O post Cade aprofunda investigação sobre práticas do Google e lança chamada para contribuições apareceu primeiro em Finance News.
]]>
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu ampliar a instrução do inquérito administrativo que apura suposto abuso de posição dominante praticado pelo Google nos mercados de busca online e de notícias.
O processo, iniciado em 2019, investiga alegações de utilização indevida de conteúdo jornalístico de terceiros nas plataformas Google Search e Google News, conduta que poderia afetar o tráfego orgânico de veículos de imprensa e comprometer a sustentabilidade do setor.
Por meio de despacho publicado no dia 28 de agosto, o conselheiro Diogo Thomson convidou a sociedade civil, incluindo associações, entidades de classe, organizações do terceiro setor, acadêmicos e demais interessados, a encaminhar subsídios técnicos e fáticos que possam contribuir para a análise do caso.
As manifestações terão caráter voluntário e informativo, sem atribuir ônus processual aos colaboradores, e poderão incluir documentos, pareceres, estudos e análises. O prazo para envio é de 30 dias, contados da publicação do despacho no Diário Oficial da União.
O Cade elaborou questionários específicos para orientar as contribuições, encaminhados ao Google e a entidades representativas de veículos jornalísticos.
Os pontos abordam, entre outros, os efeitos das mudanças de algoritmos e ferramentas de inteligência artificial sobre o tráfego de notícias, a remuneração de conteúdos jornalísticos e o impacto da integração entre busca e publicidade digital.
As contribuições devem ser enviadas até o dia 29 de setembro, por meio de protocolo eletrônico no Sistema Eletrônico de Informações do Cade (SEI/Cade), para que possam a integrar oficialmente os autos do processo.
A ação busca aprofundar a compreensão sobre os potenciais efeitos concorrenciais das práticas do Google e subsidiar a decisão final do Tribunal sobre o inquérito.
O post Cade aprofunda investigação sobre práticas do Google e lança chamada para contribuições apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post Febraban e Google anunciam colaboração para ampliar combate a fraudes no sistema financeiro apareceu primeiro em Finance News.
]]>
Publicado às 8h38
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e o Google assinaram na segunda-feira, 2, um acordo de cooperação para estreitar a colaboração e estudarem ações e projetos que aumentem a segurança cibernética no setor financeiro e a proteção contra roubos e fraudes para usuários do sistema operacional Android no Brasil e aplicativos bancários.
O acordo foi assinado pelo presidente da Febraban, Isaac Sidney, e pelo presidente do Google Brasil, Fabio Coelho, em reunião fechada no escritório do Google, em São Paulo.
“Esse trabalho conjunto possibilitará que o sistema financeiro passe a ter ferramentas tecnológicas de prevenção a fraudes mais eficazes”, diz Isaac Sidney, presidente da Febraban. “É mais um passo importante do setor para garantir a segurança dos serviços prestados. Estamos dando aqui uma resposta efetiva à sociedade de nosso compromisso com os clientes.”
A cooperação também prevê a criação de grupos de trabalho, promoção de estudos e outras atividades que sejam necessárias para garantir mais segurança aos clientes bancários e aos usuários do sistema Android.
“A colaboração entre o Google e a Febraban reforça nosso compromisso com a segurança dos usuários do Android e do sistema financeiro no Brasil. Unindo forças e expertise, poderemos desenvolver soluções inovadoras que protejam os brasileiros contra fraudes e promovam um ecossistema digital mais seguro para todos”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.
O post Febraban e Google anunciam colaboração para ampliar combate a fraudes no sistema financeiro apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post Notícia da Klabin, Ouro Fino, Google, Vale, Brisanet, Multiplan apareceu primeiro em Finance News.
]]>
Publicado às 21h26
Atualizado às 23h16
O conselho de administração da Klabin (KLBN11) aprovou novas versões da política de dividendos e juros sobre capital próprio e da política de endividamento financeiro. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 29, após o fechamento do mercado.
Entre as diretrizes, está o pagamento trimestral de proventos.
Acesse aqui a íntegra da política de dividendos e juros sobre capital próprio.
A Klabin também informou nesta terça-feira, 29, que celebrou acordos com uma Timber Investment Management Organization (Timo) para o investimento conjunto em quatro sociedades de propósito específico (SPEs). Em um fato relevante a companhia explicou que as SPEs serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração da atividade florestal nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina.
O projeto será chamado de Plateau e foi aprovado, por unanimidade e sem ressalvas, pelo conselho de administração.
O patrimônio das SPEs será composto, principalmente, por parte dos ativos florestais oriundos do Projeto Caetê, além dos seguintes ativos e recursos a serem aportados pela Klabin e pela Timo: -Klabin: aporte de 23 mil hectares de florestas plantadas e 4 mil hectares de terras produtivas; e -Timo: aporte de R$ 1,8 bilhão em caixa, sendo a primeira parcela na data do fechamento do Projeto Plateau e o restante previsto para o segundo trimestre de 2025.
A Timo poderá realizar aportes adicionais nas SPEs até o segundo trimestre de 2025 no valor agregado de até R$ 0,9 bilhão.
Dentre outros direitos típicos conferidos a acionistas controladores de sociedades desta natureza, a Klabin terá o direito de preferência na compra da madeira produzida pelas SPEs.
“O Projeto Plateau reforça o compromisso da Klabin com a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do ROIC, com criação de valor para todos os seus stakeholders”, afirmou a companhia.
A assembleia geral extraordinária da Ouro Fino (OFSA3) realizada nesta terça-feira, 29, aprovou a redução do capital social da companhia, no valor de R$ 120 milhões, por considerá-lo excessivo, sem cancelamento de ações, mediante restituição em dinheiro aos acionistas.
A redução de capital fará com que o capital social passe de R$ 599.823.731,62 para R$ 479.823.731,62, mediante a restituição de capital aos acionistas da companhia proporcionalmente a suas participações acionárias, e sem o cancelamento de quaisquer ações representativas do capital social da companhia, mantendo-se, portanto, inalterado o número de ações e o percentual de participação dos acionistas no capital social.
O valor da restituição aos acionistas será equivalente ao montante total de R$ 120 milhões, correspondente, nesta data, a R$ 2,23182709678 por ação.
Considerando que a publicação da ata da assembleia ocorrerá em 30 de outubro de 2024, a companhia informa que em 29 de dezembro de 2024 se encerrará o prazo legal de 60 dias para oposição de credores à redução de capital.
Caso se torne efetiva, acionistas titulares de ações da Ouro Fino na data de 30 de dezembro de 2024 (data de corte) terão direito ao recebimento da restituição de capital.
Dessa forma, as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-direitos da redução de capital a partir de 2 de janeiro de 2025.
A restituição será paga à vista no dia 10 de janeiro de 2025.
A Alphabet (Nasdaq: GOOGL; B3: GOGL34), companhia que controla o Google, divulgou nesta terça-feira, 29, que teve lucro líquido de US$ 26,3 bilhões no terceiro trimestre. Esse valor corresponde à alta de 33,6% na base anual de comparação. Diluído por ação, o lucro passou de US$ 1,55 para US$ 2,12.
A receita da gigante americana subiu 15,1% na base anual de comparação, para US$ 88,27 bilhões.
A divisão de busca teve faturamento de US$ 49,3 bilhões no terceiro trimestre, alta anual de 12,1%. A receita do YouTube registrou expansão de 12,1%, para US$ 8,9 bilhões.
A receita do Cloud subiu 35%, para US$ 11,3 bilhões.
A Alphabet anunciou que pagará US$ 2,5 bilhões em dividendos. Cada acionista, que tiver ações da empresa em 9 de dezembro, receberá a US$ 0,20 por ação em 16 dezembro.
Nas negociações pós-pregão regular em Nova York as ações da Alphabet tinham alta. Às 20h no after-hours subiam 5,52% cotadas a 179,05 dólares.
A agência de classificação de risco Fitch, uma das mais importantes do mundo, revisou a perspectiva dos IDRs (Issuer Default Ratings – Ratings de Inadimplência do Emissor) da mineradora Vale (VALE3) de “estável” para “positiva”. O relatório foi divulgado no fim da tarde desta terça-feira, 29.
A agência afirmou os IDRs de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BBB’ da empresa. Ao mesmo tempo, a Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’, com perspectiva “estável”.
“A revisão da perspectiva reflete o fim de uma elevada incerteza e das pressões nos ratings da Vale relacionadas aos riscos ambientais e de litígio, após o recente acordo firmado por sua subsidiária Samarco Mineração, bem como o aumento da escala e da diversificação da companhia em um mix de produtos ferrosos de maior valor agregado, favorecendo a sua posição na categoria de rating ‘BBB’”, afirma a agência em relatório.
Para a Fitch, o acordo mitiga as incertezas, com saídas de caixa definidas e mais administráveis relacionadas à reparação integral dos acidentes de Mariana e Brumadinho, as quais não prejudicam o perfil financeiro da Vale.
A agência acredita que a Vale continuará comprometida em preservar um perfil de baixa alavancagem e que gerará fluxos de caixa fortes, enquanto administra preços mais baixos de minério de ferro e equilibra oportunidades de crescimento e de retorno aos acionistas. A expectativa é de que a alavancagem líquida ajustada pela Fitch seja, em média, de 0,7 vez entre 2024 e 2026.
A Brisanet (BRIT3) informou nesta terça-feira, 29, que foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiamento para apoiar na conectividade de escolas públicas e na implantação de rede de alta capacidade em cinco estados na região nordeste.
O BNDES, como gestor de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), aprovou financiamento de R$ 200 milhões para a Brisanet Serviços de Telecomunicações, controlada integral da companhia.
Esse montante está dividido em R$ 26,6 milhões para implantação de banda larga em escolas públicas e R$ 173,3 milhões para a rede de transporte de dados de alta capacidade em fibra óptica em cinco estados.
A primeira tranche compreende a construção de 430 quilômetros de rede de fibra óptica, além de manutenção da conectividade gratuita por, no mínimo, 24 meses, que viabilizarão a conexão de 51 escolas públicas localizadas em 27 municípios do Ceará e 2 municípios do Rio Grande do Norte. Cerca de 8.200 alunos serão atendidos e beneficiados pelos investimentos. A rede de alta capacidade, por sua vez, contará com aproximadamente 2.806 km de rede de fibra óptica para atender 96 municípios no interior dos estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Fundos de investimento geridos pela Squadra Investimentos e investidores não residentes no país geridos pela Squadra Investiments atingiram na última segunda-feira, 28, o total de 28.948.183 ações ordinárias da Multiplan (MULT3).
A informação foi revelada pela companhia nesta terça-feira, 29.
Esse total inclui ações objeto de empréstimo, e/ou outros valores mobiliários e instrumentos derivativos lastreados em tais ações, equivalentes a 5,01% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia.
A Squadra informou que 682.617 ações ordinárias de emissão da Multiplan encontram-se doadas em empréstimo.
Weg – antes da abertura do mercado.
Auren, Isa Cteep (Transmissão Paulista), Log, Kepler Weber, d1000 – após o fechamento do mercado.
Whatsapp:
Para receber notícias gerais de companhias do Brasil (dividendos, fatos relevantes) entre pelo link: https://chat.whatsapp.com/Jr866y3iGDhC53uuEd8GuR ou acesse o canal do Finance News no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VaAwVgj6WaKuvaXNhM2T
O post Notícia da Klabin, Ouro Fino, Google, Vale, Brisanet, Multiplan apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post Executek ou Apple? BackRub ou Google? O dilema de criar o nome de uma empresa apareceu primeiro em Finance News.
]]>
Se você está querendo entrar no universo do empreendedorismo e abrir uma empresa, mais cedo ou mais tarde vai se deparar com a pergunta: qual nome devo dar para minha companhia? Pode parecer apenas um detalhe, mas um bom nome é estratégico.
É normal ter dificuldade para escolher um nome. Gênios quando se depararam com esse momento também enfrentaram indecisão e incerteza até baterem o martelo. Antes da Apple ser batizada, Steve Jobs e Steve Wozniak pensaram em chamar a empresa de Matrix, Executek, além de outros termos mais ‘techs’ como Personal Computer. Em meio às dúvidas e já no fim do prazo, Jobs propôs “Apple Computer”.
Pode ser que Jobs tivesse tido esse insight porque dias antes de decidir pelo nome esteve na fazenda de um amigo, onde participou de podas de macieira. “Eu estava seguindo na época uma dieta a base de frutas e tinha acabado de voltar de um pomar de macieiras. Parecia um nome engraçado, vivo, que não intimidava. “Apple” suavizava a palavra computador. Além disso, ela viria antes de Atari na lista”, afirmou Jobs.
Outras marcas que hoje são gigantes e estão no nosso dia a dia também tiveram nomes diferentes logo que começaram.
Veja o caso da fabricante do processador Intel. Inicialmente a empresa chamava-se NM Electronics. As letras referiam-se aos nomes dos fundadores, Robert Noyce e Gordon Moore. Realmente, nada muito criativo.
Houve inúmeras sugestões pouco memoráveis, entre as quais Electronic Solid State Computer Technology Corp. Eles acabaram optando por Integrated Electronics, que poderia ser resumido por Intel. E assim ficou: um nome simples, fácil de falar e lembrar.
Em 1975 quando Bill Gates e Paul Allen fizeram o primeiro contrato com a empresa Mits para fornecer o BASIC para o computador Altair, discutiram que precisavam dar um nome a empresa. O primeiro cogitado foi óbvio: ‘Allen & Gates’. A dupla chegou à conclusão que parecia nome de escritório de advocacia. Concluíram que precisavam de algo que transmitisse a ideia da atividade fim da empresa deles: escrever programas para computadores. Nos documentos do contrato com a Mits eles se identificavam como ‘Bill Gates e Paul Allen, comercialmente Micro-Soft’. Dois anos depois as duas palavras viraram Microsoft.
Ironia do destino é ter procurado o nome do Google na internet. Pouca gente sabe, mas o nome do gigante das buscas foi resultado de um erro de digitação. Sean Anderson, um colega de quarto de Larry Page tinha sugerido o nome Googolplex, em alusão ao googol, que representa o número 1 seguido de cem zeros. A ideia surgiu devido ao grande volume de dados com os quais o Google lidava desde então. Page trocou, sem querer, algumas letras na hora de procurar se o nome já estava sendo usado e o resultado não poderia ter sido melhor. O nome Googol, a propósito, já estava sendo usado.
Antes de se chamar Google, o nome da empresa era BackRub. O nome The Whatbox, também havia sido cogitado, mas foi deixado de lado porque o som lembrava uma palavra em inglês para o órgão genital feminino. Hoje em dia, é estranho pensar em alguém “jogando uma dúvida no BackRub” ou “fazendo uma pesquisa no The Whatbox”.
Os exemplos das grandes marcas mostram que escolher um nome adequado não é uma tarefa fácil e requer um pouco de pesquisa e muito “brainstorming”. É preciso procurar um nome original, fácil de pronunciar e de lembrar. A boa notícia é que, como vimos, ninguém precisa acertar de primeira.
É proibida a publicação desse artigo sem a autorização do portal Finance News. Se você viu algum erro na reportagem ou se quiser fazer um comentário (sugestão, crítica) para que possamos aprimorar nosso serviço, escreva para [email protected]
O post Executek ou Apple? BackRub ou Google? O dilema de criar o nome de uma empresa apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post O que Jobs disse a Larry Page, cofundador do Google? apareceu primeiro em Finance News.
]]>
Em 2011, quando já estava de licença médica por causa do câncer, Steve Jobs recebeu em sua casa a visita de um vizinho ilustre: Larry Page. O cofundador do Google morava a poucas quadras da casa do líder da Apple. Mas a distância entre os dois era gigantesca: Jobs estava muito irritado com o Google, principalmente, com seu então executivo Eric Schmidt, por ter apresentado o sistema Android pouco tempo depois do lançamento do Iphone.
Larry Page queria voltar ao comando do gigante de buscas outros serviços e também fazer as pazes com Jobs, então aproveitou para visitá-lo com a proposta de receber do homem da Apple orientações sobre como se tornar um grande CEO.
As sugestão abaixo devem colocadas dentro de um contexto, é claro, mas, a rigor, podem ser úteis a qualquer empresário, de qualquer companhia.
É preciso ter foco
Na sala de estar, Larry ouviu de um cordial Jobs que um bom executivo precisa ter foco. O empresário estava se referindo aos produtos e enfatizou que uma empresa tem de se focar em alguns ótimos produtos ou serviços. Em certo momento foi taxativo ao afirmar que o Google deveria se focar em cinco produtos ótimos em vez de muitos produtos adequados.
Cuidado ao escolher pessoas
Jobs era conhecido por classificar os funcionários de forma categórica: ou era excelente ou não prestava. Nesse último caso pertencia ao grupo “B”.
O criador da Apple disse a Larry para ter cuidado na gestão para evitar que a companhia ficasse inchada com colaboradores de classe “B”. Ressaltou ainda que se o cofundador do Google quisesse ser um grande presidente, deveria escolher muito bem as pessoas que iriam trabalhar com ele. Esses funcionários deveriam ser gente em que poderia confiar.
Meses depois da visita Steve Jobs morreu. Larry Page se tornou CEO da Alphabet, companhia controladora das várias divisões de negócios do Google. Será que o empresário seguiu à risca os conselhos de Jobs? A única certeza é que pelo menos os dois fizeram as pazes. Já as empresas continuam disputando, ferozmente, o mercado em que atuam.
O post O que Jobs disse a Larry Page, cofundador do Google? apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post Dona do Google reporta lucro de US$ 16 bi no segundo trimestre apareceu primeiro em Finance News.
]]>
Publicado às 18h28
A Alphabet, dona da gigante Google (GOGL34), reportou lucro líquido de US$ 16,002 bilhões no segundo trimestre deste ano (2T22). O resultado foi divulgado nesta terça, 26, após o fechamento do mercado americano.
Essa quantia é 13,62% abaixo da que foi reportada um ano antes.
O lucro por ação ficou em US$ 1,21. O projetado pelos analistas consultados pela Refinitiv era US$ 1,28.
A receita somou US$ 69,6 bilhões no 2T22, alta de 12,61% na base anual.
O negócio de anúncios do Google respondeu por 81% da receita, com vendas de US$ 56,2 bilhões.
A receita de publicidade do Youtube atingiu US$ 7,34 bilhões.
No after hours em Nova York os papéis subiam 2,78% às 18h28.
Whatsapp:
Para receber notícias entre no grupo pelo link:
https://chat.whatsapp.com/Lsdf4r2HZYf2NXhMtet1Rg
Telegram
Para notícias entre nesse grupo: https://t.me/joinchat/AAAAAFdKtmVSmTmfF68jIA
Para análise gráfica entre nesse grupo: https://t.me/joinchat/AAAAAFk1BILf5KNH9DlQ3A
O post Dona do Google reporta lucro de US$ 16 bi no segundo trimestre apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post Conseguirão as ‘big techs’ animar o mercado nesta sexta? apareceu primeiro em Finance News.
]]>
China (Shanghai Comp.): +0,71% (pregão encerrado)
Japão (Nikkei 225): -2,82% (pregão encerrado)
Alemanha (DAX): +0,38%
Londres (FTSE 100): -0,12%
Petróleo Brent: +0,44% (US$ 43,44)
Petróleo WTI: +0,58% (US$ 40,14)
O contrato futuro mais líquido do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de +1,02% cotado em 840 iuanes por tonelada (119,91 dólares/tonelada). Dalian é referência para o minério da mineradora brasileira Vale (VALE3).
Em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de +0,24% e o S&P 500 futuro com valorização de +0,16% às 8h02min.
As ações de gigantes do setor de tecnologia subiram com força após o pregão regular no fim da tarde de ontem em Nova York.
Os balanços da Apple, Amazon e Facebook surpreenderam os analistas. No começo da madrugada desta sexta os índices futuros de ações americanos tinham alta, impactados principalmente pelas big techs, como são chamadas essas empresas.
A Apple informou crescimento de 12% no lucro do terceiro trimestre fiscal (encerrado em 27 de junho), para US$ 11,25 bilhões.
A gigante anunciou que vai desdobrar as ações, que valem cerca de US$ 400, na proporção de quatro para um. O objetivo é torná-los mais acessíveis a uma base mais ampla de investidores.
O resultado da Amazon superou todas as expectativas, que já eram positivas, ao registrar um lucro por ação de US$ 10,30. A média das análises compiladas pela Bloomberg apontava para um lucro de US$ 1,51.
Já o Facebook registrou lucro líquido de US$ 5,18 bilhões no segundo trimestre, alta de 98% na comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro por ação diluído ficou em US$ 1,80, acima da previsão de US$ 1,39 dos analistas consultados pelo FactSet.
Já as receitas da Alphabet, holding que controla o Google, caíram no segundo trimestre, registrando o primeiro resultado trimestral negativo em 16 anos. Mesmo assim o balanço superou as projeções. A holding teve receita de US$ 31,6 bilhões no segundo trimestre.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI na sigla em inglês) industrial oficial da China subiu para 51,1 em julho. O esperado por analistas era 50,7. Os dados foram divulgados na noite de quinta (manhã de sexta na China). Em junho ficou em 50,9. O indicador oficial da atividade fabril se expandiu em julho apoiado pela produção acelerada e pela recuperação da demanda.
Já o PMI oficial das atividades não-manufatureiras caiu para 54,2 em julho, comparado a 54,4 em junho.
(clique nos links para acessar)
Petrobras tem prejuízo de R$ 2,7 bilhões no 2T20
SLC Agrícola vai pagar dividendos dia 13 de agosto
Engie anuncia dividendos intercalares. Lucro da companhia salta 98,7% no 2T20
Magazine Luiza entra com relevância no segmento factory to consumers
Lucro líquido da Transmissão Paulista salta 289,5% no 2T20
Fleury reporta prejuízo no 2T20. Companhia anuncia investimentos em healthtechs
A Cogna (COGN3) informou nesta sexta-feira que a sua subsidiária Vasta levantou US$ 405,8 milhões em sua oferta inicial de ações na Bolsa americana Nasdaq. A captação avalia a Vasta em R$ 8,4 bilhões.
Em comunicado ontem à noite a Eletrobras (ELET3) afirmou que seu conselho de administração aprovou as ofertas vinculantes feitas pela Omega Geração (OMGE3) de cerca de R$ 1,5 bilhão para aquisição da totalidade da participação da elétrica em parques eólicos no Rio Grande do Sul.
Fique atento. A Receita Federal paga nesta sexta-feira, 31, o terceiro lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoa Física 2020, relativo a 2019. Ao todo, serão pagos R$ 5,7 bilhões a 3,9 milhões de contribuintes. Faça a consulta clicando aqui.
Para receber notícias entre no grupo pelo link:
https://chat.whatsapp.com/Lsdf4r2HZYf2NXhMtet1Rg
O post Conseguirão as ‘big techs’ animar o mercado nesta sexta? apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post Procuradores dos EUA abrem investigação antitruste contra o Google apareceu primeiro em Finance News.
]]>
Procuradores-gerais de 48 estados e dois territórios dos Estados Unidos anunciaram (9) uma investigação antitruste contra o Google no país. O conglomerado (que desde 2015 mudou de nome para Alphabet) havia sofrido multas de órgãos reguladores no país antes, mas a iniciativa divulgada nesta segunda-feira marca uma ofensiva importante contra uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.
O procurador-geral do Texas, Ken Paxton, líder da iniciativa, destacou o poder de mercado do grupo nos mercados online e como isso afeta o caráter aberto e inovador da web. “Consumidores acreditam que a internet é livre, mas não é. Essa é uma companhia que domina todos os aspectos de publicidade e busca. O lado do comprador, do consumidor e até mesmo o segmento de vídeo com o Youtube”, disse.
O procurador-geral do Distrito de Columbia, Karl Racine, caracterizou a apuração como um esforço para avaliar os impactos do poder de mercado do Google e saber se há “condições mínimas na indústria de tecnologia online”. Ele citou como exemplo o fato dos resultados de busca de maior visibilidade em geral estarem associados a negócios do próprio Google (como vídeos do Youtube e informações sobre produtos do Google Shopping).
“O Google comanda uma grande parcela do mercado de publicidade online e nós devemos garantir que todos são tratados de maneira justa”, disse Racine, em uma referência a eventuais práticas anticoncorrenciais do grupo. Racine ressaltou que a investigação busca proteger não somente o usuário dos serviços do conglomerado, mas também os pequenos negócios que podem estar sofrendo os efeitos de um poder monopolista.
A procuradora-geral do Arkansas, Leslie Rutledge, disse que seu foco é proteger os consumidores dos Estados Unidos. “Quando minha filha está doente e procuro online, quero o melhor auxílio, não a clínica que pode gastar mais em publicidade. A maioria dos EUA pensa que é gratuito pesquisar algo, mas vem com um custo”, disse.
O procurador-geral da Dakota do Sul, Jason Ravnsborg, disse que o desejo é assegurar condições justas de competição. Segundo o procurador-geral de Utah, Sean Reyes, o fato de tantos procuradores se juntarem no esforço sinaliza a capilaridade das atividades do conglomerado e a continuidade das denúncias contra ele. “Embora democratas e republicanos sejam de partidos diferentes, temos um laço comum na proteção dos cidadãos dos nossos estados”, disse a procuradora-geral da Flórida, Ashley Moody.
O Alphabet (conglomerado do Google) deixou de ser apenas um mecanismo de busca. Este serviço, pelo qual a maioria dos usuários conhece a empresa, tem uma participação de mercado global de mais de 90%, segundo a consultoria Statcounter. Além disso, controla os principais navegadores (Chrome, com 63% do mercado), sistema operacional para dispositivos móveis (Android, com 76% de mercado), servidor de e-mail (Gmail, sendo utilizado por mais de 1,5 bilhão de pessoas) e plataforma de streaming de vídeo (Youtube, com 2 bilhões de usuários).
O Alphabet também comercializa serviços para empresas e infraestrutura na nuvem e mantém o que chama de “outras apostas”, uma série de empresas com pesquisas e desenvolvimento tecnológico, que vão do combate ao envelhecimento a carros autônomos, passando por serviços de acesso à internet usando balões ou equipamentos como desktops, smartphones e assistentes virtuais.
Em março deste ano, a União Europeia multou o Google em 1,49 bilhão de libras por abuso de poder de mercado. Antes desta, mais duas multas haviam sido aplicadas por violações das regras europeias de competição.
Segundo o órgão de concorrência do bloco, o Google fechava contratos com cláusulas que minavam a competição, dificultando a disseminação de anúncios de concorrentes do grupo.
Agência Brasil
O post Procuradores dos EUA abrem investigação antitruste contra o Google apareceu primeiro em Finance News.
]]>O post Procon notifica FaceApp, Apple e Google apareceu primeiro em Finance News.
]]>
A Fundação Procon de São Paulo notificou hoje (18) o aplicativo FaceApp e as empresas Apple e Google, proprietárias das lojas virtuais que disponibilizam o aplicativo. De acordo com o Procon, as empresas deverão esclarecer a a políticas de coleta, armazenamento e uso dos dados dos consumidores que utilizam o aplicativo de celular.
“Informações divulgadas na imprensa afirmam que a licença para uso do aplicativo contém cláusula que autoriza a empresa a coletar e compartilhar imagens e dados do consumidor, sem explicar de que forma, por quanto tempo e como serão usados. E ainda, essas permissões não estão disponíveis em língua portuguesa”, destacou a entidade em nota.
O FaceApp, disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android, da Google) e Apple Store (para o sistema operacional iOS), virou febre nas redes sociais. O aplicativo faz edição e aplicação de filtros em imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros.
O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Especialistas apontam que o aplicativo pode trazer uma série de riscos à privacidade do usuário e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países.
Agência Brasil
O post Procon notifica FaceApp, Apple e Google apareceu primeiro em Finance News.
]]>