus operandi vigentes até 22 de abril de 2026 com relação à unidade de negócio de vestuário feminino e à unidade de negócio de vestuário masculino; e a manutenção de Roberto Jatahy na sua função de Chief Brand Officer e, interinamente, o seu apontamento como responsável pela gestão de referidas unidades, explicou a Azzas em um comunicado.

A companhia esclareceu que suas operações “permanecem regulares e que não são esperadas maiores repercussões à companhia”.

Em outro comunicado divulgado na manhã de terça-feira, a Azzas informou que foi surpreendida pela existência de pedido judicial do acionista Roberto Jatahy referente a gestão da unidade de moda masculina da companhia.

O blog do jornalista Lauro Jardim reportou que Jatahy ingressou com uma ação cautelar para impedir a desintegração da Reserva da unidade de negócios sob seu comando. Ainda segundo o blog, o objetivo da medida, segundo a ação , é evitar a perda de R$ 116 milhões de Ebitda oriundos das sinergias da integração da marca.

Unipar: concluída redomiciliação de subsidiária da Argentina para as Ilhas Cayman

A Unipar Carbocloro (UNIP3, UNIP5 e UNIP6) informou foi concluída a redomiciliação de sua subsidiária integral Unipar Participaciones S.A.U., originalmente sediada na Argentina, para as Ilhas Cayman. A redomiciliação integra o processo de incorporação da Unipar Participaciones S.A.U. por sua subsidiária Unipar Indupa do Brasil.

“Esta reorganização societária possibilitará maior flexibilidade na gestão e na distribuição de resultados entre as empresas do grupo nos respectivos países em que atuam”, afirmou a Unipar em um comunicado.

Lupatech (LUPA3) anuncia contrato com a Petrobras

A Lupatech (LUPA3) divulgou que foi firmado contrato com a Petrobras(PETR3, PETR4) para fornecimento de válvulas tipo esfera, no valor total de R$ 125,3 milhões, sem obrigação de compra, com prazo de três anos, prorrogável por mais de dois anos por meio de aditivo.

Banco Pine (PINE4) poderá recomprar até 10 milhões de ações

O conselho de administração do Banco Pine (PINE4; PINE3) aprovou a aquisição de ações de emissão do Banco para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento. O colegiado autorizou a aquisição de até 10 milhões de ações de própria emissão de qualquer espécie, tanto ordinária quanto preferencial, para permanência em tesouraria e posterior alienação, transferência ou cancelamento, sem redução do capital social.

O Pine explicou que a aquisição objetiva viabilizar o pagamento de remuneração variável aos administradores da companhia, e maximizar a geração de valor para os acionistas.

A companhia possui 65.684.930 de ações preferenciais em circulação e 2.983.776 de ações preferenciais em tesouraria. Também possui 3.074.407 de ações ordinárias em circulação e 203.500 ações ordinárias em tesouraria.

Dasa (DASA3) reverte prejuízo e reporta lucro no 1T26

A Dasa (DASA3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 9 milhões. Dessa forma, a companhia reverte o prejuízo líquido de R$ 111 milhões no mesmo período de 2025 (1T25).

O Ebitda consolidado cresceu 28% no 1T26, para R$ 573 milhões, com a margem Ebitda passando de 23,1% para 25,8%.

A receita bruta consolidada da Dasa teve expansão de 14%, para R$ 2,4 bilhões, com a margem bruta passando a 33,5%, de 30,9% no 1T25.

Fim da ‘taxa das blusinhas’ preocupa indústria

A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional.

A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”.

A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos.

Em nota, o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) informou que a revogação amplia a desigualdade tributária entre produtos nacionais e importados. A entidade alertou para o risco de redução nas vendas do varejo brasileiro, sobretudo entre pequenas e médias empresas, diante da concorrência com produtos importados. De acordo com o IDV, a medida pode provocar queda na reposição de estoques, afetar a indústria nacional e levar ao fechamento de fábricas ou transferência de produção para países vizinhos.

Segundo a entidade, após a criação da tributação sobre compras internacionais, o varejo registrou a abertura de 107 mil empregos no primeiro ano, além de aumento de investimentos e produtividade. “O fim do Imposto de Importação na venda cross border acarretará riscos para a economia, cujas consequências poderão comprometer a viabilidade das empresas e o emprego de milhares de trabalhadores”, concluiu o instituto.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais.

“É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit.

A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode “penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”.

A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho.

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão. 

Divulgam resultado nesta quarta, 13:

Após o fechamento do mercado: Banco do Brasil, CSN, CSN Mineração, Equatorial, Eneva, SLC, Braskem, Cosan, Log in, Unifique, Ser Educacional, Casa Bahia, CVC, Americanas, Boa Safra, São Carlos, Melnick, Positivo, Qualicorp, Veste, Banestes, Comgás.

Agenda de proventos desta quarta, 13:

Grendene (GRND3) 

A Grendene paga nesta quarta-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,001248637 por ação e JCP no valor bruto de R$ 0,09 por ação. As ações são negociadas ex-direito a esses proventos desde 24 de abril.

Minerva (BEEF3) 

A Minerva paga nesta quarta, 13, dividendo aprovado por em 28 de abril no montante total de R$ 30,7 milhões. O valor a ser pago é de R$ 0,03 por ação. Tem direito acionistas da companhia na data-base de 28 de abril de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 29 de abril de 2026.

Gerdau e da Metalúrgica

A data de corte para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau é nesta quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,08 por ação no dia 10 de junho. A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação no dia 9 de junho.

Log (LOGG3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é nesta quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,36 por ação ordinária será realizado em 30 de junho de 2026.

Riachuelo (RIAA3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Riachuelo anunciados em 8 de maio, é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor bruto estimado é de R$ 0,07 por ação. O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026.

Mitre (MTRE3) 

A data de corte para ter direito a primeira parcela do dividendo intercalar anunciado em 12 de maio, é nesta quarta, 13. O pagamento no valor de R$ 0,04 por ação será em 25/05/2026. 

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Publicado às 7h58

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -0,03% 

Londres (FTSE 100): +0,08%

Japão (Nikkei 225): -0,49% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +1,08% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,05% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +2,52% (US$ 103,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,95% (US$ 81.185)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,21% (US$ 4.673)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,73% a 822,5 iuanes (US$ 120,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,05% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,10%. Nasdaq futuro caía 0,14%.

Notícias corporativas

Telefônica Brasil reporta lucro de R$ 1,26 bi, alta anual de 19,2%

A Telefônica Brasil (VIVT3, NYSE: VIV) divulgou nesta segunda-feira, 11, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 1,26 bilhão, alta de 19,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda registrou um aumento de 8,9% na base anual no 1T26, totalizando R$ 6,209 bilhões, com margem de 40,2%, crescimento de 0,5 p.p no ano.

A receita líquida totalizou R$ 15,4 bilhões, expansão de 7,4% em relação ao 1T25.

BTG Pactual (BPAC11) reporta lucro ajustado de R$ 4,80 bilhões no 1T26, alta anual de 42,3%

O BTG Pactual (BPAC11) divulgou nesta segunda-feira, 11, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 4,80 bilhões, alta de 42,3% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25)

Já o lucro líquido contábil totalizou R$ 4,570 bilhões no 1T26, alta de 4,1% na comparação trimestral e de 42,4% na comparação anual.

O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) ficou em 26,6% no ano, queda em relação ao quarto trimestre de 2025, quando ficou em 27,6%, e alta em relação ao 1T25, quando foi de 23,2%.

A receita total foi recorde e atingiu R$ 9,96 bilhões, expansão trimestral de 0,8% e anual de 34,3%, considerando a consolidação do Banco Pan.

O Investment Banking registrou receitas de R$ 627,9 milhões no trimestre.

Corporate Lending entregou mais um trimestre de receitas recordes, totalizando R$ 2,332 bilhões, crescimento de 4,2% em relação ao 4T25 e de 20,7% na comparação anual.

A carteira de crédito expandiu 22% no ano.

Sales & Trading apresentou resultados sólidos e consistentes no trimestre, com receitas de R$ 1,877 bilhão.

Asset Management registrou receitas de R$ 783,4 milhões no trimestre, apoiadas pela contínua expansão das taxas de administração.

Wealth Management mais uma vez alcançou receitas recordes, totalizando R$ 1,516 bilhão, alta de 10,7% no trimestre e 44,6% na comparação anual, impulsionada pelo crescimento contínuo dos ativos e maior atividade de clientes, com captação líquida de R$34,9 bilhões.

O patrimônio líquido encerrou o período em R$74,5 bilhões, crescimento de 6,5% no trimestre.

Copasa (CSMG3) reporta lucro líquido de R$ 368,1 milhões no 1T26, queda de 14,1% no ano

A Copasa (CSMG3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 368,1 milhões, queda de 14,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda somou R$ 787,4 milhões, queda de 3,2% na base anual de comparação.

A receita líquida atingiu R$ 1,91 bilhão, leve alta de 2,5% em relação ao 1T25.

Riachuelo (RIAA3) anuncia o pagamento de R$ 40 milhões em JCP

A Riachuelo (RIAA3) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 40 milhões de reais, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,07967127013 por ação.

A companhia explicou que o pagamento desse provento será realizado com recursos provenientes da venda de terrenos remanescentes da antiga unidade fabril localizada em Fortaleza.

“Esse movimento está alinhado à estratégia de melhoria da estrutura de capital da companhia”, afirmou a varejista.

O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026, após o recebimento da última parcela decorrente da transação.

Terão direito ao pagamento dos JCP acionistas da companhia em 13 de maio de 2026. Dessa forma, a partir de 14 de maio de 2026 (inclusive), as ações ordinárias de emissão da Riachuelo serão negociadas “ex-JCP” na B3.

Grupo SBF (SBFG3): conselho aprova cancelamento de 13,8 milhões de ações

O conselho de administração do Grupo SBF (SBFG3) aprovou o cancelamento de 13.891.336 ações ordinárias adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações aprovado pelo conselho de administração em 13 de dezembro de 2024. Em decorrência do cancelamento, permanecem em tesouraria 398.281 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. Considerando que a totalidade das ações objeto do programa de recompra Grupo SBF foi adquirida, o conselho de administração determinou o encerramento do programa. O capital social da companhia de R$ 1.939.821.719,89, passa a ser dividido em 230.663.994 ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal.

O Grupo SBF informou, ainda, que será oportunamente convocada Assembleia Geral Extraordinária para ajustar o número de ações em que se divide o capital social.

Grupo Energisa (ENGI11) renova concessões em quatro estados

O Grupo Energisa (ENGI11) assinou na sexta-feira, 8, com o Ministério de Minas e Energia, contratos que renovam, por mais 30 anos, as concessões para o serviço de distribuição de energia elétrica nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe.

A companhia também anunciou previsão de investimentos de cerca de R$ 18 bilhões para os próximos cinco anos nos quatro estados, que, se somados, atendem 5,7 milhões de clientes.

“Ao viabilizar a assinatura antecipada dos contratos, o governo federal, poder concedente, por meio do Ministério de Minas e Energia, e a Aneel, órgão regulador, definiram e regulamentaram as condições essenciais para elevar o padrão de desempenho do setor, fortalecer a segurança jurídica e ampliar a capacidade de planejamento e de investimento de longo prazo das distribuidoras”, declara Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa. Exemplo disso é o incremento expressivo do valor de investimento previsto para o ciclo de 2026 a 2030 nos quatro estados em comparação ao período anterior: 41% na Paraíba, 38% em Mato Grosso, 32% em Sergipe e 18% em Mato Grosso do Sul.

Os recursos serão direcionados prioritariamente à ampliação e à modernização da infraestrutura elétrica, proporcionando maior qualidade, segurança e capacidade de atendimento à população, e criando as bases energéticas para o desenvolvimento regional, preservando a modicidade tarifária e o equilíbrio econômico-financeiro das concessões.

Light (LIGT3) tem concessão renovada até 2056

A Light (LIGT3) divulgou na noite de sexta-feira, 8, que foi assinado junto ao Ministério de Minas e Energia (Poder Concedente) o 8º Termo Aditivo ao Contrato de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, prorrogando sua vigência pelo período de 30 anos, com vigência de 4 de junho de 2026 até 4 de junho de 2056 (renovação da concessão).

A renovação da concessão marca o início de um novo ciclo operacional para a Light Sesa, no qual a companhia reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos padrões de qualidade do serviço e atendimento prestado à sociedade dos 31 municípios em que atua no Estado do Rio de Janeiro, afirmou a companhia.

A renovação da concessão é também etapa relevante prevista no plano de recuperação judicial da Light, a partir da qual irão ocorrer outros eventos subsequentes entre eles as medidas relacionadas ao processo de capitalização das companhias, afirmou a empresa em um comunicado ao mercado.

CPFL conclui renovação de concessões por 30 anos

A CPFL Energia (CPFE3) informou na noite de sexta-feira, 8, que a CPFL Piratininga, a CPFL RGE e a CPFL Paulista (em conjunto, as concessionárias) concluíram o processo de assinatura dos Termos Aditivos aos respectivos Contratos de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, com efeitos imediatos das cláusulas contratuais e efetivação da prorrogação da concessão por mais 30 anos a partir de 23 de outubro de 2028 para a CPFL Piratininga, 6 de novembro de 2027 para a CPFL RGE e 20 de novembro de 2027 para a CPFL Paulista, de acordo com os despachos do Ministro de Estado de Minas e Energia.

As concessionárias distribuem energia elétrica para uma área de concessão que abrange 280.343 quilômetros quadrados, com uma população de aproximadamente 21,8 milhões de habitantes, atendendo aproximadamente 10,3 milhões de consumidores. Suas áreas de concessão cobrem 642 municípios, sendo 261 municípios do Estado de São Paulo e 381 municípios do Estado do Rio Grande do Sul.

Equatorial (EQTL3) assina termos de aditivo que estende o prazo de concessão de concessionárias 

A Equatorial (EQTL3) assinou o Sétimo Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica e o Quinto Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, que estende o prazo de concessão das concessionárias controladas Equatorial Pará Distribuidora de Energia (Equatorial Pará) e Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia (Equatorial Maranhão), para 28 de julho de 2058 e 11 de agosto de 2060, respectivamente.

A informação foi divulgada na sexta-feira, 8, após o fechamento do mercado.

A Equatorial Maranhão atende uma população de 7 milhões nos 217 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 7,4 bilhões.

A Equatorial Pará atende 8,7 milhões de habitantes nos 144 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 8,5 bilhões (base última revisão tarifária), ambas concessões apresentam indicadores de qualidade de serviço e de solidez financeira compatíveis com os critérios exigidos pelo Poder Concedente, afirmou a companhia.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Ggbr4, Bbas3, Itsa4, Itub4 e de Natu3. Acesse aqui o vídeo.

Divulgam resultado do 1T26 nesta segunda, 11:

Após o fechamento do mercado: Petrobras, Itaúsa, Energisa, Natura, Direcional, Hapvida, MRV, Grupo SBF, Track & Field, Dexxos, Terra Santa, Ferbasa.

Agenda de proventos desta semana:

Segunda, 11

JHSF (JHSF3) 

A JHSF paga nesta segunda-feira, 11, dividendo mensal no valor de R$ 0,06 por ação. A data base foi 29 de abril.

Copasa (CSMG3)

A Copasa paga nesta segunda-feira, 11, JCP anunciados em 12 de março. O valor por ação é R$ 0,46. A data de corte foi em 23 de março de 2026.

Banco Bmg (BMGB4)

A data de corte para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciados em 28 de abril, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 21 de maio de 2026 no valor de R$ 0,10 por ação.

Taesa (TAEE4, TAEE11)

A data de corte para ter direito aos JCP da Taesa, anunciado em 6 de maio, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,55. O pagamento será em 26 de agosto de 2026.

Embraer (EMBJ3) 

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer deliberados em 29 de abril, é nesta segunda-feira, 11. As ações e ADSs serão negociadas ex-dividendos na B3 e na NYSE a partir de 12 de maio de 2026. O valor equivale a R$ 0,01 por ação. O pagamento do dividendo será realizado à vista em 20 de maio de 2026.

Terça, 12

Brisanet (BRST3) 

A Brisanet paga na terça-feira, 12, os JCP anunciados em dezembro de 2025 no valor líquido de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 19 de dezembro de 2025, passando as ações a serem negociadas “ex-JCP” a partir de 22 de dezembro de 2025.

Whirlpool (WHRL4) 

A Whirlpool paga na terça, 12, dividendos intermediários no valor de R$ 0,03 por ação ordinária e R$ 0,04 por ação preferencial. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da companhia na segunda, 27 de abril. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 28 de abril.

Ecorodovias (ECOR3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Ecorodovias anunciado em 7 de maio, é na terça, 12. A partir de quarta, 13, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento será realizado a partir de 12 de junho de 2026 no valor de R$ 0,30 por ação.

Quarta, 13

Banco do Brasil (BBAS3) 

Segundo o calendário de proventos do Banco do Brasil divulgado em janeiro de 2026, o banco estatal deve anunciar na quarta, 13, o pagamento de provento complementar. 

Grendene (GRND3) 

A Grendene paga na quarta-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,001248637 por ação e JCP no valor bruto de R$ 0,09 por ação. As ações são negociadas ex-direito a esses proventos desde 24 de abril.

Minerva (BEEF3) 

A Minerva paga na quarta, 13, dividendo aprovado por em 28 de abril no montante total de R$ 30,7 milhões. O valor a ser pago é de R$ 0,03 por ação. Tem direito acionistas da companhia na data-base de 28 de abril de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 29 de abril de 2026.

Gerdau e da Metalúrgica

A data de corte para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,08 por ação no dia 10 de junho. A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação no dia 9 de junho.

Log (LOGG3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,36 por ação ordinária será realizado em 30 de junho de 2026.

Riachuelo (RIAA3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Riachuelo anunciados em 8 de maio, é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor bruto estimado é de R$ 0,07 por ação. O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026.

Quinta, 14

União Pet (AUAU3) 

A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da União Pet anunciado em 26 de janeiro, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 25,9 milhões. Essa quantia corresponde à R$ 0,03 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 29 de maio de 2026.

Eztec (EZTC3)

A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da Eztec anunciado em 7 de maio, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,10 por ação ordinária será pago aos acionistas até 29 de maio de 2026.

Alupar (ALUP11) 

A data de corte para ter direito ao dividendo intercalar da Alupar anunciado em 7 de maio, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor soma R$ 69,2 milhões e corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento ocorrerá em até 60 dias contados da aprovação, que foi em 7 de maio.

Sexta, 15

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A Caixa Seguridade paga na sexta-feira, 15, os dividendos intermediários no montante de R$ 990 milhões anunciados em 30 de janeiro. O valor por ação é de R$ 0,33. O pagamento tem como base a posição acionária de 30 de abril de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos desde 4 de maio de 2026.

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Mercados nesta quinta, lucro e JCP da Taesa, resultado da Brava, Cogna, Minerva, Vibra, notícia da Axia, Vivara e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quinta-lucro-e-jcp-da-taesa-resultado-da-brava-cogna-minerva-vibra-noticia-da-axia-vivara-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quinta-lucro-e-jcp-da-taesa-resultado-da-brava-cogna-minerva-vibra-noticia-da-axia-vivara-e-de-outras-companhias/#respond Thu, 07 May 2026 11:01:39 +0000 https://financenews.com.br/?p=207151   Publicado às 8h01 – atualizado às 9h com resultado do Banco ABC Bolsas, petróleo […]

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Publicado às 8h01 – atualizado às 9h com resultado do Banco ABC

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h59)

Alemanha (DAX): -0,31% 

Londres (FTSE 100): -0,68%

Japão (Nikkei 225): +5,80% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,48% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +1,57% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -2,28% (US$ 98,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -0,83% (US$ 81.067)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,11% (US$ 4.746)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,62% a 817 iuanes (US$ 119,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h58 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,04% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,10%. Nasdaq futuro subia 0,07%.

Notícias corporativas

Banco ABC Brasil (ABCB4) tem lucro de R$ 230,2 milhões no 1T26, alta de  2,1% no ano

O Banco ABC Brasil (ABCB4) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 230,2 milhões, crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25).

O Retorno sobre Patrimônio Anualizado (ROAE) foi de 13,5%, redução de 54 pontos base no comparativo anual, principalmente influenciado pelo aumento do custo de crédito e por uma menor atividade de Banco de Investimentos.

A Margem Financeira atingiu R$647,8 milhões no 1T26, apresentando um crescimento de 14,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior – e com expansão em todos os seus três componentes.

Já a NIM (taxa anualizada da Margem Financeira Gerencial) foi de 4,1% a.a. no trimestre, uma expansão de 34 pontos-base em relação ao 1T25.

A Carteira de Crédito Expandida encerrou o trimestre em R$54,4 bilhões, apresentando um crescimento de 6,3% nos últimos 12 meses.

Destaque para o segmento Middle que apresentou uma expansão de 24,5% na comparação anual.

As Operações com Atraso +90 Dias apresentaram uma estabilidade no comparativo trimestral, encerrando o 1T26 em 0,5% da Carteira de Crédito Expandida – patamar abaixo da média histórica.

Os Índices de Cobertura medidos como Saldo de Provisão/Atraso +90 Dias e Saldo de Provisão/Estágio 3 encerraram o trimestre em 447% e 82%, respectivamente.

A Despesa de Provisão Ampliada/Carteira Expandida encerrou o trimestre em 0,8% (em bases anualizadas), redução de 8 pontos-base em relação ao 4T25 e aumento de 34 pontos-base em relação ao 1T25.

Brava (BRAV3) tem prejuízo no 1T26

A Brava Energia (BRAV3) teve prejuízo líquido de R$ 350 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26). Dessa forma, reverte o lucro de R$ 829 milhões do mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado foi de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 52% na mesma comparação.

A receita líquida cresceu 9% no período, para R$ 3,13 bilhões.

Lucro da Cogna (COGN3) cresce no 1T26

A Cogna (COGN3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 141,4 milhões, alta de 48,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Já o lucro líquido ajustado cresceu 30% no ano, para R$ 200,8 milhões.

O Ebitda recorrente consolidado da companhia foi de R$ 679,6 milhões, crescimento de 22,2% na base anual de comparação. A margem Ebitda recuou 2,5 pontos percentuais.

A receita líquida atingiu R$ 2,14 bilhões, expansão de 31,9% na comparação anual.

Minerva (BEEF3): Lucro recua no 1T26

A Minerva (BEEF3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 87,3 milhões, queda de 52,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda no 1T26 somou R$ 1,1 bilhão, crescimento de 16,2% na base anual de comparação.

A receita líquida consolidada da Minerva atingiu R$ 13,4 bilhões, aumento de 19,8% na base anual.

Vibra Energia (VBBR3) reporta lucra R$ 1,61 bi no 1T26

A Vibra Energia (VVBR3) teve lucro líquido de R$ 1,61 bilhão no primeiro trimestre de 2026. Esse valor corresponde à alta de 168% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda ajustado da distribuidora foi R$ 3,2 bilhões, alta de 58% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Excluindo efeitos não recorrentes, o Ebitda ajustado recorrente foi de R$ 2,26 bilhões, crescimento de 63%.

A receita líquida ajustada atingiu R$ 48,3 bilhões, expansão de 7% em relação ao 1T25.

Lucro da Porto (PSSA3) cresce no 1T26 

A Porto (PSSA3) divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente (que exclui fatores não recorrentes, como um efeito contábil positivo de R$ 185 milhões ligado à incorporação de uma subsidiária) de R$ 958 milhões, crescimento de 15,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Já o lucro líquido somou R$ 1,13 bilhão, alta de 36,3% na base anual de comparação.

Na vertical de seguros, a companhia teve expansão de 49% no resultado, com retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado de 34%. As demais verticais, de Saúde, Banco e Serviços, representaram 51% do resultado total, todas com ROAE acima de 22%.

O grupo teve receitas totais em R$ 11 bilhões, com avanço de 10% quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado. O resultado financeiro, por sua vez, foi de R$ 307 milhões no trimestre, com queda de 20%.

A Porto decidiu manter as projeções para o resultado financeiro em 2026 dentro do intervalo de R$ 1,4 bilhão a R$ 1,8 bilhão.

Taesa reporta lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões no 1T26

A Taesa (TAEE4, TAEE11) divulgou na quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido regulatório de R$ 192,6 milhões, aumento de 2,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda regulatório do 1T26 atingiu R$ 562,1 milhões, 10,3% maior que o registrado no 1T25, e a margem Ebitda atingiu 85,8% (+0,5pp versus 1T25). Segundo a companhia, o desempenho do Ebitda e margem Ebitda é explicado pela entrada em operação de Pitiguari e entrada parcial de Tangará e Saíra (2ª fase) e energizações dos reforços na TSN e São Pedro, reajuste inflacionário da RAP, menor Parcela Variável, e crescimento dos custos e despesas operacionais levemente acima da inflação. 

A receita líquida regulatória no 1T26 alcançou R$ 655,5 milhões, 9,6% maior que o registrado no 1T25.

Taesa anuncia pagamento de R$ 192,5 milhões em juros sobre o capital 

O conselho de administração da Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11), em reunião realizada nesta quarta-feira, 6, aprovou a distribuição de proventos no montante de R$ 192.574.249,62, a título de juros sobre capital próprio (JCP), com base no lucro distribuível apurado em 31 de março de 2026.

O valor por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18633271466. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,55899814398.

O pagamento do JCP ocorrerá no dia 26 de agosto de 2026, com base na posição acionária do dia 11 de maio de 2026. A partir do dia 12 de maio de 2026, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-JCP” na B3 S.A. – Brasil, Bolsa e Balcão. Do valor a ser pago a título de JCP será deduzido o Imposto de Renda na Fonte, conforme legislação em vigor, exceto para os acionistas que sejam imunes ou isentos.

Aura Minerals (AURA33) anuncia dividendo 

A Aura Minerals (B3: AURA33; Nasdaq: AUGO) informou nesta quarta-feira, 6, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendo de US$ 0,78 por ação ordinária. O dividendo será pago em dólares americanos no dia 26 de maio de 2026.

Os detentores dos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da companhia receberão US$ 0,26 por BDR (uma vez que 1 ação da Aura equivale a 3 BDRs) e devem receber o pagamento até 5 de junho de 2026. A data com (data de corte) é 19 de maio. Eles receberão o valor em Reais com base na taxa de câmbio de mercado, que será divulgada em um comunicado ao mercado antes da data de pagamento. Como exemplo, caso fosse utilizada a taxa de câmbio do fechamento de 5 de maio de 2026 (BRL 4,9236 por USD) o valor seria de R$ 1,280136 por BDR. Este valor será revisto conforme a taxa de câmbio do fechamento na data prévia ao pagamento.

A Aura também divulgou os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26). O lucro líquido foi de US$ 95,2 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 73,2 milhões no mesmo trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado somou R$ 109,4 milhões, alta de 307% na base anual de comparação, impulsionado pela melhora nos resultados das operações e menores despesas financeiras frente ao 4T25 e ao 1T25, além de menores impostos correntes em Borborema e Almas, em função de benefícios fiscais no Brasil (Sudene e Sudam).

O Ebitda ajustado foi recorde impulsionado por maior produção/vendas e preços dos metais, e no 1T26 atingiu US$ 243,8 milhões, alta de 17% frente ao 4T25 e 199% em relação ao 1T25.

A Receita Líquida também foi recorde e no 1T26 atingiu US$ 382,6 milhões, alta de 19% frente ao 4T25 e 136% em relação ao 1T25, impulsionada pelos preços mais elevados do ouro e pela produção.

Auren reverte lucro e tem prejuízo de R$ 601,6 milhões no 1T26

A Auren Energia (AURE3) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 601,6 milhões. Dessa forma reverte o resultado positivo de R$ 54 milhões registrado no mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado atingiu R$ 925,9 milhões, queda de 23,2% na base anual de comparação. Segundo a companhia, o resultado é reflexo de um resultado menor da comercializadora, do menor recurso eólico e solar e da menor geração hidrelétrica das usinas do MRE.

A receita líquida somou R$ 3,074 bilhões, alta de 4,1% no ano.

Axia (AXIA3) reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,63 bi no 1T26

A Axia (AXIA3, AXIA6) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 2,63 bilhões. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 354 milhões do primeiro trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado foi de R$ 3,7 bilhões, contra prejuízo de R$ 80 milhões no 1T25.

O Ebitda Regulatório Ajustado atingiu R$ 8,6 bilhões no 1T26, aumento de 60% frente ao 1T25,

No 1T26 a Receita Operacional Líquida somou R$ 12,7 bilhões, crescimento de 22,1% na base anual de comparação.

Axia inicia processo de sucessão do CEO 

A Axia (AXIA3) informou nesta quarta-feira, 6, que seu conselho de administração deliberou pelo início do processo de sucessão na companhia envolvendo um conjunto estruturado de iniciativas e evolução de seu modelo organizacional, considerando o término do mandato do atual presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro, em 30 de abril de 2027. O colegiado aprovou, com efeitos a partir de 1º de junho de 2026, a criação de uma vice-presidência executiva, com caráter transitório até abril de 2027 e vinculada diretamente ao presidente da companhia, Ivan de Souza Monteiro. Essa posição será ocupada por Élio Wolff, atual vice-presidente de estratégia e de desenvolvimento de negócios.

As vice-presidências de engenharia e projetos, de comercialização e soluções em energia, de tecnologia e inovação, de operações e segurança, de aprendizado, gente e serviços, e de regulação, institucional e mercado passarão a se reportar, durante o período de transição, à nova vice-presidência executiva.

As vice-presidências de governança e sustentabilidade, finanças e relações com investidores, e jurídica continuam se reportando ao presidente da Axia.

Todas as vice-presidências voltam a se reportar diretamente ao presidente da companhia em 1° de maio de 2027, mês em que ocorrerá o fim do período de transição; e a vice-presidência de estratégia e desenvolvimento de negócios será extinta em 1º de junho de 2026 e suas atribuições atuais serão divididas entre as vice-presidências de finanças e relações com investidores e aprendizado, gente e serviços.

As iniciativas aprovadas pelo conselho de administração inserem-se em um processo estruturado de sucessão e desenvolvimento de lideranças, conduzido com o apoio de assessoria especializada, explicou a Axia.

“Além de garantir uma transição organizada, previsível e responsável, este processo amplia a prontidão sucessória, fortalece o pipeline de lideranças e preserva capacidades críticas da companhia”, destacou a companhia.

O conselho de administração também aprovou a alocação do montante de até R$ 4 bilhões, para fins de resgate de ações preferenciais de classe “C” (PNC) ao longo do exercício social de 2026. A Axia esclareceu que referido montante aprovado constitui previsão orçamentária, e não representa obrigação, compromisso ou garantia de que os resgates de ações PNC venham a ser realizados ou que o montante aprovado venha a ser integralmente utilizado ao longo do exercício social de 2026.

Assim, não foram aprovados os montantes e o cronograma de resgate ao longo do exercício de 2026, ou seja, a deliberação aprovada não constitui a efetiva declaração de aprovação de resgate das ações PNC, o que ainda estará sujeito à aprovação específica do conselho de administração, nos termos do estatuto social da companhia e da regulamentação aplicável.

A companhia informou, também, que vem mantendo contato junto à B3 para a definição de procedimentos operacionais e prazos adequados para implementação do resgate e/ou conversão das ações PNC.

Uma vez definidos esses procedimentos e prazos, a Axia pretende submeter, em momento oportuno, as matérias pertinentes à deliberação de seu conselho de administração, quando divulgará comunicações específicas ao mercado acerca do início do processo de resgate e/ou da conversão das ações PNC.

Bradesco reporta lucro líquido recorrente de R$ 6,81 bilhões, alta anual de 16,1%

O Bradesco (BBDC4) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente de R$ 6,81 bilhões no período, alta de 16,1% em relação ao mesmo período do ano passado (1T25) e crescimento de 4,5% frente ao trimestre anterior (4T25). É o nono trimestre seguido de aumento do lucro líquido.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) do Bradesco ficou em 15,8% no primeiro trimestre, alta de 0,6 ponto percentual na comparação trimestral e alta de 1,4 p.p em relação ao mesmo período de 2025.

As Receitas cresceram 14% ano/ano, sendo o principal driver de melhora da rentabilidade.

A margem financeira bruta com clientes cresceu 2% no trimestre e 16,3% em 12 meses, impulsionada pelo aumento do volume médio das operações, margem de passivos e spreads com demais operações com clientes.

A carteira de crédito expandida atingiu R$ 1,1 trilhão no período, enquanto a provisão para devedores duvidosos (PDD) ficou em R$ 9,7 bilhões.

A inadimplência acima de 90 dias apresentou leve aumento no trimestre, alcançando 4,2%, influenciado pelas operações de capital de giro com garantias, que possuem dinâmica específica de recuperação, impactando o indicador de MPME em 0,2 p.p. O indicador de atraso para Pessoas Físicas apresentou estabilidade no período.

Vivara anuncia recompra de ações

O conselho de administração da Vivara (VIVA3) aprovou a criação de um novo programa de recompra de ações ordinárias de sua emissão. A informação foi divulgada na noite de quarta-feira, 6. A companhia poderá adquirir até 10% das ações ordinárias em circulação, o que, nesta data, representa até 12.369.833 ações. O programa encerra em 6 de maio de 2027.  

Divulgam resultado do 1T26 nesta quinta, 7:

Antes da abertura do mercado: Porto.

Após o fechamento do mercado: B3, Caixa Seguridade, Localiza, Engie Brasil, Cemig, Rumo, Allos, Taesa, Lojas Renner, Alupar, Fleury, JHSF, Mdias Branco, Alpargatas, Magazine Luiza, Ecorodovias, Vivara, Banco ABC, Simpar, Azzas, Grendene, Eztec, PetroReconcavo, União Pet, Yduqs, Camil, LWSA, Plano&Plano, BR Partners, Brasil Agro, Randoncorp, Ouro Fino, Wiz, Allied, Mitre, HBR, Lojas Quero Quero.

Paga provento nesta quinta, 7: Santander Brasil (SANB11) 

O Banco Santander Brasil paga a partir de quinta-feira, 7, os juros sobre o capital próprio anunciados em 10 de abril. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,44. O valor por ação PN é R$ 0,23; e por ação ON é R$ 0,21. Tem direito as pessoas inscritas nos registros da companhia no final do dia 20 de abril de 2026 (inclusive). Dessa forma, desde 22 de abril (inclusive), as ações são negociadas “ex-JCP”.

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Mercados nesta quarta, repercussão do resultado do Itaú, Prio, Copel e de várias outras companhias https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quarta-repercussao-do-resultado-do-itau-prio-copel-e-de-varias-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-quarta-repercussao-do-resultado-do-itau-prio-copel-e-de-varias-outras-companhias/#respond Wed, 06 May 2026 10:40:32 +0000 https://financenews.com.br/?p=207076   Publicado às 7h40 – atualizado às 8h50 com resultado da Klabin Bolsas, petróleo e […]

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Publicado às 7h40 – atualizado às 8h50 com resultado da Klabin

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h38)

A sessão é de altas nas Bolsas pelo mundo e os futuros de ações nos Estados Unidos sobem após o site Axios divulgar que a Casa Branca acredita estar próxima de fechar um acordo com o Irã sobre um memorando de entendimento para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Alemanha (DAX): +2,64% 

Londres (FTSE 100): +2,25%

Japão (Nikkei 225): feriado

China (Xangai Comp.): +1,17% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +1,22% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -8,43% (US$ 100,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,79% (US$ 82.657)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +3,35% (US$ 4.721)

Minério de ferro em Dalian (7h34 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 2,84% a 816 iuanes (US$ 119,47). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h36 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,95% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,84%. Nasdaq futuro subia 1,45%.

Notícias corporativas

Klabin (KLBN11) tem prejuízo líquido de R$ 497 milhões no 1T26

A Klabin (KLBN11) divulgou nesta quarta-feira, 6, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 497 milhões. Dessa forma reverte o lucro líquido de R$ 446 milhões no mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado totalizou R$ 1,66 bilhão no primeiro trimestre de 2026, retração de 10% versus o 1T25, explicada principalmente pelo impacto negativo da apreciação do real frente ao dólar; e efeito da parada geral de manutenção programada no trimestre.

“Estes efeitos foram parcialmente compensados pelo maior volume de vendas em todos os segmentos de negócio”, explicou a Klabin.

A receita líquida consolidada totalizou R$ 4,9 bilhões no 1T26, representando crescimento de 2% em comparação ao 1T25. O resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento de 12% no volume total, com crescimento observado em todos os negócios. O maior volume, combinado ao maior preço de papelão ondulado, mais do que compensou o efeito da valorização do real frente ao dólar, afirmou a Klabin.

“O período segue impactado por um cenário de maior instabilidade no ambiente macroeconômico, com ambiente inflacionário em seus principais mercados de atuação e forte apreciação do real pressionando receitas de exportação. Nesse contexto, a Companhia segue se beneficiando de sua estrutura de portfólio única, que confere flexibilidade operacional e contribui para mitigar a volatilidade de seus resultados”, afirma a Klabin no release de resultados.

Itaú registra lucro de R$ 12,3 bilhões no 1T26, alta anual de 10,4% 

O mercado repercute nesta quarta-feira, 6, o resultado do Itaú (ITUB4). Na avaliação da Genial Investimentos, o Itaú entregou mais um trimestre sólido, com lucro líquido recorrente em linha com suas estimativas. A rentabilidade seguiu avançando no trimestre, com ROE de 24,8%, mantendo ampla vantagem competitiva frente aos principais pares incumbentes. 

O Itaú teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões, alta de 10,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) anualizado ficou em 24,8%, alta de 2,3 p.p em relação ao 1T25.

O crescimento de 9% na comparação anual da carteira de crédito (ex-variação cambial), foi impulsionado pelas linhas de programas governamentais no segmento empresas e, no segmento de pessoas físicas, o destaque foi o crescimento do Crédito Imobiliário (+11,2%), o crescimento em Cartão de Crédito (+8,2%) e o crescimento do Crédito Consignado (+6,1%), especialmente o Consignado Privado, que apresentou aumento de 63% no período.

A margem financeira com clientes cresceu 4,5% na comparação anual, por conta do crescimento da carteira, da maior margem com passivos, além do melhor mix de produtos.

A inadimplência acima de 90 dias encerrou o trimestre em 1,9%, se mantendo estável.

As receitas com serviços e seguros aumentaram 5,3% na comparação anual, impulsionadas pelo aumento das receitas com administração de recursos e volume em bancos de investimento e corretagem. Além disso, no resultado de seguros, o avanço de 17,2% está relacionado com os maiores prêmios ganhos.

As despesas não decorrentes de juros totalizaram R$ 16,2 bilhões, com alta de 4,8%na comparação anual. Esse aumento reflete, principalmente, maiores gastos com Tecnologia, em função do aumento do volume de processamento em nuvem e do desenvolvimento de sistemas, afirmou o banco.

Nas despesas de Pessoal, o aumento é explicado pelos efeitos do acordo coletivo de trabalho e pela maior participação nos resultados, relacionada com a melhor performance financeira do banco.

O índice de eficiência atingiu 34,9% no Brasil, sendo o melhor patamar histórico para um primeiro trimestre. O Itaú encerrou o trimestre com níveis confortáveis de capitalização e liquidez. O índice de capital principal (CET I) atingiu 12% em março de 2026.

Banco Pine (PINE4) reporta lucro de R$ 149,9 milhões no 1T26, alta de 104% no ano

O lucro líquido do Banco Pine (PINE4) atingiu R$ 149,9 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), crescimento de 104% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O balanço trimestral foi divulgado nesta quarta-feira, 6.

O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) alcançou 37,9%, alta de 12,9 p.p. na base anual de comparação, reflexo direto da expansão da margem financeira bruta (+R$ 327 milhões), devido, principalmente, ao crescimento das carteiras e à melhora do mix focada na rota do yield (+41% no ano), à disciplina de custos e à alavancagem operacional. 

No comparativo trimestral, o 1T26 fechou com um crescimento de lucro líquido de 25% em relação ao quarto trimestre de 2025 (4T25) quando desconsiderado o efeito não recorrente do trimestre anterior. 

A expansão da margem líquida foi parcialmente impactada pelo aumento da PDD, decorrente da constituição no período e da antecipação de provisionamento previsto pela metodologia de perda esperada adotada a partir da implementação da Resolução CMN nº 4.966 em janeiro de 2025. 

A Margem Financeira somou R$ 570 milhões no período, aumento de 134% em relação ao mesmo período do ano anterior, devido à maior carteira de crédito e com a execução da estratégia da rota do yield. 

As despesas com provisões, perda esperada e recuperações de créditos, impairments e descontos foram de R$ 209,6 milhões no período, sendo R$ 169,8 milhões alocados para a vertical de Varejo, aumento de 6% comparado com o trimestre anterior. 

Receitas de serviços e tarifas totalizaram R$ 26,2 milhões no 1T26, um aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano anterior, puxado, principalmente pelo crescimento da operação de seguros no Varejo. Em relação ao 4T25, a linha apresentou uma queda de 27%, explicada, principalmente pela menor atividade no atacado dada a sazonalidade do período. 

Tenda (TEND3) reporta lucro de R$183,4 milhões no 1T26

A Tenda (TEND3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro de R$183,4 milhões, aumentos de 114,5% e 75,3% quando comparado ao 1T25 e 4T25, respectivamente.

O Ebitda ajustado consolidado foi de R$ 256,7 milhões, alta de 68% na comparação anual.

A companhia reportou recorde histórico na receita líquida trimestral consolidada de R$ 1,184 bilhão, aumentos de 36,9% e 0,3% em relação ao 1T25 e 4T25, respectivamente.

TIM (TIMS3) reporta lucro de R$ 821 milhões no 1T26 

A TIM (TIMS3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões, crescimento de 1,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda normalizado da companhia atingiu R$ 3,28 bilhões no 1T26, alta de 6,6% na base anual de comparação. A margem Ebitda foi a 48,3%, leve alta de 0,1 ponto porcentual.

A receita líquida da TIM cresceu 6,5% no trimestre, para R$ 6,80 bilhões no ano.

Banco Bmg (BMGB4) reporta lucro de R$ 147 milhões no 1T26, alta anual de 28% 

O ⁠Banco Bmg (BMGB4) teve no primeiro primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente de R$ 147 milhões, crescimento de ‌28% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

“O aumento do lucro no 1T26 vs. 1T25 é justificado, principalmente, pela mudança no mix dos ativos refletindo no aumento da margem financeira”, afirmou o banco.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu 15,3%, de 12,1% um ano antes, com o presidente-executivo do banco, Felix Cardamone, destacando a evolução dessa métrica.

O índice de inadimplência acima de ​90 dias ficou em 3,7%, redução de 0,4 ponto percentual.

Iguatemi (IGTI11) reporta lucro de R$ 238 milhões no 1T26, alta de 121%

A Iguatemi (IGTI11) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido consolidado de R$ 237,5 milhões, crescimento de 121,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O EBITDA ajustado(2) consolidado atingiu R$ 405,2 milhões no 1T26, 65,9% acima do 1T25, com margem Ebitda ajustado de 109,9%.

As vendas totais da companhia atingiram R$ 5,7 bilhões no 1T26, o que representa crescimento de 12,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

C&A (CEAB3): lucro ajustado de R$ 8 milhões no 1T26; companhia anuncia recompra de ações

A C&A (CEAB3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 8 milhões, crescimento de 218,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Sem ajustes, o lucro foi de R$ 1,7 milhão, queda de 59,1% na base anual de comparação.

O Ebitda ajustado foi de R$ 245 milhões, leve alta de 0,1% em relação ao registrado um ano antes, com a margem passando de 15,2% para 15,1%.

A receita líquida consolidada cresceu 0,5%, para R$ 1,619 bilhão.

A C&A anunciou também um programa de recompra de ações ordinárias de emissão da companhia. Poderão ser recompradas até 10 milhões de ações ordinárias, que representam 4,9% das ações em circulação no mercado. O programa encerra em 8 de novembro de 2027.

Copel (CPLE3) tem lucro líquido de R$ 694 milhões no 1T26, alta anual 

Copel (CPLE3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido reportado de R$ 694 milhões, aumento de 4,4% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Segundo a companhia, esse resultado deve-se principalmente em razão do melhor desempenho operacional. Já o lucro líquido recorrente cresceu 10,7% na mesma base de comparação para R$ 638,9 milhões.

A Copel teve Ebitda de R$ 1,90 bilhão, alta de 9,9% na base anual de comparação. Já o Ebitda Recorrente somou R$ 1,754 bilhão no 1T26, um crescimento de 16,7% frente aos R$ 1,503 bilhão registrados no 1T25.

“Esse resultado reflete a capacidade da companhia de gerar valor de forma consistente, apoiada na solidez de seus ativos e na execução eficiente de sua estratégia operacional e comercial”, afirmou a Copel.

A Receita Operacional Líquida recorrente, excluindo os efeitos IFRS no segmento de transmissão de energia e excluindo VNR, MTM e eventos não recorrentes, totalizou R$ 6,90 bilhões no 1T26, um crescimento de 19,2% em relação aos R$ 5,79 bilhões registrados no 1T25.

Prio reporta lucro líquido de US$ 460 milhões no 1T26, alta anual de 33%

A Prio (PRIO3) teve no primeiro primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de US$ 459,9 milhões, crescimento de 33% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado da petroleira atingiu US$ 852,3 milhões, alta de 91% em relação ao 1T25.

Dentre os principais destaques operacionais do trimestre, estão: a produção média da companhia, que atingiu 155,4 kbpd, um aumento de 42% na comparação com o 1T25; o volume de offtakes realizados, representando um aumento de 45% em relação ao mesmo período do ano anterior; e o primeiro óleo de Wahoo.

No cluster Valente, a produção aumentou 4% na comparação com o 4T25, impulsionado pela entrada em operação dos dois primeiros poços produtores de Wahoo, que iniciaram produção em março. Em relação ao 1T25, o volume produzido reduziu em 14%, impactado pelo declínio do campo de Frade.

No campo de Albacora Leste, o volume produzido apresentou um aumento de 21% em relação ao 1T25 e de 5% frente ao 4T25, devido à maior estabilidade operacional do campo.

No cluster Bravo, a produção no 1T26 cresceu 46% em relação ao 1T25 e 7% frente ao 4T25, refletindo a retomada dos poços TBMT-10H e TBMT-4H, após os workovers concluídos em junho de 2025; e a entrada dos poços POL-GY e Well-B, em dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, respectivamente. Em março, o poço OGX-44HP parou em razão da falha na Bomba Centrífuga Submersa (BCS), com retomada da produção prevista para maio.

No campo de Peregrino, o volume produzido no trimestre foi 110% e 43% maior que o 1T25 e 4T25, respectivamente, refletindo a aquisição da participação adicional de 40% e operação em novembro de 2025 e a normalização dos níveis de produção do campo, após a desinterdição do FPSO Peregrino em 17 de outubro de 2025.

Vulcabras (VULC3): lucro cai no 1T26 na base anual de comparação

A Vulcabras (VULC3) teve no primeiro primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 80,1 milhões, queda de 24,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O lucro recorrente caiu 18,9% na mesma base de comparação.

O Ebitda recorrente foi de R$ 156,9 milhões no 1T26, alta de 11,8% em relação ao 1T25. A margem Ebitda recorrente ficou em 20,2%, alta de 0,2 ponto percentual.

A Vulcabras é dona das marcas Olympikus, Mizuno e Under Armour no Brasil.

Prio (PRIO3) anuncia novo diretor de operações

A Prio (PRIO3) informou que Francisco Francilmar Fernandes renunciou ao cargo de diretor de operações, por motivos de natureza pessoal e familiar que demandam sua dedicação integral.

O conselho de administração elegeu Jean Carlos Calvi para o cargo de diretor de operações. Jean ingressou na Prio em 2016. Segundo a petroleira, ele foi o principal responsável pela implementação de diversos projetos “transformacionais como as perfurações de Polvo em 2018, tieback de Tubarão Martelo em 2021, perfurações de Frade em 2022 e o recente tie-back de Wahoo”.

GPA (PCAR3) celebra nova versão do plano de recuperação extrajudicial com credores 

O GPA (PCAR3) informou na noite des terça-feira, 5, que celebrou nova versão do seu plano de recuperação extrajudicial com credores representando 57,49% dos créditos sujeitos, cujo valor total é de R$ 4,568 bilhões.

O plano contou com a aprovação unânime do conselho de administração e será protocolado perante o Juízo da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo para homologação.

O plano permitirá uma solução estruturada para os desafios financeiros da companhia, endereçando simultaneamente a liquidez de curto prazo e a sustentabilidade financeira de longo prazo, afirmou o GPA em um fato relevante.

Entre outras medidas de recuperação, o plano contempla a reestruturação dos créditos sujeitos em debêntures conversíveis no valor de até R$ 1,1 bilhão.

O plano prevê ainda novo financiamento para a companhia no valor total de até R$ 200 milhões, a ser integralmente realizado por credores sujeitos ao plano de recuperação extrajudicial que desejem conceder novos recursos à companhia. Como resultado dessas medidas, o plano de recuperação extrajudicial proporcionará liquidez relevante e reduzirá em mais de R$ 4 bilhões os desembolsos a serem realizados pela companhia nos próximos dois anos, aliviando o fluxo de caixa no período.

“Trata-se de um passo essencial para melhorar o perfil de endividamento e posicionar a companhia para o futuro, ao mesmo tempo em que preserva o relacionamento com os fornecedores e protege as operações de suas lojas, que seguirão funcionando normalmente”, destacou o GPA.

Divulgam resultado do 1T26 nesta quarta, 6:

Antes da abertura do mercado: Klabin

Após o fechamento do mercado: Bradesco, Taesa, Axia, Aura, Ultrapar, Totvs, Auren, Smartfit, Brava, Frasle, Cogna, Guararapes, Dexco, Intelbras, Mahle Metal Leve, Vamos, Minerva, Moura Dubeaux, Mills, Lavvi, Dimed, Valid, Anima, Profarma, Estapar, CSU Digital, Espaçolaser.

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Publicado às 7h57

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +1,06% 

Londres (FTSE 100): -1,08%

Japão (Nikkei 225): feriado

China (Xangai Comp.): feriado

Hong Kong (Hang Seng): -0,76% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -1,19% (US$ 113). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,09% (US$ 81.142)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,44% (US$ 4.553)

Minério de ferro em Dalian 

Devido ao feriado na China, não houve negociação na bolsa de Dalian. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,25% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,33%. Nasdaq futuro subia 0,57%.

Notícias corporativas

Pague Menos (PGMN3) reporta lucro ajustado de R$ 55,6 milhões no 1T26, alta de 325% 

A Pague Menos (PGMN3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 55,6 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 325,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebida ajustado atingiu R$ 204,7 milhões, alta de 36,1% na base anual, com a margem Ebitda subindo 0,8 ponto percentual, para 4,9%.

A receita bruta somou R$ 4,14 bilhões no 1T26, alta de 14,4% na comparação anual, sustentando a expansão dos resultados.

Isa Energia (ISAE4) tem lucro líquido de R$ 357,7 milhões no 1T26, alta de 6% no ano

A Isa Energia (ISAE4) teve lucro líquido (regulatório) de R$ 357,7 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), aumento de 6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda regulatório do 1T26 totalizou R$ 1,021 bilhão, crescimento 10,6% na base anual de comparação e margem de 83,3% (+1,7 p.p. vs. 1T25).

A receita líquida no 1T26 somou 1,226 bilhão, alta de 8,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

BB Seguridade reporta lucro líquido de R$ 2,2 bi no 1T26, crescimento de 11,2% em relação ao 1T25

A BB Seguridade (BBSE3) teve lucro líquido gerencial de R$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, resultado 11,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O resultado operacional combinado das empresas do grupo, líquido de impostos, expandiu 2,2%, refletindo a evolução das receitas com taxa de gestão e melhora de eficiência na Brasilprev, o crescimento de receita de corretagem na BB Corretora e a manutenção da sinistralidade da Brasilseg em patamar historicamente baixo.

A performance comercial demonstrou avanço relevante, com reflexo na participação de mercado de diversas linhas, como arrecadação de capitalização e previdência, seguro residencial e empresarial.

Também houve contribuição significativa do resultado financeiro combinado, que atingiu R$ 507,1 milhões, líquido de impostos, montante 58,5% superior ao observado no mesmo período do ano anterior, com redução no custo do passivo e melhora da rentabilidade dos ativos geradores de receitas financeiras.

“Mesmo em cenário bastante desafiador conquistamos neste trimestre mais um resultado positivo, resultado de uma atuação estratégica que coloca o cliente no centro das nossas decisões, a quem agradecemos a confiança em nosso trabalho. Investimos na evolução das jornadas de venda da nossa rede de distribuição, e na construção de soluções personalizadas e sustentáveis, oferecendo um portfólio completo de soluções que nos posicionam como referência em proteção e tranquilidade.”, afirmou Delano Valentim, presidente da BB Seguridade.

Marcopolo reporta lucro líquido de R$ 264,6 milhões no 1T26, alta anual de 8,8%

A Marcopolo (POMO4) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 264,6 milhões, alta de 8,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O Ebitda somou R$ 304,8 milhões, crescimento de 16,3% na base anual. A Receita Líquida somou R$ 1,655 bilhão, redução de 1,3% ante o 1T25.

Prio (PRIO3) reporta alta na produção em abril

A petroleira Prio (PRIO3) divulgou nesta segunda-feira a produção do mês de abril. A petroleira teve produção total de 173,4 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd) em abril, alta de 7,5% em relação a março (161,3 mil boepd) e 11,6% acima da média do 1T26 (155,4 mil boepd).

Segundo a companhia, no cluster Valente, o terceiro poço produtor do campo de Wahoo iniciou produção em 6 de abril. A entrada do quarto poço está prevista para meados de maio devido a uma avaria no guindaste do barco que efetuará o lançamento do umbilical, explicou a petroleira.

Já a produção do campo de Albacora Leste foi temporariamente impactada por uma falha na turbina, já solucionada.

O poço ABL-68 teve sua produção interrompida devido à formação de hidrato.

No cluster Bravo, a produção foi afetada pela parada do poço OGX -44 HP em razão de falha na BCS, com workover iniciado em abril e conclusão prevista para maio.

A produção do campo de Peregrino foi afetada por uma falha temporária na bomba multifásica da plataforma C e pela parada do poço C-26 em razão de falha na BCS, com workover concluído ao final de abril.

Ambev anuncia pagamento de JCP; companhia reporta lucro líquido de R$ 3,8 bi no 1T26 

A Ambev (ABEV3) divulgou nesta terça-feira, 5, que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) com base no lucro do exercício e nos saldos disponíveis conforme apurado no balanço extraordinário levantado em 31 de março de 2026. O valor bruto é de R$ 0,0449 por ação. O valor líquido é de R$ 0,0370 por ação. O pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 22 de junho de 2026, no que se refere à B3; e 24 de junho de 2026, no que se refere à New York Stock Exchange – NYSE. As ações e os ADRs passarão a ser negociados ex-JCP a partir de 23 de junho de 2026 (inclusive). A data exata do pagamento será deliberada em nova reunião do conselho de administração e oportunamente divulgada ao mercado.

A Ambev anunciou também a data de pagamento da segunda parcela dos JCP cuja distribuição foi aprovada em 9 de dezembro de 2025. O pagamento da segunda parcela dos JCP 2025 será efetuado em 6 de julho de 2026 no valor bruto de R$ 0,0755 por ação, correspondente ao valor líquido de R$ 0,0642 por ação. A data-base foi 18 de dezembro de 2025, no que se refere à B3, e e 22 de dezembro de 2025, no que se refere à New York Stock Exchange. As ações e os ADRs passaram a ser negociados ex-JCP a partir de 19 de dezembro de 2025 (inclusive).

A Ambev teve lucro líquido de R$ 3,88 bilhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), 2,1% superior ao reportado no mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Já o lucro líquido ajustado cresceu 0,3% em comparação aos R$ 3,83 bilhões no 1T25, impulsionado principalmente pelo crescimento do Ebitda, parcialmente compensado por despesa financeira líquida maior.

No 1T26 o Ebitda ajustado totalizou R$ 7,55 bilhões no 1T26, alta de 1,5% em relação ao 1T26.

A margem Ebitda ajustada atingiu 33,6% entre janeiro e março do ano passado, alta de 0,5 p.p. frente a margem registrada em 1T25.

Log (LOGG3) anuncia pagamento de dividendo; lucro no 1T26 foi de R$ 134 milhões

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou na segunda-feira, 4, o pagamento de R$ 31,8 milhões a título de dividendos intermediários. Essa quantia equivale a R$ 0,36416685512 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 13 de maio de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 14 de maio. O pagamento será realizado em 30 de junho de 2026.

A Log divulgou que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) o maior lucro líquido trimestral de sua história, no valor de R$ 134 milhões, aumento de 55,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda do 1T26 foi de R$ 185,1 milhões, representando um crescimento de 53,2% em relação ao1T25. O Ebitda de locação somou R$ 56,2 milhões no trimestre, com margem de 85,0% e apresentou crescimento de 17,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Ebitda de desenvolvimento atingiu R$ 128,9 milhões no 1T26, apresentando aumento de 76,3% se comparado ao 1T25.

No 1T26, a companhia reportou uma receita líquida de R$ 66,1 milhões, representando um crescimento de 19,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Movida (MOVI3) tem lucro líquido de R$ 125 milhões no 1T26

A Movida (MOVI3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 125 milhões, alta anual de 59%. No 1T26 o Ebitda somou R$ 1,55 bilhão, crescimento de 17,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). A receita líquida atingiu R$ 2,206 bilhões, crescimento de 17,4% em relação ao 1T25. 

A Movida também anunciou na segunda-feira que projeta lucro líquido de entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões no segundo trimestre, o que seria um crescimento ante os R$ 68 milhões apresentados no mesmo período de 2025. 

“Estamos confiantes no desempenho consistente observado no primeiro trimestre de 2026, que sustenta nossa expectativa de cumprimento do guidance para o 2T26”, afirmou a companhia.

BradSaúde (SAUD3) reporta lucro de R$ 1,3 bi no 1T26

A BradSaúde (SAUD3), companhia formada pela combinação de ativos de saúde do Bradesco e da Odontoprev, reportou lucro líquido de R$ 1,308 bilhão no primeiro trimestre de 2026. 

A informação foi revelada na segunda-feira, 4. Dessa quantia, R$ 1,15 bilhão é proveniente das demais operações do grupo, enquanto R$ 150,6 milhões vêm dos convênios odontológicos (Odontoprev).A receita líquida do período, medida pelos prêmios ganhos, foi de R$ 13,1 bilhões.

Assembleia da Celesc (CLSC3) aprova dividendo complementar

A Celesc (CLSC3, CLSC4) informou nesta segunda-feira, 4, que sua assembleia realizada no dia 30 de abril de 2026, aprovou a distribuição de proventos referentes ao exercício de 2025, no montante total de R$ 335,85 milhões, da seguinte forma:

a) ratificação dos juros sobre capital próprio já aprovados trimestralmente pelas reuniões do conselho de administração de 2025, no valor de R$ 284,09 milhões, conforme tabela abaixo. Os juros sobre capital próprio não sofrerão atualização monetária, estarão sujeitos à incidência de imposto de renda, conforme legislação em vigor, e deverão ser pagos em duas parcelas: a 1ª parcela (50%) até 30 de junho de 2026 e a 2ª parcela (50%) até 30 de dezembro de 2026; e

b) dividendos complementares no valor de R$ 51,77 milhões, com a distribuição de R$ 1,266433548 por ação ordinária e R$ 1,393076902 por ação preferencial, aos acionistas detentores de participação acionária em 30 de abril de 2026. Os dividendos deverão ser pagos também em duas parcelas: a 1ª parcela (50%) até 30 de junho de 2026 e a 2ª parcela (50%) até 30 de dezembro de 2026. Acesse aqui a tabela com os detalhes.

Neoenergia (NEOE3): assembleia aprova resgate compulsório de 24,25 milhões de ações em circulação no mercado

A Neoenergia (NEOE3) informou na noite desta segunda-feira, 4, que sua assembleia geral extraordinária aprovou o resgate compulsório de 24,25 milhões de ações em circulação no mercado. O valor a ser pago aos acionistas foi fixado em R$ 34,02 por papel com pagamento previsto para o dia 15 de maio.

Com esse movimento, a companhia encerra seu processo de fechamento de capital.

O preço de resgate será pago aos acionistas da Neoenergia com base na posição acionária registrada em 4 de maio de 2026.

Acesse aqui a íntegra do fato relevante com mais detalhes.

Em novembro do ano passado, a Neoenergia anunciou que sua controladora, a espanhola Iberdrola Energia, protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido para realizar uma oferta pública de aquisição (OPA).

Tupy (TUPY3) escolhe Harro Burmann como novo CEO

A Tupy (TUPY3) concluiu o processo de sucessão do cargo de diretor‑presidente e elegeu Harro Ricardo Schlorke Burmann para o cargo de diretor‑presidente (CEO), com início de seu mandato em 1° de junho de 2026.

Harro Burmann é executivo sênior com mais de 35 anos de experiência em liderança de operações industriais complexas e transformação organizacional, tendo ocupado posições executivas relevantes no Brasil e no exterior, incluindo, entre outras, as funções de presidente regional e vice-presidente global de operações do Grupo Dana, empresa líder mundial em sistemas de transmissão automotiva, presidente do estaleiro Atlântico Sul e, mais recentemente, chief operating officer da Hidrovias do Brasil.

“O conselho de administração entende que a trajetória profissional, a experiência em posições de liderança e o extenso relacionamento com a indústria automotiva no Brasil e no exterior apresentam aderência ao atual momento da companhia, contribuindo para a continuidade da estratégia e a execução das prioridades definidas pelo colegiado”, informa um comunicado da Tupy divulgado nesta segunda-feira, 4.

Com a posse do novo diretor‑presidente, Gueitiro Matsuo Genso, que vinha exercendo o cargo em caráter temporário, retornará integralmente às suas funções de diretor vice‑presidente de estratégia, novos negócios, inovação e M&A e de diretor de relações com investidores.

Méliuz recompra R$ 30 milhões em ações em 6 meses com recursos gerados da própria operação e gera 6,9% de Bitcoin Yield no período 

O Méliuz (CASH3; OTCQX: MLIZY) informou na noite de segunda-feira, 4, que já recomprou 7.537.000 ações nos últimos seis meses através de contratos de derivativos com contrapartes, o que corresponde a aproximadamente 82,5% do total autorizado.

“Tal programa reflete a convicção da administração de que o preço de mercado das ações da companhia não captura adequadamente o seu valor real, tornando a recompra uma decisão estratégica e alinhada aos interesses de geração de valor aos seus acionistas”, afirmou a companhia em um comunicado.

Em aproximadamente seis meses, o programa de recompra de ações, integralmente financiado pelo caixa gerado das operações da companhia (aproximadamente R$ 30 milhões), resultou em um Bitcoin Yield Ajustado de 6,90%, o que representa uma taxa anualizada de 12,42%.

O Bitcoin Yield é um dos principais indicadores de performance das Bitcoin Treasury Companies. Ele mede a variação percentual da quantidade de Bitcoin detida pela companhia em relação ao total de ações em determinado período, permitindo avaliar se os acionistas estão aumentando sua exposição ao Bitcoin ao longo do tempo.

O Bitcoin Yield Ajustado, por sua vez, considera apenas as ações em circulação da companhia, excluindo aquelas recompradas no âmbito do programa de recompra de ações.

O Méliuz reafirmou seu compromisso na geração de valor para os acionistas através da recompra de ações, considerando que possui atualmente 604,69 Bitcoins – que a preço de hoje correspondem a aproximadamente R$ 238,8 milhões -, e R$ 64,3 milhões em caixa, conforme divulgado no resultado do quarto trimestre (4T25), totalizando cerca de R$ 303,1 milhões em ativos líquidos; conta com uma operação que gerou, nos últimos doze meses encerrados no 4T25, R$ 92,9 milhões de Ebitda ajustado e R$ 54,6 milhões de lucro líquido ajustado; não possui endividamento; e o valor de mercado atual da companhia é de aproximadamente R$ 487,2 milhões.

Brisanet ( BRST3) vence leilão da Anatel

A Brisanet Serviços de Telecomunicações (BRST3) venceu o Leilão de Radiofrequências conduzido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para a obtenção do direito de uso de radiofrequência em caráter primário na faixa de 700 MHz.

A companhia arrematou os Lotes A2 e A3, que compreendem blocos regionais de 10+10 MHz com abrangência em diversas localidades das regiões Nordeste e Centro-Oeste, todas elas com vigência até 2044.

As propostas vencedoras foram apresentadas pelo valor mínimo estipulado no edital, sem a incidência de ágio.

O montante total ofertado pela somatória dos Lotes foi de R$ 8,1 milhões. Em linha com o modelo não arrecadatório do certame, as propostas vencedoras foram apresentadas pelo valor mínimo estipulado no edital, sendo que o desembolso desse montante será parcelado com pagamentos anuais até o vencimento da autorização em 2044.

Os compromissos incluem a cobertura de rodovias, com a implementação de tecnologia 4G ou superior em mais de 2.600 km de trechos de rodovias federais que cruzam as áreas dos lotes arrematados, garantindo conectividade em importantes eixos logísticos do país; e o atendimento de 280 localidades nas duas regiões e sedes municipais ainda não atendidas com banda larga móvel de quarta geração ou superior, conforme cronograma estabelecido no edital para conclusão até 2030.

A Brisanet explicou que a faixa de 700 MHz é considerada uma faixa nobre de suporte ao serviço móvel devido às suas características físicas de longo alcance e alta penetração indoor.

Para a Brisanet, esta conquista é estratégica por dois pilares: eficiência de rede e otimização dos Investimentos: complementa as faixas de 2,3 GHz e 3,5 GHz (arrematadas em 2021), permitindo uma cobertura 5G/4G mais robusta com menor necessidade de adensamento de torres (Capex eficiente). Além disso, viabiliza uma experiência de usuário superior, essencial para a expansão do market share no segmento.

Divulgam resultado do 1T26 nesta terça, 5:

Após o fechamento do mercado: Itaú, Tim, Prio, Copel, Raia Drogasil, Iguatemi, Vulcabras, C&A, Tenda, GPA.

Pagam provento nesta terça, 5:

Allos (ALOS3) 

A Allos paga nesta terça-feira, 5, a primeira tranche do dividendo anunciado em março no valor de R$ 0,29 por ação. A data de corte foi em 22 de abril.

Fleury (FLRY3)

O Fleury paga nesta terça-feira, 5, a primeira parte do dividendo anunciado em novembro de 2025. Será pago o valor de R$ 0,40 por ação. O valor de R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, será pago em 2 de setembro de 2026. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 2 de dezembro de 2025. As ações são negociadas na condição “ex-dividendos” desde 3 de dezembro de 2025 (inclusive).

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Mercados nesta segunda, petróleo, notícia da MBRF, CVC, Log e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-segunda-petroleo-noticia-da-mbrf-cvc-log-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/05/mercados-nesta-segunda-petroleo-noticia-da-mbrf-cvc-log-e-de-outras-companhias/#respond Mon, 04 May 2026 10:59:31 +0000 https://financenews.com.br/?p=206895   Publicado às 7h57 Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55) Alemanha (DAX): +0,08%  Londres (FTSE 100): […]

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Publicado às 7h57

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,08% 

Londres (FTSE 100): feriado

Japão (Nikkei 225): feriado

China (Xangai Comp.): feriado

Hong Kong (Hang Seng): +1,24%

Petróleo Brent: +3,73% (US$ 112). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,78% (US$ 79.352)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,53% (US$ 4.572)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Com o feriado na China, não houve operação na bolsa de Dalian.  

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,44% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,13%. Nasdaq futuro caía 0,05%.

Notícias corporativas

Log (LOGG3) avança com a venda de 11 ativos

A Log (LOGG3) informou nesta segunda-feira, 4, que avançou com a venda de 11 ativos para o Itaú Log CP Fundo de Investimento Imobiliário Responsabilidade Limitada, fundo de investimento imobiliário administrado pela Intrag e gerido pelo Itaú Asset, mediante a celebração da assinatura do compromisso de venda. O fundo tem como política de investimento a aquisição de um portfólio de 11 ativos operacionais da companhia. 

O valor da transação é de bilhão e vinte milhões de reais, e abrange uma Área Bruta Locável (ABL) total de 332.851 m² (100% Log), o equivalente a R$ 3.065/m², próximo ao valor patrimonial líquido dos ativos (NAV). A transação representa uma margem bruta de 33%, sendo a maior operação de venda já realizada pela Log. 

A expectativa é que a liquidação financeira ocorra no segundo trimestre de 2026. 

Um contrato de consultoria especializada de Fundo de Investimento Imobiliário foi celebrado entre a Loç, a Intrag, o Itaú Asset e o Fundo para a prestação de serviços de consultoria especializada ao Fundo em relação ao Ativos, com valor de remuneração correspondente a 0,50% ao ano sobre o patrimônio líquido do Fundo. Portanto, a Loç manterá a gestão comercial e imobiliária dos ativos, gerando novas receitas de serviços, retendo também a inteligência comercial e gestão da carteira de clientes. 

“Além de trazer maior eficiência para a estrutura de capital da companhia, a transação antecipará recursos necessários à execução do plano de investimentos previsto para 2026, com a finalidade de destravar o potencial de geração de valor associado aos novos projetos em desenvolvimento”, afirmou a Log. 

MBRF (MBRF3) e HPDC concluem criação de Sadia Halal

A MBRF (MBRF3) divulgou na noite de domingo, 3, junto com a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do fundo soberano saudita de investimento público (PIF), a conclusão da transação que cria a Sadia Halal.

Em abril, a MBRF, companhia resultante da fusão entre a Marfrig e a BRF, informou que havia conseguido todas as aprovações necessárias de autoridades para formar uma parceria com o fundo soberano da Arábia Saudita no Oriente Médio, em preparação para uma futura oferta de ações da Sadia Halal, plataforma de produção e distribuição da companhia na região.

“Com a conclusão da primeira etapa, serão iniciados imediatamente os preparativos para o IPO da Sadia Halal. A oferta pública inicial está prevista para ser realizada na bolsa de valores de Riade, na Arábia Saudita, sujeita às condições de mercado e obrigações regulatórias aplicáveis”, divulgou a companhia neste domingo em um fato relevante.

A MBRF destaca que a criação da Sadia Halal representa um marco para a indústria de alimentos halal. Com um enterprise value de 2,07 bilhões de dólares, a Sadia Halal é constituída como uma das maiores plataformas de produção e distribuição de proteínas halal do mundo, reunindo unidades fabris na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos, centros de distribuição em cinco países do Golfo e acesso a uma base de consumidores de mais de 350 milhões de pessoas em 14 países islâmicos.

CVC diz que não recebeu proposta de oferta pública de aquisição das ações

A CVC (CVCB3) divulgou neste domingo, 3, que, embora analise constantemente oportunidades que possam favorecer a CVC Corp e seus acionistas, até a presente data, não recebeu qualquer comunicação ou proposta acerca de eventual oferta pública de aquisição das ações da CVC Corp.

Mais cedo neste domingo, o blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, divulgou que a Despegar.com, controladora da marca Decolar, prepara uma oferta pública de aquisição (OPA) pela CVC Corp (CVCB3). Segundo o blog, o movimento visa consolidar a companhia argentina, controlada pela holandesa Prosus, como a principal força do setor de turismo na América Latina. Ainda de acordo com as informações do jornalista, o valor da proposta deve superar os R$ 3,30 por ação, estabelecidos no aumento de capital realizado em 2023.

Petrobras antecipa início de produção de Búzios 8 (P-79)

A Petrobras (PETR3, PETR4) iniciou na sexta-feira, 1° de maio, a produção de petróleo da plataforma P-79, no pré-sal da Bacia de Santos, com três meses de antecedência em relação à data prevista no Plano de Negócios 2026–2030 (PN 26–30) e antecipação total de cinco meses frente ao planejamento do ano anterior (PN 25–29). Oitava plataforma do campo de Búzios, com capacidade de 180 mil barris de óleo e de compressão de gás de 7,2 milhões de m³ diários, unidade aumentará a capacidade instalada de produção do campo, para aproximadamente 1,33 milhão de barris de petróleo diários. O projeto permitirá exportar gás para o continente, via interligação com o gasoduto Rota 3, expandindo a oferta de gás no Brasil em até 3 milhões de m³ por dia.

Desde a última sexta-feira a produção está sendo elevada de forma gradual, à medida que os poços forem interligados à plataforma, acompanhando a estabilização dos sistemas da unidade.

Segundo Sylvia Anjos, diretora de Exploração e Produção da Petrobras, “cada nova unidade em produção demonstra o compromisso da companhia com a segurança energética do país. O modo como fazemos isso reflete a história da Petrobras, marcada pela excelência operacional e a superação de limites”.

“A antecipação do início de produção da P 79 mostra a capacidade da Petrobras em planejar e entregar projetos complexos, desde a engenharia até a operação, com foco permanente em segurança”, afirma a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi.

A plataforma P-79, do tipo FPSO (plataforma que produz, armazena e transfere petróleo), é um casco com um projeto novo equipado com tecnologias para redução de emissões e maior eficiência operacional.

O FPSO integra o projeto de Desenvolvimento da Produção de Búzios 8, que prevê 14 poços, sendo 8 produtores e 6 injetores, equipados com sistemas de completação inteligente, que potencializam o gerenciamento da produção. A unidade será interligada com dutos rígidos de produção, injeção e exportação de gás e dutos flexíveis para as linhas de serviço, permitindo a produção em alta capacidade prevista para os poços do campo.

Com 345 metros de comprimento e 180 metros de altura (até o topo do flare), a P-79 chegou no Brasil em fevereiro, vinda da Coreia do Sul, trazendo as equipes de comissionamento e operação a bordo. Essa estratégia gerou valor, permitindo a dispensa de parada em águas abrigadas no Brasil, além do ganho de segurança, confiabilidade e prontidão operacional pelo avanço do comissionamento dos sistemas durante o translado.

A plataforma é a oitava em operação no campo de Búzios, o maior do país em reservas que, no ano passado, superou a marca de 1 milhão de barris por dia. Descoberto em 2010, o campo está localizado a 180 km da costa do estado do Rio de Janeiro, em águas ultra profundas da Bacia de Santos, a mais de 2 mil metros de profundidade. Operam no campo os FPSOs P-74, P-75, P-76, P-77, Almirante Barroso, Almirante Tamandaré e a P-78, que entrou em operação em dezembro de 2025. Ainda estão em construção os FPSOs P-80, P-82 e P-83; e, em licitação, Búzios 12. No total, o campo de Búzios comportará 12 FPSOs.

O consórcio de Búzios, atuante no campo, é composto por Petrobras (operadora), as empresas parceiras chinesas CNOOC, CNODC e a PPSA, empresa gestora dos contratos de partilha da produção.

Petrobras divulga relatório de produção e vendas do 1T26

A Petrobras (PETR3, PETR4) divulgou na noite de quinta-feira, 30, seu Relatório de Produção e Vendas do primeiro trimestre de 2026 (1T26). A petroleira reportou que produziu 2,58 milhões de barris por dia (bpd) de petróleo no Brasil no período, alta de 16,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As vendas de petróleo, gás e derivados totalizaram 3,22 milhões de barris ao dia (bpd) no primeiro trimestre de 2026 (1T26).

As exportações de petróleo somaram 888 mil bpd no 1T26, crescimento de 61,2% na comparação anual.

Acesse aqui a íntegra do relatório ou veja mais detalhes na tabela abaixo.

Bradesco (BBDC4) conclui incorporação da BGS pela Bradsaúde (SAUD3)

O Banco Bradesco (BBDC4) informou na noite de quinta-feira, 30, que foi homologada e consumada a incorporação das ações de emissão da Bradesco Gestão de Saúde (BGS) pela Bradsaúde (SAUD3), atual denominação da Odontoprev.

Com a incorporação de ações, a BGS passou a ser subsidiária integral da Bradsaúde. A participação do Bradesco no capital social da Bradsaúde passou a representar 91,35% do capital total e votante (sem levar em conta eventuais exercícios do direito de retirada por acionistas dissidentes da Bradsaúde, cujo prazo se encerrará em 7 de maio de 2026).

Nesta sexta, 1º de maio, será realizada assembleia geral extraordinária da Mediservice Operadora de Planos de Saúde, para aprovação da contribuição da carteira de planos odontológicos e demais ativos e passivos operacionais da Bradsaúde para a Mediservice. Com a incorporação de ações, a Mediservice se tornou controlada indireta da Bradsaúde.

Taesa (TAEE11) anuncia energização parcial de Saíra

A Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11) informou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os termos de liberação relativos à energização da Conversora Garabi 1 no âmbito do projeto de retrofit da concessão Saíra Transmissora de Energia Elétrica.

Com esta energização, a Saíra passa a adicionar a sua Receita Anual Permitida (RAP) o montante aproximado de R$ 23,0 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, equivalente a 12,0% da RAP total da concessão, com efeitos retroativos a 15 de abril de 2026.

O empreendimento de Saíra já se encontrava parcialmente operacional, com RAP habilitada de aproximadamente de R$ 140,1 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, correspondente à parte já operacional no momento do leilão, além dos trechos relativos à LT Santo Ângelo – Itá C1/C2 e o Reator 500 kV energizados entre agosto e outubro de 2025. Com esta energização, esse montante totaliza aproximadamente R$ 164,0 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, correspondente a 85,5% da RAP total da concessão.

O empreendimento foi parcialmente entregue com cerca de 23 meses de antecipação em relação ao prazo regulatório estabelecido pela ANEEL de março de 2028. Saíra é um empreendimento referente ao lote 5 do leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, 100% controlado pela Taesa. Saíra apresenta uma RAP total de R$ 191,7 milhões para o ciclo 2025-2026 e um Capex ANEEL de R$ 1.176 milhões. O empreendimento está localizado nos estados de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com extensão aproximadamente de 743 km de linhas de transmissão, e três subestações, sendo a SE Garabi uma conversora denominada de back-to-back que possibilita a exportação e importação de energia elétrica para Argentina.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Prio3, Itub4, Bbdc4 e de Csan3. Acesse aqui o vídeo.

Divulgam resultado do 1T26 nesta segunda, 4

Após o fechamento do mercado: BB Seguridade, Isa Energia, Marcopolo, Hidrovias do Brasil, IRB, Movida, Pague Menos, Log, Tegma.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 4

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 4, juros sobre o capital mensal no valor líquido de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 31 de março.

Banestes (BEES3, BEES4)

O Banestes paga nesta segunda-feira, 4, juros sobre o capital mensal no valor líquido de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial.  A data-base foi 1° de abril.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 4, juros sobre o capital mensal no valor de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi 1° de abril.

Banrisul (BRSR6)

A data de corte para ter direito ao dividendo do Banrisul aprovado pela assembleia de acionistas em 28 de abril, é nesta segunda-feira, 4. As ações do banco passam a ser negociadas “ex-direito” aos dividendos a partir de 5 de maio. O valor bruto unitário é de R$ 0,07 por ação ON, R$ 0,08 por ação PNA e R$ 0,07 por ação PNB. O pagamento ocorrerá em 18 de maio de 2026.

Espaçolaser (ESPA3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Espaçolaser aprovado pela assembleia de acionistas, é nesta segunda-feira, 4. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026, inclusive. Esse valor corresponde a R$ 0,00062213084 por ação ordinária.  O pagamento será realizado em uma única parcela, até o final do exercício de 2026, em data a ser definida pela administração.

Terça, 5

Allos (ALOS3) 

A Allos paga na terça-feira, 5, a primeira tranche do dividendo anunciado em março no valor de R$ 0,29 por ação. A data de corte foi em 22 de abril.

Fleury (FLRY3)

O Fleury paga na terça-feira, 5, a primeira parte do dividendo anunciado em novembro de 2025. Será pago o valor de R$ 0,40 por ação. O valor de R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, será pago em 2 de setembro de 2026. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 2 de dezembro de 2025. As ações são negociadas na condição “ex-dividendos” desde 3 de dezembro de 2025 (inclusive).

Ourofino (OFSA3) 

A Ourofino paga a terça-feira, 5, o dividendo aprovado por sua assembleia realizada em 16 de abril. O montante é de R$ 19,3 milhões, equivalente a R$ 0,36 por ação de emissão da companhia. Terão direito acionistas registrados como tal na data da assembleia, ou seja, nesta quinta-feira, 16 de abril. Desde 17 de abril as ações de emissão da Ourofino passaram a ser negociadas “ex-dividendos”. Os juros sobre o capital próprio declarados em reunião do conselho de administração realizada em 16 de dezembro de 2025, no montante líquido de R$ 43.526.226,96, equivalente a R$ 0,80 por ação, também serão pagos até 5 de maio.

Quinta, 7

Santander Brasil (SANB11) 

O Banco Santander Brasil paga a partir de quinta-feira, 7, os juros sobre o capital próprio anunciados em 10 de abril. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,44. O valor por ação PN é R$ 0,23; e por ação ON é R$ 0,21. Tem direito as pessoas inscritas nos registros da companhia no final do dia 20 de abril de 2026 (inclusive). Dessa forma, desde 22 de abril (inclusive), as ações são negociadas “ex-JCP”.

Sexta, 8

Marcopolo (POMO4) 

A Marcopolo paga a partir de sexta-feira, 8, juros sobre o capital próprio. O valor é de R$ 0,085 por ação. Os juros sobre o capital próprio serão pagos com base nas posições dos acionistas no dia 24 de abril de 2026. Desde 27 de abril as ações da companhia são negociadas ex-juros.

Magazine Luiza (MGLU3) 

O Magazine Luiza paga na sexta-feira, 8, dividendos aprovados em assembleia no dia 23 de abril. O valor total soma R$ 63 milhões, o que corresponde a R$ 0,08 por ação ordinária. Desse valor R$ 3.021.053,04 são a título de dividendos mínimos obrigatórios; R$ 17.119.300,54 são a título de dividendos adicionais; e R$ 42.859.646,42 são a título de dividendos intermediários. Tem direito ao recebimento desses dividendos os titulares de ações ordinárias de emissão do Magazine Luiza na sexta-feira, 24 de abril. As ações passaram a ser negociadas “ex dividendos” desde 27 de abril.

Grazziotin (CGRA4) 

A Grazziotin paga na sexta-feira, 8, juros sobre o capital próprio (JCP) relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Os valores a serem pagos referem-se a dois proventos. O primeiro, aprovado em reunião realizada em 30/05/2025, corresponde ao montante bruto de R$ 36,9 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,79 e o valor líquido será de R$ 1,52. A data “ex” para esses JCP foi 05/06/2025. O segundo evento foi declarado em reunião do conselho de administração realizada em 11/12/2025, no valor bruto de R$ 23 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,13 e o valor líquido será de R$ 0,96. A data “ex” desses JCP foi 17/12/2025.

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