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G-20, fala de Guedes e outros assuntos que o mercado repercute nesta sexta https://financenews.com.br/2019/06/g-20-fala-de-guedes-e-outros-assuntos-que-o-mercado-repercute-nesta-sexta/ https://financenews.com.br/2019/06/g-20-fala-de-guedes-e-outros-assuntos-que-o-mercado-repercute-nesta-sexta/#respond Fri, 28 Jun 2019 02:38:58 +0000 https://financenews.com.br/?p=61655   Bolsas e petróleo (8h10min) China (Shanghai Comp.): -0,60% (pregão encerrado) Japão (Nikkei 225): -0,29% […]

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Presidente da China, Xi Jinping

 

Bolsas e petróleo (8h10min)

China (Shanghai Comp.): -0,60% (pregão encerrado)

Japão (Nikkei 225): -0,29% (pregão encerrado)

Alemanha (DAX): +0,49%

Londres (FTSE 100): +0,19%

Petróleo WTI: -0,02% (US$ 59,42)

Petróleo Brent: -0,12% (US$ 65,59)

Minério de ferro na China

Contratos futuros mais líquidos do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian, na China, tinham alta +2,07%, cotados a 838,50 iuanes. 

Futuros americanos

Em Wall Street, o Dow Jones futuro operava perto da estabilidade em +0,25% e o S&P 500 futuro em +0,21% às 8h12min.

Mercado digere fala de Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta, 27, que o Banco Central deve seguir reduzindo a alíquota de recolhimento de depósitos compulsórios em mais de R$ 100 bilhões. A medida deve ampliar o acesso ao crédito no país.

“Estamos fazendo a desestatização do mercado de crédito, despedalando os bancos públicos. Ontem (26) já houve a liberação de mais de R$ 20 bilhões de recolhimento compulsório, para ampliar o crédito privado, e vem aí mais de R$ 100 bilhões de liberação de compulsório mais à frente”, anunciou o ministro após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em Brasília.

Na quarta, 26, o BC decidiu reduzir a alíquota do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo em dois pontos percentuais, de 33% para 31%.

Reforma aprovada ainda este semestre

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) garantiu a investidores que a reforma da Previdência será aprovada antes do recesso.

O parecer deve ser votado na comissão na quarta-feira e a discussão no Plenário deve começar na segunda semana de julho.

Maia continua negociação com governadores

Após segunda reunião entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e oito governadores do Nordeste sobre a reforma da Previdência (PEC 6/19), o acordo para reincluir estados e municípios no texto continua indefinido.

Segundo o presidente da Câmara, os governadores apresentaram uma pauta de reivindicações que deve ser discutida com líderes partidários e o relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).

“Estamos conversando, ainda tem muito diálogo, vamos ver quais são os pontos colocados por eles, isso vai ser tratado hoje à noite ou amanhã de manhã com o relator da reforma e outros líderes”, disse Maia.

G-20

Começou nesta sexta-feira no Japão o encontro das 20 maiores economias do mundo.

Os investidores aguardam com expectativa o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e o da China, Xi Jinping, às margens da cúpula do G-20. O objetivo é que tentem avançar um acordo para uma trégua na guerra comercial.

BC anuncia leilões para rolagem integral de swaps

O Banco Central, nos dias 1º e 2 de julho próximo, efetuará leilões para a rolagem integral dos contratos de swap cambial vincendos em 1º de agosto de 2019, perfazendo um total de 12.350 contratos. Atualmente, o estoque de contratos de swap cambial do Banco Central equivale a US$ 68,9 bilhões, dos quais US$ 618 milhões referentes ao vencimento de agosto.

O BC informou que poderá rever os montantes ofertados “sempre que necessário”.

Análise gráfica

Análise do Ibovespa, Petr4, Vale3, Tots3, Rail3, Brfs3 e de outros papéis

Notícias corporativas

Conselho do Bradesco aprova pagamento de JCP intermediário

Usiminas vai pagar juros sobre o capital

Oferta subsequente de ações da Petrobras é aberta na B3

Cemig obtém decisão favorável em processo judicial

Linx compra Millennium Network

Hypera aprova distribuição de juros sobre o capital

 

 

 

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Guedes diz que vai liberar mais de R$ 100 bi em compulsórios https://financenews.com.br/2019/06/guedes-diz-que-vai-liberar-mais-de-r-100-bi-em-compulsorios/ https://financenews.com.br/2019/06/guedes-diz-que-vai-liberar-mais-de-r-100-bi-em-compulsorios/#respond Thu, 27 Jun 2019 21:18:23 +0000 https://financenews.com.br/?p=61626   Publicado às 18h19min O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta, 27, que […]

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Publicado às 18h19min

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta, 27, que o Banco Central deve seguir reduzindo a alíquota de recolhimento de depósitos compulsórios em mais de R$ 100 bilhões. A medida deve ampliar o acesso ao crédito no país.

“Estamos fazendo a desestatização do mercado de crédito, despedalando os bancos públicos. Ontem (26) já houve a liberação de mais de R$ 20 bilhões de recolhimento compulsório, para ampliar o crédito privado, e vem aí mais de R$ 100 bilhões de liberação de compulsório mais à frente”, anunciou o ministro após se reunir com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em Brasília.

Na quarta, 26, o BC decidiu reduzir a alíquota do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo em dois pontos percentuais, de 33% para 31%. A alteração, que terá efeito a partir do mês que vem, vai destravar R$ 16,1 bilhões. O compulsório é a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a manter em uma conta no Banco Central, e representa uma das ferramentas da autoridade monetária para regular a quantidade de dinheiro em circulação na economia. Por meio do compulsório, o BC garante que os juros das instituições financeiras estejam alinhados com a taxa Selic, juros básicos da economia. Ao reduzir a alíquota, a autoridade monetária libera mais recursos para serem emprestados.

Em nota, o BC destacou que a redução estrutural dos compulsórios é uma das ações da agenda do banco, mas não estipulou prazos nem os valores que serão flexibilizados.

“A redução estrutural dos compulsórios é uma das ações da Agenda BC#, parte do pilar de eficiência de mercado. O aprimoramento dos atuais instrumentos de assistência financeira de liquidez, também previsto na Agenda BC#, nos permitirão trabalhar com um nível de compulsórios mais baixo no futuro”, disse o BC.

“A ação ainda está em curso, sem definições de prazos ou montantes. O BC não antecipa decisões ou regulações”, acrescenta a nota.

Agência Brasil

 

 

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BC reduz compulsório sobre leasing e injeta R$ 8,2 bi na economia https://financenews.com.br/2019/05/bc-reduz-compulsorio-sobre-leasing-e-injeta-r-82-bi-na-economia/ https://financenews.com.br/2019/05/bc-reduz-compulsorio-sobre-leasing-e-injeta-r-82-bi-na-economia/#respond Thu, 23 May 2019 23:11:24 +0000 https://financenews.com.br/?p=59700 Publicado às 20h09min O Banco Central (BC) reduziu a parcela que as instituições financeiras são […]

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Publicado às 20h09min

O Banco Central (BC) reduziu a parcela que as instituições financeiras são obrigadas a recolher sobre operações de leasing, divulgou nesta quinta à noite a autoridade monetária. A mudança resultará na injeção de R$ 8,2 bilhões na economia, de acordo com o órgão.

Em circular editada no fim da tarde, o BC excluiu da base de cálculo do compulsório sobre depósitos a prazo os depósitos interfinanceiros feitos por Sociedades de Arrendamento Mercantil (SAM) em instituições financeiras de um mesmo conglomerado. Dessa forma, esses depósitos deixarão de entrar na parcela dos depósitos a prazo sobre a qual as instituições financeiras são obrigadas a depositar uma parte no BC.

Segundo o BC, o órgão regulamentou uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) de 2016, que proibiu operações compromissadas (com compromisso de o tomador devolver os recursos depois de alguns meses) com lastro em títulos de instituições ligadas ou integrantes de um conglomerado. O período de transição para a decisão entrar em vigor havia acabado em dezembro do ano passado, mas a regulamentação para os depósitos interfinanceiros das SAM em instituições do mesmo conglomerado não havia saído até agora.

As novas regras entrarão em vigor em 1º de julho, com efeitos no sistema financeiro a partir de 15 de julho. Segundo o BC, os R$ 8,2 bilhões que deixarão de ser recolhidos atualmente representam 3,3% do total de compulsórios sobre depósitos a prazo.

Histórico

Os depósitos interfinanceiros de SAM fazem parte da estratégia de instituições financeiras que usavam debêntures (tipo de título privado) emitidas por companhias de leasing do mesmo conglomerado para captar recursos de investidores por meio de operações compromissadas. Os recursos eram captados do público e repassados às SAM, retornando às instituições financeiras por meio dos depósitos interfinanceiros.

Por muito tempo, os bancos usavam os depósitos interfinanceiros das empresas de leasing para escapar dos compulsórios. Até que, em janeiro de 2008, o recolhimento passou a incidir também sobre essas operações. No fim de 2016, essas transações foram proibidas, mas o estoque de R$ 8,2 bilhões continuou até agora parado no BC.

Informações da Agência Brasil

 

 

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BC simplifica recolhimento obrigatório e libera R$ 2,7 bilhões https://financenews.com.br/2018/11/bc-simplifica-recolhimento-obrigatorio-e-libera-r-27-bilhoes/ https://financenews.com.br/2018/11/bc-simplifica-recolhimento-obrigatorio-e-libera-r-27-bilhoes/#respond Thu, 22 Nov 2018 17:00:34 +0000 https://financenews.com.br/?p=47325   O Banco Central (BC) simplificou as regras dos recolhimentos compulsórios e, com isso, liberou […]

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O Banco Central (BC) simplificou as regras dos recolhimentos compulsórios e, com isso, liberou no mercado R$ 2,7 bilhões. As alterações produzirão efeitos no final do ano. O compulsório é a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a manter em uma conta no BC e representa uma das ferramentas da autoridade monetária para regular a quantidade de dinheiro em circulação na economia.

Em nota, o banco informou hoje (22) que fez ajustes nos recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista (dinheiro disponível para saque pelo cliente a qualquer momento) e a prazo (quando o dinheiro fica parado no banco, rendendo por determinado período).

“As mudanças estão no âmbito do pilar Crédito mais Barato da Agenda BC+ [formada por medidas para tornar o crédito mais barato, aumentar a educação financeira, modernizar a legislação e tornar o sistema financeiro mais eficiente] e fazem parte do trabalho de

simplificação das regras do recolhimento compulsório, permitindo uma redução dos custos para o sistema financeiro”, diz o BC.

Segundo BC, foram editadas duas circulares que consolidaram regras antes dispersas em 17 documentos. Foi antecipado para dezembro de 2018 o fim de deduções nos compulsórios que acabariam no final de 2019.

Para compensar as alterações nas deduções, a alíquota sobre recursos a prazo foi reduzida de 34% para 33% e a sobre recursos à vista de 25% para 21%, gerando uma liberação residual da ordem de 0,6% do recolhimento total (R$ 435,906 bilhões).

Além disso, acrescenta o BC, foram atualizados os valores de algumas deduções como as baseadas no nível I do Patrimônio de Referência das instituições financeiras nos recolhimentos sobre recursos a prazo e como as que incidem sobre os valores médios do

recolhimento compulsório sobre recursos à vista (sobe de R$ 200 milhões para R$ 500 milhões).

De acordo com o BC, as alterações nos compulsórios sobre recursos à vista e a prazo fazem com que oito instituições de menor porte passem a não ter mais obrigatoriedade desses recolhimentos.

Ainda segundo o BC, diminui também a exigência mínima diária de cumprimento da exigibilidade de 80% para 65% sobre os montantes de exigibilidade sobre recursos à vista, permitindo maior flexibilidade aos bancos e garantindo melhores condições de funcionamento do mercado monetário.

Informações da Agência Brasil

 

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Moody’s faz relatório positivo sobre corte no compulsório de bancos brasileiros https://financenews.com.br/2018/04/moodys-faz-relatorio-positivo-sobre-corte-no-compulsorio-de-bancos-brasileiros/ https://financenews.com.br/2018/04/moodys-faz-relatorio-positivo-sobre-corte-no-compulsorio-de-bancos-brasileiros/#respond Thu, 05 Apr 2018 23:33:31 +0000 https://financenews.com.br/?p=32424   A agência de classificação de risco Moody’s divulgou, nesta quinta-feira (5), relatório em que […]

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Moody's

 

A agência de classificação de risco Moody’s divulgou, nesta quinta-feira (5), relatório em que avalia como positiva para a economia brasileira a redução dos depósitos compulsórios do setor bancário, aprovada há uma semana pelo Banco Central (BC).

“A redução nos compulsórios é crédito positiva para os maiores bancos do Brasil, porque reduzirá os custos de financiamento ao liberar para o sistema financeiro R$ 25,7 bilhões (US$ 7,8 bilhões) de recursos depositados no Banco Central”, afirma a Moody’s.

Conforme determinou o Banco Central, a parcela do compulsório dos depósitos à vista que as instituições financeiras são obrigadas a recolher à autoridade monetária foi reduzida de 40% para 25%. Já a parcela dos depósitos na poupança rural que deve ser repassada ao BC caiu de 21% para 20%.

Para os demais tipos de poupança, a alíquota passou de 24,5% para 20%.

Além disso, o Banco Central aumentou para R$ 200 milhões (US$ 60,7 milhões) o valor que cada banco pode deduzir da base do depósito à vista para o cálculo das reservas obrigatórias. Antes, esse valor era R$ 70 milhões (US$ 21,2 milhões).

De acordo com a Moody’s, a ação do Banco Central visa a estimular o crescimento dos empréstimos, no momento em que os consumidores e as empresas começam a mostrar um apetite maior por crédito. “No entanto, um aumento no crédito dependerá estratégias de risco de crédito dos bancos, que se concentraram em empréstimos garantidos ao consumidor, crédito consignado, hipotecas, financiamento de veículos e empréstimos de curto prazo e garantidos e empresas de médio porte”, diz a agência.

Informações da Agência Brasil

 

 

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BC reduz depósito compulsório e injeta R$ 25,7 bilhões na economia https://financenews.com.br/2018/03/bc-reduz-deposito-compulsorio-e-injeta-r-257-bilhoes-na-economia/ https://financenews.com.br/2018/03/bc-reduz-deposito-compulsorio-e-injeta-r-257-bilhoes-na-economia/#respond Thu, 29 Mar 2018 00:00:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=31951   A partir de abril, os bancos terão mais dinheiro para emprestarem. O Banco Central […]

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Brasília - A Polícia Militar (PM) descartou que houvesse bomba em uma mochila deixada hoje (26) na rampa de acesso ao Banco Central (BC), em Brasília. (José Cruz/Agência Brasil)

Banco Central (BC), em Brasília. (José Cruz/Agência Brasil)

 

A partir de abril, os bancos terão mais dinheiro para emprestarem. O Banco Central (BC) reduziu de 40% para 25% a parcela do compulsório dos depósitos à vista que as instituições financeiras são obrigadas a recolher à autoridade monetária. A parcela dos depósitos na poupança rural que deve ser repassada ao BC caiu de 21% para 20%.

Para a poupança comum as demais modalidades de depósito, a alíquota passou de 24,5% para 20%.

De acordo com o BC, a mudança libera R$ 25,7 bilhões no sistema financeiro e faz os compulsórios retornar aos níveis anteriores aos da crise financeira global de 2008.

O compulsório é a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a manter em uma conta no Banco Central e representa uma das ferramentas da autoridade monetária para regular a quantidade de dinheiro em circulação na economia.

Por meio do compulsório, o BC garante que os juros das instituições financeiras estejam alinhados com a taxa Selic – juros básicos da economia. Ao reduzir a alíquota, a autoridade monetária libera mais recursos para serem emprestados.

Segundo o chefe do Departamento de Operações Bancárias do BC, Flávio Túlio Vilela, a redução dos compulsórios pode resultar na diminuição do spread bancário – diferença entre os juros que o banco paga ao investidor que empresta a ele e as taxas cobradas de quem contrai operações de crédito.

“É sempre mais fácil imaginar a redução no spread com os recursos estando diretamente nas instituições [financeiras] e não aqui [retidas no Banco Central]. Estando nas mãos das instituições, elas podem estudar a melhor forma de usar esses recursos e acreditamos que uma parte significativa vai para o mercado de crédito”, disse.

Informações da Agência Brasil

 

 

 

 

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