Arquivos BB - Finance News https://financenews.com.br/tag/bb/ Notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa Mon, 25 May 2026 14:25:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://financenews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/5-150x150.png Arquivos BB - Finance News https://financenews.com.br/tag/bb/ 32 32
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Publicado às 11h26

Ibovespa

Às 11h20 o Ibovespa tinha alta de 0,29% aos 176.728 pontos. Às 11h21 o dólar comercial caía 0,32% cotado a R$ 5,012 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Com o preço do barril de petróleo Brent em baixa nesta sessão, as ações ON e PN da Petrobras operavam em queda nesta manhã. Às 11h23 os papéis PN caíam 1,62% a R$ 43,76.

Prio (PRIO3), Brava (BRAV3)

Às 11h23 as ações da Prio caíam 2,73% e os da Brava desvalorizavam 0,51%. Já os papéis da PetroReconcavo operavam em alta. No horário subiam 1,72%.    

Vale (VALE3)

Às 11h22 as ações da Vale tinham baixa de 0,29% cotadas a R$ 82,86. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,06%. Mas nas negociações noturnas caía 1%.

BB (BBAS3), Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4)

Entre as maiores altas da carteira do Ibovespa nesta manhã estavam as ações do Banco do Brasil, Itaú e Bradesco. Os papéis do BB subiam 1,81% às 11h22.

Mills (MILS3) 

Às 11h21 as ações da companhia saltavam 16,11%. Os acionistas controladores da Mills (MILS3) celebraram um contrato obrigando-se a alienar a totalidade da sua participação na companhia, correspondente a 50,3% do capital social, à Loxam. A Loxam se obrigou a adquirir as ações que compõem o bloco de controle da Mills pelo preço de R$ 16 por ação.  

Automob (AMOB3)

A Automob vendeu para a CBR 247, sociedade de propósito específico controlada pela Cyrela (CYRE3), um terreno com área de 22.778 m² localizado no bairro Vila Leopoldina, no município de São Paulo. O valor será definido com base no desenvolvimento do empreendimento e situado entre o mínimo de R$ 85 milhões e o máximo de R$ 93 milhões. Automob receberá uma unidade comercial construída de aproximadamente 2.055 m² para implantar uma nova concessionária no local onde fica o terreno. 

Gafisa (GFSA3) 

A Gafisa divulgou que recebeu pedido de convocação de assembleia geral encaminhado por um grupo de acionistas titulares de ações representativas de mais de 3% de seu capital social. A companhia informou que o conselho de administração se reunirá dentro do prazo legal para analisar o pedido e adotar as providências cabíveis. 

B3 (B3SA3)

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a reprovação da compra da CRDC pela B3 e o acordo de parceria delas com ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Smartfit (SMFT3) 

O conselho de administração da Smartfit aprovou nesta segunda-feira, 25, o programa de recompra de ações de emissão da companhia. O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 13.642.846, representativas de até 2,5% das 556.690.345 ações em circulação nesta data. O programa de recompra vai até 25 de novembro de 2027. 

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A avaliação do resultado do Nubank, MBRF, Cyrela, 3tentos, Copasa, BB e da Petrobras https://financenews.com.br/2026/05/a-avaliacao-do-resultado-do-nubank-mbrf-cyrela-3tentos-copasa-bb-e-da-petrobras/ https://financenews.com.br/2026/05/a-avaliacao-do-resultado-do-nubank-mbrf-cyrela-3tentos-copasa-bb-e-da-petrobras/#respond Sat, 16 May 2026 21:38:27 +0000 https://financenews.com.br/?p=207709   Publicado às 18h36 Nubank (ROXO34): como o mercado avaliou o resultado do primeiro trimestre […]

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Publicado às 18h36

Nubank (ROXO34): como o mercado avaliou o resultado do primeiro trimestre

Para o Safra, o Nubank (B3: ROXO34; Nasdaq: NU) divulgou resultados mistos no primeiro trimestre de 2026 (1T26). Seus analistas avaliam que o balanço trouxe um viés levemente mais negativo, principalmente por causa da evolução dos indicadores de crédito.

O ponto central do trimestre esteve no avanço relevante das operações classificadas em estágio intermediário de risco, que cresceram muito acima da sazonalidade histórica.

Esse movimento importa porque a migração inicial de uma carteira saudável para um estágio de maior risco já exige uma parcela relevante das provisões esperadas ao longo da vida do crédito, comenta a equipe do Safra.

Na avaliação do banco, o dado mais relevante do trimestre foi o forte crescimento das operações classificadas em estágio intermediário e avançado de risco. Só as novas provisões ligadas ao estágio intermediário somaram US$ 535 milhões, muito acima dos US$ 183 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Para a equipe de analistas, a trajetória do segundo trimestre dependerá do comportamento dessas carteiras que migraram recentemente para uma faixa de risco maior. Se elas permanecerem nesse estágio, a pressão pode ser mais limitada. Por outro lado, se avançarem para um nível mais crítico, novas provisões devem voltar a pesar sobre o resultado.

A receita total do Nubank somou US$ 4,968 bilhões, em linha com a estimativa do Safra. O desempenho refletiu receitas com tarifas ligeiramente maiores e receitas de juros um pouco menores.

O lucro líquido reportado ficou em US$ 872 milhões, 6% abaixo da projeção do Safra. Parte desse número foi favorecida por uma alíquota efetiva de imposto de 8,7%, abaixo do patamar que a própria companhia espera para os próximos trimestres.

Já a XP comentou em relatório que, apesar de uma leitura negativa de qualidade de crédito no 1T26, marcada por um aumento de 89 bps na base trimestral na inadimplência curta, provisões acima do esperado e pressão na margem financeira ajustada ao risco, observa a dinâmica subjacente como amplamente explicada por fatores identificáveis, e não como indicativa de deterioração estrutural. A XP destacou que não vê o trimestre como um ponto de inflexão negativa. Em vez disso, enxerga uma assimetria ainda atrativa, sustentada por avenidas de crescimento, métricas operacionais resilientes e um valuation que já incorpora espaço para revisões de curto prazo, reforçando a convicção de seus analistas na tese.

MBRF (MBRF3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26)

O time de analistas da XP comenta em relatório que a MBRF (MBRF3) reportou um sólido resultado acima do esperado no primeiro trimestre (1T26), embora provavelmente não totalmente recorrente. Para seus analistas, a queima de caixa de R$ 1,262 bilhão foi o ponto negativo, embora a variação cambial tenha ajudado no trimestre, levando a alavancagem a permanecer estável na base trimestral, ainda em um nível desconfortável.

A equipe do banco Safra destaca que a companhia entregou um resultado melhor do que o projetado pelo mercado no primeiro trimestre de 2026. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado ficou 8% acima da estimativa do Safra e 6% acima do consenso.

Na avaliação do banco, o trimestre foi positivo e refletiu, sobretudo, a força da operação de carne bovina na América do Sul. A divisão conseguiu ampliar margens mesmo diante da alta no preço do gado, o que reforçou a percepção de boa execução operacional.

Ao mesmo tempo, a BRF apresentou desempenho robusto nos mercados internacionais. A avaliação é que esse movimento compensou, em parte, a fraqueza do mercado doméstico. Por isso, apesar de um ambiente ainda pressionado em algumas frentes, o resultado consolidado surpreendeu positivamente, ressalta o Safra.

Cyrela (CYRE3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26)

Na avaliação do time de analistas do BTG a Cyrela (CYRE3) apresentou resultados mais fracos no primeiro trimestre (1T26), com receita líquida de R$ 2 bilhões, crescimento de 4% ano/ano, mas abaixo das estimativas. O lucro líquido somou R$ 297 milhões, queda de 9% na base anual de comparação e abaixo das projeções devido a receita líquida mais fraca e maiores despesas comerciais.

Para o Safra, a companhia divulgou um resultado abaixo das estimativas no primeiro trimestre de 2026. O principal fator de pressão veio da receita mais fraca, em um período marcado pelo reconhecimento integral de vendas fora do balanço no trimestre anterior e por um volume menor de lançamentos.

Se o lucro veio abaixo do esperado, a geração de caixa foi um dos pontos fortes do trimestre. A Cyrela gerou R$ 134 milhões em caixa, bem acima da estimativa de R$ 56 milhões do Safra.

3tentos (TTEN3): a avaliação do resultado do primeiro trimestre (1T26)

O BTG destaca em relatório que a 3tentos (TTEN3) apresentou resultados fortes no primeiro trimestre (1T26), com receita líquida crescendo 20% na base anual de comparação para R$ 4,2 bilhões e Ebitda ajustado dobrando em relação ao ano anterior para R$ 394 milhões, acima das estimativas. A expansão de margens foi impulsionada principalmente pelos segmentos de Varejo e Grãos, enquanto a divisão Industrial manteve margens estáveis ajustadas pelos efeitos de hedge, ressalta o banco.

Para o time de analistas do Safra, a 3tentos abriu 2026 com um trimestre forte. A companhia entregou crescimento de 20% na receita líquida e desempenho acima das estimativas do banco, sustentada principalmente pelas operações de insumos agrícolas e comercialização de grãos.

A receita líquida somou R$ 4,2 bilhões no primeiro trimestre, número 6% superior à projeção do Safra. A avaliação é que o resultado refletiu volumes elevados em fertilizantes, milho e soja, além de uma composição mais favorável das operações.

O destaque veio do maior peso do Mato Grosso nas vendas. Segundo a equipe de analistas, essa mudança melhorou de forma relevante a rentabilidade do trimestre e explica parte importante da surpresa positiva em margem.

Banco do Brasil: como o mercado avaliou o resultado do 1T26

Para o BTG Pactual, o Banco do Brasil reportou resultados fracos no primeiro trimestre (1T26), com lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões e  Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) de 7,3%, queda de 30% na base trimestral e de e 54% na anual.

O principal impacto negativo continuou vindo do elevado custo de crédito, especialmente na carteira do agronegócio e no aumento da inadimplência em crédito para pessoas físicas, comenta a equipe de analistas.

O guidance de lucro líquido ajustado para 2026 foi revisado para baixo, passando de R$ 20 bilhões – 26 bilhões para R$ 18bi – R$ 22 bilhões, refletindo maior prudência diante da baixa visibilidade operacional, avalia o BTG.

Seus analistas também destacam que as provisões, incluindo descontos concedidos, cresceram 82% ano/ano para R$ 20,1 bilhões, impulsionadas pelo aumento da inadimplência inicial em pessoas físicas, enquanto o agronegócio segue apresentando tendência de deterioração.

Para o time de analistas da Genial, o banco estatal reportou um primeiro trimestre fraco, mas em linhas gerais amplamente esperado. Para a casa, o principal destaque negativo ficou para a revisão do guidance de 2026, anunciado há apenas três meses, refletindo uma deterioração mais intensa e prolongada do custo de crédito, especialmente no agronegócio. Segundo a equipe da Genial, a revisão reforça que o processo de normalização do ciclo rural deve ser mais lento do que o próprio banco e o mercado antecipavam inicialmente.

A equipe da Genial destaca ainda que a deterioração segue concentrada principalmente nas linhas ligadas à qualidade dos ativos, enquanto a recuperação continua dependendo da normalização gradual do ciclo do agronegócio, algo que, na visão da casa, dificilmente deve ocorrer antes do segundo semestre de 2026.

Para a XP, o 1T26 do BB foi fraco, embora em linha, com a principal preocupação migrando do resultado em si para a piora do cenário. O time da XP reforçou sua recomendação “neutra” para o ativo, dado o ainda baixo nível de visibilidade e a assimetria de riscos negativa, com espaço para novas revisões para baixo.

Petrobras: como o mercado avaliou o resultado do 1T26?

O mercado repercute nesta terça-feira, 12, o resultado da Petrobras no primeiro trimestre de 2026 (1T26).

Para a XP, apesar de ter aumentado sequencialmente (+7,3% na base trimestral), o Ebitda ajustado de US$ 11,7 bilhões ficou abaixo das suas estimativas e do consenso. O lucro líquido ficou praticamente em linha com as estimativas da casa.

Consequentemente, os dividendos e a geração de fluxo de caixa livre também ficaram abaixo das projeções. A equipe da XP comenta que o resultado abaixo das expectativas é explicado principalmente por preços de realização mais baixos do que o esperado nas exportações de petróleo bruto. A casa espera resultados substancialmente melhores no segundo trimestre (2T26).

Para a Genial Investimentos, a Petrobras entregou um resultado operacionalmente forte no 1T26, ainda que os números consolidados não reflitam integralmente o ambiente significativamente mais favorável para o petróleo observado ao longo do trimestre. Para seus analistas, o segundo trimestre de 2026 tende a apresentar números mais fortes tanto em receita quanto em geração de caixa e dividendos.

Em relatório o time de analistas comenta que o resultado operacionalmente sólido no 1T26 foi sustentado por três fatores principais: forte aumento do Brent (ainda não capturado em sua totalidade nos resultados); crescimento da produção de óleo e gás; e  desempenho excepcional do segmento de Refino, Transporte e Comercialização.

O BTG comenta em relatório que a tese se mantém intacta apesar do trimestre abaixo do esperado.

A avaliação do resultado da Copasa no 1T26

Para o BTG, a Copasa apresentou resultados razoáveis no primeiro trimestre de 2026 (1T26), com receita líquida ex-construção de R$ 1,91 bilhão, alta de 2,5% ano/ano, mas ligeiramente abaixo das estimativas, refletindo volumes praticamente estáveis e reajuste tarifário de 6,56%. O Ebitda atingiu R$ 790 milhões, queda de 3% na base anual e 5% abaixo das estimativas. Excluindo outros efeitos, o Ebitda ajustado teria alcançado R$ 752 milhões, em linha com as projeções, afirma o banco.

Já o lucro líquido totalizou R$ 368 milhões, impactado por despesas financeiras líquidas maiores do que o esperado e efeitos de derivativos e variação cambial, comenta a equipe do BTG em relatório.

Para o time de analistas da XP, a Copasa reportou resultados fracos no primeiro trimestre.

Já a Genial Investimentos chama a atenção que o atual nível de preços precifica a possibilidade da privatização ser bem sucedida em praticamente 100%. Em relatório, seus analistas destacam que o processo de privatização encontra-se em estágio avançado e segue sendo o grande gatilho para o case.

Para a casa, a melhora operacional já observada antecipa o potencial de captura adicional de eficiência sob uma gestão privada, com maior racionalidade econômica, otimização de Capex e possível reprecificação estrutural do múltiplo da companhia.

Na visão da Genial Investimentos, a combinação entre melhoria operacional já em curso e avanço concreto da desestatização mantém assimetria positiva relevante para o papel. A Genial está colocando a recomendação e preço-alvo sob revisão.

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Publicado às 11h33

Ibovespa

Às 11h32 o Ibovespa subia 0,78% aos 184.878 pontos. No mesmo horário, o dólar comercial caía 0,01% a R$ 5,156 na venda.

Prio (PRIO3)

Sob impacto do preço do petróleo, as ações da Prio subiam 3,61% às 11h31. O mercado repercute ainda os resultados do quarto trimestre (4T25) da petroleira. A XP destaca que o Ebitda aumentou sequencialmente (+7% na comparação com o terceiro trimestre de 2025) apesar dos preços mais baixos do Brent. A petroleira informou que o primeiro óleo de Wahoo é esperado nos próximos dias, um marco importante na tese de investimento, afirma a equipe da XP,  destacando que a Prio é sua preferência no setor de óleo e gás. Já o BTG ressalta que a produção aumentou 46% na base trimestral para cerca de 128 mil barris por dia, refletindo a retomada da produção e incorporação de participação adicional de 40% em Peregrino. O banco menciona em relatório que o principal catalisador segue sendo o primeiro óleo de Wahoo, com expectativa de crescimento adicional no curto prazo via os 20% remanescentes em Peregrino, além de desalavancagem ao longo de 2026 e anúncio de política de dividendos no primeiro semestre deste ano, o que sustenta a manutenção de Prio como ‘top pick’ (ação preferida).

Petrobras (PETR4)

Com o preço do barril de petróleo Brent em alta de 4%, as ações das Petrobras operavam no positivo. Às 11h31 os papéis PETR4 subiam 3,61% a R$ 44,48.   

Vale (VALE3)

Às 11h31 as ações da Vale tinham queda de 0,40% a R$ 80,24.

Allos (ALOS3)

Para o time de analistas do BTG a Allos reportou um 4T25 sólido, com resultados amplamente em linha com as estimativas e indicadores operacionais consistentes.

Cury (CURY3)

Às 11h30 as ações subiam 5,30%. A Cury reportou um 4T25 forte em todas as linhas, com crescimento sólido de receita líquida e lucro líquido na comparação anual, ressalta o BTG Pactual.

Raízen (RAIZ4)

Às 11h29 as ações subiam 1,92% a R$ 0,53. A Raízen pediu recuperação extrajudicial para reestruturar dívidas de R$ 65 bilhões.

Cosan (CSAN3) 

A Cosan esclareceu em um fato relevante que a recuperação extrajudicial apresentada pela Raízen possui escopo restrito às obrigações financeiras específicas do Grupo Raízen, não envolvendo, afetando ou gerando qualquer repercussão sobre as obrigações, operações, estrutura de capital ou posição financeira da Cosan e de suas controladas (Grupo Cosan). “As atividades, compromissos e relações comerciais do Grupo Cosan permanecem inalterados e seguirão sendo conduzidos regularmente, não havendo qualquer impacto direto decorrente do referido pedido”, afirmou a companhia.

Alliança Saúde (AALR3)

Isabella de Queiroz Sequeiros Tanure Corrêa renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração da Alliança Saúde e Participações. A companhia informou que deu início ao processo de sucessão ao cargo.

BB (BBAS3)

O Banco do Brasil paga nesta quarta-feira, 11, R$ 400,3 milhões sob a forma de juros sobre o capital próprio. O valor por ação é de R$ 0,07. Esse JCP tem como base a posição acionária de 02/03/2026, sendo as ações negociadas “ex” desde 03/03/2026.

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Rápidas: Petrobras, Vale, Prio, PetroReconcavo, Rumo, Ultrapar, Dexco, Raízen, BB, Iguatemi https://financenews.com.br/2026/03/rapidas-petrobras-vale-prio-petroreconcavo-rumo-ultrapar-dexco-raizen-bb-iguatemi/ https://financenews.com.br/2026/03/rapidas-petrobras-vale-prio-petroreconcavo-rumo-ultrapar-dexco-raizen-bb-iguatemi/#respond Thu, 05 Mar 2026 14:33:50 +0000 https://financenews.com.br/?p=203654   Publicado às 11h32 Ibovespa Às 11h32 o Ibovespa tinha queda de 1,37% aos 182.818 […]

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Publicado às 11h32

Ibovespa

Às 11h32 o Ibovespa tinha queda de 1,37% aos 182.818 pontos. Às 11h30 o dólar comercial subia 0,75% a R$ 5,256 na venda. 

Petrobras (PETR3, PETR4)

Expectativa para a divulgação do resultado do quarto trimestre de 2025 da Petrobras. O balanço será divulgado hoje após o fechamento do mercado. O Banco Safra espera que os dividendos da Petrobras no 4T25 devem chegar a US$ 1,5 bilhão. Mesmo com a alta do preço do barril de petróleo, negociado acima de 83 dólares nesta quinta, as ações da estatal tinham queda. Às 11h30 os papéis PETR4 caíam 0,79% a R$ 40,18. 

Prio (PRIO3), Brava (BRAV3), PetroReconcavo (RECV3) 

A alta do preço do petróleo impacta positivamente as ações das petroleiras juniores. Às 11h29 os papéis da Prio subiam 2,02%; os da Brava tinham alta de 0,85% e os da PetroReconcavo subiam 0,88%.

Vale (VALE3)

Às 11h28 as ações da Vale tinham queda de 1,13% a R$ 83,14.

Rumo (RAIL3)

Para a XP, a Rumo reportou resultados negativos no 4T25, como esperado. Mas reiterou a recomendação de “compra”, avaliando que os ajustes recentes de preços terminaram no 4T25 e tornaram a Rumo competitiva para capturar o cenário favorável de grãos em 2026. Seus analistas destacam que a companhia reportou volumes novamente sólidos para fevereiro/26. Às 11h28 as ações RAIL3 subiam 1,08%.

Ultrapar (UGPA3)

O BTG Pactual comenta em relatório que a Ultrapar reportou Ebitda ajustado de R$ 1,75 bilhão no quarto trimestre, 4% acima de suas estimativas e 6% acima do consenso, impulsionado principalmente pelo desempenho da Ipiranga. A geração de caixa foi forte em R$1,1 bilhão. Às 11h27 as ações UGPA3 subiam 0,39%.

Dexco (DXCO3)

Às 11h27 as ações da Dexco tinham queda de 5,70%. Na avaliação do BTG Pactual, a Dexco reportou resultados fracos no 4T25, com Ebitda de R$ 416 milhões, abaixo das estimativas. A alavancagem permaneceu elevada, mas apresentou leve melhora para 3,35x Dívida Líquida/Ebitda após operações envolvendo ativos florestais. O time de analistas observa que as divisões em reestruturação, Deca e Cerâmicas, mostraram pouco progresso no período e ficaram abaixo das expectativas. 

Raízen (RAIZ4)

As ações da Raízen tinham alta de 1,67% às 11h26. Na véspera, a companhia disse que avalia recuperação extrajudicial e aporte de R$ 4 bilhões.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil paga nesta quinta-feira, 5, os juros sobre capital próprio anunciados em 11 de fevereiro no valor por ação de R$ 0,22149188952. Esses JCP tem como base a posição acionária de 23 de fevereiro de 2026. As ações são negociadas “ex-JCP” desde 24 de fevereiro.

Iguatemi (IGTI11) 

A Iguatemi paga nesta quinta-feira, 5, a primeira parcela do dividendo anunciado em 22 de dezembro de 2025. Essa primeira parcela no valor de R$ 0,16 por unit teve data de corte em 19/02/2026.

Irani (RANI3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Irani anunciado na segunda-feira, 2 de março, é nesta quinta, 5. As ações serão negociadas ex-dividendo a partir de 6 de março de 2026. O valor total é de R$ 9,58 milhões, correspondente a R$ 0,041575446 por ação ordinária. O pagamento será realizado até 20 de março de 2026.

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Rápidas: Petrobras, Prio, PetroReconcavo, Brava, Vale, Kepler Weber, Aura, BB, Bradesco, Itaú, Banestes https://financenews.com.br/2026/03/rapidas-petrobras-prio-petroreconcavo-brava-vale-kepler-weber-aura-bb-bradesco-itau-banestes/ https://financenews.com.br/2026/03/rapidas-petrobras-prio-petroreconcavo-brava-vale-kepler-weber-aura-bb-bradesco-itau-banestes/#respond Mon, 02 Mar 2026 14:30:04 +0000 https://financenews.com.br/?p=203442   Publicado às 11h30 Ibovespa Às 11h29 o Ibovespa tinha queda de 0,68% aos 187.510 pontos. […]

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Publicado às 11h30

Ibovespa

Às 11h29 o Ibovespa tinha queda de 0,68% aos 187.510 pontos. No mesmo horário o dólar comercial subia 1,37% a R$ 5,205 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às ações da Petrobras abriram em forte alta nesta segunda-feira com o preço do barril de petróleo Brent disparando 8%. Às 11h28 as ações PN subiam 4,65% a R$ 41,16.

Prio (PRIO3)

As ações das petroleiras juniores também operavam no positivo nesta manhã. Às 11h27 os papéis da Prio subiam 4,81% a R$ 57,11. O BTG destaca em relatório que o conflito no Irã levou a manter a exposição ao petróleo inalterada por meio da Prio. No setor, a petroleira segue como principal escolha do banco. Já a XP aumentou o preço-alvo para a Prio de R$ 60 para R$ 64. 

PetroReconcavo (RECV3) e Brava (BRAV3)

Às 11h27 as ações da PetroReconcavo subiam 3,41% e os da Brava, tinham alta de 3,76%. 

Vale (VALE3)

Às 11h27 as ações da Vale tinham leve queda de 0,23% a R$ 88,27. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,87% a 754,5 iuanes (US$ 109,7)

Kepler Weber (KPLE3)

Às 11h27 os papéis da companhia subiam 2,47%. A Kepler Weber informou nesta segunda-feira que seu conselho de administração aprovou a assinatura do acordo que estabelece os termos da combinação de negócios com a GPT. A gigante norte-americana propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. Acesse aqui a íntegra do fato relevante com mais detalhes.

Aura (AURA33)

Com a alta do ouro nesta sessão, os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da Aura subiam 2,49% às 11h26.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga nesta segunda-feira, 2, JCP mensal no valor líquido de  R$ 0,0150 por ação. A data-base foi em 30 de janeiro.

Banestes (BEES3, BEES4) 

O Banestes paga nesta segunda-feira, 2, JCP mensal no valor de R$ 0,02446013983 por ação ordinária e preferencial. A data-base foi em 2 de fevereiro.

Bradesco (BBDC4)

O Bradesco paga nesta segunda, 2, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi em 3 de fevereiro.

BB Seguridade (BBSE3) 

A BB Seguridade paga nesta segunda, 2, dividendo no valor de R$ 2,60 por ação. Esse dividendo foi anunciado em dezembro de 2025 e os detalhes foram informados em 9 de fevereiro. Para ter direito tinha que ter ações da seguradora em 12 de fevereiro de 2026. Os papéis da companhia são negociados ex-dividendos desde 13 de fevereiro de 2026.

Banco do Brasil (BBAS3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco do Brasil anunciados em 19 de fevereiro, é nesta segunda-feira, 2. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 3 de março. O valor por ação é de R$ 0,07 e será pago em 11 de março de 2026.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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Publicado às 11h37

Ibovespa

Às 11h36 o Ibovespa tinha leve baixa de 0,19% aos 190.178 pontos. Às 11h34 o dólar comercial caía 0,50% a R$ 5,150 na venda. 

Petrobras (PETR3, PETR4)

Os papéis da Petrobras operavam em alta nesta manhã. Às 11h34 as ações PN subiam 1,90% a R$ 38,69. O preço do barril de petróleo tinha alta de 0,7% no horário.

Vale (VALE3)

Às 11h34 as ações da mineradora tinham leve alta de 0,28% a R$ 87,05. A Vale informou nesta segunda-feira que prevê investimentos de US$ 3,5 bilhões em cobre em Carajás até 2030.

Cosan (CSAN3)

Às 11h34 as ações subiam 3,52%. A Cosan anunciou que está avaliando a realização de uma oferta pública inicial de distribuição de ações (IPO) de emissão da Compass Gás e Energia. 

Axia (AXIA3)

A Axia Energia informou nesta segunda-feira, 23, que a Usina Hidrelétrica de Colíder deixou oficialmente o estado de “alerta” e retornou ao estado de “atenção”, após análises técnicas confirmarem que as intervenções realizadas foram eficazes para solucionar a condição que havia motivado o estado de “alerta”. A companhia iniciará na data de hoje, o reenchimento do reservatório de forma gradual e controlada.

Telefônica Brasil (VIVT3)

Às 11h33 as ações subiam 2,58% com o mercado repercutindo positivamente o balanço. A Telefônica Brasil teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 1,87 bilhão, alta de 6,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). A companhia anunciou ainda a criação de um novo programa de recompra de ações para os anos de 2026 e 2027. Poderão ser compradas até o máximo de 42.861.656 ações ordinárias. Também informou que será pago em 14 de abril os JCP anunciados ao longo de 2025. 

Pine (PINE4)

O Banco Pine contratou o BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários para exercer a função de formador de mercado de suas ações preferenciais. O Banco também protocolou na Comissão de Valores Mobiliários, o pedido de registro de oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 21.860.095 ações preferenciais. A quantidade de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida em até 45,45%. O Pine pretende utilizar os recursos líquidos provenientes da Oferta para otimizar sua estrutura financeira e de capital.

Aura (AURA33)

Às 11h32 os BDRs da Aura Minerals tinham valorização de 2,33% devido à alta do ouro. O Safra espera que a Aura reporte Ebitda de US$ 215 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), alta de 42% na base trimestral e 6% acima do consenso. Para o banco, a melhora deve ser sustentada por preços realizados de ouro maiores, entre outros fatores. A Aura divulgará os resultados na próxima quinta, 26 de fevereiro. 

Ultra (UGPA3) 

O mercado repercute a informação divulgada pelo blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo, de que o BTG Pactual foi contratado pelo grupo Ultra para vender a Ipiranga. O grupo Ultra ainda não se manifestou sobre a informação. Analistas questionam o que a companhia faria com o dinheiro, caso se concretizasse a venda. Há tempos circulam no mercado rumores de que a Ultra tem interesse de comprar participação na Rumo (RAIL3). Às 11h32 as ações da Rumo subiam 2,67%.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil (BBAS3) atualizou o valor por ação dos juros sobre o capital anunciados em 11 de fevereiro. O valor por ação atualizado até esta segunda-feira, 23 de fevereiro, é R$ 0,22051742307. O valor anunciado em 11 de fevereiro era R$ 0,21978938776.

O valor será atualizado, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2025) até a data do pagamento, em 5 de março de 2026. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito a esse provento é nesta segunda-feira, 23. As ações serão negociadas “ex-JCP” a partir de terça-feira, 24.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Telefônica Brasil anunciados em 12 de fevereiro, é nesta segunda-feira, 23. A partir de terça, 24, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é R$ 0,08. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

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Publicado às 11h35

Ibovespa

Às 11h34 o Ibovespa tinha baixa de 0,58% aos 187.447 pontos. Às 11h32 o dólar comercial caía 0,44% cotado a R$ 5,204 na venda.

Petrobras (PETR4)

Após as recentes altas, as ações tinham leve queda nesta manhã. Às 11h33 os papéis PN caíam 0,37% a R$ 37,67. A Petrobras paga nesta sexta-feira a primeira parcela do provento aprovado em 6 de novembro de 2025 pelo conselho de administração. O valor é de R$ 0,48 por ação. Essa primeira parcela será paga integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. Para ter direito ao pagamento desse provento tinha que ter ações da petroleira em 22/12/2025. As ações da Petrobras são negociadas ex-direitos na B3 desde 23 de dezembro de 2025.

Vale (VALE3)

As ações abriram em queda mas viraram para alta. Às 11h33 subiam 0,65% a R$ 84,64.

Assaí (ASAI3): 

O time de analistas da XP manteve a recomendação de “compra” para a companhia e elevou o preço-alvo de R$ 12 para R$ 13 (fim de 2026). 

Vibra (VBBR3)

O site Brazil Journal reportou que a Vibra está negociando uma transação em estágio avançado para vender uma participação da Comerc, trazendo um parceiro estratégico para a plataforma de renováveis. Em relatório, o BTG destaca que o mercado tende a receber bem a notícia de uma potencial transação envolvendo a Comerc, considerando que muitos investidores entendem que o valor de mercado atual da Vibra não incorpora sua participação na Comerc, e a alavancagem da Vibra diminuiria, enquanto o lucro líquido aumentaria levemente. 

Randoncorp (RAPT4)

Às 11h32 as ações da companhia caíam 2,29%. A Randoncorp divulgou que teve em janeiro, receita líquida consolidada de R$ 922,5 milhões, queda de 7,2% em relação ao mês de janeiro de 2025. A Randoncorp divulgará o resultado do quarto trimestre (4T25) em 12 de março.

Frasle (FRAS3)

Às 11h31 as ações da companhia caíam 4,24%. A Frasle, controlada da Randoncorp, teve em janeiro/26, receita líquida consolidada de R$ 361,8 milhões, queda de 17,6% em relação ao mesmo mês de 2025. A Frasle divulgará o resultado do quarto trimestre em 11 de março.

Banco do Brasil (BBAS3)

Na véspera o Banco do Brasil anunciou a distribuição de R$ 400.396.500,00 a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,07. Os valores serão pagos em 11/03/2026, tendo como base a posição acionária de 02/03/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 03/03/2026.  

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Notícia da Petrobras, Cyrela, BB, Allos, Oncoclínicas e da Gol https://financenews.com.br/2026/02/noticia-da-petrobras-cyrela-bb-allos-oncoclinicas-e-da-gol/ https://financenews.com.br/2026/02/noticia-da-petrobras-cyrela-bb-allos-oncoclinicas-e-da-gol/#respond Fri, 20 Feb 2026 00:29:48 +0000 https://financenews.com.br/?p=202857     Notícias corporativas Oncoclínicas (ONCO3) esclarece notícia na imprensa A Oncoclínicas (ONCO3) se manifestou […]

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Notícias corporativas

Oncoclínicas (ONCO3) esclarece notícia na imprensa

A Oncoclínicas (ONCO3) se manifestou na noite desta quinta-feira, 19, sobre a notícia veiculada pela Bloomberg de que o CEO da companhia, Bruno Lemos Ferrari, deixou o cargo.

Em um comunicado ao mercado, a Oncoclínicas afirmou que não houve nenhuma alteração na composição de sua diretoria estatutária ou de seu conselho de administração. “Como já comunicado anteriormente, o processo de sucessão do Sr. Bruno Lemos Ferrari está em andamento, agora em fase avançada e, assim que for concluído, o mercado será tempestivamente informado”, destacou a companhia.

A Bloomberg reportou que Bruno Ferrari, deixou o cargo, e a Oncoclínicas deve apresentar seu sucessor ao conselho na próxima semana. A informação é atribuída a uma “pessoa com conhecimento do assunto”.

Gol conclui oferta pública de aquisição de ações preferenciais

A companhia aérea Gol (GOLL54) divulgou na noite desta quinta-feira, 19, que a Gol Investment Brasil (GIB) adquiriu 5,66 bilhões de ações preferenciais no leilão da oferta pública de aquisição (OPA) realizado nesta data.

Em um fato relevante enviado ao mercado, a companhia informou que o volume representa 0,06% do capital social total da companhia e 75% das ações preferenciais ofertadas. O preço foi de R$ 11,45 por lote de mil ações, somando cerca de R$ 64,8 milhões.

Após a liquidação financeira da OPA, que ocorrerá no próximo dia 23 de fevereiro (liquidação), a ofertante passará a ser titular de 967.162.416.253 ações preferenciais, representativas de 99,95% do capital social total da companhia.

A partir de 24 de fevereiro as ações preferenciais da companhia passarão a ser negociadas no segmento Básico de mercado de ações da B3 (deixando de integrar o Nível 2 da B3).

Allos ajusta valor por ação de dividendo intermediário

A Allos (ALOS3) informou nesta quinta-feira, 19, que houve alteração do número de ações em tesouraria da Allos. Dessa forma, o valor bruto final dos dividendos intermediários a ser pago no dia 3 de março de 2026 passou a ser R$ 0,292479767 por ação.

A ‘data com’ para ter direito a esse dividendo intermediário anunciado em 16 de dezembro, foi nesta quinta-feira, 19. A partir desta sexta, 20 de fevereiro, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo.

Cyrela anuncia data de pagamento das frações de ações decorrentes de bonificação

A Cyrela (CYRE3) informou nesta quinta-feira, 19, que em leilão realizado na B3 foram alienadas as 35.916 ações de emissão da companhia decorrentes das frações remanescentes do processo de bonificação de ações preferenciais de classe especial.

Por meio das alienações no âmbito do leilão, a Cyrela apurou o resultado líquido total de R$ 1.071.631,86, correspondente a R$ 29,83 por ação.

O resultado líquido do leilão será disponibilizado aos titulares das frações de ações agrupadas, na proporção de suas respectivas frações, em 24 de fevereiro de 2026.

Banco do Brasil (BBAS3) anuncia R$ 400 milhões em JCP relativo ao 1T26

O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta quinta-feira, 19, que aprovou a distribuição de R$ 400.396.500,00 a título de remuneração antecipada aos acionistas sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,07014190105. Os valores serão pagos em 11/03/2026, tendo como base a posição acionária de 02/03/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 03/03/2026.

Vale lembrar que no dia 11 de fevereiro o Banco do Brasil anunciou a distribuição de R$ 1.234.746.707,80 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao quarto trimestre de 2025. O valor por ação é R$ 0,21630429188. O valor por ação atualizado até 11 de fevereiro era  R$ 0,21978938776. Esse valor será atualizado pela taxa Selic da data do balanço (31/12/2025) até a data do pagamento (05/03/2026) e terá como base a posição acionária de 23/02/2026.

 

 

Petrobras paga provento nesta sexta-feira, 20

A Petrobras (PETR3, PETR4) paga nesta sexta-feira, 20, a primeira parcela do provento aprovado em 6 de novembro de 2025 pelo conselho de administração. O valor é de R$ 0,48052467 por ação. Essa primeira parcela será paga integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP). Para ter direito ao pagamento desse provento tinha que ter ações da petroleira em 22/12/2025. As ações da Petrobras são negociadas ex-direitos na B3 desde 23 de dezembro de 2025.

Vale lembrar que a segunda parcela, no valor de R$ 0,47160377 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de março de 2026, sendo R$ 0,17518233 sob a forma de JCP e R$ 0,29642144 sob a forma de dividendos.

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Mercados nesta quinta, minério, petróleo, repercussão do resultado do BB, lucro da Totvs, Banrisul, Riachuelo e outros destaques https://financenews.com.br/2026/02/mercados-nesta-quinta-minerio-petroleo-repercussao-do-resultado-do-bb-lucro-da-totvs-banrisul-riachuelo-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/02/mercados-nesta-quinta-minerio-petroleo-repercussao-do-resultado-do-bb-lucro-da-totvs-banrisul-riachuelo-e-outros-destaques/#respond Thu, 12 Feb 2026 11:03:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=202527   Publicado às 8h03 Bolsas, petróleo e bitcoin (8h) Alemanha (DAX): +1,29%  Londres (FTSE 100): […]

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Publicado às 8h03

Bolsas, petróleo e bitcoin (8h)

Alemanha (DAX): +1,29% 

Londres (FTSE 100): +0,29%

Japão (Nikkei 225): +0,14% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,05% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,86% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: -0,39% (US$ 69,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,26% (US$ 64,4)

Bitcoin futuro: +0,23% (US$ 68.045)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,31% (US$ 5.082)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,20% a 762 iuanes (US$ 110,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 8h01 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,27% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,25%. Nasdaq futuro subia 0,23%.

Notícias corporativas

Banco do Brasil reporta lucro de R$ 5,74 bilhões no 4T25

O mercado repercute nesta quinta-feira, 12, os números do balanço do Banco do Brasil. Na avaliação da XP, o Banco do Brasil apresentou um lucro líquido de R$ 5,7 bilhões no 4T25, acima do consenso e da sua estimativa, marcando uma recuperação sequencial em relação ao 3T25. Mas observa que a surpresa positiva foi amplamente impulsionada por um efeito tributário positivo de R$ 1,8 bilhão no trimestre, enquanto os custos de crédito permanecem elevados em R$ 18 bilhões, o índice de cobertura continua em queda e as tendências de qualidade de ativos no agronegócio continuam pressionando.

Já na avaliação de analistas da Genial Investimentos, apesar do lucro ter vindo substancialmente acima das expectativas, a qualidade do resultado permanece fragilizada. O time destaca que o indicador de rentabilidade ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) avançou para 12,1% no trimestre (vs. 8,2% no 3T25), porém ainda bem abaixo do recente histórico de um ROE de 20% e aquém do custo de capital do banco, pressionado pela deterioração carteira de crédito, principalmente do segmento rural e mudanças contábeis para provisionamento esperado.

O Banco do Brasil (BBAS3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado de R$ 5,74 bilhões, queda de 40,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Em relação ao terceiro trimestre de 2025 (3T25) houve alta de 51,7%. No acumulado de 2025, o lucro chegou a R$ 20,7 bilhões.

Com relação à inadimplência, no 4T25, o índice de atrasos acima de 90 dias avançou 2,1 pontos percentuais na comparação com o mesmo período de 2024 e 0,66 p.p. frente ao trimestre anterior, para 5,17%.

A inadimplência da carteira agro atingiu 6,09%, aumento de 125 bps no trimestre. A inadimplência da carteira de pessoas físicas encerrou o período em 6,56%, elevação de 55 bps. O indicador de atraso para a carteira de pessoas jurídicas foi de 3,75%, impactada por um caso específico na carteira de TVM. Desconsiderando esse efeito pontual, o indicador teria sido de 2,86%

As Receitas de Prestação de Serviços totalizaram R$ 34,8 bilhões em 2025. O desempenho foi sustentado principalmente pela performance positiva das linhas de administração de fundos, taxas de administração, consórcios e rendas de mercado de capitais. No 4T25, as receitas somaram R$ 8,8 bilhões, apresentando retração de 0,3% em relação ao 3T25, impactada pelas linhas de administração de fundos, seguros e pela menor quantidade de dias úteis no período.

No 4T25, a Margem Financeira Bruta (MFB) totalizou R$ 27,8 bilhões, com crescimento trimestral de 5,4% e redução de 0,8% na comparação entre os exercícios (2025/2024). Na comparação trimestral, destaque para a redução das despesas de captação comercial (-4,7%), influenciadas pelo mix das captações e pelo efeito calendário. Em relação às receitas financeiras, estáveis na comparação trimestral, destaque para o desempenho das receitas de operações de crédito com pessoas físicas (+5,5%), em linha com a estratégia de diversificação do mix e com o ganho de representatividade do “Crédito ao Trabalhador”.

Banco do Brasil (BBAS3) anuncia pagamento de juros sobre o capital

O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de R$ 1.234.746.707,80 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao quarto trimestre de 2025. O valor por ação é R$ 0,21630429188. O valor por ação atualizado até está quarta-feira, 11, é R$ 0,21978938776. Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2025) até a data do pagamento (05/03/2026) e terão como base a posição acionária de 23/02/2026. As ações serão negociadas a “ex” a partir de 24/02/2026.

Ambev reporta lucro líquido de R$ 4,52 bi no 4T25; companhia define data de pagamento de JCP

A Ambev (ABEV3) divulgou nesta quinta-feira, 12, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 4,52 bilhões, queda de 9,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). O lucro líquido ajustado foi de R$ 4,61 bilhões, redução de 8% na mesma base de comparação.

O Ebitda ajustado foi de R$ 8,85 bilhões, queda de 8% sobre um ano antes. A margem passou de 35,6% para 35,7%. A receita líquida teve queda de 8,2% na base anual para R$ 24,8 bilhões.

A Ambev estima que o custo dos produtos vendidos (CPV) por hectolitro, excluindo depreciação e amortização, para seu negócio de cerveja no Brasil deve apresentar crescimento entre 4,5% e 7,5% no ano de 2026, principalmente devido aos custos relacionados às commodities, sobretudo o alumínio, e pelo mix de portfólio.

O conselho de administração da Ambev aprovou o pagamento da 1ª parcela dos juros sobre capital próprio (JCP) anunciados em 9 de dezembro de 2025. O pagamento será efetuado em 6 de abril de 2026 no valor bruto de R$ 0,075 por ação, correspondente ao valor líquido de R$ 0,063 por ação, já deduzido o imposto de renda na forma da legislação aplicável e permanecendo inalteradas as datas-base consideradas quando da deliberação da distribuição, quais sejam 18 de dezembro de 2025 no que se refere à B3, e 22 de dezembro de 2025 no que se refere à New York Stock Exchange (NYSE). As ações e os ADRs passaram a ser negociados ex-JCP a partir de 19 de dezembro de 2025 (inclusive). A data do pagamento do valor remanescente será deliberada em nova reunião do conselho de administração e oportunamente divulgada ao mercado, observado o prazo de 31 de dezembro de 2026.

Log (LOGG3) anuncia a venda de ativos por R$ 1 bi

A Log (LOGG3) celebrou um acordo vinculante para a estruturação de um veículo de investimentos a ser constituído, no valor estimado de R$ 1.046.669.000,00 em regime de garantia firme. A transação tem como finalidade adquirir, direta ou indiretamente, um portfólio de 12 ativos operacionais da companhia, que abrange uma Área Bruta Locável (ABL) total de 340.216 m² (100% Log). O preço da transação é próximo ao valor patrimonial líquido dos ativos (NAV), e representa uma margem bruta de 33%. Quando concluída, esta será a maior operação de venda já realizada pela Log, afirmou a companhia em um comunicado.

No âmbito da transação, a Log manterá a gestão comercial dos ativos, a administração imobiliária e dos condomínios, o que propicia novas receitas de serviços e a retenção da inteligência comercial e da carteira de clientes.

“A conclusão da transação, além de trazer maior eficiência para a estrutura de capital da companhia, antecipará recursos necessários à execução do plano de investimentos previsto para 2026, com a finalidade de destravar o potencial de geração de valor associado aos novos projetos em desenvolvimento”, destacou a Log em um fato relevante.

Banrisul (BRSR6) reporta lucro de R$ 656,9 milhões no 4T25, alta de 131%

O Banrisul (BRSR6) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 656,9 milhões. Esse valor corresponde à alta de 131% em relação ao quarto trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025, o lucro líquido do banco estatal gaúcho atingiu R$ 1,6 bilhão, alta de 75,2% frente ao resultado registrado em 2024. Segundo o banco, é o maior resultado de sua história.

O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROAE) ajustado anualizado subiu para 14,9% ao final do 4T25, ante 11% no mesmo intervalo de 2024.

A margem financeira cresceu 8,6% na base anual, totalizando R$ 6,4 bilhões.

A carteira de crédito do Banrisul atingiu R$ 65 bilhões no 4T25, expansão de 4,8%.

Riachuelo (RIAA3) reporta lucro R$ 322 milhões no 4T25

A Riachuelo (RIAA3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido consolidado de R$ 321,9 milhões, alta de 28,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O Ebitda consolidado somou R$ 659,8 milhões, crescimento de 16,7% na base anual.

A receita líquida totalizou R$ 3,2 bilhões, expansão de 5,9% na comparação com o 4T24.

Assaí (ASAI3) reporta lucro de R$ 78 milhões no quarto trimestre de 2025

O Assaí (ASAI3) teve lucro líquido de R$ 78 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 83,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

Segundo a varejista, o lucro líquido trimestral foi afetado negativamente em R$ 521 milhões referente à provisão de impairment da FIC e positivamente em R$ 75 milhões por créditos extemporâneos relativos à pagamentos de IRPJ/CSLL a maior. Adicionalmente aos impactos acima mencionados para o trimestre, o lucro líquido do ano ainda contou com impacto de R$ 121 milhões de créditos de subvenção registrados na linha de Imposto de Renda e Contribuição Social. Para fins de comparabilidade, o lucro líquido ajustado pelo impacto negativo da provisão de impairment da FIC (R$ 344 milhıes lÌquidos de IRPJ/CSLL) e pelo efeito positivo dos créditos tributários acima mencionados, totalizou R$ 347 milhões no 4T25 e R$ 847 milhıes em 2025, explicou a companhia.

O Ebitda ajustado (pré-IFRS16) foi de R$ 1,3 bilhão, avanço anual de 1,2%. A receita líquida atingiu R$ 20,7 bilhões no quarto trimestre de 2025, leve expansão de 3,1% ante um ano antes.

Totvs poderá recomprar até 20 milhões de ações

A Totvs (TOTS3) anunciou também que seu conselho de administração aprovou um programa de recompra de ações até o limite de 20 milhões de ações.

“O objetivo do programa de recompra 2026 é maximizar a geração de valor para o acionista e promover a alocação eficiente de capital, podendo as ações recompradas serem mantidas em tesouraria, canceladas ou alienadas”, destacou a companhia.

O programa será encerrado até 12 de fevereiro de 2027. A Totvs tem 533.997.411 ações em circulação.

Totvs reporta lucro de R$ 273 milhões no 4T25, alta anual

A Totvs (TOTS3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido consolidado de R$ 273,5 milhões, crescimento de 44,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24). Já o lucro líquido ajustado somou R$ 257,9 milhões, alta de 14,3% em relação ao 4T25.

O Ebitda ajustado foi de R$ 408,7 milhões, alta de 24,3% na base anual de comparação.

A receita líquida consolidada atingiu R$ 1,506 bilhão, expansão anual de 16,3%.

Totvs anuncia o lançamento do Lynn, primeiro foundation de AI B2B do mercado brasileiro

A Totvs anunciou o lançamento oficial do Lynn, o primeiro foundation de AI (Artificial Intelligence) B2B do mercado brasileiro.

O Lynn é um foundation de AI de propósito específico, baseado no conceito de Artificial Narrow Intelligence (ANI). Sendo especializado, o Lynn tem domínio do contexto, o que traz para o cliente mais acuracidade, desempenho, governança e segurança de dados, aliados a um custo menor, afirmou a companhia em um fato relevante enviado ao mercado.

No documento, a Totvs disse que acredita que a ANI é o caminho para a adoção de AI pelas empresas, em particular no SMB (PME – Pequenas e Médias Empresas).

“A especialização também permite à Totvs alavancar seus ativos estruturais mais valiosos: a base diversificada de mais de 70 mil clientes, profunda expertise funcional em softwares de gestão, o controle do System of Record (por onde transita parcela significativa do PIB brasileiro) e uma plataforma de distribuição singular”, afirmou a companhia.

Para acelerar essa adoção e a evolução do foundation Lynn, entre outros ativos de AI, a Totvs estima intensificar os investimentos, especialmente em capex, em cerca de R$ 75 milhões por ano, nos próximos quatro anos, em um Capex total de desenvolvimento de software de cerca de R$ 600 milhões nesse período.

Este aporte reforçará a visão de longo prazo da companhia, consolidando a Inteligência Artificial como um dos pilares de sua estratégia de crescimento, destacou a empresa.

A principal monetização deste investimento vem do modelo TaaS (Task as a Service), que demanda a implementação de quatro atividades complementares: 1) Universalização do T-Cloud: essencial para garantir o controle do ambiente, governança e segurança de dados; 2) Preparação da Base de Clientes: suporte ativo aos clientes na organização, higienização e atualização de suas bases de dados e versões de sistemas; 3) Controle Integral de Aplicações: estabelecimento de controle total sobre as aplicações e APIs, assegurando visibilidade, mensuração, desempenho e precisão; e 4) Evolução Operacional (Backoffice): aprimoramento do backoffice da Totvs para habilitar e operacionalizar novos modelos de negócios e cobrança.

“A universalização do T-Cloud e a criação do TaaS expandem de forma significativa o Addressable Market da Companhia, elevando a nossa relevância junto aos clientes e reforçando nosso papel de Trusted Advisors”, salientou a companhia no fato relevante.

Eneva (ENEV3) recebe R$ 293 milhões como resultado de acordo consensual relacionado a contingências 

A Eneva (ENEV3) recebeu R$ 293 milhões como resultado de instrumento de transação terminativa celebrado em 11 de fevereiro de 2026 com fornecedores de serviços de construção e montagem de usinas termelétricas, extinguindo duas arbitragens sobre contingências relacionadas a contratos anteriormente celebrados.

A Eneva também esclareceu que os valores pleiteados contra a companhia pelas requerentes, relacionados às disputas arbitrais, não compunham o saldo de provisão para contingências em seu último Balanço Patrimonial divulgado, uma vez que não atendiam aos critérios contábeis para tal, nem constavam das notas explicativas de “Provisões, Ativos e Passivos Contingentes”, não sendo classificadas com prognóstico de perda possível pela administração da Companhia, seus advogados e assessores jurídicos.

Divulgam resultado do 4T25 nesta quinta, 12:

Vale, Copasa, Raízen, Jalles Machado – após o fechamento do mercado.

Paga provento nesta quinta, 12:

Alupar (ALUP11)

A Alupar Investimento paga nesta quinta-feira, 12, os dividendos aprovados em 18 de dezembro de 2025. O montante total é de R$ 108.776.866,11. Esse valor corresponde a R$ 0,11 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,11 por ação preferencial (ALUP4); e R$ 0,33 por Unit (ALUP11), composta por 1 ação ordinária e 2 ações preferenciais. Tem direito ao recebimento desses dividendos os acionistas constantes nos registros da companhia ao final do dia 26 de dezembro de 2025.

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Rápidas: Ibovespa, Petrobras, Vale, Eztec, Copasa, BB, Mitre https://financenews.com.br/2026/01/rapidas-ibovespa-petrobras-vale-eztec-copasa-bb-mitre/ https://financenews.com.br/2026/01/rapidas-ibovespa-petrobras-vale-eztec-copasa-bb-mitre/#respond Mon, 26 Jan 2026 14:28:21 +0000 https://financenews.com.br/?p=201542 Publicado às 11h27 – atualizado às 11h41 Ibovespa Em uma semana com decisões importantes sobre […]

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Publicado às 11h27 – atualizado às 11h41

Ibovespa

Em uma semana com decisões importantes sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos, e após cinco altas seguidas, o Ibovespa operava entre ganhos e perdas nesta segunda-feira. Às 11h41 tinha leve alta de 0,08% aos 178.992 pontos. No mesmo horário, o dólar comercial tinha baixa de 0,15% cotado a R$ 5,279 na venda.

Petrobras (PETR4)

Os papéis da Petrobras operavam em alta nesta manhã. Às 11h26 as ações PN tinham alta de 0,91% a R$ 35,36.

Vale (VALE3)

Às 11h25 as ações da Vale subiam 0,71% a R$ 85,62. A Vale informou que na madrugada do último domingo houve um extravasamento de água com sedimentos proveniente de uma cava da mina de Fábrica, localizada em Ouro Preto (MG). A companhia esclareceu que não houve feridos e que a população e as comunidades do entorno não foram afetadas. A Vale divulgará relatório de produção e vendas amanhã, 27 de janeiro, após o fechamento do mercado. 

Eztec (EZTC3)

A Eztec divulgou guidance de lançamentos de R$ 2,5 bilhões a 3,5 bilhões para 2026, considerando a participação da companhia em projetos. O ponto médio do guidance fica 7% acima das estimativas e implica crescimento de 27% ano/ano, destaca o BTG. A avaliação é que o aumento dos lançamentos deve elevar o giro de ativos e permitir recuperação do ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido), que vinha em níveis de um dígito nos últimos anos. Para o time de analistas do banco, o anúncio é considerado positivo por estar acima das estimativas. 

Copasa (CSMG3)

A Copasa anunciou nesta segunda-feira, 26, seu cronograma de divulgação dos resultados do exercício de 2025 e do quarto trimestre de 2025 (4T25). A companhia divulgará os resultados em 12 de fevereiro de 2026 (após o fechamento do mercado). A teleconferência de resultados será em 13 de fevereiro, às 11h.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil (BBAS3) divulgará o resultado do 4T25 em 11 de fevereiro.

Mitre (MTRE3)

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela do dividendo da Mitre anunciado em 18 de dezembro, é nesta segunda-feira, 26. A partir de 27 de janeiro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor da parcela é de R$ 0,04 por ação ordinária. O pagamento será em 04/02/2026.

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Prévia da JSL e da Trisul, Fitch eleva Guararapes, notícia do BB e outros destaques https://financenews.com.br/2026/01/previa-da-jsl-e-da-trisul-fitch-eleva-guararapes-noticia-do-bb-e-outros-destaques/ https://financenews.com.br/2026/01/previa-da-jsl-e-da-trisul-fitch-eleva-guararapes-noticia-do-bb-e-outros-destaques/#respond Tue, 20 Jan 2026 00:49:51 +0000 https://financenews.com.br/?p=201276 Publicado às 21h40 Notícias corporativas JSL (JSLG3) divulga a prévia dos resultados do 4T25 e […]

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Publicado às 21h40

Notícias corporativas

JSL (JSLG3) divulga a prévia dos resultados do 4T25 e 2025

A JSL (JSLG3) divulgou na noite desta segunda-feira, 19, a prévia dos resultados do quarto trimestre (4T25) e 2025.

A receita bruta consolidada somou no 4T25 R$ 2,89 bilhões, leve queda de 1,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24). No acumulado de 2025 atingiu R$ 11,3 bilhões, crescimento de 6,1% em relação a 2024.

“No 4T25, a JSL apresentou expansão de Ebitda e margem Ebitda em relação ao 4T24, apesar da ligeira redução da receita bruta. Este resultado reflete o planejamento estratégico da companhia em expansão de rentabilidade”, afirmou a companhia.

Ainda de acordo com a JSL, a alavancagem (Dívida Líquida/Ebitda) caiu de 3,3x no 4T24 para 2,9x no 4T25.

As informações são preliminares, não auditadas e sujeitas a revisão até a data da divulgação oficial. A JSL divulgará o resultado do 4T25 em 26 de março.

Caixa Seguridade (CXSE3) elege conselheiro de administração

O conselho de administração da Caixa Seguridade (CXSE3) aprovou nesta segunda-feira, 19, a designação de Luiz Francisco Monteiro de Barros Neto como membro do colegiado, para ocupar a vaga atualmente existente, com mandato até a assembleia geral ordinária que deliberará sobre as contas do exercício de 2026.

Luiz Francisco ocupou posições estratégicas como vice-presidente de segmentos de clientes e distribuição e diretor de serviços financeiros.

Atualmente exerce o cargo de diretor executivo de produtos de varejo. Acumulou ampla experiência no setor financeiro, tendo sido presidente do Banco Pan e do Omni Banco, e diretor da Sul América Capitalização e do Banco Nossa Caixa.

Fitch eleva ratings da Guararapes (GUAR3)

A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou para ‘AA-(bra)’, de ‘A+(bra)’, o Rating Nacional de Longo Prazo da Guararapes (GUAR3) e de sua sétima emissão de debêntures quirografárias com vencimento final em 2028. A perspectiva do rating corporativo é “estável”.

Segundo a agência, a elevação reflete a expectativa de que a Guararapes preservará perfil financeiro fortalecido nos próximos anos, com margem de Ebitdar na operação de varejo em torno de 15%, alavancagem reduzida e fluxos de caixa livre (FCFs) positivos a partir de 2026.

A Fitch estima alavancagem financeira de 2,6 vezes em 2026 e próxima a 2,2 vezes em 2027, apesar dos maiores investimentos.

A agência acredita que a companhia continuará eficiente na gestão de capital de giro, e que manterá perfil de liquidez robusto no horizonte do rating. O rating reflete o adequado posicionamento da Guararapes no setor de moda brasileiro e a força da marca Riachuelo. A volatilidade inerente ao setor e a expectativa de desaceleração no ambiente de consumo em 2026 também foram contemplados na avaliação.

Trisul (TRIS3) divulga a prévia operacional do 4T25

A Trisul (TRIS3) divulgou após o fechamento do mercado nesta segunda-feira, 19, a prévia operacional do quarto trimestre (4T25).

As vendas líquidas (% Trisul) atingiram R$ 673,6 milhões no 4T25, queda de 9,7% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Na comparação com o trimestre anterior (3T25), houve alta de 64,6%.

No 4T25, a companhia lançou dois empreendimentos, totalizando VGV (% Trisul) de R$ 930 milhões. No trimestre, a Trisul entregou os empreendimentos Valen Capote Valente e The Collection, totalizando VGV (% Trisul) de R$ 476 milhões, em 614 unidades.

As informações divulgadas são preliminares, não auditadas e sujeitas à revisão.

Trisul (TRIS3) divulga o resultado do 4T25 em 5 de março.

Banco do Brasil (BBAS3) aprova payout de 30% para 2026 e divulga calendário de pagamento de provento

O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta segunda-feira, 19, que seu conselho de administração  aprovou um payout de 30% para o exercício de 2026, via juros sobre o capital próprio (JCP) e/ou dividendos, com base nos balizadores constantes na sua política de remuneração aos acionistas, em especial, os resultados do Banco, sua condição financeira, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, suas metas e projeções de capital, perspectivas dos mercados de atuação presentes e potenciais, oportunidades de investimento e a manutenção e expansão da capacidade operacional. O payout é a porcentagem do lucro líquido distribuído como provento.

A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado após o fechamento do pregão.

O Banco do Brasil vai remunerar os acionistas em oito fluxos, sendo quatro pagamentos realizados ao longo dos trimestres de referência, de forma antecipada, e outros quatro pagamentos complementares, efetivados após o encerramento dos trimestres de referência. Veja na tabela abaixo as datas:

Eztec (EZTC3): a avaliação da prévia do 4T25

Para o time de analistas do BTG Pactual, a Eztec (EZTC3) reportou resultados operacionais sólidos no quarto trimestre (4T25), com lançamentos fortes e vendas líquidas acima das estimativas. Os número trimestrais foram divulgados na sexta-feira, 16.

As vendas brutas atingiram R$ 650 milhões, com cancelamentos de R$ 93 milhões, resultando em vendas líquidas de R$ 557 milhões, alta de 41% na base anual.

Foram lançados três projetos no trimestre, totalizando R$ 783 milhões, crescimento de 200% ano/ano.

O banco destacou em relatório que a companhia acelerou lançamentos em 2025 para aumentar o giro de ativos e ainda enfrenta desafios para reduzir estoques prontos, que somavam R$ 1,1 bilhão.

As vendas líquidas ficaram 5% acima das estimativas, reporta a equipe de analistas, que manteve a recomendação de “compra” para o ativo.

Já a XP considerou os resultados operacionais da Eztec no 4T25 positivos, apoiados pela forte aceitação de seus projetos recém-lançados para a classe média. A avaliação de seus analistas é que isso impulsionou uma sólida expansão da VSO (Vendas sobre Oferta) e pode potencialmente gerar efeitos positivos no resultado do 4T25, uma vez que as cláusulas suspensivas já foram superadas.

Agenda de provento desta terça, 20:

Santander Brasil (SANB11) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Santander Brasil anunciados em 9 de janeiro, é nesta terça, 20. A partir de 21 de janeiro as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. Esses JCP serão pagos a partir do dia 5 de fevereiro de 2026. O valor líquido por unit SANB11 é de R$ 0,44. O valor líquido por ação ON é R$ 0,21. E o valor líquido por ação PN é R$ 0,23.

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Rápidas: Petrobras, Vivara, BTG, Copasa, Bmg, Sanepar, Guararapes, Isa Energia, Camil, Weg, BB, Metalúrgica Gerdau https://financenews.com.br/2025/12/rapidas-petrobras-vivara-btg-copasa-bmg-sanepar-guararapes-isa-energia-camil-weg-bb-metalurgica-gerdau/ https://financenews.com.br/2025/12/rapidas-petrobras-vivara-btg-copasa-bmg-sanepar-guararapes-isa-energia-camil-weg-bb-metalurgica-gerdau/#respond Fri, 12 Dec 2025 14:25:28 +0000 https://financenews.com.br/?p=199353 Publicado às 11h25 Ibovespa Às 11h25 o Ibovespa tinha alta de 1,19% aos 161.086 pontos. […]

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Publicado às 11h25

Ibovespa

Às 11h25 o Ibovespa tinha alta de 1,19% aos 161.086 pontos. Às 11h23 o dólar comercial caía 0,26% cotado a R$ 5,390 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras operavam em alta nesta manhã. Às 11h23 os papéis PN subiam 1,31% a R$ 31,67.  

Vivara (VIVA3) 

Às 11h23 as ações saltavam 5,18%. O conselho de administração da companhia elegeu Thiago Lima Borges para o cargo de diretor presidente e Cassiano Lemos da Cunha para o cargo de diretor de operações. Thiago desempenhou as funções de CFO e DRI do Grupo Smart Fit (SMFT3), onde atualmente é conselheiro, além de ter atuado como vice-presidente corporativo e posteriormente como conselheiro da Arezzo&Co. Para o BTG, a avaliação permanece positiva, sustentada por “valuation atrativo” de 11x P/L para 2026, sinais construtivos de governança e continuidade do momento operacional. 

BTG Pactual (BPAC11)

O Banco BTG Pactual informou na véspera que recebeu todas as aprovações regulatórias necessárias para a aquisição do M.Y. Safra Bank, FSB, nos Estados Unidos.

Copasa (CSMG3)

Às 11h23 as ações da Copasa subiam 1,30%. A Copasa anunciou o pagamento de proventos extraordinários e regulares

Banco Bmg (BMGB4)

Às 11h22 os papéis do Banco Bmg subiam 0,57% após o anúncio na véspera do pagamento de R$ 87,7 milhões em JCP complementar.

Sanepar (SAPR11)

Às 11h22 as units da Sanepar tinham valorização de 1,97%. Na véspera a companhia informou a aprovação do plano de investimento 2026-2030.

Guararapes (GUAR3)

Em relatório, o time da XP comenta sobre o investor day da Guararapes. A equipe de analistas vê a empresa entrando em um novo ciclo estratégico com alavancas claras para destravar valor nos próximos anos. Foi reiterada a recomendação de “compra”. Vale lembrar que a Guararapes (GUAR3) terá novo ticker a partir de fevereiro

Isa Energia (ISAE4) 

A Isa Energia paga nesta sexta, 12, a segunda parcela dos JCP anunciados em 29 de setembro. Essa segunda parcela teve ‘data com’ em 24 de novembro/25 (data ex-direito em 25-nov-25). O valor líquido é de R$ 0,19. Vale lembrar que a terceira parcela tem ‘data com’ em 17 de dezembro (data ex-direito em 18 de dezembro) e a data de pagamento será em 30 de dezembro.

Metalúrgica Gerdau (GOAU4) 

A Metalúrgica Gerdau paga dividendo nesta sexta, 12, no valor de R$ 0,19 por ação. A data-base foi em 10/11/2025 (data ex-direito em 11/11/2025).

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil paga nesta sexta, 12, os JCP anunciados em 19 de novembro no valor por ação de R$ 0,04. O pagamento é com base na posição acionária de 02/12/2025, sendo as ações negociadas “ex” desde 03/12/2025.

Camil (CAML3) 

A Camil paga JCP e dividendo anunciados em 27 de novembro. O valor bruto dos JCP soma R$ 19 milhões, correspondente ao valor bruto unitário de R$ 0,05 por ação ordinária. O valor do dividendo soma R$ 6 milhões, correspondente a R$ 0,01 por ação ordinária. Tem direito aos dividendos e JCP acionistas detentores de ações ordinárias na data base de 4 de dezembro de 2025.

WEG (WEGE3) 

A WEG paga nesta sexta, 12, dividendos complementares no valor de R$ 1,43 bilhão, correspondente a R$ 0,34 por ação, aos titulares de ações em 3 de dezembro de 2025. Também paga JCP no valor total de R$ 466,9 milhões, correspondente a R$ 0,11 por ação (líquido de R$ 0,09 por ação) aos titulares de ações em 3 de dezembro de 2025. A WEG paga ainda os JCP anunciados no dia 23 de setembro de 2025. Esses JCP tinham, inicialmente, data de pagamento em 11 de março de 2026. Mas foram antecipados. Tem direito titulares de ações em 26 de setembro de 2025. O valor é de R$ 0,09 por ação.

Cyrela (CYRE3) 

A Cyrela paga na sexta, 12, dividendos intermediários no montante total de R$ 1 bilhão. Esse valor corresponde a R$ 2,72 por ação ordinária.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

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Publicado às 11h25

Ibovespa

Às 11h24 o Ibovespa tinha queda de 0,20% aos 158.757 pontos. O dólar comercial caía 0,74% cotado a R$ 5,428 na venda. Na véspera o Copom manteve a Selic em 15% e reiterou um discurso considerado cauteloso. Já o Banco Central dos EUA cortou os juros em uma decisão já esperada pelo mercado.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às 11h23 as ações PN caíam 0,78% a R$ 31,69. O preço do barril de petróleo caía mais de 1% nesta manhã. A Petrobras definiu a forma de distribuição da remuneração aos acionistas relativa ao 3T25. A 1° parcela, no valor de R$ 0,47 por ação, será paga em 20 de fevereiro/26 integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP). A 2° parcela, no valor de R$ 0,47 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de março/26, sendo R$ 0,17 sob a forma de JCP e R$ 0,29 sob a forma de dividendos.

Vale (VALE3)

Às 11h23 as ações tinham queda de 0,01% a R$ 71,03. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda. Ainda sobre a Vale, é importante lembrar que a companhia tem ‘data de corte’ para dividendo nesta quinta, 11. 

MRV (MRVE3) 

Às 11h23 as ações subiam 1,56%. O conselho de administração da MRV autorizou a companhia a recomprar até o limite de 24,1 milhões de ações. O referido limite, acrescido da quantidade de ações já mantidas em tesouraria e daquelas objeto de outros contratos derivativos celebrados pela companhia, representa, na presente data, aproximadamente, 8,07% do total de ações, explicou a MRV.

Weg (WEGE3)

A WEG anunciou a celebração de acordo vinculante, através de controlada indireta no exterior, para aquisição da Sanelec, empresa indiana especializada na fabricação de reguladores de tensão e sistemas de excitação, e atual parceira exclusiva na Índia da Reivax, empresa do Grupo WEG. O valor da aquisição é de US$ 5,2 milhões. A Sanelec é uma empresa especializada no projeto e fabricação de reguladores automáticos de tensão para geradores e motores elétricos síncronos, além de sistemas de controle de excitação para geração de energia. “A aquisição visa ampliar a presença da Reivax no mercado internacional, apoiando o atual portfólio de clientes e buscando aumentar sua participação no mercado de soluções de controle de geração de energia”, explicou a WEG.

Guararapes (GUAR3) 

A Guararapes informou que a partir de fevereiro de 2026, as ações de sua emissão passarão a ser negociadas sob o novo código de negociação (ticker) ‘RIAA3’ na B3. O novo ticker RIAA3 irá substituir o código GUAR3 e o nome de pregão da companhia será alterado para RIACHUELO. “Essa mudança reflete a jornada de transformação da companhia, e tem como finalidade trazer maior conexão com o novo momento da Riachuelo”, explicou a companhia.

Dexxos (DEXP3; DEXP4)

O conselho de administração da Dexxos aprovou a distribuição de dividendos intermediários, no montante bruto total de R$ 60.000.029,65 (R$ 0,55 por ação ON e R$ 0,57 por ação PN). A data com é 16 de dezembro/25 e a data ex é 17 de dezembro. O pagamento será em 29 de dezembro de 2025. A Dexxos anunciou também um aumento de capital social no montante total de R$ 130 milhões, mediante a capitalização de parte da reserva de investimentos, com a emissão de 13.663.829 novas ações, sendo 12.942.354 ações ordinárias e 721.475 ações preferenciais a serem bonificadas aos acionistas.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil paga nesta quinta, 11, os juros sobre capital próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2025, anunciados em 12 de novembro. O valor por ação é de R$ 0,07. A ‘data com’ foi 01/12/2025, sendo as ações negociadas “ex” desde 02/12/2025.

Gerdau (GGBR4) 

A Gerdau paga nesta quinta, 11, dividendo no valor de R$ 0,28 por ação. A data-base foi 10/11/2025 (data ex-direito 11/11/2025).

Banco Bmg (BMGB4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco Bmg, anunciados em 27 de novembro, é nesta quinta, 11. A partir de sexta, 12, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor bruto total é de até R$ 59,7 milhões, equivalente a R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. Com retenção de 15% de imposto de renda retido na fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,085 por ação. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 23 de dezembro de 2025.

Vale (VALE3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Vale, anunciado em 27 de novembro, é nesta quinta, 11. A partir de sexta, 12, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. O pagamento aos detentores de ações ocorrerá da seguinte forma: em 7 de janeiro de 2026, será pago o valor de R$ 1,24 por ação, sob a forma de dividendos; e em 4 de março de 2026, será pago o valor de R$ 0,76 por ação, sob a forma de dividendos, além de R$ 1,56 por ação, sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP).

São Carlos (SCAR3) 

A São Carlos paga nesta quinta, 11, dividendos no montante de R$ 406,1 milhões, equivalente a R$ 7,10 por ação. Terão direito os titulares de ações de emissão da companhia em 2 de dezembro de 2025, sendo as ações negociadas ex-dividendos a partir de 3 de dezembro de 2025.

Grendene (GRND3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Grendene, anunciado em 2 de dezembro, é nesta quinta, 11. A partir de sexta, 12, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. Em forma de juros sobre capital próprio (JCP), o valor é de R$ 45 milhões, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,04. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 56,2 milhões, correspondendo a R$ 0,06 por ação. O pagamento ocorrerá em 26 de dezembro de 2025.

Lojas Renner (LREN3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Lojas Renner (LREN3), anunciados em 8 de dezembro, é nesta quinta, 11. Dessa forma, a partir de 12.12.2025 (inclusive), as ações serão negociadas “ex-JCP 4T25”. O valor bruto é de R$ 223,7 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,227784 por ação. O pagamento será efetuado a partir do dia 13.01.2026.

Unifique (FIQE3)

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intermediários da Unifique, anunciados em 8 de dezembro, é nesta quinta, 11. As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 12 de dezembro de 2025, inclusive. O montante total é de R$ 15 milhões, correspondentes a R$ 0,04 por ação. O pagamento desses dividendos será em parcela única, em 19 de dezembro de 2025.

Bemobi (BMOB3)

A data com para ter direito aos JCP e dividendos da Bemobi, aprovados em 8 de dezembro, é nesta quinta-feira, 11. As ações negociarão na condição “ex” dividendos e JCP a partir do dia 12 de dezembro. Os JCP são no valor bruto de R$ 42.202.301,72 e equivalem a R$ 0,50 por ação. Os dividendos intercalares são no valor de R$ 32.202.301,72 e equivalem a R$ 0,38 por ação. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 59.812.760,00 e equivalem a R$ 0,70 por ação. O pagamento dos JCP ocorrerá em 22 de dezembro de 2025.

Embraer (EMBR3)

A data com para ter direito aos dividendos intercalares da Embraer, anunciados em 8 de dezembro, é nesta quinta, 11. A partir de 12 de dezembro as ações serão negociadas ex-dividendos. O valor total bruto equivalente a R$ 80 milhões, correspondendo ao valor total bruto de R$ 0,11 por ação ordinária. Os dividendos serão pagos no dia 22 de dezembro de 2025.

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Publicado às 10h36 – atualizado às 12h11

Ibovespa

O Ibovespa chegou pela primeira vez em sua história aos 160 mil pontos. Na máxima até agora alcançou os 160.472 pontos. Às 12h10 subia 0,80% aos 159.884. No mesmo horário, o dólar comercial caía 0,32% cotado a R$ 5,341 na venda. 

Vale (VALE3)

Às 12h09 as ações da Vale tinham alta de 0,47% a R$ 68,24. A Vale divulgou hoje que sua subsidiária Vale Base Metals e a Glencore concordaram em avaliar o desenvolvimento de depósitos de cobre de Sudbury

Petrobras (PETR4)

Às 12h09 os papéis PN da Petrobras caíam 0,69% cotados a R$ 31,64.

Copasa (CSMG3)

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou nesta terça-feira, 2, em primeiro turno, o projeto de lei que autoriza a privatização da Copasa.

A Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais informou a suspensão, em caráter provisório, dos resultados finais referentes ao processo da 3ª revisão tarifária da Copasa. Os motivos são atrasos no cronograma processual decorrentes da greve dos servidores da Agência. 

Sabesp (SBSP3) 

A Sabesp informou que a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) autorizou a companhia a aplicar o reajuste médio de 6,5% nas tarifas vigentes aos usuários, a partir de 1° de janeiro de 2026. Segundo a Sabesp, em leitura preliminar, o valor representa um incremento na tarifa de equilíbrio de 10,6%.

RD Saúde (RADL3)

Em um relatório o time de analistas da XP comenta sobre o evento investor day da RD Saúde. A avaliação é que a companhia deve manter um ritmo sólido de expansão, e que há espaço relevante para avançar na penetração de marcas próprias. Já o BTG destacou que a empresa apresentou seu plano estratégico baseado em três pilares: expansão multicanal com abertura de 330 a 350 lojas em 2026; fortalecimento das categorias de saúde, com destaque para marcas próprias e medicamentos isentos de prescrição (MIP); e aumento do “lifetime value” dos clientes via tecnologia e experiência integrada. 

Melnick (MELK3)

Às 12h08 as ações saltavam 6,96%. A Melnick anunciou a distribuição de dividendos na véspera.

Mitre (MTRE3) 

A Mitre paga nesta terça-feira, 2, a terceira parcela de dividendo intercalar anunciado em 7 de agosto. O valor é de R$ 0,03 por ação. A data-base em 17/11/2025.

Allos (ALOS3) 

A Allos paga nesta terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intercalar anunciado em 15 de setembro. O valor é de R$ 0,10 e as ações são negociadas ex-provento desde 19 de novembro. Também na terça-feira, 2, a Allos paga o dividendo intercalar anunciado em 12 de novembro no valor de R$ 96 milhões. O valor por ação é de R$ 0,19. A data de corte (data com) foi 18/11/2025.

Telefônica Brasil (VIVT3) 

A Telefônica Brasil paga nesta terça-feira, 2, os JCP declarados em 13 de fevereiro de 2025 no valor líquido por ação de R$ 0,09. A posição acionária para ter direito foi 24/02/2025. Os JCP declarados em 13 de março de 2025 no valor líquido por ação de R$ 0,10 também serão pagos em 2 de dezembro. A posição acionária para ter direito foi 24/03/2025.

Banco do Brasil (BBAS3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Banco do Brasil anunciados em 19 de novembro, é nesta terça-feira, 2. A partir de quarta, 3, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação é R$ 0,04 e será pago em 12/12/2025.

Fleury (FLRY3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo e JCP do Fleury anunciados em 27 de novembro, é nesta terça-feira, 2. A partir de quarta, 3, as ações serão negociadas ex-provento. O valor total da distribuição dos JCP será de R$ 128  milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,23 por ação. O pagamento dos JCP aos acionistas ocorrerá em 19 de dezembro de 2025. Os dividendos serão no valor de R$ 362 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,66 por ação. A companhia explicou que R$ 220 milhões, correspondente a R$ 0,40 por ação, serão pagos em maio de 2026. O valor de R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2026; e R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2027.

Tegma (TGMA3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Tegma anunciado em 27 de novembro, é nesta terça-feira, 2. A partir de quarta, 3, as ações serão negociadas ex-provento. O valor de R$ 1,52 por ação será pago em 29 de dezembro de 2025.

São Carlos (SCAR3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da São Carlos é nesta terça-feira, 2. A partir de quarta, 3, as ações serão negociadas ex-provento. A distribuição de dividendos é no montante de R$ 406,1 milhões, equivalente a R$ 7,10 por ação. O pagamento dos proventos será realizado no dia 11 de dezembro de 2025.

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Publicado às 11h18

Ibovespa

Às 11h17 o Ibovespa tinha leve baixa de 0,03% aos 157.585 pontos. No mesmo horário o dólar comercial caía 0,15% cotado a R$ 5,285 na venda.

Allos (ALOS3)

Às 11h16 as ações subiam 4,72%. O time de analistas do BTG destaca em relatório que a companhia divulgou guidance para 2026 com capex entre R$ 350 a R$ 450 milhões e intenção de distribuir dividendos mensais entre R$ 0,28 e R$ 0,30 por ação. Esse guidance implica yield próximo de 13% em 2026, bem acima dos 4,5% estimados anteriormente. O banco considera a política de dividendos muito positiva, especialmente pela baixa alavancagem. Foi mantida a recomendação de “compra”. A Allos anunciou o pagamento de R$ 96 milhões em dividendo.

Auren (AURE3)

Às 11h16 as ações caíam 2,47%. Para o BTG, a Auren apresentou um trimestre “muito desafiador” devido ao forte curtailment em todas as fontes de geração. O curtailment é a redução ou interrupção da geração de energia, principalmente de fontes renováveis, que ocorre quando a rede de transmissão está congestionada ou há riscos à estabilidade do sistema elétrico, sendo uma medida técnica para manter a segurança e o equilíbrio da rede. A combinação do déficit de geração com preços spot elevados e um portfólio bem contratado resultou em um terceiro trimestre (2025) “fraco”, avalia o banco. Para a equipe de analistas, a Auren deve enfrentar uma sequência de resultados fracos até 2027, quando condições melhores devem reduzir alavancagem e aumentar o Ebitda. 

Hapvida (HAPV3)

Às 11h15 as ações caíam 40,10%. Para o time de analistas do BTG, a Hapvida apresentou resultados muito fracos no terceiro trimestre, aumentando o risco sobre a tese. O banco cortou as estimativas oficiais de Ebitda para 2026 em 20% e reduziu o preço-alvo de fim de 2026 para R$ 50. O J.P. Morgan também cortou o preço-alvo da companhia. Passou de R$ 52 para R$ 39. Além disso, rebaixou a recomendação de “overweight” (equivalente à compra) para “neutra”.

Direcional (DIRR3)

Para o time de analistas do BTG, a Direcional apresentou resultados sólidos no 3T25. O banco ressalta que a companhia deve pagar dividendos robustos no quarto trimestre de 2025 (4T25), após o recebimento dos recursos da venda da Riva, estimados em cerca de R$ 1 bilhão. A avaliação é que a Direcional combina forte momento de resultados, expectativa de dividendos elevados e valuation atrativo a 8x P/L para 2026, sustentando a recomendação de “compra”. O BTG tem preço-alvo R$ 20 para a construtora.

Banco do Brasil (BBAS3)

Às 11h15 as ações caíam 3,82% com analistas e investidores repercutindo o resultado do 3T25. O balanço veio pressionado principalmente pela deterioração da carteira de crédito rural. A inadimplência no agronegócio seguiu em forte trajetória de deterioração, com concentração nas cadeias de soja e milho na região Centro-Oeste. Leia mais aqui. 

Randoncorp (RAPT4)

A equipe de analistas da XP avalia que a Randoncorp registrou recuperação dos resultados do 3T25, revertendo o prejuízo do último trimestre com lucro líquido de R$ 23 milhões. Embora as taxas de juros elevadas continuem a pesar sobre o desempenho financeiro, seus analistas acreditam que mensagens positivas podem surgir dos resultados do terceiro trimestre.

MRV (MRVE3)

Na avaliação da Genial Investimentos a MRV divulgou resultados mistos no terceiro trimestre. Apesar da continuidade da tendência de melhora na operação de incorporação no Brasil, a equipe de analistas segue observando poucos avanços na operação da Resia nos Estados Unidos, com evolução mínima no processo de venda de ativos, o que tende a atrasar ainda mais o processo de desalavancagem da companhia.

Bradespar (BRAP4) 

A Bradespar (BRAP4) reportou lucro líquido de R$ 448 milhões, crescimento de 11,8% em relação ao mesmo trimestre de 2024. A companhia tem sua receita operacional originada do resultado de equivalência patrimonial e juros sobre o capital próprio da mineradora Vale (VALE3). Na quarta-feira o conselho de administração da Bradespar aprovou proposta da diretoria para pagar juros sobre o capital próprio, conforme anunciado em 31 de outubro. A ‘data com’ para ter direito aos JCP foi na quarta-feira, 12. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir desta quinta-feira, 13. O pagamento ocorrerá em 24.11.2025 pelo valor líquido de R$ 0,62 por ação ordinária e R$ 0,69 por ação preferencial.

Lavvi (LAVV3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Lavvi anunciado em 5 de novembro, é nesta quinta-feira, 13. As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 14 de novembro de 2025, inclusive. O valor por ação é de R$ 0,63. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 26 de novembro de 2025.

Alupar (ALUP11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Alupar anunciado em 6 de novembro, é nesta quinta-feira, 13. A partir de 14 de novembro as ações e Units passarão a ser negociadas ex-dividendos. O conselho de administração da Alupar aprovou o pagamento de R$ 98,8 milhões em dividendos intercalares. Esse valor corresponde a R$ 0,10 (dez centavos) por ação ordinária, R$ 0,10 (dez centavos) por ação preferencial, e R$ 0,30 (trinta centavos) por Unit. Os dividendos intercalares serão pagos em parcela única em até 60 dias a contar de 6 de novembro.

Comgás (CGAS5, CGAS3)

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Comgás anunciados em 10 de novembro, é nesta quinta, 13 de novembro. As ações da companhia serão negociadas “ex” dividendos a partir de 14 de novembro. Os JCP são no valor bruto de R$ 350 milhões. O valor por ação ordinária é R$ 2,58. E por preferencial é R$ 2,84. O pagamento dos juros sobre capital próprio estará sujeito à incidência de 15% de Imposto de Renda Retido na Fonte. Os dividendos intercalares são no montante de R$ 50 milhões. O valor por ação ordinária é de R$ 0,36 e por ação preferencial é  R$ 0,40. O pagamento será realizado em 26 de novembro de 2025.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

 

 

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Publicado às 21h36

Notícias corporativas

JP Morgan passa a deter 5,03% do total das ações da MBRF (MBRF3)

O JP Morgan Chase & Co passou a deter o percentual de 5,03% do total das ações de emissão da MBRF (MBRF3), representado por 72.373.205 ações ordinárias.

A informação consta em um comunicado da MBRF divulgado nesta quarta-feira, 15.

“O aumento da participação teve motivação exclusiva de investimento e de proteção de riscos financeiros assumidos em operações celebradas com clientes e não visa, portanto, alterar a composição do controle ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou o JP Morgan.

Duas companhias têm ‘data com’ nesta quinta, 16. Confira:

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Banco Pine (PINE4), anunciados em 13 de outubro, é nesta quinta, 16. A partir de 17 de outubro as ações serão negociadas “ex-direitos aos JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,25. O pagamento ocorrerá no dia 27 de novembro de 2025.

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Comgás (CGAS5; CGAS3), anunciado também em 13 de outubro, é nesta quinta-feira, 16. As ações da companhia serão negociadas “ex’ dividendos a partir de 17 de outubro, inclusive. O valor total é de R$ 700 milhões. A quantia de R$ 537.010.765,49 será paga às ações ordinárias, no valor de R$ 5,17 por ação. O montante de R$ 162.989.234,51 será pago às ações preferenciais, no valor de R$ 5,68 por ação. O pagamento aos acionistas ocorrerá em 31 de outubro de 2025.

Petrobras: a expectativa do Citi para o 3T25 da petroleira

O time de analistas do Citi avalia que a Petrobras (PETR3, PETR4) deve divulgar um resultado operacional robusto no terceiro trimestre de 2025 (3T25). Para o banco, deve impulsionar o resultado da estatal um aumento na produção de petróleo e maior atividade de refino.

Petrobras divulga relatório de produção em 24/10 e resultado do 3T25 em 6/11.

A produção deve alcançar 2,4 milhões de barris por dia, alta de 5% na comparação com o segundo trimestre de 2025 (2T25).

No entanto, a equipe do Citi manteve a cautela com a alavancagem da estatal em um contexto de menor preço do petróleo, com o pagamento de dividendos ordinários acima da geração de fluxo de caixa livre, e chances de aumento da presença da companhia no mercado de distribuição e participação do leilão do pré-sal em novembro.

Ações do BB (BBAS3) fecharam em queda nesta quarta, 15. Entenda:

Ao contrário das ações de outros bancões, os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) fecharam em queda de 1,84% nesta quarta-feira, 15, cotados a R$ 20,32. Segundo analistas de mercado, pesou contra a possibilidade de o banco estatal ser chamado, junto a outras instituições financeiras como a Caixa, a dar suporte aos Correios.

O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, divulgou que a estatal negocia um empréstimo de R$ 20 bilhões com um consórcio de bancos, com garantia do Tesouro Nacional, para reforçar o caixa da empresa este ano e em 2026. O consórcio de bancos deve incluir o Banco do Brasil. A operação de crédito faz parte do plano de reestruturação apresentado pelos Correios, que enfrenta uma grave crise.

As units do Santander Brasil (SANB11) encerraram a sessão desta quarta-feira com ganhos de 1,75%; os papéis PN do Bradesco (BBDC4) subiram 1,17%. Já as ações do Itaú encerraram estáveis.

TIM (TIMS3) antecipa pagamento da 3° parcela do dividendo complementar 

A TIM (B3: TIMS3; NYSE: TIMB) informou nesta quarta-feira, 15, que antecipará para o dia 21 de outubro de 2025 o pagamento da terceira parcela dos dividendos complementares anunciados em 27 de março de 2025. O valor soma R$ 684 milhões de reais. O pagamento estava inicialmente previsto para ser realizado até dia 23 de outubro. O dia 3 de abril de 2025 é a data para identificação dos acionistas com direito a receber os valores. As ações adquiridas após essa são negociadas ex-direito a esses dividendos. O valor por ação é R$ 0,282667489. A 1ª e 2ª parcelas dos dividendos complementares já foram pagas em 22/04/2025 e 23/07/2025, respectivamente.

Eve, da Embraer, e InvestSP promovem encontro estratégico para acelerar regulamentação e infraestrutura para voos eVTOL

A Eve Air Mobility (NYSE: EVEX, EVEXW; B3: EVEB31) em parceria com a InvestSP, promoveu em São Paulo um encontro estratégico que reuniu autoridades, representantes de órgãos reguladores, ambientais e de segurança, além de operadores, para discutir e alinhar os próximos passos para a implementação do eVTOL no Brasil.

A Eve é uma empresa controlada pela Embraer (EMBR3) que desenvolve veículos elétricos de pouso e decolagem vertical.

A iniciativa abordou temas essenciais para viabilizar o início das operações comerciais da aeronave elétrica de pouso e decolagem vertical em 2027, incluindo regulamentação, desenvolvimento de infraestrutura como vertiportos e pontos de recarga, e a formação de profissionais na indústria de Mobilidade Aérea Urbana.

O eVTOL da Eve será produzido em Taubaté, interior de São Paulo, em uma planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. A empresa já acumula cerca de 2,8 mil pedidos globais, incluindo pedidos firmes e cartas de intenção de compra, com valor de aproximadamente US$ 14 bilhões. O modelo comporta cinco ocupantes (um piloto e quatro passageiros) e possui autonomia de até 100 quilômetros, buscando atender demandas da indústria de Mobilidade Aérea Urbana e contemplando missões intraurbanas e regionais de curta distância.

A Eve projeta uma redução significativa nos tempos de deslocamento em rotas urbanas estratégicas, como a ligação entre a zona sul de São Paulo e o Aeroporto Internacional de Guarulhos, passando de até 150 minutos por via terrestre para cerca de 15 minutos com o eVTOL.

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A avaliação do Goldman Sachs para o Bradesco, Santander Brasil, BB e Itaú https://financenews.com.br/2025/10/a-avaliacao-do-goldman-sachs-para-o-bradesco-santander-brasil-bb-e-itau/ https://financenews.com.br/2025/10/a-avaliacao-do-goldman-sachs-para-o-bradesco-santander-brasil-bb-e-itau/#respond Tue, 14 Oct 2025 23:10:52 +0000 https://financenews.com.br/?p=195863           Publicado às 20h08 O time de analistas do Goldman Sachs […]

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Publicado às 20h08

O time de analistas do Goldman Sachs elevou a recomendação para as ações do Bradesco (BBDC4) de “venda” para “neutro”. O preço-alvo passou de R$ 15 para R$ 17. A avaliação é que o Bradesco registrou geração de capital melhor do que o previsto. A lucratividade permanece em ritmo de recuperação gradual. A expectativa do banco americano é que o Bradesco apresente no terceiro trimestre (3T25) a maior expansão dos lucros trimestrais entre seus pares no setor. O Bradesco divulga o resultado do 3T25 em 29 de outubro.

A equipe de analistas do Goldman Sachs cortou a recomendação para o Santander Brasil (SANB11). Passou de “neutro” para “venda”. O preço-alvo das units foi reduzido de R$ 28 para R$ 26. O Santander Brasil divulga o resultado do 3T25 em 29 de outubro.

O Goldman manteve a  recomendação “neutra” para o Banco do Brasil (BBAS3). No entanto, elevou o preço-alvo de R$ 20 para R$ 21. A avaliação é que os desafios do banco estatal parecem já estar precificados no valuation descontado do papel.

Com relação ao Itaú (ITUB4), a equipe do Goldman Sachs manteve a recomendação de “compra” devido ao que considera a forte rentabilidade do banco. O preço-alvo da ação foi elevado de R$ 42 para R$43.

Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários.

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Notícia da Allied, Cemig, Petrobras, BB, Taesa e outros destaques corporativos https://financenews.com.br/2025/09/noticia-da-allied-cemig-petrobras-bb-taesa-e-outros-destaques-corporativos/ https://financenews.com.br/2025/09/noticia-da-allied-cemig-petrobras-bb-taesa-e-outros-destaques-corporativos/#respond Sun, 14 Sep 2025 14:31:06 +0000 https://financenews.com.br/?p=194055             Publicado às 11h15 Whatsapp notícias de empresas: entre aqui   […]

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Publicado às 11h15

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Notícias corporativas

Allied (ALLD3): aprovada redução do capital com restituição em dinheiro aos acionistas

Acionistas da Allied (ALLD3) reunidos em assembleia aprovaram na sexta-feira, 12, a redução do capital social da companhia no valor de R$ 180 milhões, por considerá-lo excessivo, mediante restituição aos acionistas em dinheiro e sem o cancelamento de ações. O capital social da Allied passará de R$ 1.029.382.016,88 para R$ 849.382.016,88.

Terão direito à redução de capital acionistas titulares de ações da companhia em 14 de novembro de 2025. As ações passarão a ser negociadas ex-direitos à restituição de capital a partir do dia 17 de novembro. O pagamento dos recursos aos acionistas será efetuado à vista no dia 25 de novembro de 2025. A redução de capital será realizada mediante a restituição aos acionistas de R$ 180 milhões, que corresponde a R$ 1,90 por ação. O valor por ação ordinária é calculado com base na posição acionária de 3 de setembro e poderá sofrer alterações considerando a base acionária da companhia a ser verificada em 14 de novembro de 2025.

Cemig (CMIG4) anuncia acordo em dissídio coletivo sobre plano de saúde 

A Cemig (CMIG4) anunciou um acordo celebrado com as entidades representativas Sindicato dos Eletricitários do Sul de Minas Gerais e Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas de Minas Gerais em um dissídio coletivo sobre plano de saúde.

O acordo prevê o pagamento de indenização compensatória (buyout) no valor total máximo de R$ 1,250 bilhão a ser pago pró-rata, em seis parcelas, sendo a última em 2030, e considera a totalidade de 15.496 aposentados e pensionistas titulares, ativos e inscritos no plano de saúde PSI da Cemig Saúde, em fevereiro de 2025.

O acordo, sujeito à homologação pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3° Região, possui natureza resolutiva e alcança os representados ou filiados das entidades signatárias e os que a ele vierem a aderir, explicou a Cemig em um fato relevante enviado ao mercado.

Petrobras conclui aquisição de 27,5 % de participação em bloco localizado em São Tomé e Príncipe, na África

A Petrobras (PETR3, PETR4) concluiu a aquisição de 27,5 % de participação no bloco 4, localizado em São Tomé e Príncipe, na África. Com essa aquisição, a Petrobras passa a integrar o consórcio do referido bloco, composto pela Shell, operadora do ativo (30%), além de Galp (27,5%) e ANP-STP (15%). A Petrobras atua em São Tomé e Príncipe desde fevereiro de 2024, quando adquiriu 45% de participação nos blocos 10 e 13 e 25% de participação no bloco 11. “A operação reforça a atuação exploratória da Petrobras no continente africano, com o propósito de diversificação de portfólio, e está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras e atuação em parceria”, afirmou a estatal em um comunicado.

A petroleira destacou ainda que a aquisição do bloco 4 em São Tomé e Príncipe observou todos os trâmites internos de governança da companhia e está conformidade com o Plano Estratégico 2025-2029.

Petrobras paga juros das 1ª e 2ª séries da 7ª emissão debêntures em 15/09

A Petrobras realizará o pagamento de juros, em 15 de setembro de 2025, aos detentores das 1ª e 2ª séries da 7ª emissão de debêntures simples não conversíveis em ações, da espécie quirografária, emitidas em 15 de agosto de 2019, através do Banco Bradesco, banco liquidante das debêntures, conforme tabela abaixo. O valor total bruto a ser pago em 15 de setembro é de R$ 78.044.250,43. A companhia detém, em tesouraria, 7.309 debêntures da 1ª série.

Banco do Brasil (BBAS3) exercerá opção de resgate de títulos emitidos em 2013 

O Banco do Brasil (BBAS3) exercerá em 15/10/2025, data de exercício, a opção de resgate (call option) da totalidade de seus títulos subordinados de nível I emitidos em 2013 com cupom 8,748% (Banbra 8,748% ao ano).

O Banbra foi emitido no montante original de US$ 2 bilhões, com o cupom de 6,25%. Em 15 de abril de 2024 foi reprecificado, conforme previsto na escritura, após a primeira decisão de não exercício de seu resgate total.

Atualmente há US$ 1,7236 bilhão em circulação, representando 68 pontos-base do capital complementar de nível I do Banco do Brasil que finalizou junho/25 em 13,27%.

A estratégia de gestão de ativos e passivos do BB tem priorizado a emissão de letras financeiras perpétuas no mercado brasileiro. “Com isso, o Banco não estima impactos relevantes para os níveis de liquidez nem para o capital complementar de nível I, mantendo a estrutura de capital adequada, com menor custo e em patamar superior ao nível regulatório”, afirmou o banco estatal em um comunicado.

Taesa informa sobre pagamento de juros de debêntures

A Taesa (TAEE11) informou na noite de sexta-feira, 12, o pagamento de juros de debêntures. A companhia pagará em 15/09 juros da 16ª emissão de debêntures (confira aqui os detalhes). A Taesa pagará também em 15/09 juros da 1ª, 2ª e 3ª séries da 14ª emissão de debêntures (leia mais aqui). Também pagará em 15/09 os juros da 1ª e 2ª séries da 15ª emissão (veja aqui os detalhes).

A avaliação do BTG para a Direcional, Cury, MRV, Tenda e Plano&Plano

Em relatório o BTG Pactual destaca que o setor de construtoras de baixa renda surpreendeu positivamente no primeiro semestre de 2025, impulsionado por novas regras do Minha Casa Minha Vida (MCMV), incluindo a criação da Faixa 4, maiores subsídios e tetos de preços mais altos.

Apesar da forte valorização das ações no ano, o time de analistas ainda vê potencial de alta relevante e reiterou a recomendação de “compra” para as cinco companhias dedicadas exclusivamente ao segmento: Direcional (DIRR3), Cury (CURY3), MRV (MRVE3), Tenda (TEND3) e Plano&Plano (PLPL3).

A avaliação é que o cenário é favorável tanto com melhora macro, que poderia gerar expansão de múltiplos, quanto em um contexto mais desafiador, já que os lucros vêm crescendo mesmo em ambiente adverso nos últimos três anos, explica o time do BTG. A equipe dividiu a cobertura em dois grupos. Um deles é chamado de “com bom carrego” e inclui Cury, Direcional e Plano&Plano. Nesse grupo estão as companhias com baixa alavancagem, dividend yield (rendimento do dividendo) na casa de 10% a 13% e margens elevadas. No outro grupo, que o banco chama de “maior risco/maior retorno”, estão a MRV e a Tenda, empresas mais alavancadas, mas com forte crescimento do LPA (lucro por ação) e recuperação operacional.

Entre suas preferências o BTG destaca a Plano&Plano, negociando a 5,5x P/L 2026 e oferecendo yield de 7,5%, e a Tenda como top pick (principal escolha), com múltiplo de 4,5x P/L 2026, mesmo atribuindo valor zero para Alea.  O P/L é a sigla para Preço/Lucro e é uma das principais métricas da análise fundamentalista de ações que permite identificar se um ativo está caro ou barato em relação à sua capacidade de gerar lucro.

“O setor segue bem-posicionado para continuar surfando o ciclo positivo do MCMV, e não recomendamos a realização de lucros neste momento, dado o upside ainda presente”, escreve a equipe do BTG em relatório.

O preço-alvo para a Cury é R$ 44. O preço-alvo para a Direcional é R$ 20. Para a MRV é R$ 12 e para a Plano&Plano é R$ 23. O preço-alvo para a Tenda é projetado em R$ 44.

Proventos na semana que passou:

Confira aqui as 6 companhias que anunciaram provento na semana passada.

Agenda de provento desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Terça, 16

Whirlpool (WHRL3, WHRL4) paga dividendos intercalares

Quarta, 17

Vulcabras (VULC3) tem data com para 3° parcela de dividendo intermediário

Quinta, 18

Mitre (MTRE3) tem data com para 1° parcela de dividendo intercalar

Ferbasa (FESA4) paga JCP 

BRF (BRFS3) tem data com para JCP e dividendo 

Marfrig (MRFG3) tem data com para dividendo

Estudo de ações

Assista o estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Csan3, Eztc3, Dirr3, Tend3, Plpl3 e de Cury3. Acesse aqui o vídeo.

 

 

 

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Gráfico diário do Ibovespa às 13h50

 

 

 

 

 

Publicado às 14h01

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Ibovespa

Às 14h o Ibovespa subia 0,70% aos 142.598 pontos. Às 13h59 o dólar comercial tinha queda de 0,54% cotado a R$ 5,407 na venda.

Banco do Brasil (BBAS3)

Às 13h59 as ações do Banco do Brasil estavam entre as maiores altas do Ibovespa. Os papéis subiam 3,22% cotados a R$ 22,09. Analistas de mercado avaliam que parte desse movimento de alta é devido à publicação da Medida Provisória (MP) de renegociação das dívidas de produtores rurais. O texto prevê até R$ 12 bilhões para produtores afetados por eventos climáticos extremos. Vale lembrar que o banco estatal tem sido prejudicado pelo aumento da inadimplência na carteira de agronegócio. A MP pode ser um alívio para o Banco do Brasil, que ainda prevê impactos negativos do agro nos próximos balanços.

Vale (VALE3)

Às 13h58 as ações da Vale subiam 0,48% cotadas a R$ 56,46. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta. A Vale atualizou as projeções e reduziu a meta de investimentos para 2025 (leia mais aqui).

Petrobras (PETR3, PETR4)

Com o preço do barril de petróleo subindo 2% nesta tarde, as ações da Petrobras operavam em alta. Às 13h58 os papéis PN tinham valorização de 1,58%. Valor Econômico divulgou que Petrobras deve apresentar uma redução de custos esperada de até US$8 bilhões em seu próximo Planejamento Estratégico 2026-2030. Na avaliação da Genial Investimentos, o verdadeiro valor a ser destravado pela Petrobras não está apenas no impacto financeiro imediato dos cortes de custos ou da venda de ativos maduros, conforme rumores na mídia, mas sim na redução da percepção de risco e na disciplina de capital que essas medidas sinalizam.

Embraer (EMBR3)

A Embraer anunciou nesta quarta-feira, 10, que a Avelo Airlines fez um pedido firme de 50 jatos com direitos de compra para mais 50. As entregas têm início previsto para o primeiro semestre de 2027. O valor de tabela do pedido é de US$ 4,4 bilhões, excluindo os direitos de compra.

Grendene (GRND3) 

A Grendene paga nesta quarta-feira, 10, o dividendo anunciado em 7 de agosto no valor de R$ 0,11 por ação. Terão direito ao recebimento titulares de ações ordinárias inscritos nos registros da companhia em 21 de agosto de 2025 (data de corte).

Banrisul (BRSR6) 

Às 13h56 as ações do banco gaúcho subiam 2,23%. Na véspera, o Banrisul anunciou o pagamento de juros sobre o capital próprio referente ao 3º trimestre de 2025, no valor total de R$ 110 milhões. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da Sociedade na data de 12 de setembro. O pagamento ocorrerá em 29 de setembro pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ON, R$ 0,22 por ação PNA e R$ 0,22 por ação PNB, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Oracle (ORCL34)

Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts – certificados que representam ações emitidas por empresas em outros países, mas que são negociados na B3) da Oracle saltavam 20,5% às 13h55. Os papéis seguem o desempenho em Nova York, onde saltavam 40%. A CEO da companhia, Safra Catz, afirmou que a empresa assinou quatro contratos com três clientes diferentes no primeiro trimestre, o que resultou em um aumento de 359% na carteira de contratos, atingindo US$ 455 bilhões. Além disso, disse que a demanda pela Oracle Cloud Infrastructure continua crescendo.

 

 

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Notícia da Rede D’Or, Alpargatas, BB, Ultrapar, Bradespar, PetroReconcavo, Sanepar https://financenews.com.br/2025/09/noticia-da-rede-dor-alpargatas-bb-ultrapar-bradespar-petroreconcavo-sanepar/ https://financenews.com.br/2025/09/noticia-da-rede-dor-alpargatas-bb-ultrapar-bradespar-petroreconcavo-sanepar/#respond Tue, 02 Sep 2025 01:04:16 +0000 https://financenews.com.br/?p=193333           Publicado às 21h52 – atualizado às 23h Whatsapp notícias de […]

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Notícias corporativas

GPA (PCAR3): Família Coelho Diniz informa nomes que integram chapa para eleição do conselho

O Grupo Pão de Açúcar – GPA (PCAR3) informou na noite desta segunda-feira, 1°, que os acionistas André Luiz Coelho Diniz, Alex Sandro Coelho Diniz, Fábio Coelho Diniz, Henrique Mulford Coelho Diniz e Helton Coelho Diniz (Família Coelho Diniz), submeteram à companhia proposta de chapa de candidatos à eleição do conselho de administração. A chapa é formada por André Luiz Coelho Diniz, Gustavo Lobato, Leandro Assis Campos, Luiz Henrique Cunha, Christophe José Hidalgo, Marcelo Ribeiro Pimentel, Helene Esther Bitton, Rafael Ferri e Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho.

Diante do recebimento das informações relativas aos candidatos indicados pelos acionistas da Família Coelho Diniz, o GPA informou que será convocada uma reunião do conselho de administração para deliberar sobre a convocação da assembleia geral extraordinária .

Em 22 de agosto o GPA informou que a Família Coelho Diniz pediu a convocação de uma assembleia geral extraordinária (AGE) para eleger novos membros para o colegiado.

Camil (CAML3) anuncia conclusão da aquisição da Rice Paraguay e da Villa Oliva Rice

A Camil Alimentos (CAML3) informou nesta segunda-feira, 1°, que foi concluída, nesta data a reorganização societária para permitir que sua subsidiária Camilatam, se torne detentora, direta ou indiretamente, exclusivamente dos ativos industriais e operacionais necessários para manutenção da atual atividade da Villa Oliva Rice no mercado de arroz no Paraguai, em cumprimento do plano estratégico da companhia e das exigências legais da República do Paraguay aplicáveis à titularidade de imóveis, e após cumprimentos de demais condições precedentes, a aquisição pela Camilatam da totalidade, direta ou indiretamente, das ações da Villa Oliva Rice. “A conclusão da operação consolida a entrada da companhia no mercado de arroz do Paraguai, ampliando sua presença no segmento de alimentos na América do Sul”, afirmou a Camil em um fato relevante.

Rede D’Or (RDOR3) celebra acordo para incluir hospital no RJ na rede Atlântica D’Or

A Rede D’Or São Luiz (RDOR3) informou nesta segunda-feira, 1°, que celebrou com a Atlântica Hospitais um acordo tendo por objeto a inclusão do Hospital Glória D’Or, na cidade do Rio de Janeiro, à rede hospitalar “Atlântica D’Or”.

A Atlântica Hospitais é uma companhia direcionada ao investimento em hospitais, controlada indireta da Bradseg Participações, que por sua vez é controladora do Grupo Bradesco Seguros.

Já a Atlântica D’Or é uma parceria societária detida na razão de 50,01% pela Rede D’Or e 49,99% pela Atlântica Hospitais. A gestão médica do Hospital Glória D’Or será de responsabilidade da Rede D’Or.

O Bradesco afirmou em um comunicado ao mercado que a expansão da parceria “está alinhada com a estratégia da Atlântica de investir na cadeia de valor do setor de saúde por meio de parcerias com players estabelecidos na operação de hospitais”.

A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de certas condições suspensivas usuais em operações desta natureza, incluindo as aprovações regulatórias.

Ultrapar (UGPA3) contrata Itaú corretora como formador de mercado

A Ultrapar Participações (B3: UGPA3; NYSE: UGP) celebrou contrato de prestação de serviços de formador de mercado com a Itaú Corretora de Valores para exercer a função de formador de mercado das ações ordinárias. O contrato vigorará por prazo indeterminado e tem como objetivo fomentar a liquidez das ações da Ultrapar. A companhia informou que não celebrou qualquer contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão com o formador de mercado e que possui 1.067.779.023 ações ordinárias em circulação.

UBS BB eleva ação da Alpargatas (ALPA4) para compra

O time de analistas do UBS BB elevou a ação da Alpargatas (ALPA4) para “compra”. Antes a recomendação era “neutra”. O preço-alvo para os próximos 12 meses é de R$ 12. A avaliação é que a administração já executou um ‘turnaround’ bem-sucedido no Brasil. Agora o time de analistas vê  um roteiro tangível para melhoria internacional.

A equipe do banco cita em relatório um ambiente mais favorável para a Havaianas na Europa, com crescimento de vendas de dois dígitos em junho e um crescente interesse do consumidor pela marca nos principais países da União Europeia.

A equipe do UBS BB destaca ainda o acordo com a Eastman, anunciado em junho, que deve colaborar com as operações de distribuição da Alpargatas nos Estados Unidos. A expectativa é transformar um impacto negativo para um negócio lucrativo a partir do ano que vem.

EUA preparam medidas contra o Banco do Brasil, diz site

De acordo com informações do jornalista Lourival Sant’Anna, da CNN Brasil, os Estados Unidos preparam medidas contra o Banco do Brasil (BBAS3). A informação, divulgada na noite desta segunda-feira, 1°, é atribuída a diversas fontes consultadas pela CNN em Washington. Segundo o site da CNN, as medidas dependem do aval do presidente norte-americano, Donald Trump, que pode mudar de planos.

Segundo uma matéria divulgada em 21 de agosto pelo Valor Econômico, o Banco do Brasil teria bloqueado um cartão de crédito de bandeira americana do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em razão das sanções impostas pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky. Ainda de acordo com o jornal, como alternativa, o banco estatal já teria oferecido a Moraes um cartão de bandeira Elo, que não tem operação em território norte-americano.

Em agosto, o colega de Moraes no STF, o ministro Flávio Dino, suspendeu a eficácia de decisões judiciais, leis, decretos e ordens executivas de Estados estrangeiros no Brasil.

Na prática, a decisão judicial significa que qualquer ação tomada por bancos brasileiros com base em regras envolvendo o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Tesouro dos Estados Unidos, que supervisiona sanções americanas, precisará de aprovação do Supremo.

Bancos brasileiros que têm operações no exterior e dependem de provedores de infraestrutura norte-americanos poderão se ver em uma situação delicada: cumprir uma ordem do STF e descumprir uma decisão do governo de Donald Trump, o que pode resultar em sanções pesadas.

PetroReconcavo (RECV3) passa a integrar pela 1° vez Índice de Dividendos da B3

As ações da PetroReconcavo (RECV3) passaram a integrar nesta segunda-feira, pela primeira vez, a carteira do Índice de Dividendos (IDIV) da B3. Além disso, pelo segundo ano consecutivo, a petroleira permanece na carteira de 2025 do Índice de Diversidade (IDVR). O IDIV mede o desempenho das ações de empresas listadas na B3 que se destacam pelo histórico consistente de distribuição de dividendos e/ou juros sobre capital próprio, reunindo empresas reconhecidas por sua recorrente e sólida política de remuneração aos acionistas. Já o IDVR, primeiro índice de diversidade da América Latina, seleciona empresas listadas com melhor desempenho em diversidade e inclusão.

Desta forma, as ações da PetroReconcavo passam a integrar as carteiras de quinze índices da B3, abrangendo categorias de Índices amplos, setoriais, de sustentabilidade e governança. “A presença da companhia nesses dois índices, assim como nos demais índices da B3, reforça seu compromisso com a geração de valor e a entrega consistente de resultados aos acionistas”, afirmou a PetroRecôncavo, destacando o esforço contínuo em ampliar sua relevância no mercado de capitais, contribuindo para o aumento da liquidez de suas ações e para o fortalecimento de sua visibilidade institucional.

Sanepar (SAPR11) recebe valor bilionário de precatório

A Sanepar (SAPR11) divulgou nesta segunda-feira, 1°, que foi depositado, nesta data, o valor relativo à quitação do precatório originário do processo de ação judicial movida contra a União sobre Imunidade Tributária Recíproca de Imposto de Renda Pessoa Jurídica.

Em um fato relevante enviado após o fechamento do mercado, a Sanepar informou que o montante depositado, em favor da companhia, foi de R$ 4,048 bilhões, já líquido de honorários advocatícios e Imposto de Renda (3%).

A Sanepar divulgou ainda que informará à Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) sobre o referido evento e aguardará a definição da Agência quanto ao tratamento regulatório específico solicitado em relação à ação de imunidade tributária.

Invesco eleva participação na Bradespar (BRAP4)

A gestora norte-americana Invesco elevou participação na Bradespar (BRAP4), conforme um comunicado divulgado nesta segunda-feira, 1°, pela companhia brasileira.

A Invesco, em nome de alguns de seus clientes e de suas subsidiárias, incluindo Invesco Advisers e Invesco Capital Management, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Bradespar. Dessa forma sua participação alcançou, de forma agregada, 26.038.092 ações preferenciais de emissão da Bradespar, representando aproximadamente 10,2% do total das ações preferenciais emitidas pela companhia.

A gestora afirmou que o objetivo das participações societárias é “estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da Bradespar”.

Agenda de provento desta terça, 2:

Allos (ALOS3)

A Allos paga nesta terça-feira, 2, dividendo intercalar no valor de R$ 0,10 por ação. A data de corte foi 21 de agosto.

Schulz (SHUL4)

A Schulz paga nesta terça JCP anunciado em 23 de junho no valor líquido de R$ 0,06 por ação preferencial e R$ 0,06 por ação ordinária. O pagamento é com base na posição acionária de 26/06/2025.

Ferbasa (FESA4)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Ferbasa anunciados em 26 de agosto, é nesta terça-feira, 2. As ações da companhia serão negociadas “ex-direitos” no dia 3 de setembro. O valor líquido é de R$ 0,04 para cada ação ordinária e de R$ 0,04 para cada ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 18 de setembro de 2025.

 

 

 

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