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Brasil se prepara para dar um salto no crédito imobiliário, revela secretário de Política Econômica https://financenews.com.br/2025/10/brasil-se-prepara-para-dar-um-salto-no-credito-imobiliario-revela-secretario-de-politica-economica/ https://financenews.com.br/2025/10/brasil-se-prepara-para-dar-um-salto-no-credito-imobiliario-revela-secretario-de-politica-economica/#respond Mon, 27 Oct 2025 19:49:04 +0000 https://financenews.com.br/?p=196588           Publicado às 16h44 O Governo do Brasil pretende elevar a […]

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Publicado às 16h44

O Governo do Brasil pretende elevar a participação do crédito imobiliário no PIB, hoje em torno de 10%, para um patamar entre 15% e 20% em dez anos. A meta foi apresentada pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, no evento “GRI Funding Opportunities Brazil 2025”, realizado em 23 de outubro, em São Paulo. Segundo ele, o objetivo é “dar um salto” no patamar de financiamento habitacional no país e equiparar o mercado brasileiro ao de países da região, como o Chile.

Mello afirmou que a expansão do crédito depende de três movimentos que já estão em curso. O primeiro é a retomada do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). “A meta de dois milhões de unidades até 2026 será alcançada no fim de 2025; a projeção é chegar a três milhões em 2026”, disse. O ritmo acelerado do programa ajudou a reduzir o déficit habitacional de 10,2% das famílias em 2009 para 7,6% hoje. Mas o desafio agora vai além de construir casas novas, por isso o governo criou o Reforma Casa Brasil para enfrentar a inadequação das moradias existentes, ampliando o acesso ao crédito para obras de qualificação das residências.

O segundo movimento trata do funding. Mello explicou que a parcela do Fundo Social do pré-sal até então não regulamentada passou a ter uso definido com a promulgação da Lei 15.164/2025, que ampliou o escopo de aplicação desses recursos e autorizou sua destinação a políticas públicas essenciais, com ênfase na habitação de interesse social. “Isso viabilizou o que chamamos de Faixa 4, ou Minha Casa, Minha Vida classe média, ampliando o alcance do programa e reduzindo a pressão sobre o SFH”, afirmou.

O terceiro ponto é a mudança no financiamento via poupança. De acordo com o secretário, a reformulação atinge diretamente o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), alterando o modelo que direciona 65% dos depósitos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para o crédito habitacional. Este sistema passará, em transição de dez anos, a um mecanismo de equalização que usará 100% do estoque da poupança para baratear operações originadas no mercado de capitais.

“Em 2025 teremos o primeiro teste: liberação equivalente a 5% dos compulsórios, algo entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, para construir o novo modelo”, disse. A migração será gradual, à medida que estoques antigos vencerem e novas operações forem estruturadas nesse arranjo.

Precisão no ajuste

Para o governo, o ambiente macroeconômico é o alicerce fundamental sobre o qual todo o projeto de expansão do crédito imobiliário deve se apoiar. Segundo Mello, sem estabilidade, previsibilidade e crescimento, as melhores políticas setoriais correm o risco de não prosperar. “Se você não tiver um cenário macroeconômico adequado as empresas não conseguem manter um ritmo de investimento”, explicou.

A condução econômica atual, disse o secretário, se assemelha a uma “chave de fenda”, que busca “apertar os parafusos” por meio de ajustes precisos, como os novos marcos regulatórios de garantias e de seguros e a retomada da base fiscal pela taxação daqueles que pouco contribuem. Essa filosofia, segundo ele, já apresenta resultados que criam as condições ideais para crescimento com justiça social.

“Há 10 anos, desde a crise 2015, a gente não via um crescimento sustentável da economia brasileira. A média de crescimento entre 2015 e 2022 é em torno de 1% a 1,5% do PIB por ano, um crescimento muito baixo para um país com tantas dificuldades sociais e econômicas. Inclusive, do ponto de vista fiscal é muito difícil você construir equilíbrio fiscal com crescimento de 1% público, porque a receita não responde. Então, nós estamos conquistando pela primeira vez um ritmo de crescimento mais próximo de 2,5% e 3%, que é o que o próprio FMI diz que hoje é o crescimento potencial do Brasil”, disse.

Mas há obstáculos. Mello reconheceu que o custo do crédito permanece elevado. “A taxa real no Brasil hoje está em 9% ou 10%, dependendo da métrica”, explicou. Segundo ele, a Fazenda está fazendo o seu papel que é o de “facilitar a vida da política monetária”, com recuperação gradual das contas públicas para ancorar expectativas e permitir queda de juros sem prejuízo ao nível de atividade. “Não basta ter crédito; a família precisa de renda e emprego para tomar o financiamento”, afirmou, ao defender a combinação de melhora do quadro macro com ajustes regulatórios voltados ao crédito imobiliário.

 

 

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Governo federal anuncia novo modelo de crédito imobiliário com foco na classe média https://financenews.com.br/2025/10/governo-federal-anuncia-novo-modelo-de-credito-imobiliario-com-foco-na-classe-media/ https://financenews.com.br/2025/10/governo-federal-anuncia-novo-modelo-de-credito-imobiliario-com-foco-na-classe-media/#respond Sat, 11 Oct 2025 22:18:19 +0000 https://financenews.com.br/?p=195696       Publicado às 19h O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na […]

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Publicado às 19h

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na sexta-feira, 10, em São Paulo (SP), de cerimônia relativa ao novo modelo de crédito imobiliário. No evento, o Governo do Brasil, por meio dos Ministérios da Fazenda e das Cidades, e o Banco Central anunciaram a modernização do modelo de captação de recursos pelos bancos para realização de financiamentos habitacionais no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo – SBPE.  A medida viabiliza mais recursos para financiamento habitacional e beneficia, sobretudo, as operações realizadas dentro das regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) para classe média, o que deve expandir o investimento no setor de construção civil e o emprego.

Dependentes do dinheiro depositado nas cadernetas de poupança, os financiamentos via SFH vinham perdendo espaço no mercado à medida que os investidores diversificavam suas aplicações. As novas regras criam um modelo mais eficiente que permitirá a ampliação da oferta de crédito habitacional no país e criará uma transição gradual rumo a um modelo mais sustentável e competitivo. Além disso, elevam o valor máximo do imóvel financiado no SFH de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões.

Nova lógica

A alteração promovida pelo governo redefine totalmente a lógica de funcionamento do sistema atual. Até agora, 65% dos depósitos da poupança tinham, obrigatoriamente, que ser aplicados pelos bancos em crédito imobiliário, 20% eram depositados compulsoriamente no Banco Central e 15% tinham livre aplicação. Diante da queda nos saldos de poupança e das mudanças no mercado financeiro, foi elaborado o novo modelo.

A poupança será maximizada como fonte de financiamento, ou seja, na medida em que mais valores forem depositados em poupança, mais crédito será destinado ao financiamento imobiliário, o que tende a ampliar a oferta de crédito, considerando ainda as captações de mercado, por exemplo, via Letras de crédito imobiliário (LCIs) e Certificados de recebíveis imobiliários (CRIs).

Mudança estrutural

Após um período de transição, o direcionamento obrigatório de 65% dos depósitos da poupança acabará e os depósitos compulsórios no Banco Central referentes a esse tipo de aplicação também. O total dos recursos depositados na caderneta de poupança passará a ser referência para o volume de dinheiro que os bancos devem destinar ao crédito habitacional, incluindo as modalidades do SFH e do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Num exemplo hipotético, quando estiver plenamente implementado o novo modelo, se uma instituição captar no mercado R$ 1 milhão e direcionar integralmente esse montante para financiamento imobiliário, ela poderá usar a mesma quantia captada na poupança, que tem custo mais baixo, para aplicações livres por um período predeterminado. Mas, para isso, 80% dos financiamentos habitacionais deverão ser feitos pelas regras do SFH (que têm juros limitados a 12% ao ano).

“A modernização do SBPE é uma medida estrutural. Estamos tornando o uso da poupança mais eficiente, o que vai permitir que cada real depositado gere mais crédito, mais habitação e mais empregos. É uma transformação que prepara o país para um novo ciclo de crescimento com sustentabilidade e inclusão”, afirmou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello.

Mais competição

O governo estima que o novo modelo aumentará a competição, pois incorporará os depósitos interfinanceiros imobiliários ao direcionamento, o que permitirá que instituições que não captam poupança também concedam crédito habitacional em condições equivalentes às demais. “Essa medida atende a uma faixa da população que estava sem acesso a crédito habitacional. Hoje, as famílias nas faixas de renda 1, 2, 3 e 4, que vão até R$ 12 mil, são atendidas pelo Minha Casa Minha Vida. Acima disso, as pessoas estavam sem alternativas. A não ser que ganhem muito bem para suportar juros de mercado”, disse o ministro das Cidades, Jader Filho.

Transição

A transição será gradual, iniciando ainda este ano. O novo modelo deverá ter plena vigência a partir de janeiro de 2027. Até lá, fica valendo o direcionamento obrigatório de 65% dos recursos captados na poupança para operações de crédito habitacional. Dos 35% restantes, pelas regras atuais, 20% são recolhidos ao Banco Central a título de depósito compulsório e 15% vão para operações livres. Durante a transição, o volume dos compulsórios será reduzido para 15% e os 5% serão aplicados no novo regime.

 

 

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Vai comprar um imóvel? Veja o que considerar na avaliação https://financenews.com.br/2025/07/vai-comprar-um-imovel-veja-o-que-considerar-na-avaliacao/ https://financenews.com.br/2025/07/vai-comprar-um-imovel-veja-o-que-considerar-na-avaliacao/#respond Tue, 15 Jul 2025 13:55:28 +0000 https://financenews.com.br/?p=190261   Comprar um imóvel exige atenção. Entenda como avaliar entrada, juros, CET e custos ocultos […]

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Comprar um imóvel exige atenção. Entenda como avaliar entrada, juros, CET e custos ocultos para fazer uma escolha segura e bem planejada. 

 

A compra de um imóvel é, para muitas pessoas, uma das decisões financeiras mais importantes da vida.  

Seja para morar ou investir, esse tipo de aquisição envolve valores altos, compromissos de longo prazo e diversas variáveis que vão além do preço anunciado.  

Por isso, avaliar com atenção cada etapa do processo é fundamental para evitar surpresas e garantir um bom negócio. 

Se você está planejando comprar um imóvel, este conteúdo vai te ajudar a entender os principais pontos que devem ser levados em conta — desde a entrada até os custos que costumam passar despercebidos. 

Valor de entrada: o primeiro desafio 

A entrada costuma ser o primeiro grande obstáculo para quem quer financiar um imóvel. Em geral, os bancos exigem um valor entre 20% e 30% do total do imóvel como entrada, o que exige planejamento prévio. 

Se o imóvel custa R$ 300 mil, por exemplo, será necessário desembolsar, no mínimo, R$ 60 mil.  

Além disso, ter uma entrada maior pode significar menos juros, menor prazo e parcelas mais acessíveis. Por isso, guardar esse valor com antecedência pode fazer toda a diferença na negociação. 

Taxa de juros: o impacto no valor final 

A taxa de juros é um dos fatores que mais influenciam o custo total de um financiamento.  

Mesmo pequenas variações nos percentuais aplicados pelas instituições financeiras geram grande diferença no valor final pago pelo imóvel. 

Antes de escolher um banco ou modalidade de crédito, compare as taxas disponíveis no mercado. Um financiamento com 7% ao ano pode parecer próximo de um com 8%, mas no longo prazo essa diferença pode representar dezenas de milhares de reais a mais. 

Prazo do financiamento e sua influência 

Quanto maior o prazo para pagamento, menores serão as parcelas — mas maior será o valor total pago ao longo dos anos.  

Um financiamento em 30 anos pode parecer mais leve no início, mas implica em um acúmulo de juros muito maior do que um contrato de 15 ou 20 anos. 

Avalie o prazo ideal de acordo com sua realidade financeira. Prazos menores exigem parcelas maiores, mas reduzem o custo final e o tempo de comprometimento. 

Custo Efetivo Total (CET) 

Muita gente se atenta apenas ao valor da parcela, mas o que realmente importa é o CET — Custo Efetivo Total. Esse índice engloba todos os encargos do financiamento: juros, seguros, tarifas bancárias e demais despesas obrigatórias. 

Antes de fechar contrato, é essencial calcular financiamento imobiliário com atenção, considerando os custos envolvidos — não só o valor da parcela, mas o impacto total no seu orçamento ao longo dos anos. Só assim é possível ter clareza sobre o compromisso que está assumindo. 

Seguros obrigatórios no financiamento 

Todo financiamento imobiliário inclui dois seguros obrigatórios: o MIP (Morte ou Invalidez Permanente) e o DFI (Danos Físicos ao Imóvel).  

Eles são importantes, mas também representam um custo adicional incluído nas parcelas mensais. 

Entender o valor desses seguros e o que eles cobrem é parte da análise completa do contrato. Em caso de imprevistos, eles garantem a continuidade do financiamento ou a preservação do patrimônio. 

Despesas adicionais: cartório, ITBI e afins 

Além do valor do imóvel e das parcelas do financiamento, existem outros gastos que não podem ser ignorados. Entre eles: 

  • Taxas de cartório: para registro do imóvel e lavratura da escritura. 
  • ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis): cobrado pelas prefeituras na transferência de propriedade. Pode chegar a 2% ou mais do valor do imóvel. 
  • Taxa de avaliação e tarifa administrativa do banco: incluídas no CET, mas nem sempre destacadas no início da negociação.

Esses custos, somados, podem representar até 5% ou mais sobre o valor total do imóvel. Ter uma reserva para cobrir essas despesas é fundamental. 

A importância de simular antes de decidir 

Não tome decisões no escuro. Simular o financiamento é o primeiro passo para entender o que você realmente pode pagar e evitar comprometer o orçamento.  

Ferramentas online tornam esse processo simples e confiável, permitindo comparar diferentes cenários e encontrar a melhor alternativa. 

Além disso, a simulação ajuda a visualizar como o valor da entrada, a taxa de juros e o prazo afetam as parcelas e o valor total a ser pago.  

Assim, você negocia com mais segurança e evita surpresas desagradáveis no futuro. 

Comprar um imóvel envolve muito mais do que assinar um contrato. É uma decisão que impacta diretamente seu futuro financeiro e exige atenção a detalhes que nem sempre são evidentes.  

Ao analisar com calma os custos reais — como o CET, os seguros obrigatórios, as taxas extras e o impacto dos juros — você se protege de armadilhas e aumenta suas chances de fazer uma compra segura e consciente. 

E lembre-se: antes de fechar negócio, utilize um simulador confiável para calcular financiamento imobiliário com precisão. Isso te ajuda a enxergar o cenário completo e tomar decisões com mais clareza. 

 

 

 

 

 

 

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Análise dos custos adicionais envolvidos na aquisição de imóveis, como ITBI e taxas de registro  https://financenews.com.br/2024/08/analise-dos-custos-adicionais-envolvidos-na-aquisicao-de-imoveis-como-itbi-e-taxas-de-registro/ https://financenews.com.br/2024/08/analise-dos-custos-adicionais-envolvidos-na-aquisicao-de-imoveis-como-itbi-e-taxas-de-registro/#respond Sat, 10 Aug 2024 21:43:01 +0000 https://financenews.com.br/?p=171263     Comprar um imóvel é o sonho de muitos brasileiros, que por vezes passam […]

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A compra do imóvel é um passo importante na vida de muitos brasileiros, mas que tem um alto custo antes de morar no apartamento ou casa (foto: freepik.com)

 

 

Comprar um imóvel é o sonho de muitos brasileiros, que por vezes passam a vida na busca da sua casa própria e não conseguem. Seja por diversos motivos, quem consegue realizar essa conquista não esconde o seu orgulho ao pegar a chave própria. 

Apesar de parecer algo simples, pois em muitos casos o comprar junta dinheiro desde a sua adolescência, a compra pode ser dificultada por conta da parte burocrática que envolve toda a negociação. 

Diferente do aluguel, onde o morador precisa apenas mostrar a sua renda mensal e ter uma pessoa como ‘fiador’, a compra é mais complexa e pode se tornar uma dor de cabeça em caso de um acerto sem maiores estudos do comprador. 

Construtora  

Vamos imaginar o cenário que o comprador vai a algum stand de venda de apartamentos em Guarulhos, conheça um apartamento decorado e fique encantado pelo projeto. Ao dar o ‘ok’ para negociar, ele precisa entregar uma série de documentação, que será enviada ao banco para análise de crédito. 

Em caso de aprovação, o banco irá avisar a construtora que o cliente tem condições de comprar o apartamento e vai apresentar uma tabela de financiamento, onde ele vai precisar seguir a risca para evitar que o banco tome o imóvel por conta da dívida. 

Entrada 

Além de acertar o valor do financiamento que cabe no seu bolso, em muitos casos, o comprador terá que pagar um valor de entrada. Neste caso, ele negocia diretamente com a construtora, que irá cobrar um valor mensal durante a construção do empreendimento. 

Outro custo adicional ao longo da construção é a evolução de obra, que será cobrado enquanto o apartamento não é entregue em definitivo ao proprietário. 

ITBI e registro do imóvel 

Quando o comprador acredita que toda a parte burocrática foi realizada, ele recebe a notícia que está na etapa de registro do imóvel e pagamento dos impostos. O ITBI é o principal imposto que é cobrado sob qualquer compra ou transferência de imóvel. Como não existe uma taxa nacional, cada município cobra o valor que julga conveniente. Ou seja, antes de adquirir o seu imóvel, tenha em mente que o ITBI faz parte do processo de compra e reserve um dinheiro para o imposto.  

Exemplo: Caso o imóvel comprado esteja no valor de R$ 250 mil, o valor do ITBI neste caso pode custar R$ 5 mil. 

Escritura e registro do imóvel 

Com tudo acertado pelo ITBI, o comprador tem o seu último obstáculo como o registro do imóvel. No primeiro momento, ele precisa ir a um cartório do município declarar a escritura. Assim como o ITBI, o valor de cada estado muda e não tem um valor fixo para os compradores.  

Na sequência, o último passo onde você tem a posse do imóvel é o registro. O valor para realizar o registro também varia de cada estado. Porém, a média é uma porcentagem de 1% a 3% do preço do imóvel. 

Sendo assim, antes de adquirir o seu imóvel, tenha em mente que é preciso planejamento financeiro e contas muito bem ajustadas, pois ele é um bem que de médio a longo prazo pode retornar com todo o valor investido em caso de valorização da área.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Saiba como usar o seu FGTS na compra de imóvel https://financenews.com.br/2023/10/saiba-como-usar-o-seu-fgts-na-compra-de-imovel/ https://financenews.com.br/2023/10/saiba-como-usar-o-seu-fgts-na-compra-de-imovel/#respond Tue, 24 Oct 2023 14:19:45 +0000 https://financenews.com.br/?p=71074   Publicado às 18h   Criado para proteger trabalhadores após uma demissão, o Fundo de […]

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Publicado às 18h

 

Criado para proteger trabalhadores após uma demissão, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) surgiu em 1966, durante o governo do marechal Castelo Branco.

A ideia era criar uma espécie de poupança mensal financiada pelo empregador. Esse fundo seria um amparo caso houvesse necessidade de dispensar o funcionário sem comprometer uma fatia grande da receita do empregador. A “poupança” seria acumulada por depósitos mensais equivalentes a 8% dos ganhos brutos do funcionário.

Em vigor desde então, o FGTS se tornou um facilitador do sonho da casa própria, já que a lei que criou o fundo prevê a possibilidade de usá-lo, mesmo sem a quebra do vínculo empregatício, na aquisição de imóveis.

Mas você conhece as regras para usar o fundo na compra de um imóvel? A Agência Brasil reuniu as dúvidas mais comuns e preparou um guia para que você não passe por complicações na hora de concretizar a compra do seu imóvel.

 

De posse de toda a documentação, o próximo passo é a negociação imobiliária. Bancos, consórcios ou companhias de crédito podem fazer o papel de agentes financeiros – intermediários que vão ajudar tanto na liberação da linha de crédito quanto no saque do FGTS para compor o pagamento do imóvel.

Nesta etapa é muito importante conferir e comparar todos os custos e taxas de financiamento. Os bancos geralmente solicitam que um avalista visite o imóvel para conferir o estado da casa ou apartamento, e se realmente ele tem o valor de mercado que está sendo negociado. Essa taxa pode ser cobrada múltiplas vezes caso o imóvel não esteja em estado adequado para moradia ou esteja em desacordo com o valor de mercado.

Os principais bancos brasileiros oferecem calculadoras online que ajudam a entender o impacto das prestações sobre o orçamento. O limite das parcelas costuma ser de 30% da renda bruta do comprador, mas esse valor pode ser composto pela renda do cônjuge ou companheiro.

 

Com todas as condições cumpridas, agora é hora de revisar a papelada. Lembre-se que o FGTS não pode ser usado para pagar as taxas de cartório envolvidas na transferência de titularidade da propriedade. O Imposto de Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI) também deve ser levado em conta, já que pode pesar bastante na transação.

O valor do ITBI pode chegar a 3% do valor total do imóvel, mesmo para aqueles comprados na planta. Geralmente o imposto é pago em até um mês após a conclusão do negócio. Também é importante checar se há dívidas do Imposto Territorial Urbano (IPTU).

Durante o processo de transferência de titularidade do imóvel, a dívida, caso exista, também será transferida. Caso seja de longa data, a dívida pode negativar o nome do proprietário na dívida ativa, que bloqueia o acesso a direitos básicos, como passaporte, tomar posse em concursos públicos ou estudar em universidades do governo.

Imóvel pronto para morar

Chaves em mãos, imóvel pronto para morar. Um detalhe importante é que o novo imóvel deve ser declarado no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) do próximo ano. O valor total deve constar em “Bens e Direitos”.

Já a parcela do FGTS usada para adquirir o bem deve constar na parte de  “Rendimentos Isentos e não tributáveis”. O FGTS é livre de tributação, portanto não incidirá nenhum imposto sobre o dinheiro usado para abater o valor total da propriedade.

A Caixa oferece um aplicativo do FGTS para acompanhar mensalmente a evolução do extrato do fundo. Todas as agências do banco também esclarecem dúvidas sobre o uso e as regras para aquisição de imóveis.

Com Finance News e Agência Brasil

 

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Caixa reduz juros a pessoas físicas em financiamentos habitacionais https://financenews.com.br/2020/10/caixa-reduz-juros-a-pessoas-fisicas-em-financiamentos-habitacionais/ https://financenews.com.br/2020/10/caixa-reduz-juros-a-pessoas-fisicas-em-financiamentos-habitacionais/#respond Thu, 15 Oct 2020 00:09:28 +0000 https://financenews.com.br/?p=93407   A partir de 22 de outubro, as pessoas físicas que assinarem contratos novos de […]

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A partir de 22 de outubro, as pessoas físicas que assinarem contratos novos de financiamento habitacional pela Caixa Econômica Federal no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) pagarão taxas menores. O banco anunciou há pouco a redução em até 0,5 ponto percentual dos juros, que passarão a variar entre Taxa Referencial (TR) mais 6,25% ao ano e TR mais 8% ao ano, dependendo do perfil do cliente.

O banco estima conceder mais de R$ 14 bilhões em crédito imobiliário pelo SBPE, que financia imóveis para a classe média com recursos da poupança, até o fim deste ano. Nos últimos 22 meses, a Caixa reduziu os juros nos financiamentos da casa própria em 2,5 pontos percentuais. Em dezembro de 2018, o mutuário pagava TR mais 8,75% ao ano, como menor taxa.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, apresentou o impacto da medida em uma simulação de financiamento de R$ 200 mil em 360 meses (30 anos) na taxa mais barata oferecida pelo banco. A prestação inicial, que somava R$ 1.958,48 para financiamentos concedidos em dezembro de 2018, foi reduzida em 25%, para R$ 1.568,52, nos futuros contratos a partir do dia 22.

Nas linhas de crédito corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que cobram IPCA mais 2,95% ao ano, a diferença é maior. Beneficiada pela baixa inflação em 2020, a prestação inicial para os novos contratos está em R$ 1.040,70, redução de 46% no valor da parcela em relação aos financiamentos concedidos em dezembro de 2018.

Carência

Guimarães também anunciou a prorrogação da possibilidade de carência de seis meses para que o mutuário comece a pagar as prestações dos novos contratos imobiliários. Na compra de imóveis novos, as pessoas físicas passarão os primeiros 180 dias pagando apenas os seguros e a taxa de administração do contrato.

A medida vale para as contratações efetuadas até 30 de dezembro e, de acordo com a Caixa, pode beneficiar mais de 30 mil clientes até o fim do ano. “Isso é muito importante, porque ainda estamos com os efeitos da pandemia. Apesar de o preço dos imóveis estarem se recuperando, entendemos que há enorme espaço para a população continuar a realizar seu investimento na casa própria”, declarou Guimarães.

A Caixa também anunciou a possibilidade de pagamento parcial da prestação para mutuários com dificuldade para retomarem o pagamento integral das parcelas. O cliente poderá pagar 75% da prestação, por até seis meses, ou entre 50% a 75% da prestação, por até três meses. Segundo o banco, a medida poderá beneficiar mais de 620 mil clientes.

Digitalização

O presidente da Caixa anunciou que os tradicionais Feirões da Casa Própria serão realizados de forma virtual em outubro e novembro. Segundo Guimarães, o formato online atende às necessidades do cliente e do mercado.

Para agilizar as contratações e evitar deslocamentos até as agências, a Caixa estenderá a todos os clientes a possibilidade de contratar o financiamento imobiliário de forma 100% digital pelo aplicativo Caixa Habitação. Até agora, o serviço estava disponível apenas nas principais cidades do país.

Atualmente, 2,3 milhões de clientes acessam os serviços por meio do aplicativo. Entre janeiro e setembro de 2020, a ferramenta registrou 326 mil transações diárias.

Estatísticas

As medidas foram anunciadas no dia em que o banco, que concentra 69% do crédito imobiliário no país, atingiu a marca de R$ 500 bilhões na carteira de crédito imobiliário. Desde janeiro de 2019, o volume emprestado para o crédito habitacional cresceu 13,4%, com a concessão de R$ 172 bilhões em financiamentos imobiliários, que atenderam a 887 mil famílias e 2,8 milhões de pessoas.

Informações da Agência Brasil

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Itaú lança crédito imobiliário indexado ao rendimento da poupança https://financenews.com.br/2020/09/itau-lanca-credito-imobiliario-indexado-ao-rendimento-da-poupanca/ https://financenews.com.br/2020/09/itau-lanca-credito-imobiliario-indexado-ao-rendimento-da-poupanca/#respond Thu, 10 Sep 2020 15:20:52 +0000 https://financenews.com.br/?p=91406   Publicado às 12h19min   O Itaú Unibanco lançou, hoje (10), duas novas linhas de […]

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Publicado às 12h19min

 

O Itaú Unibanco lançou, hoje (10), duas novas linhas de crédito imobiliário. Uma delas é atrelada ao rendimento da poupança e a outra ao uso de imóvel financiado como garantia.

A linha Crédito Imobiliário com Juros da Poupança é destinada a clientes que desejam adquirir um novo imóvel. A taxa anual é composta por um percentual fixo de 3,99% e mais uma variável, atrelada ao rendimento da poupança, que corresponde a 70% do valor da taxa básica de juros, a Selic. Segundo o Itaú, a taxa para os clientes que contratarem financiamentos imobiliários nessa nova linha, com os valores atuais, será de 5,39% (3,99% + 1,4%) ao ano.

Atualmente, a Selic está em seu mínimo histórico de 2% ao ano. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre este ano no atual patamar, suba para 2,88% ao ano em 2021. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,75% ao ano.

De acordo com o banco, mesmo que a Selic suba no futuro, a modalidade tem um limite para a taxa de 10,16% ao ano (valor fixo de 3,99% + o variável de 6,17%). Para chegar a esse limite, a Selic teria que estar em 9,25% ao ano.

Segundo o Itaú, essas condições são válidas para novos clientes que queiram aderir a um novo crédito imobiliário, mas o produto está disponível também para clientes atuais elegíveis, que podem solicitar a migração de seu contrato para a nova modalidade.

Os clientes do banco poderão usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pode ser financiado até 90% do valor do imóvel.

O Itaú também disponibiliza essa linha de crédito atrelada aos rendimentos de poupança para as empresas incorporadoras, com foco na construção de imóveis.

Imóvel como garantia

O Itaú passa a oferecer também a possibilidade de uso de imóveis ainda financiados junto ao banco como garantia para empréstimos pessoais, com a linha Crédito com Garantia de Imóvel Financiado. O banco prevê a liberação de R$ 12 bilhões.

Segundo o Itaú, a nova modalidade de crédito tem a mesma taxa do financiamento imobiliário (a partir de 6,9% ao ano) já contratado pelo cliente, a depender de uma análise de crédito. O valor do crédito pode chegar ao saldo devedor do cliente no financiamento e, além disso, o prazo do novo crédito poderá alcançar o prazo remanescente daquele já contratado. Ou seja, caso reste um período de dez anos para o cliente terminar de pagar o financiamento, o novo crédito também será de até dez anos.

Em julho, o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou medida provisória que permite que um imóvel financiado possa ser usado como garantia de um novo empréstimo com o mesmo banco do financiamento inicial.

Informações da Agência Brasil

 

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Caixa tem novas linhas de crédito com garantia de imóvel https://financenews.com.br/2020/07/caixa-tem-novas-linhas-de-credito-com-garantia-de-imovel/ https://financenews.com.br/2020/07/caixa-tem-novas-linhas-de-credito-com-garantia-de-imovel/#respond Thu, 30 Jul 2020 16:44:13 +0000 https://financenews.com.br/?p=88458   Publicado às 13h46min   A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (30) que, a partir […]

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Publicado às 13h46min

 

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (30) que, a partir do dia 3 de agosto será disponibilizada uma nova linha de crédito imobiliário para pessoa física. Por possibilitar o uso de imóveis como garantia, procedimento chamado home equity, a nova modalidade possibilita taxas de juros mais baixas.

“É uma modalidade de crédito pessoal muito usada nos Estados Unidos, que possibilita uma taxa de juros menor, na comparação com outras modalidades de crédito pessoal, e uma garantia mais sólida”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, ao fazer o anúncio por meio da página do banco no Youtube.

A contratação dessa modalidade, denominada Real Fácil Caixa, pode ser feita tanto para imóveis comerciais como residenciais. “Vamos oferecer três modalidades de taxas: corrigidas por TR [Taxa Referencial], IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o principal indicador inflacionário do país] ou taxa fixa”, explicou Guimarães ao informar que, neste primeiro momento os imóveis usados como garantia têm de estar livres de ônus.

No caso da TR, será cobrada uma taxa e, no do IPCA, taxa a partir de 0,7% ao mês e com garantia de até 60% do valor do imóvel. Com a modalidade IPCA, será a taxa mensal a partir de 0,60% ao mês, com garantia de 50% do valor do imóvel. Já a taxa fixa será de 0,8% ao mês, com garantia de 60% do imóvel. Em todas as modalidades, o prazo máximo de financiamento é de 15 anos.

“As taxas de balcão, que são oferecidas independentemente do relacionamento com o banco, ficarão em 0,9% mais TR, tendo como cota máxima de financiamento 60% do valor do imóvel”, acrescentou Guimarães.

Segundo Guimarães, ao criar as novas linhas de financiamento, a Caixa tem expectativa de “emprestar R$ 40 bilhões”. Ou seja, aumentar em mais de dez vezes os atuais R$ 3,5 bilhões, que representam 32% do market share que a coloca como líder em um mercado que movimenta R$ 11 bilhões no Brasil.

A contratação desses créditos pode ser feita nas agências da Caixa e nos correspondentes CAIXA Aqui. É possível fazer simulações e comparações de juros e condições de empréstimo por meio do site do banco.

Compra de terrenos e construção

Guimarães anunciou que, também a partir de 3 de agosto, o banco reduzirá a taxa de juros cobrados de pessoas físicas para construção individual ou aquisição de lote individualizado. A decisão levou em conta o fato de as medidas de isolamento social decorrentes da pandemia terem despertado o interesse por novas formas de habitação, com aumento da procura por casas com quintal, espaço e proximidade com a natureza, sem aglomerações ou elevadores.

No caso de de lotes urbanizados, os valores financiados poderão variar de R$ 50 mil a R$ 1,5 milhão, com taxa de juros efetiva de até TR mais 8,5% ao ano. A cota de financiamento é de até 70% sobre o valor de avaliação do terreno. O prazo para pagamento da dívida é de até 20 anos.

Nas modalidades destinadas à aquisição de terreno e construção e de construção em terreno próprio, as taxas de juros podem chegar à TR mais 6,5% ao ano.

Informações da Agência Brasil

 

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Financiamento de imóveis aumenta 29% no primeiro semestre https://financenews.com.br/2020/07/financiamento-de-imoveis-aumenta-29-no-primeiro-semestre/ https://financenews.com.br/2020/07/financiamento-de-imoveis-aumenta-29-no-primeiro-semestre/#respond Fri, 24 Jul 2020 01:25:26 +0000 https://financenews.com.br/?p=87921   Publicado às 22h25min   O volume liberado para financiamento imobiliário com recursos da poupança […]

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Publicado às 22h25min

 

O volume liberado para financiamento imobiliário com recursos da poupança no Brasil aumentou 29% no primeiro semestre deste ano em comparação ao primeiro semestre de 2019, alcançando R$ 43,4 bilhões. O valor é voltado ao financiamento da aquisição e construção de imóveis. Os dados foram divulgados hoje (23) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

As unidades da federação que tiveram as maiores variações comparando os primeiros semestre de 2019 e 2020 foram Tocantins, com um aumento de 117%; Acre, com 101%; e, Distrito Federal, com 97%. Já aqueles que tiveram as menores variações foram o Rio de Janeiro, com queda de 1%; Pará, com aumento de 2%; e Ceará, com aumento de 6%.

“Com a pandemia, com toda essa situação que estamos vivendo, ainda temos um crescimento”, diz a presidente da Abecip, Cristiane Portella. “Esse primeiro semestre é um primeiro semestre que foi maior que o primeiro semestre do ano passado em todas as regiões do país, com a exceção do Rio”.

Cristiane enfatiza, no entanto, que o primeiro semestre de 2019 foi menos aquecido que o segundo semestre do ano passado. A comparação deste ano é, portanto, feita com o período de menos aquecimento do financiamento imobiliário do ano passado. No segundo semestre de 2019, o valor financiado chegou a R$ 45 bilhões, totalizando R$ 78,7 bilhões no ano.

A variação no volume financiado observada na comparação do primeiro semestre de 2019 e de 2020 foi puxada principalmente pelo valor usado para financiar aquisições de imóveis, que totalizou, no país, R$ 34,1 bilhões, um aumento de 34% em relação aos R$ 25,5 bilhões usados para esse fim no mesmo período do ano passado. O financiamento da aquisição de imóveis usados apresentou um aumento de 56% na comparação entre os semestres, enquanto o de imóveis novos aumentou 2%.

Já o financiamento usado para a construção de imóveis nesse período teve um aumento de 12%, passando de R$ 8,2 bilhões no ano passado para R$ 9,2 bilhões este ano.

Projeções

A expectativa da Abecip é que, neste ano, os financiamentos cresçam 12% em relação ao ano passado. Essa expectativa, do mês de julho, aumentou em relação a calculada em junho, quando esperava-se um crescimento de 7% no ano.

“O que a gente percebeu é as pessoas estão sim comprando imóveis, seja pelo déficit habitacional, seja pela conjunção dos valores atrativos dos imóveis, em termos de valorização, mais a taxa de juros, seja pela questão que muitos já haviam se planejado, já haviam juntado o valor da entrada e não viram o seu fluxo financeiro tão seriamente afetado que fizesse desistir disso. O que a gente percebeu em maio e junho é que o mercado continuou vindo”, diz, Cristiane.

A presidente pondera, no entanto, que antes da pandemia, no começo deste ano, a projeção de crescimento para 2020 era 32%. Nos anos anteriores, entre 2018 e 2019, houve um aumento de 37,1% considerados os financiamentos para construção e aquisição com recursos da poupança. Uma nova projeção deverá ser divulgada em um mês pela Abecip.

Informações da Agência Brasil

 

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Imóvel financiado poderá ser usado como garantia de novo empréstimo https://financenews.com.br/2020/07/imovel-financiado-podera-ser-usado-como-garantia-de-novo-emprestimo/ https://financenews.com.br/2020/07/imovel-financiado-podera-ser-usado-como-garantia-de-novo-emprestimo/#respond Tue, 21 Jul 2020 17:20:37 +0000 https://financenews.com.br/?p=87663     Publicado às 14h19min   O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou medida provisória que […]

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Publicado às 14h19min

 

O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou medida provisória que permite que um imóvel financiado possa ser usado como garantia de um novo empréstimo com o mesmo banco do financiamento inicial. Essa é mais uma medida para ajudar a aumentar a liberação de empréstimos pelos bancos, em meio à crise gerada pela pandemia de covid-19.

Foi criada a possibilidade de oferecer um mesmo bem para garantir mais de uma operação de crédito (alienação fiduciária com compartilhamento do bem). Com isso, diz o Banco Central (BC), respeitado o valor total do bem, um mesmo imóvel poderá servir como garantia para mais de uma operação de crédito perante um credor, o que deverá diminuir os juros para o tomador do empréstimo com garantia.

Pela regulamentação, as condições da nova operação de crédito têm que ser melhores ou iguais à anterior, ou seja, a taxa de juros não pode ser superior à da primeira operação. O prazo deve ser igual ou inferior ao remanescente da operação de crédito original.

Nessa operação, haverá custos com cartório. Mas podem ser incluídos no novo empréstimo: custos cartorários relativos ao registro e à averbação do título ou ato constitutivo, declaratório ou translativo de direitos reais sobre o imóvel; custos do serviço de transmissão de informações para fins de registro eletrônico, caso contratado pelo mutuário; valor do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI); e valor do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF).

Mesmo com os custos com o cartório, o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, João André Calvino Pereira, disse que o registro será mais simples. “Esse novo empréstimo estará dentro da mesma estrutura de financiamento em vigor. Tem que passar pelo cartório, mas já está dentro da estrutura definida. Haverá alteração [da alienação fiduciária no cartório], mas é mais simples”, disse.

O cliente bancário também poderá pedir portabilidade de crédito e fazer essa operação.

Em caso de inadimplência, disse Pereira, o banco pode executar a garantia, levando o imóvel a leilão, assim como faria em uma operação de financiamento imobiliário tradicional.

A regulamentação do CMN já está valendo e agora cabe aos bancos decidir pela oferta desse tipo de crédito.

Informações da Agência Brasil

 

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Covid-19 aumenta busca por imóveis com quintal ou varanda https://financenews.com.br/2020/06/covid-19-aumenta-busca-por-imoveis-com-quintal-ou-varanda/ https://financenews.com.br/2020/06/covid-19-aumenta-busca-por-imoveis-com-quintal-ou-varanda/#respond Sun, 21 Jun 2020 18:21:36 +0000 https://financenews.com.br/?p=85487   Publicado às 15h18min   A necessidade de isolamento social definiu a residência como o […]

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Publicado às 15h18min

 

A necessidade de isolamento social definiu a residência como o lugar mais seguro para quem quer passar incólume pela pandemia. Ter, em casa, um quintal; ou, no apartamento, uma varanda passou a ser desejo, necessidade ou vontade de muitas famílias, o que, inclusive, acabou por impactar sensivelmente no mercado de imóveis, tanto para compra como para aluguel.

A covid-19 deu nova conotação à palavra “morar”. “Quero uma casa com quintal, onde, nesses tempos de covid-19, eu possa ter uma horta e que haja espaço suficiente para a minha família praticar seus hobbies. Onde tenhamos espaço para ampliar nossa liberdade de criação”, disse à Agência Brasil a intérprete de libras Magda Petter Oliva, 46, mãe de duas estudantes com 12 e 20 anos.

Por causa da pandemia, as três têm ficado direto em casa. “Agora, até o cachorro parece ocupar um espaço enorme. Descobrimos que moramos em um apartamento muito pequeno”, disse ela referindo-se ao imóvel de pouco mais de 70 metros quadrados.

Magda está, desde março, tentando trocar o apartamento de dois quartos na Vila Mariana, em São Paulo, por uma casa com jardim, no mesmo bairro. Ela diz que “o estalo” para ir atrás desse desejo ocorreu logo após as primeiras notícias de que o covid-19 se espalhava rapidamente pelo país.

As filhas da intérprete têm como hobbie pintura e yôga. E Magda pratica tecido acrobático, esporte de origem circense, que envolve acrobacia aérea executada em um longo tecido suspenso. “De fato, é impossível fazermos tudo isso dentro do apartamento”.

Após três meses de busca, Magda chegou à conclusão de que o covid-19 acabou aumentando a procura por casas, a ponto de refletir no valor cobrado pelo aluguel. “Os preços estão subindo, me forçando a rever a faixa de preço que pretendo pagar, que passou de R$ 5 mil para R$ 6 mil mensais”.

Quintais, varandas e imóveis rurais

A percepção de Magda é corroborada pela gerente de Marketing Brasil do Imovelweb Angélica Quintela. Levantamento feito pela empresa, que atua nas 27 unidades federativas, aponta que, em maio, foi registrado um crescimento de 19% na busca por imóveis com quintais, quando comparado a abril.

“Na comparação com maio de 2019, a alta na procura por esse tipo de imóvel ficou em 96%”, detalhou a gerente de Marketing.

Além disso, houve um aumento de 20% na procura por imóveis com varandas, na comparação a abril. “Comparando maio de 2019 a maio de 2020 o crescimento ficou em 128%. Esse movimento já havia sido observado em abril, e continuou crescendo em maio”, completou.

O levantamento aponta também que, a partir de março, houve aumento na busca por imóveis rurais. Entre fevereiro e março o aumento ficou em 52%. Entre março e abril, 40%; e, entre abril e maio, mais 23%. Na comparação com 2019, o crescimento chegou a 310%.

Medo do Coronavírus

Foi pelo medo que tem do covid-19 que a dona de casa Amélia Vieira, 58, fechou a casa que tem em Valparaíso de Goiás (GO), região do Entorno do Distrito Federal, para morar em uma chácara em Luziânia (GO).

“Sou hipertensa e tenho uma filha cardíaca, de 24 anos. Levei, nas primeiras semanas, meu pai, de 93 anos, que além de ter Alzheimer usa marca-passo, para ficar com a gente. Somos todos do grupo de risco e isso me preocupa muito”, disse Amélia à Agência Brasil.

Como a opção pela mudança foi repentina, não deu para preparar a chácara para o pai, que acabou tendo de voltar pois requer muitos cuidados. “Lá havia risco até de ele se perder, por causa do Alzheimer”, disse Amélia que, devido às necessidades do pai, acaba retornando, uma semana a cada mês, a Valparaíso. “Por precaução, minha filha permanece na chácara”, disse.

Dificuldades e visitas online

Mudar de um apartamento para uma casa era algo que já estava nos planos do consultor de projetos da indústria de alimentos Bauducco Carlos Dilinski, de 50 anos. A chegada da pandemia ao Brasil acabou fazendo com que ele buscasse uma casa mais espaçosa do que a pretendida inicialmente.

“O covid-19 acabou atrasando todo o plano traçado por mim e minha família, porque inviabilizou as visitas aos imóveis que pretendemos alugar”, disse ele ao relatar a dificuldade para conseguir mudar do município paulista de Guarulhos, onde mora com a esposa e três filhos, para Bragança Paulista (SP), cidade mais próxima de seu trabalho.

Na pressa por evitar os longos deslocamentos que faz até o trabalho e de dar uma qualidade de vida ainda melhor para a família – que devido ao isolamento social tem ficado bem mais em casa –, Dilinski aderiu até a videoligações para conhecer, de longe, os imóveis disponíveis.

Segundo a gerente da Imovelweb, há atualmente diversas ferramentas tecnológicas que permitem as visitas online, sem necessariamente a pessoa se dirigir ao imóvel.

“Um outro dado interessante, que também obtivemos por meio de uma pesquisa com nossos usuários é de que 27% das pessoas fechariam negócio apenas com fotos e vídeos do local, sem realizar uma visita presencial”, disse Angélica à Agência Brasil.

Escolha difícil

A tecnologia, no entanto, ainda deixa inseguros alguns clientes na hora de assinar o contrato. “Estou tentando, mas é muito difícil fechar um negócio dessa forma. Apesar de ter feito visitas desse tipo, prefiro esperar a situação melhorar para ir conhecer de perto os imóveis”, pondera Dilinski.

A intérprete de libras Magda Petter tem opinião parecida. “Já fiz algumas visitas online, mas acho muito mais difícil, tanto a escolha como a tomada da decisão pelo imóvel”, disse.

Magda relata que esse tipo recurso é uma forma de compensar a falta de pessoas disponíveis para mostrar o imóvel, preocupadas com o risco de contaminação pelo covid-19. “Em parte, porque muitos dos corretores estão na idade considerada de risco para o novo coronavírus. E, também, pelo temor de alguns proprietários em abrir o imóvel [para possíveis locatários]”, disse.

Informações da Agência Brasil

 

 

 

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Portabilidade de crédito imobiliário cresce 200% em 2019 https://financenews.com.br/2020/06/portabilidade-de-credito-imobiliario-cresce-200-em-2019/ https://financenews.com.br/2020/06/portabilidade-de-credito-imobiliario-cresce-200-em-2019/#respond Tue, 02 Jun 2020 23:49:31 +0000 https://financenews.com.br/?p=84073   Publicado às 20h47min As taxas de juros mais baixas estimularam os clientes bancários a […]

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Publicado às 20h47min

As taxas de juros mais baixas estimularam os clientes bancários a trocar o financiamento imobiliário de banco. Em 2019, foram efetivados 4.610 pedidos de portabilidade de contratos de crédito imobiliário, informou hoje (2) o Banco Central (BC).

Segundo o BC, embora ainda representem uma pequena fração do número total de créditos portados, as efetivações nessa modalidade cresceram mais de 200% em 2019, na comparação com o ano anterior. No final de 2019, a média da taxa de juros do crédito imobiliário era de 7,99% ao ano.

Considerando além da portabilidade as renegociações, chega-se a um total de 6 mil operações (R$ 2,15 bilhões) em 2019. “Na portabilidade, o tomador migra o contrato de crédito imobiliário para outra instituição financeira que tenha oferecido condições mais vantajosas ou, alternativamente, consegue condições mais vantajosas renegociando o contrato original com a instituição com a qual tem o crédito imobiliário”, explica o BC.

O BC cita também os casos em que a renegociação não está relacionada à portabilidade. “Além das renegociações dentro do processo de portabilidade, existem renegociações de mercado, ou seja, o tomador e o banco acordam uma redução de taxas, sem o envolvimento de outro banco no processo”, diz o BC. Nessa modalidade, no mesmo período, ocorreram renegociações em aproximadamente 30 mil contratos (R$ 9,94 bilhões).

A mediana das novas taxas das operações portadas foi de 7,71% ao ano, o que significa uma redução de 2,99 pontos percentuais em relação à mediana das taxas originais dos contratos .

A maior parte dos contratos portados (79,1%) foi de créditos originados entre o segundo semestre de 2015 e o primeiro de 2017, período que apresenta as maiores taxas de mercado.

Simulação

Segundo o BC, as reduções nas taxas com a portabilidade são significativas. Por exemplo, se um contrato de R$ 300 mil de crédito imobiliário com uma taxa de juros de 10% ao ano e duração de 30 anos fosse portado ou renegociado, alterando a taxa de juros para 9% ao ano (diminuição de 1 ponto percentual), teria um desconto superior a R$ 40 mil no total a ser desembolsado (desconto aproximado de R$ 200,00, ou 7,9%, na prestação mensal).

“Não obstante a queda significativa das taxas, resultante do processo de redução da Selic, e do grande crescimento nas operações de portabilidade em 2019, uma estimativa simples sugere que os benefícios da portabilidade ainda atingem uma pequena fração do seu potencial”, diz o BC.

Considerando apenas as operações contratadas antes de 2019, adimplentes e com taxas de juros acima de 10% ao ano, existem no sistema financeiro 570 mil operações (R$ 102,8 bilhões) que poderiam se favorecer direta ou indiretamente da portabilidade. Os 36 mil contratos que se beneficiaram com redução de taxa de juros em 2019 representam apenas 6,4% desse potencial, destaca o BC. “Se as taxas de mercado se mantiverem em patamares historicamente baixos, há ainda elevado potencial para ganhos com a portabilidade do crédito imobiliário”, conclui.

Informações da Agência Brasil

 

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Índice que reajusta aluguéis cai 0,04% em fevereiro https://financenews.com.br/2020/02/indice-que-reajusta-alugueis-cai-004-em-fevereiro/ https://financenews.com.br/2020/02/indice-que-reajusta-alugueis-cai-004-em-fevereiro/#respond Thu, 27 Feb 2020 18:25:51 +0000 https://financenews.com.br/?p=75766   Publicado às 15h23 O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), utilizado para reajustar aluguéis, variou […]

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Publicado às 15h23

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), utilizado para reajustar aluguéis, variou -0,04% em fevereiro. Os dados foram divulgados hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

Em janeiro, a alta foi de 0,48% e, em fevereiro de 2019, o índice ficou em 0,88%. Com isso, o IGP-M acumula alta de 0,44% no ano e de 6,82% em 12 meses.

Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,19% em fevereiro, depois de subir 0,50% em janeiro. O acumulado de 12 meses está em 8,38%.

O grupo Bens Finais recuou 0,55%, com o subgrupo alimentos processados passando de -0,44% em janeiro para -1,57% em fevereiro.

A variação do grupo Bens Intermediários foi de 1,21% em janeiro para -0,33% em fevereiro. O principal responsável foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, que passou de 4,20% para -3,67%. Já o grupo Matérias-Primas Brutas passou de 0,26% para 0,36% no período.

Altas e quedas

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,21% em fevereiro, após alta de 0,52% em janeiro, com seis das oito classes de despesa caindo. A alta acumulada em 12 meses é de 3,67%. A principal contribuição foi do grupo Alimentação, que passou de 1,22% para 0,28%, com a variação do item carnes bovinas indo de 1,95% para -4,59%.

Houve decréscimo também nas taxas de variação os grupos Transportes (0,82% para 0,09%), Despesas Diversas (0,29% para 0,14%), Comunicação (0,16% para 0,05%), Habitação (-0,05% para -0,10%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,38% para 0,36%). Tiveram aumento os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,66% para 1,04%) e Vestuário (-0,04% para 0,06%).

O último componente do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), subiu 0,35% em fevereiro, após subir 0,26% em janeiro, acumulando alta de 4,15% em 12 meses.

O grupo Materiais e Equipamentos passou de 0,47% para 0,65%, Serviços foram de 0,37% para 0,96% e Mão de Obra variou 0,04% e, fevereiro, após subir 0,09% em janeiro.

Informações da Agência Brasil

 

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Índice que reajusta aluguel acumula alta de 7,81% em 12 meses https://financenews.com.br/2020/01/indice-que-reajusta-aluguel-acumula-alta-de-781-em-12-meses/ https://financenews.com.br/2020/01/indice-que-reajusta-aluguel-acumula-alta-de-781-em-12-meses/#respond Thu, 30 Jan 2020 17:57:40 +0000 https://financenews.com.br/?p=73646   Publicado às 14h O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste […]

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Publicado às 14h

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, acumula taxa de inflação de 7,81% em 12 meses. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa é superior aos 6,74% registrados em janeiro do ano passado.

O IGP-M teve inflação de 0,48% em janeiro deste ano, taxa inferior aos 2,09% em dezembro de 2019. A queda da taxa de dezembro para janeiro foi puxada pelos preços no atacado e no varejo.

A inflação Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, caiu de 2,84% em dezembro para 0,50% em janeiro. Já a taxa do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, passou de 0,84% para 0,52% no período.

Por outro lado, o Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,14% em dezembro para 0,26% em janeiro.

Informações da Agência Brasil

 

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BB passa a oferecer financiamento imobiliário com taxas diferenciadas https://financenews.com.br/2019/08/bb-passa-a-oferecer-financiamento-imobiliario-com-taxas-diferenciadas/ https://financenews.com.br/2019/08/bb-passa-a-oferecer-financiamento-imobiliario-com-taxas-diferenciadas/#respond Wed, 21 Aug 2019 01:32:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=64341   Publicado às 20h59min No mesmo dia em que a Caixa Econômica anunciou crédito habitacional corrigidos […]

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Publicado às 20h59min

No mesmo dia em que a Caixa Econômica anunciou crédito habitacional corrigidos pela inflação,  o Banco do Brasil (BB) passou a oferecer financiamentos imobiliários com juros diferenciados conforme o prazo de operação. Modalidade inédita no Brasil, esse tipo de crédito, segundo o BB, busca atender à demanda por financiamentos mais curtos com taxas mais baixas.

Válido para as linhas do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e para a Carteira Hipotecária (CH), o novo sistema caracteriza-se pela diminuição dos juros quanto mais curto for o prazo. As operações de 60 meses (cinco anos) terão taxa a partir de 7,99% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), que está zerada. Os financiamentos de 359 a 418 meses (29 anos e 11 meses a 34 anos e 10 meses) cobrarão juros a partir de 8,45% ao ano mais TR.

Nas linhas SFH e CH, o cliente têm carência de até seis meses (seis meses para pagar a primeira prestação) e a possibilidade de pular a parcela um mês por ano. A simulação com as novas taxas por prazo já pode ser conferida na página www.bb.com.br/imoveis.

Confira as novas faixas de prazo dos financiamentos imobiliários do BB:

  • 60 meses: a partir de 7,99% a.a. + TR
  • De 61 a 118 meses: 8,05% a.a. + TR
  • De 119 a 178 meses: 8,10% a.a. + TR
  • De 179 a 238 meses: 8,15% a.a.+ TR
  • De 239 a 298 meses: 8,24% a.a. +TR
  • De 299 a 358 meses: 8,29% a.a. +TR
  • De 359 a 418 meses: 8,45% a.a. + TR

 

Fonte: Agência Brasil

 

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Falta de demanda preocupa construção civil, diz CNI https://financenews.com.br/2019/07/falta-de-demanda-preocupa-construcao-civil-diz-cni/ https://financenews.com.br/2019/07/falta-de-demanda-preocupa-construcao-civil-diz-cni/#respond Fri, 26 Jul 2019 17:24:39 +0000 https://financenews.com.br/?p=63026   A falta de demanda interna foi apontada como um dos principais problemas enfrentados pelas […]

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A falta de demanda interna foi apontada como um dos principais problemas enfrentados pelas empresas do setor de construção civil, segundo a Sondagem Indústria da Construção referente a junho. A pesquisa foi divulgada hoje (26) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A entidade, no entanto, avalia que o cenário atual do setor é “menos negativo”, apresentando “sinais de melhora”, se comparado ao que foi projetado no início do ano.

De acordo com o levantamento, relativo ao segundo trimestre de 2019, a demanda interna insuficiente foi apontada como um dos principais problemas enfrentados pelas empresas, por 37,3% dos empresários pesquisados – atrás apenas da carga tributária (37,9%). No primeiro trimestre a preocupação com a demanda insuficiente estava pouco abaixo, sendo mencionada por 35,2% dos entrevistados.

Também foram citados, como principais problemas enfrentados pela indústria da construção no segundo semestre, a falta de capital de giro (28,8%), a inadimplência dos clientes (25,6%), a burocracia excessiva (24,2%), a taxa de juros elevados (23%) e a falta de financiamento de longo prazo (14,3%). Diante desse cenário, a CNI defende que o governo adote “ medidas que possam lidar com a falta de demanda e que facilitem o financiamento certamente seriam positivas para o setor”.

Diante desse cenário, a indústria operou, em junho, com 43% do pessoal, das máquinas e dos equipamentos parados. “O quadro ainda é difícil para o setor, mas há uma tendência de melhora futura”, avalia a CNI, tendo por base o crescimento, pelo quinto mês consecutivo, dos indicadores de nível de atividade e de emprego no setor.

“Os índices ligados a atividade, mesmo sem atingir o campo positivo, crescem desde fevereiro, traçando quadro mais positivo do que se projetava no início do ano. Além disso, os índices de condições financeiras, ainda que bem abaixo do observado antes da crise, voltaram a melhorar no segundo trimestre”, diz o documento divulgado pela CNI.

Segundo a entidade, o índice de nível de atividade aumentou 1,3 ponto na comparação com maio, registrando 48,2 pontos – o maior desde novembro de 2013. Já o índice de evolução do número de empregados cresceu 2,2 pontos na comparação com maio alcançando 47,2 pontos, o maior desde outubro de 2013.

“Embora os dois índices continuem abaixo dos 50 pontos, mostrando o desempenho negativo da atividade e do emprego, o cenário é mais animador do que o projetado no início do ano”, informa a pesquisa.

Margem de lucro e situação financeira

As empresas se dizem insatisfeitas com suas margens de lucro, índice que ficou em 40,1 pontos, e com a própria situação financeira (34,9 pontos). Estes indicadores variam entre zero e 100 pontos. Quando mais abaixo dos 50 pontos, mais insatisfeitas as empresas estão.

Alguns indicadores relativos a expectativa e confiança para os próximos seis meses ficaram acima dos 50 pontos, o que, segundo a CNI, mostra que os empresários “esperam o aumento do nível de atividade (índice que registrou 56,4 pontos), de novos empreendimentos e serviços (56,4), da compra de insumos e matérias-primas (55,1) e do emprego (54,6)”.

Já o Índice de Confiança do Empresário da Construção (ICEI-Construção), que mede expectativa para julho, registrou 58,7 pontos, número 9,8 pontos acima do registrado em julho do ano passado.

A Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 11 de julho com 488 empresas (172 de pequeno porte; 209 de médio porte; e 107 são de grande porte).

Agência Brasil

 

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Inflação do aluguel acumula taxa de 7,78% em 12 meses, diz FGV https://financenews.com.br/2019/05/inflacao-do-aluguel-acumula-taxa-de-778-em-12-meses-diz-fgv/ https://financenews.com.br/2019/05/inflacao-do-aluguel-acumula-taxa-de-778-em-12-meses-diz-fgv/#respond Mon, 20 May 2019 18:12:20 +0000 https://financenews.com.br/?p=59456   O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de […]

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,58% na segunda prévia de maio deste ano. O resultado é inferior ao apurado na segunda prévia de abril (0,78%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula taxa de inflação de 3,69% no ano e de 7,78% em 12 meses.

A queda da taxa da prévia de abril para a de maio foi puxada pelos preços no atacado, no varejo e na construção civil. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,66% na segunda prévia de abril para 0,4% na segunda prévia de maio.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, caiu de 0,89% para 0,72% no período. O Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,39% na segunda prévia de abril para 0,06% na segunda prévia de maio.

Agência Brasil

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2019 é um bom ano para comprar um imóvel? https://financenews.com.br/2019/01/2019-e-um-bom-ano-para-comprar-um-imovel/ https://financenews.com.br/2019/01/2019-e-um-bom-ano-para-comprar-um-imovel/#respond Mon, 14 Jan 2019 14:07:48 +0000 https://financenews.com.br/?p=50452   Passados vários anos de correção no preço dos imóveis, muita gente que juntou dinheiro […]

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Passados vários anos de correção no preço dos imóveis, muita gente que juntou dinheiro nesse período se pergunta se já é hora de realizar o sonho de comprar um imóvel.

Sobre o tema, o Finance News conversou com o economista e professor da PUC do Rio Grande do Sul, Alfredo Meneghetti Neto.

 

Finance News – professor, 2019 será um bom ano para a aquisição de um imóvel? Por quê?

Alfredo Meneghetti Neto – O ano de 2019 mostra que pode haver um reaquecimento do setor imobiliário. Todos os economistas já falam que 2019 tem uma conjuntura favorável: novo governo federal, estaduais, e a inflação na meta. Isso sugere que pode haver um aumento da procura por imóveis. Quando existe isso, provavelmente a gente pode observar também, pelo aumento da demanda, o aumento do preço.

Finance News – o relatório Focus, elaborado pelo Banco Central, aponta que os juros básicos (Selic) irão subir um pouco. Isso pode impactar os juros cobrados pelos bancos?

Alfredo Meneghetti Neto – Sempre que há um aumento na taxa Selic, efetivamente, há um aumento nas taxas de juros de financiamentos de bancos. Os bancos ficam atrelados às taxas de juros, a chamada Selic, que é o grande parâmetro da economia. Então, não tenho dúvida que, no momento que as taxas de juros sobem, também irão subir as taxas de financiamentos cobrados pelos bancos.

Finance News – existe cenário em que os juros podem cair mais?

Alfredo Meneghetti Neto – O que falam, pelas pesquisas feitas, pelos economistas consultados pelo Boletim Focus, é que as taxas de juros vão aumentar, estão falando alguma coisa entre 1%, ou seja, vão passar de 6,5% para 7,5%. Isso, praticamente há um consenso, justamente por toda essa conjunção de fatores: aumento da procura, maior confiança por parte dos empresários, novo governo, tanto federal quanto estadual. Isso mexe com o mercado. O mercado já precificou melhora no Ibovespa (principal índice de ações da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo), melhora em várias ações de empresas. Justamente para se proteger o governo, através da política monetária, aumenta as taxas de juros.

Finance News – o preço dos imóveis poderá voltar a se valorizar com força como ocorreu no começo desta década?

Alfredo Meneghetti Neto – As informações que a gente tem até o presente momento é que isso pode acontecer.

Se observa que o cenário é muito favorável. Os índices calculados pelas associações que trabalham com o mercado imobiliário já mostram que no mês de novembro de 2018 tivemos, em relação a maio, um Índice de Velocidade de Vendas, o chamado IVV, dos imóveis novos, 40% de crescimento. Isso já sinaliza que 2019 vamos ter um aumento da procura e provavelmente de preços.

Finance News – para quem vai comprar um imóvel financiado, quais cuidados tomar?

Alfredo Meneghetti Neto – Um imóvel financiado está atrelado a uma instituição financeira. Esta instituição financeira apresenta um contrato onde pode se verificar e avaliar as taxas de juros cobradas. O primeiro cuidado, talvez o mais importante que a pessoa tem que ter, é justamente nas taxas de juros cobradas através do contrato, o financiamento. Primeiro cuidado são com as taxas. O segundo, são os bancos que estão fazendo essa relação com o cidadão. E terceiro lugar a empresa que está envolvida na venda, na comercialização do imóvel.

Finance News – quais os riscos para quem quer comprar na planta?

Alfredo Meneghetti Neto – O maior risco para quem compra na planta é o cidadão ficar atrelado à empresa que virá a construir e comercializar o imóvel. É como se fosse um cheque em branco que o cidadão passa para essa empresa. Ele vai ficar envolvido com essa empresa até a devolução final dessa empresa para as mãos dele. Nesse sentido, todo o planejamento, toda a tomada de decisão todas as novas aquisições que essa empresa fizer, todas as novas construções que essa empresa fizer, o cidadão é como um sócio. É nesse sentido que é o maior risco de se comprar na planta. Eu não sugiro que se faça isso. Pelo contrário. Compra um imóvel novo já autenticado, avaliado, com o habite-se, para que não tenha esse risco de estar relacionado com a empresa que irá comercializar e construir.

Leia também:

Perspectivas para a renda fixa em 2019 

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2019: um bom ano para comprar um imóvel? https://financenews.com.br/2019/01/2019-um-bom-ano-para-comprar-um-imovel/ https://financenews.com.br/2019/01/2019-um-bom-ano-para-comprar-um-imovel/#respond Sun, 13 Jan 2019 02:00:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=50157   Passados vários anos de correção no preço dos imóveis, muita gente que juntou dinheiro […]

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Passados vários anos de correção no preço dos imóveis, muita gente que juntou dinheiro nesse período se pergunta se já é hora de realizar o sonho de comprar um imóvel.

Sobre o tema, o Finance News conversou com o economista e professor da PUC do Rio Grande do Sul, Alfredo Meneghetti Neto.

 

Finance News – professor, 2019 será um bom ano para a aquisição de um imóvel? Por quê?

Alfredo Meneghetti Neto – O ano de 2019 mostra que pode haver um reaquecimento do setor imobiliário. Todos os economistas já falam que 2019 tem uma conjuntura favorável: novo governo federal, estaduais, e a inflação na meta. Isso sugere que pode haver um aumento da procura por imóveis. Quando existe isso, provavelmente a gente pode observar também, pelo aumento da demanda, o aumento do preço.

Finance News – o relatório Focus, elaborado pelo Banco Central, aponta que os juros básicos (Selic) irão subir um pouco. Isso pode impactar os juros cobrados pelos bancos?

Alfredo Meneghetti Neto – Sempre que há um aumento na taxa Selic, efetivamente, há um aumento nas taxas de juros de financiamentos de bancos. Os bancos ficam atrelados às taxas de juros, a chamada Selic, que é o grande parâmetro da economia. Então, não tenho dúvida que, no momento que as taxas de juros sobem, também irão subir as taxas de financiamentos cobrados pelos bancos.

Finance News – existe cenário em que os juros podem cair mais?

Alfredo Meneghetti Neto – O que falam, pelas pesquisas feitas, pelos economistas consultados pelo Boletim Focus, é que as taxas de juros vão aumentar, estão falando alguma coisa entre 1%, ou seja, vão passar de 6,5% para 7,5%. Isso, praticamente há um consenso, justamente por toda essa conjunção de fatores: aumento da procura, maior confiança por parte dos empresários, novo governo, tanto federal quanto estadual. Isso mexe com o mercado. O mercado já precificou melhora no Ibovespa (principal índice de ações da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo), melhora em várias ações de empresas. Justamente para se proteger o governo, através da política monetária, aumenta as taxas de juros.

Finance News – o preço dos imóveis poderá voltar a se valorizar com força como ocorreu no começo desta década?

Alfredo Meneghetti Neto – As informações que a gente tem até o presente momento é que isso pode acontecer.

Se observa que o cenário é muito favorável. Os índices calculados pelas associações que trabalham com o mercado imobiliário já mostram que no mês de novembro de 2018 tivemos, em relação a maio, um Índice de Velocidade de Vendas, o chamado IVV, dos imóveis novos, 40% de crescimento. Isso já sinaliza que 2019 vamos ter um aumento da procura e provavelmente de preços.

Finance News – para quem vai comprar um imóvel financiado, quais cuidados tomar?

Alfredo Meneghetti Neto – Um imóvel financiado está atrelado a uma instituição financeira. Esta instituição financeira apresenta um contrato onde pode se verificar e avaliar as taxas de juros cobradas. O primeiro cuidado, talvez o mais importante que a pessoa tem que ter, é justamente nas taxas de juros cobradas através do contrato, o financiamento. Primeiro cuidado são com as taxas. O segundo, são os bancos que estão fazendo essa relação com o cidadão. E terceiro lugar a empresa que está envolvida na venda, na comercialização do imóvel.

Finance News – quais os riscos para quem quer comprar na planta?

Alfredo Meneghetti Neto – O maior risco para quem compra na planta é o cidadão ficar atrelado à empresa que virá a construir e comercializar o imóvel. É como se fosse um cheque em branco que o cidadão passa para essa empresa. Ele vai ficar envolvido com essa empresa até a devolução final dessa empresa para as mãos dele. Nesse sentido, todo o planejamento, toda a tomada de decisão todas as novas aquisições que essa empresa fizer, todas as novas construções que essa empresa fizer, o cidadão é como um sócio. É nesse sentido que é o maior risco de se comprar na planta. Eu não sugiro que se faça isso. Pelo contrário. Compra um imóvel novo já autenticado, avaliado, com o habite-se, para que não tenha esse risco de estar relacionado com a empresa que irá comercializar e construir.

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Aumento do limite de financiamento de imóveis começa a vigorar https://financenews.com.br/2018/10/aumento-do-limite-de-financiamento-de-imoveis-comeca-a-vigorar/ https://financenews.com.br/2018/10/aumento-do-limite-de-financiamento-de-imoveis-comeca-a-vigorar/#respond Tue, 30 Oct 2018 11:44:37 +0000 https://financenews.com.br/?p=45927 A elevação dos limites de financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) começa […]

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A elevação dos limites de financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) começa a valer a partir de hoje (30). A medida estava prevista para entrar em vigor em janeiro, mas a antecipação foi definida durante reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Ontem (29), o CMN se reuniu em Brasília. Com a medida, os mutuários poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros menores que as taxas de mercado, em todo o país.

Atualmente o teto para financiamentos do SFH corresponde a R$ 950 mil nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. Nas demais localidades do país, o limite de financiamento é R$ 800 mil.

Concedidos com recursos do Fundo de garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da poupança, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

O chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, João André Pereira, disse que a antecipação do novo teto foi uma demanda dos próprios bancos, que não precisarão atualizar os sistemas para se adaptar à elevação do limite, e que a medida é relevante para o mercado como um todo.

Teto permanente

Em novembro de 2016, o CMN tinha reajustado o teto de financiamento de imóveis pelo SFH de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país, e de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em fevereiro do ano passado, o limite foi reajustado para R$ 1,5 milhão por unidade em todas as regiões do país, valor que vigorou até o fim do ano passado.

Em janeiro deste ano, tinham passado a valer o teto anterior, de R$ 950 mil para quatro unidades da Federação, e de R$ 750 mil no restante do país. A restauração do limite de R$ 1,5 milhão tinha sido anunciada no fim de julho, para entrar em vigor em janeiro. Segundo o BC, o novo teto unificado será permanente.

Informações da Agência Brasil

 

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