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A avaliação do resultado do Nubank, MBRF, Cyrela, 3tentos, Copasa, BB e da Petrobras https://financenews.com.br/2026/05/a-avaliacao-do-resultado-do-nubank-mbrf-cyrela-3tentos-copasa-bb-e-da-petrobras/ https://financenews.com.br/2026/05/a-avaliacao-do-resultado-do-nubank-mbrf-cyrela-3tentos-copasa-bb-e-da-petrobras/#respond Sat, 16 May 2026 21:38:27 +0000 https://financenews.com.br/?p=207709   Publicado às 18h36 Nubank (ROXO34): como o mercado avaliou o resultado do primeiro trimestre […]

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Publicado às 18h36

Nubank (ROXO34): como o mercado avaliou o resultado do primeiro trimestre

Para o Safra, o Nubank (B3: ROXO34; Nasdaq: NU) divulgou resultados mistos no primeiro trimestre de 2026 (1T26). Seus analistas avaliam que o balanço trouxe um viés levemente mais negativo, principalmente por causa da evolução dos indicadores de crédito.

O ponto central do trimestre esteve no avanço relevante das operações classificadas em estágio intermediário de risco, que cresceram muito acima da sazonalidade histórica.

Esse movimento importa porque a migração inicial de uma carteira saudável para um estágio de maior risco já exige uma parcela relevante das provisões esperadas ao longo da vida do crédito, comenta a equipe do Safra.

Na avaliação do banco, o dado mais relevante do trimestre foi o forte crescimento das operações classificadas em estágio intermediário e avançado de risco. Só as novas provisões ligadas ao estágio intermediário somaram US$ 535 milhões, muito acima dos US$ 183 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Para a equipe de analistas, a trajetória do segundo trimestre dependerá do comportamento dessas carteiras que migraram recentemente para uma faixa de risco maior. Se elas permanecerem nesse estágio, a pressão pode ser mais limitada. Por outro lado, se avançarem para um nível mais crítico, novas provisões devem voltar a pesar sobre o resultado.

A receita total do Nubank somou US$ 4,968 bilhões, em linha com a estimativa do Safra. O desempenho refletiu receitas com tarifas ligeiramente maiores e receitas de juros um pouco menores.

O lucro líquido reportado ficou em US$ 872 milhões, 6% abaixo da projeção do Safra. Parte desse número foi favorecida por uma alíquota efetiva de imposto de 8,7%, abaixo do patamar que a própria companhia espera para os próximos trimestres.

Já a XP comentou em relatório que, apesar de uma leitura negativa de qualidade de crédito no 1T26, marcada por um aumento de 89 bps na base trimestral na inadimplência curta, provisões acima do esperado e pressão na margem financeira ajustada ao risco, observa a dinâmica subjacente como amplamente explicada por fatores identificáveis, e não como indicativa de deterioração estrutural. A XP destacou que não vê o trimestre como um ponto de inflexão negativa. Em vez disso, enxerga uma assimetria ainda atrativa, sustentada por avenidas de crescimento, métricas operacionais resilientes e um valuation que já incorpora espaço para revisões de curto prazo, reforçando a convicção de seus analistas na tese.

MBRF (MBRF3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26)

O time de analistas da XP comenta em relatório que a MBRF (MBRF3) reportou um sólido resultado acima do esperado no primeiro trimestre (1T26), embora provavelmente não totalmente recorrente. Para seus analistas, a queima de caixa de R$ 1,262 bilhão foi o ponto negativo, embora a variação cambial tenha ajudado no trimestre, levando a alavancagem a permanecer estável na base trimestral, ainda em um nível desconfortável.

A equipe do banco Safra destaca que a companhia entregou um resultado melhor do que o projetado pelo mercado no primeiro trimestre de 2026. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado ficou 8% acima da estimativa do Safra e 6% acima do consenso.

Na avaliação do banco, o trimestre foi positivo e refletiu, sobretudo, a força da operação de carne bovina na América do Sul. A divisão conseguiu ampliar margens mesmo diante da alta no preço do gado, o que reforçou a percepção de boa execução operacional.

Ao mesmo tempo, a BRF apresentou desempenho robusto nos mercados internacionais. A avaliação é que esse movimento compensou, em parte, a fraqueza do mercado doméstico. Por isso, apesar de um ambiente ainda pressionado em algumas frentes, o resultado consolidado surpreendeu positivamente, ressalta o Safra.

Cyrela (CYRE3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26)

Na avaliação do time de analistas do BTG a Cyrela (CYRE3) apresentou resultados mais fracos no primeiro trimestre (1T26), com receita líquida de R$ 2 bilhões, crescimento de 4% ano/ano, mas abaixo das estimativas. O lucro líquido somou R$ 297 milhões, queda de 9% na base anual de comparação e abaixo das projeções devido a receita líquida mais fraca e maiores despesas comerciais.

Para o Safra, a companhia divulgou um resultado abaixo das estimativas no primeiro trimestre de 2026. O principal fator de pressão veio da receita mais fraca, em um período marcado pelo reconhecimento integral de vendas fora do balanço no trimestre anterior e por um volume menor de lançamentos.

Se o lucro veio abaixo do esperado, a geração de caixa foi um dos pontos fortes do trimestre. A Cyrela gerou R$ 134 milhões em caixa, bem acima da estimativa de R$ 56 milhões do Safra.

3tentos (TTEN3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26)

O BTG destaca em relatório que a 3tentos (TTEN3) apresentou resultados fortes no primeiro trimestre (1T26), com receita líquida crescendo 20% na base anual de comparação para R$ 4,2 bilhões e Ebitda ajustado dobrando em relação ao ano anterior para R$ 394 milhões, acima das estimativas. A expansão de margens foi impulsionada principalmente pelos segmentos de Varejo e Grãos, enquanto a divisão Industrial manteve margens estáveis ajustadas pelos efeitos de hedge, ressalta o banco.

Para o time de analistas do Safra, a 3tentos abriu 2026 com um trimestre forte. A companhia entregou crescimento de 20% na receita líquida e desempenho acima das estimativas do banco, sustentada principalmente pelas operações de insumos agrícolas e comercialização de grãos.

A receita líquida somou R$ 4,2 bilhões no primeiro trimestre, número 6% superior à projeção do Safra. A avaliação é que o resultado refletiu volumes elevados em fertilizantes, milho e soja, além de uma composição mais favorável das operações.

O destaque veio do maior peso do Mato Grosso nas vendas. Segundo a equipe de analistas, essa mudança melhorou de forma relevante a rentabilidade do trimestre e explica parte importante da surpresa positiva em margem.

Banco do Brasil: como o mercado avaliou o resultado do 1T26

Para o BTG Pactual, o Banco do Brasil reportou resultados fracos no primeiro trimestre (1T26), com lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões e  Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) de 7,3%, queda de 30% na base trimestral e de e 54% na anual.

O principal impacto negativo continuou vindo do elevado custo de crédito, especialmente na carteira do agronegócio e no aumento da inadimplência em crédito para pessoas físicas, comenta a equipe de analistas.

O guidance de lucro líquido ajustado para 2026 foi revisado para baixo, passando de R$ 20 bilhões – 26 bilhões para R$ 18bi – R$ 22 bilhões, refletindo maior prudência diante da baixa visibilidade operacional, avalia o BTG.

Seus analistas também destacam que as provisões, incluindo descontos concedidos, cresceram 82% ano/ano para R$ 20,1 bilhões, impulsionadas pelo aumento da inadimplência inicial em pessoas físicas, enquanto o agronegócio segue apresentando tendência de deterioração.

Para o time de analistas da Genial, o banco estatal reportou um primeiro trimestre fraco, mas em linhas gerais amplamente esperado. Para a casa, o principal destaque negativo ficou para a revisão do guidance de 2026, anunciado há apenas três meses, refletindo uma deterioração mais intensa e prolongada do custo de crédito, especialmente no agronegócio. Segundo a equipe da Genial, a revisão reforça que o processo de normalização do ciclo rural deve ser mais lento do que o próprio banco e o mercado antecipavam inicialmente.

A equipe da Genial destaca ainda que a deterioração segue concentrada principalmente nas linhas ligadas à qualidade dos ativos, enquanto a recuperação continua dependendo da normalização gradual do ciclo do agronegócio, algo que, na visão da casa, dificilmente deve ocorrer antes do segundo semestre de 2026.

Para a XP, o 1T26 do BB foi fraco, embora em linha, com a principal preocupação migrando do resultado em si para a piora do cenário. O time da XP reforçou sua recomendação “neutra” para o ativo, dado o ainda baixo nível de visibilidade e a assimetria de riscos negativa, com espaço para novas revisões para baixo.

Petrobras: como o mercado avaliou o resultado do 1T26?

O mercado repercute nesta terça-feira, 12, o resultado da Petrobras no primeiro trimestre de 2026 (1T26).

Para a XP, apesar de ter aumentado sequencialmente (+7,3% na base trimestral), o Ebitda ajustado de US$ 11,7 bilhões ficou abaixo das suas estimativas e do consenso. O lucro líquido ficou praticamente em linha com as estimativas da casa.

Consequentemente, os dividendos e a geração de fluxo de caixa livre também ficaram abaixo das projeções. A equipe da XP comenta que o resultado abaixo das expectativas é explicado principalmente por preços de realização mais baixos do que o esperado nas exportações de petróleo bruto. A casa espera resultados substancialmente melhores no segundo trimestre (2T26).

Para a Genial Investimentos, a Petrobras entregou um resultado operacionalmente forte no 1T26, ainda que os números consolidados não reflitam integralmente o ambiente significativamente mais favorável para o petróleo observado ao longo do trimestre. Para seus analistas, o segundo trimestre de 2026 tende a apresentar números mais fortes tanto em receita quanto em geração de caixa e dividendos.

Em relatório o time de analistas comenta que o resultado operacionalmente sólido no 1T26 foi sustentado por três fatores principais: forte aumento do Brent (ainda não capturado em sua totalidade nos resultados); crescimento da produção de óleo e gás; e  desempenho excepcional do segmento de Refino, Transporte e Comercialização.

O BTG comenta em relatório que a tese se mantém intacta apesar do trimestre abaixo do esperado.

A avaliação do resultado da Copasa no 1T26

Para o BTG, a Copasa apresentou resultados razoáveis no primeiro trimestre de 2026 (1T26), com receita líquida ex-construção de R$ 1,91 bilhão, alta de 2,5% ano/ano, mas ligeiramente abaixo das estimativas, refletindo volumes praticamente estáveis e reajuste tarifário de 6,56%. O Ebitda atingiu R$ 790 milhões, queda de 3% na base anual e 5% abaixo das estimativas. Excluindo outros efeitos, o Ebitda ajustado teria alcançado R$ 752 milhões, em linha com as projeções, afirma o banco.

Já o lucro líquido totalizou R$ 368 milhões, impactado por despesas financeiras líquidas maiores do que o esperado e efeitos de derivativos e variação cambial, comenta a equipe do BTG em relatório.

Para o time de analistas da XP, a Copasa reportou resultados fracos no primeiro trimestre.

Já a Genial Investimentos chama a atenção que o atual nível de preços precifica a possibilidade da privatização ser bem sucedida em praticamente 100%. Em relatório, seus analistas destacam que o processo de privatização encontra-se em estágio avançado e segue sendo o grande gatilho para o case.

Para a casa, a melhora operacional já observada antecipa o potencial de captura adicional de eficiência sob uma gestão privada, com maior racionalidade econômica, otimização de Capex e possível reprecificação estrutural do múltiplo da companhia.

Na visão da Genial Investimentos, a combinação entre melhoria operacional já em curso e avanço concreto da desestatização mantém assimetria positiva relevante para o papel. A Genial está colocando a recomendação e preço-alvo sob revisão.

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MBRF (MBRF3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26) https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/ https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-a-avaliacao-do-resultado-do-primeiro-trimestre-1t26/#respond Sat, 16 May 2026 21:27:19 +0000 https://financenews.com.br/?p=207700   Publicado às 18h26 O time de analistas da XP comenta em relatório que a […]

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Publicado às 18h26

O time de analistas da XP comenta em relatório que a MBRF (MBRF3) reportou um sólido resultado acima do esperado no primeiro trimestre (1T26), embora provavelmente não totalmente recorrente. Para seus analistas, a queima de caixa de R$ 1,262 bilhão foi o ponto negativo, embora a variação cambial tenha ajudado no trimestre, levando a alavancagem a permanecer estável na base trimestral, ainda em um nível desconfortável. 

A equipe do banco Safra destaca que a companhia entregou um resultado melhor do que o projetado pelo mercado no primeiro trimestre de 2026. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado ficou 8% acima da estimativa do Safra e 6% acima do consenso.

Na avaliação do banco, o trimestre foi positivo e refletiu, sobretudo, a força da operação de carne bovina na América do Sul. A divisão conseguiu ampliar margens mesmo diante da alta no preço do gado, o que reforçou a percepção de boa execução operacional.

Ao mesmo tempo, a BRF apresentou desempenho robusto nos mercados internacionais. A avaliação é que esse movimento compensou, em parte, a fraqueza do mercado doméstico. Por isso, apesar de um ambiente ainda pressionado em algumas frentes, o resultado consolidado surpreendeu positivamente, ressalta o Safra.

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MBRF (MBRF3) reporta lucro de R$ 111 milhões no 1T26, alta de 26,8% no ano https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-reporta-lucro-de-r-111-milhoes-no-1t26-alta-de-268-no-ano/ https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-reporta-lucro-de-r-111-milhoes-no-1t26-alta-de-268-no-ano/#respond Thu, 14 May 2026 21:46:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=207608   Publicado às 18h44 A MBRF (MBRF3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que teve no primeiro […]

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Publicado às 18h44

A MBRF (MBRF3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 111 milhões, crescimento de 26,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda foi de R$ 3,1 bilhões, queda de 3,2% na base anual de comparação.

No 1T26 a Receita Líquida Consolidada da MBRF foi de R $ 39,4 bilhões, 0,1% abaixo do primeiro trimestre de 2025 . 

Veja outros detalhes do resultado da companhia na tabela abaixo: 

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Rápidas: Petrobras, Vale, MBRF, Copel, Natura, CVC, Log, Itaú, Banestes, Bradesco, Banrisul https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-petrobras-vale-mbrf-copel-natura-cvc-log-itau-banestes-bradesco-banrisul/ https://financenews.com.br/2026/05/rapidas-petrobras-vale-mbrf-copel-natura-cvc-log-itau-banestes-bradesco-banrisul/#respond Mon, 04 May 2026 14:22:25 +0000 https://financenews.com.br/?p=206918 Publicado às 11h22 Ibovespa Às 11h21 o Ibovespa tinha leve queda de 0,06% aos 187.208 […]

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Publicado às 11h22

Ibovespa

Às 11h21 o Ibovespa tinha leve queda de 0,06% aos 187.208 pontos. Às 11h18 o dólar comercial tinha baixa de 0,01% cotado a R$ 4,951 na venda.

Petrobras (PETR4)

Às 11h20 as ações PN da petroleira estatal tinham leve queda de 0,10% a R$ 49,03. No horário o preço do barril de petróleo Brent, referência para a Petrobras, subia 2,7% a 111 dólares.

Vale (VALE3)

Às 11h20 as ações da Vale tinham queda de 1,72% a R$ 79,78. 

MBRF (MBRF3) 

Às 11h19 as ações da MBRF subiam 3,56%. A MBRF anunciou junto com a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do fundo soberano saudita de investimento público (PIF), a conclusão da transação que cria a Sadia Halal. Serão iniciados os preparativos para o IPO da Sadia Halal. A oferta pública inicial está prevista para ser realizada na bolsa de valores de Riade, na Arábia Saudita. Com um enterprise value de 2,07 bilhões de dólares, a Sadia Halal é constituída como uma das maiores plataformas de produção e distribuição de proteínas halal do mundo, reunindo unidades fabris na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos, centros de distribuição em cinco países do Golfo e acesso a uma base de consumidores de mais de 350 milhões de pessoas em 14 países islâmicos.   

Copel (CPLE3) 

A Copel passou a integrar a carteira do Índice Dow Jones Best‑in‑Class (DJ BIC), no segmento Global, figurando entre as empresas com melhor desempenho em práticas ESG (Environmental, Social, and Governance). O índice é reconhecido internacionalmente como uma das principais referências em sustentabilidade corporativa. 

Natura (NATU3)

A Baillie Gifford Overseas Limited aumentou a participação acionária na Natura detida pelos veículos sob sua gestão discricionária. A gestora informou que sua participação atingiu 69.515.990 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal, equivalentes a 5,06% do total de ações de emissão da Natura. A Baillie Gifford informou, ainda, que sua participação acionária tem por objetivo o investimento na companhia, sem intenção de alterar sua composição de controle ou estrutura administrativa, e não visa atingir nenhum percentual de participação acionária em particular.

CVC (CVCB3)

Às 11h18 as ações da CVC saltavam 17% a R$ 2,28%. O blog de Lauro Jardim, no O Globo, divulgou no domingo que a Despegar.com, controladora da marca Decolar, prepara uma oferta pública de aquisição (OPA) pela CVC. Ainda de acordo com as informações do jornalista, o valor da proposta deve superar os R$ 3,30 por ação, estabelecidos no aumento de capital realizado em 2023. Também no domingo, a CVC divulgou que, embora analise constantemente oportunidades que possam favorecer a CVC Corp e seus acionistas, não havia recebido qualquer comunicação ou proposta acerca de eventual oferta pública de aquisição das ações da CVC Corp.  

Log (LOGG3)

A Log (LOGG3) informou nesta segunda-feira, 4, que avançou com a venda de 11 ativos para o Itaú Log CP Fundo de Investimento Imobiliário Responsabilidade Limitada, fundo de investimento imobiliário administrado pela Intrag e gerido pelo Itaú Asset, mediante a celebração da assinatura do compromisso de venda. O fundo tem como política de investimento a aquisição de um portfólio de 11 ativos operacionais da companhia. O valor da transação é de bilhão e vinte milhões de reais.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 4, juros sobre o capital mensal no valor líquido de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 31 de março.

Banestes (BEES3, BEES4)

O Banestes paga nesta segunda-feira, 4, juros sobre o capital mensal no valor líquido de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial.  A data-base foi 1° de abril.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 4, juros sobre o capital mensal no valor de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi 1° de abril.

Banrisul (BRSR6)

A data de corte para ter direito ao dividendo do Banrisul aprovado pela assembleia de acionistas em 28 de abril, é nesta segunda-feira, 4. As ações do banco passam a ser negociadas “ex-direito” aos dividendos a partir de 5 de maio. O valor bruto unitário é de R$ 0,07 por ação ON, R$ 0,08 por ação PNA e R$ 0,07 por ação PNB. O pagamento ocorrerá em 18 de maio de 2026.

Espaçolaser (ESPA3)

A data de corte para ter direito ao dividendo da Espaçolaser aprovado pela assembleia de acionistas, é nesta segunda-feira, 4. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 5 de maio de 2026, inclusive. Esse valor corresponde a R$ 0,00062213084 por ação ordinária.  O pagamento será realizado em uma única parcela, até o final do exercício de 2026, em data a ser definida pela administração.

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MBRF (MBRF3) e HPDC concluem criação de Sadia Halal https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-e-hpdc-concluem-criacao-de-sadia-halal/ https://financenews.com.br/2026/05/mbrf-mbrf3-e-hpdc-concluem-criacao-de-sadia-halal/#respond Sun, 03 May 2026 23:40:50 +0000 https://financenews.com.br/?p=206889   Publicado às 20h38 A MBRF (MBRF3) divulgou na noite deste domingo, 3, junto com […]

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Publicado às 20h38

A MBRF (MBRF3) divulgou na noite deste domingo, 3, junto com a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do fundo soberano saudita de investimento público (PIF), a conclusão da transação que cria a Sadia Halal.

Em abril, a MBRF, companhia resultante da fusão entre a Marfrig e a BRF, informou que havia conseguido todas as aprovações necessárias de autoridades para formar uma parceria com o fundo soberano da Arábia Saudita no Oriente Médio, em preparação para uma futura oferta de ações da Sadia Halal, plataforma de produção e distribuição da companhia na região.  

“Com a conclusão da primeira etapa, serão iniciados imediatamente os preparativos para o IPO da Sadia Halal. A oferta pública inicial está prevista para ser realizada na bolsa de valores de Riade, na Arábia Saudita, sujeita às condições de mercado e obrigações regulatórias aplicáveis”, divulgou a companhia neste domingo em um fato relevante.

A MBRF destaca que a criação da Sadia Halal representa um marco para a indústria de alimentos halal. Com um enterprise value de 2,07 bilhões de dólares, a Sadia Halal é constituída como uma das maiores plataformas de produção e distribuição de proteínas halal do mundo, reunindo unidades fabris na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos, centros de distribuição em cinco países do Golfo e acesso a uma base de consumidores de mais de 350 milhões de pessoas em 14 países islâmicos.  

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Rápidas: Petrobras, Vale, Klabin, Suzano, MBRF, Copasa, Odontoprev, Brisanet, Grendene https://financenews.com.br/2026/04/rapidas-petrobras-vale-klabin-suzano-mbrf-copasa-odontoprev-brisanet-grendene/ https://financenews.com.br/2026/04/rapidas-petrobras-vale-klabin-suzano-mbrf-copasa-odontoprev-brisanet-grendene/#respond Thu, 23 Apr 2026 14:17:05 +0000 https://financenews.com.br/?p=206417 Publicado às 11h17 Ibovespa Às 11h16 o Ibovespa tinha leve queda de 0,22% aos 192.461 […]

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Publicado às 11h17

Ibovespa

Às 11h16 o Ibovespa tinha leve queda de 0,22% aos 192.461 pontos. O dólar comercial caía 0,45% cotado a R$ 4,953 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às ações ON e PN da Petrobras operavam em leve queda nesta manhã. Às 11h15 as ações preferenciais caíam 0,22% a R$ 47,01. No mesmo horário o preço do barril de petróleo subia 1,2% a 103 dólares.

Vale (VALE3)

Às 11h14 as ações da Vale tinham queda de 0,93% cotadas a R$ 86,41. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,32% a 783,5 iuanes (US$ 114,8)

Klabin (KLBN11)

O time de analistas do J.P. Morgan rebaixou a recomendação de Klabin para “neutra”. O preço-alvo foi cortado de R$ 26 para R$ 22 por unit. Às 11h14 as units da companhia tinham queda de 2,30% a R$ 18,27.

Suzano (SUZB3)

O time de analistas da Genial Investimentos projeta que a Suzano terá um trimestre (primeiro trimestre de 2026) dominado por uma contração acentuada de volume na divisão de celulose, com pressão sequencial de receita decorrente da concentração de paradas programadas, combinada com a sazonalidade do Ano Novo Chinês e a continuação do corte de produção de -3,5% até o final de 2026. A equipe estima que, mesmo com um leve aumento no preço realizado em reais, o Ebitda deve sofrer um impacto significativo devido ao recuo de volume. A Genial projeta um Ebitda consolidado de R$ 4,2 bilhões. A Suzano divulgará seus resultados do 1T26 em 29 de abril, após o fechamento do mercado.

MBRF (MBRF3)

O BTG Pactual realizou ajustes nas estimativas para o primeiro trimestre de 2026 da MBRF, com destaque para maior volume esperado de carne bovina na América do Sul e revisão de premissas para BRF, com menores volumes, porém preços médios e margens operacionais mais elevados, refletindo prêmios de exportação e reabertura de mercados relevantes. A equipe de analistas destaca em relatório que, apesar das mudanças, a mensagem geral permanece inalterada, com ciclos anteriormente favoráveis começando a se reverter, especialmente com aumento do preço do gado pressionando margens. 

Copasa (CSMG3) 

O conselho de administração da Copasa aprovou, no âmbito das negociações de substituição dos atuais contratos por novos contratos de concessão, a antecipação de valores correspondentes aos repasses mensais do percentual de até 4% da Receita Operacional Líquida aos Fundos Municipais de Saneamento, limitada ao montante projetado até dezembro de 2028. O valor final a ser antecipado dependerá da adesão dos municípios, sendo que os pagamentos serão realizados nos meses de outubro/2026 e março/2027. 

Odontoprev (ODPV3) 

No contexto da combinação de negócios envolvendo a Odontoprev e a Bradesco Gestão de Saúde, a partir do pregão do dia 5 de maio as ações da Odontoprev passarão a ser negociadas na B3 sob o novo código de negociação (ticker) “SAUD3” e seu nome de pregão passará a ser “BRADSAUDE”. A mudança do ticker e do nome de pregão está alinhada à alteração da denominação social da companhia de “Odontoprev S.A.” para “Bradsaúde S.A.”, conforme aprovada pela assembleia geral extraordinária realizada em 6 de abril de 2026. 

Brisanet (BRST3)

A Brisanet vai pagar no próximo dia 12 de maio os juros sobre o capital próprio aprovados pelo conselho de administração em dezembro de 2025. Serão distribuídos R$ 18 milhões, representando o valor bruto de R$ 0,04 por ação ordinária. Esses JCP serão pagos pelo valor líquido de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 19 de dezembro de 2025, passando as ações a serem negociadas “ex-JCP” desde 22 de dezembro de 2025.

Grendene (GRND3)

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito ao provento da Grendene anunciado em 5 de março, é nesta quinta-feira, 23. A partir de sexta, 24, as ações da companhia serão negociadas ex-provento. O montante bruto é de R$ 83,1 milhões, que serão pagos aos acionistas a partir de 13 de maio de 2026. A quantia será distribuída na forma de JCP e dividendo. Em forma de juros sobre capital próprio será o montante bruto de R$ 82 milhões, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,09. Em forma de dividendo o valor bruto é de R$ 1,12 milhão, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,001248637 por ação.

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MBRF avança em parceria com fundo saudita https://financenews.com.br/2026/04/mbrf-avanca-em-parceria-com-fundo-saudita/ https://financenews.com.br/2026/04/mbrf-avanca-em-parceria-com-fundo-saudita/#respond Tue, 14 Apr 2026 16:26:44 +0000 https://financenews.com.br/?p=205990   Publicado às 13h24 A MBRF (MBRF3), companhia resultante da fusão entre a Marfrig e […]

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Publicado às 13h24

A MBRF (MBRF3), companhia resultante da fusão entre a Marfrig e a BRF, divulgou nesta terça-feira, 14, que conseguiu todas as aprovações necessárias de autoridades para formar uma parceria com o fundo soberano da Arábia Saudita no Oriente Médio, em preparação para uma futura oferta de ações da Sadia Halal, plataforma de produção e distribuição da companhia na região.

Segundo o comunicado enviado ao mercado, a BRF vai fazer parte da Sadia Halal por meio da contribuição de US$ 2,07 bilhões em ativos, incluindo suas empresas de distribuição localizadas na Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuweit e Omã; suas fábricas situadas na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos; e seu negócio de exportações diretas para clientes na região.

O acordo prevê que a Halal Products Development Company, subsidiária do fundo soberano saudita, aumentará a participação na parceria para até 20% até o final do primeiro semestre do próximo ano ou até o IPO da Sadia Halal.

Leia abaixo a íntegra do comunicado com os detalhes:

A MARFRIG GLOBAL FOODS S.A. (“Marfrig”), negociada sob o ticker ‘MBRF3’, e a BRF S.A. (“BRF”, em conjunto com a Marfrig, as “Companhias”), nos termos do Fato Relevante Conjunto publicado em 27 de outubro de 2025, comunicam aos seus acionistas e ao mercado em geral, em atendimento ao disposto na Resolução CVM nº 44 de 23 de agosto de 2021, o quanto segue em relação à joint venture com a Halal Products Development Company (“HPDC”), subsidiária integral do Public Investment Fund (“PIF”), fundo soberano da Arábia Saudita. 

  1. Aprovações Concorrenciais e Fechamento do Contrato de Investimento 

As Companhias informam que foram obtidas todas as aprovações necessárias perante as autoridades de defesa da concorrência competentes em relação ao contrato de investimento celebrado entre a BRF GmbH e a HPDC (“Contrato de Investimento”). As Companhias informarão o mercado tão logo o fechamento do Contrato de Investimento ocorra. No fechamento, a BRF GmbH contribuirá para a Sadia Halal Holding Company, veículo da joint venture com a HPDC (“Sadia Halal”), (i) suas empresas de distribuição localizadas na Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã; (ii) suas fábricas situadas na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos; e (iii) seu negócio de exportações diretas para clientes na região MENA. Os ativos da Turquia não fazem parte da transação. Os ativos a serem contribuídos têm um enterprise value de US$ 2,07 bilhões, com faturamento líquido de US$ 2,1 bilhões nos 12 meses até junho de 2025, equivalente a 7,3% da receita consolidada da MBRF, e um EBITDA de aproximadamente US$ 230 milhões, com um múltiplo implícito de 9x

  1. Compromisso de Aumento de Participação da HPDC para 20% 

As Companhias informam ainda que a BRF GmbH celebrou aditivo ao Contrato de Investimento por meio do qual a HPDC se comprometeu a aumentar sua participação na Sadia Halal para 20% (vinte por cento) do capital social até 30 de junho de 2027 ou até o IPO da Sadia Halal, o que acontecer primeiro. Esse aumento deverá se dar integralmente mediante venda de ações detidas pela BRF GmbH à HPDC. A HPDC segue com a possibilidade de atingir a participação de 40% até o IPO da Sadia Halal. Os desembolsos da HPDC com base no Contrato de Investimento deverão ocorrer da seguinte maneira: (i) a HPDC deverá contribuir à Sadia Halal, no dia do fechamento do Contrato de Investimento, o montante de SAR 91,4 milhões (USD 24,3 milhões) e, até 31 de dezembro de 2026, SAR 274,2 milhões (USD 73,1 milhões), ambas em transações primárias; (ii) a HPDC deverá então adquirir da BRF GmbH até 30 de junho de 2027, conforme descrito no parágrafo acima, ações da Sadia Halal no valor de USD 170,5 milhões, em uma transação secundária. Aumentos subsequentes deverão observar a divisão de 50% em transações primárias e 50% em transações secundárias. O compromisso da HPDC de aumentar sua participação na Sadia Halal reforça a consolidação da Sadia Halal como plataforma global de produção e distribuição de alimentos com certificação halal em preparação a seu IPO a partir de 2027, sujeito às condições de mercado e obrigações regulatórias aplicáveis. As Companhias manterão seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados sobre os desdobramentos relacionados ao objeto deste comunicado.

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MBRF (MBRF) e saudita Salic ampliam acordo de segurança alimentar https://financenews.com.br/2026/04/mbrf-mbrf-e-saudita-salic-ampliam-acordo-de-seguranca-alimentar/ https://financenews.com.br/2026/04/mbrf-mbrf-e-saudita-salic-ampliam-acordo-de-seguranca-alimentar/#respond Mon, 13 Apr 2026 11:33:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=205877 Publicado às 8h32 Em um comunicado enviado ao mercado na noite de domingo, 12, a […]

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Publicado às 8h32

Em um comunicado enviado ao mercado na noite de domingo, 12, a MBRF (MBRF3) anunciou a ampliação de seu contrato de fornecimento celebrado com a Saudi Agricultural and Livestock Investment Company (Salic), subsidiária integral do Public Investment Fund (PIF), fundo soberano do Reino da Arábia Saudita. 

Por meio do aditivo, os volumes máximos de fornecimento contratados foram duplicados e incluídos os produtos de carne bovina. 

Os volumes do contrato de fornecimento, em relação a produtos de aves, passam de 300.000 para até 600.000 toneladas anuais e, em relação a produtos de carne bovina, passam a ser de até 270.000 toneladas anuais.

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J.P. Morgan e Citi elevam participação na MBRF https://financenews.com.br/2026/04/j-p-morgan-e-citi-elevam-participacao-na-mbrf/ https://financenews.com.br/2026/04/j-p-morgan-e-citi-elevam-participacao-na-mbrf/#respond Thu, 02 Apr 2026 00:00:17 +0000 https://financenews.com.br/?p=205359   Publicado às 20h58 O J.P. Morgan Chase e o Banco Citi elevaram participação na […]

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Publicado às 20h58

O J.P. Morgan Chase e o Banco Citi elevaram participação na MBRF (MBRF3), conforme anunciado nesta quarta-feira, 1°, pela processadora de proteína animal.

Certas empresas controladas pelo J.P. Morgan adquiriram um total de 23.573.156 ações ordinárias da companhia em 24 de março de 2026. A participação do grupo econômico J.P. Morgan aumentou para 5,52% do total das ações ordinárias. O J.P. Morgan declarou que o aumento da participação teve motivação exclusiva de investimento e de proteção de riscos financeiros assumidos em operações celebradas com clientes e não visa, portanto, alterar a composição do controle ou da estrutura administrativa da companhia. 

O Citi informou que sua participação direta passou para 211.096.900 ações ordinárias, representando aproximadamente 15,06% do total de ações ordinárias de emissão da MBRF. A participação do Citi é composta por 205.096.414 ações ordinárias detidas fisicamente, 486 American Depositary Receipts (ADRs) e 6.000.000 instrumentos financeiros derivativos com liquidação física referenciados em ações ordinárias de emissão da companhia. 

O Citi declarou que o aumento da participação teve como motivação exclusiva a realização e manutenção de operações financeiras com clientes, bem como a realização e manutenção de hedge dos riscos financeiros assumidos em tais operações financeiras, e que não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia. 

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MBRF (MBRF3) e Minerva (BEEF3) : a avaliação do resultado do 4T25  https://financenews.com.br/2026/03/mbrf-mbrf3-e-minerva-beef3-a-avaliacao-do-resultado-do-4t25/ https://financenews.com.br/2026/03/mbrf-mbrf3-e-minerva-beef3-a-avaliacao-do-resultado-do-4t25/#respond Thu, 19 Mar 2026 19:13:55 +0000 https://financenews.com.br/?p=204572 Publicado às 14h Minerva (BEEF3) Em relatório o BTG Pactual comenta que a Minerva encerrou […]

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Publicado às 14h

Minerva (BEEF3)

Em relatório o BTG Pactual comenta que a Minerva encerrou 2025 com receitas e Ebitda recordes de R$ 55 bilhões e R$ 4,8 bilhões, respectivamente, apoiados pela aquisição dos ativos da Marfrig, que já parecem totalmente integrados. Ainda assim, o último trimestre foi mais fraco, avalia. O Ebitda somou R$ 1,17 bilhão, 9% abaixo da estimativa, com margem de 8,2%, também abaixo no ano/ano, trimestre/trimestre e frente à projeção. O capital de giro voltou a consumir caixa no trimestre, com aumento de forfait (risco sacado), queda nos adiantamentos de clientes e alguma formação de estoques, resultando em consumo de R$ 600 milhões. 

A equipe de analistas do banco ressalta que a alavancagem encerrou o período em 2,8x dívida líquida/Ebitda, ou 4,7x na base expandida, após um ano marcado por forte geração de caixa, mas também por maior dependência de financiamento de capital de giro.

Para a XP, a Minerva entregou resultados abaixo das suas estimativas, o que provavelmente levará a revisões negativas de lucro, especialmente devido a margens mais fracas do que o esperado e queima de caixa acima do previsto no trimestre. 

O time de analistas observa que os volumes de carne bovina caíram 8% na comparação trimestral e ficaram 4% abaixo da sua estimativa, principalmente devido a resultados mais fracos no Brasil, que interpretam como ligados a um ambiente de consumo doméstico mais deteriorado.

MBRF (MBRF3)

Em relatório, o BTG comenta que a MBRF encerrou 2025 com resultados operacionais muito fortes, com margens robustas em BRF e na operação de bovinos na América do Sul compensando o ano fraco em bovinos nos Estados Unidos, além de crescimento consistente de volumes ao longo do ano. 

No 4T25 o Ebitda reportado foi de R$ 3,4 bilhões, em linha com o esperado, mas 9% abaixo ano/ano por uma base de comparação mais forte, enquanto o lucro líquido ficou em apenas R$ 91 milhões, pressionado por despesas financeiras elevadas de R$ 2,1 bilhões. 

A avaliação é que, apesar do bom desempenho operacional, a geração de caixa permaneceu fraca, com queima de caixa de R$ 328 milhões no trimestre e dívida líquida IFRS 16 de R$ 50,4 bilhões ao fim do ano, equivalente a 3,8x o Ebitda dos últimos 12 meses.

Na Marfrig, a operação na América do Sul permaneceu resiliente, com volumes subindo 24% ano/ano e margem Ebitda de 10,5%, enquanto a América do Norte registrou margem ajustada de apenas 0,8%, refletindo um ambiente ainda bastante desafiador. A visão do banco se mantém “neutra” para o ativo, apoiada na combinação entre elevado endividamento e expectativa de margens operacionais mais baixas em 2026 do que em 2025.

Para a XP, a MBRF reportou um 4T25 pouco inspirador, com uma surpresa positiva em receitas, Ebitda ajustado em linha e leve decepção em margens.

No entanto, a equipe destaca que os resultados no acumulado de 2025 da MBRF foram sólidos considerando o primeiro caso de gripe aviária no Brasil no 2T25. A BRF reportou uma margem Ebitda ajustada de 16,1% no ano, confirmando a tese da XP de uma margem saudável no setor de frango.

Ainda de acordo com a XP, o trimestre ainda foi negativamente impactado pelas restrições às exportações de frango brasileiro, apenas parcialmente compensadas por margens sazonalmente mais altas em produtos comemorativos.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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MBRF (MBRF3) reporta lucro de R$ 91 milhões no 4T25, queda na base anual https://financenews.com.br/2026/03/mbrf-mbrf3-reporta-lucro-de-r-91-milhoes-no-4t25-queda-na-base-anual/ https://financenews.com.br/2026/03/mbrf-mbrf3-reporta-lucro-de-r-91-milhoes-no-4t25-queda-na-base-anual/#respond Wed, 18 Mar 2026 23:15:45 +0000 https://financenews.com.br/?p=204512   Publicado às 20h13 A MBRF (MBRF3) divulgou nesta quarta-feira, 18, que teve no quarto […]

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Publicado às 20h13

A MBRF (MBRF3) divulgou nesta quarta-feira, 18, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 91 milhões. No mesmo trimestre de 2024 (4T24) o lucro foi de R$ 1,125 bilhão. 

“O desempenho do trimestre foi impactado pelo aumento das despesas financeiras e pelos custos associados à reestruturação e ao processo de fusão”, afirmou a companhia.

O resultado líquido consolidado atribuído ao controlador foi de R$ 358 milhões em 2025, queda de 77,9% em relação ao lucro de R$ 1,619 bilhão em 2024. 

O Ebitda ajustado da MBRF no 4T15 foi de R$ 3,41 bilhões, queda de 9,1% no ano.

No 4T25, a receita líquida consolidada da MBRF somou R$ 43,9 bilhões, alta 4,8% em relação ao 4T24.

Veja mais detalhes do resultado na tabela abaixo:

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Notícia da Unifique, Embraer, Ferbasa, Casas Bahia, MBRF, Rede D’or e de outras companhias https://financenews.com.br/2026/03/noticia-da-unifique-embraer-ferbasa-casas-bahia-mbrf-rede-dor-e-de-outras-companhias/ https://financenews.com.br/2026/03/noticia-da-unifique-embraer-ferbasa-casas-bahia-mbrf-rede-dor-e-de-outras-companhias/#respond Sun, 08 Mar 2026 14:37:15 +0000 https://financenews.com.br/?p=203836   Publicado às 11h25 Notícias corporativas Unifique (FIQE3) anuncia aquisição da iSuper Telecom por meio […]

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Publicado às 11h25

Notícias corporativas

Unifique (FIQE3) anuncia aquisição da iSuper Telecom por meio da Unifique Paraná

A Unifique Telecomunicações (FIQE3) informou no sábado que constituiu em 4 de março de 2026, uma nova sociedade, denominada Unifique Paraná. Em um fato relevante a companhia divulgou que a Unifique Paraná será sua controlada.

“A constituição da Unifique Paraná está alinhada à estratégia da companhia de expansão da infraestrutura de transporte via fibra óptica no estado do Paraná, apoiando a implementação de Estações Rádio Base (ERBs) para a prestação do Serviço Móvel Pessoal (SMP), com tecnologia 5G”, explicou a Unifique no comunicado.

A Unifique Paraná celebrou neste sábado contrato para adquirir a totalidade das quotas emitidas pela iSuper Telecom, que atua desde 2008 no segmento de provedores de serviços de internet, atendendo clientes residenciais e corporativos em diversas cidades do estado do Paraná, incluindo Marialva, Mandaguari, Jandaia do Sul, Loanda, Maringá, Astorga, Cianorte, Cruzeiro do Oeste, Mauá da Serra, Santa Fé, Cambira e São João do Ivaí, possuindo aproximadamente 24 mil acessos ativos via fibra óptica.

O preço base de aquisição (equity value) foi avaliado em R$ 37,9 milhões.

Após a conclusão da aquisição da iSuper Telecom, a Unifique permanecerá como acionista controladora da Unifique Paraná, detendo participação de, pelo menos, 51% de seu capital social.

Rede D’Or obtém autorização do MEC para abrir faculdade de medicina no Rio de Janeiro

A Rede D’Or (RDOR3) obteve aprovação de sua habilitação pelo Ministério da Educação (MEC) para desenvolvimento de uma faculdade de medicina no município do Rio de Janeiro.

A companhia informou que a faculdade contará com o apoio, supervisão e liderança de seu braço de educação Instituto D’Or e terá 100 alunos por ano.

“Tal iniciativa está em linha com a visão estratégica da companhia de investir na formação e capacitação em alto nível de mais profissionais médicos para atendimento da população brasileira”, afirmou a Rede D’Or.

J.P. Morgan diminui participação na MBRF (MBRF3)

Certas sociedades controladas pelo J.P. Morgan realizaram operações com um total de 28.235.687 ações ordinárias da MBRF (MBRF3) em 27 de fevereiro de 2026. Dessa forma, com base no capital social da companhia representado por 1.401.916.108 ações ordinárias, a participação do grupo econômico do J.P. Morgan diminuiu para 4,46% do total das ações ordinárias emitidas pela companhia. As informações constam em um comunicado da MBRF enviado ao mercado na última sexta-feira, 6.

O J.P. Morgan informou ainda que possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela MBRF que, por meio de liquidação financeira, garantem uma exposição comprada de 22.492.205 e uma exposição vendida de 29.889.051 ações ordinárias.

O J.P. Morgan declarou que a diminuição da participação teve motivação exclusiva de investimento e de proteção de riscos financeiros assumidos em operações celebradas com clientes e não visa alterar a composição do controle ou da estrutura administrativa da companhia.

Grupo Casas Bahia (BHIA3) esclarece notícia do Valor Econômico

O Grupo Casas Bahia (BHIA3) prestou esclarecimentos sobre as informações veiculadas em uma matéria do jornal Valor Econômico em 5 de março intitulada “Exclusivo: Casas Bahia atrasa pagamento a lojistas, adia entregas e recorre aos Correios”.

A varejista afirmou que “eventuais atrasos pontuais ocorridos no passado por questões sistêmicas envolvendo pagamentos por Pix foram integralmente sanados, não remanescendo quaisquer pendências a esse respeito”.

Segundo a companhia, as informações trazidas pela matéria a esse respeito são “defasadas e desatualizadas”.

A Casas Bahia também destacou que sempre prezou pela máxima transparência e diligência ao manter o mercado atualizado acerca das diversas medidas relativas à reestruturação de sua estrutura de capital. “A notícia, portanto, não traz nenhuma informação acerca da estrutura de capital da companhia que já não seja de domínio público e induz erroneamente o leitor à conclusão de que o pagamento de juros pela companhia está sendo feito em detrimento de suas operações”, ressaltou a empresa.

A companhia também explicou que o setor varejista como um todo enfrenta, de forma recorrente, um aumento significativo no volume de vendas no período compreendido entre a Black Friday e o Natal, o que naturalmente gera um incremento na demanda por serviços de transporte e logística de um modo global.

“Referido cenário sazonal afeta todos os varejistas do setor, em maior ou menor escala, resultando em aumentos pontuais ou temporários no tempo médio de entrega de seus produtos”, ressaltou a varejista, destacando que tal situação “não representa uma deficiência estrutural em suas operações logísticas e a companhia reafirma seu compromisso de buscar os menores prazos de entrega para seus clientes”.

Embraer (EMBJ3) conclui programa de recompra de ações aprovado em 5 de março

A Embraer (EMBJ3) informou na sexta-feira, 6, que concluiu o programa de recompra de ações aprovado pelo conselho de administração na quinta-feira, 5 de março.

Segundo a companhia, o programa foi concluído em razão da aquisição da totalidade das ações ordinárias previstas. O prazo de vigência do programa era de 12 meses, com término previsto para 5 de março de 2027, sendo encerrado antecipadamente na sexta-feira, 6.

Durante a execução do programa foram adquiridas 10,9 milhões ações ordinárias de emissão da Embraer.

A fabricante brasileira de aviões informou ainda que foi concluída na sexta-feira, 6, a liquidação financeira dos contratos de equity swap celebrados com o Banco Itaú Unibanco.

A celebração dos contratos de equity swap tinha como objetivo mitigar as oscilações nas cotações das ações de emissão da companhia, tendo em vista a necessidade de pagamentos futuros pela companhia no âmbito de seus planos de incentivo de longo prazo, com exposição máxima de até 10.932.998 de ações ordinárias. O prazo máximo previsto para liquidação era de 12 meses, a partir de 7 de novembro de 2025, sendo encerrado antecipadamente na sexta-feira, 6.

Bolsa terá pregão mais curto a partir de segunda-feira, 9. Veja os detalhes:

A B3, a bolsa do Brasil, informou que, em decorrência do início do horário de verão nos Estados Unidos, a partir de 8 de março, e na Alemanha e na Inglaterra, a partir de 29 de março, os horários de negociação dos mercados de bolsa e de balcão administrados pela companhia serão ajustados.

As mudanças visam manter alinhamento com o horário de funcionamento de mercados internacionais e eficiência na formação de preços.

Por isso, a partir desta segunda-feira, 9 de março, o mercado de ações (que inclui o segmento à vista, fracionário, balcão organizado e fundos listados) terá uma hora a menos e funcionará das 10h às 16h55.

O mesmo horário valerá para BDRs (recibos de ações de empresas estrangeiras negociados no Brasil) e ETFs (fundos de índice negociados em bolsa).

No mercado de derivativos, o contrato futuro de Ibovespa passa a ser negociado das 9h às 18h25.

A partir de 30 de março de 2026 a B3 também implementará uma nova grade horária para Operações Estruturadas de Forward Points com Contrato Futuro de Míni Dólar Comercial (FRW). O horário de negociação será das 9h às 12h05. Para os Futuros do DAX (DAX) e Euro Stoxx 50 (ESX) o horário de negociação também será das 9h às 12h20.

Ferbasa (FESA4) reporta lucro de R$ 99,8 milhões no 4T25, queda de 21% na base anual

A Ferbasa (FESA4) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 99,8 milhões, queda de 21% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Na comparação com o terceiro trimestre de 2025 (3T25) houve alta de  117%.

O lucro líquido consolidado de 2025 totalizou R$ 188,7 milhões com margem líquida de 8,1%. O resultado representa um recuo de 42,4% em comparação com os R$ 327,8 milhões (margem de 14,7%) registrados em 2024.

Segundo a companhia, a variação anual é explicada pela valorização de 5% no dólar médio praticado, queda de 7,4% no preço médio das ferroligas em dólar; entre outros fatores.

A geração operacional de caixa, medida pelo Ebitda ajustado, atingiu R$ 4,3 milhões no 4T25 com margem Ebitda de 0,7% e declínio de 91,5% em relação ao 3T25 e queda de 90,9% em relação ao 4T24.

Em 2025, o Ebitda ajustado alcançou R$ 183,8 milhões e margem de 7,9%, resultado 47,8% inferior ao de 2024, basicamente determinado pela queda nos preços em dólar das ferroligas e pelos incrementos nos custos com energia elétrica e minério de cromo.

A receita líquida consolidada do 4T25 totalizou R$ 602,6 milhões, um crescimento de 11,1% ante o 3T25, fruto da elevação de 14,2% da receita com ferroligas. Essa variação exprime as altas de 14,8% no volume de vendas e de 1,5% no preço médio das ligas, em dólar, combinadas à desvalorização de 2% no dólar médio praticado. Em relação ao 4T24 houve leve queda de -0,8%.

Na comparação com 2024, a receita líquida consolidada subiu 4,4%, como consequência do aumento de 3,9% da receita com ferroligas. Esse resultado concilia os incrementos de 5% no dólar médio praticado e de 6,8% no volume de vendas, com a queda de 7,4% no preço médio em dólar das ferroligas.

A Ferbasa destacou que em 2025, as ações protecionistas dos Estados Unidos impactaram diretamente as exportações da companhia. Até dezembro/25, as ligas de ferrossilício acumulavam 69% de sobretaxação, referente ao somatório de 19% da tarifa “Antidumping” (março/25), 10% do “Tarifaço” global (abril/25) e, em agosto, mais 40% relacionado ao “Tarifaço” exclusivo para o Brasil. Já as ligas de ferrocromo foram impactadas pela tarifação de 40% em agosto/25.

CVM alerta para atuação irregular de Visfh Corp, Axiun Broker Corp, Clarus Option Corp, Delta Broker e OB Trader Corp

A Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) alerta ao mercado de capitais e ao público em geral sobre a atuação de Visfh Corp LLC, Axiun Broker Corp LLC, Clarus Option Corp LLC, Delta Broker LLC e OB Trader Corp LLC.

De acordo com a área técnica da Autarquia, foram identificados indícios de que as plataformas citadas, por meio dos sites https://www.oryxbroker.com/index.html, https://trustxbroker.com/, https://axiunbroker.com/, https://www.clarusoptionbroker.com/, https://deltacap.com.br/ e https://obtrader.io/, buscam captar clientes residentes no Brasil para a realização de operações com valores mobiliários.

As plataformas Visfh Corp LLC, Axiun Broker Corp LLC, Clarus Option Corp LLC, Delta Broker LLC e OB Trader Corp LLC não possuem autorização da CVM para intermediar valores mobiliários ou captar recursos de investidores para aplicação em valores mobiliários, afirmou a autarquia.

Por meio do Ato Declaratório CVM 24.856, a autarquia determinou às empresas a imediata suspensão de qualquer oferta pública de serviços de intermediação de valores mobiliários, de forma direta ou indireta, inclusive por meio de sites, aplicativos ou redes sociais, pelo fato de ela não integrar o sistema de distribuição previsto no art. 15 da Lei 6.385.

Caso a determinação da CVM não seja adotada, as empresas e pessoas que venham a ser identificadas como participantes dos atos irregulares estarão sujeitos à multa cominatória diária no valor de R$ 1.000,00.

Caso seja investidor ou receba proposta de investimento por parte da empresa citada, entre em contato com a CVM por meio do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), preferencialmente fornecendo detalhes da oferta e a identificação das pessoas envolvidas, a fim de que seja possível a pronta atuação da Autarquia no caso.

Área técnica da CVM alerta para atuação irregular de AT Global Markets International Limited e outras empresas

A Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) alerta ao mercado de capitais e ao público em geral sobre a atuação das empresas AT Global Markets International Limited, AT Global Markets (Brazil) Ltda e AT Capital Group Limited.

De acordo com a área técnica da autarquia, foram identificados indícios de que as empresas, com o uso das marcas ATFX e ATFX Brasil e por meio dos sites www.atfx.com e www.atfx.com.br, buscam captar clientes residentes no Brasil para a realização de operações com valores mobiliários. Restam evidências de que a AT Assessoria de Investimentos Ltda vem atuando na prospecção de clientes para as empresas mencionadas, afirmou a CVM.

As empresas AT Global Markets International Limited, AT Global Markets (Brazil) Ltda e AT Capital Group Limited não possuem autorização da CVM para intermediar valores mobiliários ou captar recursos de investidores para aplicação em valores mobiliários. Assessores de investimentos só podem atuar, na forma prevista na Resolução CVM 178, como prepostos e sob a responsabilidade de instituições integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários.

Por meio do Ato Declaratório CVM 24.870, a autarquia determinou às empresas a imediata suspensão de qualquer oferta pública de serviços de intermediação de valores mobiliários, de forma direta ou indireta, inclusive por meio de sites, aplicativos ou redes sociais, pelo fato de ela não integrar o sistema de distribuição previsto no art. 15 da Lei 6.385.

Caso a determinação da CVM não seja adotada, as empresas e pessoas que venham a ser identificadas como participantes dos atos irregulares estarão sujeitos à multa cominatória diária no valor de R$ 1.000,00.

Área técnica da CVM alerta para atuação irregular da Mirlux Options

A Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) alertou ao mercado de capitais e ao público em geral sobre a atuação da empresa Mirlux Options.

De acordo com a área técnica da autarquia, foram identificados indícios de que a empresa, alegadamente uma “corretora digital”, por meio dos sites https://mirlux.net e https://mirluxoptions.com, busca captar clientes residentes no Brasil para a realização de operações com valores mobiliários.

A Mirlux Options não possui autorização da CVM para intermediar valores mobiliários ou captar recursos de investidores para aplicação em valores mobiliários, destacou a autarquia.

Por meio do Ato Declaratório CVM 24.873, a CVM determinou às empresas a imediata suspensão de qualquer oferta pública de serviços de intermediação de valores mobiliários, de forma direta ou indireta, inclusive por meio de sites, aplicativos ou redes sociais, pelo fato de ela não integrar o sistema de distribuição previsto no art. 15 da Lei 6.385.

Caso a determinação da CVM não seja adotada, as empresas e pessoas que venham a ser identificadas como participantes dos atos irregulares estarão sujeitos à multa cominatória diária no valor de R$ 1.000,00.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Petr4, Vale3, Bbse3, Cxse3, Aure3, Pomo4, Bbas3. Acesse aqui o vídeo. 

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana:

Segunda, 9

Camil (CAML3) paga parcela de dividendo anunciado em dez/25 

JHSF (JHSF3) paga dividendo mensal

Terça, 10

Gerdau e Metalúrgica Gerdau tem data com para dividendo

Coelba (CEEB5) tem data com para JCP

Quarta, 11

Banco do Brasil (BBAS3) paga JCP 

Quinta, 12

Isa Energia (ISAE4) tem data com para dividendo

Mitre (MTRE3) tem data com para dividendo 

Sexta, 13

Bradespar (BRAP4) paga 2° parte do dividendo anunciado em 15/12/25 e JCP

Moura Dubeux (MDNE3) paga dividendo 

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J.P. Morgan diminui participação na MBRF (MBRF3) https://financenews.com.br/2026/03/j-p-morgan-diminui-participacao-na-mbrf-mbrf3/ https://financenews.com.br/2026/03/j-p-morgan-diminui-participacao-na-mbrf-mbrf3/#respond Sat, 07 Mar 2026 21:02:33 +0000 https://financenews.com.br/?p=203823   Publicado às 18h Certas sociedades controladas pelo J.P. Morgan realizaram operações com um total […]

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Publicado às 18h

Certas sociedades controladas pelo J.P. Morgan realizaram operações com um total de 28.235.687 ações ordinárias da MBRF (MBRF3) em 27 de fevereiro de 2026. Dessa forma, com base no capital social da companhia representado por 1.401.916.108 ações ordinárias, a participação do grupo econômico do J.P. Morgan diminuiu para 4,46% do total das ações ordinárias emitidas pela companhia. As informações constam em um comunicado da MBRF enviado ao mercado na última sexta-feira, 6.

O J.P. Morgan informou ainda que possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela MBRF que, por meio de liquidação financeira, garantem uma exposição comprada de 22.492.205 e uma exposição vendida de 29.889.051 ações ordinárias. 

O J.P. Morgan declarou que a diminuição da participação teve motivação exclusiva de investimento e de proteção de riscos financeiros assumidos em operações celebradas com clientes e não visa alterar a composição do controle ou da estrutura administrativa da companhia. 

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MBRF (MBRF3) aprova cancelamento de 35,7 milhões ações em tesouraria https://financenews.com.br/2026/02/mbrf-mbrf3-aprova-cancelamento-de-357-milhoes-acoes-em-tesouraria/ https://financenews.com.br/2026/02/mbrf-mbrf3-aprova-cancelamento-de-357-milhoes-acoes-em-tesouraria/#respond Sat, 28 Feb 2026 01:42:19 +0000 https://financenews.com.br/?p=203374   Publicado às 22h40 O conselho de administração da MBRF (MBRF3) aprovou o cancelamento de […]

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Publicado às 22h40

O conselho de administração da MBRF (MBRF3) aprovou o cancelamento de 35,7 milhões ações ordinárias de emissão da companhia, mantidas em tesouraria, sem redução do valor do capital social. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 27.

Em função do cancelamento de ações em tesouraria, o capital social da MBRF passou a ser dividido em 1.401.916.108 ações ordinárias. 

O artigo 5º do Estatuto Social da companhia será ajustado para refletir o cancelamento. 

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MBRF e governo do Paraná anunciam R$ 375 milhões para fortalecer produção de alimentos https://financenews.com.br/2026/02/mbrf-e-governo-do-parana-anunciam-r-375-milhoes-para-fortalecer-producao-de-alimentos/ https://financenews.com.br/2026/02/mbrf-e-governo-do-parana-anunciam-r-375-milhoes-para-fortalecer-producao-de-alimentos/#respond Tue, 24 Feb 2026 22:26:34 +0000 https://financenews.com.br/?p=203080   Publicado às 19h25 O Governo do Paraná e a MBRF (MBRF3) anunciaram nesta terça-feira, […]

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Publicado às 19h25

O Governo do Paraná e a MBRF (MBRF3) anunciaram nesta terça-feira, 24, o investimento de R$ 375 milhões para o fortalecimento da cadeia produtiva de aves e suínos no Estado. O aporte, que é o maior até o momento dentro do Fundo de Investimento Agrícola do Paraná (FIDC Agro Paraná), visa impulsionar a produção de alimentos, ampliar a base de integração e fortalecer a competitividade do agronegócio paranaense.

A iniciativa vai combinar recursos públicos e privados e prevê investimentos tanto na expansão e fortalecimento da base de produtores integrados, quanto nas unidades produtivas da companhia. Do total de recursos, R$ 300 milhões serão aportados pela MBRF, enquanto que os R$ 75 milhões restantes contarão com subsídio do Governo do Paraná.

A parceria com a MBRF, empresa fruto da fusão entre Marfrig e BRF, é a terceira fechada dentro desse modelo, que tem o fundo estruturado pela Fomento Paraná, instituição financeira estadual.

O FIDC tem por objeto preponderante a aquisição de direitos creditórios originados de operações de crédito vinculadas às atividades agroindustriais desenvolvidas no estado do Paraná, notadamente aqueles representados por Cédulas de Produto Rural Financeiras (CPR-F).  

“Os recursos captados no FIDC destinam-se à concessão de crédito à companhia e aos produtores rurais integrados à sua cadeia produtiva, contribuindo para o fortalecimento da produção integrada, o incremento da eficiência operacional e a promoção da sustentabilidade do agronegócio paranaense”, afirmou a companhia. 

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Prévia da Eztec, notícia da Totvs, MBRF, Sanepar, Inter, JCP do Banese e outros destaques https://financenews.com.br/2026/01/previa-da-eztec-noticia-da-totvs-mbrf-sanepar-inter-jcp-do-banese-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/01/previa-da-eztec-noticia-da-totvs-mbrf-sanepar-inter-jcp-do-banese-e-outros-destaques/#respond Sun, 18 Jan 2026 14:25:29 +0000 https://financenews.com.br/?p=201210 Publicado às 11h Notícias corporativas Prévia operacional da Eztec (EZTC3): vendas têm alta de 41% […]

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Publicado às 11h

Notícias corporativas

Prévia operacional da Eztec (EZTC3): vendas têm alta de 41% no 4T25

A Eztec (EZTC3) divulgou a prévia operacional do quarto trimestre de 2025 (4T25). As vendas líquidas somaram R$ 557,4 milhões, crescimento de 41% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24).

A companhia reportou um valor geral de vendas (VGV) de lançamentos de R$ 783 milhões no 4T25, crescimento de 198,9% em relação ao 4T24.

No acumulado de 2025, a Eztec teve o maior volume de vendas ​de sua história, ⁠com vendas ⁠brutas de R$ 2,2 bilhões e vendas líquidas de R$ 1,9 bilhão.

A construtora encerrou 2025 ‍com um estoque total de R$ 2,9 bilhões em valor geral de vendas, dos quais 41% correspondem a empreendimentos prontos, 28% a projetos em construção e 31% empreendimentos em fase de lançamento.

A Eztec divulga os resultados do 4T25 em 12 de março.

Banese (BGIP4) anuncia pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração do Banese (BGIP4) aprovou na sexta-feira, 16 de janeiro, a proposta da diretoria para pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor soma R$ 20 milhões.

O valor bruto é de R$ 0,883952919 por ação ordinária e R$ 0,972348211 por ação preferencial. Com retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte, resulta em juros líquidos de R$ 0,729261158 por ação ordinária e R$ 0,802187274 por ações preferencial. Para ter direito tem de estar na base acionária em 21 de janeiro de 2026. As ações passarão, a partir de 22 de janeiro, a serem negociadas na Bolsa de Valores “ex” esses juros sobre o capital próprio. Esses JCP serão pagos em 6 de fevereiro de 2026.

Totvs (TOTS3) elege vice-presidente de negócios para eficiência operacional 

A Totvs (TOTS3) informou que o seu conselho de administração elegeu Gustavo Mendes ao cargo de diretor vice-presidente de negócios para eficiência operacional. Competirá ao executivo liderar iniciativas voltadas ao aprimoramento da eficiência operacional da companhia, com foco na evolução dos principais indicadores de desempenho, afirmou a Totvs.

Suas principais atribuições compreenderão a otimização dos processos operacionais e a atuação transversal na estratégia de expansão da Totvs, fortalecimento dos resultados operacionais e da oferta integrada de soluções nos múltiplos canais da companhia, além da captura de eficiências por meio da utilização de tecnologias de produtividade e de inteligência artificial.

Gustavo Mendes é graduado em administração pela Florida International University, com formação executiva pela Harvard Business School. Com mais de 20 anos de experiência em liderança financeira e estratégica, consolidou sua carreira em empresas globais e de tecnologia, como iFood, Prosus e Walmart.com.

Sua trajetória é marcada pela gestão de operações financeiras complexas, planejamento estratégico e expansão de negócios em mercados dinâmicos, tendo liderado iniciativas de peso como a captação de recursos para a criação da vertical de logística do iFood.

Além de sua atuação executiva, possui experiência em conselhos de administração, provendo orientação estratégica com foco em crescimento, rentabilidade e eficiência operacional.

BTG reduz participação na MBRF (MBRF3)

O BTG Pactual reduziu participação na MBRF (MBRF3). A informação consta em um comunicado da MBRF divulgado na sexta-feira, 16.

O banco, em conjunto com suas subsidiárias, reduziu a posição para, aproximadamente, 54.362.192 ações ordinárias emitidas pela companhia, equivalendo a, aproximadamente, 3,78% do total de ações ordinárias.

O BTG possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela MBRF que por meio de liquidação física garantem uma exposição vendida de, aproximadamente, 54.622.225.

Além disso, o BTG possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela companhia que por meio de liquidação financeira que garantem uma exposição comprada de, aproximadamente, 1.180.400 e possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela companhia que por meio de liquidação financeira que garantem uma exposição vendida de, aproximadamente, 37.056.

O BTG ressaltou que a redução da participação acionária tem por objetivo a mera realização de operações financeiras e não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia.

Banco Inter obtém aprovação do BC americano para estabelecer agência bancária nos EUA 

O Inter&Co (Nasdaq: INTR; B3: INBR32) informou na noite de sexta-feira, 16, que recebeu aprovação do Federal Reserve, o Banco Central norte-americano e do Florida Office of Financial Regulaeon para estabelecer uma agência bancária internacional em Miami, na Flórida.

A autorização permitirá ao Banco Inter otimizar sua franquia global com uma estrutura de captação mais eficiente, redução nos custos de serviços, melhoria na experiência dos clientes e maior agilidade no lançamento de novos produtos, afirmou o Inter em um comunicado.

Ainda segundo a companhia, essa aprovação permite que o Inter amplie seus serviços financeiros nos Estados Unidos para clientes pessoa física e jurídica, fortalecendo sua presença global.

“A agência nos Estados Unidos fortalece nossa posição no sistema financeiro internacional e apoia nossa ambição de nos tornarmos uma plataforma global”, afirmou João Vitor Menin, CEO Global.

Moody’s Local Brasil afirma ratings AAA.br da Sanepar

A agência de classificação de risco Moody’s Local BR, afirmou o rating corporativo ‘AAA.br’ da Sanepar (SAPR4, SAPR11). A perspectiva é “estável”. Ao mesmo tempo, a agência afirmou os ratings AAA.br da 10ª, 13ª e 14ª emissões de debêntures da companhia.

A afirmação do rating corporativo da Sanepar reflete seus contratos de concessão de longo prazo, aliados a uma demanda resiliente e à geração de caixa estável e previsível, explicou a agência, destacando que incorporou à análise a área de concessão economicamente atraente da companhia e seu desempenho operacional sólido, com índices de cobertura de água e esgoto mais elevados frente aos pares nacionais e índice de perdas abaixo da média nacional.

A forte política financeira da Sanepar se traduz em uma posição de liquidez confortável nos últimos anos, ressaltou a Moody’s Local.

Por outro lado, ponderou o alto volume de investimentos do setor de saneamento, apesar de considerar que a Sanepar possui um forte fluxo de caixa e amplo acesso ao mercado de capitais.

Cogna (COGN3) encerra programa de recompra 

A Cogna (COGN3) encerrou o programa de recompra de ações de sua emissão. Desde a aprovação do programa, a companhia adquiriu, a preços de mercado, o total de 24.895.100 ações ordinárias em circulação no mercado negociadas na B3.

Recrusul (RCSL4): assembleia vai deliberar sobre desdobramento de ações

A Recrusul (RCSL3, RCSL4), holding operacional de negócios industriais no segmento de implementos de transportes rodoviários, refrigeração de transportes/industrial e tratores, informou na última sexta-feira, 16, que seu conselho de administração aprovou a submissão aos acionistas, em assembleia geral extraordinária (AGE), da proposta de desdobramento da totalidade das ações de emissão da companhia, na proporção de 1 (uma) ação ordinária para 4 (quatro) ações ordinárias e de 1 (uma) ação preferencial para 4 (quatro) ações preferenciais, sem modificação no valor do capital social. A AGE será realizada em 2 de março de 2026.

O desdobramento de ações tem por finalidade aumentar a liquidez das ações ordinárias e preferenciais de emissão da companhia no mercado e possibilitar um ajuste na cotação das ações, tornando o preço por ação mais atrativo e acessível a um maior número de investidores, afirmou a Recrusul.

As ações resultantes do desdobramento conferirão integralmente aos seus titulares os mesmos direitos das ações ordinárias e preferenciais então existentes, inclusive em relação aos dividendos e/ou juros sobre capital próprio que vierem a ser declarados posteriormente à data em que o desdobramento for aprovado.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Cyre3, Tots3, Klbn11, Suzb3, Ugpa3 e de Tasa4. Acesse o vídeo aqui.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 19

Copel paga juros sobre capital próprio

Terça, 20

Santander Brasil (SANB11) tem data com para JCP

Quarta, 21

TIM (TIMS3) paga até essa data juros sobre o capital

Allos (ALOS3) tem data com para 2° parte de dividendo 

Banese (BGIP4) tem data com para juros sobre o capital

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BTG reduz participação na MBRF (MBRF3) https://financenews.com.br/2026/01/btg-reduz-participacao-na-mbrf-mbrf3/ https://financenews.com.br/2026/01/btg-reduz-participacao-na-mbrf-mbrf3/#respond Sat, 17 Jan 2026 16:51:38 +0000 https://financenews.com.br/?p=201200 Publicado às 13h48 O BTG Pactual reduziu participação na MBRF (MBRF3). A informação consta em […]

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Publicado às 13h48

O BTG Pactual reduziu participação na MBRF (MBRF3). A informação consta em um comunicado da MBRF divulgado na sexta-feira, 16.

O banco, em conjunto com suas subsidiárias, reduziu a posição para, aproximadamente, 54.362.192 ações ordinárias emitidas pela companhia, equivalendo a, aproximadamente, 3,78% do total de ações ordinárias. 

O BTG possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela MBRF que por meio de liquidação física garantem uma exposição vendida de, aproximadamente, 54.622.225. 

Além disso, o BTG possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela companhia que por meio de liquidação financeira que garantem uma exposição comprada de, aproximadamente, 1.180.400 e possui instrumentos derivativos referenciados em ações ordinárias emitidas pela companhia que por meio de liquidação financeira que garantem uma exposição vendida de, aproximadamente, 37.056. 

O BTG ressaltou que a redução da participação acionária tem por objetivo a mera realização de operações financeiras e não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia. 

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MBRF (MBRF3): a avaliação do 3T25 https://financenews.com.br/2025/11/mbrf-mbrf3-a-avaliacao-do-3t25/ https://financenews.com.br/2025/11/mbrf-mbrf3-a-avaliacao-do-3t25/#respond Wed, 12 Nov 2025 10:49:53 +0000 https://financenews.com.br/?p=197589           Publicado às 7h48 A Genial Investimentos manteve a recomendação de […]

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Publicado às 7h48

A Genial Investimentos manteve a recomendação de “compra” para a MBRF (MBRF3) com preço-alvo de R$ 23. Na segunda-feira, 10, a companhia reportou no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 94 milhões, acima da expectativa. 

Em relatório, a equipe da Genial afirma que, ainda que reconheça os riscos atrelados à tese, como o de concentração em negócios cíclicos de aves e processados, entende que os vetores de valor a serem agregados ao acionista os superam. 

O time da Genial avalia que o recente descolamento do preço em relação aos fundamentos abre uma “janela de oportunidade” favorável. 

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

 

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Atualização: Petrobras em alta, MBRF sobe, Natura no negativo e outros destaques https://financenews.com.br/2025/11/atualizacao-petrobras-em-alta-mbrf-sobe-natura-no-negativo-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2025/11/atualizacao-petrobras-em-alta-mbrf-sobe-natura-no-negativo-e-outros-destaques/#respond Tue, 11 Nov 2025 16:47:52 +0000 https://financenews.com.br/?p=197522             Publicado às 13h47 Ibovespa O Ibovespa marcou um novo […]

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Gráfico diário do Ibovespa às 13h40

 

 

 

 

 

 

Publicado às 13h47

Ibovespa

O Ibovespa marcou um novo recorde intradiário nesta terça-feira. Pela primeira vez em sua história chegou ao patamar dos 158 mil pontos. Na máxima da sessão até agora chegou aos 158.467 pontos. Às 13h47 subia 1,47% aos 157.547. No mesmo horário, o dólar comercial tinha queda de 0,67% cotado a R$ 5,272 na venda. Entre outros fatores, o mercado repercute a inflação oficial abaixo do esperado e os avanços nas negociações para o fim da paralisação do governo norte-americano.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Os papéis da Petrobras aumentaram os ganhos no fim da manhã e operavam em forte alta neste começo de tarde. Às 13h46 as ações PN subiam 3,15% cotadas a R$ 33,38.

BB Seguridade (BBSE3)

A equipe do JP Morgan rebaixou a recomendação para BB Seguridade (BBSE3). Passou de “equal-weight” (equivalente à neutro) para “underweight” (equivalente à venda). O preço-alvo foi cortado de R$ 40 para R$ 34 por ação. O JP Morgan observa tendências desafiadoras à frente, com crescimento de prêmios ganhos em dígitos baixos no ano que vem e em 2027 e pressão sobre a receita financeira devido à queda da taxa Selic. Na avaliação dos analistas do banco, cada corte de 1 ponto percentual na Selic representa um impacto negativo de aproximadamente R$ 100 milhões nos lucros da companhia.

Vale (VALE3)

Às 13h45 as ações da Vale subiam 0,21% cotadas a R$ 65,35.

Natura (NATU3)

Às 13h45 os papéis da Natura caíam 15%. O time de analistas do BTG ressalta que a Natura apresentou outro trimestre com resultados operacionais abaixo do esperado, com destaque negativo para a Avon no Brasil e América Latina, prejudicada pela desaceleração do consumo e menor alavancagem operacional. “A companhia segue focada na reestruturação da Avon LatAm e na recuperação da operação no Brasil, embora os desafios operacionais e o consumo fraco mantenham a recomendação neutra”, escreve em relatório o time de analistas do banco.

Para a XP, a Natura reportou resultados fracos no 3T25, com a desaceleração do crescimento impactada por um ambiente macroeconômico desafiador e pelos ventos contrários da Onda 2, o que levou a uma desalavancagem operacional.

Sabesp (SBSP3)

Às 13h44 os papéis da Sabesp subiam 0,36%. Na avaliação do BTG, após um segundo trimestre muito forte, a Sabesp apresentou resultados mais fracos no 3T25, impactados por um mix tarifário abaixo do esperado e custos mais altos. Já o time da Genial comenta em relatório que a Sabesp reportou números abaixo do consenso de mercado devido, principalmente, a uma ligeira piora no mix da receita com a entrada de um maior número de consumidores baixa renda/tarifa subsidiada – algo plenamente esperado e que vai em linha com a proposta do processo de privatização da empresa.

MBRF (MBRF3)

Às 13h44 as ações subiam 4,79%. A Genial Investimentos manteve a recomendação de “compra” para a MBRF com preço-alvo de R$ 23. Na véspera a companhia reportou lucro líquido de R$ 94 milhões, acima da expectativa. Em relatório, a equipe da Genial afirma que, ainda que reconheça os riscos atrelados à tese, como o de concentração em negócios cíclicos de aves e processados, entende que os vetores de valor a serem agregados ao acionista os superam. O time da Genial avalia que o recente descolamento do preço em relação aos fundamentos abre uma “janela de oportunidade” favorável.

Movida (MOVI3)

Às 13h44 as ações da Movida saltavam 14,18%. Para o time de analistas do BTG, a Movida apresentou resultados acima do esperado no 3T25, com lucro líquido superior às estimativas, parcialmente beneficiado por ganho fiscal de JCP. Apesar do forte operacional e valuation atrativo, o alto nível de alavancagem ainda gera cautela. Em relatório, o banco destaca que, apesar do forte operacional e valuation atrativo, o alto nível de alavancagem ainda gera cautela.

Azzas (AZZA3)

Às 13h43 as ações da companhia subiam 3,16%. Para o time de analistas da XP, a Azzas reportou resultados do terceiro trimestre em linha, com receita pressionada e uma leve expansão da margem Ebitda devido ao controle de SG&A (Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas).

São Martinho (SMTO3)

Para a XP os resultados da São Martinho divulgados na véspera vieram acima das suas estimativas, mas em linha com o consenso. A companhia alterou seu guidance de processamento de cana para 22 milhões de toneladas, contra uma previsão anterior de 22,6 milhões, queda de 2,7%. Nas operações de cana-de-açúcar, a empresa estima um total de 3 milhões de toneladas de Açúcar Total Recuperável (ATR produzido) a serem produzidas no 12M26, -4,2% em relação ao guidance de 23 de junho de 2025.

Metalúrgica Gerdau (GOAU4)

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Metalúrgica Gerdau. A informação consta em um comunicado da metalúrgica divulgado nesta terça-feira, 11. A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Metalúrgica Gerdau, sendo que, em 6 de novembro suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 31.452.033 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,003% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia e 172.639 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,027% do total de ações PN.

Even (EVEN3)

Às 13h43 as ações saltavam 10,77%. Para a equipe do BTG, a Even apresentou resultados sólidos no 3T25, com lucro líquido de R$ 90 milhões, 43% acima das estimativas. A Even anunciou o pagamento de dividendo no valor de R$ 150 milhões.

Banco Bmg (BMGB4)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciado em 4 de novembro, é nesta terça-feira, 11. A partir de 12 de novembro, inclusive, as ações do Banco passarão a ser negociadas “ex-direito”. O valor bruto total é de R$ 59,7 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 25 de novembro de 2025.

Braskem (BRKM5)

Às 13h42 as ações saltavam 16,5%. A agência Bloomberg publicou na véspera que a Novonor, acionista da Braskem, “está perto” de acordo para vender sua participação para a empresa de investimentos IG4. Analistas também repercutem que a Braskem reportou prejuízo menor no 3T25. Além disso, anunciou um acordo com o estado de Alagoas no valor de R$ 1,2 bilhão.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

 

 

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Publicado às 11h29

Ibovespa

O Ibovespa marcou um novo recorde intradiário nesta terça-feira. Pela primeira vez em sua história chegou ao patamar dos 158 mil pontos. Na máxima da sessão até agora chegou aos 158.126 pontos. Às 11h28 subia 1,83% aos 158.092. O dólar comercial tinha queda de 0,71% cotado a R$ 5,270 na venda. Entre outros fatores, o mercado repercute a inflação oficial abaixo do esperado e os avanços nas negociações para o fim da paralisação do governo norte-americano.

Sabesp (SBSP3)

Às 11h26 os papéis da Sabesp subiam 1,10%. Na avaliação do BTG, após um segundo trimestre muito forte, a Sabesp apresentou resultados mais fracos no 3T25, impactados por um mix tarifário abaixo do esperado e custos mais altos. Já o time da Genial comenta em relatório que a Sabesp reportou números abaixo do consenso de mercado devido, principalmente, a uma ligeira piora no mix da receita com a entrada de um maior número de consumidores baixa renda/tarifa subsidiada – algo plenamente esperado e que vai em linha com a proposta do processo de privatização da empresa.

MBRF (MBRF3)

Às 11h25 as ações subiam 4,64%. A Genial Investimentos manteve a recomendação de “compra” para a MBRF com preço-alvo de R$ 23. Na véspera a companhia reportou lucro líquido de R$ 94 milhões, acima da expectativa. Em relatório, a equipe da Genial afirma que, ainda que reconheça os riscos atrelados à tese, como o de concentração em negócios cíclicos de aves e processados, entende que os vetores de valor a serem agregados ao acionista os superam. O time da Genial avalia que o recente descolamento do preço em relação aos fundamentos abre uma “janela de oportunidade” favorável. 

Movida (MOVI3)

Às 11h25 as ações da Movida saltavam 16,80%. Para o time de analistas do BTG, a Movida apresentou resultados acima do esperado no 3T25, com lucro líquido superior às estimativas, parcialmente beneficiado por ganho fiscal de JCP. Apesar do forte operacional e valuation atrativo, o alto nível de alavancagem ainda gera cautela. Em relatório, o banco destaca que, apesar do forte operacional e valuation atrativo, o alto nível de alavancagem ainda gera cautela.

Azzas (AZZA3)

Às 11h25 as ações da companhia subiam 1,38%. Para o time de analistas da XP, a Azzas reportou resultados do terceiro trimestre em linha, com receita pressionada e uma leve expansão da margem Ebitda devido ao controle de SG&A (Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas).

São Martinho (SMTO3)

Para a XP os resultados da São Martinho divulgados na véspera vieram acima das suas estimativas, mas em linha com o consenso. A companhia alterou seu guidance de processamento de cana para 22 milhões de toneladas, contra uma previsão anterior de 22,6 milhões, queda de 2,7%. Nas operações de cana-de-açúcar, a empresa estima um total de 3 milhões de toneladas de Açúcar Total Recuperável (ATR produzido) a serem produzidas no 12M26, -4,2% em relação ao guidance de 23 de junho de 2025.

Metalúrgica Gerdau (GOAU4) 

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Metalúrgica Gerdau. A informação consta em um comunicado da metalúrgica divulgado nesta terça-feira, 11. A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Metalúrgica Gerdau, sendo que, em 6 de novembro suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 31.452.033 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,003% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia e 172.639 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,027% do total de ações PN.

Even (EVEN3)

Às 11h25 as ações saltavam 12%. Para a equipe do BTG, a Even apresentou resultados sólidos no 3T25, com lucro líquido de R$ 90 milhões, 43% acima das estimativas. A Even anunciou o pagamento de dividendo no valor de R$ 150 milhões.

Banco Bmg (BMGB4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciado em 4 de novembro, é nesta terça-feira, 11. A partir de 12 de novembro, inclusive, as ações do Banco passarão a ser negociadas “ex-direito”. O valor bruto total é de R$ 59,7 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 25 de novembro de 2025.

Braskem (BRKM5)

Às 11h20 as ações saltavam 8%. A Braskem reportou prejuízo menor no 3T25. Além disso, anunciou um acordo com o estado de Alagoas no valor de R$ 1,2 bilhão.

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