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A importância dos bônus sem depósito e como os encontrar https://financenews.com.br/2024/06/a-importancia-dos-bonus-sem-deposito-e-como-os-encontrar/ https://financenews.com.br/2024/06/a-importancia-dos-bonus-sem-deposito-e-como-os-encontrar/#respond Mon, 24 Jun 2024 01:30:56 +0000 https://financenews.com.br/?p=168358 Já imaginou puder fazer uma aposta sem investir o seu próprio dinheiro? Pois, é exatamente […]

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Já imaginou puder fazer uma aposta sem investir o seu próprio dinheiro? Pois, é exatamente isso que um bônus lhe permite fazer. Com a legalização dos cassinos online em 2023, eles estão a despertar cada vez mais o interesse dos Brasileiros, mas não só. Os cassinos online são uma fonte de entretenimento inesgotável e com este novo mercado em ascensão é importante que esteja ciente de algumas oportunidades fornecidas pelos cassinos para aproveitar melhor a sua jornada online, onde os bônus sem depósito se destacam.

Eles podem ter muitas formas, podem ser rodadas grátis para girar naquela slot que tanto quer experimentar, dinheiro grátis depositado na sua conta para apostar sem investir o seu próprio dinheiro, ou até, um tempo de jogo grátis, onde, por exemplo, lhe podem dar 2 minutos para jogar aviator e ficar com as recompensas. Se gostava de iniciar e experimentar a sua aventura nos cassinos online de forma totalmente gratuita, os bônus sem depósito são a resposta para o fazer. Vamos agora descobrir como descobrir os melhores.

A pesquisa importa e é relevante

É uma pessoa que não deixa escapar uma promoção quando vai ao mercado e está ativamente na busca de promoções? Estará certamente no caminho certo e deve replicar essa pesquisa aqui também. Procurar ativamente por cassinos com os melhores bônus pode ser uma tarefa complicada e temos, por isso, uma dica para simplificar a sua procura. Muitos apostadores procuram pelo mesmo e alguns deles escrevem as suas opiniões e histórias e partilham-nas com outros apostadores. Faça uma pesquisa para perceber o que os outros apostadores estão a dizer seja em redes sociais, fóruns, ou comunidades e sirva-se das suas opiniões e avaliações para facilitar a sua pesquisa.

Leia sempre as letras pequenas

Alguns cassinos podem oferecer de livre e espontânea vontade os bônus sem nenhuma contrapartida, mas outros não. Como tal, verifique sempre quais os requisitos associados ao bônus que vai receber porque alguns podem implicar que não consiga fazer um levantamento imediato após, por exemplo, vencer 50 reais no aviator com aqueles 2 minutos extra oferecidos. Como tal, verifique sempre as condições impostas pelo bônus que vai receber e verifique também o prazo de validado do bônus porque alguns têm essa limitação. Em caso de dúvida, use o apoio ao cliente que é para isso que ele serve. Verifique igualmente se o cassino possui uma política de privacidade que normalmente está na barra inferior como aqui no nosso site.

Em que slots posso usar o bônus?

Esta é outra pergunta que deverá fazer quando encontrar um bônus sem depósito. Como dissemos anteriormente nem todos os bônus são iguais e isto é algo que deve considerar. Alguns bônus podem-lhe oferecer 10 rodadas grátis numa determinada slot, ou então podem-lhe oferecer 50 reais para gastar em qualquer área do cassino online. Esta informação consta sempre nos bônus disponíveis e é outro fator que ressalva a importância de ler sempre as letras pequenas.

O bônus sem depósito é oferecido por um cassino legal?

Com a recente legalização dos cassinos online no Brasil poucos são os que operam à margem da lei. Contudo, ainda podem existir alguns que o fazem e como tal, deve verificar junto da Secretaria de Prêmios e Apostas – entidade responsável pela regulação, se o cassino em questão se encontra legal e regulado. Ao fazê-lo está a garantir que tem uma prazerosa jornada neste mercado emergente. Aqui, mais uma vez, pode consultar o que dizem os especialistas sobre determinado cassino para perceber se, no passado, existiu algum problema inerente ao mesmo e se este opera de forma totalmente legal no país.

Mais bônus, menos burocracias

Alguns cassinos podem ser mais fáceis de usar que outros, mas o mais importante acaba por ser a simplicidade. Ninguém quer esperar 30 minutos a preencher formulários aborrecidos com informações que não são necessárias, sobretudo quando são informações pessoas mais intrusivas. Por outro lado, concentre esse tempo em medidas que realmente importam e o ajudarão a manter a sua conta segura como a ativação da dupla verificação para que ninguém, para além de si, consiga aceder à sua conta. A dupla identificação obriga a que sempre que queira iniciar sessão tenha de receber uma mensagem no telemóvel, por exemplo.

Dicas para apostar de forma responsável

O jogo responsável é fundamental para uma experiência positiva nos cassinos online. Sempre leia atentamente os termos e condições do bônus sem depósito para entender os requisitos de apostas e quaisquer limitações de retirada. Estabeleça um orçamento para suas apostas e nunca jogue com dinheiro que não pode perder. Lembre-se de que o objetivo principal deve ser a diversão e o entretenimento. Se sentir que o jogo está afetando negativamente sua vida, procure ajuda de profissionais e organizações de apoio ao jogador.

Por último, defina um orçamento mensal e nunca o ultrapasse, mesmo que as emoções estejam ao rubro e lhe estejam a induzir para continuar a apostar. Dessa forma está a garantir que não prejudica as suas finanças e tem uma experiência prazerosa e agradável.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Gerir para Multiplicar: Aprenda a Administrar o seu Dinheiro https://financenews.com.br/2024/02/gerir-para-multiplicar-aprenda-a-administrar-o-seu-dinheiro/ https://financenews.com.br/2024/02/gerir-para-multiplicar-aprenda-a-administrar-o-seu-dinheiro/#respond Tue, 20 Feb 2024 16:54:51 +0000 https://financenews.com.br/?p=160991   Como a gestão financeira pode transformar sua riqueza?  No Brasil mais de 70% da […]

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Como a gestão financeira pode transformar sua riqueza? 

No Brasil mais de 70% da população é endividada e menos de 7% faz investimentos com seu dinheiro. Essa é uma realidade que pode ser mudada com a gestão financeira e conversas a respeito de dinheiro.  

 

 

Todos gostam de ter algum dinheiro guardado ou acumulado para poder fazer atividades queridas de descontração e diversão, seja ir ao cinema, apostar no 777Bet ou até mesmo frequentar um restaurante de que gosta. Dinheiro na mão também ajuda muito na hora de conseguir atingir os seus objetivos de vida, como comprar um carro ou financiar uma casa.  

Uma pesquisa feita pela CNC, em 2021, mostrou que 12,3 milhões de famílias brasileiras tinham dívidas a vencer originárias de diversas fontes, como prestações, boletos, contas e cartões. Isso representa 74,6% da população brasileira.  

Como o brasileiro vê o dinheiro: Uma visão ampla do caso 

Os dados mostram que, para além da desigualdade social do Brasil, existem outros fatores que interferem na relação da população com o dinheiro e faz com que as pessoas acabem em dívidas. Uma pesquisa feita pelo Google, em parceria com a Liga Pesquisa e a Provokers mostrou que o brasileiro também possui uma tendência forte a associar o dinheiro ao trabalho e excluir outras formas de acumular riqueza, como investimentos. 

A falta de educação financeira e gestão de bens gera muita dificuldade, inclusive, na hora de se tratar a respeito do tema. A maioria da população não gosta de falar sobre dinheiro e evita debates que envolvam isso. A mesma pesquisa do Google mostrou que apenas 5.1% das pessoas maiores de 18 anos têm perfil poupador, enquanto que apenas 6.1% possui perfil planejador. Isso mostra um público de apenas 11.2% que se interessa pela gestão financeira e busca guardar, investir e administrar os fundos para ter uma vida melhor.  

A outra parcela da população foi dividida pela pesquisa em trabalhadores, que veem o dinheiro como um meio de sobrevivência e não falam a seu respeito; os endividados, que acreditam que todo dinheiro que ganha deve ser destinado a pagar a dívida feita; os céticos, aqueles que acreditam que o dinheiro desperta o mau nas pessoas e deve ser evitado e afastado; os materialistas, que dizem que o dinheiro traz felicidade e deve sempre ser gasto com luxos e mimos.   

O que é a gestão financeira e como aplicá-la no dia a dia  

A gestão financeira é o conjunto de métodos, aplicações e atividades que permitem uma análise de fundos, gastos, lucros, dentre outros. Ela pode ser eficiente tanto para empresas quanto para a vida pessoal das pessoas. Fazer a gestão financeira não é algo fácil nem rápido, mas é possível fazer ela sozinho ou apenas com pessoas que já estão no seu círculo.  

Apesar disso, é importante lembrar que existem profissionais que podem te ajudar muito nesse momento e criar planos reais e eficientes a respeito de gastos, dívidas, ganhos, dentre outros. Contratar um gestor financeiro, estatístico, administrador ou economista nesse momento pode ser uma ótima ideia, já que você estará abrindo portas para um profissional da área qualificado e que poderá te auxiliar com experiência e saberes técnicos na área.  

Começar a gerir os seus fundos e administrar toda riqueza que possui não é necessariamente uma tarefa difícil. Apesar disso, muitos podem ter dificuldades em dar esse pontapé inicial. Pelo fato do dinheiro ser um assunto tabu, é preciso desconstruir alguns pontos antes de começar a, efetivamente, pensar no dinheiro. O primeiro passo para administrar e fazer a sua riqueza crescer é falar sobre ela. Converse sobre dinheiro com pessoas nas quais confia e com pessoas que têm sua vida financeira bem estruturada. Saiba em quem você quer se inspirar e comece a fazer isso.  

Para dar seguimento ao processo você deverá localizar o problema atual para solucioná-lo. Então, defina se a situação-problema é uma dívida, pouco dinheiro sobrando para lazer, desvalorização do mercado, medo de gastar. Todas essas são razões comuns para você se sentir insatisfeito com como a sua vida financeira tem sido tratada. Por isso, começar a fazer investimentos financeiros e buscar por uma gestão adequada é uma ótima saída.  

Dicas para fazer uma boa gestão e aumentar a riqueza sem sofrimento  

Existem algumas dicas e estratégias que podem facilitar todo o processo de gestão financeira e contribuem para que você consiga passar pelas etapas com mais facilidade. Elas também tornarão mais fácil manter o seu dinheiro em local adequado mesmo depois de anos.  

Poupe quando puder 

Guardar dinheiro é, sem dúvidas, uma dica de ouro. Apesar de ser importante investir e o dinheiro costuma desvalorizar quando em forma de moedas convencionais, poupar é uma das principais maneiras de ter dinheiro a qualquer momento para utilizar como preferir. Claro que é preciso guardar de forma inteligente, para isso, procure sempre poupanças que tenham um ganho significativo mensal e anual. Lembre-se também da manutenção, adicionando sempre mais dinheiro nessa poupança.  

Aprenda a investir 

O investimento é visto, hoje, como a melhor maneira de conseguir acumular dinheiro e administrar riquezas, já que investimentos funcionam de forma muito ampla, sendo assim, você pode investir a curto, médio ou longo prazo e de distintas formas. É possível investir em diversos canais, como comprando ações, no tesouro direto, comprando criptomoedas ou em sites e plataformas próprias de investimentos.  

Não abra mão do lazer 

Uma pesquisa da Ipea a respeito do alcance das atividades culturais no Brasil mostrou que apenas 18% da população possui tempo adequado para lazer e entretenimento. 60% da população nunca foi ao teatro ou a shows de dança e 70% jamais esteve em um museu. Mais da metade da população nunca foi para uma sala de cinema na vida. Tudo isso mostra como é importante investir sempre no lazer e bem-estar, principalmente se estiver vinculado à cultura e sociedade. Sem lazer você pode ficar deprimido com mais facilidade e ter mais dificuldades financeiras. Por isso, mesmo que esteja economizando ou endividado, deve sempre ter momentos de lazer.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Páginas e programas sobre investimentos com linguagem acessível fazem sucesso pelo mundo todo https://financenews.com.br/2021/07/paginas-e-programas-sobre-investimentos-com-linguagem-acessivel-fazem-sucesso-pelo-mundo-todo/ https://financenews.com.br/2021/07/paginas-e-programas-sobre-investimentos-com-linguagem-acessivel-fazem-sucesso-pelo-mundo-todo/#respond Tue, 20 Jul 2021 18:12:19 +0000 https://financenews.com.br/?p=108025     Páginas e programas sobre investimentos com linguagem acessível fazem sucesso pelo mundo todo […]

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Páginas e programas sobre investimentos com linguagem acessível fazem sucesso pelo mundo todo

 

 

A chegada de um quadro sobre educação financeira e investimentos à Rede Globo, através de uma das celebridades brasileiras mais requisitadas do momento, o economista e ex-Big Brother Gilberto Nogueira, é a prova de algo que já era perceptível: os conteúdos que se empenham em descomplicar o mundo financeiro estão em alta em todo o mundo.

Um dos principais motivos para a consolidação dessa tendência foi a emergência de diversos influenciadores digitais que criam conteúdo com foco financeiro. Normalmente jovens, utilizam as redes sociais para tratar de investimentos e economia de uma maneira que todos possam entender, trazendo à tona questões cotidianas.

Entre essas figuras, estão Nathalia Arcuri, criadora do canal Me Poupe, que busca ensinar pequenas economias possíveis com o objetivo de alcançar grandes metas, e Nath Finanças, cujo canal homônimo no YouTube foca na desmistificação de que os investimentos são apenas para os ricos, trazendo o mundo financeiro para a realidade das pessoas de baixa renda.

Ambas já ampliaram seu alcance para as televisões brasileiras. Nathalia Arcuri ganhou um programa na Rede TV chamado Me Poupe! Show. No entanto, ela se desligou do canal após polêmicas envolvendo outro funcionário da empresa. Já Nath Finanças participou de bate-papos sobre economia em canais digitais da Rede Globo.

Os sites sobre o tema também tem promovido uma maior democratização do mundo financeiro.

O responsável pelo portal alemão FitForMoney, Bernhard Kuntner, explicou as estratégias para alcançar mais pessoas: “O portal tenta abranger o maior número de aspectos possíveis relacionados às finanças, desde a escolha de uma conta bancária, até a explicação de termos complexos sobre as bolsas de valores. Dessa forma, conseguimos acostumar nosso público com os conceitos e introduzir assuntos mais complexos, como os investimentos”.

Entre os motivos para o sucesso das temáticas financeiras em ambientes em que normalmente não tratavam do assunto está, evidentemente, a crise financeira. Com a necessidade de poupar, mais pessoas estão buscando formas de economizar e também de fazer com que essas economias rendam.

Algumas novidades do mundo financeiro, como as criptomoedas, também ajudaram a aumentar o interesse por todos os temas que envolvem economia e investimentos.

Além disso, a grande concorrência entre as fintechs, principalmente do nicho dos bancos digitais, ajudou a expandir as discussões sobre os investimentos, já que boa parte dessas empresas oferece plataformas de uso simples e de fácil acesso. Para ampliar o alcance dos serviços, as companhias investiram alto em propagandas sobre as funções, o que naturalmente aumentou a curiosidade da população sobre o tema, o que abre espaço para que os criadores de conteúdo funcionem como professores da área.

 

 

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Vida a dois: 5 dicas para guardar dinheiro para um sonho em conjunto https://financenews.com.br/2021/06/vida-a-dois-5-dicas-para-guardar-dinheiro-para-um-sonho-em-conjunto/ https://financenews.com.br/2021/06/vida-a-dois-5-dicas-para-guardar-dinheiro-para-um-sonho-em-conjunto/#respond Wed, 30 Jun 2021 16:50:14 +0000 https://financenews.com.br/?p=106834     Para realizar alguns sonhos, é preciso economizar. E para isso, existem dicas para […]

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Para realizar alguns sonhos, é preciso economizar. E para isso, existem dicas para guardar dinheiro que você pode seguir. Confira 5!

A relação de um casal envolve vários aspectos, incluindo o financeiro. E é justamente essa área a responsável por grandes discussões, especialmente quando se trata de conquistar um sonho em conjunto.

É comum que os casais enfrentem dificuldades para guardar dinheiro para um sonho, problemas que vão desde estabelecer um objetivo conjunto, até o comportamento de consumo de cada um.

Como uma relação a dois não vem com manual de instruções, é preciso fazer testes de dicas para guardar dinheiro para um sonho em conjunto e descobrir o que funciona no seu relacionamento.

E para ajudar os casais nessa tarefa, separamos 5 dicas para guardar dinheiro, para colocá-las em prática e começar a poupar para realizar sonhos em conjunto!

1. Alinhem as expectativas

Muitos casais compartilham a casa, as contas, as tarefas – mas não sabem nada sobre os sonhos um do outro.

Por mais que isso pareça ser apenas um detalhe, a longo prazo pode causar todo tipo de frustração. E é possível que, em algum momento, esse casal descubra que esteve “lutando” por coisas diferentes por muito tempo.

Por isso, a primeira dica é alinhar as expectativas. Em uma conversa com seu parceiro ou parceira, deixe claro quais são seus sonhos e entenda quais são os sonhos da outra pessoa.

Para você, comprar uma casa é a prioridade? Ou você acha que o carro precisa ser trocado antes? Fazer uma viagem internacional é mais importante do que tudo isso?

Saiba que não existe certo ou errado para o nível de prioridade de cada sonho. Mas alinhar as expectativas vai permitir que vocês entendam quais são os objetivos que vocês compartilham e no que vocês vão direcionar os esforços.

2. Criem hábitos para reduzir gastos

Sabendo qual é o sonho em conjunto que o casal deseja realizar, é hora de pensar em hábitos que favoreçam a economia.

Aqui, não se trata de sites, aplicativos ou plataformas que podem ser utilizados, mas coisas que podem ser feitas, dentro da rotina do casal, que vão ajudar a controlar os gastos.

Um exemplo é cortar as compras de guloseimas ao parar no posto de combustível para abastecer. É um gasto supérfluo, que parece de pouco impacto, mas vai ajudar a fortalecer o hábito de não gastar com o que não é necessário.

3. Tenham um ambiente neutro de conversa

A partir do momento que o casal começa a guardar dinheiro para um sonho em conjunto, com hábitos de controle financeiro, é comum que um dos dois assuma uma postura de “vigia”.

Na prática, um integrante do casal acaba percebendo e apontando com mais facilidade os erros financeiros do outro. Porém, normalmente esses apontamentos vêm em tom de crítica, causando brigas e discussões.

Para resolver a situação e evitar conflitos, é interessante que o casal crie um ambiente neutro de conversa. Nesse ambiente, a ideia é falar de finanças de um jeito claro e objetivo, mas sem espaço para ofensas.

Essa dica tem um viés psicológico e é aplicada em apps como o MeuCompromisso, um aplicativo desenvolvido para que os casais tenham uma boa relação com o dinheiro.

No MeuCompromisso, as transações financeiras contam com um espaço para comentários. Ali, em um ambiente neutro, o casal pode conversar sobre o dinheiro sem se deixar levar por outras emoções.

4. Períodos planejados para economizar

Se o sonho em conjunto do casal for algo grandioso, como a compra de um carro, é possível que o objetivo pareça grande demais diante das atitudes tomadas para economizar.

Uma dica que pode funcionar é fazer períodos específicos em que o foco é gastar menos dinheiro.

Por exemplo, um mês sem jantar fora. Todo o valor que será poupado, deve ir direto para a conta onde o casal está juntando dinheiro para um sonho em conjunto.

Essa dica é interessante porque, por ser somente um período, a tarefa se torna mais “fácil”. Além disso, períodos de economia planejados são ótimas formas de estimular a criatividade e a união do casal.

5. Lembrem-se, com alguma frequência, do sonho em conjunto

Quando se trata de guardar dinheiro para um sonho em conjunto, perder o foco não é nada complexo – especialmente, se o sonho tiver um alto valor.

Por isso, crie formas para que o casal se lembre, com alguma frequência, do sonho em conjunto, para manter a motivação em dia.

Se o sonho for uma viagem, por exemplo, compartilhe imagens do destino, envie um artigo com dicas sobre o trajeto, enfim.

Mantenha sempre na memória qual é o sonho. Isso vai ajudar a focar na economia e entender que há um objetivo maior por trás de todo o esforço!

Sonhar junto é muito mais divertido!

Buscar formas de realizar um sonho em conjunto não precisa (e não deve) ser uma tarefa maçante, digna de sofrimento.

Cada conquista de um casal é motivo de comemoração, mas saiba que celebrar o trajeto até a realização do sonho também é essencial.

Aproveite esse momento para se aproximar ainda mais do seu parceiro e parceira, para que esse esforço em conjunto seja mais leve e divertido.

Depois, é só aproveitar o dinheiro arrecadado para realizar o sonho especial!

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4 maneiras de economizar nos “gastos invisíveis” https://financenews.com.br/2021/05/4-maneiras-de-economizar-nos-gastos-invisiveis/ https://financenews.com.br/2021/05/4-maneiras-de-economizar-nos-gastos-invisiveis/#respond Wed, 05 May 2021 17:58:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=103650     Todos sabem de cor qual é o valor gasto mensalmente com as grandes […]

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Todos sabem de cor qual é o valor gasto mensalmente com as grandes despesas da rotina, como aluguel, financiamentos, supermercado, entre outras. Mas, existem pequenas despesas que acabam ficando quase “invisíveis” na hora em que pagamos e que, ao final do mês, podem significar uma grande quantia. Se você já percebeu que está gastando mais do que realmente deveria, pode ser hora de rever alguns destes possíveis gastos. Veja nossas dicas para economizar.

Cuidado com os testes grátis

O nosso dia-a-dia está recheado de serviços, softwares, aplicativos para celular e outros produtos que podem ter os famosos testes grátis. Até aí tudo bem, pois é essencial conhecer o serviço antes de realizar uma assinatura. No entanto, a grande maioria das empresas não avisa aos usuários quando o período de testes está para terminar para que eles possam decidir se continuarão ou não. É você que tem que ficar atento ao período combinado e não se esquecer de cancelar o serviço antes que o tempo de experiência acabe.

Por isso, quando você começar a realizar um teste grátis de algum serviço, anote em algum lugar bem visível para que você não se esqueça o dia de cancelar (ou, quem sabe, manter) sua assinatura. Para os que consomem muitos produtos virtuais, mas são bem esquecidos, isso pode representar uma economia enorme.

Taxas bancárias

Os bancos ditos tradicionais ainda fazem algumas cobranças de taxas muito obscuras, que raramente são explicadas aos clientes. Hoje em dia, a maneira mais fácil de fugir disso é buscando algum dos vários bancos digitais que estão surgindo, pois eles conseguem operar com custos menores devido à ausência de agências físicas.

Mas, se você não abre mão da sua agência, lembre-se de sempre ficar atento aos extratos e entrar em contato com o banco no caso de qualquer gasto não reconhecido. Geralmente, o cancelamento de algum serviço que está sendo cobrado pode ser feito rapidamente.

Serviços digitais por assinatura

Além do problema com os testes grátis, os serviços digitais por assinatura podem se tornar um gasto gigantesco no orçamento mensal. Novas plataformas de streaming de música e de vídeo estão surgindo constantemente. Quem quiser contar com os maiores serviços atualmente, já pagará mais do que um plano completo de TV a cabo. Por isso, sempre analise quais serviços você realmente utiliza e quais você assinou no impulso para assistir a um único filme. Uma boa maneira de entender isso é entrando em sites como o LateNightStreaming, que reúne os conteúdos das principais plataformas e mostra quais produções estão disponíveis em quais sites. Assim, você descobrirá quais assinaturas deve priorizar de acordo com seu gosto.

Multas por atraso

As multas por atraso no pagamento de boletos representam mais gastos desnecessários que podem comprometer nosso orçamento. Se você faz parte do grupo dos esquecidos, a dica é utilizar um aplicativo para ajudar a controlar o fluxo financeiro. Alguns deles são voltados exclusivamente ao gerenciamento de datas de vencimento e te avisam sempre que uma conta estiver próxima da data limite para pagamento.

 

 

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Criptomoedas: Saiba tudo sobre como investir em dinheiro virtual e como se comporta o mercado financeiro https://financenews.com.br/2021/03/criptomoedas-saiba-tudo-sobre-como-investir-em-dinheiro-virtual-e-como-se-comporta-o-mercado-financeiro/ https://financenews.com.br/2021/03/criptomoedas-saiba-tudo-sobre-como-investir-em-dinheiro-virtual-e-como-se-comporta-o-mercado-financeiro/#respond Wed, 10 Mar 2021 14:31:58 +0000 https://financenews.com.br/?p=100613   Criptomoedas: Saiba tudo sobre como investir em dinheiro virtual e como se comporta o […]

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Criptomoedas: Saiba tudo sobre como investir em dinheiro virtual e como se comporta o mercado financeiro

 

As criptomoedas, também conhecidas como moedas virtuais, revolucionaram por completo o mercado financeiro atual, trazendo uma nova perspectiva de ativos e da realização de transações em todo o mundo. Acompanhando a nova era da informação e a influência da tecnologia sobre a monetarização, formas de pagamento e o uso do valor agregado em alto desempenho, elas surgiram para nos fazer pensar diferente sobre o que é patrimônio.

Lidar diariamente com a alta facilidade de manusear valores já se tornou comum hoje em dia, com a flexibilização dos meios de embolsos, o crescimento do crédito antecipado, a criação das Agências Virtuais e principalmente com o uso constante de wearables, “dominar” o mercado de ativos financeiros é uma tarefa cada vez mais constante para pessoas e empresas. 

Mas afinal, o que são as criptomoedas, como surgiram e como é possível investir nessa nova “modalidade”?

 

O que são e como surgiram as criptomoedas?

 

Um pouco além do conceito que definimos sobre dinheiro, as criptomoedas representam uma forma inovadora de pagamentos, transferências e recebimento de valores financeiros; muito embora o Bitcoin seja a principal destas, também existem diversas outras “moedas” que foram criadas pelo mundo, como é o caso da Ethereum, Ripple e Litecoin, cada uma delas com as suas características, à exemplo do Dólar, do Real e do Euro.

Posto que existam traços que permitam ser comparados entre qualquer meio de pagamento, as cibermoedas são majoritariamente distintas. Um bom exemplo disso é a capacidade de ser flexível, sem precisar de agências bancárias comuns para intermediar suas transações (são descentralizadas). Além disso, elas não podem ser negociadas diretamente em bolsas nacionais ou internacionais, o que as torna ainda mais valoradas com relação às moedas comuns. 

A história definitiva acerca da criação de todas essas moedas ainda é bastante vaga, mas assim como já fora tempos atrás, os meios de troca de valores mudam constantemente, como continua ocorrendo até hoje. 

Sempre que ouvimos noticiários sobre a valorização ou desvalorização do dinheiro, podemos perceber toda a movimentação do mercado financeiro em busca do equilíbrio natural deste meios de câmbio. Essas discrepâncias nos trazem a ideia de que mesmo as moedas mais “poderosas” do mundo estão suscetíveis à não-constância. Foi exatamente dessa perspectiva que surgiram as moedas virtuais. 

 

Como investir em criptomoedas?

 

Poucas pessoas sabem, mas é sim possível movimentar e investir em criptomoedas de qualquer lugar do mundo, de forma direta, além de fazer câmbio entre todas as outras criptomoedas reconhecidas que existem, e o processo pode ser mais simples que investir em Renda Fixa ou no Tesouro Selic, por exemplo. 

Como funciona na prática? Bom, você já viu que elas não são aceitas por bancos comuns nem podem ser negociadas na bolsa de valores (ainda), embora já atuem ativamente no mercado financeiro. Mas como é possível investir diretamente nesses ativos? A resposta para esta pergunta se dá por meio de outras instituições financeiras, são as consideradas “Exchange de Criptomoedas”.

Tudo o que essas organizações fazem é permitir a valorização (através da disputa) desses ativos entre as pessoas, podendo convertê-las para a própria moeda fiduciária e para outras moedas virtuais, cobrando taxas correspondentes. Através do Blockchain, manusear esses meios ficou ainda mais simples e prático, sendo possível até encontrar bolsas de valores exclusivas para as criptomoedas, especialmente o Bitcoin. Nessa modalidade enquadram-se as empresas EtherDelta, IDEX e HADAX, que trazem segurança neste tipo de investimento.

 

A revolução do dinheiro: Como o mercado financeiro responde ao crescimento das criptomoedas?

 

Uma das maiores desvantagens do dinheiro virtual, como as criptomoedas, é a sua alta taxa de volatilidade, exigindo um perfil de alto risco nessa categoria de investimentos. Esse fato é causado por um conjunto de fatores mutáveis, que incidem sobre o tamanho do mercado que elas atingem (embora esteja em crescimento exponencial), a pouca informação disseminada sobre a sua segurança ou características e principalmente a sua regulamentação. 

Muitas instituições internacionais apontam as criptomoedas como ativos “inválidos” que competem com a própria digitalização das moedas fiduciárias, deixando de aceitá-las e diminuindo a sua estabilidade nos balcões. Entretanto, muitos economistas já apontam que estas devem dominar boa parte, senão todo o mercado financeiro nos próximos anos, embora seja necessário reformular este para uma nova estrutura. 

Por fim, se você se interessou por esses ativos e quer investir nessa inovação do meio financeiro, busque sempre por empresas de boa reputação, preservando as suas prioridades e diminuindo os riscos e a volatilidade das moedas totalmente digitais!

 

 

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Os primeiros passos para começar a cuidar bem do seu dinheiro https://financenews.com.br/2021/03/os-primeiros-passos-para-comecar-a-cuidar-bem-do-seu-dinheiro/ https://financenews.com.br/2021/03/os-primeiros-passos-para-comecar-a-cuidar-bem-do-seu-dinheiro/#respond Fri, 05 Mar 2021 22:37:59 +0000 https://financenews.com.br/?p=98456     Você sabia que para cuidar bem do seu dinheiro você necessita muito mais […]

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Você sabia que para cuidar bem do seu dinheiro você necessita muito mais de organização e mudanças de hábitos, do que cálculos difíceis e inúmeras tabelas? Os primeiros passos são: não gastar mais do que ganha, possuir um bom controle financeiro, criar uma boa reserva de emergência e gastar somente quando for necessário, nunca por impulso.

Essas dicas são simples, mas nem sempre fáceis de colocar em prática. E é por conta disso que escrevemos este texto. Vamos explicar o passo a passo para que você possa cuidar bem do seu dinheiro e deixar a sua saúde financeira em equilíbrio.

Educação Financeira deveria ser aprendida na infância

A maioria das famílias, muitas vezes pela falta de informação, peca ao não apresentar educação financeira aos filhos. Sendo que a simples tarefa de adotar um cofrinho para guardar moedas é uma excelente ideia. Os pais podem ensinar que para ter um brinquedo ou ir para um passeio é preciso economizar. Como essas ações não são feitas com a maioria das famílias, muitos crescem sem entender o quão importante é ter suas contas organizadas.

O que fazer então?

Victor Oliveira, especialista em Finanças e Serviços do site de auxílio ao consumidor ReviewBox, reforça que a forma como você utiliza o seu dinheiro é o que lhe trará o sucesso financeiro. O que isso quer dizer? Você PRECISA saber quanto você gasta no mês. “Se alguém te perguntar hoje: ‘Qual é o seu custo de vida? ’, você saberia responder? E digo mais, isso não pode estar apenas na mente. Precisa estar anotado. A nossa mente pode cometer equívocos. Já a planilha não mente”, afirma Victor.

Elimine as dívidas

As dívidas só servem para atrapalhar a sua vida. Além de acabar com a sua saúde financeira, elas acabam também com a saúde mental. Não gaste mais do que você ganha! Caso tenha alguma conta em atraso, busque regularizar o quanto antes. Estabeleça uma estratégia de quitação e corte gastos e despesas.

Você realmente precisa disso?

Quem nunca fez uma compra por impulso que atire a primeira pedra. Saiba que isso é extremamente prejudicial para você. Pare e reflita como você consome o seu dinheiro. Antes de comprar algo pare e pense: “eu realmente preciso disso? ”.

Faça do cartão de crédito seu amigo

Você precisa utilizar o cartão de crédito com sabedoria. Ele pode ser um grande aliado, desde que utilizado com responsabilidade. Não assuma mais parcelas do que seu orçamento permite. E nunca deixe de pagá-lo por completo.

Metas financeiras

Você possui metas claras? Saiba que ter isso por escrito faz com seja muito mais fácil de alcançá-las. Faça um teste: escreva-as em um papel e crie um caminho para chegar até elas. Agora basta cumprir o que você escreveu. Exemplo: guardar 200 reais por mês para fazer uma viagem no fim do ano.

Reveja sua planilha de tempos em tempos

Assim você saberá se está no caminho certo. Lembre-se de colocar em sua planilha de gastos os períodos do ano em que você irá gastar mais, como Natal, Páscoa e fim do ano, por exemplo.

Poupe todo mês

Crie esse hábito em você. Crie objetivos de curto, médio e longo prazo. Será recompensador, acredite!

Reserva de Emergência

Ao poupar, você criará ao mesmo tempo uma reserva de emergência. Nunca se sabe o dia de amanhã. O ideal é que você tenha de seis a doze meses do seu custo de vida guardado.

Procure investir

Além de poupar dinheiro, é necessário fazê-lo render. Mas atenção! Antes de colocá-lo em qualquer aplicação, busque estudar sobre o assunto. O seu gerente de banco não está preocupado com você. Estude o que é melhor para você, de acordo com o seu perfil investidor. A partir daí você consegue estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo.

Cuide bem do seu dinheiro!

 

 

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Atenção: instabilidade financeira pode prejudicar a sua saúde mental https://financenews.com.br/2021/03/atencao-instabilidade-financeira-pode-prejudicar-a-sua-saude-mental/ https://financenews.com.br/2021/03/atencao-instabilidade-financeira-pode-prejudicar-a-sua-saude-mental/#respond Fri, 05 Mar 2021 21:22:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=99212   Atenção: instabilidade financeira pode prejudicar a sua saúde mental   Mais da metade dos […]

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Atenção: instabilidade financeira pode prejudicar a sua saúde mental

 

Mais da metade dos brasileiros estão endividados. É o que apontam os dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgados através da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor. Segundo a pesquisa, o mês de dezembro de 2020 revelou que 66,3% dos consumidores do país se mostraram endividados. As dívidas financeiras são o início de um problema que pode se tornar uma verdadeira bola de neve.

O SPC Brasil aponta que 69% dos inadimplentes sofrem de ansiedade por achar que não vão conseguir honrar as dívidas. Além da ansiedade, outros problemas físicos e mentais também são constatados como: angústia, desânimo, sentimento de culpa e baixa autoestima. É por isso que é tão importante saber como cuidar do seu dinheiro.

Entretanto, essa relação com o dinheiro muitas vezes é complicada. Diversos são os casos de pessoas que não conseguem se organizar financeiramente. Com isso acabam vivendo com as contas no limite. E é aí que os problemas começam: os boletos são deixados de lado por falta de dinheiro ou organização, os empréstimos aparecem e a saúde mental fica cada vez mais prejudicada, com a pressão que só aumenta. Uma bola de neve da qual muitas vezes é bastante difícil de sair.

Mas afinal, é possível manter a cabeça tranquila e voltar ao eixo? “Primeiro você deve identificar se está com a saúde mental abalada. Os cuidados com o corpo e mente devem ser imediatos. Em seguida, você deve aprender a controlar o seu dinheiro”, explica a especialista em Saúde do Portal Guia De Bem-Estar, Joana Dias. “O dinheiro tem forte influência em nossas vidas. É muito comum que um problema relacionado às finanças afete a nossa saúde mental. Por isso é preciso ficar atento aos sintomas e combatê-los. É possível sim voltar ao eixo, entretanto é necessário bastante compromisso e dedicação”, completa.

Está familiarizado com algum desses sintomas?

– Crises de ansiedade – A ansiedade muitas vezes é ignorada e vista como algo bobo. É importante perceber quando ela está por perto para que você possa entender a gravidade do problema. Sintomas físicos e psicológicos começam a aparecer. Fique atento a sinais de insônia, suor, tremores, boca seca, sensação de fraqueza, aumento no ritmo cardíaco e dores no estômago. Está com algum desses sintomas? Atenção! Você pode estar ansioso. O pior é que a ansiedade pode evoluir para a síndrome do pânico. Nesse caso, os sintomas se agravam e a sensação de medo e impotência é tão grande que muitas vezes você não vai querer nem sair de casa. Fique atento aos sintomas e procure o quanto antes a ajuda de especialistas.

Depressão – Caracterizada por uma tristeza profunda, a depressão é uma doença muito perigosa. Problemas financeiros podem servir de gatilho para que ela se manifeste com força no corpo da pessoa, graças a ansiedade extrema causada. É importante saber distinguir ansiedade de depressão. Por exemplo: a pessoa ansiosa vai procurar algo para fugir das preocupações, fazendo o que lhe dá prazer. Quem está em depressão não consegue fazer nem isso. Essa atividade prazerosa será deixada de lado. Fique atento aos sinais!

Como lidar com isso?

É possível diminuir o impacto das contas negativas em nossa saúde mental adotando atitudes mais positivas, firmes e decididas perante as dívidas acumuladas.

– Aceite a sua condição financeira: entenda quais são os gastos mensais, quanto você recebe e onde você errou para faltar dinheiro para as contas do mês. Se for necessário, mude o padrão de vida. Corte gastos desnecessários e entenda que a sua saúde financeira é indispensável para uma boa saúde mental.

– Faça terapia: um psicólogo ajudará você a deixar a mente em paz em momentos de turbulência. Com isso, sinais de ansiedade e depressão podem ser minimizados e controlados já de início.

– Quite as suas dívidas: negocie acordos e descontos para acabar com as dívidas. Estude bem as suas finanças. Comece quitando as que possuem juros maiores ou que envolvam serviços necessários como luz, água, gás e condomínio.

– Não se endividar ainda mais: muitas pessoas acham que um empréstimo, muitas vezes, é a solução mais simples para quitar dívidas. Dependendo do caso, ele realmente pode ser uma boa opção. Entretanto, é preciso planejamento. Empréstimos são, antes de mais nada, novas dívidas. A ideia é que você evite esse tipo de despesa.

– Crie uma renda extra: essa é a melhor forma de conseguir mais dinheiro para te ajudar a quitar as dívidas. O ideal aqui é transformar algum hobby em rendimento. Entretanto, caso não tenha nada em mente você pode: trabalhar com aplicativos de carona e entrega; oferecer aula particular de algum assunto que você domina; trabalhar de freelancer; alugar quartos da sua casa, entre outros.

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Como criar e organizar objetivos financeiros de curto e médio prazo https://financenews.com.br/2021/02/como-criar-e-organizar-objetivos-financeiros-de-curto-e-medio-prazo/ https://financenews.com.br/2021/02/como-criar-e-organizar-objetivos-financeiros-de-curto-e-medio-prazo/#respond Fri, 26 Feb 2021 11:17:54 +0000 https://financenews.com.br/?p=99210 Como criar e organizar objetivos financeiros de curto e médio prazo    Viajar pelo Brasil e pelo mundo, fazer uma reforma em casa, trocar de […]

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Como criar e organizar objetivos financeiros de curto e médio prazo 

 

Viajar pelo Brasil e pelo mundo, fazer uma reforma em casa, trocar de carro, quitar todas as dívidas, realizar uma pós-graduação… Esses desejos fazem parte da lista de vários brasileiros, que muitas vezes esbarram na falta de dinheiro para concretizá-los.

O brasileiro não sabe guardar dinheiro? Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostrou que apenas 32% da população brasileira conseguiu economizar em 2020. Mas afinal, o que falta para o brasileiro guardar dinheiro, se ver livre das dívidas e alcançar seus sonhos e objetivos? Cuidar bem do seu dinheiro é essencial, mas entender o que são objetivos de curto e médio prazo e o quanto eles são importantes é fundamental para a conquista de sonhos.

Objetivos de Curto Prazo: são metas que devem ser alcançadas no período de até 12 meses. Na maioria das vezes esses objetivos estão focados em se ver livre de alguma dívida, criar um fundo de emergência ou começar a poupar 10% do salário, por exemplo. Aqui também podem ser incluídas viagens de fim de ano ou reforma para a casa.

Por falar em reforma, 2020 foi um ano excelente para o setor. “Muita gente deixou de viajar na Pandemia e acabou aproveitando o dinheiro da viagem para reformar a casa. Até outubro do ano passado, quase 140 mil postos de trabalho na área foram criados. A expectativa é que o impulso se mantenha e que o setor cresça 4% esse ano”, explica Juliana Perin, especialista em decoração do site especializado Sweetest Home.

Objetivos de Médio Prazo: aqui o período de tempo sobe para metas de até cinco anos. Alguns exemplos: ter dinheiro para dar uma boa entrada em um apartamento ou casa; começar e finalizar uma pós-graduação; ter um bom capital para investir na Bolsa de Valores; fazer um intercâmbio.

Mas como é possível fazer isso?

1 – Tenha um objetivo claro e seja direto:

Primeiro de tudo, você tem que saber o que quer. Qual o seu objetivo? Afastar as dívidas, montar uma reserva financeira, guardar dinheiro para uma viagem? Lembre-se de ser detalhado e específico. Por exemplo: “Vou guardar R$300,00 por mês a partir do mês que vem. Em 12 meses terei R$3.600,00. Assim poderei fazer a minha viagem. ” Pensar assim é muito melhor do que: “Vou gastar menos do que eu ganho, no fim do ano terei acumulado algum capital”. Seja objetivo e direto. Isso facilitará muito as coisas.

É importante ressaltar, que antes de pensar em qualquer investimento você deve ter todas as dívidas quitadas e uma reserva de emergência já guardada. Caso você ainda possua dívidas ou não tenha a reserva, esses devem ser os seus primeiros objetivos de curto prazo.

Outro ponto crucial: você não alcançará um objetivo de médio prazo, sem antes ter alcançado os de curto prazo. Quando você os elencar, perceberá que eles se interligam. Portanto, não sofra por antecedência em estar longe do objetivo de médio prazo. Foque em completar primeiramente os de curto prazo. Sempre lembrando em ser direto e específico.

2 – Passe um pente fino em seu orçamento:

Já definiu qual é o seu sonho/objetivo? Agora vem a parte mais complicada. Checar todos os gastos (todos mesmo), por pelo menos um mês. É necessário anotar TUDO, das contas de água e luz em casa, até o pão de queijo da padaria. Com esses números levantados, você deve criar uma planilha de gastos. Nela você vai perceber onde está errando e quais despesas podem e devem ser cortadas. Faça isso novamente no próximo mês, até sentir que as contas estão em ordem e que você não está gastando com besteiras.

3 – Corte os gastos

Viu onde está gastando mais do que o necessário? Corte. Sem dó! Você está em uma fase de acúmulo de capital. Os gastos desnecessários devem ser eliminados. Pense nos objetivos de curto e médio prazo já definidos por você.

4 – Separe o dinheiro assim que receber o salário

Essa dica é muito valiosa. Muitas pessoas têm o costume de esperar sobrar algo no fim do mês para guardar. Faça o contrário. Coloque em sua planilha de gastos o valor que você deseja guardar por mês e faça desse valor um boleto que você precisa pagar mensalmente (para você mesmo). Acredite, tudo ficará mais fácil depois disso.

5 – Descubra o melhor investimento para cada objetivo

A ideia aqui é a seguinte: metas de curto prazo devem ter o dinheiro aplicado em produtos sem risco e com rápido resgate. Uma renda fixa prefixada é uma boa opção. Quando passamos para as metas de médio prazo já podemos pensar em renda variável com um risco um pouco maior, mas com um retorno maior também. Você pode pensar em fundos imobiliários ou de ações, por exemplo.

Importante: estude bastante cada tipo de investimento antes de colocar o seu dinheiro. Ao fazer isso você com certeza achará a opção mais adequada para o seu perfil.

6 – Tenha disciplina

A tentação de usar o dinheiro guardado para outros fins será enorme. Você precisará estar bastante determinado para os objetivos que deseja conquistar. Nada impede você de criar novos objetivos ao longo do caminho e começar a guardar dinheiro para que eles aconteçam. O caminho para organizar tudo isso, você acabou de descobrir. Boa sorte!

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O ano de 2020 foi atípico para o Mercado Financeiro e para os investimentos no Brasil. Ao mesmo tempo em que alcançamos o recorde de pessoas físicas investindo em renda variável, tivemos também a maior captação líquida da história da caderneta de poupança no país.

Por um lado, foram mais de 3 milhões de investidores na Bolsa de Valores brasileira, a B3. Por outro, foram mais de R$166 bilhões alocados para a caderneta de poupança. A aplicação obteve em 2020 o pior rendimento da história. Esse baixo rendimento aconteceu por conta da redução da Taxa SELIC. A taxa de juros básica do país caiu para 2%. Com isso, o rendimento da Caderneta de Poupança ficou estimado em apenas 1.4% ao ano, já que ele corresponde a 70% da SELIC.

Você sabe o que isso significa? Isso quer dizer que se você colocar R$1000,00 hoje na poupança, daqui um ano você terá apenas R$14,00 a mais. Isso mesmo, em doze meses, os baixíssimos rendimentos farão você receber apenas catorze reais a mais. Entretanto, este baixo retorno não foi um impeditivo para a maioria dos brasileiros depositarem suas economias na aplicação. O ano de 2020 bateu o recorde de captação líquida – a diferença entre depósito e retirada. Para se ter uma noção do quanto esses mais de R$166 bilhões são relevantes, em 2019, foram “apenas” R$13,3 bilhões. A marca supera (e muito) o recorde anterior de 2013, quando a aplicação havia captado R$71,05 bilhões.

Victor Oliveira, especialista em finanças do Guia55, afirma que a procura pela poupança na hora de “investir”, mostra como ainda faltam muitas informações ao brasileiro. “O desconhecimento acaba atraindo os brasileiros para esse conservadorismo da caderneta. Mesmo com a poupança batendo recordes atrás de recordes de desvalorização, ela foi o produto que mais captou em 2020. Ainda que não seja cobrado o Imposto de Renda ou outros custos sobre o dinheiro colocado lá, a rentabilidade está abaixo da inflação. Ou seja, você tem seu dinheiro desvalorizado ao fim do ano. Além disso, ela perde para aplicações parecidas, como fundos DI ou o Tesouro Selic”, completa.

Como organizar a sua vida financeira e começar a investir:

Você possui dívidas? Tem o costume de gastar mais do que ganha? Se você tiver respostas positivas a estas perguntas, o primeiro passo deve ser o de mudança de mentalidade. Organize o quanto antes o seu orçamento, corte os gastos desnecessários e negocie suas dívidas. Não faça nunca dívidas para investir em renda fixa ou variável. Os juros de um empréstimo pessoal, do cheque especial e do cartão de crédito são maiores dos que o que você terá com um investimento.

Organize a sua reserva financeira. O ideal é que você possua dinheiro suficiente guardado para manter as contas pessoais (água, luz, aluguel, condomínio, etc.) por 6 a 12 meses, caso aconteça algum imprevisto. Algumas sugestões para deixar este dinheiro são o Tesouro SELIC ou fundo DI (com taxa zero). O ideal é destinar pelo menos 20% do salário todo mês para montar esta reserva. A dica aqui é imaginar que ganha 20% a menos. Lembre-se de retirar este valor ao receber o salário e não ao final quando “sobrar”.

Agora sim, sem dívidas e com uma reserva garantida, é hora de conhecer o seu perfil investidor: moderado, arrojado ou agressivo. Isso será fundamental para você saber quais serão as aplicações mais indicadas para você.

Já tem a reserva de emergência e o perfil definido? Pronto, já pode começar a pensar em diversificar os investimentos para aumentar os seus rendimentos. Mas lembre-se: estude, estude muito! Assim você evita algumas séries de erros comuns de quem recém começou a investir. Pode não ser simples, mas é muito possível obter rendimentos acima da média no Mercado Financeiro.

 

 

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Número de brasileiros com dívidas cresce no fim de 2020 https://financenews.com.br/2021/01/numero-de-brasileiros-com-dividas-cresce-no-fim-de-2020/ https://financenews.com.br/2021/01/numero-de-brasileiros-com-dividas-cresce-no-fim-de-2020/#respond Wed, 06 Jan 2021 16:00:05 +0000 https://financenews.com.br/?p=97446 Publicado às 13h   Após três reduções seguidas, o número de brasileiros com dívidas voltou […]

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Publicado às 13h

 

Após três reduções seguidas, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir no último mês de 2020, informou hoje (6) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto percentual.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o crédito deve ganhar destaque na retomada da economia em 2021. “É importante não somente seguir ampliando o acesso aos recursos com custos mais baixos, mas também alongar os prazos de pagamento das dívidas para mitigar o risco da inadimplência no sistema financeiro”, disse, em nota, Tadros, ressaltando que grande parte do crédito ofertado durante a pandemia de covid-19 foi concedido com carência nos pagamentos e deve começar a vencer no início deste ano.

Em relação à renda, as trajetórias do endividamento passaram a apresentar tendências semelhantes em dezembro. Entre as famílias que recebem até dez salários mínimos, o percentual subiu para 67,7% do total, após três reduções consecutivas. Para as famílias com renda acima de dez salários, o indicador aumentou para 60%.

Segundo a economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, com o fim do auxílio emergencial, em janeiro as famílias de menor renda que recebiam o benefício precisam adotar maior rigor na organização dos orçamentos domésticos. “O crédito pode voltar a funcionar como ferramenta de recomposição da renda, ainda no contexto de incertezas sobre a evolução do mercado de trabalho”, afirmou Izis.

Inadimplência em queda

Apesar da alta do endividamento, os consumidores continuam conseguindo quitar débitos e compromissos financeiros. O total de famílias com dívidas ou contas em atraso apresentou a quarta redução consecutiva, caindo de 25,7%, em novembro, para 25,2%, em dezembro. Em comparação com igual mês de 2019, a proporção cresceu 0,7 ponto percentual.

Segundo a CNC, a parcela das famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permanecerão inadimplentes teve nova retração, passando de 11,5% para 11,2%. Em dezembro de 2019, o indicador havia alcançado 10%.

Com relação aos tipos de dívida, a proporção de brasileiros que utilizam o cartão de crédito voltou a crescer, alcançando 79,4% das famílias – a maior taxa desde janeiro de 2020 – mantendo-se como a principal modalidade de endividamento. Além do cartão de crédito, o cheque especial também aumentou a sua participação entre as famílias endividadas. “Ambas são modalidades associadas ao consumo imediato e de curto e médio prazos”, disse Izis.

Conteúdo da Agência Brasil

 

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Banco Central antecipa produção de R$ 9 bilhões em cédulas https://financenews.com.br/2020/05/banco-central-antecipa-producao-de-r-9-bilhoes-em-cedulas/ https://financenews.com.br/2020/05/banco-central-antecipa-producao-de-r-9-bilhoes-em-cedulas/#respond Thu, 14 May 2020 16:35:12 +0000 https://financenews.com.br/?p=82150   Publicado às13h35min   O Banco Central (BC) antecipou para este mês pedido de produção […]

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Publicado às13h35min

 

O Banco Central (BC) antecipou para este mês pedido de produção de cédulas, no valor de R$ 9 bilhões, para a Casa da Moeda. Essa produção já estava prevista na programação anual, mas a antecipação foi necessária para evitar a falta de cédulas. Desde o início da pandemia de covid-19, o BC observou que há “entesouramento” do dinheiro no país.

Segundo o BC, o entesouramento ocorre porque as pessoas estão guardando o dinheiro em vez de colocar em circulação. “O pedido visa a construir estoques de segurança e mitigar eventuais consequências do fenômeno de entesouramento que se observa desde o início da pandemia.

O BC entende que o entesouramento pode ser consequência de três fatores: saques por pessoas e empresas para formação de reservas, diminuição do volume de compras no comércio em geral e porque parcela considerável dos valores pagos em espécie aos beneficiários dos auxílios [como o auxílio emergencial] ainda não retornou ao sistema bancário”, diz o BC, em nota.

Informações da Agência Brasil

 

 

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Tesouro Direto ainda vale a pena? https://financenews.com.br/2020/04/tesouro-direto-ainda-vale-a-pena/ https://financenews.com.br/2020/04/tesouro-direto-ainda-vale-a-pena/#respond Wed, 22 Apr 2020 00:06:09 +0000 https://financenews.com.br/?p=80088     O CEO da Fiere Investimentos, Admilson Longo Jr., concedeu uma entrevista a Leonel […]

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O CEO da Fiere Investimentos, Admilson Longo Jr., concedeu uma entrevista a Leonel Lacerda sobre Tesouro Direto. 

Admilson explicou se essa modalidade de investimento ainda vale a pena.

 

Assista:

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Mesada vale a pena? https://financenews.com.br/2020/02/vale-pena-dar-mesada-aos-filhos/ https://financenews.com.br/2020/02/vale-pena-dar-mesada-aos-filhos/#respond Sun, 09 Feb 2020 15:59:23 +0000 https://financenews.com.br/?p=38235   As primeiras lições sobre como lidar com o dinheiro devem começar ainda na infância. […]

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moedas

 

As primeiras lições sobre como lidar com o dinheiro devem começar ainda na infância. A mesada pode ser importante, embora ainda desperte polêmica e muitas dúvidas.

Para ajudar os pais nessa tarefa, o Finance News entrevistou Lina Nascimento, educadora de infância do pré-escolar e desenvolvedora de projetos de educação financeira para crianças desde 2012.

Lina também é palestrante sobre o tema.

Finance News – Oferecer uma ‘mesada’ aos filhos é algo saudável do ponto de vista da educação financeira?

Lina Nascimento: Sim, é muito saudável para as crianças a opção da família em recorrer à mesada ou à semanada.

Finance News – Qual deve ser o valor ideal da mesada?

Lina Nascimento: Recomenda-se que as crianças com mais de seis anos recebam algum tipo de “semanada” ou “mesada”.

Mas trata-se de um processo que deve ser conduzido de uma forma natural, já que cada criança tem seu ritmo e é preciso respeitá-lo, para não causar traumas nem atropelos.

Cabe assim aos pais, essa tomada de decisão. Afinal, ninguém conhece melhor o seu filho do que os próprios pais.

O cálculo do montante de qualquer destas situações irá depender do nível social e da decisão da família. No entanto, posso referir um montante como referência:

Semanada (antes dos 11 anos) – R$ 2,25 /idade/semana

Mesada (12-14 anos) – R$ 4,50/idade/semana(apenas para efeito de cálculo)

Esta situação marca a criança, precisamente porque simboliza o momento em que passa a ser responsável pelo seu próprio dinheiro.

A semanada ajuda as crianças mais novas a ter uma noção mais adequada da gestão do seu dinheiro, pois o período de tempo mais curto ajuda-as a controlarem melhor os seus impulsos consumistas e a serem regradas nos gastos.

Finance News – Avós querem dar uma contribuição mensal diretamente aos netos. Mas os pais são contra. Preferem receber o dinheiro e investir para que no futuro o filho ou filha saque e use como quiser. Quem está com a razão?

Lina Nascimento: As duas situações podem não ser opostas mas sim complementares. A melhor solução é sempre discutir o assunto no ambiente familiar incluindo os avós. A decisão tomada certamente será a melhor contando com a especificidade da família.

Nos projetos que desenvolvo com os alunos, o método que criei, “Tripé Mágico” inclui 3 destinos para o rendimento obtido. As crianças definem qual o destino do dinheiro do cofrinho da poupança (sonho a alcançar). Neste cofrinho é depositado apenas 1/3 do rendimento total. O outro 1/3 é depositado no cofrinho da doação em que a criança escolhe a quem se destina e o restante 1/3 é reservado para investir dando assim à criança a noção da magia da multiplicação do dinheiro.

É óbvio que este processo deverá ter o apoio do(s) adulto(s) da família, inicialmente. Este é um método com o qual tenho obtido muito bons resultados até com crianças do pré-escolar (3-6 anos). Acredito e estimulo as famílias das crianças a aplicarem-no na semanada ou mesada aconselhando a que estipulem um valor divisível por 3. Esta formula ajuda a criança a entender

que nos princípios básicos da gestão financeira é igualmente importante poupar, doar e investir.

 

Lina do Nascimento

Lina Nascimento:  “o principal objetivo da educação financeira é que a criança lide com o dinheiro de forma clara e sem preconceitos, respeitando-o”.

 

Finance News – Muita gente não tem condições financeiras de dar mesada mas dá dinheiro às vezes. Como fazer isso de modo que possa contribuir com a educação financeira da criança?

Lina Nascimento: A mesada ou a semanada é uma atitude recomendável para uma educação financeira equilibrada da criança/jovem mas não é de todo, imprescindível.

É certo que se a criança for educada num ambiente facilitador de aprendizagens, pelo exemplo de cada membro da sua família, ela própria vai criando hábitos saudáveis experimentando posturas que contribuem para a formação da sua cidadania.

A educação financeira deverá ser tida em conta desde tenra idade sendo para isso a criança acompanhada e estimulada a participar nas mais diversas situações onde se promovam a poupança, a doação, o investimento e acima de tudo o planejamento.

Claro que se deve ter em consideração, a faixa etário da criança e adaptar quer a linguagem quer a abordagem, a cada situação.

Um dos exemplos que posso referir é o planejamento de uma ida ao supermercado. A criança, mesmo muito pequena pode fazer parte deste planejamento se a família lhe der a responsabilidade de ela ir ao armário/despensa verificar se é necessário comprar pasta de dente. Poderá ainda escrever na lista das necessidades (ou desenhar se não souber ainda escrever) e acompanhar a família nas compras. Na escolha do supermercado mais barato a família já está a transmitir à criança noções de poupança. Assim como na escolha de uma marca de pasta de dente econômica.

A utilização do método “Tripé Mágico” poderá sempre ser usado e não é exclusivo da mesada podendo ser usado com dinheiro dado à criança pontualmente ou com dinheiro que a criança ganhe. O importante é que a criança/jovem tenha a capacidade de delinear um sonho que queira atingir para o qual necessite dinheiro e que se foque para atingi-lo de forma sustentável.

Finance News – O dinheiro da mesada deve usado para qual finalidade?

Lina Nascimento: É importante sublinhar que se tratando de educação financeira, não basta entregar o dinheiro à criança e ponto final.

A família deve tomar a posição de orientação e de firmeza na ajuda da escolha do destino do dinheiro da mesada. Então, deverá considerar os cuidados a ter com a saúde, o bom uso e o respeito pelo dinheiro.

Já no caso dos pré-adolescentes e jovens, ainda que seja obrigação dos pais, orientá-los, sobre o uso correto de dinheiro e ajudá-los na avaliação das oportunidades existentes, deve-se deixá-los tomar a decisão final sobre o que fazer com o valor da mesada.

É muito importante que os pais ajudem a criança a definir para o que vai servir a mesada e façam as contas em conjunto.

Defendo de que o valor da mesada deve aumentar à medida que as crianças vão crescendo e têm outras necessidades. Isso é o que acontece naturalmente ao longo da vida e ajuda a aumentar a responsabilidade e a autonomia na criança/jovem.

Não se deve, nunca, associar o pagamento da semanada ou da mesada às atividades pelas quais a criança é responsável em casa. Ela deve realizar as suas tarefas porque isso faz parte das responsabilidades da família e cabe-lhe contribuir para a boa organização familiar.

Justamente por isso, não deve se sentir “remunerado”.

Por outro lado, à medida que a criança cresce e passa a adolescente, poderá ser considerada a remuneração de algumas tarefas específicas pelas quais é contrata alguma pessoa para fazer.

Neste caso, o pagamento pela tarefa simplesmente evidencia a relação entre dinheiro e trabalho.

O valor estipulado deve ser de acordo com a inserção no seu grupo social, para que não se corra o risco da sua exclusão.

Deverá se ter em conta os resultados escolares da criança assim como o seu comportamento sem nunca punir a criança retirando-lhe a mesada, pois esta é uma ferramenta de educação financeira e não uma regalia para ser jogada como moeda de troca. De igual modo a mesada nunca deverá ser a compensação pelo bom comportamento da criança.

Finance News – Se os pais percebem que a criança ou o adolescente não está fazendo o uso correto da mesada, como devem proceder?

Lina Nascimento: Se a criança gastar todo o dinheiro antes do final da semana (ou do mês) e pedir para que o adulto dê mais, este deve ser firme e negar! Pois esta recusa só a ajudará a planejar melhor os seus próprios gastos mesmo que não o entenda, nesse momento. Aos pais cabe o papel de supervisionar em vez de punir.

Se o adulto abrir uma exceção, acaba por passar a mensagem errada para a criança: de que ela pode gastar, pois haverá sempre mais, mesmo que a sua gestão seja mal feita! No entanto, como já referi, deve sempre ser assegurado inicialmente qual a quantia estipulada e qual o tipo de despesas que ficarão incluídas. Assim a criança terá que aprender a controlar os seus gastos supérfluos e não planejados.

A família deve tentar perceber porque é que gastou a mesada mal gasta e incentivá-la a fazer de forma diferente na próxima semana/mês. A ideia é sempre que a criança aprenda as consequências, o sentido da responsabilidade e seja estimulada a sua criatividade e autonomia.

Finance News – Para finalizarmos, quais são as principais orientações que os pais devem passar para uma criança para que ela tenha uma boa educação financeira?

Lina Nascimento: Todos os fundamentos da educação financeira se baseiam nas boas posturas sociais nas boas regras de convivência com noções de que o dinheiro é uma energia que necessitamos utilizar pela vida fora.

A forma como lidamos com o dinheiro irá se repercutir no equilíbrio ou desequilíbrio financeiro futuro. O respeito nas escolhas do necessário em detrimento do supérfluo, nos bons investimentos, na inteligência emocional de um planejamento apropriado são ingredientes que os adultos devem adotar para uma cidadania sustentável. A criança aprende acima de tudo, pelo exemplo.

Se a sua família adotar tais posturas ela facilmente terá uma educação equilibrada em termos de literatura financeira.

Como educadora de infância e partilhando da opinião de alguns consultores e educadores financeiros, defendo que, quando a criança aprende desde cedo a lidar com o dinheiro, a reconhecer a importância dele e a valorizar todas as suas conquistas, tem grandes probabilidades de vir a ser um adulto financeiramente responsável.

A ausência de preconceitos e o fato de estarem sempre abertas para receber novas informações leva-me a afirmar que a integração da educação financeira desde cedo é garantia de sucesso.

Acredito que, quanto antes uma criança tiver contato com dinheiro, melhor será a sua relação com ele no futuro. Por isso, receber mesada é visto como algo saudável na sua educação financeira, já que assim é forçada a tomar decisões em relação ao uso do seu dinheiro.

A decisão da instituição da mesada trata-se de uma experiência positiva não apenas para os filhos, mas para toda a família. Pois obriga-a a que de forma lúdica se planeje em grupo e que se crie em conjunto estratégias inovadoras e originais para atingir objetivos comuns.

A cooperação, a solidariedade, a seriedade, a perspicácia, a poupança, o rigor, a criatividade são ingredientes saudáveis e sustentáveis para a implementação da mesada.

O principal objetivo da educação financeira é que a criança lide com o dinheiro de forma clara e sem preconceitos, respeitando-o.

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Publicado às 17h28min

A queda dos juros, que barateia o crédito e incentiva a produção, acendeu o alerta sobre a aplicação financeira mais tradicional do país. Sem perspectiva de mudanças nos juros, a caderneta de poupança encerrará 2020 rendendo menos que a inflação pelo segundo ano seguido.

Em 2019, a poupança rendeu menos que a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A aplicação rendeu 4,26% no ano passado, contra inflação de 4,31%. O cenário não deve mudar em 2020. Enquanto as instituições financeiras projetam IPCA de 3,6%, de acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal divulgada pelo Banco Central, a caderneta renderá apenas 3,15% este ano caso os juros básicos não mudem.

Busca de alternativas

Para o investidor tradicional, este é o momento de buscar alternativas que pelo menos assegurem que o dinheiro não perderá para a inflação. A migração para outras aplicações, no entanto, exige cuidado. O investidor precisa estar atento ao prazo em que quer deixar o dinheiro parado, à cobrança de impostos e a eventuais taxas de administração para não sair perdendo.

Apesar de ser isenta de tributos e permitir saques imediatos, a poupança rende 70% da taxa Selic, juros básicos da economia hoje em 4,5% ao ano. Em contrapartida, os fundos e a maior parte das aplicações em renda fixa pagam tributos e nem sempre têm resgate imediato. O investidor corre o risco de perder dinheiro se sacar antes do vencimento.

Segundo o professor de finanças do Ibmec Gilberto Braga, os fundos de investimento representam uma das melhores opções para o investidor iniciante. Isso porque a maioria dos fundos permite resgatar o dinheiro sem espera, como na poupança. Ele, no entanto, lembra ao investidor que deve prestar atenção no prazo de resgate e na finalidade do dinheiro.

“Quem migra para os fundos precisa definir em que prazo quer investir. Para isso, é necessário em primeiro lugar saber qual o objetivo da economia, para onde esse dinheiro está indo. Com base nisso, o investidor deve prestar atenção nas taxas de administração e no rendimento líquido [depois do desconto da taxa e do Imposto de Renda]”, explica.

Comparação

A Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) elaborou uma comparação entre a poupança e os fundos de investimento. Com a Selic em 4,5% ao ano, a caderneta só é vantajosa para aplicações de curto prazo, no caso de fundos com taxas de administração pequenas, e de longo prazo, no caso de fundos com taxas mais altas.

Com taxas de administração de 1% ao ano, a caderneta empata com os fundos de investimento quando o resgate ocorre em até seis meses e perde depois disso. Para taxas de 1,5%, a poupança rende mais que os fundos para resgates em até um ano, empata com resgate entre um e dois anos e perde quando a retirada leva mais de dois anos.

Com taxas de 2% ao ano, a caderneta ganha dos fundos quando o resgate leva entre um e dois anos e empata depois desse prazo.

Se o fundo cobrar taxa de administração superior a 2,5% ao ano, a poupança será vantajosa apenas em resgates após dois anos.

Títulos públicos

Outra opção para migrar da poupança é representada pelos títulos do Tesouro Direto, programa que permite a compra de títulos públicos por pessoas físicas. O resgate leva um dia útil quando o pedido é feito até as 18h e dois dias úteis para pedidos depois desse horário ou em fins de semana e feriados.

O imposto é descontado na fonte, cabendo ao investidor apenas informar o rendimento líquido na declaração anual de Imposto de Renda. Aplicações de até 30 dias pagam Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mas, depois desse prazo, a alíquota cai a zero.

Vinculadas à Selic, as Letras Financeiras do Tesouro (LFT) rendem o equivalente à taxa básica de juros e podem ser resgatadas sem perdas desde que o investidor espere pelo menos 30 dias para não pagar IOF. Caso a Selic permaneça em 4,5% ao ano e a inflação feche 2019 em 3,6%, o investidor terá rendimento real (acima da inflação) de quase 1 ponto percentual.

Paciência

Para os demais títulos públicos, corrigidos pela inflação ou prefixados (com juros fixos definidos no momento da compra), o investidor precisa estar atento ao valor de mercado do papel caso faça o resgate antes do vencimento. Dependendo das condições do mercado, o aplicador pode ganhar ou perder dinheiro se não esperar o fim do prazo.

“Os títulos prefixados com vencimento em 2025 são atrativos para quem puder esperar, mas o ideal é que o investidor deixe o dinheiro parado até o final”, explica Braga. No caso dos títulos atrelados à inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ele recomenda que o investidor tenha paciência porque essa é uma aplicação destinada a reservas de longo prazo, como dinheiro para a aposentadoria.

“A vantagem dos títulos vinculados ao IPCA é que eles vão render mais que a inflação se o investidor deixar o dinheiro até o vencimento”, acrescenta o professor. O investidor pode retirar o dinheiro antes do fim do prazo com ganhos, mas será necessário avaliar a situação do mercado.

Informações da Agência Brasil

 

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Quem está cuidado do seu dinheiro?

Quem cuida do seu dinheiro? Você? O gerente do banco? Seu companheiro(a)? Sua corretora?

“Ah, eu não tenho dinheiro suficiente para ninguém cuidar”, você pode dizer.

Ou, “eu não me preocupo com isso, deixo na Poupança mesmo”.

Pare! Você está errado e está na hora de descobrir o motivo.

Gestão financeira profissional, pode ser para você, ou melhor, para qualquer um, ou melhor ainda, para todos nós!

Segundo o dicionário Aurélio, Gestão, substantivo feminino, “ato ou efeito de gerir; administração; gerência”, portanto, partimos da premissa que a gestão financeira nada mais é do que a administração do patrimônio ou investimentos de uma pessoa ou empresa. Só que na realidade ela é muito mais que isso. É o jeito mais eficaz, através de pessoal especializado, de fazer o investidor atingir suas necessidades, objetivos e sonhos.

Mas como tudo começa?

O primeiro passo para contratação de um gestor e consecutivamente de uma gestora é uma pesquisa no site da CVM, que é o órgão encarregado pela supervisão deste tipo de serviço. Para certificar-se da autorização de atuação de profissionais de investimento, basta ir no link “Informações de Regulados” e encontrar analistas, gestores, consultores, entre outros. Após escolher sua gestora o investidor precisa assinar um contrato autorizando a gestão do investimento. A partir daí o investidor não precisa mais tomar as decisões, mas é claro, continua tendo acesso irrestrito a suas aplicações, além de direcionar os rumos dos investimentos para alcançar seus objetivos e interesses.

O segundo passo após escolher sua gestora é preencher o perfil do investidor, afinal será através desse perfil que o seu gestor vai definir sua estratégia de investimento e montar sua carteira, que nada mais é do que o conjunto de investimentos que irá realizar. Investimentos esses planejados exclusivamente para cada investidor, sempre com o foco do melhor resultado.

Diversificar

Na sequência,  em posse de todas as informações de seu perfil, o gestor irá realizar o que chamam de asset allocation, isto é, a diversificação de seus investimentos para equilibrar o risco que o investidor está disposto a correr e o retorno que ele espera conseguir.

A estratégia por trás da diversificação da carteira é reduzir o risco e melhorar o retorno geral para o investidor.

No jargão do mercado financeiro, é comum dizer que a boa alocação de recursos diminui a volatilidade da carteira. Volatilidade nada mais é do que a imprevisibilidade dos resultados, ou de quanto esses resultados podem variar. Deixar a carteira menos volátil, portanto, é ter mais certeza sobre o que se pode esperar em termos de retorno financeiro.

Segurança

Outro ponto de muita importância em uma gestora é sobre sua segurança. Como os ativos continuam em nome do investidor e na instituição financeira originária o risco da gestora é zero, pois se a gestora deixar de existir os ativos do investidor continuam no seu banco/corretora e, portanto, sob sua custódia na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) e basta o investidor continuar com suas operações ou contratar um novo gestor/gestora.

O objetivo do gestor é sempre entregar os melhores resultados possíveis para o investidor, e o principal ativo da gestora e de sua equipe é seu capital intelectual, pois é através das ideias de investimento que o melhor retorno será possível.

Na Fiere Investimentos, respeitada gestora nacional, o capital intelectual faz toda diferença. Com uma equipe de gestão experiente, dinâmica e diligente, com passagem pelas principais assets managements e bancos de investimento do mercado.

Seus gestores, além da expertise no mercado financeiro, tem formação variada e contribuem para um comitê de gestão, proativo e ágil, e ao mesmo tempo zeloso e vigilante.

Agregando a equipe de gestão altamente qualificada, um disciplinado departamento de Risco e um comitê de Compliance independente, fazem da Fiere Investimentos uma gestora integra, sólida e global.

Além de uma equipe de gestão respeitada e experiente no mercado financeiro, o atendimento personalizado, e de alto nível, é outro diferencial da Fiere Investimentos. O compromisso com o objetivo estratégico do cliente é o principal foco da gestora. Prestando uma assessoria global, isenta de conflito de interesses e com objetivo de viabilizar a melhor composição de investimento de acordo com suas metas e riscos de retorno.

Outro grande diferencial da Fiere Investimentos é o valor mínimo inicial. Com somente R$ 50.000 o investidor já pode contar com toda a expertise, segurança, transparência e facilidade de ser atendido pela Gestão Fiere e toda sua equipe de Gerentes de Sucesso, que fazem a ligação entre os investidores e a equipe de gestores. O investidor, receberá mensalmente, relatórios de rentabilidade, custos e impostos, além de ter a liberdade de falar com a equipe sempre que achar necessário.

Fiere Investimentos

Importante salientar também que a Fiere Investimentos não possui produtos próprios, o que mitiga qualquer tipo de conflito de interesses. Além de frisar que o contrato assinado entre as partes não tem nenhum tipo de carência ou prazo de validade, podendo ser encerrado a qualquer momento de acordo com o desejo do cliente.

O objetivo da gestora é o Cliente. “Somos uma gestora focada no cliente. Para nós só a experiência, confiança e retorno do cliente é o que importa”, salienta a equipe de gestão.

Entre em contato com a Fiere Investimentos e faça suas aplicações renderem mais e melhor. Menos trabalho para você e uma equipe especializada à sua disposição.

 

Esse texto foi produzido pela Fiere Investimentos. Acesse aqui e veja como funciona uma gestão profissional de investimentos.

 

 

 

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Publicado às 11h29min

Aprender a poupar e a planejar os gastos desde cedo. Esse é o objetivo de famílias que usam métodos de educação financeira para as crianças em casa. E essa tarefa pode ser simples. Os responsáveis podem, por exemplo, organizar um quadro de tarefas para cumprir e remunerar quando objetivos são alcançados ou dar um cofrinho para as crianças guardarem moedas.

O envolvimento das crianças com as finanças pode começar aos 3 anos de idade, como explica o especialista em Planejamento Financeiro e diretor da Allea WM, Francisco Levy. Segundo ele, o envolvimento com o tema deve ocorrer aos poucos, na medida da compreensão das crianças sobre o dinheiro.

Para começar a trabalhar a educação financeira em casa, Levy sugere que para crianças pequenas, com idades entre 3 e 5 anos, seja adotado o clássico cofrinho para guardar moedas. A criança deve ser ensinada que para ter um brinquedo ou um passeio é preciso economizar.

Dos 6 aos 8 anos, a dica é já dividir os recursos recebidos em uma parte para gastos, outra para poupar e uma terceira para doar para pessoas mais necessitadas, compartilhar ou mesmo usar em presentes para amigos e familiares. Segundo Levy, nessa idade o senso de solidariedade também deve ser introduzido.

Aos 9 anos é hora de evoluir para uma conta bancária onde a criança vai começar a colocar suas economias. “É só aos 12 anos que a semanada se torna mesada, pois a criança já tem alguma noção de como gerir o dinheiro e já deve começar a aprender a fazer planos mais longos, como para uma viagem no fim do ano, por exemplo”, explica Levy.

“É fundamental também ao longo de toda infância, envolver os pequenos no orçamento familiar, mostrar restrições e objetivos, sempre em um ambiente realista e ponderado. Discussões tensas sobre o tema vão ser absorvidas pelas crianças e não ajudarão em nada”, explica. Ajudar a lidar com dinheiro e planejar o uso dos recursos desde pequenos, na opinião do especialista, vai criar adultos mais conscientes da necessidade de planejar e investir.

Aprendizado para a vida toda

“Muitos acreditam que lidar bem com o dinheiro ou ter capacidade de poupar é uma característica pessoal, mas não é bem assim. Podemos ensinar a eles como fazer isso desde muito pequenos e incentivar”, diz Levy.

O especialista acrescenta que três conceitos são fundamentais: receitas, despesas e acúmulo. Na visão de Levy, os pais devem ter a iniciativa de remunerar por pequenas tarefas, pois isso ajuda a criar o entendimento de que o dinheiro vem do trabalho. “Ajude a criar metas de acúmulo, desenvolvendo o planejamento para o alcance de um objetivo; assim, se quer um brinquedo que custa R$ 50, pode poupar R$ 10 por semana e ao final de cinco semanas terá o dinheiro para comprar”, explica.

O especialista também orienta a definir metas para comprar coisas mais caras. “Se querem algo que custa R$ 500, que poupem R$ 250 e os pais completarão com o resto. O importante é não suavizar o impacto das falhas na poupança, não guardou, não vai dar para comprar. É importante fazer com que eles sintam o custo de não ter planejado, isso vai trazer um aprendizado importantíssimo para a vida adulta.”

Na prática

A advogada Raquel Araújo Portela conta que desde os 4 anos dos filhos tem ensinado sobre o valor do dinheiro. E há cerca de dois anos tem estimulado a poupança por meio de um cofrinho para a Ana Clara, 11 anos, e o Leonardo, 8 anos. “Eles economizam o ano todo para comprar algo que eles queiram muito e que seja mais caro. Quando nós vamos ao shopping, eles já sabem que se querem comprar algo tem que ter dinheiro. Muitas coisas que eles compravam antes e deixavam jogado em casa, hoje já nem compram porque acham caro”, contou.

Raquel disse que os filhos juntaram dinheiro desde o início deste ano para comprar um videogame. A cada semana, eles ganham R$ 10 reais e quando tiravam nota máxima em uma prova da escola, recebiam R$ 50. “Em outubro, eles completaram o plano financeiro com mais de R$ 1.500”, disse Raquel. Com todo esse forço, os pais completaram o valor do videogame, que custava R$ 1.799.

A psicóloga Juliene Azevedo Oliveira também conta que ensina o filho de 8 anos a poupar e a administrar o dinheiro. “Desde os 7 anos do Guilherme, eu faço um quadro de tarefas em casa e todo sábado a gente faz a contabilização da semana. Quando ele cumpre com todas as tarefas, ele recebe dinheiro”, disse. Ela contou ainda que estabelece metas para o filho. “Ele queria comprar uma colcha para a irmã. Ele comprou e agora a próxima meta é um vídeogame”, disse, destacando que o filho se empenha para cumprir as tarefas. “Se cumprir tudo direito, em abril consegue comprar o videogame”.

Ao cumprir com as tarefas da semana, Guilherme recebe R$ 50 e já tem a própria carteira para guardar o dinheiro.

Antes de estimular a educação financeira em casa, Juliene conta que o filho não tinha noção do valor das coisas. “Como ganhava brinquedos sempre, não estava valorizando. E agora que ele está comprando, está conquistando, ele fica muito mais empolgado e dá mais valor”, ressaltou.

“A irmã pequena [de 5 anos] já está vendo. Ela já fica empolgada e quer participar, mas a gente está esperando um pouquinho”, disse Juliene.

Informações da Agência Brasil

 

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Flora Damin, Diretora de Marketing da Pandhora Investimentos

 

Entre as estratégias para atrair as pessoas preocupadas com a perda de rendimento com a queda dos juros, estão os fundos controlados por algoritmos. Eles são conhecidos como fundos quantitativos.

Nesses fundos os gestores contam com a tecnologia para implementar uma gestão automatizada para explorar padrões de comportamento do mercado.

Sobre o assunto, o Finance News entrevistou Flora Damin, diretora de marketing da Pandhora Investimentos. Ela explica como funciona, quanto rendem e revela outros detalhes desses fundos.

Finance News – Como funciona um fundo quantitativo (fundos quants)?

Flora Damin – Os fundos quantitativos (quants) ou sistemáticos, como são conhecidos, são fundos em que as decisões são tomadas por algoritmos e modelos matemáticos e não por um gestor humano. Esse modelo permite que as decisões sejam tomadas com base em um volume de dados que nenhum ser humano conseguiria processar na mesma velocidade. Além disso, esse modelo evita que momentos de elevado estresse no mercado financeiro atrapalhem a tomada de decisão e tira vieses que nós humanos podemos ter, de gostar muito de uma ação específica ou estar muito confiante, por exemplo. O objetivo são escolhas mais assertivas e consistentes de ativos nos momentos mais adequados de compra e venda.

Finance News – Quem desenvolve o algoritmo e as estratégias?

Flora Damin – Os algoritmos são desenvolvidos através de um processo que envolve diferentes equipes. Esse processo começa com as ideias, partindo de fundamentos econômicos quando lemos pesquisas, papers ou debatemos entre a equipe de pesquisa e a equipe de mercado financeiro. Depois disso, um analista de dados estrutura a base de dados necessária para iniciarmos a pesquisa e nossos programadores desenvolvem os algoritmos.

Depois de pronta a primeira versão, o algoritmo passará por diversas validações qualitativas e quantitativas, tanto com os sócios de tecnologia e pesquisa, quanto com os sócios com longa experiência em mercado financeiro, que irão avaliar a performance do algoritmo nos últimos 20 anos, o chamado backtest. Após algumas rodadas, se aprovado, o algoritmo é implementado no fundo.

Os algoritmos do fundo Pandhora são atualizados constantemente para acurar o processo decisório, o que oferece uma ótima alternativa de diversificação aos investidores, apresentando resultados descorrelacionados da indústria e do mercado e reduzindo consideravelmente o risco da carteira de seus clientes.

Ao contrário do que se possa imaginar, os algoritmos não operam sozinhos. Através de uma abordagem científica que combina ciência financeira, tecnologia e uma equipe experiente de mercado financeiro são criadas as estratégias, traduzidas em algoritmos. Uma equipe de pesquisa e programadores ajusta constantemente as variáveis dos algoritmos, adaptando às novas realidades para garantir a estabilidade do fundo. Hoje nossos fundos contam com mais de 38 famílias de algoritmos que compõe 8 estratégias, que leem milhões de informações decidindo quando comprar e vender os ativos.

Finance News – São enquadrados em que tipo (classe) de fundo, de acordo com a classificação da CVM? Seriam Multimercados?

Flora Damin – O Pandhora Feeder, principal fundo da casa que é aberto para investidores em geral, é um fundo multimercado, que atua com uma política de investimentos que mescla variados tipos de aplicações como: ações, câmbio, juros entre outros. No Brasil, ainda não foi criada a categoria quant, mas em outros países essa classificação funciona como uma sub categoria: fundo de ações quant, fundo multimercado quant…

Finance News – Quais são as vantagens desse tipo de fundo?

Flora Damin – A primeira grande vantagem dos fundos quanti é o uso de modelagem, matemática e estatística. Isso automatiza uma parte do processo e serve como base para a decisão de investimento. Os algoritmos se baseiam em dados e números, por isso, não são afetados por mudanças de humor, pressão do mercado ou vieses cognitivos. Isso porque, diferentemente do que acontece com as máquinas, a tensão das situações de incerteza pode interferir em nossas decisões.

Esse tipo de algoritmo conta com uma capacidade de processamento de dados muito acima da média dos seres humanos, o que torna as decisões muito mais embasadas. Para ler dados de preços de ativos do mundo todo consistentemente precisaríamos de uma equipe grande demais, que inviabilizaria o negócio. Com tecnologia isso é simples e acontece 24h por dia.

Além do volume de dados usados na tomada de decisão, esses fundos têm um grande benefício para diversificação da carteira. Quando combinamos diferentes investimentos é importante entender quão correlacionados eles são, ou seja, o quanto eles se comportam da mesma maneira (quando um sobe, todos sobem, o mesmo vale para quedas) ou se eles se comportam de formas diferentes. Por tomar decisões de maneira diferente dos fundos tradicionais, os fundos quantitativos são descorrelacionados, diminuindo o risco da carteira. Isso porque em momentos em que a maioria dos fundos está caindo, esse fundo pode estar subindo, te protegendo de perdas.

Finance News – Quais os riscos?

Flora Damin – No portfólio do Pandhora entram ativos extremamente líquidos e que são operados com baixa frequência, reduzindo a volatilidade e os ruídos de curto prazo. Com a diversificação do portfólio, buscamos proteger os investidores de perdas permanentes de capital. Além disso, devido a estratégias e fatores que se complementam ao longo do tempo, os ativos alcançam bons resultados no longo prazo.  Para o investidor, o principal benefício é a diminuição do risco através do efeito de diversificação da carteira. O fundo busca uma alocação balanceada, para minimizar volatilidade e ruídos de curto prazo. Não há exposição a riscos específicos, risco de crédito ou de liquidez, já que os investimentos são realizados em mercados extremamente líquidos e sem concentração.

Finance News – O pequeno investidor pode utilizar como estratégia para diversificação da carteira?

Flora Damin – Sim, porque o investimento pode ser feito por pessoas físicas a partir de R$ 1 mil reais. Além disso, o resgate é feito em quatro dias úteis. O fundo está disponível nas principais plataformas digitais.

Finance News – O fundo quantitativo da Pandhora rendeu quanto em 2019? E em quais ativos investe?

Flora Damin – O fundo quantitativo do Pandhora Feeder rendeu 11,8% em 2019, equivalente a 203% do CDI, superando investimentos tradicionais como a poupança e investimentos em renda fixa, como o tesouro direto. O fundo opera através da B3 futuros do índice Ibovespa, S&P, dólar e curva de juros futuros de dois e três anos, além de possuir uma carteira de ações.

Finance News – Qual é a taxa de administração do Fundo e para qual perfil de investidor é indicado?

Flora Damin – O fundo Pandhora cobra uma taxa de administração de 1,5% a.a.  e uma taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI.

O fundo é considerado de risco moderado, indicado para todos os perfis de investidores, por ser um ativo descorrelacionado do mercado e com pouca volatilidade, acreditamos que todos os investidores podem ter cerca de 10 a 20% do seu portfolio em fundos quanti com o Pandhora.

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A dificuldade em lidar com as finanças tem sido uma realidade para milhares de brasileiros, fonte de aborrecimentos diversos, podendo, inclusive, complicar a gestão do dia a dia. Muitas vezes o salário sempre acaba antes do fim do mês e aquele dinheiro extra que aparece de vez em quando some sem sobrar nada para se investir. Um exemplo é a restituição do Imposto de Renda, cuja consulta ao quarto lote será aberta nesta segunda-feira (9).

Pensando em ajudar a organizar a bagunça da vida financeira e facilitar o dia a dia dessas famílias, algumas instituições, como o Banco Central (BC), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) oferecem cursos online que podem ajudar os mais despreparados a lidar com o seu dinheiro.

Por meio deles, é possível aprender, por exemplo, a organizar o orçamento familiar, realização de investimentos, como planejar a aposentadoria etc. As aulas são gratuitas e elaboradas de maneira bem didática, facilitando o entendimento para aqueles que não são familiarizados com alguns termos da economia.

O BC dispõe de dois cursos voltados para a gestão de finanças. O primeiro é Gestão de Finanças Pessoais, no qual, por meio da história da família Tarcísio, a pessoa pode adquirir mais conhecimentos para gerir suas finanças, utilizar o dinheiro de modo consciente e otimizar os gastos. Todo o conteúdo é apresentado através de vídeos animados.

Outro curso oferecido pela instituição é o Eu e meu dinheiro. Com cinco vídeos educativos de curta duração, o curso é voltado para sensibilizar os participantes para a gestão das finanças pessoais. A formação traz reflexões sobre uso de crédito; orçamento familiar; necessidades e desejos; riscos e imprevistos, e consumo consciente. As inscrições podem ser feitas no site do Banco Central. Clique aqui.

A CVM também tem cursos para ajudar a gerir as finanças, facilitando a tomada de decisões sobre o uso do dinheiro no dia a dia. Um deles, o de Matemática Financeira Básica. O objetivo é apresentar conceitos introdutórios sobre o assunto, em temas que envolvem conceitos de matemática financeira, como consumo, empréstimos, financiamentos e investimentos.

Outro curso abrange a Educação Financeira para Jovens e estimula a pessoa a refletir sobre a importância da educação financeira para sua vida, abordando temas como consumo consciente e equilíbrio financeiro; diferenças e relações entre poupar e investir e também orientação no planejamento financeiro a curto e médio prazo.

O último curso oferecido pela instituição é justamente voltado para o investimento: Poupança e Investimento que auxilia a organizar as contas e planejando a vida financeira. Todos os cursos podem ser acessados no site da Comissão de Valores Mobiliários.

Já a FGV traz curso para ajudar a planejar a aposentadoria ajudando na conclusão de objetivos pessoais e/ou familiares nesse período da vida. A instituição oferece ainda formações voltadas a Organização do orçamento familiar e também ao gasto consciente . Os cursos estão disponíveis no site da Fundação Getúlio Vargas. Clique aqui.

Todas as formações se inserem no fortalecimento do conceito de cidadania financeira, conjunto de direitos e deveres que permite ao cidadão gerenciar bem seus recursos financeiros. Isto significa ter noções sobre planejar o uso de seus recursos, gerenciar o uso de crédito e poupar ativamente. A noção compreende ainda, a proteção do consumidor de serviços financeiros para que a pessoa não fique sujeita a práticas injustas ou enganosas e também tenha acesso a mecanismos para resolver conflitos.

Informações da Agência Brasil

 

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Publicado às 14h07min

Muitas pessoas aproveitam o fim de ano para elaborar listas de promessas a serem cumpridas nos próximos 12 meses para melhorar de vida. Nestas relações entram dietas e a prática de exercícios físicos, mas também uma organização mais eficiente das finanças pessoais para sair do vermelho no ano que está por vir. Em sites de instituições públicas e privadas e em redes sociais há muitas ferramentas, cursos e dicas para organizar o orçamento familiar.

O planejamento financeiro é o primeiro passo para colocar as contas em dia, como explica o economista e professor licenciado da Universidade de Brasília (UnB), Newton Marques. “É colocar no papel tudo o que ganha no mês e o que gasta. Depois, tem que separar o que é dispensável, supérfluo, do que é indispensável”, disse. Ele acrescentou que o ideal é projetar quanto se terá de renda ao longo do ano. “Se os gastos são maiores que a renda, tem começar a cortar o que não é indispensável. Tem que ter TV a cabo, gastar com celular, cada um ter um carro? Isso é supérfluo. Se não tem onde cortar, é o mesmo que dizer que vai tomar dinheiro emprestado e pagar juros”, disse.

O economista também explicou que é importante fazer uma reserva para emergência e para realizar sonhos, como trocar de carro, comprar uma casa ou realizar uma viagem.

Para Marques é preciso haver uma mudança de comportamento dos brasileiros em relação às próprias finanças, evitando o imediatismo. “É como parar de fumar, de beber, deixar de ser sedentário, cuidar da saúde, cuidar do relacionamento familiar. Isso tudo é uma mudança de comportamento. O pior é que problemas com as finanças levam a um desgaste muito grande da saúde, psicológico e isso vai afetar a família”, disse.

Apesar de saber que é difícil conversar com a família sobre as finanças, Marques orienta romper essa barreira. “As pessoas acham que problema de dinheiro tem que empurrar com a barriga. Isso é cultural. Em outros países, isso é levado a sério, mas, aqui no Brasil, não. Talvez por conta o período da hiperinflação muito recentemente. Tem só 25 anos que controlamos a inflação”, disse. Ele citou como exemplo os japoneses que evitam o consumo e poupam mesmo com juros negativos. “No Japão, se falar para gastar eles pegam o dinheiro e poupam. Mas aí alguém pode dizer: mas eles chegaram em um ponto que atenderam as necessidades mínimas. Tudo bem, mas uma família tem condições de fazer além do que pode? Como trocar de celular toda hora, televisão, carro?”, argumentou.

Compras de Natal

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nas 27 capitais do Brasil mostrou que 33% dos brasileiros têm intenção de presentear no Natal, mesmo com contas em atraso. Destes, 66% estão com restrição em seus CPF.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o consumo exagerado e descontrolado pode fazer com que o consumidor enfrente problemas no próximo ano. “É importante lembrar que muitas famílias se encontram em aperto financeiro, além de, em alguns casos, carregar dívidas do Natal do ano passado. O recomendável é não se deixar levar pelas emoções, e planejar as despesas de acordo com o orçamento, sempre priorizando a quitação de contas. Fazer uma lista prévia do que se deseja e pesquisar preços são as atitudes mais indicadas para não extrapolar as finanças”, orienta Marcela.

Orientações na internet

Entre os sites com dicas para organizar as finanças, está o do Banco Central. Na página “cidadania financeira”, é possível escolher entre três perfis: Quero me planejar; Estou endividado; Quero aprender a poupar e investir. Após escolher o perfil, o cidadão é direcionado para conteúdos específicos.

No caso dos endividados, por exemplo, a primeira dica é listar todas as dívidas e fazer um orçamento, com corte de gastos. Além disso, a orientação é buscar renda extra, renegociar com credores e não fazer novas dívidas. “Se já estiver excessivamente endividado, não fique parado. Quanto mais tempo, pior a dívida irá ficar, devido a diversos fatores, como juros e multas. Procurando onde seus gastos podem diminuir? Lembre-se de eliminar por completo os desperdícios, reduzir os supérfluos e otimizar a despesa com os produtos necessários. Tenha calma! Para tudo há solução”, diz o site.

O BC orienta ainda que toda a família se envolva na solução do endividamento. “É importante que toda a movimentação de recursos, incluindo todos os investimentos, receitas e despesas, esteja organizada. Isso requer participação e comprometimento de cada membro da família, considerando os diferentes perfis de comportamento financeiro de seus integrantes”.

Informações da Agência Brasil

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