Arquivos copom - Finance News https://financenews.com.br/tag/copom/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Mon, 15 Jun 2026 00:25:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos copom - Finance News https://financenews.com.br/tag/copom/ 32 32
Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2026/06/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-170/ https://financenews.com.br/2026/06/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-170/#respond Mon, 15 Jun 2026 00:24:33 +0000 https://financenews.com.br/?p=208967   Publicado às 21h24 Eventos no radar do mercado nesta semana: Oriente Médio Os Estados […]

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Eventos no radar do mercado nesta semana:

Oriente Médio

Os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo de paz, conforme informações divulgadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump, na noite deste domingo. Trump disse que determinou a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das vias mais importantes do mundo para o escoamento de petróleo. Às 21h20 o preço do barril de petróleo Brent, referência para a Petrobras, tinha queda de 4,4% cotado a 83,4 dólares. Os futuros de ações nos Estados Unidos subiam, com destaque para Nasdaq futuro que tinha alta de 1,5% no mesmo horário.

Decisão sobre juros no Brasil

Um dos eventos mais importantes para o mercado ocorre na quarta-feira. O Comitê de Política Monetária, o Copom, divulga a nova taxa de juros após às 18h30 de quarta, 17. Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano. Analistas destacam o comunicado do Copom e o tom que a autoridade monetária irá adotar em meio à pressão inflacionária.

Decisão sobre juros nos EUA

Também na quarta-feira, 17, o Fomc, comitê do Banco Central que decide sobre os juros nos Estados Unidos, define as taxas na maior economia do mundo. Será às 15h. A reunião é aguardada com expectativa porque marca a estreia de Kevin Warsh à frente da instituição. Os agentes financeiros devem se concentrar no comunicado da autoridade monetária e na entrevista de Warsh à imprensa às 15h30.

Prévia do PIB no Brasil

Ainda na quarta-feira, às 9h, será divulgado pelo Banco Central do Brasil o IBC-Br. Será referente a abril. Esse indicador é conhecido como uma prévia do do Produto Interno Bruto. 

Notícias corporativas

Conselho da Axia (AXIA3) aprova resgate de 576.923 ações preferenciais classe “C” (PNCs) 

O conselho de administração da Axia Energia (AXIA3) aprovou o resgate de 576.923 ações preferenciais classe “C” (PNCs) de sua emissão, equivalente a R$ 30 milhões e 0,0951% desta classe de ação. A informação foi divulgada em um fato relevante enviado ao mercado na noite deste domingo.

Inicialmente, a companhia reiterou que, por se tratar de uma operação inédita, o primeiro resgate ou conversão das ações PNCs será realizado em montante reduzido, com o objetivo de avaliar o mecanismo adotado na operação de resgate ou conversão.

Os termos e condições a serem aplicados nesta primeira operação são os seguintes:

  • Data de corte da B3: 18 de junho de 2026.
  • Data ex-direitos: a partir de 19 de junho de 2026 as ações PNCs passarão a ser negociadas ex-direitos.
  • Valor total do resgate: R$ 30 milhões.
  • Valor do resgate da ação PNC: R$ 52,00, equivalente a cotação de fechamento das ações ordinárias de emissão da Companhia no pregão do dia 12 de junho de 2026.
  • Procedimento para o resgate: o acionista que não se manifestar terá as suas ações PNCs resgatadas automaticamente.
  • Tratamento tributário para investidores não residentes: para informações sobre o tratamento tributário aplicável ao resgate, em especial aos investidores não residentes (INRs), consultar o aviso aos acionistas divulgado nesta data.
  • Procedimento para a conversão: os detentores de ações PNCs poderão manifestar, no prazo de 5 dias úteis contado de 23 de junho de 2026 até 29 de junho de 2026 (inclusive), sua intenção de, em substituição ao resgate, optar pela conversão, na proporção de 1:1 em ações ordinárias, no todo ou em parte, das ações PNCs que seriam objeto do resgate.
  • Canais de manifestação para a conversão das ações PNCs: por meio do respectivo agente de custódia/corretora, para os acionistas cujas ações estejam depositadas na Central Depositária da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (B3); ou, via Itaú Corretora de Valores S.A. (escriturador das ações de emissão da companhia), para os acionistas detentores de ações PNCs depositadas em ambiente escritural.

O que esperar da Copasa privatizada?

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3) encerrou seu processo de privatização na semana passada.

Em relatório o time de analistas da Genial Investimentos afirma que a entrada da Equatorial como investidor de referência da Copasa representa um potencial divisor de águas para a companhia mineira.

O ativo já possui escala, base regulatória relevante, contratos longos e geração de caixa consistente. A novidade é a entrada de um acionista com histórico de alocação disciplinada de capital, experiência em ativos regulados e foco explícito em eficiência, estrutura de capital e execução, comenta a equipe de Genial.

Para o time da casa a principal prioridade será a universalização. A governança final depende da alocação e dos próximos passos societários, e a influência prática da Equatorial sobre a Copasa ainda precisará ser observada na execução.

O relatório ressalta que a Equatorial vê a Copasa como um ativo resiliente, com oportunidades regulatórias e operacionais relevantes, e acredita que sua expertise pode acelerar a captura de valor.

A equipe de analistas da Genial acredita que a Copasa deve negociar com prêmio em relação à Sabesp (SBSP3), devido à maior remuneração regulatória do capital investido e ao maior crescimento relativo de base esperada até 2030.

A casa também destaca que avaliou a queda das ações na sexta-feira com “naturalidade”, mencionando que os investidores não-controladores que participaram da oferta não tem período de lock-up e devem aproveitar a oportunidade para realizar lucros.

O período de lock-up é uma cláusula contratual que impede investidores ou sócios de venderem ou transferirem suas ações por um prazo determinado.

Na sexta-feira, 12, as ações caíram 1,88% cotadas a R$ 57,40.

Bank of America ações da Vitru (VTRU3) para compra. Veja:

A equipe de analistas do Bank of America revisou a recomendação para o setor educacional depois dos resultados do primeiro trimestre de 2026.

O banco americano elevou as ações da Vitru (VTRU3) para “compra”. O preço-alvo passou de R$ 18 para R$ 21.

O time do Bank of America afirmou que o ambiente atual favorece empresas com melhor execução e balanços mais sólidos.

Segundo relatório, a Vitru apresentou desempenho superior no primeiro trimestre de 2026, reforçando que sua expertise em ensino híbrido é uma vantagem competitiva importante.

A equipe da instituição financeira projeta um rendimento de 25% do fluxo de caixa livre para o acionista em 2026.

Já a recomendação da Cruzeiro do Sul (CSED3) foi cortada de “compra” para “neutra”. O preço-alvo foi reduzido de R$ 8,50 para R$ 4,50. A avaliação é que os maiores investimentos em tecnologia devem pressionar os resultados no curto prazo e levar a uma política mais conservadora de distribuição de dividendos.

Marcopolo (POMO4): dados de maio reforçam a expectativa de melhora gradual dos volumes e margens ao longo do 2º semestre 

Na avaliação do BTG os dados de produção da Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus) para maio indicaram continuidade da recuperação da demanda doméstica por ônibus no Brasil, com a produção nacional crescendo 4% ano/ano, impulsionada principalmente pelos segmentos de micro-ônibus e minibuses, beneficiados pelas entregas ao Ministério da Saúde e possivelmente pelo programa Move Brasil.

As marcas da Marcopolo (Marcopolo, Neobus e Volare) produziram 1.208 unidades no mercado doméstico, alta de 7% na base anual, com destaque para o forte desempenho da Neobus e da Volare.

Por outro lado, o banco destaca que as exportações permaneceram mais fracas, com queda de 27% ano/ano, refletindo uma base de comparação mais desafiadora.

No consolidado, a indústria produziu 2.740 unidades, em linha com o ano anterior, enquanto a Marcopolo registrou 1.322 unidades (+2% ano/ano).

De forma geral, os dados reforçam a expectativa de melhora gradual dos volumes e margens ao longo do segundo semestre de 2026, embora a perspectiva de crescimento estrutural permaneça limitada, comenta a equipe de analistas.

Ainda assim, segundo o BTG, o cenário operacional mais favorável aliado ao valuation considerado atrativo de 6x P/L 2026 e ao dividend yield (rendimento do dividendo) esperado de 9%, pode sustentar um momento mais positivo para as ações no curto prazo. No entanto, o banco mantém a recomendação “neutra” para Marcopolo.

Safra eleva a recomendação da Hypera (HYPE3). Veja:

O Banco Safra elevou a recomendação da Hypera (HYPE3). Passou de “neutra” para “compra”. O preço-alvo também foi elevado. De R$ 24,50 para R$ 29,50.

Segundo o banco, a atualização incorpora os resultados do primeiro trimestre de 2026, novas premissas macroeconômicas e uma leitura mais positiva sobre a evolução das vendas nos próximos anos.

O time de analistas avalia que o valuation atual da Hypera representa uma oportunidade atrativa. A ação negocia a cerca de 6,6 vezes o lucro projetado para 2027, abaixo da média histórica da companhia e do múltiplo implícito no novo preço-alvo.

Segundo o banco, dois fatores sustentam essa leitura. A Hypera voltou a crescer acima do mercado de medicamentos isentos de prescrição desde o terceiro trimestre de 2025. Além disso, os lançamentos recentes ampliaram o mercado potencial da companhia para cerca de 5,1 bilhões de reais, desconsiderando produtos ainda em aprovação regulatória.

A equipe observa ainda a melhora da estrutura de capital. Após um aumento de capital de 1,5 bilhão de reais, a alavancagem tende a recuar de forma relevante.

O cenário-base do Safra não considera vendas de medicamentos à base de semaglutida, ainda em fase de aprovação. Caso a comercialização tenha início a partir do terceiro trimestre de 2026, o impacto sobre os resultados pode ser relevante, destaca.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibov, Vale3, Petr4, Goau4, Ggbr4, Sbsp3, Cmig4, Cple3 e de Pomo4. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos da semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 15

Simpar (SIMH3)

A Simpar paga nesta segunda-feira, 15, os dividendos declarados em assembleia geral ordinária realizada em 30 de abril de 2026. O valor soma R$ 100 milhões, sendo R$ 0,17 por ação. Terão direito os detentores de ações de emissão da companhia em 3 de junho de 2026. As ações serão negociadas ex-direito aos dividendos a partir de 5 de junho de 2026, inclusive.

Taurus (TASA3, TASA4)

A Taurus paga dividendo nesta segunda-feira, 15, no valor de R$ 0,00310972194 por ação. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia na data base de 29 de abril de 2026. As ações da companhia passaram a ser negociadas ex-direitos desde 30 de abril de 2026, inclusive.

TPI (TPIS3) 

A TPI – Triunfo Participações e Investimentos (TPIS3) paga nesta segunda-feira, 15, os dividendos intermediários no valor de R$ 23.808.864,26 ou R$ 0,54 por ação, com base nos resultado acumulado relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2024, aprovado na reunião do conselho de administração em 23 de dezembro de 2025. Esses dividendos têm como base a posição acionária de 30 de dezembro de 2025.

Romi (ROMI3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Romi, aprovados na terça-feira, 9 de junho, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido é de R$ 0,0495 por ação. O pagamento será até 31/12/2027.

Totvs (TOTS3)

A data de corte para ter direito aos JCP da Totvs, anunciados em 9 de junho, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento aos acionistas será no dia 10 de julho de 2026, sem incidência de correção monetária.

Comgás (CGAS3; CGAS5)

A data de corte para ter direito ao dividendo e JCP da Comgás anunciados em 10 de junho, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-dividendo e ex-JCP. O valor do dividendo por ação ON é R$ 2,28 e por ação PN é R$ 2,51. O valor do JCP por ação ON é R$ 1,69 e por ação PN é R$ 1,86 por ação. O pagamento será realizado em 25 de junho de 2026.

Quinta, 18

Vitru Educação (VTRU3) 

A Vitru Educação paga na quinta, 18, o dividendo anunciado em abril no valor de R$ 0,02 por ação ordinária. Tem direito ao dividendo declarado as pessoas que constarem como acionistas da companhia, no encerramento do pregão da B3 de 30 de abril de 2026 (data-base), respeitadas as negociações realizadas até esta data, inclusive. As ações da Vitru são negociadas “ex-dividendos” desde 4 de maio de 2026, inclusive.

CPFL (CPFE3)

A CPFL Energia paga na quinta-feira, 18, a segunda parcela do dividendo declarado na assembleia de 29 de abril de 2026. Será efetuado o pagamento no valor de R$ 150 milhões. O valor por ação é R$ 0,13. Tem direito detentores de ações em 29 de abril de 2026. Desde 30 de abril de 2026 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3.

Itaú (ITUB4)

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital do Itaú, anunciados em 28 de maio, é na quinta, 18. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 19 de junho. O valor líquido por ação é de R$ 0,29. O pagamento será realizado até 31 de agosto de 2026.

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Copom reduz a taxa Selic para 14,50% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2026/04/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1450-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2026/04/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1450-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 29 Apr 2026 21:38:43 +0000 https://financenews.com.br/?p=206749   Publicado às 18h38 O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h38

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu nesta quarta-feira, 29, reduzir a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,50% ao ano. É a segunda redução consecutiva da Selic.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo permanece incerto, em função da indefinição a respeito da duração, extensão, e desdobramentos dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,9% e 4,0%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o quarto trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,5% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, perante a indefinição acerca dos conflitos no Oriente Médio. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado, com horizontes mais longos incorporando impactos potenciais de segunda ordem de restrições de oferta de petróleo e seus derivados; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente dos choques de comércio e do petróleo, e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores correntes de atividade econômica mostram recuperação em relação ao último trimestre de 2025, mantendo-se consistentes com uma trajetória de desaceleração no acumulado de 2026, enquanto o cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, e pressões no mercado de trabalho.

O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil. Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados. O Comitê julgou apropriado dar sequência ao ciclo de calibração da política monetária, na medida em que o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica, criando condições para que ajustes no ritmo e extensão dessa calibração, à luz de novas informações, sejam possíveis de forma a assegurar o nível compatível com a convergência da inflação à meta.

O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,50% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David e Paulo Picchetti”.

 

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Copom reduz a taxa Selic para 14,75% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2026/03/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1475-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2026/03/copom-reduz-a-taxa-selic-para-1475-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 18 Mar 2026 21:36:15 +0000 https://financenews.com.br/?p=204500   Publicado às 18h35 O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h35

O Comitê de Política Monetária do Banco Central, o Copom, decidiu nesta quarta-feira, 18, cortar a Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.) para 14,75% ao ano. Esta foi a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024. A decisão foi unânime e já era esperada pelo mercado financeiro.

No comunicado, o Copom afirmou que o aumento das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio exige mais cautela. O BC não descartou rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

Leia abaixo a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo tornou-se mais incerto, em função do acirramento de conflitos geopolíticos no Oriente Médio, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,1% e 3,8%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,3% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos no Oriente Médio. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Os indicadores do final de 2025 mostraram desaceleração na atividade econômica, enquanto o cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, e pressões no mercado de trabalho.

O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil. Nesse momento, as projeções de inflação apresentam distanciamento adicional em relação à meta no horizonte relevante para a política monetária. Ao mesmo tempo, a incerteza acerca dessas projeções foi elevada consideravelmente, em função da falta de clareza sobre a duração dos conflitos e de seus efeitos sobre os condicionantes dos modelos de projeção analisados. O Comitê julgou apropriado dar início ao ciclo de calibração da política monetária, na medida em que o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica, criando condições para que ajustes no ritmo dessa calibração, à luz de novas informações, sejam possíveis de forma a assegurar o nível compatível com a convergência da inflação à meta.

O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,75% a.a. e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Publicado às 21h54

Eventos no radar do mercado

Decisão sobre juros no Brasil 

Um dos principais eventos nesta semana é a decisão sobre os juros no Brasil. O Comitê de Política do Banco Central, o Copom, divulga a decisão após às 18h30 de quarta-feira, 28. O mercado espera manutenção dos juros em 15%. A grande expectativa dos analistas é com relação ao tom do comunicado do Copom. Parte dos analistas mantêm a projeção de que o Copom iniciará um ciclo gradual de cortes na taxa Selic em março. 

Decisão sobre juros nos EUA

Também será importante a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. O Fomc, Comitê que decide sobre os juros na maior economia do mundo, vai revelar a decisão às 16h de quarta-feira (hora de Brasília). Às 16h30 o presidente do Banco Central americano (Federal Reserve), Jerome Powell, começa a entrevista, que deverá ser o foco de atenção do mercado. O cenário-base é de manutenção na taxa de juros. Esse evento pode trazer volatilidade adicional à ativos de risco, como ações.

Prévia da inflação no Brasil

Na terça-feira, às 9h, será divulgado o IPCA-15 de janeiro. Esse indicador é conhecido como a prévia da inflação oficial. Um dado muito acima ou abaixo do esperado pode impactar ações sensíveis aos juros como as do setor de construção e varejo.

Resultados da Microsoft, Meta e da Apple 

Gigantes do setor de tecnologia divulgam seus resultados nesta semana. Na quarta-feira, 28 de janeiro, a Microsoft e a Meta apresentam seus números. O balanço da Apple será divulgado na quinta, 29.

Corporativo

No Brasil, o grande destaque corporativo da semana será a apresentação do relatório de produção e vendas da Vale na terça-feira, 27. Já a Embraer (NYSE: EMBJ / B3: EMBJ3) exibirá a partir de 28 de janeiro as aeronaves comerciais E195-E2 e E175 na Wings India 2026, em Hyderabad.

Notícias corporativas

Gol: Antonio Kandir assume a presidência do conselho de administração de forma temporária 

Em um fato relevante enviado ao mercado neste domingo, 25, a Gol (GOLL54) afirmou que, após a morte de Constantino de Oliveira Junior, fundador da companhia e presidente do conselho de administração, as operações, a estratégia e os compromissos da empresa permanecem inalterados e continuam sob a liderança dos seus diretores, membros do conselho de administração e demais integrantes da equipe executiva.

“Não há interrupção nas atividades diárias”, destacou a Gol, ressaltando que a presidência do conselho de administração passará a ser exercida, de forma temporária, por Antonio Kandir, atual vice-presidente do conselho de administração e integrante de diversos órgãos da administração da Gol ao longo dos últimos 20 anos.

Constantino de Oliveira Junior morreu no sábado, 24 de janeiro.

Axia (AXIA3): Justiça do trabalho revoga tutela antecipada em caso sobre bonificação em ações

A Axia (AXIA3) divulgou que a Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro revogou a tutela antecipada concedida a entidades sindicais que pleiteavam supostos reflexos no pagamento de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) a seus empregados, oriundos da capitalização de reservas de lucros e bonificação em ações aprovadas na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 19 de dezembro de 2025”.

Segundo a Axia, a Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro acolheu os argumentos do pedido de reconsideração apresentados e revogou a medida de tutela antecipada concedida, ao concluir pela inexistência de perigo de dano e pela comprovada higidez patrimonial da companhia.

Conselho da Gafisa (GFSA3) elege Luis Ortiz como novo diretor-presidente

Em um fato relevante divulgado neste sábado, 24, a Gafisa (GFSA3) informou que seu conselho de administração elegeu Luis Fernando Ortiz para o cargo de diretor-presidente da companhia ‌em substituição a Sheyla Resende, cujo mandato chegou ao fim.

Ortiz atua na Gafisa há 14 anos com vasta experiência na área de incorporação e novos negócios, tendo ingressado na Gafisa em 2011 e recentemente ocupando a vice-presidência de negócios. Segundo a companhia, o executivo foi peça central na estratégia de reposicionamento da Gafisa no segmento de alto luxo nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

“Sheyla Resende encerra um virtuoso ciclo de 16 anos a serviço da Gafisa tendo ingressado como trainee e mais recentemente, já como diretora presidente, foi peça-chave no processo de reposicionamento da companhia no mercado como um dos principais players no segmento de alto luxo imobiliário”, afirmou a empresa no fato relevante.

A construtora informou ainda que Taimir Barbosa foi eleita diretora financeira e diretora executiva operacional responsável pela área ‍de controladoria da companhia.

Na sexta-feira, 23, a Gafisa divulgou que a Wotan Realty passou a deter 3.608.986 ações ordinárias, representativas de 14,72% do capital social da companhia. A Wotan informou que a aquisição ocorreu com finalidade exclusivamente de investimento, sem objetivo de alterar o controle ou a estrutura administrativa da Gafisa.

Também na sexta-feira, 23, a Gafisa informou que o Gerf Fundo de Investimento em Ações, passou a deter 4.842.061 ações ordinárias, representativas de 19,75% do capital social da construtora. O Fundo afirmou que a aquisição ocorreu com finalidade exclusivamente de investimento, sem objetivo de alterar o controle ou a estrutura administrativa da companhia.

Ações do Banco Pan deixam de ser negociadas na B3

A incorporação do Banco Pan pelo BTG (BPAC11) foi concluída na sexta-feira, 23. A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado pelas companhias.

A transação foi aprovada pelos acionistas das companhias e pelo Banco Central em dezembro do ano passado.

Em virtude da conclusão da operação, as ações de emissão do Banco Pan deixaram de ser negociadas na B3 no encerramento do pregão desta sexta-feira, 23. A partir de segunda-feira, 26 de janeiro, apenas Units de emissão do BTG Pactual serão negociadas na B3 sob o ticker BPAC11.

Os acionistas originários do Banco Pan (com exceção do Banco Sistema) receberam 0,2157 Units de emissão do BTG Pactual para cada 1 ação de emissão do Banco PAN por eles detida na data de liquidação.

Eztec (EZTC3) prevê lançar até R$ 3,5 bilhões em projetos em 2026

A Eztec (EZTC3) divulgou na sexta-feira, 23, após o fechamento do mercado, que sua previsão de lançamentos para o período compreendido entre 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2026 é de R$ 2,5 bilhões a R$ 3,5 bilhões, em Valor Geral de Vendas (VGV) proporcional à participação da companhia em cada lançamento.

A projeção fundamenta-se no desempenho comercial e de entregas recentes da Eztec, na qualidade e quantidade de projetos disponíveis em seu banco de terrenos e em seu pipeline de lançamentos, bem como na execução de sua estratégia de crescimento, afirmou a construtora em um fato relevante enviado ao mercado.

A companhia destacou que a projeção “é uma estimativa baseada em crenças e suposições razoáveis da administração e nas informações a que tem acesso no momento”, por isso, não deve ser interpretada como “garantia ou promessa de desempenho, estando sujeita a riscos e incertezas associadas às condições macroeconômicas, regulatórias e concorrenciais, a alterações do setor imobiliário, assim como à assertividade de decisões estratégicas e operacionais”, explicou a Eztec.

Bradesco ajusta valor líquido por ação de JCP mensal

O Banco Bradesco (BBDC4) retificou o valor líquido por ação dos juros sobre o capital próprio a serem pagos mensalmente em 2026 e anunciados em 18 de dezembro de 2025. Em um aviso divulgado na sexta-feira, 23, o Bradesco informou os valores levando em consideração a alíquota de imposto de renda de 17,5% e não 15% como informado em dezembro.

Os novos valores previstos líquidos do imposto de renda na fonte de 17,5% correspondem a R$ 0,014231106 por ação ordinária (antes era R$ 0,014662352) e R$ 0,015654217 por ação preferencial (antes era R$ 0,016128588).

Veja aqui a tabela com as datas de pagamento e data de corte.

Copasa (CSMG3): conselheiro renuncia ao cargo

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (B3: CSMG3) informou na sexta-feira, 23, que recebeu de Guilherme Augusto Duarte de Faria, membro do conselho de administração, solicitação de pedido de renúncia ao cargo, com efeito imediato.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Dirr3, Mrve3, Ceab3, Mglu3, Anim3 e de Aura33. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 26

Mitre (MTRE3)

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela do dividendo da Mitre anunciado em 18 de dezembro, é nesta segunda-feira, 26. A partir de 27 de janeiro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. O pagamento será em 04/02/2026.

Quarta, 28

Taesa (TAEE11)

A Taesa paga na quarta-feira, 28, dividendos intercalares e JCP anunciados em 11 de novembro do ano passado. Desde 17 de novembro de 2025 as ações e units passaram a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP”. O total a pagar por Unit TAEE11 é R$ 0,93; por ação TAEE3/TAEE4 é R$  0,31.

Isa Energia (ISAE4)

A Isa Energia paga na quarta-feira, 28, a 1° parcela dos juros sobre o capital anunciados em dezembro de 2025. A data-base foi 29 de dezembro de 2025. Desde 30 de dezembro as ações negociam ex-JCP. O valor é de R$ 0,21 por ação.

Quinta, 29

Isa Energia (ISAE4) 

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela dos JCP da Isa Energia anunciados em 19 de dezembro/25, é na quinta-feira, 29. A partir de sexta-feira, 30 as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento dessa parcela será em 25 de fevereiro de 2026 no valor líquido de R$ 0,21 por ação. Vale lembrar que a terceira tem data de corte em 26 de fevereiro de 2026 (data ex-direito em 27-fev-26)  e pagamento em 31 de março de 2026 no valor líquido de R$ 0,21 por ação.

Sexta, 30

Positivo Tecnologia (POSI3)

A Positivo Tecnologia paga na sexta-feira, 30, dividendo no valor de R$ 0,17 por ação ordinária. Tem direito quem tinha ações da companhia no dia 6 de janeiro de 2026. As ações passaram a ser negociadas “ex” dividendos a partir de 7 de janeiro de 2026.

M.Dias Branco (MDIA3)

A M.Dias Branco paga na sexta-feira, 30, dividendo mensal no valor de R$ 0,03 por ação. A data-base foi 22 de janeiro.

Allied (ALLD3)

A data com para ter direito aos JCP da Allied anunciados em dezembro do ano passado, é na sexta-feira, 30. A partir de 2 de fevereiro as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento do JCP será realizado em parcela única, em 31 de março de 2026. O valor bruto por ação é R$ 0,42.

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Publicado às 20h15

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Prévia do PIB

Às 9h desta segunda-feira, 15, o Banco Central divulga seu Índice de atividade econômica, o IBC-Br, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O IBC-Br sinaliza o quanto está aquecida a economia em meio aos juros altos.

Ata do Copom

Um dos principais eventos no radar do mercado nesta semana é a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária, o Copom, realizada na semana passada. A divulgação será na terça, 16, às 8h. O Comitê manteve a Selic em 15% ao ano e o tom do comunicado foi considerado cauteloso. Analistas buscam sinalizações na ata para calibrar suas apostas de quando o Copom irá começar a cortar os juros: sem em janeiro ou março de 2026. 

Relatório de Política Monetária e entrevista de Galípolo

Na quinta-feira, 18, o Banco Central do Brasil divulga o Relatório de Política Monetária, às 8h. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Diogo Abry Guillen, participam da apresentação e da coletiva de imprensa. Às 11h Diogo Guillen apresenta os dados da publicação. Na sequência, Galípolo e o diretor darão entrevista coletiva à imprensa, sobre a condução da política monetária.

Dados do emprego e inflação nos EUA

Nos Estados Unidos, os investidores acompanham dados importantes como o Payroll, que será divulgado na terça, às 10h30. O Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. É esse relatório que o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) mais leva em conta para fins de sua política monetária. Na quinta-feira pela manhã serão conhecidos os dados da inflação ao consumidor e, na sexta, o PCE de outubro, outro importante indicador de inflação. 

Corporativo

Em âmbito corporativo, um dos destaques é a reta final da privatização da Copasa (CSMG3) no legislativo mineiro. Reuniões em plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais devem ser retomadas na próxima terça-feira, 16, quando base governista tentará aprovar a desestatização da Copasa. A oposição aposta na obstrução.

Notícias corporativas

B3 (B3SA3) anuncia recompra de ações

O conselho de administração da B3 (B3SA3), em reunião na sexta-feira, 12, aprovou um programa de aquisição de ações e autorizou a companhia a celebrar novos contratos de derivativos relacionados a ações de sua própria emissão (equity swap).

A quantidade máxima de ações a serem adquiridas é de até 230 milhões de ações ordinárias. A B3 tem em circulação no mercado 5.048.298.660 ações. O programa encerra em 28 de fevereiro de 2027.

Quanto aos contratos de derivativos, a B3 esclareceu que, como se trata de operações envolvendo equity swap, com liquidação exclusivamente financeira, não haverá aquisição ou alienações de ações. Os contratos poderão representar uma exposição equivalente a até 17 milhões de ações ordinárias. “A finalidade da operação é proporcionar cobertura da exposição da companhia ao preço de suas próprias ações, reduzindo assim os efeitos para a companhia das oscilações no preço das ações, tendo em vista os compromissos da companhia relativos aos pagamentos a executivos e funcionários de remuneração baseada em ações”, afirmou a B3.

A companhia também divulgou suas projeções para 2026. A B3 prevê capex entre R$ 260 milhões e R$ 350 milhões, acima da faixa de R$ 240 e R$ 330 milhões de 2025. Em relação às despesas ajustadas, a B3 projeta entre R$ 2,4 bilhões e R$ 2,6 bilhões para 2026, acima da faixa de R$ 2,26 bilhões e R$ 2,45 bilhões de 2025. Para os desembolsos totais, a projeção para 2026 é de R$ 3,17 bilhões a R$ 3,61 bilhões. Em 2025, a projeção era de R$ 2,84 bilhões e R$ 3,22 bilhões.

Cemig divulga plano de investimentos de R$ 44 bilhões para 2026/2030

O conselho de administração da Cemig (CMIG4) aprovou a atualização do seu Planejamento Estratégico e Plano Plurianual para o ciclo 2026/2030, com o plano de investimentos no montante estimado de R$ 44 bilhões. A informação foi divulgada em um fato relevante enviado ao mercado nesta sexta-feira, 12.

“O Plano Estratégico Focar em Minas e Vencer, implementado desde 2019, promoveu profunda transformação operacional e estratégica na Companhia, impulsionando ganhos expressivos de eficiência, a readequação do portfólio por meio de desinvestimentos em ativos não essenciais e a priorização de investimentos em Minas Gerais”, afirmou a estatal mineira.

Segundo a companhia, a estratégia corporativa está estruturada em pilares que orientam suas prioridades de longo prazo: saúde e segurança, eficiência e excelência operacional alinhadas à evolução da experiência do cliente, modernização e resiliência das redes, expansão em geração centralizada e geração distribuída, modernização de usinas, preparação para a abertura total do mercado e liderança na transição energética, apoiada por digitalização, inovação e novas tecnologias.

Para 2026, o plano prevê o investimento de aproximadamente R$ 6,7 bilhões.

Energisa (ENGI11) adquire participação do Itaú na EPM por R$ 1 bi

A Energisa (ENGI11) adquiriu a totalidade das ações preferenciais de emissão da sua controlada Energisa Participações Minoritárias (EPM), de titularidade do acionista minoritário Itaú Unibanco (ITUB4), pelo valor total de R$ 1.034.350.264,98 (um bilhão, trinta e quatro milhões, trezentos e cinquenta mil, duzentos e sessenta e quatro reais e noventa e oito centavos), pago integralmente à vista.  A informação foi divulgada na sexta-feira, 12.

A EPM é sociedade que atua como veículo de participações no Grupo Energisa, por meio da qual são detidas participações minoritárias em determinadas sociedades integrantes do grupo econômico. Com a implementação da operação, a Energisa passou a ser titular de 100% do capital social total da EPM, o que implica na saída do Itaú de sua posição acionária na EPM e a consequente extinção do acordo de acionistas atualmente em vigor, celebrado entre o Itaú e a companhia em 27 de dezembro de 2018.

Fitch afirma rating ‘AAA(bra)’ da Totvs 

A agência de classificação de risco Fitch Ratings afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Totvs (TOTS3) e de sua quinta emissão de debêntures. A perspectiva do rating corporativo é “estável”.

Segundo a agência, o rating da Totvs reflete a sua liderança no competitivo setor de serviços de software de gerenciamento de empresas no Brasil, sua elevada base de receitas recorrentes, sua ampla rede de distribuição e seu diversificado portfólio de produtos e clientes.

Ainda de acordo com a Fitch, a classificação também se baseia no perfil financeiro conservador da companhia, bem como em sua forte capacidade de geração de fluxo de caixa livre (FCF), com boas margens em ambientes econômicos diversos.

A perspectiva “estável” incorpora a expectativa de que, caso a anunciada aquisição da Linx seja concluída nos próximos meses, a Totvs gerenciará prudentemente sua estratégia de aquisições e de remuneração aos acionistas, mantendo a alavancagem líquida abaixo de 2,0 vezes, destaca a Fitch.

“A capacidade da empresa de gerar FCFs robustos, combinada ao seu já comprovado acesso aos mercados de ações e de crédito, tem permitido a redução da alavancagem poucos trimestres após aquisições financiadas por dívida”, afirmou a agência.

Azul (AZUL4): corte de NY aprova plano de reestruturação

A Azul (AZUL4) atualizou informações sobre o processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, o chamado ‘chapter 11’. A companhia aérea anunciou que, em uma audiência realizada na sexta-feira, 12, perante o United States Bankruptcy Court – Southern District of New York, o tribunal aprovou o plano de reorganização, marcando a conclusão bem-sucedida de um importante marco processual no âmbito do chapter 11, afirmou a aérea, destacando que essa decisão reforça “a consistência geral da reestruturação proposta, permitindo que a companhia avance para as próximas fases de implementação, nos termos já divulgados anteriormente”.

A Azul vem conduzindo, nos últimos meses, o processo de reestruturação contemplado no plano de chapter 11, que estabelece os termos para a reorganização de suas obrigações financeiras e operacionais. Durante esse período, a companhia concluiu diversas etapas procedimentais relevantes, incluindo a determinação das classes de credores, a distribuição dos materiais de votação e a implementação dos mecanismos de coleta de votos, conforme previamente divulgado ao mercado.

“A confirmação do Plano representa mais um marco dentro dessa sequência previamente divulgada e esperada, reforçando a transparência que a companhia tem adotado em relação ao processo como um todo”, afirmou a Azul em um fato relevante.

Casas Bahia (BHIA3) avança em mudança de estrutura de capital

A Casas Bahia (BHIA3) deu mais um passo em sua mudança de estrutura de capital. De acordo com um fato relevante enviado ao mercado na sexta-feira, 12, a varejista vai emitir até R$ 3,95 bilhões em debêntures, uma medida para reforçar sua mudança de estrutura de capital.

Segundo a Casas Bahia (BHIA3), os recursos obtidos, se houver, também serão destinados para reperfilamento do passivo de outras emissões de debêntures ou para reforço de caixa.

“A realização e implementação da oferta dependem de diversos fatores alheios ao controle da companhia e de sua administração, incluindo, mas sem limitação a, da efetiva aprovação das matérias relativas ao reperfilamento das debêntures da 10ª emissão reperfilamento nas assembleias gerais de debenturistas”, explicou a companhia.

Desde 2023 a varejista passa por um processo de reestruturação para tentar  diminuir as dívidas.

Grazziotin (CGRA3, CGRA4) anuncia pagamento de dividendo no valor de R$ 3,95 por ação

O conselho de administração da Grazziotin (CGRA3, CGRA4), em reunião realizada nesta sexta-feira, 12, aprovou a distribuição de dividendos extraordinários, à conta da reserva de lucros acumulados, no montante total de R$ 80 milhões. O valor bruto por ação, ordinária e preferencial, será de R$ 3,954479. Os dividendos serão pagos com base na posição acionária existente ao final do dia 16 de dezembro de 2025. A partir de 17 de dezembro de 2025, inclusive, as ações de emissão da varejista passarão a ser negociadas “ex-dividendos”. O pagamento será realizado em 30.12.2025. Vale lembrar que na quinta-feira, 11 de dezembro, a Grazziotin anunciou juros sobre o capital.

M.Dias Branco (MDIA3) anuncia cronograma de pagamento de dividendo mensal em 2026

O conselho de administração da M.Dias Branco (MDIA3) aprovou o calendário para pagamento de dividendos intercalares mensais de 2026. O valor a ser pago por mês é de R$ 0,03 (três centavos) por ação. Veja aqui a tabela com as datas de pagamento, data ex-direito e data-base.

Localiza (RENT3) anuncia pagamento de JCP no valor de R$ 543 milhões e recompra de ações

O conselho de administração da Localiza (RENT3), reunido na sexta-feira, 12, aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) e também de um programa de recompra de ações.

Os JCP são no valor bruto de R$ 543,5 milhões. O valor bruto por ação é equivalente a R$ 0,515478200. Terão direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da Localiza em 17/12/2025, sendo que as ações, a partir de 18/12/2025, serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O pagamento ocorrerá no dia 06/02/2026.

O conselho aprovou ainda a criação do 17º programa de recompra de ações. Poderão ser recompradas até 72 milhões de ações, para permanência em tesouraria e posterior alienação e/ou cancelamento, sem redução do capital social. O programa encerra em 21 de julho de 2027.

Rede D’Or (RDOR3) anuncia R$ 7,7 bi em dividendo e R$ 400 milhões em JCP

O conselho de administração da Rede D’Or (RDOR3) aprovou o pagamento de dividendo e juros sobre o capital (JCP).

Os JCP são no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18127948889 por ação ordinária. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 5,62 bilhões correspondente a R$ 2,54811740968 por ação ordinária. A Rede D’or anunciou ainda a distribuição de dividendos intercalares no montante bruto total de R$ 2,1 bilhões, correspondente a R$ 0,95171731666 por ação ordinária.

O pagamento dos JCP será efetuado em 30 de dezembro de 2025 e tomará como base a posição acionária final do dia 18 de dezembro de 2025 (data de corte), sendo que, a partir do dia 19 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações ordinárias passarão a ser negociadas ex-juros sobre o capital próprio.

O pagamento dos dividendos intermediários também será efetuado em 30 de dezembro de 2025 e tomará como base a posição acionária final do pregão da data de corte (18/12), sendo que, a partir do dia 19 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações ordinárias passarão a ser negociadas ex-dividendos intermediários.

Já o pagamento dos dividendos intercalares será efetuado em parcela única até 30 de dezembro de 2026 e tomará como base a posição acionária final do pregão da data de corte (18/12), sendo que, a partir do dia 19 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações ordinárias da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos intercalares.

Engie Brasil Energia (EGIE3) anuncia R$ 100 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Engie Brasil Energia (EGIE3), em reunião realizada na sexta-feira, 12 de dezembro, aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025.

O valor bruto dos juros sobre o capital próprio é de R$ 100 milhões, correspondentes a R$ 0,08754276626 por ação.

Tem direito quem tiver ações em 18 de dezembro de 2025. As ações da companhia serão negociadas ex-juros sobre o capital próprio a partir de 19 de dezembro. Esses JCP serão pagos em data ainda a ser definida pela diretoria da Engie Brasil.

CVM alerta para atuação irregular de várias de companhias

CVM alertou para atuação irregular de Oneal Group LTDpara atuação irregular de Suxxess FX LTDpara atuação irregular de Maxbit LLC; atuação irregular de AxiTrader LLC e AxiCorp Financial Services Pty Ltdatuação irregular de Magnum International Markets Limited; e atuação irregular de Onequity LTD, Onequity (MU) LTD, Onequity SA (PTY) LTD, Onequity LTD (Santa Lucia), Onequity LLC e Oneq Global LTD.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Mdne3, Eztc3, Cyre3, Itsa4, Fiqe3, Brbi11, Vulc3 e de Egie3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Clique nos links abaixo para ler os detalhes das informações de cada empresa. 

Segunda 15

Vulcabras (VULC3) 

A Vulcabras paga nesta segunda, 15, os dividendos anunciados em 30 de outubro no valor de R$ 2,20. A data de corte (data com) foi em 04/11/2025. A data ex-direito ao provento foi 05/11/2025.

Marcopolo (POMO4) 

A Marcopolo paga nesta segunda, 15, dividendos e juros sobre o capital anunciados em 17 de novembro. O dividendo é no valor de R$ 0,69 por ação. Os juros sobre o capital próprio são no valor de R$ 0,09 por ação. Tem direito aos dividendos e JCP quem tinha ações em 24/11/2025. As ações são negociadas ex-dividendo e ex-JCP desde 25/11/2025.

CPFL (CPFE3) 

A CPFL Energia paga nesta segunda, 15, a última parcela dos dividendos declarados na Assembleia Geral Ordinária de 29 de abril de 2025. O montante é de R$ 299,6 milhões. O valor por ação é de R$ 0,26. Tem direito acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3.

Embraer (EMBJ3) 

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre capital próprio suplementar da Embraer anunciados em 8 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O JCP será pago até o dia 14 de janeiro de 2026.

Klabin (KLBN11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Klabin anunciado em 8 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intercalares são no montante total de R$ 1,112 bilhão, que representam R$ 0,18 por ação ordinária ou preferencial e R$ 0,91 por Unit. O pagamento dos dividendos será realizado em quatro parcelas iguais, no montante total de R$ 278 milhões cada, a serem quitadas nos dias 27 de fevereiro de 2026, 20 de maio de 2026, 19 de agosto de 2026 e 12 de novembro de 2026.

Intelbras (INTB3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Intelbras anunciado em 8 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,91 por ação. Os acionistas terão seus créditos disponíveis a partir de 23 de dezembro de 2025.

Totvs (TOTS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP da Totvs anunciado em 10 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O montante total bruto é de aproximadamente R$ 99,9 milhões e corresponde a R$ 0,17 por ação. Esses JCP serão pagos aos acionistas beneficiários no dia 30 de dezembro de 2025.

Kepler Weber (KEPL3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Kepler Weber anunciados em 10 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intercalares totalizam R$ 18,3 milhões correspondentes a R$ 0,10 por ação, enquanto os dividendos intermediários totalizam R$ 6,6 milhões, equivalentes a R$ 0,03 por ação. O pagamento ocorrerá em uma única parcela em 26 de dezembro de 2025.

Minerva (BEEF3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Minerva anunciado em 10 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é equivalente a R$ 0,16 por ação ordinária. O pagamento será realizado em moeda corrente nacional, em uma única parcela, em 29 de dezembro de 2025.

Terça, 16

Vibra Energia (VBBR3) 

A Vibra paga na terça, 16, juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 850 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,76 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão da B3 do dia 25 de novembro de 2025.

Blau Farmacêutica (BLAU3) 

A Blau paga na terça-feira, 16, R$ 20 milhões a título de juros sobre capital próprio. Esse pagamento é com base na posição acionária de 4 de dezembro. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,11.

Ultrapar (UGPA3)  

A Ultrapar paga na terça-feira, 16, dividendos no valor de R$ 1,00 por ação ordinária. A data base para o direito ao recebimento do dividendo (record date) foi 5 de dezembro de 2025 no Brasil e 12 de dezembro de 2025 nos Estados Unidos.

Unipar (UNIP3) 

A Unipar paga na terça-feira, 16, dividendos no montante total de R$ 700 milhões.

Os dividendos intermediários são no valor de R$ 651,7 milhões, o que corresponde à R$ 5,48 por ação ordinária, R$ 6,03 por ação preferencial classe “A” e a R$ 6,03 por ação preferencial classe “B”. Os dividendos intercalares são no valor total de R$ 48,2 milhões, correspondente a R$ 0,40 por ação ordinária; R$ 0,44 por ação preferencial classe “A”; e R$ 0,44 por ação preferencial classe “B”. Tem direito titulares de ações da companhia em 5 de dezembro de 2025. As ações da Unipar passaram a ser negociadas ex-dividendos na B3 desde 8 de dezembro de 2025.

Melnick (MELK3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Melnick é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O conselho de administração da Melnick (MELK3) aprovou a distribuição de dividendos. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 13,4 milhões, corresponde a R$ 0,06 por ação. Os dividendos intercalares são no valor de R$ 51,5 milhões, equivalente a R$ 0,25 por ação. O pagamento será no dia 29 de dezembro de 2025.

Direcional (DIRR3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Direcional, é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intermediários são no valor total de R$ 804,3 milhões, o que equivale a R$ 1,55 por ação. O pagamento ocorrerá no dia 23/12/2025.

Frasle (FRAS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP da Frasle, é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 0,36 por ação. No dia 16 de janeiro de 2026 será iniciado o pagamento.

Cury (CURY3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da Cury, é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 1,86 por ação. O pagamento será realizado, em uma única parcela, no dia 23 de dezembro de 2025.

Grazziotin (CGRA3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Grazziotin é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 23 milhões, cujo valor líquido do Imposto de Renda na fonte resultará em R$ 19,55 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,13 e o valor líquido será de R$ 0,96. Será informada a data de pagamento dos juros sobre o capital próprio após a definição da assembleia geral ordinária de 2026.

Alpargatas (ALPA4) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e JCP da Alpargatas é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. Sob a forma de dividendos intercalares o valor é de R$ 244 milhões, correspondente a R$ 0,34 por ação ordinária (ALPA3) e R$ 0,37 por ação preferencial (ALPA4). O pagamento será em parcela única em 30 de dezembro de 2025. Sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), o montante bruto é de R$ 106 milhões, correspondente a R$ 0,14 por ação ordinária (ALPA3) e R$ 0,16 por ação preferencial (ALPA4). A data de pagamento ainda será decidida pela administração.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Mahle Metal Leve  é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O montante bruto é de R$ 27,9 milhões e corresponde a R$ 0,20 por ação ordinária. Com a retenção de 15% de Imposto de Renda na Fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,17 por ação. Esses JCP serão pagos em 27 de maio de 2026.

LPS Brasil (LPSB3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da LPS é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 20 milhões, correspondente a R$ 0,14 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 23 de dezembro de 2025.

Copasa (CSMG3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo e juros sobre o capital extraordinários da Copasa é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. São R$ 140,2 milhões em dividendo (R$ 0,36 por ação). A data de pagamento será em 26.12.2025. Os JCP são no valor de R$ 59,7 milhões (R$ 0,15 bruto por ação). O pagamento também será em 26.12.2025.

GPS (GGPS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da GPS é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intermediários são no montante total de R$ 220 milhões, correspondente a R$ 0,32 por ação ordinária. O pagamento será em 6 de fevereiro de 2026.

Quarta, 17

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga na quarta-feira, 17, juros sobre o capital próprio no valor líquido de R$ 0,51 por ação ordinária. Desde 17 de novembro de 2025 as ações de emissão da companhia passaram a ser negociadas “ex” juros sobre o capital próprio.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga na quarta, 17, a quantia de R$ 132,8 milhões em dividendo anunciado em 13 de novembro. Esse valor corresponde a R$ 0,60 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 18 de novembro de 2025.

Qualicorp (QUAL3) 

A Qualicorp paga nesta quarta-feira, 17, os dividendos aprovados na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 28 de março deste ano, no montante de R$ 1.562.494,30 (um milhão, quinhentos e sessenta e dois mil, quatrocentos e noventa e quatro reais e trinta centavos), correspondente ao valor de R$ 0,005527286 por ação. Terão direito aos dividendos os detentores de ações de emissão da companhia na data-base de 27 de junho de 2025.

Kepler Weber (KEPL3) 

A Kepler Weber (KEPL3) paga na quarta-feira, 17, dividendos intercalares anunciados em 19 de novembro. O valor soma R$ 24,9 milhões e corresponde a R$ 0,14 por ação ordinária. A ‘data com’ (data de corte) foi em 24 de novembro de 2025.

Celesc (CLSC4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Celesc anunciados em 11 de dezembro, é na quarta-feira, 17. As ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 18 de dezembro. O montante aprovado é de R$ 90,4 milhões, à razão de R$ 2,21 por ação ordinária e R$ 2,43 por ação preferencial. O pagamento será realizado em duas parcelas, devendo ser pagas a primeira parcela até 30/06/2026 e a segunda parcela até 30/12/2026.

Isa Energia (ISAE4) 

A ‘data com’ para ter direito a terceira parcela do JCP da Isa Energia anunciado é na quarta-feira, 17. A  data ex-direito será em 18 de dezembro de 2025. A data de pagamento será em 30 de dezembro de 2025 no valor líquido de R$ 0,19 por ação.

Grazziotin (CGRA3, CGRA4)

A data com para ter direito ao dividendo da Grazziotin anunciado em 12 de dezembro, é nesta quarta, 17. A partir de quinta, 18, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor por ação, ordinária e preferencial, será de R$ 3,95. O pagamento será realizado em 30.12.2025. Vale lembrar que na quinta-feira, 11 de dezembro, a Grazziotin anunciou juros sobre o capital.

Localiza (RENT3)

A data com para ter direito ao JCP da Localiza anunciado em 12 de dezembro, é nesta quarta, 17. A partir de quinta, 18, as ações serão negociadas ex-JCP. Os JCP são no valor bruto de R$ 543,5 milhões. O valor bruto por ação é equivalente a R$ 0,51. O pagamento ocorrerá no dia 06/02/2026.

Bradespar (BRAP4)

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e juros sobre o capital anunciados em 15 de dezembro, é nesta quarta-feira, 17. A partir de quinta, 18, as ações serão negociadas ex-proventos.

Os dividendos somam R$ 330 milhões, dos quais R$ 250 milhões serão pagos em 30.12.2025, sendo R$ 0,597218470 por ação ordinária e R$ 0,656940317 por ação preferencial; e R$ 80 milhões serão pagos em 13.3.2026, sendo R$ 0,191109910 por ação ordinária e R$ 0,210220901 por ação preferencial.

Os juros sobre o capital próprio são no montante de R$ 257 milhões, sendo R$ 0,613940587 por ação ordinária e R$ 0,675334646 por ação preferencial, os quais serão pagos em 13.3.2026 pelos valores líquidos de R$ 0,521849499 por ação ordinária e R$ 0,574034449 por ação preferencial, considerando a dedução do Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Quinta, 18

Dexco (DXCO3) 

A Dexco (DXCO3) paga na quinta-feira, 18, dividendos e JCP relativos ao resultado do exercício do ano de 2024. O montante a ser distribuído, no valor bruto de R$ 43,4 milhões – compostos por R$ 37,4 milhões de JCP e R$ 6 milhões de dividendos – considerou a posição acionária final dos dias 18 de dezembro de 2024 e 17 de março de 2025 para a base de cálculo do pagamento de JCP e de dividendos, respectivamente. As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 19 de dezembro de 2024 e “ex-dividendos” a partir de 18 de março de 2025. O dividendo é de R$ 0,007 por ação. Os JCP são no valor líquido de  R$ 0,03 por ação.

Ambev (ABEV3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP e dividendo da Ambev anunciados em 9 de dezembro, é quinta-feira, 18. A partir de 19 de dezembro as ações passam a ser negociadas ex-proventos. Os dividendos são no valor de R$ 0,46 por ação e serão pagos em 30 de dezembro de 2025. Os JCP são no valor líquido de R$ 0,22 por ação e serão pagos até 31 de dezembro de 2026, em data a ser definida.

Engie (EGIE3)

A data com para ter direito aos JCP anunciados em 12 de dezembro, é nesta quinta, 18. As ações da companhia serão negociadas ex-juros sobre o capital próprio a partir de 19 de dezembro. O valor bruto dos juros sobre o capital próprio é de R$ 100 milhões, correspondentes a R$ 0,08 por ação. Esses JCP serão pagos em data ainda a ser definida pela diretoria da Engie Brasil. 

Rede D’Or (RDOR3)

A data com para ter direito aos dividendos e JCP da Rede D’or é na quinta, 18. A partir de 19 de dezembro as ações serão negociadas ex-proventos. Os JCP são no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18 por ação ordinária. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 5,62 bilhões correspondente a R$ 2,54 por ação ordinária. A Rede D’or anunciou ainda a distribuição de dividendos intercalares no montante bruto total de R$ 2,1 bilhões, correspondente a R$ 0,95 por ação ordinária. O pagamento dos JCP e dividendos intermediários será efetuado em 30 de dezembro de 2025. O pagamento dos dividendos intercalares será efetuado em parcela única até 30 de dezembro de 2026. 

BTG (BPAC11) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do BTG, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O valor líquido por ação ordinária ou ação preferencial é R$ 0,14. O valor líquido por Unit BPAC11 é R$ 0,42. O pagamento dos juros sobre capital próprio ocorrerá no dia 13 de fevereiro de 2026.

Blau (BLAU3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Blau, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O montante total é de R$ 100 milhões, que representam R$ 0,56 por ação ordinária.  O efetivo pagamento dos dividendos será realizado no prazo de 3 (três) anos contados da data em que foram declarados, isto é, até 15 de dezembro de 2028, sendo que não haverá atualização monetária ou incidência de juros entre a presente data e a data de pagamento dos dividendos. As datas de pagamento serão oportunamente informadas aos acionistas por meio de aviso aos acionistas. 

Log (LOGG3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Log, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O valor total é de R$ 278,5 milhões. Esse valor corresponde a R$ 3,18 por ação ordinária. O pagamento de dividendos será realizado em 29 de dezembro de 2025. 

Odontoprev (ODPV3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e JCP da Odontoprev, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. Os dividendos são no valor de R$ 105 milhões, correspondentes a R$ 0,19 por ação. Os JCP são no valor líquido de R$ 23.590.653,36 correspondentes a R$ 0,04 por ação.

Boa Safra (SOJA3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Boa Safra, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O valor bruto é de R$ 40 milhões, correspondendo a R$ 0,29 por ação. O pagamento dos juros sobre o capital próprio será efetuado em 30 de dezembro de 2025. 

Sexta, 19

AXIA Energia (antiga Eletrobras) 

A Axia Energia (antiga Eletrobras) paga nesta sexta-feira, 19, dividendos anunciados em 5 de novembro no valor de R$ 1,58 por ação preferencial de classe A; R$ 2,07 por ação preferencial de classe B e R$ 1,88 por ação ordinária. A data de corte foi 14 de novembro. As ações da AXIA Energia na B3 e os ADRs na NYSE serão negociados ex-direitos desde 17 de novembro de 2025.

Energisa (ENGI11) 

A Energisa paga nesta sexta-feira, 19, R$ 320,5 milhões em dividendo, o equivale a R$ 0,70 (setenta centavos) por cada Unit e R$ 0,14 (quatorze centavos) por cada ação ordinária ou preferencial. O pagamento será efetuado com base na posição acionária da companhia em 26 de novembro de 2025.

Fleury (FLRY3) 

O Fleury (FLRY3) paga na sexta-feira, 19, juros sobre o capital no valor de R$ 128  milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,23 por ação. Vale lembrar que os dividendos no valor de R$ 362 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,66 por ação, será pago em três parcelas. O valor de R$ 220 milhões, correspondente a R$ 0,40 por ação, será pagos em maio de 2026. O valor de R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2026; e R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2027.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga na sexta-feira, 19, os dividendos anunciados em 27 de novembro no valor de R$ 1,86 por ação. Vale lembrar que os JCP anunciados na mesma data, no valor líquido de R$ 0,31 por ação, serão pagos até 30.04.2026.

Itaúsa (ITSA4)

A Itaúsa paga na sexta-feira, 19, R$ 8,52 bilhões em dividendos (R$ 0,775364 por ação), que tem como base de cálculo a posição acionária final do dia 9 de dezembro de 2025. Vale lembrar que a quantia de R$ 0,2 bilhão (R$ 0,17 bilhão líquidos de IRRF) será paga na forma de juros sobre capital próprio (R$ 0,0182 por ação ou R$ 0,01547 por ação líquidos de IRRF), até 30 de abril de 2026.

Unifique (FIQE3) 

A Unifique paga na sexta-feira, 19, dividendos intermediários no montante total de R$ 15 milhões, correspondentes a R$ 0,04 por ação. Tem direito acionistas detentores de ações em 11 de dezembro de 2025. As ações da companhia são negociadas ex-dividendos na B3 desde 12 de dezembro de 2025, inclusive. Vale lembrar que o conselho de administração aprovou e recomendou à assembleia geral extraordinária, a ser realizada em 29 de dezembro de 2025, a deliberação sobre pagamento de dividendos intermediários, à conta de parte das reservas de retenção de lucros constituída nos exercícios sociais de 2022, 2023 e 2024, no montante total de R$ 200 milhões, correspondentes a R$ 0,56 por ação, a ser pago em 2026, 2027 e 2028.

Syn (SYNE3) 

A Syn prop e tech paga na sexta-feira, 19, dividendos intercalares e intermediários no valor total de R$ 64 milhões, correspondendo a R$ 0,41 por ação. A ‘data com’ (data de corte) foi em 12 de dezembro de 2025, inclusive. As ações são negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 15 de dezembro de 2025, inclusive.

Neoenergia (NEOE3) 

A Neoenergia paga na sexta-feira, 19, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária da companhia realizada em 17/04/2025. O montante é de R$ 424,9 milhões correspondentes a R$ 0,35 por ação ordinária. Tem direito quem estava na base acionária em 17/04/2025. Desde 22/04/2025, inclusive, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Motiva (MOTV3)

A Motiva paga na sexta-feira, 19, dividendos intermediários de 2025 no valor total de R$ 294,2 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,14 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 10 de dezembro de 2025, sendo que as ações da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 11 de dezembro.

Vivara (VIVA3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Vivara, anunciados em 15 de dezembro, é nesta sexta-feira, 18. A partir de 22 de dezembro os papéis serão negociados ex-provento. O valor é de R$ 0,69 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado à vista, até o dia 30 de dezembro de 2025.

Azzas (AZZA3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Azzas anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 1,58 por ação ordinária. O pagamento será realizado em uma única parcela em 30 de dezembro de 2025.

Allos (ALOS3) 

A ‘data com’ para ter direito a primeira parte do dividendo anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A data ex-direito é em 22/12/2025. Essa primeira parte será paga em  em 05/01/2026. Importante lembrar que a segunda será paga em 03/02/2026 com data de corte em 21/01/2026 (data ex-direito em 22/01/2026). A terceira será paga em 03/03/2026 com data de corte em 19/02/2026 (data ex-direito em 20/02/2026). Cada parcela correspondente a R$ 0,29 por ação.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da M.Dias Branco anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação é de R$ 0,59. O pagamento ocorrerá em 30 de dezembro de 2025.

Movida (MOVI3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Movida anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto por ação é R$ 0,75. 

TIM (TIMS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Tim anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 1,79 bilhão, correspondentes a 0,74 por ação ordinária. O pagamento ocorrerá até o dia 30 de dezembro de 2025.

CSU Digital (CSUD3)

A ‘data com’ para ter direito aos proventos da CSU Digital anunciados em 16 de dezembro, é nesta sexta-feira, 19. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-JCP” e “ex-dividendos intermediários” a partir de 22 de dezembro de 2025. O conselho de administração da CSU Digital aprovou a distribuição de proventos no valor bruto total de R$ 76 milhões, corresponde a R$ 1,83 por ação ordinária. O pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) é no montante bruto de R$ 26 milhões, equivalentes a R$ 0,62 por ação ordinária. A distribuição de dividendos intermediários é no valor de R$ 50 milhões, equivalentes a R$ 1,20 por ação ordinária.

O pagamento de JCP e dos dividendos intermediários será realizado em 30 de dezembro de 2025.

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Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2025/12/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-3/ https://financenews.com.br/2025/12/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-3/#respond Wed, 10 Dec 2025 21:40:14 +0000 https://financenews.com.br/?p=199198   Publicado às 18h39 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h39

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano. A decisão do Comitê, anunciada no fim da tarde desta quarta-feira, 10, foi unânime.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, como observado na última divulgação do PIB, enquanto o mercado de trabalho mostra resiliência. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,4% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,2% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que, como usual, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/12/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-146/ https://financenews.com.br/2025/12/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-146/#respond Sun, 07 Dec 2025 22:40:35 +0000 https://financenews.com.br/?p=198987     Publicado às 19h40 Eventos no radar do mercado nesta semana: Decisão sobre juros […]

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Publicado às 19h40

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Decisão sobre juros no Brasil 

Um dos principais eventos nesta semana é a decisão sobre os juros no Brasil. O Comitê de Política do Banco Central, o Copom, divulga a decisão após às 18h30 de quarta-feira, 10. O mercado espera manutenção dos juros em 15%. A grande expectativa do mercado é com relação ao tom do comunicado do Copom. Boa parte dos analistas mantêm a projeção de que o Copom iniciará um ciclo gradual de cortes na taxa Selic em março. Mas não descarta um início mais cedo, em janeiro. 

Decisão sobre juros nos EUA

Também considerada decisiva para os mercados, é a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. O Fomc, Comitê que decide sobre os juros na maior economia do mundo, vai revelar a decisão às 16h de quarta-feira (hora de Brasília). Às 16h30 o presidente do Banco Central americano (Federal Reserve), Jerome Powell, começa a entrevista, que deverá ser o foco de atenção do mercado. O cenário-base é de um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros pelo Fomc. Esse evento pode trazer volatilidade adicional à ativos de risco, como ações.

Inflação oficial no Brasil

Na quarta-feira, às 9h, o IBGE divulga o IPCA de novembro, indicador conhecido como a inflação oficial. Um dado muito acima ou abaixo do esperado pode impactar ações sensíveis a juros altos como as de empresas do setor de construção e varejo.

Política

O Ibovespa fechou em queda de 4,3% na última sexta-feira, após a informação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu o filho, Flávio Bolsonaro, para ser candidato à Presidência da República em 2026. Analistas e investidores acompanham nesta semana os desdobramentos políticos da decisão. Neste domingo, 7, em seu primeiro ato público após anunciar candidatura, Flávio Bolsonaro admitiu que pode não levar o projeto até o fim, mas disse que “tem um preço” para desistir. “Olha, tem uma possibilidade de eu não ir até o fim. Eu tenho preço para isso. Eu vou negociar. Eu tenho preço para não ir até o fim”, afirmou Flávio. Indagado se o preço a ser pago seria a votação da anistia, o Senador respondeu: “Está quente, está perto”. 

Notícias corporativas

Localiza (RENT3) propõe emitir ações preferenciais e aumento de capital de R$ 2 bi

Em um fato relevante enviado ao mercado neste sábado, 6, a Localiza (RENT3) informou que seu conselho de administração aprovou a convocação de uma assembleia geral extraordinária, a ser realizada em 29 de dezembro de 2025, em formato totalmente digital.

A ordem do dia inclui a deliberação, pelos acionistas, sobre a criação de ações preferenciais, que possuem os mesmos direitos atribuídos às ações ordinárias da companhia (inclusive direito a voto e tag along), e ainda serão conversíveis em ações ordinárias e resgatáveis a critério da Localiza. Além disso, os acionistas deverão deliberar, caso aprovada a criação das PNs, sobre o aumento de capital da companhia, mediante a capitalização de parte da reserva de lucros estatutária, no montante de R$ 2.065.275.790,45, mediante emissão de ações bonificadas, sob a forma de PNs a serem entregues gratuitamente a todos os acionistas na proporção relativa de cada um no capital social, de modo que os acionistas recebam 1 (uma) PN para cada 26 ações ordinárias que detiver na data da assembleia.

As PNs serão liberadas para negociação “ex” direito à bonificação a partir de 30 de dezembro de 2025, sendo que essas novas ações serão incluídas na posição dos acionistas em 5 de janeiro de 2026. A bonificação será efetuada sempre em números inteiros.

Motiva (MOTV3) aprova pagamento de R$ 294,2 milhões em dividendo

O conselho de administração da Motiva (MOTV3) aprovou na sexta-feira, 5, a distribuição de dividendos intermediários de 2025 no valor total de R$ 294,2 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,14635469934 por ação ordinária. Esses dividendos aprovados serão pagos com base na posição acionária de 10 de dezembro de 2025, sendo que as ações da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 11 de dezembro. O pagamento dos dividendos será realizado até 31 de dezembro de 2025.

Fertilizantes Heringer (FHER3) hiberna plantas em Paulínia e Rio Grande

A Fertilizantes Heringer (FHER3) anunciou, que, no âmbito dos trabalhos de otimização de resultados das diversas plantas e ativos, decidiu hibernar as plantas Paulínia I e Paulínia II, no município de mesmo nome em São Paulo; e a planta de Rio Grande, situada na no município de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. A hibernação será realizada de forma gradual, com a redução progressiva de suas operações ao longo dos próximos meses.

Segundo a Fertilizantes Heringer, a decisão de hibernar as plantas de Paulínia I, Paulínia II e Rio Grande foi tomada levando em consideração o melhor interesse da empresa, seus acionistas e demais stakeholders, ponderando, conforme o caso, e levando em consideração o atual contexto econômico e de mercado, o posicionamento estratégico da companhia, questões locais e regionais relacionadas a riscos e oportunidades, a melhor alocação de capital e redução de custos fixos, questões logísticas e fiscais, performance financeira histórica e perspectiva de viabilidade econômica standalone das plantas em questão, reduzindo assim a necessidade intensiva de Capex e demais custos operacionais das referidas unidades, resultando na otimização dos custos fixos e rentabilidade das demais plantas.

A companhia informou que seguirá avaliando oportunidades para as plantas de Paulínia I, Paulínia II e Rio Grande.

Em Paulínia I estão localizadas uma unidade fabril e as instalações corporativas da companhia, enquanto em Paulínia II estão localizados uma unidade fabril e um laboratório. A hibernação progressiva mencionada refere-se exclusivamente às duas unidades fabris e ao laboratório, permanecendo as atividades corporativas atualmente desenvolvidas em Paulínia I inalteradas e em pleno e regular funcionamento.

Produção da PetroReconcavo (RECV3) tem leve alta em novembro

A PetroReconcavo (RECV3) divulgou que sua produção média do mês de novembro foi de 25,1 mil boe/dia, leve alta de 1% em relação ao mês anterior. Esse incremento decorre, principalmente, da produção dos workovers realizados no ativo Bahia, bem como, dos efeitos iniciais de estabilização decorrentes do programa de reinjeção implementado no campo de Tiê. No Ativo Potiguar, a produção foi de 12,5 mil boe/dia, redução de 0,7% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 8,0 mil bbl/dia e a de gás de 4,4 mil boe/dia.

A produção apresentou aumento de 0,7% em relação ao mês anterior, decorrente dos resultados dos workovers realizados em Riacho da Forquilha e do retorno à produção de poços que passaram por intervenção de reparo no mês anterior. Entretanto, a produção do mês foi impactada por falhas de poços de alta vazão em Sabiá.

No Ativo Bahia, a produção foi de 12,7 mil boe/dia, aumento de 2,7% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 6,5 mil bbl/dia e a de gás de 6,2 mil boe/dia. Com relação ao petróleo, a produção apresentou aumento de 1,2% em relação ao mês anterior, resultante dos workovers realizados no polo Remanso, somado aos efeitos iniciais do programa de reinjeção no campo de Tiê. Conforme divulgado, desde o final de setembro o volume de fluido injetado passou a superar o volume produzido, dando início ao processo de repressurização do reservatório.

Cemig (CMIG4) vai recorrer de decisão da Justiça que suspende processo de venda de usinas

A  1ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Belo Horizonte concedeu tutela de urgência para suspender a tramitação do processo de alienação dos direitos de exploração de quatro usinas de pequeno porte da Cemig (CMIG4).

A decisão foi proferida em ação civil pública movida pela Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas de Minas Gerais.

A decisão alcança o contrato advindo do leilão realizado em 05/12/2024 para o desinvestimento das usinas de Machado Mineiro, Sinceridade, Martins e Marmelos, não enquadradas no planejamento estratégico da estatal mineira.

Em um comunicado divulgado na noite de sexta-feira, 5, a Cemig informou que recorrerá, “valendo-se dos meios e recursos próprios nas diversas instâncias judiciais”.

Implementado projeto de alteração do controle acionário da CPFL Transmissão

Foi implementado o projeto de alteração do controle acionário da CPFL Transmissão, mediante aprovação pela Assembleia Geral Extraordinária da CPFL Transmissão do aporte de capital pela CPFL Energia (CPFE3) e da conversão de ações ordinárias, detidas pela CPFL Comercialização Brasil, em ações preferenciais.

Após a implementação, a CPFL Energia passou a deter 51% das ações ordinárias da CPFL Transmissão, que representam 30% do capital social total. A CPFL Brasil permanece no quadro acionário, detendo 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais, que representam 70% do capital social total da CPFL Transmissão.

Canada Pension Plan Investment Board vende ações da Azzas (AZZA3)

O Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), com sede na cidade de Toronto, no Canadá, vendeu 10.102.406 ações de emissão da Azzas (AZZA3), mantendo somente 1 milhão de ações ON via instrumentos financeiros derivativos, deixando, portanto, de deter valores mobiliários representativos de mais de 5% do capital social da companhia. A informação foi revelada na noite de sexta-feira, 5. O CPPIB informou que não objetiva a alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia.

BB (BBAS3) pede à B3 tratamento excepcional sobre regra que estabelece participação de membro independente do CA no comitê de auditoria

O Banco do Brasil (BBAS3) pediu à B3, a Bolsa brasileira, tratamento excepcional em relação ao regulamento do Novo Mercado, que estabelece a participação de membro independente do conselho de administração (CA) no comitê de auditoria. A B3 deferiu o pedido em caráter excepcional, estabelecendo que o Banco do Brasil adeque a composição do comitê de auditoria até 30 de abril de 2026.

O colegiado do BB possui em sua composição dois conselheiros independentes, eleitos pelos acionistas minoritários. Mas, por restrições regulatórias relacionadas ao critério de independência, ambos estão impedidos de integrar o comitê de auditoria, explicou o banco estatal.

Segundo o BB, “uma dessas restrições tem caráter temporário e se encerra em 29 de abril de 2026, ocasião em que o referido conselheiro estará apto a compor o comitê”, afirmou a instituição financeira. Conforme o Estatuto Social do BB, todos os integrantes do comitê de auditoria são independentes, e atualmente o órgão conta com cinco membros.

Minerva (BEEF3) vai totalizar US$ 550,9 milhões recomprados e cancelados de bonds 2028 e 2031 desde o início de 2025 

A Minerva (BEEF3) informou o mercado quanto ao exercício de recompra antecipada da totalidade do saldo remanescente do Bond 2028, a ser finalizado em 19 de janeiro de 2026. A recompra será efetiva pelo exercício da opção de compra ao par (100% do valor de face) do título.

Após a conclusão da recompra e posterior cancelamento das notas, a companhia vai totalizar US$ 550,9 milhões recomprados e cancelados dos bonds 2028 e 2031 desde o início de 2025. Somadas, as operações totalizam um valor de aproximadamente R$ 3,2 bilhões.

“Essas operações demonstram o compromisso da administração da Minerva Foods com a manutenção de uma gestão financeira responsável, contribuindo para a redução da alavancagem líquida e bruta, além das despesas financeiras futuras, em linha com o objetivo de alcançar uma estrutura de capital mais sólida, eficiente e menos onerosa”, afirmou a Minerva em um comunicado.

Copasa (CSMG3) celebra acordo com município de Belo Horizonte

A Copasa (CSMG3) informou que foi firmado, com o município de Belo Horizonte instrumento de acordo visando à futura celebração de termo aditivo aos instrumentos de prestação dos serviços de saneamento, que tem como objetivo, principalmente, consolidar e dar continuidade à prestação dos serviços e o reequilíbrio econômico-financeiro da sua prestação, no âmbito do Novo Marco Legal do Saneamento Básico.

“Considerando este contexto e os novos compromissos assumidos, o instrumento de acordo reconhece a necessidade de extensão de prazo do instrumento que ampara a prestação dos serviços no município para 07.02.2073, visando à modicidade da tarifa única e à uniformização dos prazos contratuais no âmbito do Sistema Copasa”, explicou a companhia.

O instrumento de acordo prevê, ainda, que seja firmado novo aditivo contratual detalhando as obrigações assumidas pelas partes.

Incas reduz participação na C&A Modas (CEAB3)

A C&A Modas (CEAB3) recebeu correspondência da Incas informando que alienou o total de 66 milhões de ações ordinárias de emissão da varejista. A informação foi divulgada na sexta-feira, 5. Em decorrência de referida alienação, a participação acionária da Cofra Investments e Incas (Grupo Cofra), passou a ser de 95.302.215 ações ordinárias, que representam 30,92% do capital social da C&A. A alienação não possui a intenção de alteração no controle, explicou o Grupo Cofra.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Wege3, Suzb3, Klbn11 e de Brap4. Acesse aqui o vídeo.

Empresas que pagam provento ou têm data com nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 8

Hospital Mater Dei (MATD3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo do Hospital Mater Dei, anunciado em 3 de dezembro, é nesta segunda, 8. A partir de 9 de dezembro de 2025 (inclusive), serão negociadas “ex” estes dividendos. O montante total é de R$ 50 milhões, com valor por ação ordinária em R$ 0,15. O pagamento ocorrerá até 31/12/2025.

Terça, 9

JHSF Participações (JHSF3)

A JHSF Participações paga na terça-feira, 9, mais uma parcela de dividendo anunciado em 31 de março, no valor de R$ 0,03 por ação. A data-base foi 28/11/25.

Itaú (ITUB4)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP e dividendo anunciados pelo Itaú em 27 de novembro, é na terça-feira, 9. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir do dia 10.12.2025. Os dividendos, no valor de R$ 1,86 por ação, serão pagos em 19.12.2025; e os JCP no valor de R$ 0,36 por ação, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,31 por ação, serão pagos até 30.04.2026.

Itaúsa (ITSA4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP e dividendo da Itaúsa anunciados em 1° de dezembro, é na terça, 9.  As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir do dia 10 de dezembro.

A quantia de R$ 8,522 bilhões em dividendos (R$ 0,77 por ação) será paga em 19 de dezembro de 2025. A quantia de R$ 0,2 bilhão (R$ 0,17 bilhão líquidos de IRRF) será paga na forma de juros sobre capital próprio (R$ 0,0182 por ação ou R$ 0,01547 por ação líquidos de IRRF), até 30 de abril de 2026.

Cyrela (CYRE3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Cyrela anunciado em 4 de dezembro, é na terça, 9. As ações da Cyrela serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 10 de dezembro. O valor é de R$ 2,72 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 12 de dezembro de 2025.

Quarta, 10

Odontoprev (ODPV3)

Odontoprev (ODPV3) paga na quarta, 10, o JCP anunciado em dezembro/24 no valor líquido de R$ 0,03 por ação; também paga juros sobre o capital anunciados em março/25 no valor de R$ 0,04 por ação; paga ainda o dividendo anunciado em abril no valor de R$ 0,14 por ação; paga também o dividendo anunciado em maio no valor de R$ 0,21 por ação; paga os juros sobre o capital anunciados em junho no valor de R$ 0,04 por ação; paga o dividendo intercalar anunciado em agosto no valor de R$ 0,21 por ação; e paga os juros sobre o capital anunciados em setembro no valor de R$ 0,04 por ação.

Schulz (SHUL4) 

A Schulz paga na quarta, 10, juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 28,5 milhões, correspondente a R$ 0,08 (valor bruto) e R$ 0,07 (valor líquido) por ação preferencial; e a R$ 0,07 (valor bruto) e R$ 0,06 (valor líquido) por ação ordinária. O pagamento é com base na posição acionária de 25/09/2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 26/09/2025.

Grendene (GRND3) 

A Grendene paga na quarta, 10, dividendos no valor de R$ 63,8 milhões anunciados em 6 de novembro. O valor de R$ 60 milhões será distribuído na forma de juros sobre o capital, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,06. O valor de R$ 3,89 milhões será distribuído na forma de dividendo, correspondendo a R$ 0,004321324 por ação. Tem direito acionistas titulares de ações ordinárias inscritos nos registros da companhia em 21 de novembro de 2025 (data do corte). As ações passaram a ser negociadas ex-dividendo a partir de 24 de novembro.

Motiva (MOTV3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intermediário da Motiva aprovado em 5 de novembro, é na quarta, 10. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 11 de dezembro. O valor por ação é de R$ 0,14. O pagamento dos dividendos será realizado até 31 de dezembro de 2025.

Quinta, 11

Banco do Brasil (BBAS3)

Banco do Brasil paga na quinta, 11, os juros sobre capital próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2025, anunciados em 12 de novembro. O valor por ação é de R$ 0,07. A ‘data com’ foi 01/12/2025, sendo as ações negociadas “ex” desde 02/12/2025.

Gerdau (GGBR4) 

A Gerdau paga na quinta, 11, dividendo no valor de R$ 0,28 por ação. A data-base foi 10/11/2025 (data ex-direito 11/11/2025).

Banco Bmg (BMGB4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco Bmg, anunciados em 27 de novembro, é na quinta, 11. A partir de sexta, 12, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor bruto total é de até R$ 59,7 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 23 de dezembro de 2025.

Vale (VALE3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Vale, anunciado em 27 de novembro, é na quinta, 11. A partir de sexta, 12, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. O pagamento aos detentores de ações ocorrerá da seguinte forma: em 7 de janeiro de 2026, será pago o valor de R$ 1,24 por ação, sob a forma de dividendos; e em 4 de março de 2026, será pago o valor de R$ 0,76 por ação, sob a forma de dividendos, além de R$ 1,56 por ação, sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP).

São Carlos (SCAR3) 

A São Carlos paga na quinta, 11, dividendos no montante de R$ 406,1 milhões, equivalente a R$ 7,10 por ação. Terão direito os titulares de ações de emissão da companhia em 2 de dezembro de 2025, sendo as ações negociadas ex-dividendos a partir de 3 de dezembro de 2025.

Grendene (GRND3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Grendene, anunciado em 2 de dezembro, é na quinta, 11. A partir de sexta, 12, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre capital próprio (JCP), o valor é de R$ 45 milhões, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,04. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 56,2 milhões, correspondendo a R$ 0,06 por ação. O pagamento ocorrerá em 26 de dezembro de 2025.

Lojas Renner (LREN3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Lojas Renner (LREN3), anunciados em 8 de dezembro, é na quinta, 11. Dessa forma, a partir de 12.12.2025 (inclusive), as ações serão negociadas “ex-JCP 4T25”. O valor bruto é de R$ 223,7 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,227784 por ação. O pagamento será efetuado a partir do dia 13.01.2026. 

Unifique (FIQE3)

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intermediários da Unifique, anunciados em 8 de dezembro, é na quinta, 11. As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 12 de dezembro de 2025, inclusive. O montante total é de R$ 15 milhões, correspondentes a R$ 0,04 por ação. O pagamento desses dividendos será em parcela única, em 19 de dezembro de 2025. 

Bemobi (BMOB3) 

A data com para ter direito aos JCP e dividendos da Bemobi, aprovados em 8 de dezembro, é nesta quinta-feira, 11. As ações negociarão na condição “ex” dividendos e JCP a partir do dia 12 de dezembro. Os JCP são no valor bruto de R$ 42.202.301,72 e equivalem a R$ 0,50 por ação. Os dividendos intercalares são no valor de R$ 32.202.301,72 e equivalem a R$ 0,38 por ação. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 59.812.760,00 e equivalem a R$ 0,70 por ação. O pagamento dos JCP ocorrerá em 22 de dezembro de 2025. 

Embraer (EMBR3)

A data com para ter direito aos dividendos intercalares da Embraer, anunciados em 8 de dezembro, é nesta quinta, 11. A partir de 12 de dezembro as ações serão negociadas ex-dividendos. O valor total bruto equivalente a R$ 80 milhões, correspondendo ao valor total bruto de R$ 0,11 por ação ordinária. Os dividendos serão pagos no dia 22 de dezembro de 2025.

Sexta, 12

Isa Energia (ISAE4) 

A Isa Energia paga na sexta, 12, a segunda parcela dos JCP anunciados em 29 de setembro. Essa segunda parcela teve ‘data com’ em 24 de novembro/25 (data ex-direito em 25-nov-25). O valor líquido é de R$ 0,19. Vale lembrar que a terceira parcela tem ‘data com’ em 17 de dezembro (data ex-direito em 18 de dezembro) e a data de pagamento será em 30 de dezembro.

Metalúrgica Gerdau (GOAU4) 

A Metalúrgica Gerdau paga dividendo na sexta, 12, no valor de R$ 0,19 por ação. A data-base foi em 10/11/2025 (data ex-direito em 11/11/2025).

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil paga na sexta, 12, os JCP anunciados em 19 de novembro no valor por ação de R$ 0,04. O pagamento é com base na posição acionária de 02/12/2025, sendo as ações negociadas “ex” desde 03/12/2025.

Camil (CAML3) 

A Camil paga JCP e dividendo anunciados em 27 de novembro. O valor bruto dos JCP soma R$ 19 milhões, correspondente ao valor bruto unitário de R$ 0,05 por ação ordinária. O valor do dividendo soma R$ 6 milhões, correspondente a R$ 0,01 por ação ordinária. Tem direito aos dividendos e JCP acionistas detentores de ações ordinárias na data base de 4 de dezembro de 2025.

WEG (WEGE3) 

A WEG paga na sexta, 12, dividendos complementares no valor de R$ 1,43 bilhão, correspondente a R$ 0,34 por ação, aos titulares de ações em 3 de dezembro de 2025. Também paga JCP no valor total de R$ 466,9 milhões, correspondente a R$ 0,11 por ação (líquido de R$ 0,09 por ação) aos titulares de ações em 3 de dezembro de 2025. A WEG paga ainda os JCP anunciados no dia 23 de setembro de 2025. Esses JCP tinham, inicialmente, data de pagamento em 11 de março de 2026. Mas foram antecipados. Tem direito titulares de ações em 26 de setembro de 2025. O valor é de R$ 0,09 por ação.

SLC Agrícola (SLCE3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo e JCP da SLC, anunciado em 4 de dezembro, é na sexta, 12. As ações passam a ser negociadas ex-provento em 15 de dezembro. Serão pagos R$ 20 milhões em JCP, o que corresponde a R$ 0,045 por ação. Os dividendos intercalares são no valor total de R$ 380 milhões, correspondentes a R$ 0,86 por ação. Os JCP serão pagos no dia 23 de dezembro de 2025. O pagamento do dividendo será efetuado no dia 22 de dezembro de 2025.

Cyrela (CYRE3) 

A Cyrela paga na sexta, 12, dividendos intermediários no montante total de R$ 1 bilhão. Esse valor corresponde a R$ 2,72 por ação ordinária.

Syn (SYNE3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Syn prop e tech, anunciado em 9 de novembro, é nesta sexta, 12. Após essa data as ações serão negociadas “ex-dividendos”. O valor por ação é R$ 0,41. Os dividendos serão pagos no dia 19 de dezembro de 2025. 

Banrisul (BRSR6)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banrisul, anunciados em 9 de novembro, é nesta sexta, 12. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” aos juros intermediários a partir de 15 de dezembro de 2025. O pagamento ocorrerá em 22 de dezembro de 2025 pelo valor líquido de R$ 0,31 por ação ON, R$ 0,31 por ação PNA e R$ 0,31 por ação PNB, já deduzido o Imposto de Renda na fonte de 15% (quinze por cento).

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Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2025/11/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-2/ https://financenews.com.br/2025/11/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-2/#respond Wed, 05 Nov 2025 21:39:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=197170           Publicado às 18h37 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

 

 

 

 

Publicado às 18h37

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano. A decisão do Comitê, anunciada no fim da tarde desta quarta-feira, 5, foi unânime.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes apresentaram algum arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,5% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,3% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Eventos no radar do mercado nesta semana:

Decisão sobre juros no Brasil

Um dos principais eventos no radar do mercado nesta semana é a decisão sobre os juros no Brasil. Na quarta-feira, 5, após às 18h30, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, divulga sua decisão. O mercado espera a manutenção da taxa Selic em 15%. Mas analistas e investidores destacam que o mais importante é verificar o tom que será adotado no comunicado do Copom. Há uma expectativa que seja mais “conservador”, o que pode impactar açõe sensíveis a juros altos como as de empresas do setor de varejo e construção. 

Dados de atividade econômica nos EUA

Nos Estados Unidos, os investidores acompanham o relatório ADP de criação de vagas no setor privado, já que o relatório de empregos Payroll não será divulgado por causa da paralisação do governo federal. Vale lembrar que o Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. 

Novo horário a partir de segunda, 3 

A B3, a bolsa brasileira, terá uma hora a mais. O novo horário de fechamento é a partir desta segunda-feira, dia 3 de novembro. O pregão regular continuará iniciando às 10h, mas o horário de fechamento será às 17h55, e não mais às 17h. O período de negociação será ajustado para se adequar ao das bolsas americanas, com o fim do horário de verão nos Estados Unidos. Segundo a B3, “não haverá sessão de after-market para o mercado de ações, exceto na data de vencimento de opções”. No mercado a termo, as negociações acontecerão das 10 horas às 18h25 e no mercado de opções das 10h05 até 17h55. No mercado futuro de câmbio, o pregão funcionará das 9 horas às 18h30.

Temporada de resultados no Brasil ganha força

A temporada de resultados do terceiro trimestre (3T25) ganha força nesta semana. Gigantes como Itaú, Petrobras, BB Seguridade e Caixa Seguridade divulgam seus balanços trimestrais. Veja a agenda abaixo:

Segunda-feira, 3

BB Seguridade, TIM, Copasa, Pague Menos, Tegma – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 4

Klabin, Embraer – antes da abertura do mercado.

Itaú Unibanco, Raia Drogasil, CSN, CSN Mineração, Prio, Aura Minerals, Odontoprev, Iguatemi, Blau Farmacêutica, Pão de Açúcar, C&A Modas – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 5

Eletrobras, Engie Brasil, Vibra, Totvs, Vivara, Brava, Minerva, Guararapes, Dexco, Log-In, CBA, Lavvi, Valid, Unifique, Petz, Iochpe-Maxion, Estapar, CSU Digital, Lojas Quero-Quero, Aeris, Neogrid, Desktop – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 6

Petrobras, Caixa Seguridade, Alpargatas, Suzano, Energisa, Smartfit, Lojas Renner, Assaí, Alupar, Sanepar, Fleury, SLC Agrícola, Cogna, Magazine Luiza, Banco ABC Brasil, Grendene, Petrorecôncavo, Tenda, BR Partners, BrasilAgro, Wiz, Ânima, Ouro Fino, Priner, Méliuz, HBR Realty, Espaçolaser, Mitre – após o fechamento do mercado.

Sexta-feira, 7

M.Dias Branco – após o fechamento do mercado.

Notícias corporativas

Embraer (EMBR3) muda o ticker nesta segunda, 3, para ‘EMBJ3’

A partir desta segunda-feira, 3 de novembro, as ações ordinárias da Embraer serão negociadas na B3, a Bolsa brasileira, com o novo código de negociação (ticker) ‘EMBJ3’, em substituição ao código ‘EMBR3’.

A Embraer explicou ainda que as ações (American Depositary Shares), representadas por American Depositary Receipts, e os bonds emitidos nos Estados Unidos e listados na bolsa de valores de Nova York (New York Stock Exchange – NYSE) passarão a ser negociados na NYSE sob o novo código de negociação ‘EMBJ’, em substituição ao código ERJ.

O número CUSIP dos valores mobiliários da companhia emitidos nos Estados Unidos permanecerá inalterado.

Bradespar (BRAP4) propõe pagar R$ 310 milhões em juros sobre o capital

A Bradespar (BRAP4) informou na sexta-feira, 31, após o fechamento do mercado, que sua diretoria decidiu submeter ao conselho de administração, para deliberação em reunião que será realizada no dia 12.11.2025, proposta para pagamento de juros sobre o capital próprio no montante de R$ 310 milhões, sendo R$ 0,740550903 por ação ordinária e R$ 0,814605993 por ação preferencial. Se aprovada a proposta,  serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade em 12.11.2025 (data-base de direito), passando as ações a ser negociadas “ex-direito” a partir de 13.11.2025. O pagamento ocorrerá em 24.11.2025 pelo valor líquido de R$ 0,629468267 por ação ordinária e R$ 0,692415094 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Equatorial (EQTL3) anuncia o pagamento de JCP no valor de R$ 1,45 por ação

A Equatorial (EQTL3) informou nesta sexta-feira, 31, após o fechamento do mercado, que foi aprovada, em assembleia geral extraordinária realizada nesta data, a distribuição de juros sobre capital próprio com lastro na reversão da reserva de lucros a realizar da companhia. O montante total é de R$ 1.009.807.111,57 (um bilhão, nove milhões, oitocentos e sete mil, cento e onze reais e cinquenta e sete centavos), correspondente a R$ 0,80480288985 por ação ordinária.

Já o conselho de administração, em reunião também realizada nesta sexta-feira, aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio adicionais, com lastro na Reserva Estatutária de Investimento e Expansão da companhia, no valor total de R$ 809,5 milhões, correspondente a R$ 0,64519711015 por ação ordinária.

Dessa forma, o valor total do JCP, cujas distribuições foram aprovadas nesta sexta-feira, soma R$ 1.819.352.701,45 correspondente a R$ 1,45 por ação ordinária.

Terão direito as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data-base de 5 de novembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas ex-proventos ao recebimento dos JCP a partir de 6 de novembro de 2025, inclusive.

O pagamento será no dia 17 de novembro de 2025.

Coelba (CEEB5) define data de pagamento de provento

A Coelba (CEEB5) anunciou na sexta-feira, 31, que a partir de 12 de novembro 2025 será realizado o pagamento de juros sobre o capital (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de março de 2025, no valor de R$ 0,39 por ação ordinária, R$ 0,39 por ação preferencial classe A e R$ 0,43 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 1° de abril de 2025. Desde 2 de abril as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também serão pagos a partir de 12 de novembro os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,45 por ação ordinária, R$ 0,45 por ação preferencial classe A e R$ 0,50 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. Desde 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Elektro Redes (EKTR4) define data de pagamento de provento

A Elektro Redes (EKTR4) divulgou na sexta-feira, 31, que a partir de 12 de novembro 2025 será realizado o pagamento dos juros sobre capital próprio (JCP) aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 27 de junho de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,16 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de julho de 2025. A partir de 3 de julho de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos. Também a partir de 12 de novembro serão pagos os JCP aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 29 de setembro de 2025, no valor de R$ 0,14 por ação ordinária e R$ 0,15 por ação preferencial com base na posição acionária de 2 de outubro de 2025. A partir de 3 de outubro de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

BB Seguridade (BBSE3) anuncia novo vice-presidente do conselho de administração

O conselho de administração da BB Seguridade (BBSE3) nomeou João Vagnes de Moura Silva para a função de vice-presidente do conselho de administração, para completar o mandato 2025-2027, em posição que estava vaga até então. João atualmente exerce o cargo de diretor de finanças do Banco do Brasil, tendo anteriormente atuado como diretor financeiro na BB Previdência e Economus, diretor de administração de fundos e gestão na BB Asset, CEO na BB Tecnologia e Serviços, e diretor de controladoria no Banco do Brasil.

BlackRock reduz participação na Marcopolo (POMO4)

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Marcopolo. A informação consta em um comunicado da Marcopolo (POMO4), divulgado na noite de sexta-feira, 31.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais emitidas pela Marcopolo, sendo que, em 29 de outubro de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 36.179.449 ações preferenciais representando aproximadamente 4,981% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; 15.687.370 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 2,159% do total de ações preferenciais; e 2.975.118 ações ordinárias representando aproximadamente 0,725% do total de ações ordinárias. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, explicou a BlackRock.

Unifique (FIQE3) compra a CCS Telecom em Santa Catarina 

A Unifique (FIQE3) divulgou no sábado, 1º de novembro, a aquisição integral da CCS Telecom. Em um fato relevante a companhia informou que a operação foi formalizada por meio da compra da totalidade do capital da Supernova Holding, controladora da CCS Digital e da CCS Camboriú Cable System de Telecomunicações.

A CCS Telecom atua desde 1990 no segmento de provedores de serviços de internet e atende clientes residenciais e corporativos nas cidades de Balneário Camboriú, Camboriú, Itajaí, Itapema e Ilhota, em Santa Catarina, possuindo aproximadamente 24.968 acessos ativos via fibra óptica.

O valor base da transação foi fixado em R$ 70,6 milhões, com pagamento dividido em parcelas mensais ao longo de 36 meses, além de uma entrada correspondente a 30% do total. Uma fração de 10% do valor será retida pela Unifique por até 60 meses como garantia contratual.

“A aquisição está alinhada à estratégia da companhia de crescimento e consolidação de sua base de clientes atendidos com tecnologia de fibra óptica no mercado catarinense, bem como de expansão da infraestrutura de transporte via fibra óptica visando à implementação de Estações Rádio Base (ERBs) para o Serviço Móvel Pessoal (SMP) com tecnologia 5G, além de ampliar a oferta de serviços de TV por assinatura”, afirmou a Unifique.

Bolsa brasileira terá novo horário a partir de segunda, 3 

A B3, a bolsa brasileira, terá novo horário de fechamento a partir desta segunda-feira, dia 3 de novembro. O pregão regular continuará iniciando às 10h, mas o horário de fechamento será às 17h55, e não mais às 17h.

O período de negociação será ajustado para se adequar ao das bolsas americanas, com o fim do horário de verão nos Estados Unidos.

Segundo a B3, “não haverá sessão de after-market para o mercado de ações, exceto na data de vencimento de opções”.

No mercado a termo, as negociações acontecerão das 10 horas às 18h25 e no mercado de opções das 10h05 até 17h55. No mercado futuro de câmbio, o pregão funcionará das 9 horas às 18h30.

Alupar (ALUP11) recebe do ONS termos de liberação definitivos da fase I projeto voltado à modernização da Subestação Centro em SP

A Alupar Investimento (ALUP11) informou na sexta-feira, 31, que sua controlada Transmissora de Energia Central Paulistana (TECP) recebeu do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), os Termos de Liberação Definitivos (TLDs) referentes a fase I do projeto, correspondentes, em conjunto, a uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 16.872.340,01 (equivalente a 21,24% da RAP do ciclo tarifário 2025/2026). A TECP é um projeto voltado à modernização da Subestação Centro, localizada em São Paulo, e tem como escopo a substituição do barramento GIS de 230 kV por um novo sistema de 345 kV. A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. O empreendimento está estruturado em cinco fases. Com a energização da fase I, a TECP antecipou em 11 meses o prazo previsto no Plano de Negócios (junho de 2026), o que representa uma receita adicional de aproximadamente R$ 15,4 milhões. Vale destacar, também, que a companhia já faz jus ao recebimento de 11,84% da RAP desde abril de 2024 e, com a conclusão da Fase I, a companhia passa a fazer jus a 33,08% da RAP integral do projeto, correspondente ao montante total de R$ 26,3 milhões.

Azul celebra acordo com comitê de credores quirografários

A Azul (AZUL4) anunciou na noite de sábado, 1°, que celebrou um acordo com o Comitê de Credores Quirografários (Official Committee of Unsecured Creditors), nomeado pelo Gabinete do Trustee dos Estados Unidos (Office of the United States Trustee), no âmbito do processo de recuperação judicial Chapter 11.

Segundo a Azul, o acordo assegura o apoio do Comitê ao plano de reorganização da companhia e, entre outros termos, contempla que os credores classificados no plano como credores quirografários recebam, a seu critério, sua participação proporcional de até US$ 20 milhões ou participação em um fundo fiduciário estabelecido sob o Plano em benefício dos credores quirografários (Fundo GUC), para o qual a companhia se comprometeu a contribuir com: bônus de subscrição representando até 5,5% do capital social da Azul ao atingir US$ 3,8 bilhões após a conclusão da reestruturação; direitos para que o Fundo GUC receba três pagamentos anuais de até US$ 6,5 milhões cada, condicionados ao atingimento de determinadas metas de desempenho financeiro pela companhia no final de 2027, 2028 e 2029; e entre US$2,5 milhões e US$5 milhões para o pagamento de certas despesas administrativas e do agente fiduciário, em cada caso, conforme detalhado nos termos do Plano.

A quantidade de bônus de subscrição contribuídos pela companhia para o Fundo GUC será reduzida na medida em que os credores quirografários optarem por receber um pagamento em dinheiro em vez de participações no Fundo GUC.

O acordo também prevê o estabelecimento de uma classe de credores simplificada no âmbito do Plano.

“A companhia considera que a celebração deste acordo representa um avanço significativo rumo à conclusão bem sucedida do processo de reestruturação”, afirmou a Azul em um fato relevante enviado ao mercado, destacando que trata-se de um passo importante para viabilizar uma solução consensual e ordenada, que preserve suas operações, fortaleça sua estrutura de capital e gere valor sustentável para todas as partes interessadas.

Além disso, a companhia protocolou perante o United States Bankruptcy Court of the Southern District of New York (Tribunal) uma versão revisada do plano de reorganização no âmbito do Chapter 11.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Alos3, Igti11, Itub4, Bbse3 e de Cxse3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Clique nos links abaixo para ler os detalhes das informações de cada empresa. 

Segunda, 3

Bradesco (BBDC4) 

O Bradesco paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital próprio (JCP) mensal. A data-base foi 1° de outubro. O valor líquido é de R$ 0,014662352 por ação ordinária e R$ 0,016128588 por ação preferencial.

Banestes (BEES3)

O Banestes paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital mensal. A data-base foi 1° de outubro. O valor líquido é de R$ 0,02 por ação ordinária e preferencial.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 3, juros sobre o capital mensal. A data-base foi 30 de setembro. O valor líquido é R$ 0,015 por ação.

Caixa Seguridade (CXSE3) 

A data com para ter direito ao dividendo da Caixa Seguridade anunciado em agosto, é nesta segunda, 3. A partir de 4 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. Os dividendos serão pagos no dia 17 de novembro de 2025 no valor de R$ 0,32 por ação.

Vulcabras (VULC3) 

A Vulcabras (VULC3) paga nesta segunda-feira, 3, a 1° parcela de dividendo intercalar anunciado em 14 de agosto. Essa primeira parcela teve data de corte em 20/10/2025. O valor é R$ 0,125 por ação.

Vittia (VITT3) 

A data com para ter direito ao dividendo da Vittia (VITT3) aprovado 29 de outubro, é nesta segunda, 3. A partir de 4 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de 0,06 por ação. O pagamento será até 31/12/2026.

Terça, 4

Mitre (MTRE3) 

A Mitre paga na terça-feira, 4, a segunda parcela do dividendo intercalar anunciado em 7 de agosto. Essa segunda parcela teve data-base em 20/10/2025. O valor por ação da parcela é R$ 0,03. Vale lembrar que a terceira tem data-base em 17/11/2025 e pagamento em 02/12/2025.

Allos (ALOS3)

A Allos paga na terça-feira, 4, JCP anunciado em 15 de setembro. A data de corte (data com) foi em 21/10/2025. O valor é de R$ 0,10 por ação.

Vulcabras (VULC3)

A data com para ter direito ao dividendo de R$ 2,20 por ação anunciado pela Vulcabras em 30 de outubro é na quarta-feira, 4. A partir de 5 de novembro as ações passam a ser negociadas ex-direito a esse dividendo. O pagamento será em 15/12/2025.

Quarta, 5

Ferbasa (FESA4) 

A data com para ter direito ao dividendo da Ferbasa anunciado em 29 de outubro, é na quarta-feira, 5. As ações da companhia serão negociadas “ex-direitos” aos JCP no dia 6 de novembro em diante. O pagamento será em duas parcelas, a primeira a partir de 05/12/2025, e a segunda a partir de 12/06/2026. A primeira parcela é de R$ 73 milhões, sendo R$ 0,20 para cada ação ordinária e de R$ 0,22 para cada ação preferencial. A segunda parcela é de R$ 140 milhões, sendo R$ 0,38 para cada ação ordinária e de R$ 0,42 para cada ação preferencial. Estes montantes sofrerão a incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte.

Equatorial (EQTL3) 

A data com para ter direito aos JCP da Equatorial anunciado na sexta-feira, 31 de outubro, é na quarta-feira, 5. As ações serão negociadas ex-proventos ao recebimento dos JCP a partir de 6 de novembro. O pagamento será no dia 17 de novembro de 2025. O valor é de R$ 1,45 por ação ordinária.

Sexta, 7

Santander Brasil (SANB11)

O Santander Brasil paga a partir de sexta-feira, 7, juros sobre o capital próprio no montante bruto de R$ 2 bilhões. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,45. Tem direito acionistas inscritos nos registros da companhia no final do dia 21 de outubro de 2025. Desde 22 de outubro (inclusive), as ações são negociadas “ex-juros sobre capital próprio”.

Klabin (KLBN11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo anunciado em 4 de novembro, é nesta sexta-feira, 7. As ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 10 de novembro. O valor por unit corresponde a R$ 0,26. O valor por ações ordinárias e preferenciais é de R$ 0,05. O pagamento dos dividendos será realizado em 19 de novembro de 2025.

CSN Mineração (CMIN3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e JCP anunciados em 4 de novembro, é nesta sexta-feira, 7.  A partir do dia 10 de novembro as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos/ex-direitos sobre juros sobre o capital próprio. São R$ 424,2 milhões a título de dividendos intercalares, correspondendo a R$ 0,07 por ação; e R$ 479 milhões na forma de juros sobre o capital próprio, correspondendo a R$ 0,08 por ação. Considerando a alíquota de 15%, o valor líquido de Imposto de Renda a ser pago será de R$ 0,07 por ação. Os dividendos e os juros sob capital próprio serão pagos a partir do dia 19 de novembro de 2025.

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Eventos no radar do mercado nesta semana:

Ata do Copom e prévia da inflação no Brasil

No Brasil investidores e analistas esperam pela ata da reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária. O documento, que será divulgado às 8h de terça-feira, poderá trazer mais detalhes sobre os fundamentos da decisão do Comitê, que ajuda o mercado a projetar o rumo da taxa Selic. Na semana passada o Copom manteve o juro básico em 15% ao ano e analistas observaram que o ciclo de cortes deve começar só em 2026. Outro dado importante é o IPCA-15, considerada a prévia da inflação oficial, que será anunciado às 9h de quinta-feira, 25, e pode mexer com ações de construção e varejo. 

Inflação e PIB nos EUA

Na quinta-feira, às 9h30, será divulgada a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre dos Estados Unidos. Na sexta-feira, também às 9h30, ocorre a divulgação do índice de preços PCE (índice de preços de gastos com consumo pessoal) de agosto. Esse é o indicador de inflação preferido do Banco Central americano (Federal Reserve).

Discurso de Powell

Na terça-feira, 23, às 13h35, o presidente do Banco Central norte-americano, Jerome Powell, discursa sobre perspectivas econômicas na Câmara de Comércio de Greater Providence, em Rhode Island. Analistas e investidores monitoram se ele vai fornecer sinalizações sobre o rumo dos juros na maior economia do mundo, após o corte das taxas na semana.

Corporativo: MBRF, Petrobras, Cosan

O mercado repercute nesta semana informações que vão impactar ações de companhias importantes da Bolsa. A Cosan (CSAN3) anunciou na noite deste domingo ofertas de ações com aporte de até R$ 10 bi; BTG e Perfin lideram aporte (leia mais aqui). 

A Marfrig (MRFG3) e a BRF (BRFS3) concluem a fusão nesta segunda-feira, 22. Os papéis da nova empresa, a MBRF, será negociada sob o ticker MBRF3 no dia 23, terça-feira, na B3. O dia 22 de setembro de 2025, portanto, será o último de negociação das ações de emissão da BRF na B3. 

Já a Petrobras paga nesta segunda-feira, 22, a segunda parcela do provento anunciado em maio deste ano. Essa segunda parcela tem o valor de R$ 0,45 por ação ordinária e preferencial. Será pago o valor R$ 0,30 sob a forma de dividendos e R$ 0,14 sob a forma de juros sobre capital próprio. A data de corte (data com) foi 2 de junho de 2025 para detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3. Para os detentores de ADRs negociados na New York Stock Exchange (NYSE) a record date foi em 4 de junho de 2025.

Notícias corporativas

Cosan (CSAN3) anuncia ofertas de ações com aporte de até R$ 10 bi; BTG e Perfin lideram aporte

Em um fato relevante enviado ao mercado no fim da tarde deste domingo, 21, a Cosan (CSAN3) anunciou um acordo para levantar cerca de R$ 10 bilhões.

A companhia afirmou no documento que fechou um acordo de investimento com veículos ligados ao BTG Pactual e à gestora Perfin Infra, além de seus controladores, a Aguassanta Investimentos e Queluz Holding, veículos da família de Rubens Ometto, para estruturar duas ofertas públicas primárias de ações.

“Os recursos arrecadados pela companhia nas ofertas públicas serão utilizados pela companhia exclusivamente para renegociação e repagamento de suas dívidas financeiras, de forma a efetivamente reduzir a sua alavancagem financeira”, afirmou a Cosan no fato relevante.

A Cosan explicou que a primeira oferta pública deverá resultar em uma distribuição primária de 1,45 bilhão de ações ordinárias, podendo ser aumentada em até 25%, após a conclusão do procedimento de bookbuilding. Os investidores âncora se comprometeram a subscrever integralmente essa oferta, com um aporte de R$ 7,25 bilhões, ao preço de R$ 5 por ação.

O BTG Pactual Holding vai investir R$ 4,5 bilhões, enquanto o fundo Perfin aportará outros R$ 2 bilhões.

A Cosan convocará, em até três dias úteis contados deste domingo, 21, a assembleia geral extraordinária para deliberar sobre os temas.

Vivara (VIVA3) confirma projeto piloto para lojas de rua

A Vivara (VIVA3) confirmou que planeja um projeto piloto para lojas de rua e que há um potencial de dobrar o número de lojas da marca Life em shoppings.

A informação consta em um comunicado onde a Vivara presta esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após o jornal Valor Econômico divulgar em uma matéria que a Vivara vai testar loja de rua para a marca Life.

“A expansão de lojas Life no comércio de rua configura uma consequência natural da estratégia de crescimento já divulgada pela companhia, sendo razoável que se avaliem diferentes formatos de operação, incluindo lojas de rua, como parte da atuação estratégica”, afirmou a Vivara.

Ainda segundo a Vivara, a menção ao potencial de mais do que dobrar as lojas Life em shoppings mencionado na notícia, trata de uma perspectiva mercadológica respaldada pelo número de shoppings existentes no Brasil e pelo número de Lojas Life existentes.

Embraer apresenta aeronave demonstradora KC-390 Millennium com nova identidade visual

A Embraer (NYSE: ERJ/ B3: EMBR3) apresentou a nova identidade visual da aeronave de demonstração KC-390 Millennium. “Esta nova identidade visual representa um marco importante na história do KC-390 Millennium, a aeronave multimissão do século 21. Sua combinação imbatível de velocidade, agilidade, robustez, confiabilidade, tecnologia e eficiência, única no segmento, não só fortalece as capacidades de defesa dos seus operadores, mas também promove a interoperabilidade estratégica entre as nações aliadas”, afirmou Bosco da Costa Júnior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. Até o momento, a aeronave foi escolhida por 11 Forças Aéreas em todo o mundo, incluindo oito países europeus e sete membros da Otam.

Suzano (SUZB3) anuncia resgate antecipado facultativo de debêntures da 8ª emissão (SUZB18)

A Suzano (B3: SUZB3 / NYSE: SUZ) informou sobre o resgate antecipado facultativo total das debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, da 8ª emissão, identificadas pelo código SUZB18, com vencimento originalmente previsto para 15 de setembro de 2028. O resgate será efetuado mediante o pagamento do valor total de principal remanescente de R$ 750 milhões. As debêntures resgatadas serão canceladas.

“Este resgate antecipado está alinhado à estratégia de gestão ativa de passivos da companhia, voltada à otimização da estrutura de capital e à redução do custo da dívida”, explicou a Suzano em um comunicado ao mercado.

JHSF (JHSF3) conclui captação da 18ª emissão de debêntures

A JHSF (JHSF3) concluiu a captação da 18ª emissão de debêntures simples, em distribuição pública voltada para investidores profissionais, no montante de R$ 300 milhões, com prazo médio 4,3 anos.

“Essa emissão é continuidade ao trabalho estratégico iniciado em 2024, voltado ao alongamento do perfil da dívida e à redução do custo de capital”, afirmou a JHSF em um comunicado divulgado na noite de sexta-feira, 19.

Segundo a companhia, com essa última operação, alcançou a marca de aproximadamente R$ 3,2 bilhões captados no mercado de capitais, em condições inéditas, ao longo de cerca de 14 meses. “O sucesso dessas operações reafirma a confiança dos agentes de mercado na companhia e na condução da continuidade dos seus negócios únicos”, ressaltou a JHSF.

Cemig (CMIG4) homologa acordo em dissídio coletivo sobre plano de saúde 

A Cemig (CMIG4) divulgou que foi homologado o acordo celebrado com as entidades representativas Sindsul – Sindicato dos Eletricitários do Sul de Minas Gerais e Ftiumg – Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas de Minas Gerais. O acordo prevê o pagamento de indenização compensatória (buyout) no valor total máximo de R$ 1,250 bilhão, a ser pago ‘pro rata’, em seis parcelas, sendo a última em 2030, e considera a totalidade de 15.496 aposentados e pensionistas titulares, ativos e inscritos no plano de saúde PSI da Cemig Saúde, em fevereiro de 2025.

A Cemig destacou que continua empenhada em firmar acordo com as entidades representativas remanescentes.

Azul (AZUL4) atualiza sobre o andamento do processo de chapter 11 

A Azul (AZUL4) informou que, no contexto de seu processo de chapter 11, como é chamada a recuperação judicial no EUA, foi realizada na sexta-feira, 19, audiência perante o United States Bankruptcy Court of the Southern District of New York com o objetivo de avaliar diversas petições protocoladas pela companhia, que buscam, entre outros temas, prorrogar os períodos de exclusividade para apresentação e votação do plano de reorganização, estender o prazo para assumir ou rejeitar contratos de locação de imóveis não residenciais, e aprovar procedimentos para otimizar a análise e reconciliação de créditos.

A Azul também busca aprovação de medidas para sigilo e redação de informações confidenciais, autorização para emendar, assumir ou rejeitar determinados contratos de arrendamento de aeronaves e motores, além de celebrar novos ou aditar contratos de financiamento com contrapartes estratégicas.

Foi solicitada a ampliação do escopo dos serviços profissionais prestados por seus auditores independentes para apoiar o processo de reorganização.

“As petições, ainda sujeitas à aprovação judicial, visam proporcionar à Azul mais tempo e flexibilidade para negociar com stakeholders, alinhar sua frota e obrigações financeiras ao plano de negócios, otimizar a administração de créditos e proteger informações sensíveis, apoiando assim o processo de reorganização em andamento”, ressaltou a companhia aérea.

Fundamentos

A avaliação do BTG para a Petrobras (PETR4)

Em relatório divulgado na semana passada o BTG Pactual destaca que mantém visão fora do consenso sobre a Petrobras, destacando assimetria positiva com potencial de revisão para cima na produção e revisão para baixo em capex (investimentos) e opex.

A avaliação é que o o Plano de Negócios 2026–30 será um marco importante, ainda que com validade limitada pelo ciclo eleitoral de 2026. O time de analistas do BTG calcula que cada redução de US$ 1 bilhão em capex/opex poderia elevar o yield de dividendos em 0,5% em 2026, enquanto os desembolsos previstos para 2025 (US$ 2,5 bilhões em etanol e pré-sal) devem reduzir o yield para 8%.

Com relação ao preço do petróleo, a equipe de analistas comenta que o pano de fundo global mostra crescimento de demanda acima da oferta, mas com preços sustentados por riscos geopolíticos. Para a Petrobras, cada variação de US$ 5/bbl no barril do Brent, referência para a estatal, implica acréscimo de 1,3 p.p. no yield de dividendos.

O time do BTG destaca ainda que a ação deve ser vista também como um player eleitoral, já que maior clareza fiscal e estabilidade macro em 2026 podem reduzir o custo de capital e contribuir para valorização.

Com pares regionais negociando a prêmio de 20% em EV/Ebitda, a convergência implicaria potencial de valorização de 30%, calcula o banco, ressaltando que o primeiro gatilho segue sendo a confiança dos investidores na sustentabilidade dos dividendos, capazes de compensar o risco político.

O EV/Ebitda é um indicador da análise de fundamentos que relaciona o valor da companhia (EV) e o seu Ebitda (geração de caixa). Em tese, mostra quantos “Ebitdas” seriam necessários para chegar ao valor de empresa.

O BTG mantém recomendação de “compra” para a Petrobras, com preço-alvo de R$ 44.

Companhias que pagam provento e as que têm ‘data com’ nesta semana:

Confira abaixo as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Clique nos links abaixo para ler os detalhes das informações de cada empresa.

Segunda, 22

Petrobras (PETR3, PETR4) 

A Petrobras paga nesta segunda-feira, 22, a segunda parcela do provento anunciado em maio deste ano. Essa segunda parcela tem o valor de R$ 0,45458309 por ação ordinária e preferencial. Será pago o valor R$ 0,30844749 sob a forma de dividendos e R$ 0,14613560 sob a forma de juros sobre capital próprio. A data de corte (data com) foi 2 de junho de 2025 para detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3. Para os detentores de ADRs negociados na New York Stock Exchange (NYSE) a record date foi em 4 de junho de 2025.

Vulcabras (VULC3) 

A Vulcabras paga nesta segunda-feira, 22, dividendos intermediários no valor de R$ 300 milhões. O valor por ação é R$ 1,10. A data de corte foi em 08/09/2025.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo extraordinário da M.Dias Branco anunciado em 29 de agosto, é nesta segunda-feira, 22. As ações da companhia serão consideradas “ex-dividendos” a partir de 23 de setembro. O pagamento ocorrerá em 30 de setembro de 2025. O valor total por ação é de R$ 0,10.

Telefônica Brasil (VIVT3) 

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Telefônica Brasil, é nesta segunda-feira, 22. A partir de terça, 23, as ações serão consideradas “ex-juros”. O valor líquido por ação é R$ 0,10. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

Copasa (CSMG3)

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Copasa,  é nesta segunda-feira, 22. A partir de 23 de setembro as ações serão negociadas ex-JCP. O valor por ação é R$ 0,44. A data de corte é 22 de setembro de 2025. A data de pagamento será 10 de novembro de 2025.

Romi (ROMI3)

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Romi,  é nesta segunda-feira, 22. A partir de 23 de setembro as ações da companhia serão negociadas “ex-juros”. O valor bruto por ação é R$ 0,18 (o valor líquido é R$ 0,153 por ação). Esses JCP serão pagos em 10 de abril de 2026.

Terça, 23

Taurus (TASA3, TASA4) 

A Taurus paga na terça-feira, 23, a terceira parcela dos dividendos referentes ao exercício de 2024. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia na data base de 29 de abril de 2025. As ações da Taurus passaram a ser negociadas ex-direitos desde 30 de abril.

Allos (ALOS3) 

A ‘data com’ para ter direito à primeira parcela do dividendo intercalar da Allos, é na terça-feira, 23. As ações serão negociadas ex-dividendo a partir de 24 de setembro. O pagamento será em 02/10/2025 no valor de R$ 0,10 por ação.

Totvs (TOTS3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Totvs, é nesta terça-feira, 23. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 24 de setembro. O valor total bruto soma R$ 88 milhões e correspondente a R$ 0,15 (quinze centavos) por ação. Esses JCP serão pagos aos acionistas beneficiários no dia 6 de outubro de 2025.

Rede D’or (RDOR3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da  é nesta terça-feira, 23. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 24 de setembro. O montante bruto total é de R$ 500 milhões, correspondentes a R$ 0,22 por ação ordinária. O pagamento dos JCP será efetuado em 2 de outubro de 2025.

Lojas Renner (LREN3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Lojas Renner, é nesta terça-feira, 23. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 24 de setembro. O valor bruto é de R$ 217.869.571,86 e corresponde a R$ 0,21 por ação. O pagamento será realizado a partir de 7 de outubro de 2025.

Blau (BLAU3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Blau, é nesta terça-feira, 23. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 24 de setembro. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,09. O pagamento será realizado em 3 de outubro de 2025.

B3 (B3SA3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da B3, é nesta terça-feira, 23. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 24 de setembro. O valor total é de R$ 402,5 milhões. Essa quantia equivale ao valor bruto de R$ 0,07 por ação e ao valor líquido de R$ 0,06 por ação. O pagamento será realizado em 7 de outubro de 2025.

Quarta, 24

Celesc (CLSC4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Celesc é nesta quarta, 24. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 25 de setembro. O montante soma R$ 74.835.707,06. O valor por ação ordinária é R$ 1,83 e por preferencial é R$ 2,01. A data de pagamento desses JCP serão deliberadas oportunamente pelo conselho de administração e/ou pela assembleia geral de acionistas. O pagamento será realizado em duas parcelas, devendo ser pagas a primeira parcela até 30/06/2026 e a segunda parcela até 30/12/2026.

Quinta, 25

CPFL Energia (CPFE3) 

A CPFL Energia paga na quinta-feira, 25, a quarta parcela do dividendo declarado na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. O montante dessa parcela é de R$ 250 milhões e corresponde a R$ 0,21 por ação. Tem direito acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. Ainda restará um valor remanescente de R$ 1,19 bilhão corresponde à R$ 1,04 por ação que será pago até 31/12/25.

Multiplan (MULT3) 

A Multiplan paga na quinta-feira, 25, os juros sobre o capital próprio aprovados pelo conselho de administração em 30 de setembro de 2024. O valor total bruto é de R$ 115 milhões, correspondente a R$ 0,23 por ação. Tem direito acionistas inscritos nos registros da companhia no dia 20 de dezembro de 2024. Desde 23 de dezembro de 2024 as ações passaram a ser negociadas “ex juros”.

Grupo Mateus (GMAT3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Grupo Mateus, anunciados em 22 de setembro, é nesta quinta, 25. A partir de 26 de setembro as ações serão negociadas ex-JCP. O valor total bruto soma R$ 162.919.632,98. Essa quantia corresponde ao valor bruto de R$ 0,0725756534 por ação. O pagamento dos JCP será realizado em moeda corrente nacional, em uma única parcela, até o dia 31 de dezembro de 2025, em data a ser oportunamente fixada pela diretoria e informada aos acionistas.   

Track&Field (TFCO4)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Track&Field, anunciados em 22 de setembro, é nesta quinta, 25. A partir de 26 de setembro as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,00693832062 por ação ordinária, R$ 0,06938320622 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 29/05/2026.

Localiza (RENT3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Localiza, anunciados em 22 de setembro, é nesta quinta, 25. A partir de 26 de setembro as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é R$ 0,515365143. O pagamento ocorrerá no dia 18/11/2025.

Porto (PSSA3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Porto, anunciados em 22 de setembro, é nesta quinta, 25. A partir de 26 de setembro as ações serão negociadas ex-JCP.  O valor total é de R$ 342.850.000,00. Essa quantia corresponde a R$ 0,53380435871 bruto por ação. O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2026, em data a ser oportunamente definida pela administração.

Schulz (SHUL4) 

A data com para ter direito aos JCP é nesta quinta, 25. As ações passarão a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio”, a partir de 26 de setembro. O valor líquido por ação preferencial é R$ 0,070694148 e por ação ordinária é R$ 0,064267407. O pagamento vai ocorrer no dia 10/12/2025. 

Sexta, 26

Energisa (ENGI11) 

A Energisa paga na sexta-feira, 26, os dividendos anunciados em 7 de agosto, no montante de R$ 457.130.457,60, equivalente a R$ 1,00 por units e R$ 0,20 por ação ordinária e preferencial. O pagamento é com base na posição acionária em 12 de agosto de 2025.

Hypera (HYPE3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Hypera anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O valor é de R$ 0,29250 por ação ordinária. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado até o final do exercício social de 2026, em data a ser oportunamente definida pela companhia.

Multiplan (MULT3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Multiplan anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O valor é de R$ 0,24559842645 por ação. O pagamento será realizado aos acionistas até 30 de setembro de 2026, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte.

TIM (TIMS3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da TIM anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O valor bruto por ação é de R$ 0,1994037422. O pagamento ocorrerá até o dia 21 de janeiro de 2026.

WEG (WEGE3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da WEG anunciados em 23 de setembro, é nesta sexta-feira, 26. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 29 de setembro. O pagamento de JCP ocorrerá em 11 de março de 2026 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,093700000 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%.

Estudo de ações da Bolsa

Confira o estudo do Ibov, Vale3, Petr4, Cogn3, Cple6, Eqtl3, Itub4, Aura33, Bbrbi11 e de Mdne3. Acesse aqui o vídeo.

 

 

 

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Copom mantém Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado https://financenews.com.br/2025/09/copom-mantem-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2025/09/copom-mantem-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 17 Sep 2025 21:36:45 +0000 https://financenews.com.br/?p=194278         Publicado às 18h34 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   Whatsapp sobre […]

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Sede do Banco Central

 

 

 

 

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 17, manter a Selic estável em 15% ao ano. Essa decisão já era esperada pelo mercado.

No comunicado oficial, o Copom justifica a manutenção da Selic pela incerteza do ambiente externo, “em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos”. O que, segundo o comitê, exige cautela “por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica”.

Também é citado o cenário doméstico. Para o Copom, os indicadores de atividade econômica apresentam “moderação no crescimento”, apesar do “dinamismo” do mercado de trabalho, e a inflação permanece acima da meta.

Na reunião anterior, nos dias 29 e 30 de julho, o Copom decidiu interromper o ciclo de alta da taxa de juros, mantendo a Selic em 15% ao ano, sob a justificativa de que o ambiente externo está mais adverso, por conta das políticas comerciais e fiscais adotadas pelos Estados Unidos.

Leia a íntegra do comunicado do Copom abaixo:

“O ambiente externo se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos. Consequentemente, o comportamento e a volatilidade de diferentes classes de ativos têm sido afetados, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica segue apresentando, conforme esperado, certa moderação no crescimento, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,8% e 4,3%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,4% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos EUA ao Brasil, e como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária e os ativos financeiros, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê seguirá vigilante, avaliando se a manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

 

 

 

 

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Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado https://financenews.com.br/2025/07/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2025/07/copom-mantem-a-taxa-selic-em-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 30 Jul 2025 21:40:55 +0000 https://financenews.com.br/?p=191125             Publicado às 18h37 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   […]

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Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

 

 

 

 

 

 

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 30, interromper o ciclo de alta da taxa básica de juros, que foi mantida em 15% ao ano. A Selic está no nível o mais alto desde maio de 2006. A decisão do Copom foi unânime. No comunicado, o Copom informou que a política comercial dos Estados Unidos aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária destacou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“​O ambiente externo está mais adverso e incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de suas políticas comercial e fiscal e de seus respectivos efeitos. Consequentemente, o comportamento e a volatilidade de diferentes classes de ativos têm sido afetados, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige particular cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica tem apresentado, conforme esperado, certa moderação no crescimento, mas o mercado de trabalho ainda mostra dinamismo. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,1% e 4,4%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o primeiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,4% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê tem acompanhado, com particular atenção, os anúncios referentes à imposição pelos EUA de tarifas comerciais ao Brasil, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. Além disso, segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. Em se confirmando o cenário esperado, o Comitê antecipa uma continuação na interrupção no ciclo de alta de juros para examinar os impactos acumulados do ajuste já realizado, ainda por serem observados, e então avaliar se o nível corrente da taxa de juros, considerando a sua manutenção por período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Eventos no radar do mercado nesta semana:

Tensão global elevada

Analistas e investidores se preparam para as consequências nos mercados após o presidente americano Donald Trump anunciar ataques a três instalações nucleares do Irã na noite de sábado. Os agentes econômicos esperam uma primeira onda de impactos nos preços da commodities, principalmente do petróleo. Os bombardeios elevam ainda mais os riscos de uma escalada no Oriente Médio com consequências na geopolítica global. O chanceler do Irã disse que os Estados Unidos cruzaram “linha vermelha” com os ataques.

Petróleo no centro das atenções

O Parlamento do Irã aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passam diariamente mais de 20 milhões de barris de petróleo, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA). Essa quantidade representa em torno de 27% do comércio marítimo mundial de petróleo. A decisão do Parlamento ainda precisa passar pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional e pelo aiatolá Ali Khamenei para entrar em vigor. A avaliação de vários analistas é que, com o bloqueio, o barril da commodity pode ultrapassar os US$ 100 dólares. Isso pressionaria as cadeias produtivas globais.

Fala do presidente do BC dos EUA

Em um contexto de apreensão global, o presidente do Banco Central dos Estados Unidos, Jerome Powell, fala na terça-feira, 24, no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. Powell, que tem sido pressionado pelo presidente americano Donald Trump para baixar os juros, apresenta o relatório semestral de política monetária ao Congresso. Analistas acompanham se ele vai mencionar o rumo dos juros na maior economia do mundo.

Ata do Copom no Brasil

No Brasil, um dos principais destaques é a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Na semana passada o Copom elevou a taxa Selic de 14,75% para 15%. A ata será divulgada na terça-feira, 24, às 8h, e poderá trazer mais detalhes sobre a avaliação do Copom para os juros e a inflação. O tom duro adotado pelo Comitê foi um dos motivos que levou o Ibovespa a registrar queda de 1,15% na sexta-feira.

Dados de inflação no Brasil

Ainda no Brasil, também está no radar dos investidores os números do IPCA-15 de junho. O indicador, considerado uma prévia da inflação oficial, será divulgado na quinta-feira, 26. O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Diogo Abry Guillen, participam também na próxima quinta-feira da apresentação e da coletiva de imprensa do Relatório de Política Monetária. O Relatório será publicado às 8 horas na página do BC. Às 11 horas, o diretor Diogo Guillen apresentará os dados da publicação. Na sequência, o presidente Gabriel Galípolo e o diretor darão entrevista coletiva à imprensa, sobre a condução da política monetária.

 

 

 

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Copom eleva a taxa Selic para 15% ao ano. Leia a íntegra do comunicado https://financenews.com.br/2025/06/copom-eleva-a-taxa-selic-para-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2025/06/copom-eleva-a-taxa-selic-para-15-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 18 Jun 2025 21:38:25 +0000 https://financenews.com.br/?p=188910             Publicado às 18h37 O Comitê de Política Monetária do […]

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Publicado às 18h37

O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 18, elevar a taxa Selic de 14,75% para 15% ao ano. A decisão foi unânime. A Selic agora está no patamar mais alto desde julho de 2006. Essa foi a sétima elevação seguida dos juros básicos.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo mantém-se adverso e particularmente incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de suas políticas comercial e fiscal e de seus respectivos efeitos. Além disso, o comportamento e a volatilidade de diferentes classes de ativos também têm sido afetados, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário segue exigindo cautela por parte de países emergentes em ambiente de acirramento da tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho ainda tem apresentado algum dinamismo, mas observa-se certa moderação no crescimento. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,2% e 4,5%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o ano de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,6% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, seguem mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Para assegurar a convergência da inflação à meta em ambiente de expectativas desancoradas, exige-se uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado.

O Copom decidiu elevar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

Em se confirmando o cenário esperado, o Comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta de juros para examinar os impactos acumulados do ajuste já realizado, ainda por serem observados, e então avaliar se o nível corrente da taxa de juros, considerando a sua manutenção por período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em prosseguir no ciclo de ajuste caso julgue apropriado.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/05/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-125/ https://financenews.com.br/2025/05/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-125/#respond Mon, 12 May 2025 00:20:07 +0000 https://financenews.com.br/?p=186736       Publicado às 21h16 Eventos no radar do mercado na semana: Negociações comerciais […]

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Eventos no radar do mercado na semana:

Negociações comerciais EUA e China 

O mercado acompanha os desdobramentos das negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou neste domingo que foram feitos “progressos substanciais” entre os Estados Unidos e a China. Segundo ele, detalhes sobre as conversas realizadas em Genebra serão divulgados em uma declaração conjunta nesta segunda-feira, 12. Às 21h deste domingo os futuros dos principais índices de ações nos Estados Unidos subiam mais de 1%. 

Dados de inflação nos EUA

Analistas poderão ter uma ideia da alta dos preços na maior economia do mundo em um contexto de tarifaço. Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor será divulgada na terça-feira às 9h30 da manhã. Na quinta no mesmo horário, serão conhecidos os dados de abril da inflação ao produtor, vendas no varejo e produção industrial.

Ata do Copom

Na terça-feira, às 9h, o Banco Central do Brasil divulga a ata da reunião, realizada na semana passada, de seu Comitê de Política Monetária. Analistas esperam que o documento contenha sinalizações sobre o rumo da Selic o curto prazo.  

Balanço da Petrobras e Banco do Brasil

A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2025 (1T25) agita a B3, a Bolsa brasileira. Destaque para o resultado da Petrobras nesta segunda-feira, 12. O Banco do Brasil transferiu para quinta-feira, 15, a data de divulgação. Veja a agenda completa abaixo: 

Segunda, 12

BTG Pactual, Banco Inter – antes da abertura do mercado.

Petrobras, Itaúsa, Telefônica Brasil, Sabesp, Hapvida, Natura, Banco Pan, Brava, Direcional, Yduqs, IRB, Grupo SBF, Track & Field, Dimed, Even, OceanPact – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 13

JBS, CVC, Nubank, Raízen, Santos Brasil, Cury, SLC Agrícola, Bemobi, Armac, Boa Safra, Vitru, Vittia, Veste, Allied, Viveo, Helbor, Enjoei, Sequoia, Infracommerce – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 14

Azul – antes da abertura do mercado.

Eletrobras, Equatorial, Eneva, Ambipar, Allos, Copasa, Mahle Metal Leve, Tupy, Log-In, Banco BMG, Dasa, Light, Unifique, Moura Dubeux, Trisul, Americanas, Ser Educacional, Positivo, Priner, Melnick, Qualicorp, Casas Bahia, TC, Oi, Dotz, Westwing, Time For Fun – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 15

Banrisul – antes da abertura do mercado.

Banco do Brasil, CPFL, BRF, Marfrig, Cosan, Cyrela, Eztec, Gafisa, Orizon, Oncoclínicas, Cruzeiro do Sul, Ouro Fino, Brisanet, Dexxos, Syn, Marisa, Méliuz, Alliança Saúde, Gol, Neogrid, Tecnisa, Nexpe – após o fechamento do mercado.

Notícias corporativas

Braskem (BRKM5) reverte prejuízo e reporta lucro líquido de R$ 698 milhões no 1T25 

A Braskem (BRKM5) divulgou na noite de sexta-feira, 9, que teve no primeiro trimestre de 2025 (1T25) lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 113 milhões, ou R$ 698 milhões. Dessa forma, reverte o prejuízo de R$ 1,34 bilhão do primeiro trimestre de 2024 (1T24). A companhia explicou que o resultado deve-se, principalmente, ao impacto de R$ 1,9 bilhão de variação cambial positiva no resultado financeiro; e da margem bruta de 6,73%, um aumento de 0,7 p.p. em relação ao trimestre anterior. O Ebitda Recorrente consolidado no 1T25 foi de R$ 1,32 bilhão, alta de 16% em relação ao 1T24. A geração de caixa operacional foi negativa em R$ 936 milhões, impactada pela formação de estoques e pela concentração dos pagamentos semestrais dos juros dos títulos de dívida. A receita líquida atingiu R$ 19,5 bilhões, alta de 9% em relação ao primeiro trimestre de 2024.

BlackRock eleva participação na Raízen (RAIZ4)

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Raízen (RAIZ4). A informação foi divulgada pela companhia brasileira na noite de sexta-feira, 9. A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Raízen, sendo que, em 7 de maio de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 67.965.629 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,001% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; e 2.783.869 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,205% do total de ações preferenciais. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

AGU e CGU assinam acordo de leniência com Minerva (BEEF3)

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) assinaram um acordo de leniência com a Minerva (BEEF3). Pelo acordo, a empresa se compromete a pagar R$ 22.040.373,16 à União, com base na Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública. “O acordo tem relação com fatos antigos, apurados no âmbito de operação da Polícia Federal, deflagrada em 2017 , que contou com o apoio e cooperação ativa de colaboradores da Minerva, afirmou a companhia em um comunicado, destacando que a investigação apurava supostas irregularidades envolvendo pagamentos não previstos na legislação a Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFA) na cidade de Araguaína, no estado de Tocantins. A Minerva explicou também que o valor do acordo é relativo exclusivamente à multa prevista na Lei n.º 12.846, de 2013, não tendo sido verificados danos ao erário ou vantagens auferidas pela companhia.

Fitch atribui, pela 1°vez, rating ‘AAA(bra)’ à Emae (EMAE4)

A agência de classificação de risco Fitch atribuiu, pela primeira vez, o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à Emae (EMAE4). A perspectiva do rating é “estável”. A agência destaca que o rating da Emae reflete a elevada previsibilidade de sua receita e de seu Ebitda, a partir de sua base de ativos no segmento de geração de energia elétrica no Brasil. Ainda de acordo com a Fitch, a classificação incorpora a expectativa de que a empresa permanecerá sem dívida nos próximos anos, com o somatório da sua liquidez ao final de 2024 e das indenizações a serem recebidas da Petrobras (PETR3, PETR4) em montante suficiente para cumprir o potencial novo investimento na construção de uma pequena central hidrelétrica (PCH). “Apesar de a geração de caixa operacional da Emae  estar altamente concentrada no seu principal ativo – o que representa um indicador de risco –, este fator não diferencia sua classificação da dos principais pares em escala nacional”, explica a Fitch.

Sabesp (SBSP3) contrata 2ª tranche de financiamento junto a IFC

A Sabesp (SBSP3) informou neste fim de semana, 9, que foi contratada a 2ª tranche no âmbito do contrato de financiamento, de 14 de novembro de 2024, com a International Finance Corporation – IFC, instituição do Grupo Banco Mundial. O valor é de US$ 600 milhões de dólares. O B1 Loan é caracterizado como um Blue Loan, em linha com as categorias de projetos azuis descritas no Framework de Finanças Sustentáveis (Blue Finance Framework), elaborado pela companhia em março de 2025. Os recursos serão direcionados a investimentos em infraestrutura de saneamento básico na Região Metropolitana de São Paulo, relacionados ao programa Integra Tietê.

Petrobras informa sobre acordo com a Proquigel 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que a Proquigel, subsidiária da Unigel, aprovou o acordo para encerramento das controvérsias contratuais e litígios existentes entre as partes. O conselho de administração da Petrobras ratificou a decisão, autorizando a celebração do acordo, com prazo para assinatura até 31/05/2025. O acordo prevê o restabelecimento da posse das plantas de fertilizantes (FAFENs), na Bahia e em Sergipe, e a retomada das operações pela Petrobras, mediante procedimento licitatório para contratação de serviços de operação e manutenção, em conformidade com as práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis. Para produzir seus efeitos, o acordo ainda precisará ser homologado pelo Tribunal Arbitral. Segundo a Petrobras, a “retomada de atividades da companhia nos segmentos de Fertilizantes busca capturar valor com a produção e a comercialização de produtos nitrogenados, conciliando com a cadeia de produção de óleo e gás natural e a transição energética”.

Banco do Brasil (BBAS3) altera data de divulgação do resultado do 1T25

O Banco do Brasil (BBAS3) alterou a data de divulgação do resultado do primeiro trimestre (1T25). Passou do dia 13 de maio para o dia 15 de maio (próxima quinta-feira). “Em virtude da participação da Presidenta do BB, Sra. Tarciana Paula Gomes Medeiros, na comitiva brasileira em visita oficial à China para diversos compromissos institucionais e comerciais entre os países, ficaria impossibilitada a sua presença nos eventos da divulgação do resultado do 1T25 previstos para o dia 13 de maio de 2025”, explicou o banco estatal. A live com analistas e investidores será realizada no dia 16 de maio, sexta-feira, a partir das 9 horas, horário de Brasília, e transmitida ao vivo no site de Relações com Investidores (www.bb.com.br/ri). 4. O Banco do Brasil informou também que a data de anúncio da distribuição dos juros sobre o capital próprio complementar referente ao 1º trimestre de 2025, será alterada para 15 de maio de 2025

Isa Energia (ISAE4): STJ pede convocação de audiência sobre disputa com Fazenda de SP 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Centro Judiciário de Soluções de Conflitos do STJ (Cejusc/STJ) convoque a Isa Energia (ISAE4) e a Fazenda Pública do Estado de São Paulo para uma audiência presencial de instalação da mediação a ser realizada no próximo dia 22 de maio. A informação consta em um comunicado da Isa Energia divulgado na última sexta-feira, 9. A companhia contesta a complementação de aposentadoria e pensão regida pela Lei Estadual 4.819/58, aplicável aos colaboradores admitidos pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) até maio de 1974. “Cabe destacar que o procedimento de mediação para uma tentativa de conciliação amigável perdurará enquanto houver intenção de ambas as partes em seguir com a mediação e não altera qualquer decisão judicial vigente ou o atual fluxo de pagamentos”, afirmou a Isa Energia. A companhia destacou que, caso seja infrutífera, o processo judicial será remetido de volta ao ministro relator, Francisco Falcão, que dará sequência ao trâmite normal do processo. Caso a mediação e a negociação sejam bem-sucedidas, as condições do acordo que for eventualmente firmado serão divulgadas pela Isa Energia tempestivamente.

Companhias que pagam provento ou ‘têm data’ com nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana.  A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 12

Movida (MOVI3) 

A Movida paga nesta segunda, 12, dividendos no valor de R$ 0,02 por ação. Tem direito as pessoas com ações da companhia em 30 de abril. As ações são negociadas ex-direito aos dividendos desde 2 de maio.

Embraer (EMBR3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Embraer anunciado em 29 de abril, é nesta segunda-feira, 12. As ações serão negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 13 de maio. O valor é de R$ 0,07 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 23 de maio.

Taesa (TAEE11) 

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Taesa anunciados em 7 de maio, é nesta segunda, 12. A partir do dia 13 de maio as ações e units passarão a ser negociadas “ex-JCP”. O valor por unit é R$ 0,54652244673. O valor por ação ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18. O pagamento do JCP ocorrerá no dia 27 de agosto de 2025.

Wilson Sons (PORT3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Wilson Sons é nesta segunda, 12. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 13 de maio. O valor a ser distribuído é de R$ 0,28 por ação ordinária. O pagamento será efetuado até 19 de maio de 2025.

BR Partners (BRBI11) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da BR Partners anunciados em 8 de maio, é nesta segunda, 12. As ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 13 de maio de 2025, inclusive. O valor por unit é R$ 0,30 (trinta centavos). O pagamento será em 23 de maio de 2025.

Terça, 13

Eletrobras (ELET3, ELET6) 

A Eletrobras paga na terça-feira, 13, dividendos adicionais. Será pago o valor de R$ 0,11 por ação preferencial de classe B e R$ 0,89 por ação ordinária. A data de corte para os detentores de ações de emissão da Eletrobras negociadas na B3 foi dia 29 de abril de 2025.

Brisanet (BRST3) 

A Brisanet (BRST3) paga na terça-feira 13 de maio, os juros sobre o capital anunciados em 30 de dezembro do ano passado. Será distribuído o montante de R$ 18 milhões. O valor líquido é de R$ 0,034930906 por ação ordinária. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 6 de janeiro de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-JCP” a partir de 7 de janeiro de 2025.

Whirlpool (WHRL3, WHRL4) 

A Whirlpool paga na terça-feira, 13, dividendos adicionais. O valor é de R$ 335 milhões, equivalente a R$ 0,21 por ação ordinária e R$ 0,23 por ação preferencial. Terão direito as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 25 de abril de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive.

Randoncorp (RAPT4) 

A Randoncorp paga na terça-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,04 por ação ordinária e preferencial. Terão direito de receber os dividendos acionistas detentores de ações no dia 30 de abril de 2025. Desde 2 de maio as ações são negociadas ex-dividendo. O pagamento inicia no dia 13 de maio de 2025.

Klabin (KLBN11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Klabin anunciado em 7 de maio, é na terça-feira, 13. As ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 14 de maio de 2025. O valor por unit KLBN11 é R$ 0,22. O valor por ação ordinária e preferencial é R$ 0,04. O pagamento desse dividendo será realizado em 22 de maio de 2025.

CSN Mineração (CMIN3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo e aos JCP da CSN Mineração anunciados em 8 de maio, é na terça-feira, 13. A partir do dia 14 de maio de 2025, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 0,20 por ação. Os JCP são no valor de  R$ 0,03 líquidos por ação. O pagamento desses proventos será feito até 31 de dezembro de 2025, em data a ser definida pela companhia.

Quarta, 14

JBS (JBSS3) 

A JBS paga na quarta-feira, 14, dividendos adicionais no valor de R$ 4.436.232.740,00. Esse valor corresponde a R$ 2 reais por ação. A data-base (data com) foi em 29 de abril. As ações são negociadas ex-dividendos desde 30 de abril.

Quinta, 15

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade paga na quinta-feira, 15, o dividendo aprovado na assembleia de abril e anunciado em 13 de fevereiro. O valor é R$ 0,32 por ação. A data de corte foi 30 de abril. As ações passaram a ser negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio.

Bradespar (BRAP4)

A Bradespar paga na quinta-feira, 15, dividendos complementares no montante de R$ 350 milhões. O valor é R$ 0,83 por ação ordinária e R$ 0,91 por ação preferencial. Esses dividendos complementares beneficiam acionistas inscritos nos registros da companhia em 25.4.2025. Os juros sobre o capital anunciados em 16.12.2024 também serão pagos na quinta 15.5.2025, no montante de R$ 80 milhões. Tem direito a esses JCP acionistas inscritos nos registros da companhia em 19 de dezembro de 2024. As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre o capital próprio” desde 20 de dezembro.

Copel (CPLE6)

A Copel paga na quinta-feira, 15, dividendo adicional. O valor total é de R$ 1,250 bilhão. O valor por ação ordinária – ON é R$ 0,39. O valor por ação preferencial classe “A” – PNA é R$ 0,43. O valor por ação preferencial classe “B” – PNB é R$ 0,43. Tem direito acionistas titulares de ações em 24 de abril. Desde 25 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex- dividendos”.

SLC (SLCE3) 

A SLC paga na quinta, 15, dividendos no valor de R$ 0,54 por ação ordinária. Tem direito acionistas com ações no dia 5 de maio de 2025. As ações de emissão da companhia são negociadas “ex-direito” a esses dividendos desde 6 de maio.

CSU (CSUD3) 

A CSU inicia na quinta-feira, 15, o pagamento de dividendos complementares relativos ao exercício de 2024. A data de corte foi 30 de abril. As ações passaram a ser negociadas ex-provento a partir de 2 de maio. O valor por ação é R$ 0,43.

Lavvi (LAVV3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da Lavvi é nesta na quinta-feira, 15. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 16 de maio, inclusive. O valor é R$ 0,10 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 26 de maio de 2025.

Ambev (ABEV3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da Ambev é na quinta-feira, 15. As ações passarão a ser negociados ex-dividendos a partir de 16 de maio de 2025 (inclusive). O valor é  R$ 0,12 por ação. O pagamento será em 7 de julho de 2025.

Alupar (ALUP11)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da Alupar é na quinta-feira, 15. A partir de 16 de maio, inclusive, as Units da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos. O valor é R$ 0,21 por Unit. Esses dividendos intercalares serão pagos em parcela única em até 60 dias a contar de 8 de maio.

PetroReconcavo (RECV3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da PetroReconcavo é na quinta-feira, 15. A partir de 16 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado no dia 27 de maio de 2025. O valor bruto é de R$ 0,90 por ação ordinária.

Sexta, 16

Localiza (RENT3) paga JCP

A Localiza paga na sexta-feira, 16, R$ 480.916.080,44 na forma de juros sobre o capital. O valor bruto por ação é R$ 0,45. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 26/03/2025, sendo que as ações, desde 27 de março são negociadas na bolsa de valores “ex” esses JCP.

Banrisul (BRSR6) 

O paga na sexta-feira, 16, paga dividendo complementar no valor bruto unitário de R$ 0,08 por ação ON, R$ 0,36 por ação PNA e R$ 0,08 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 5 de maio de 2025 (data da declaração).

Vittia (VITT3)

A Vittia (VITT3) divulgou que o pagamento dos juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 27 de dezembro de 2024, será realizado nesta sexta-feira, 16. O montante é de R$ 2.451.031,48. O valor por ação é R$ 0,01634756202.

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Copom eleva a taxa Selic para 14,75% ao ano; leia a íntegra do comunicado https://financenews.com.br/2025/05/copom-eleva-a-taxa-selic-para-1475-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2025/05/copom-eleva-a-taxa-selic-para-1475-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 07 May 2025 21:40:12 +0000 https://financenews.com.br/?p=186512     Atualizado às 18h48 O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu nesta […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

 

Atualizado às 18h48

O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 7, elevar a taxa básica de juros de 14,25% para 14,75% ao ano, um aumento de 0,5 ponto percentual. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado. Essa foi a sexta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde agosto de 2006, quando também estava em 14,75% ao ano.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo mostra-se adverso e particularmente incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de sua política comercial e de seus efeitos. A política comercial alimenta incertezas sobre a economia global, notadamente acerca da m​agnitude da desaceleração econômica e sobre o efeito heterogêneo no cenário inflacionário entre os países, com repercussões relevantes sobre a condução da política monetária. Além disso, o comportamento e a volatilidade de diferentes classes de ativos também têm sido afetados, com fortes reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário segue exigindo cautela por parte de países emergentes em ambiente de maior tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho ainda tem apresentado dinamismo, mas observa-se uma incipiente moderação no crescimento. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,5% e 4,5%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o ano de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,6% no cenário de referência (Tabela 1).

Os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, estão mais elevados do que o usual. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.

A conjuntura externa, em particular os desenvolvimentos da política comercial norte-americana, e a conjuntura doméstica, em particular a política fiscal, têm impactado os preços de ativos e as expectativas dos agentes. O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. O cenário segue sendo marcado por expectativas desancoradas, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho. Tal cenário prescreve uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período prolongado para assegurar a convergência da inflação à meta.

O Copom decidiu elevar a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 14,75% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação.

O Comitê se manterá vigilante e a calibragem do aperto monetário apropriado seguirá guiada pelo objetivo de trazer a inflação à meta no horizonte relevante e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h42

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 19, elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25% ao ano. É a quinta alta seguida na Selic. Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a Selic “em menor magnitude” na reunião de maio. Segundo o Copom, a inflação cheia e os núcleos (medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia) continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços continue alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo.

Leia a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo permanece desafiador em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente pela incerteza acerca de sua política comercial e de seus efeitos. Esse contexto tem gerado ainda mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed e acerca do ritmo de crescimento nos demais países. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de países emergentes.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo, ainda que sinais sugiram uma incipiente moderação no crescimento. A inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação e novamente apresentaram elevação nas divulgações mais recentes.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se de forma relevante e situam-se em 5,7% e 4,5%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,9% no cenário de referência (Tabela 1).

Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) impactos sobre o cenário de inflação de uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada; e (ii) um cenário menos inflacionário para economias emergentes decorrente de choques sobre o comércio internacional e sobre as condições financeiras globais.

O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes.

O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, projeções de inflação elevadas, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista.

O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, da elevada incerteza e das defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de menor magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

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Copom eleva a taxa Selic para 13,25% ao ano. Leia a íntegra do comunicado do Copom https://financenews.com.br/2025/01/copom-eleva-a-taxa-selic-para-1325-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-do-copom/ https://financenews.com.br/2025/01/copom-eleva-a-taxa-selic-para-1325-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado-do-copom/#respond Wed, 29 Jan 2025 21:43:51 +0000 https://financenews.com.br/?p=181138   Publicado às 18h423   A alta recente do dólar e as incertezas em torno […]

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Edifício-Sede do Banco Central em Brasília

 

Publicado às 18h423

 

A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em 1 ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de dezembro. Essa foi a quarta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária.

Leia abaixo a íntegra do comunicado do Copom:

“O ambiente externo permanece desafiador em função, principalmente, da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, o que suscita mais dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo segue exigindo cautela por parte de países emergentes.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho tem apresentado dinamismo. A inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação e novamente apresentaram elevação nas divulgações mais recentes.

As expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus elevaram-se de forma relevante e situam-se em 5,5% e 4,2%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 4,0% no cenário de referência (Tabela 1).

Persiste uma assimetria altista no balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) impactos sobre o cenário de inflação de uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada; e (ii) um cenário menos inflacionário para economias emergentes decorrente de choques sobre o comércio internacional e sobre as condições financeiras globais.

O Comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes.

O cenário mais recente é marcado por desancoragem adicional das expectativas de inflação, elevação das projeções de inflação, resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, o que exige uma política monetária mais contracionista.

O Copom então decidiu elevar a taxa básica de juros em 1,00 ponto percentual, para 13,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de mesma magnitude na próxima reunião. Para além da próxima reunião, o Comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Diogo Abry Guillen, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

 

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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/01/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-113/ https://financenews.com.br/2025/01/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-113/#respond Sun, 26 Jan 2025 23:04:22 +0000 https://financenews.com.br/?p=180929     Publicado às 19h55     Eventos no radar do mercado: Decisão sobre juros […]

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Publicado às 19h55

 

 

Eventos no radar do mercado:

Decisão sobre juros no Brasil

Um dos eventos mais importantes nesta semana é a decisão sobre os juros no Brasil. A divulgação é na quarta, 29, após às 18h30. A expectativa da maioria dos agentes financeiros é de alta de 100 pontos-base na Selic, passando de 12,25% para 13,25%. Mas há analistas que apostam em elevação para 13,75% ao ano. Será a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) sob coordenação de Gabriel Galípolo desde que assumiu a presidência do Banco Central do Brasil. O mercado vai avaliar o tom do comunicado do Copom, que poderá sinalizar os próximos passos da política monetária.  

Decisão sobre juros nos Estados Unidos

Também na quarta-feira, 29, ocorre a tão esperada decisão sobre os juros nos Estados Unidos. Será às 16h. A maior parte das projeções indica que as taxas na maior economia do mundo ficarão inalteradas pelo menos até junho. Investidores e analistas acompanham com atenção a entrevista coletiva do presidente do Banco Central dos EUA, Jerome Powell, na tarde de quarta. Essa entevista é importante principalmente após o presidente americano Donald Trump avisar que vai pedir a redução de juros no país. Ainda nos EUA, na sexta pela manhã será divulgado o índice de inflação preferido do BC americano, o PCE, o que pode mexer com os mercados.

Relatório de produção e vendas da Vale (VALE3)

Também está no radar do mercado a divulgação do relatório de produção e vendas do quarto trimestre (4T24) da Vale (VALE3). O relatório será apresentado no dia 28 de janeiro (terça-feira), após o fechamento do mercado. Já a divulgação dos resultados do 4T24 será em 19 de fevereiro (quarta-feira), após o fechamento do mercado.

Balanço das big techs nos EUA

A temporada de resultados nos Estados Unidos é destaque com os balanços das big techs. Na quarta-feira divulgam o resultado Microsoft, Tesla e Meta Platforms. Na quinta-feira, apresenta o balanço a Apple, Amazon e Intel.

Notícias corporativas

Petrobras avaliará possíveis impactos nas demonstrações financeiras de decisão da ANP sobre campos de Berbigão e Sururu 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) proferiu na quinta-feira, 23, decisão que determina a unificação dos campos de Berbigão e Sururu, localizados na concessão BM-S-11A, no pré-sal da Bacia de Santos, operado pela Petrobras (PETR3, PETR4) com 42,5% de participação. A decisão de unificação decorre da análise dos Planos de Desenvolvimento revisados das jazidas, que foram enviados pela Petrobras, na qualidade de operadora, à ANP em 2018. Esta decisão resulta no reporte da produção dos campos de Berbigão e Sururu em um único campo, majorando a alíquota aplicada no correspondente recolhimento de Participação Especial referente ao campo unificado, de forma retroativa à data de início da produção, explicou a petroleira. A decisão da ANP também determina a unificação das áreas referentes ao contrato de Cessão Onerosa do Bloco Entorno de Iara (Sul de Berbigão e Sul de Sururu; Norte de Berbigão e Norte de Sururu), operada pela Petrobras com 100% de participação; mas, neste caso, não há incidência de Participação Especial. Também foi determinada que a Superintendência de Participações Governamentais apure o valor de Participações Governamentais considerando os campos unificados. A Petrobras informou que avalia, no âmbito do consórcio, a adoção das medidas cabíveis nas esferas competentes. “A Petrobras avaliará os possíveis impactos nas suas demonstrações financeiras”, destacou a petroleira estatal.

Eletrobras (ELET3) inicia processo de deslistagem das ações da Latibex

A Eletrobras (ELET3) informou na sexta-feira, 24, que iniciou o processo de deslistagem das ações ordinárias e preferenciais classe “B” de emissão da companhia do Mercado de Valores Latinoamericanos (Latibex), segmento da Bolsa de Madrid. O Banco Santander foi contratado para atuar na coordenação do processo de deslistagem (entidad agente) e a Auriga Global Investor Sociedad de Valores como instituição intermediária (especialista) e agente facilitador para aqueles investidores que possuem ações da Eletrobras listadas na Latibex e desejam aliená-las antes da deslistagem.

Monteiro Aranha (MOAR3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital

A Monteiro Aranha (MOAR3) aprovou na sexta-feira, 24, o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no montante total de R$ 40 milhões. Esses juros sobre o capital próprio serão pagos à razão de R$ 3,264980690 por ação. Terá direito quem tiver ações de emissão da companhia em 29 de janeiro. A partir de 30 de janeiro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-direito” aos juros sobre capital próprio. O pagamento será realizado a partir de 10 de fevereiro de 2025.

Fundo Starwood vende todas as ações ordinárias que detinha da Log (LOGG3)

O Starwood Brasil Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia vendeu, no dia 24 de janeiro, 5.985.521 ações ordinárias de emissão da Log Commercial Properties (LOGG3). Essa quantia equivale a 6,15% do capital social total da companhia, passando a não mais deter quaisquer ações de emissão da companhia. “A alienação se deu no âmbito de sua estratégia de investimento e de acordo com seu regulamento”, afirmou o Fundo.

Grupo Mateus (GMAT3) inaugura loja no Maranhão e totaliza 273 em operação

O Grupo Mateus (GMAT3) anunciou a inauguração de mais um supermercado no Maranhão. Localizado na cidade de São Mateus, região central do estado, a nova loja marca a 79ª unidade do Grupo no segmento de varejo. Com essa inauguração, o Grupo inicia sua expansão no ano de 2025 e totaliza 273 lojas em operação.

Syn (SYNE3) recebe 1° parcela pela venda de imóvel em SP 

A Syn Prop e Tech (SYNE3) informou que foi realizado o primeiro fechamento da operação de venda pela companhia de sua participação no empreendimento denominado “Brasilio Machado”, localizado na Vila Olímpia, em São Paulo, para o BRC Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliário. Em razão do primeiro fechamento, a Syn recebeu na sexta-feira, 24, o valor de R$ 9,45 milhões. Conforme informado no comunicado ao mercado de 31 de outubro de 2024, a operação foi estruturada em 6 tranches, e a Syn receberá as 5 parcelas restantes, em meses alternados, sendo 4 parcelas no valor de R$ 4,72 milhões e a última parcela no valor de R$ 4,14 milhões.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Cxse3, Pssa3, Irbr3, Itsa4, Itub4, Wege3, Lavv3 e de Plpl3. Acesse o vídeo aqui.

Agenda de proventos desta semana:

Terça, 28

Plano & Plano (PLPL3) 

Na terça-feira, 28, a Plano & Plano tem ‘data com’ para o dividendo intercalar anunciado em 23 de janeiro.  As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos, a partir de 29 de janeiro. O montante total é de R$ 200 milhões de reais. O valor por ação é R$ 1,00601344537. O pagamento dos dividendos intercalares será realizado no dia 4 de fevereiro de 2025.

Quarta, 29

Taesa (TAEE11) 

A Taesa paga na quarta-feira, 29, os dividendos intercalares e juros sobre o capital aprovados em 6 de novembro. Os dividendos intercalares por Unit TAEE11 são no valor de R$ 0,26. Os juros sobre capital próprio por Unit TAEE11 são no valor de R$ R$ 0,39. O pagamento ocorrerá com base na posição acionária do dia 11 de novembro de 2024. Desde 12 de novembro as ações e units passaram a ser negociadas “ex-proventos”.

Odontoprev (ODPV3) 

A Odontoprev paga na quarta, 29, juros sobre o capital próprio anunciado em 17 de junho. O valor total bruto dos juros sobre o capital próprio soma R$ 21.641.858,23 correspondentes a R$ 0,03 por ação. O valor total líquido dos juros sobre o capital próprio é de R$ 18.395.579,50 correspondentes a R$ 0,03 por ação. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia em 24 de junho de 2024.

Monteiro Aranha (MOAR3) 

A data com para ter direito aos JCP anunciados pela Monteiro Aranha (MOAR3) em 24 de janeiro, é na quarta-feira, 29. A partir de 30 de janeiro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-direito”. O valor por ação é R$ 3,26. O pagamento será realizado a partir de 10 de fevereiro de 2025.

Quinta, 30

JHSF (JHSF3)

A data com para ter direito a 2° parcela de dividendos intermediários da JHSF é na quinta, 30. Essa segunda parcela será paga em 10/02/2025. O valor é R$ 0,03 por ação.

Schulz (SHUL3; SHUL4) 

A Schulz paga na quinta,30, juros sobre o capital próprio anunciados em 23 de dezembro. O valor bruto total é de R$ 34,3 milhões, correspondente a R$ 0,09 (valor bruto) e R$ 0,08 (valor líquido) por ação preferencial; e a R$ 0,09 (valor bruto) e R$ 0,07 (valor líquido) por ação ordinária. O pagamento será realizado com base na posição acionária de 30/12/2024.

Sexta, 31

Bradesco (BBDC4) 

O Banco Bradesco paga na sexta-feira, 31, juros sobre o capital próprio intermediários anunciados em 6 de junho de 2024, relativos ao primeiro semestre de 2024, no valor total de R$ 4 bilhões, sendo R$ 0,35 por ação ordinária e R$ 0,39 por ação preferencial. Serão beneficiados acionistas inscritos nos registros da Sociedade em 17.6.2024 (data-base de direito). O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,30 por ação ordinária e R$ 0,33 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

JSL (JSLG3) 

A JSL paga na sexta-feira, 31, dividendos e juros sobre o capital próprio anunciados em 19 de dezembro. O valor da distribuição total é de 119.666.987,49, correspondente a R$ 0,42 por ação. São R$ 28.150.234,77 em dividendos, correspondente a R$ 0,09 por ação, e R$ 91.516.752,72 na forma de JCP, correspondente a R$ 0,32 por ação. As ações da companhia são negociadas ex-direito aos juros sobre capital próprio e dividendos desde 27 de dezembro de 2024, inclusive.

Lojas Quero-Quero (LJQQ3) 

A Lojas Quero-Quero (LJQQ3) paga na sexta, 31, juros sobre o capital anunciados em 19 de dezembro no valor de R$ 23.807.547,87, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,12 por ação ordinária. O valor total líquido é de R$ 20.236.415,69, correspondendo ao valor líquido de R$ 0,10 por ação. Tem direito a receber os acionistas detentores de ações em 26 de dezembro de 2024.

Monteiro Aranha (MOAR3)

A Monteiro Aranha (MOAR3) paga a partir de sexta-feira, 31, os JCP anunciados em 21 de dezembro. O montante total bruto é de R$ 10 milhões. O valor por ação dos JCP é R$ 0,81. Haverá retenção de Imposto de Renda. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia em 27 de dezembro de 2024.

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Copom eleva a taxa Selic para 11,25% ao ano. Leia a íntegra do comunicado: https://financenews.com.br/2024/11/copom-eleva-a-taxa-selic-para-1125-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/ https://financenews.com.br/2024/11/copom-eleva-a-taxa-selic-para-1125-ao-ano-leia-a-integra-do-comunicado/#respond Wed, 06 Nov 2024 21:37:09 +0000 https://financenews.com.br/?p=176518   Publicado às 18h37   O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic em 0,50 […]

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Sede do Banco Central (Marcello Casal JrAgência Brasil)

 

Publicado às 18h37

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic em 0,50 ponto percentual. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 6. A decisão foi unânime. A Selic sai do patamar de 10,75% para 11,25% ao ano.

Leia a íntegra do comunicado do Copom

“O ambiente externo permanece desafiador, em função, principalmente, da conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed. Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho. O Comitê avalia que o cenário externo, também marcado por menor sincronia nos ciclos de política monetária entre os países, segue exigindo cautela por parte de países emergentes.

Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho segue apresentando dinamismo. A inflação cheia e as medidas subjacentes se situaram acima da meta para a inflação nas divulgações mais recentes.

As expectativas de inflação para 2024 e 2025 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 4,6% e 4,0%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o segundo trimestre de 2026, atual horizonte relevante de política monetária, situa-se em 3,6% no cenário de referência (Tabela 1).

O Comitê avalia que há uma assimetria altista em seu balanço de riscos para os cenários prospectivos para a inflação. Entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais apertado; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma desaceleração da atividade econômica global mais acentuada do que a projetada; e (ii) os impactos do aperto monetário sobre a desinflação global se mostrarem mais fortes do que o esperado.

O Comitê tem acompanhado com atenção como os desenvolvimentos recentes da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o cenário fiscal tem afetado, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes, especialmente o prêmio de risco e a taxa de câmbio. O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária.

O cenário segue marcado por resiliência na atividade, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas, o que demanda uma política monetária mais contracionista. Considerando a evolução do processo de desinflação, os cenários avaliados, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 11,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

O ritmo de ajustes futuros na taxa de juros e a magnitude total do ciclo de aperto monetário serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerão da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Roberto de Oliveira Campos Neto (presidente), Ailton de Aquino Santos, Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Gabriel Muricca Galípolo, Otávio Ribeiro Damaso, Paulo Picchetti, Renato Dias de Brito Gomes e Rodrigo Alves Teixeira.”

 

 

 

 

 

 

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