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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana https://financenews.com.br/2025/12/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-147/ https://financenews.com.br/2025/12/eventos-que-podem-impactar-a-bolsa-nesta-semana-147/#respond Sun, 14 Dec 2025 23:06:04 +0000 https://financenews.com.br/?p=199449   Publicado às 20h15 Eventos no radar do mercado nesta semana: Prévia do PIB Às […]

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Publicado às 20h15

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Prévia do PIB

Às 9h desta segunda-feira, 15, o Banco Central divulga seu Índice de atividade econômica, o IBC-Br, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O IBC-Br sinaliza o quanto está aquecida a economia em meio aos juros altos.

Ata do Copom

Um dos principais eventos no radar do mercado nesta semana é a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária, o Copom, realizada na semana passada. A divulgação será na terça, 16, às 8h. O Comitê manteve a Selic em 15% ao ano e o tom do comunicado foi considerado cauteloso. Analistas buscam sinalizações na ata para calibrar suas apostas de quando o Copom irá começar a cortar os juros: sem em janeiro ou março de 2026. 

Relatório de Política Monetária e entrevista de Galípolo

Na quinta-feira, 18, o Banco Central do Brasil divulga o Relatório de Política Monetária, às 8h. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Diogo Abry Guillen, participam da apresentação e da coletiva de imprensa. Às 11h Diogo Guillen apresenta os dados da publicação. Na sequência, Galípolo e o diretor darão entrevista coletiva à imprensa, sobre a condução da política monetária.

Dados do emprego e inflação nos EUA

Nos Estados Unidos, os investidores acompanham dados importantes como o Payroll, que será divulgado na terça, às 10h30. O Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. É esse relatório que o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) mais leva em conta para fins de sua política monetária. Na quinta-feira pela manhã serão conhecidos os dados da inflação ao consumidor e, na sexta, o PCE de outubro, outro importante indicador de inflação. 

Corporativo

Em âmbito corporativo, um dos destaques é a reta final da privatização da Copasa (CSMG3) no legislativo mineiro. Reuniões em plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais devem ser retomadas na próxima terça-feira, 16, quando base governista tentará aprovar a desestatização da Copasa. A oposição aposta na obstrução.

Notícias corporativas

B3 (B3SA3) anuncia recompra de ações

O conselho de administração da B3 (B3SA3), em reunião na sexta-feira, 12, aprovou um programa de aquisição de ações e autorizou a companhia a celebrar novos contratos de derivativos relacionados a ações de sua própria emissão (equity swap).

A quantidade máxima de ações a serem adquiridas é de até 230 milhões de ações ordinárias. A B3 tem em circulação no mercado 5.048.298.660 ações. O programa encerra em 28 de fevereiro de 2027.

Quanto aos contratos de derivativos, a B3 esclareceu que, como se trata de operações envolvendo equity swap, com liquidação exclusivamente financeira, não haverá aquisição ou alienações de ações. Os contratos poderão representar uma exposição equivalente a até 17 milhões de ações ordinárias. “A finalidade da operação é proporcionar cobertura da exposição da companhia ao preço de suas próprias ações, reduzindo assim os efeitos para a companhia das oscilações no preço das ações, tendo em vista os compromissos da companhia relativos aos pagamentos a executivos e funcionários de remuneração baseada em ações”, afirmou a B3.

A companhia também divulgou suas projeções para 2026. A B3 prevê capex entre R$ 260 milhões e R$ 350 milhões, acima da faixa de R$ 240 e R$ 330 milhões de 2025. Em relação às despesas ajustadas, a B3 projeta entre R$ 2,4 bilhões e R$ 2,6 bilhões para 2026, acima da faixa de R$ 2,26 bilhões e R$ 2,45 bilhões de 2025. Para os desembolsos totais, a projeção para 2026 é de R$ 3,17 bilhões a R$ 3,61 bilhões. Em 2025, a projeção era de R$ 2,84 bilhões e R$ 3,22 bilhões.

Cemig divulga plano de investimentos de R$ 44 bilhões para 2026/2030

O conselho de administração da Cemig (CMIG4) aprovou a atualização do seu Planejamento Estratégico e Plano Plurianual para o ciclo 2026/2030, com o plano de investimentos no montante estimado de R$ 44 bilhões. A informação foi divulgada em um fato relevante enviado ao mercado nesta sexta-feira, 12.

“O Plano Estratégico Focar em Minas e Vencer, implementado desde 2019, promoveu profunda transformação operacional e estratégica na Companhia, impulsionando ganhos expressivos de eficiência, a readequação do portfólio por meio de desinvestimentos em ativos não essenciais e a priorização de investimentos em Minas Gerais”, afirmou a estatal mineira.

Segundo a companhia, a estratégia corporativa está estruturada em pilares que orientam suas prioridades de longo prazo: saúde e segurança, eficiência e excelência operacional alinhadas à evolução da experiência do cliente, modernização e resiliência das redes, expansão em geração centralizada e geração distribuída, modernização de usinas, preparação para a abertura total do mercado e liderança na transição energética, apoiada por digitalização, inovação e novas tecnologias.

Para 2026, o plano prevê o investimento de aproximadamente R$ 6,7 bilhões.

Energisa (ENGI11) adquire participação do Itaú na EPM por R$ 1 bi

A Energisa (ENGI11) adquiriu a totalidade das ações preferenciais de emissão da sua controlada Energisa Participações Minoritárias (EPM), de titularidade do acionista minoritário Itaú Unibanco (ITUB4), pelo valor total de R$ 1.034.350.264,98 (um bilhão, trinta e quatro milhões, trezentos e cinquenta mil, duzentos e sessenta e quatro reais e noventa e oito centavos), pago integralmente à vista.  A informação foi divulgada na sexta-feira, 12.

A EPM é sociedade que atua como veículo de participações no Grupo Energisa, por meio da qual são detidas participações minoritárias em determinadas sociedades integrantes do grupo econômico. Com a implementação da operação, a Energisa passou a ser titular de 100% do capital social total da EPM, o que implica na saída do Itaú de sua posição acionária na EPM e a consequente extinção do acordo de acionistas atualmente em vigor, celebrado entre o Itaú e a companhia em 27 de dezembro de 2018.

Fitch afirma rating ‘AAA(bra)’ da Totvs 

A agência de classificação de risco Fitch Ratings afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Totvs (TOTS3) e de sua quinta emissão de debêntures. A perspectiva do rating corporativo é “estável”.

Segundo a agência, o rating da Totvs reflete a sua liderança no competitivo setor de serviços de software de gerenciamento de empresas no Brasil, sua elevada base de receitas recorrentes, sua ampla rede de distribuição e seu diversificado portfólio de produtos e clientes.

Ainda de acordo com a Fitch, a classificação também se baseia no perfil financeiro conservador da companhia, bem como em sua forte capacidade de geração de fluxo de caixa livre (FCF), com boas margens em ambientes econômicos diversos.

A perspectiva “estável” incorpora a expectativa de que, caso a anunciada aquisição da Linx seja concluída nos próximos meses, a Totvs gerenciará prudentemente sua estratégia de aquisições e de remuneração aos acionistas, mantendo a alavancagem líquida abaixo de 2,0 vezes, destaca a Fitch.

“A capacidade da empresa de gerar FCFs robustos, combinada ao seu já comprovado acesso aos mercados de ações e de crédito, tem permitido a redução da alavancagem poucos trimestres após aquisições financiadas por dívida”, afirmou a agência.

Azul (AZUL4): corte de NY aprova plano de reestruturação

A Azul (AZUL4) atualizou informações sobre o processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, o chamado ‘chapter 11’. A companhia aérea anunciou que, em uma audiência realizada na sexta-feira, 12, perante o United States Bankruptcy Court – Southern District of New York, o tribunal aprovou o plano de reorganização, marcando a conclusão bem-sucedida de um importante marco processual no âmbito do chapter 11, afirmou a aérea, destacando que essa decisão reforça “a consistência geral da reestruturação proposta, permitindo que a companhia avance para as próximas fases de implementação, nos termos já divulgados anteriormente”.

A Azul vem conduzindo, nos últimos meses, o processo de reestruturação contemplado no plano de chapter 11, que estabelece os termos para a reorganização de suas obrigações financeiras e operacionais. Durante esse período, a companhia concluiu diversas etapas procedimentais relevantes, incluindo a determinação das classes de credores, a distribuição dos materiais de votação e a implementação dos mecanismos de coleta de votos, conforme previamente divulgado ao mercado.

“A confirmação do Plano representa mais um marco dentro dessa sequência previamente divulgada e esperada, reforçando a transparência que a companhia tem adotado em relação ao processo como um todo”, afirmou a Azul em um fato relevante.

Casas Bahia (BHIA3) avança em mudança de estrutura de capital

A Casas Bahia (BHIA3) deu mais um passo em sua mudança de estrutura de capital. De acordo com um fato relevante enviado ao mercado na sexta-feira, 12, a varejista vai emitir até R$ 3,95 bilhões em debêntures, uma medida para reforçar sua mudança de estrutura de capital.

Segundo a Casas Bahia (BHIA3), os recursos obtidos, se houver, também serão destinados para reperfilamento do passivo de outras emissões de debêntures ou para reforço de caixa.

“A realização e implementação da oferta dependem de diversos fatores alheios ao controle da companhia e de sua administração, incluindo, mas sem limitação a, da efetiva aprovação das matérias relativas ao reperfilamento das debêntures da 10ª emissão reperfilamento nas assembleias gerais de debenturistas”, explicou a companhia.

Desde 2023 a varejista passa por um processo de reestruturação para tentar  diminuir as dívidas.

Grazziotin (CGRA3, CGRA4) anuncia pagamento de dividendo no valor de R$ 3,95 por ação

O conselho de administração da Grazziotin (CGRA3, CGRA4), em reunião realizada nesta sexta-feira, 12, aprovou a distribuição de dividendos extraordinários, à conta da reserva de lucros acumulados, no montante total de R$ 80 milhões. O valor bruto por ação, ordinária e preferencial, será de R$ 3,954479. Os dividendos serão pagos com base na posição acionária existente ao final do dia 16 de dezembro de 2025. A partir de 17 de dezembro de 2025, inclusive, as ações de emissão da varejista passarão a ser negociadas “ex-dividendos”. O pagamento será realizado em 30.12.2025. Vale lembrar que na quinta-feira, 11 de dezembro, a Grazziotin anunciou juros sobre o capital.

M.Dias Branco (MDIA3) anuncia cronograma de pagamento de dividendo mensal em 2026

O conselho de administração da M.Dias Branco (MDIA3) aprovou o calendário para pagamento de dividendos intercalares mensais de 2026. O valor a ser pago por mês é de R$ 0,03 (três centavos) por ação. Veja aqui a tabela com as datas de pagamento, data ex-direito e data-base.

Localiza (RENT3) anuncia pagamento de JCP no valor de R$ 543 milhões e recompra de ações

O conselho de administração da Localiza (RENT3), reunido na sexta-feira, 12, aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) e também de um programa de recompra de ações.

Os JCP são no valor bruto de R$ 543,5 milhões. O valor bruto por ação é equivalente a R$ 0,515478200. Terão direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da Localiza em 17/12/2025, sendo que as ações, a partir de 18/12/2025, serão negociadas na bolsa de valores “ex” esses juros sobre capital próprio. O pagamento ocorrerá no dia 06/02/2026.

O conselho aprovou ainda a criação do 17º programa de recompra de ações. Poderão ser recompradas até 72 milhões de ações, para permanência em tesouraria e posterior alienação e/ou cancelamento, sem redução do capital social. O programa encerra em 21 de julho de 2027.

Rede D’Or (RDOR3) anuncia R$ 7,7 bi em dividendo e R$ 400 milhões em JCP

O conselho de administração da Rede D’Or (RDOR3) aprovou o pagamento de dividendo e juros sobre o capital (JCP).

Os JCP são no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18127948889 por ação ordinária. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 5,62 bilhões correspondente a R$ 2,54811740968 por ação ordinária. A Rede D’or anunciou ainda a distribuição de dividendos intercalares no montante bruto total de R$ 2,1 bilhões, correspondente a R$ 0,95171731666 por ação ordinária.

O pagamento dos JCP será efetuado em 30 de dezembro de 2025 e tomará como base a posição acionária final do dia 18 de dezembro de 2025 (data de corte), sendo que, a partir do dia 19 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações ordinárias passarão a ser negociadas ex-juros sobre o capital próprio.

O pagamento dos dividendos intermediários também será efetuado em 30 de dezembro de 2025 e tomará como base a posição acionária final do pregão da data de corte (18/12), sendo que, a partir do dia 19 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações ordinárias passarão a ser negociadas ex-dividendos intermediários.

Já o pagamento dos dividendos intercalares será efetuado em parcela única até 30 de dezembro de 2026 e tomará como base a posição acionária final do pregão da data de corte (18/12), sendo que, a partir do dia 19 de dezembro de 2025 (inclusive), as ações ordinárias da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos intercalares.

Engie Brasil Energia (EGIE3) anuncia R$ 100 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração da Engie Brasil Energia (EGIE3), em reunião realizada na sexta-feira, 12 de dezembro, aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025.

O valor bruto dos juros sobre o capital próprio é de R$ 100 milhões, correspondentes a R$ 0,08754276626 por ação.

Tem direito quem tiver ações em 18 de dezembro de 2025. As ações da companhia serão negociadas ex-juros sobre o capital próprio a partir de 19 de dezembro. Esses JCP serão pagos em data ainda a ser definida pela diretoria da Engie Brasil.

CVM alerta para atuação irregular de várias de companhias

CVM alertou para atuação irregular de Oneal Group LTDpara atuação irregular de Suxxess FX LTDpara atuação irregular de Maxbit LLC; atuação irregular de AxiTrader LLC e AxiCorp Financial Services Pty Ltdatuação irregular de Magnum International Markets Limited; e atuação irregular de Onequity LTD, Onequity (MU) LTD, Onequity SA (PTY) LTD, Onequity LTD (Santa Lucia), Onequity LLC e Oneq Global LTD.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Mdne3, Eztc3, Cyre3, Itsa4, Fiqe3, Brbi11, Vulc3 e de Egie3. Acesse aqui o vídeo.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. Clique nos links abaixo para ler os detalhes das informações de cada empresa. 

Segunda 15

Vulcabras (VULC3) 

A Vulcabras paga nesta segunda, 15, os dividendos anunciados em 30 de outubro no valor de R$ 2,20. A data de corte (data com) foi em 04/11/2025. A data ex-direito ao provento foi 05/11/2025.

Marcopolo (POMO4) 

A Marcopolo paga nesta segunda, 15, dividendos e juros sobre o capital anunciados em 17 de novembro. O dividendo é no valor de R$ 0,69 por ação. Os juros sobre o capital próprio são no valor de R$ 0,09 por ação. Tem direito aos dividendos e JCP quem tinha ações em 24/11/2025. As ações são negociadas ex-dividendo e ex-JCP desde 25/11/2025.

CPFL (CPFE3) 

A CPFL Energia paga nesta segunda, 15, a última parcela dos dividendos declarados na Assembleia Geral Ordinária de 29 de abril de 2025. O montante é de R$ 299,6 milhões. O valor por ação é de R$ 0,26. Tem direito acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3.

Embraer (EMBJ3) 

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre capital próprio suplementar da Embraer anunciados em 8 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O JCP será pago até o dia 14 de janeiro de 2026.

Klabin (KLBN11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Klabin anunciado em 8 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intercalares são no montante total de R$ 1,112 bilhão, que representam R$ 0,18 por ação ordinária ou preferencial e R$ 0,91 por Unit. O pagamento dos dividendos será realizado em quatro parcelas iguais, no montante total de R$ 278 milhões cada, a serem quitadas nos dias 27 de fevereiro de 2026, 20 de maio de 2026, 19 de agosto de 2026 e 12 de novembro de 2026.

Intelbras (INTB3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Intelbras anunciado em 8 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,91 por ação. Os acionistas terão seus créditos disponíveis a partir de 23 de dezembro de 2025.

Totvs (TOTS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP da Totvs anunciado em 10 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O montante total bruto é de aproximadamente R$ 99,9 milhões e corresponde a R$ 0,17 por ação. Esses JCP serão pagos aos acionistas beneficiários no dia 30 de dezembro de 2025.

Kepler Weber (KEPL3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Kepler Weber anunciados em 10 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intercalares totalizam R$ 18,3 milhões correspondentes a R$ 0,10 por ação, enquanto os dividendos intermediários totalizam R$ 6,6 milhões, equivalentes a R$ 0,03 por ação. O pagamento ocorrerá em uma única parcela em 26 de dezembro de 2025.

Minerva (BEEF3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Minerva anunciado em 10 de dezembro, é nesta segunda-feira, 15. A partir de terça, 16, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é equivalente a R$ 0,16 por ação ordinária. O pagamento será realizado em moeda corrente nacional, em uma única parcela, em 29 de dezembro de 2025.

Terça, 16

Vibra Energia (VBBR3) 

A Vibra paga na terça, 16, juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 850 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,76 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão da B3 do dia 25 de novembro de 2025.

Blau Farmacêutica (BLAU3) 

A Blau paga na terça-feira, 16, R$ 20 milhões a título de juros sobre capital próprio. Esse pagamento é com base na posição acionária de 4 de dezembro. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,11.

Ultrapar (UGPA3)  

A Ultrapar paga na terça-feira, 16, dividendos no valor de R$ 1,00 por ação ordinária. A data base para o direito ao recebimento do dividendo (record date) foi 5 de dezembro de 2025 no Brasil e 12 de dezembro de 2025 nos Estados Unidos.

Unipar (UNIP3) 

A Unipar paga na terça-feira, 16, dividendos no montante total de R$ 700 milhões.

Os dividendos intermediários são no valor de R$ 651,7 milhões, o que corresponde à R$ 5,48 por ação ordinária, R$ 6,03 por ação preferencial classe “A” e a R$ 6,03 por ação preferencial classe “B”. Os dividendos intercalares são no valor total de R$ 48,2 milhões, correspondente a R$ 0,40 por ação ordinária; R$ 0,44 por ação preferencial classe “A”; e R$ 0,44 por ação preferencial classe “B”. Tem direito titulares de ações da companhia em 5 de dezembro de 2025. As ações da Unipar passaram a ser negociadas ex-dividendos na B3 desde 8 de dezembro de 2025.

Melnick (MELK3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Melnick é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O conselho de administração da Melnick (MELK3) aprovou a distribuição de dividendos. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 13,4 milhões, corresponde a R$ 0,06 por ação. Os dividendos intercalares são no valor de R$ 51,5 milhões, equivalente a R$ 0,25 por ação. O pagamento será no dia 29 de dezembro de 2025.

Direcional (DIRR3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Direcional, é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intermediários são no valor total de R$ 804,3 milhões, o que equivale a R$ 1,55 por ação. O pagamento ocorrerá no dia 23/12/2025.

Frasle (FRAS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao JCP da Frasle, é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 0,36 por ação. No dia 16 de janeiro de 2026 será iniciado o pagamento.

Cury (CURY3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da Cury, é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 1,86 por ação. O pagamento será realizado, em uma única parcela, no dia 23 de dezembro de 2025.

Grazziotin (CGRA3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Grazziotin é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto é de R$ 23 milhões, cujo valor líquido do Imposto de Renda na fonte resultará em R$ 19,55 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,13 e o valor líquido será de R$ 0,96. Será informada a data de pagamento dos juros sobre o capital próprio após a definição da assembleia geral ordinária de 2026.

Alpargatas (ALPA4) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e JCP da Alpargatas é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. Sob a forma de dividendos intercalares o valor é de R$ 244 milhões, correspondente a R$ 0,34 por ação ordinária (ALPA3) e R$ 0,37 por ação preferencial (ALPA4). O pagamento será em parcela única em 30 de dezembro de 2025. Sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP), o montante bruto é de R$ 106 milhões, correspondente a R$ 0,14 por ação ordinária (ALPA3) e R$ 0,16 por ação preferencial (ALPA4). A data de pagamento ainda será decidida pela administração.

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Mahle Metal Leve  é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O montante bruto é de R$ 27,9 milhões e corresponde a R$ 0,20 por ação ordinária. Com a retenção de 15% de Imposto de Renda na Fonte, resulta no valor líquido de R$ 0,17 por ação. Esses JCP serão pagos em 27 de maio de 2026.

LPS Brasil (LPSB3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da LPS é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 20 milhões, correspondente a R$ 0,14 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 23 de dezembro de 2025.

Copasa (CSMG3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo e juros sobre o capital extraordinários da Copasa é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. São R$ 140,2 milhões em dividendo (R$ 0,36 por ação). A data de pagamento será em 26.12.2025. Os JCP são no valor de R$ 59,7 milhões (R$ 0,15 bruto por ação). O pagamento também será em 26.12.2025.

GPS (GGPS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da GPS é nesta terça, 16. A partir de quarta-feira, 17, as ações serão negociadas ex-provento. Os dividendos intermediários são no montante total de R$ 220 milhões, correspondente a R$ 0,32 por ação ordinária. O pagamento será em 6 de fevereiro de 2026.

Quarta, 17

Mahle Metal Leve (LEVE3) 

A Mahle Metal Leve paga na quarta-feira, 17, juros sobre o capital próprio no valor líquido de R$ 0,51 por ação ordinária. Desde 17 de novembro de 2025 as ações de emissão da companhia passaram a ser negociadas “ex” juros sobre o capital próprio.

Eztec (EZTC3) 

A Eztec paga na quarta, 17, a quantia de R$ 132,8 milhões em dividendo anunciado em 13 de novembro. Esse valor corresponde a R$ 0,60 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 18 de novembro de 2025.

Qualicorp (QUAL3) 

A Qualicorp paga nesta quarta-feira, 17, os dividendos aprovados na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 28 de março deste ano, no montante de R$ 1.562.494,30 (um milhão, quinhentos e sessenta e dois mil, quatrocentos e noventa e quatro reais e trinta centavos), correspondente ao valor de R$ 0,005527286 por ação. Terão direito aos dividendos os detentores de ações de emissão da companhia na data-base de 27 de junho de 2025.

Kepler Weber (KEPL3) 

A Kepler Weber (KEPL3) paga na quarta-feira, 17, dividendos intercalares anunciados em 19 de novembro. O valor soma R$ 24,9 milhões e corresponde a R$ 0,14 por ação ordinária. A ‘data com’ (data de corte) foi em 24 de novembro de 2025.

Celesc (CLSC4) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Celesc anunciados em 11 de dezembro, é na quarta-feira, 17. As ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 18 de dezembro. O montante aprovado é de R$ 90,4 milhões, à razão de R$ 2,21 por ação ordinária e R$ 2,43 por ação preferencial. O pagamento será realizado em duas parcelas, devendo ser pagas a primeira parcela até 30/06/2026 e a segunda parcela até 30/12/2026.

Isa Energia (ISAE4) 

A ‘data com’ para ter direito a terceira parcela do JCP da Isa Energia anunciado é na quarta-feira, 17. A  data ex-direito será em 18 de dezembro de 2025. A data de pagamento será em 30 de dezembro de 2025 no valor líquido de R$ 0,19 por ação.

Grazziotin (CGRA3, CGRA4)

A data com para ter direito ao dividendo da Grazziotin anunciado em 12 de dezembro, é nesta quarta, 17. A partir de quinta, 18, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor por ação, ordinária e preferencial, será de R$ 3,95. O pagamento será realizado em 30.12.2025. Vale lembrar que na quinta-feira, 11 de dezembro, a Grazziotin anunciou juros sobre o capital.

Localiza (RENT3)

A data com para ter direito ao JCP da Localiza anunciado em 12 de dezembro, é nesta quarta, 17. A partir de quinta, 18, as ações serão negociadas ex-JCP. Os JCP são no valor bruto de R$ 543,5 milhões. O valor bruto por ação é equivalente a R$ 0,51. O pagamento ocorrerá no dia 06/02/2026.

Bradespar (BRAP4)

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e juros sobre o capital anunciados em 15 de dezembro, é nesta quarta-feira, 17. A partir de quinta, 18, as ações serão negociadas ex-proventos.

Os dividendos somam R$ 330 milhões, dos quais R$ 250 milhões serão pagos em 30.12.2025, sendo R$ 0,597218470 por ação ordinária e R$ 0,656940317 por ação preferencial; e R$ 80 milhões serão pagos em 13.3.2026, sendo R$ 0,191109910 por ação ordinária e R$ 0,210220901 por ação preferencial.

Os juros sobre o capital próprio são no montante de R$ 257 milhões, sendo R$ 0,613940587 por ação ordinária e R$ 0,675334646 por ação preferencial, os quais serão pagos em 13.3.2026 pelos valores líquidos de R$ 0,521849499 por ação ordinária e R$ 0,574034449 por ação preferencial, considerando a dedução do Imposto de Renda na Fonte de 15%.

Quinta, 18

Dexco (DXCO3) 

A Dexco (DXCO3) paga na quinta-feira, 18, dividendos e JCP relativos ao resultado do exercício do ano de 2024. O montante a ser distribuído, no valor bruto de R$ 43,4 milhões – compostos por R$ 37,4 milhões de JCP e R$ 6 milhões de dividendos – considerou a posição acionária final dos dias 18 de dezembro de 2024 e 17 de março de 2025 para a base de cálculo do pagamento de JCP e de dividendos, respectivamente. As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 19 de dezembro de 2024 e “ex-dividendos” a partir de 18 de março de 2025. O dividendo é de R$ 0,007 por ação. Os JCP são no valor líquido de  R$ 0,03 por ação.

Ambev (ABEV3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP e dividendo da Ambev anunciados em 9 de dezembro, é quinta-feira, 18. A partir de 19 de dezembro as ações passam a ser negociadas ex-proventos. Os dividendos são no valor de R$ 0,46 por ação e serão pagos em 30 de dezembro de 2025. Os JCP são no valor líquido de R$ 0,22 por ação e serão pagos até 31 de dezembro de 2026, em data a ser definida.

Engie (EGIE3)

A data com para ter direito aos JCP anunciados em 12 de dezembro, é nesta quinta, 18. As ações da companhia serão negociadas ex-juros sobre o capital próprio a partir de 19 de dezembro. O valor bruto dos juros sobre o capital próprio é de R$ 100 milhões, correspondentes a R$ 0,08 por ação. Esses JCP serão pagos em data ainda a ser definida pela diretoria da Engie Brasil. 

Rede D’Or (RDOR3)

A data com para ter direito aos dividendos e JCP da Rede D’or é na quinta, 18. A partir de 19 de dezembro as ações serão negociadas ex-proventos. Os JCP são no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18 por ação ordinária. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 5,62 bilhões correspondente a R$ 2,54 por ação ordinária. A Rede D’or anunciou ainda a distribuição de dividendos intercalares no montante bruto total de R$ 2,1 bilhões, correspondente a R$ 0,95 por ação ordinária. O pagamento dos JCP e dividendos intermediários será efetuado em 30 de dezembro de 2025. O pagamento dos dividendos intercalares será efetuado em parcela única até 30 de dezembro de 2026. 

BTG (BPAC11) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do BTG, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O valor líquido por ação ordinária ou ação preferencial é R$ 0,14. O valor líquido por Unit BPAC11 é R$ 0,42. O pagamento dos juros sobre capital próprio ocorrerá no dia 13 de fevereiro de 2026.

Blau (BLAU3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Blau, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O montante total é de R$ 100 milhões, que representam R$ 0,56 por ação ordinária.  O efetivo pagamento dos dividendos será realizado no prazo de 3 (três) anos contados da data em que foram declarados, isto é, até 15 de dezembro de 2028, sendo que não haverá atualização monetária ou incidência de juros entre a presente data e a data de pagamento dos dividendos. As datas de pagamento serão oportunamente informadas aos acionistas por meio de aviso aos acionistas. 

Log (LOGG3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Log, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O valor total é de R$ 278,5 milhões. Esse valor corresponde a R$ 3,18 por ação ordinária. O pagamento de dividendos será realizado em 29 de dezembro de 2025. 

Odontoprev (ODPV3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos e JCP da Odontoprev, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. Os dividendos são no valor de R$ 105 milhões, correspondentes a R$ 0,19 por ação. Os JCP são no valor líquido de R$ 23.590.653,36 correspondentes a R$ 0,04 por ação.

Boa Safra (SOJA3) 

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Boa Safra, anunciados em 15 de dezembro, é nesta quinta-feira, 18. A partir de sexta, 19, os papéis serão negociados ex-provento. O valor bruto é de R$ 40 milhões, correspondendo a R$ 0,29 por ação. O pagamento dos juros sobre o capital próprio será efetuado em 30 de dezembro de 2025. 

Sexta, 19

AXIA Energia (antiga Eletrobras) 

A Axia Energia (antiga Eletrobras) paga nesta sexta-feira, 19, dividendos anunciados em 5 de novembro no valor de R$ 1,58 por ação preferencial de classe A; R$ 2,07 por ação preferencial de classe B e R$ 1,88 por ação ordinária. A data de corte foi 14 de novembro. As ações da AXIA Energia na B3 e os ADRs na NYSE serão negociados ex-direitos desde 17 de novembro de 2025.

Energisa (ENGI11) 

A Energisa paga nesta sexta-feira, 19, R$ 320,5 milhões em dividendo, o equivale a R$ 0,70 (setenta centavos) por cada Unit e R$ 0,14 (quatorze centavos) por cada ação ordinária ou preferencial. O pagamento será efetuado com base na posição acionária da companhia em 26 de novembro de 2025.

Fleury (FLRY3) 

O Fleury (FLRY3) paga na sexta-feira, 19, juros sobre o capital no valor de R$ 128  milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,23 por ação. Vale lembrar que os dividendos no valor de R$ 362 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,66 por ação, será pago em três parcelas. O valor de R$ 220 milhões, correspondente a R$ 0,40 por ação, será pagos em maio de 2026. O valor de R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2026; e R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, em setembro de 2027.

Itaú (ITUB4) 

O Itaú paga na sexta-feira, 19, os dividendos anunciados em 27 de novembro no valor de R$ 1,86 por ação. Vale lembrar que os JCP anunciados na mesma data, no valor líquido de R$ 0,31 por ação, serão pagos até 30.04.2026.

Itaúsa (ITSA4)

A Itaúsa paga na sexta-feira, 19, R$ 8,52 bilhões em dividendos (R$ 0,775364 por ação), que tem como base de cálculo a posição acionária final do dia 9 de dezembro de 2025. Vale lembrar que a quantia de R$ 0,2 bilhão (R$ 0,17 bilhão líquidos de IRRF) será paga na forma de juros sobre capital próprio (R$ 0,0182 por ação ou R$ 0,01547 por ação líquidos de IRRF), até 30 de abril de 2026.

Unifique (FIQE3) 

A Unifique paga na sexta-feira, 19, dividendos intermediários no montante total de R$ 15 milhões, correspondentes a R$ 0,04 por ação. Tem direito acionistas detentores de ações em 11 de dezembro de 2025. As ações da companhia são negociadas ex-dividendos na B3 desde 12 de dezembro de 2025, inclusive. Vale lembrar que o conselho de administração aprovou e recomendou à assembleia geral extraordinária, a ser realizada em 29 de dezembro de 2025, a deliberação sobre pagamento de dividendos intermediários, à conta de parte das reservas de retenção de lucros constituída nos exercícios sociais de 2022, 2023 e 2024, no montante total de R$ 200 milhões, correspondentes a R$ 0,56 por ação, a ser pago em 2026, 2027 e 2028.

Syn (SYNE3) 

A Syn prop e tech paga na sexta-feira, 19, dividendos intercalares e intermediários no valor total de R$ 64 milhões, correspondendo a R$ 0,41 por ação. A ‘data com’ (data de corte) foi em 12 de dezembro de 2025, inclusive. As ações são negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 15 de dezembro de 2025, inclusive.

Neoenergia (NEOE3) 

A Neoenergia paga na sexta-feira, 19, os dividendos aprovados na assembleia geral ordinária e extraordinária da companhia realizada em 17/04/2025. O montante é de R$ 424,9 milhões correspondentes a R$ 0,35 por ação ordinária. Tem direito quem estava na base acionária em 17/04/2025. Desde 22/04/2025, inclusive, as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.

Motiva (MOTV3)

A Motiva paga na sexta-feira, 19, dividendos intermediários de 2025 no valor total de R$ 294,2 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,14 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 10 de dezembro de 2025, sendo que as ações da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 11 de dezembro.

Vivara (VIVA3) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos da Vivara, anunciados em 15 de dezembro, é nesta sexta-feira, 18. A partir de 22 de dezembro os papéis serão negociados ex-provento. O valor é de R$ 0,69 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado à vista, até o dia 30 de dezembro de 2025.

Azzas (AZZA3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Azzas anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 1,58 por ação ordinária. O pagamento será realizado em uma única parcela em 30 de dezembro de 2025.

Allos (ALOS3) 

A ‘data com’ para ter direito a primeira parte do dividendo anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A data ex-direito é em 22/12/2025. Essa primeira parte será paga em  em 05/01/2026. Importante lembrar que a segunda será paga em 03/02/2026 com data de corte em 21/01/2026 (data ex-direito em 22/01/2026). A terceira será paga em 03/03/2026 com data de corte em 19/02/2026 (data ex-direito em 20/02/2026). Cada parcela correspondente a R$ 0,29 por ação.

M.Dias Branco (MDIA3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da M.Dias Branco anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação é de R$ 0,59. O pagamento ocorrerá em 30 de dezembro de 2025.

Movida (MOVI3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Movida anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto por ação é R$ 0,75. 

TIM (TIMS3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Tim anunciado em 16 de dezembro, é nesta sexta, 19. A partir de segunda-feira, 22, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 1,79 bilhão, correspondentes a 0,74 por ação ordinária. O pagamento ocorrerá até o dia 30 de dezembro de 2025.

CSU Digital (CSUD3)

A ‘data com’ para ter direito aos proventos da CSU Digital anunciados em 16 de dezembro, é nesta sexta-feira, 19. As ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-JCP” e “ex-dividendos intermediários” a partir de 22 de dezembro de 2025. O conselho de administração da CSU Digital aprovou a distribuição de proventos no valor bruto total de R$ 76 milhões, corresponde a R$ 1,83 por ação ordinária. O pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) é no montante bruto de R$ 26 milhões, equivalentes a R$ 0,62 por ação ordinária. A distribuição de dividendos intermediários é no valor de R$ 50 milhões, equivalentes a R$ 1,20 por ação ordinária.

O pagamento de JCP e dos dividendos intermediários será realizado em 30 de dezembro de 2025.

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Publicado às 20h33

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Prévia do PIB no Brasil

Nesta segunda-feira, 17, o Banco Central divulga, às 9h, seu Índice de atividade econômica (IBC-Br). Esse indicador é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

Feriado na B3

Não haverá pregão na B3 na próxima quinta-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra. 

Ata do BC dos EUA

Nos Estados Unidos um dos principais eventos na semana é a divulgação da ata da reunião realizada em outubro do Comitê (Comitê Federal de Mercado Aberto) que decide sobre os juros. Em 29 de outubro o Banco Central dos EUA (o Federal Reserve) cortou os juros em 0,25 ponto, reduzindo a banda para 3,75% e 4% ao ano. O mercado espera que a ata traga sinalizações sobre o rumo dos juros na maior economia do mundo. A próxima reunião do Comitê será em 10 de dezembro e uma nova redução da taxa parece cada vez mais uma incógnita. Ainda nos Estados Unidos, investidores também aguardam os números do mercado de trabalho americano referentes a setembro, após o fim da paralisação do governo federal.

Balanço da Nvidia

No âmbito corporativo, um dos destaques é o resultado trimestral da Nvidia. (Nasdaq: NVDA; B3: NVDC34). A companhia apresenta seus números na quarta-feira, 19 de novembro. Analistas e investidores vão estar de olho no guidance, considerado importante para acalmar o mercado em meio a temores crescentes de uma bolha no setor de tecnologia voltada para a Inteligência Artificial. A Nvidia é atualmente a empresa com maior valor de mercado (calculado com base no preço das ações) no mundo. Na sexta-feira, 14, fechou valendo 4,63 trilhões de dólares.

Notícias corporativas

Sabesp celebra contratos definitivos de autoprodução de energia elétrica

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp (SBSP3) celebrou dois contratos definitivos de autoprodução de energia elétrica com a Casa dos Ventos e a Engie Brasil Energias Complementares Participações no âmbito de seu projeto de geração de energia renovável.

Com a Casa dos Ventos a capacidade de geração do empreendimento é 126 MWm. Com a Engie, a capacidade de geração do empreendimento é 60 MWm.

“A conclusão destas transações representa um avanço significativo na estratégia da companhia, reforçando um portfólio energético robusto, diversificado e sustentável, preparado para atender às demandas da companhia sem faltar com seu compromisso com práticas ambientais responsáveis”, afirmou a Sabesp.

Motiva (MOTV3) anuncia novo diretor vice-presidente de finanças

O conselho de administração da Motiva (MOTV3) aprovou ajustes na estrutura de sua diretoria executiva com o objetivo de ampliar o foco estratégico no perímetro de atuação dos diretores vice-presidentes corporativos.

Nesse contexto, foi deliberada a nomeação de Rodrigo Araujo Alves para o cargo de diretor vice-presidente de finanças e relações com investidores, com início de mandato em 5 de janeiro de 2026. Até essa data, a função continuará sendo exercida por Waldo Perez.

Rodrigo Araujo atualmente ocupa o cargo de diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Cosan (CSAN3), posição que exercerá até dezembro de 2025, além das posições de conselheiro de administração e membro de comitês das empresas Compass Energia, Moove e Raízen.

Entre 2007 e 2023, trabalhou na Petrobras, onde também foi diretor executivo financeiro e de relacionamento com investidores.

A Motiva informou ainda que, a partir de janeiro de 2026, Waldo Perez assumirá o cargo de diretor vice-presidente de capex, supply chain e serviços compartilhados e continuará atuando na liderança da Plataforma de Aeroportos e do programa de reciclagem de ativos em andamento. Raquel Cardoso passará a conduzir a área de Sustentabilidade e ocupará o cargo de diretora vice-presidente de pessoas, desenvolvimento organizacional e sustentabilidade. Pedro Sutter assumirá a posição de diretor vice-presidente de inovação, tecnologia e risco. Roberto Penna permanecerá no cargo de diretor vice-presidente jurídico, governança, compliance e relações governamentais. Eduardo Camargo e André Salcedo seguirão na posição de diretores vice-presidentes de negócios, liderando as Plataformas de Rodovias e Trilhos, respectivamente.

Terra Santa (LAND3) informa que 4 mil hectares ‘não correspondem às áreas existentes de fato’

A Terra Santa (LAND3) concluiu a avaliação dos impactos da baixa de imóveis num total de 4.066,92 hectares, integrantes do ativo da companhia, que não correspondem às áreas existentes de fato. Após a finalização dos procedimentos de regularização e análises adicionais, este valor foi atualizado pela inclusão de uma área adicional de 138,44 hectares que, na avaliação da companhia, também deve seguir o mesmo tratamento. Assim, a área total a ser baixada passa a ser de 4.205,36 hectares.

Ainda no contexto do processo de regularização da documentação de suas terras, concluiu-se que uma área total de 365 hectares do ativo imobilizado da Fazenda Iporanga, subsidiária integral da Terra Santa, sobre a qual não há exercício da posse por parte da companhia, em razão da impossibilidade de sua localização geográfica, deveria seguir o mesmo tratamento das áreas acima mencionadas.

Neste sentido, a companhia divulgou suas demonstrações financeiras, referentes ao período de nove meses encerrado em 30 de setembro de 2025, incluindo uma nota de reapresentação dos saldos contábeis dos períodos comparativos, refletindo tais efeitos. Como já antecipado, no fato relevante de 29 de agosto de 2025, não houve qualquer impacto na receita da Terra Santa, já que os ativos em questão não são objeto de contratos de arrendamento. “Igualmente, não há impactos na avaliação anual das terras da companhia, uma vez que tais áreas não são objeto do laudo de avaliação do valor de mercado divulgado anualmente”, afirmou a companhia.

Em decorrência do reconhecimento desses assuntos, a Terra Santa convocou uma assembleia geral extraordinária, a ser realizada em 18 de dezembro de 2025, com a finalidade de aprovar a redução de seu capital social, para absorção do efeito desses ajustes, sem alteração na quantidade de ações.

Rumo (RAIL3) reporta lucro ajustado de R$ 733 milhões no 3T25, queda de 7,6%

A Rumo (RAIL3) divulgou na sexta-feira, 14, após o fechamento do mercado, que teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido ajustado de R$ 733 milhões, queda de 7,6% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24). Sem ajuste, o lucro líquido foi de R$ 416 milhões, queda anual de 39,2%. O Ebitda ajustado foi de R$ 2,31 bilhões, crescimento de 4,5% sobre o desempenho de um ano antes. A receita operacional líquida somou R$ 3,81 bilhões, alta de 1,8% no ano.

Grupo Mateus (GMAT3) anuncia pagamento de R$ 111,2 milhões em juros sobre o capital

O conselho de administração do Grupo Mateus (GMAT3) aprovou nesta sexta-feira, 14, a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP). O montante total bruto é de R$ 111,2 milhões.

O valor bruto por ação é de R$ 0,0495738577. Terão direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 19 de novembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data (inclusive). As ações serão negociadas ex-direitos ao recebimento dos JCP a partir de 21 de novembro.

O pagamento será realizado no dia 30 de dezembro de 2025. Nessa mesma data também ocorre o pagamento dos juros sobre capital próprio aprovados em 21 de março de 2025, 23 de junho de 2025, e 22 de setembro de 2025.

Banese (BGIP4) anuncia pagamento de juros sobre o capital

O conselho de administração do Banese (BGIP4) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) relativo ao quarto trimestre de 2025. O valor é de R$ 17,6 milhões. O valor líquido é de R$ 0,66 por ação ordinária e R$ 0,72 para as ações preferencais. A data com (data de corte) desses JCP será em 19 de novembro de 2025, passando as ações, a partir de 21 de novembro, a serem negociadas na Bolsa de Valores “ex” esses juros sobre o capital próprio. O pagamento será dia 3 de fevereiro de 2026.

O Banese também aprovou JCP relativo ao terceiro trimestre de 2025 no montante de R$ 17,4 milhões. O valor líquido é de R$ 0,65 por ação ordinária e de R$ 0,72 por ação preferencial. O pagamento será com base na posição acionária de 19 de novembro, passando as ações, a partir de 21 de novembro, a serem negociadas na B3 “ex” esses JCP. O pagamento desses JCP será em 3 de fevereiro de 2026.

Cosan (CSAN3) reporta prejuízo de R$ 1,18 bilhão no 3T25

A Cosan (CSAN3) divulgou na noite de sexta-feira, 14, que registrou um prejuízo líquido de R$ 1,18 bilhão no terceiro trimestre de 2025 (3T25). Dessa forma a companhia reverte o lucro de R$ 293 milhões do mesmo trimestre de 2024.

No release de resultados, a holding explicou que o recuo deveu-se, em grande parte, pela menor contribuição da equivalência patrimonial no balanço. A Cosan apresentou, no período, uma equivalência patrimonial negativa de R$ 482 milhões.

A dívida líquida somou no período R$ 18,2 bilhões, 4% maior quando comparado com o trimestre imediatamente anterior. O custo médio de dívida ficou em linha com o 2T25 em CDI+0,89%.

O resultado da Cosan é composto por equivalência patrimonial das participações societárias diretas e indiretas nas controladas, controladas em conjunto e coligada; despesas gerais e administrativas da estrutura corporativa da Cosan e outras receitas/despesas operacionais, compostas, principalmente por, contingências; resultado financeiro que reflete o custo líquido da estrutura de capital da companhia; e tributos aplicáveis às transações.

A Cosan (CSAN3) informou na tarde desta sexta-feira alterações na diretoria executiva e em seu conselho de administração. Rodrigo Araujo Alves, atual diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Cosan, renunciou ao cargo. Rafael Bergman, que atuava como CFO da Raízen (RAIZ4), passará a ocupar a posição de diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Cosan. As mudanças se tornarão efetivas a partir de 5 de dezembro.

No conselho de administração, renunciam aos cargos de membro do colegiado Pedro Isamu Mizutani, Luis Henrique Cals de Beauclair Guimarães, Silvia Brasil Coutinho e Vasco Augusto Pinto da Fonseca Dias Júnior. André Esteves foi eleito ao cargo de vice-presidente do conselho de administração. André Esteves é o presidente do conselho de administração do Banco BTG Pactual (BPAC11).

Renato Antônio Secondo Mazzola e Ralph Gustavo Rosenberg foram eleitos aos cargos de membro do conselho de administração. Quanto ao conselho de administração, as alterações passarão a vigorar a partir de 19 de novembro de 2025.

Nesta sexta-feira, 14, também estão sendo comunicadas alterações também nos respectivos conselhos de administração de suas subsidiárias Rumo, Compass e a co-controlada Raízen. Na Moove, também será consignada a renúncia de Rodrigo Araujo e ingresso de Renato Antônio Secondo Mazzola e Ralph Gustavo Rosenberg.

A Raízen informou que Lorival Luz passará a ocupar as funções de diretor financeiro e de relações com investidores, substituindo Rafael Bergman. Lorival é um executivo sênior que acumula mais de 30 anos de experiência executiva ocupando cargos de liderança em grandes empresas como Citibank, CPFL Energia, Estácio Participações, Grupo Votorantim, e também como CEO da BRF e Alloha Fibra.

Raízen (RAIZ4) reporta prejuízo de R$ 2,31 bilhões 

A Raízen (RAIZ4) divulgou na sexta-feira, 14, após o fechamento do mercado, que teve prejuízo de R$ 2,3 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/2026 (2T26). Dessa forma aumenta o prejuízo na base anual de comparação. No mesmo trimestre da safra passada o prejuízo foi de R$ 158 milhões.

Segundo a companhia, o desempenho reflete a menor contribuição do s resultados operacionais; o aumento das despesas financeiras em razão do maior saldo de dívida e da elevação da taxa média do CDI; e o maior efeito da variação do valor justo do ativo biológico (não caixa), decorrente da revisão das premissas utilizadas no cálculo. Adicionalmente, foram reconhecidos neste trimestre impactos negativos não recorrentes (não caixa) relacionados à hibernação e alienação de ativos, no montante de R$ 1 bilhão, em linha com o processo de simplificação do portfólio. “Cabe destacar que esse efeito deverá ser majoritariamente compensado pelos impactos positivos esperados com a conclusão das transações já anunciadas pela companhia”, afirmou a Raízen no release de resultados.

O Ebitda teve uma queda de 39,7% na base anual, somando R$ 2,78 bilhões. O Ebitda ajustado caiu 12,8% na mesma base de comparação para R$ 3,34 bilhões. Segundo a Raízen, a redução é explicada principalmente pelo menor volume de açúcar e etanol comercializado no segmento EAB e pela retração circunstancial das margens em Distribuição de Combustíveis Argentina , pressionadas pela desvalorização cambial do peso argentino . Esses efeitos compensaram o melhor desempenho em Distribuição de Combustíveis Brasil e os ganhos de eficiência decorrentes da revisão das estruturas organizacionais e da gestão de despesas.

A receita líquida atingiu R$ 59,9 bilhões, queda de 17,8% na comparação com o mesmo trimestre da safra passada.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do gráfico do Ibovespa, Vale3, Petr4, Goau4, Cmig4, Bbdc3, Brbi11, Fiqe3, Unip3. Acesse aqui o vídeo.

Companhias que pagam provento ou têm data com nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 17

Mitre (MTRE3)

A ‘data com’ para ter direito a terceira parcela dos dividendos intercalares da Mitre é nesta segunda-feira, 17. O pagamento será em 02/12/2025. O valor é R$ 0,03 por ação ordinária.

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade paga nesta segunda-feira, 17, o dividendo anunciado em agosto. O valor por ação é R$ 0,32. A posição acionária para ter direito foi no dia 3 de novembro. Desde 4 de novembro as ações são negociadas ex-dividendos.

Vulcabras (VULC3)

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela do dividendo intercalar da Vulcabras anunciado em 14 de agosto, é nesta segunda-feira, 17. A partir de 18 de novembro os papéis da companhia serão negociados ex-provento. O valor é de R$ 0,125 por ação. O pagamento será em 01/12/2025.

Equatorial (EQTL3)

A Equatorial paga nesta segunda-feira, 17, juros sobre o capital (JCP) anunciados em 31 de outubro, no valor de R$ 1,45 por ação ordinária. As ações são negociadas ex-proventos ao recebimento dos JCP desde 6 de novembro de 2025, inclusive.

BR Partners (BRBI11)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo do BR Partners anunciado em 6 de novembro, é nesta segunda-feira, 17. A partir do dia 18 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é R$ 0,34 (trinta e quatro centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia. Os acionistas detentores de UNITs (BRBI11), formadas por 1 (uma) ação ordinária e 2 (duas) ações preferenciais, receberão, portanto, o correspondente a R$ 1,02 (um real e dois centavos) por UNIT. O pagamento será realizado em uma única parcela no dia 26 de novembro de 2025.

Even (EVEN3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Even, anunciado em 10 de novembro, é nesta segunda-feira, 17. A partir do dia 18 de novembro as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor total é R$ 0,76 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 28 de novembro de 2025.

Terça, 18

Localiza (RENT3)

A Localiza paga nesta terça-feira, 18, juros sobre o capital próprio no valor bruto de R$ 543.441.607,99. O valor bruto por ação é R$ 0,51. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 25 de setembro.

Tegma (TGMA3)

A Tegma paga nesta terça-feira, 18, dividendos intercalares e juros sobre capital próprio. O valor soma R$ 63,9 milhões, o equivalente a R$ 0,97 (noventa e sete centavos) por ação, sendo R$ 52.090.839,88 a título de dividendos intercalares, correspondente a R$ 0,79 por ação; e R$ 11,8 milhões a título de juros sobre capital próprio, correspondente a R$0,18 (dezoito centavos) por ação. As ações passaram a ser negociadas “ex-dividendos e ex-juros sobre capital próprio” a partir de 7 de novembro, inclusive.

Allos (ALOS3)

A ‘data com’ para ter direito a segunda parcela do dividendo intercalar da Allos, anunciado em 15 de setembro, é nesta terça, 18. A partir de quarta, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,10 por ação e será pago em 2/12/25.

Allos (ALOS3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da Allos anunciado em 12 de novembro, também é nesta terça-feira, 18. A partir de quarta, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor por ação é de R$ 0,19. O pagamento será realizado em 02/12/2025.

Trisul (TRIS3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Trisul, é nesta terça-feira, 18. A partir de quarta, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,55 por ação ordinária. O pagamento será em 28 de novembro de 2025.

Eztec (EZTC3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Eztec, é nesta terça-feira, 18. A partir de quarta, 19, as ações passam a ser negociadas ex-provento. A quantia de R$ 87,1 milhões, correspondente a R$ 0,39 por ação ordinária, será paga até 28 de novembro de 2025. A quantia de R$ 132,8 milhões, correspondente a R$ 0,60 por ação ordinária, será paga até 17 de dezembro de 2025.

Quarta, 19

Klabin (KLBN11)

A Klabin paga nesta quarta-feira, 19, R$ 318 milhões em dividendo. O valor por unit corresponde a R$ 0,26. O valor por ações ordinárias e preferenciais é de R$ 0,05. Tem direito as pessoas com ações da companhia em 7 de novembro de 2025.

CSN Mineração (CMIN3)

A CSN Mineração paga nesta quarta-feira, 19, dividendo e JCP anunciados em 4 de novembro. São R$ 424,2 milhões a título de dividendos intercalares, correspondendo a R$ 0,07 por ação; e R$ 479 milhões na forma de juros sobre o capital próprio, correspondendo a R$ 0,08 por ação. Considerando a alíquota de 15%, o valor líquido de Imposto de Renda a ser pago será de R$ 0,07 por ação. Tem direito ao recebimento desses dividendos e juros sobre o capital próprio acionistas com ações em 7 de novembro de 2025.

CPFL (CPFE3)

A CPFL Energia realiza na quarta-feira, 19, o pagamento de mais uma parcela dos dividendos declarados na Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 29 de abril de 2025. Será efetuado o sexto pagamento no montante de R$ 700 milhões. O valor por ação é R$ 0,60. Tem direito aos dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025, e a partir de 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. Ainda resta uma quantia remanescente de R$ 299 milhões (R$ 0,26 por ação), que será paga até 31/12/25.

Grupo Mateus (GMAT3)

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital do Grupo Mateus, anunciados em 14 de novembro, é na quarta, 19. A partir de sexta-feira, 21, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,04. O pagamento será realizado no dia 30 de dezembro de 2025.

Banese (BGIP4)

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital do Banese, anunciados em 14 de novembro, é na quarta, 19. A partir de sexta-feira, 21, as ações serão negociadas ex-JCP.  O valor de R$ 17,6 milhões, relativo ao quarto trimestre de 2025 é de R$ 0,66 por ação ordinária e R$ 0,72 para as ações preferenciais. Já os JCP relativos ao terceiro trimestre de 2025 são no montante de R$ 17,4 milhões. O valor líquido é de R$ 0,65 por ação ordinária e de R$ 0,72 por ação preferencial. Ambos os JCP serão pagos em 3 de fevereiro de 2026.

Sexta, 21

Petrobras (PETR3, PETR4)

A Petrobras paga na sexta-feira, 21, a primeira parcela do provento anunciado em 7 de agosto. Essa primeira parcela é no valor de R$ 0,33 por ação ordinária e preferencial e será integralmente paga sob a forma de juros sobre capital próprio. Tem direito quem tinha ações em 21 de agosto de 2025. As ações passaram a ser negociadas ex-direitos desde 22 de agosto. Vale lembrar que a segunda parcela, no valor de R$ 0,33 por ação ordinária e preferencial, será paga em 22 de dezembro de 2025, sendo R$ 0,20 sob a forma de dividendos e R$ 0,13 sob a forma de juros sobre capital próprio.

Grendene (GRND3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Grendene anunciado em 6 de novembro, é na sexta-feira, 21. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendo a partir de 24 de novembro. O valor de R$ 60 milhões será distribuído na forma de juros sobre o capital, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,06. O valor de R$ 3,89 milhões será distribuído na forma de dividendo, correspondendo a R$ 0,004321324 por ação.

Azzas (AZZA3)

A data com para ter direito ao dividendo da Azzas anunciado em 17 de novembro, é nesta sexta-feira, 21. As ações serão negociadas ex-direitos ao recebimento dos dividendos a partir de 24 de novembro. O valor de R$ 0,89219207032 por ação ordinária. O pagamento será realizado em uma única parcela em 1° de dezembro de 2025.

Lavvi (LAVV3)

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos adicionais da Lavvi, anunciados em 19 de novembro, é nesta sexta-feira, 21. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 24 de novembro de 2025, inclusive. O valor é de R$ 150 milhões e corresponde a R$ 0,76 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 4 de dezembro de 2025. 

Fundamentos: veja a avaliação do resultado do 3T25 de 11 companhias

O Finance News traz os artigos que foram destaque na semana sobre o resultado do terceiro trimestre (3T25) de várias companhias.

M.Dias (MDIA3): a avaliação do resultado do 3T25

O time de analistas do BTG Pactual avalia que a M.Dias Branco apresentou no terceiro trimestre de 2025 (3T25) reflexos de um reposicionamento estratégico após anos focados em preço. Desde 2018, aumentos acima dos pares reduziram volumes, culminando em forte queda no 3T24. No 3T25, os volumes cresceram 5,6% na base trimestral, enquanto os preços médios recuaram 3%, sugerindo tentativa de recuperar participação de mercado.

As despesas com vendas aumentaram 9,6% no trimestre, refletindo postura comercial mais agressiva. O Ebitda de R$ 324 milhões veio 17% abaixo do esperado. O fluxo de caixa operacional foi sólido em R$ 530 milhões, beneficiado por liberação de capital de giro e monetização de créditos tributários, destaca o BTG.

O banco manteve recomendação “neutra” para o ativo, destacando que os próximos trimestres serão cruciais para avaliar a consistência da retomada de volumes e margens, ainda abaixo da meta de 15% de margem Ebitda de longo prazo.

Para a equipe da XP, os resultados vieram mais fracos do que o esperado e devem levar a revisões negativas de lucro à frente.

Entenda por que o J.P. Morgan rebaixou a BB Seguridade (BBSE3)

A equipe do J.P. Morgan rebaixou a recomendação para BB Seguridade (BBSE3). Passou de “equal-weight” (equivalente à neutro) para “underweight” (equivalente à venda). O preço-alvo foi cortado de R$ 40 para R$ 34 por ação. O banco observa tendências desafiadoras à frente, com crescimento de prêmios ganhos em dígitos baixos no ano que vem e em 2027 e pressão sobre a receita financeira devido à possibilidade de queda da Selic nos próximos trimestres. Na avaliação dos analistas do banco, cada corte de 1 ponto percentual na Selic representa um impacto negativo de aproximadamente R$ 100 milhões nos lucros da seguradora.

Além disso, destacam outro desafio à frente: a renovação do contrato de exclusividade com o Banco do Brasil. Esse contrato vence em 2033.

O time do banco norte-americano salienta que, embora os comentários recentes da gestão do Banco do Brasil sobre a renovação com a BB Seguridade sejam positivos, as negociações não devem ocorrer no curto prazo. O cenário-base considera que as conversas só devem começar a partir de 2027, o que adiciona incerteza e impacta negativamente a avaliação de perpetuidade.

“Não vemos pressa por parte do Banco do Brasil ou da BB Seguridade em relação à renovação de seus contratos, o que, em nossa opinião, mantém uma pressão negativa sobre as ações”, escreve a equipe em relatório.

A avaliação é que, embora o rendimento de dividendos (dividend yield) projetado da BB Seguridade de 11% seja atraente, não é suficiente para compensar o risco e gerar bom retorno, já que se o contrato não for renovado após 2033, o yield ajustado seria equivalente a 8%, se comparado a uma empresa perpétua.

Sabesp (SBSP3): a avaliação do resultado do 3T25

Na avaliação do BTG, após um segundo trimestre muito forte, a Sabesp (SBSP3) apresentou resultados mais fracos no terceiro trimestre de 2025 (3T25), impactados por um mix tarifário abaixo do esperado e custos mais altos.

Já o time da Genial comenta em relatório que a Sabesp reportou números abaixo do consenso de mercado devido, principalmente, a uma ligeira piora no mix da receita com a entrada de um maior número de consumidores baixa renda/tarifa subsidiada – algo plenamente esperado e que vai em linha com a proposta do processo de privatização da empresa.

A Sabesp reportou um Ebitda 6% abaixo da estimativa da XP e cerca de 3% abaixo do consenso. No entanto, seus analistas ressaltaram que os resultados mais fracos que não preocupam nem alteram a tese de investimento. “Não vemos elementos nos resultados deste trimestre que alterem substancialmente nossa visão construtiva sobre a Sabesp”, escreve o time da XP em relatório.

MBRF (MBRF3): a avaliação do 3T25

A Genial Investimentos manteve a recomendação de “compra” para a MBRF (MBRF3) com preço-alvo de R$ 23. Na segunda-feira, 10, a companhia reportou no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 94 milhões, acima da expectativa.

Em relatório, a equipe da Genial afirma que, ainda que reconheça os riscos atrelados à tese, como o de concentração em negócios cíclicos de aves e processados, entende que os vetores de valor a serem agregados ao acionista os superam.

O time da Genial avalia que o recente descolamento do preço em relação aos fundamentos abre uma “janela de oportunidade” favorável.

Natura (NATU3): a avaliação do 3T25

O time de analistas do BTG ressalta que a Natura (NATU3) apresentou outro trimestre com resultados operacionais abaixo do esperado, com destaque negativo para a Avon no Brasil e América Latina, prejudicada pela desaceleração do consumo e menor alavancagem operacional.

“A companhia segue focada na reestruturação da Avon LatAm e na recuperação da operação no Brasil, embora os desafios operacionais e o consumo fraco mantenham a recomendação neutra”, escreve em relatório o time de analistas do banco.

Para a XP, a Natura reportou resultados fracos no terceiro trimestre de 2025 (3T25), com a desaceleração do crescimento impactada por um ambiente macroeconômico desafiador e pelos ventos contrários da Onda 2, o que levou a uma desalavancagem operacional.

Taesa (TAEE11): a avaliação do resultado do 3T25 da companhia

Para a equipe da Genial Investimentos, a Taesa (TAEE11) reportou resultados no terceiro trimestre de 2025 (3T25) acima de suas estimativas e do consenso devido a um mix de eventos positivos ao longo do seu resultado como bom controle de custos, entre outros fatores. “Apesar da execução operacional consistente, continuamos a ver o valuation restrito, com poucos gatilhos de reprecificação no curto prazo”, escreve o time de analistas em relatório.

Já a XP destaca que o Ebitda reportado pela Taesa ficou apenas 1% abaixo da sua estimativa, explicado por receitas ligeiramente menores, parcialmente compensadas por despesas mais baixas.  A alavancagem ficou em 4,1x, comparada à estimativa de 3,9x, aumentando em um ritmo mais acelerado que o esperado, avaliam seus analistas. Ainda segundo a XP, a dívida líquida/Ebitda da Taesa ficou em 4,1x, contra sua previsão de 3,9x, um patamar elevado que deve continuar alto no futuro próximo, já que a empresa seguirá pagando dividendos enquanto mantém seu plano de capex.

O conselho de administração da Taesa em reunião realizada na terça-feira, 11, aprovou a distribuição de proventos no montante de R$ 323.264.148,24, a título de dividendos intercalares e de juros sobre capital próprio (JCP). O total a pagar por Unit TAEE11 é R$ 0,93836044665; por ação TAEE3/TAEE4 é R$  0,31278681555. O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 28 de janeiro de 2026, com base na posição acionária do dia 14 de novembro de 2025. A partir do dia 17 de novembro de 2025, as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3.

B3 (B3SA3): a avaliação do resultado do 3T25

A equipe do BTG avalia que a performance operacional refletiu fraqueza em ações, parcialmente compensada por crescimento de dois dígitos nas demais verticais. O banco manteve a recomendação de “compra”, citando um portfólio mais diversificado e menos cíclico, forte geração de caixa e alto yield, com potencial de reprecificação se o ciclo macroeconômico ajudar. Em relatório o BTG reporta que, segundo o CEO da B3, o ADTV (Volume Médio Diário de Negociações) pode até dobrar com queda de juros, reforçando a tese de médio/longo prazo. O banco tem preço-alvo de R$ 16 para as ações.

Já o time de analistas da Genial Investimentos destaca que a B3 reportou lucro líquido recorrente de R$ 1,26 bilhão no 3T25, leve queda de 1,7% na base trimestral, mas alta de 2,6% no ano. O resultado veio 3,2% acima do consenso de mercado e em linha com suas estimativas.

A avaliação é que a retração sequencial reflete, principalmente, a normalização do resultado financeiro, que no trimestre anterior havia sido positivamente impactado por efeitos não recorrentes, criando uma base comparativa mais forte. “Ainda assim, a diversificação de portfólio da companhia ajudou a compensar a queda de receita em ações e derivativos, principais linhas de negócio da B3”, afirma a Genial, que também tem classificação de “compra” com preço-alvo de R$ 15,80.

A avaliação dos resultados do 3T25 do Banco do Brasil (BBAS3)

A Genial Investimentos destaca que, pressionado pela deterioração da carteira de crédito rural, o lucro do terceiro trimestre (3T25) do Banco do Brasil (BBAS3) caiu 60%. Seus analistas ressaltam a inadimplência no agronegócio, que seguiu em forte trajetória de deterioração, atingindo 5,34% (+1,85 pp na base trimestral; +3,37 pp na base anual), com concentração nas cadeias de soja e milho na região Centro-Oeste. Embora não tenha ocorrido quebra relevante de safra, a queda acentuada dos preços e a elevada alavancagem dos produtores levaram a um aumento expressivo nos atrasos e pedidos de recuperação judicial.

Na avaliação da XP, o Banco do Brasil apresentou mais um trimestre fraco no 3T25. O lucro líquido recorrente ficou ligeiramente acima da estimativa de seus analistas, devido a despesas tributárias positivas. O desempenho da operação principal permaneceu pressionado com o custo de crédito aumentando para R$ 7,9 bilhões, impulsionado por uma maior deterioração da qualidade de crédito em todos os segmentos.

O BTG também avalia que os resultados no 3T25 vieram fracos, com lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões, estável na base trimestral e queda de 60% na anual, ficando 2% acima das estimativas e 7% acima do consenso, mas beneficiado por linha fiscal “positiva” e ajuste de R$ 750 milhões dos planos econômicos. A equipe salienta que o BB revisou para baixo o guidance de 2025, elevando provisões em 11% e cortando lucro líquido ajustado em 15%. O time de analistas mantém uma visão cautelosa, vendo recuperação lenta e melhores alternativas entre os bancos privados.

CPFL (CPFE3): a avaliação dos resultados do 3T25

O BTG Pactual destaca que a CPFL (CPFE3) apresentou resultados sólidos no trimestre, com Ebitda ajustado de R$ 3,12 bilhões, 5% acima das estimativas. O lucro líquido alcançou R$ 1,3 bilhão, acima do projetado, apoiado por menores despesas financeiras e maior resultado de equivalência patrimonial. A avaliação do BTG é que os resultados reforçaram o bom desempenho operacional apesar de efeitos setoriais adversos. O banco tem recomendação “neutra” para a companhia, com preço-alvo de R$ 43.

Para a XP, a CPFL reportou um Ebitda ajustado ligeiramente acima de suas expectativas. Seus analistas ressaltam que esse resultado é explicado principalmente pelo segmento de distribuição, que entregou volumes saudáveis e um lucro bruto 4% acima das suas projeções. Destaca ainda a surpresa positiva com o controle de Opex e a dinâmica de inadimplência, parcialmente compensada por outras despesas, resultando em um Ebitda ajustado 5% acima das suas estimativas. A XP tem recomendação de “compra” com preço-alvo de R$ 45,4.

A CPFL divulgou na quinta-feira, 13, que teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 1,37 bilhão no terceiro trimestre, aumento de 3,3% na comparação anual. Vale lembrar que na terça-feira, 11, a companhia informou sobre o pagamento de mais uma parcela dos dividendos declarados na Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 29 de abril de 2025.

Será efetuado o sexto pagamento, no montante de R$ 700 milhões no próximo dia 19 de novembro. O valor por ação é R$ 0,60. Tem direito aos dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025, e a partir de 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. Ainda resta uma quantia remanescente de R$ 299 milhões (R$ 0,26 por ação), que será paga até 31/12/25.

Cyrela (CYRE3): a avaliação dos resultados do 3T25

Para a Genial Investimentos a Cyrela reportou resultados sólidos no 3T25, superando o consenso em margem e lucro, ainda que receita e ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) tenham ficado levemente abaixo.

A avaliação é que a construtora segue em um ritmo forte de lançamentos, mas essa aceleração – somada ao menor apetite do comprador e ao macro ruim – está contribuindo para uma desaceleração nas vendas, tendência que deve continuar por alguns trimestres.

O time de analistas da Genial afirma que, diferentemente do que observa no setor de baixa renda, o segmento de alta renda já mostra sinais mais claros de arrefecimento, em um contexto de volume muito elevado de novos lançamentos e preços ainda altos, fatores que têm reduzido a demanda, especialmente em São Paulo.

Por outro lado, a equipe ressalta que o trimestre trouxe boa geração de caixa e redução de alavancagem na base trimestral de comparação.

A Genial segue com recomendação de “compra” para a companhia, destacando a capacidade da empresa de também operar nos segmentos de baixa renda.

Moura Dubeux, Direcional e MRV: a avaliação do resultado do 3T25 

Direcional (DIRR3)

Para o time de analistas do BTG, a Direcional apresentou resultados sólidos no 3T25. O banco ressalta que a companhia deve pagar dividendos robustos no quarto trimestre de 2025 (4T25), após o recebimento dos recursos da venda da Riva, estimados em cerca de R$ 1 bilhão. A avaliação é que a Direcional combina forte momento de resultados, expectativa de dividendos elevados e valuation atrativo a 8x P/L para 2026, sustentando a recomendação de “compra”. O BTG tem preço-alvo R$ 20 para a construtora.

Para a Genial Investimentos, a Direcional reportou resultados sólidos, ainda que marginalmente abaixo do consenso em alguns pontos. A avaliação é que, de uma maneira geral, a companhia segue aumentando gradativamente seu volume de lançamentos, mantendo boa tração nas vendas e reforçando o bom momento vivido pelas construtoras voltadas para baixa renda. Além disso, já é possível observar impactos positivos na Riva após a recente implementação da faixa 4 no Minha Casa Minha Vida, com um aumento expressivo nos volumes de lançamentos e, principalmente, nas vendas, explica a equipe da Genial, que segue com recomendação de “compra” para a Direcional.

MRV (MRVE3)

Na avaliação da Genial Investimentos a MRV divulgou resultados mistos no terceiro trimestre. Apesar da continuidade da tendência de melhora na operação de incorporação no Brasil, a equipe de analistas segue observando poucos avanços na operação da Resia nos Estados Unidos, com evolução mínima no processo de venda de ativos, o que tende a atrasar ainda mais o processo de desalavancagem da companhia. Para o BTG a MRV apresentou resultados consolidados em linha com as estimativas, com recuperação de margens compensada por resultados fracos na Resia e maiores despesas financeiras.

Para o BTG, a MRV apresentou resultados consolidados em linha com as estimativas, com recuperação de margens compensada por resultados fracos na Resia e maiores despesas financeiras. O banco destacou em relatório que a empresa revisou guidance, não deve alcançar a meta de geração de caixa e pode atingir apenas o piso da meta de lucro. Em contrapartida, deve cumprir as metas de margem bruta e receita líquida. O banco manteve a recomendação de “compra” para o ativo.

Moura Dubeux (MDNE3)

Para a equipe de analistas da XP, a Moura Dubeux apresentou resultados sólidos no terceiro trimestre de 2025, com um forte lucro líquido. A receita cresceu 9% no ano, impulsionada principalmente pelas sólidas contribuições das taxas de comercialização de terrenos reconhecidas em quatro projetos. A margem bruta superou as estimativas em 5 p.p., com margens sólidas nas taxas de comercialização de terrenos. No geral, o lucro líquido superou as estimativas em R$ 118 milhões, também apoiado por receitas financeiras elevadas. Isso levou a um ROE de 21% nos últimos 12 meses, o que é sólido em comparação com os pares do setor, avalia a XP, que manteve recomendação de “compra” para as ações da Moura Dubeux.

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Publicado às 21h16

Eventos no radar do mercado na semana:

Negociações comerciais EUA e China 

O mercado acompanha os desdobramentos das negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou neste domingo que foram feitos “progressos substanciais” entre os Estados Unidos e a China. Segundo ele, detalhes sobre as conversas realizadas em Genebra serão divulgados em uma declaração conjunta nesta segunda-feira, 12. Às 21h deste domingo os futuros dos principais índices de ações nos Estados Unidos subiam mais de 1%. 

Dados de inflação nos EUA

Analistas poderão ter uma ideia da alta dos preços na maior economia do mundo em um contexto de tarifaço. Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor será divulgada na terça-feira às 9h30 da manhã. Na quinta no mesmo horário, serão conhecidos os dados de abril da inflação ao produtor, vendas no varejo e produção industrial.

Ata do Copom

Na terça-feira, às 9h, o Banco Central do Brasil divulga a ata da reunião, realizada na semana passada, de seu Comitê de Política Monetária. Analistas esperam que o documento contenha sinalizações sobre o rumo da Selic o curto prazo.  

Balanço da Petrobras e Banco do Brasil

A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2025 (1T25) agita a B3, a Bolsa brasileira. Destaque para o resultado da Petrobras nesta segunda-feira, 12. O Banco do Brasil transferiu para quinta-feira, 15, a data de divulgação. Veja a agenda completa abaixo: 

Segunda, 12

BTG Pactual, Banco Inter – antes da abertura do mercado.

Petrobras, Itaúsa, Telefônica Brasil, Sabesp, Hapvida, Natura, Banco Pan, Brava, Direcional, Yduqs, IRB, Grupo SBF, Track & Field, Dimed, Even, OceanPact – após o fechamento do mercado.

Terça-feira, 13

JBS, CVC, Nubank, Raízen, Santos Brasil, Cury, SLC Agrícola, Bemobi, Armac, Boa Safra, Vitru, Vittia, Veste, Allied, Viveo, Helbor, Enjoei, Sequoia, Infracommerce – após o fechamento do mercado.

Quarta-feira, 14

Azul – antes da abertura do mercado.

Eletrobras, Equatorial, Eneva, Ambipar, Allos, Copasa, Mahle Metal Leve, Tupy, Log-In, Banco BMG, Dasa, Light, Unifique, Moura Dubeux, Trisul, Americanas, Ser Educacional, Positivo, Priner, Melnick, Qualicorp, Casas Bahia, TC, Oi, Dotz, Westwing, Time For Fun – após o fechamento do mercado.

Quinta-feira, 15

Banrisul – antes da abertura do mercado.

Banco do Brasil, CPFL, BRF, Marfrig, Cosan, Cyrela, Eztec, Gafisa, Orizon, Oncoclínicas, Cruzeiro do Sul, Ouro Fino, Brisanet, Dexxos, Syn, Marisa, Méliuz, Alliança Saúde, Gol, Neogrid, Tecnisa, Nexpe – após o fechamento do mercado.

Notícias corporativas

Braskem (BRKM5) reverte prejuízo e reporta lucro líquido de R$ 698 milhões no 1T25 

A Braskem (BRKM5) divulgou na noite de sexta-feira, 9, que teve no primeiro trimestre de 2025 (1T25) lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 113 milhões, ou R$ 698 milhões. Dessa forma, reverte o prejuízo de R$ 1,34 bilhão do primeiro trimestre de 2024 (1T24). A companhia explicou que o resultado deve-se, principalmente, ao impacto de R$ 1,9 bilhão de variação cambial positiva no resultado financeiro; e da margem bruta de 6,73%, um aumento de 0,7 p.p. em relação ao trimestre anterior. O Ebitda Recorrente consolidado no 1T25 foi de R$ 1,32 bilhão, alta de 16% em relação ao 1T24. A geração de caixa operacional foi negativa em R$ 936 milhões, impactada pela formação de estoques e pela concentração dos pagamentos semestrais dos juros dos títulos de dívida. A receita líquida atingiu R$ 19,5 bilhões, alta de 9% em relação ao primeiro trimestre de 2024.

BlackRock eleva participação na Raízen (RAIZ4)

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Raízen (RAIZ4). A informação foi divulgada pela companhia brasileira na noite de sexta-feira, 9. A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Raízen, sendo que, em 7 de maio de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 67.965.629 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,001% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; e 2.783.869 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,205% do total de ações preferenciais. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

AGU e CGU assinam acordo de leniência com Minerva (BEEF3)

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) assinaram um acordo de leniência com a Minerva (BEEF3). Pelo acordo, a empresa se compromete a pagar R$ 22.040.373,16 à União, com base na Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública. “O acordo tem relação com fatos antigos, apurados no âmbito de operação da Polícia Federal, deflagrada em 2017 , que contou com o apoio e cooperação ativa de colaboradores da Minerva, afirmou a companhia em um comunicado, destacando que a investigação apurava supostas irregularidades envolvendo pagamentos não previstos na legislação a Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFA) na cidade de Araguaína, no estado de Tocantins. A Minerva explicou também que o valor do acordo é relativo exclusivamente à multa prevista na Lei n.º 12.846, de 2013, não tendo sido verificados danos ao erário ou vantagens auferidas pela companhia.

Fitch atribui, pela 1°vez, rating ‘AAA(bra)’ à Emae (EMAE4)

A agência de classificação de risco Fitch atribuiu, pela primeira vez, o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à Emae (EMAE4). A perspectiva do rating é “estável”. A agência destaca que o rating da Emae reflete a elevada previsibilidade de sua receita e de seu Ebitda, a partir de sua base de ativos no segmento de geração de energia elétrica no Brasil. Ainda de acordo com a Fitch, a classificação incorpora a expectativa de que a empresa permanecerá sem dívida nos próximos anos, com o somatório da sua liquidez ao final de 2024 e das indenizações a serem recebidas da Petrobras (PETR3, PETR4) em montante suficiente para cumprir o potencial novo investimento na construção de uma pequena central hidrelétrica (PCH). “Apesar de a geração de caixa operacional da Emae  estar altamente concentrada no seu principal ativo – o que representa um indicador de risco –, este fator não diferencia sua classificação da dos principais pares em escala nacional”, explica a Fitch.

Sabesp (SBSP3) contrata 2ª tranche de financiamento junto a IFC

A Sabesp (SBSP3) informou neste fim de semana, 9, que foi contratada a 2ª tranche no âmbito do contrato de financiamento, de 14 de novembro de 2024, com a International Finance Corporation – IFC, instituição do Grupo Banco Mundial. O valor é de US$ 600 milhões de dólares. O B1 Loan é caracterizado como um Blue Loan, em linha com as categorias de projetos azuis descritas no Framework de Finanças Sustentáveis (Blue Finance Framework), elaborado pela companhia em março de 2025. Os recursos serão direcionados a investimentos em infraestrutura de saneamento básico na Região Metropolitana de São Paulo, relacionados ao programa Integra Tietê.

Petrobras informa sobre acordo com a Proquigel 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que a Proquigel, subsidiária da Unigel, aprovou o acordo para encerramento das controvérsias contratuais e litígios existentes entre as partes. O conselho de administração da Petrobras ratificou a decisão, autorizando a celebração do acordo, com prazo para assinatura até 31/05/2025. O acordo prevê o restabelecimento da posse das plantas de fertilizantes (FAFENs), na Bahia e em Sergipe, e a retomada das operações pela Petrobras, mediante procedimento licitatório para contratação de serviços de operação e manutenção, em conformidade com as práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis. Para produzir seus efeitos, o acordo ainda precisará ser homologado pelo Tribunal Arbitral. Segundo a Petrobras, a “retomada de atividades da companhia nos segmentos de Fertilizantes busca capturar valor com a produção e a comercialização de produtos nitrogenados, conciliando com a cadeia de produção de óleo e gás natural e a transição energética”.

Banco do Brasil (BBAS3) altera data de divulgação do resultado do 1T25

O Banco do Brasil (BBAS3) alterou a data de divulgação do resultado do primeiro trimestre (1T25). Passou do dia 13 de maio para o dia 15 de maio (próxima quinta-feira). “Em virtude da participação da Presidenta do BB, Sra. Tarciana Paula Gomes Medeiros, na comitiva brasileira em visita oficial à China para diversos compromissos institucionais e comerciais entre os países, ficaria impossibilitada a sua presença nos eventos da divulgação do resultado do 1T25 previstos para o dia 13 de maio de 2025”, explicou o banco estatal. A live com analistas e investidores será realizada no dia 16 de maio, sexta-feira, a partir das 9 horas, horário de Brasília, e transmitida ao vivo no site de Relações com Investidores (www.bb.com.br/ri). 4. O Banco do Brasil informou também que a data de anúncio da distribuição dos juros sobre o capital próprio complementar referente ao 1º trimestre de 2025, será alterada para 15 de maio de 2025

Isa Energia (ISAE4): STJ pede convocação de audiência sobre disputa com Fazenda de SP 

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Centro Judiciário de Soluções de Conflitos do STJ (Cejusc/STJ) convoque a Isa Energia (ISAE4) e a Fazenda Pública do Estado de São Paulo para uma audiência presencial de instalação da mediação a ser realizada no próximo dia 22 de maio. A informação consta em um comunicado da Isa Energia divulgado na última sexta-feira, 9. A companhia contesta a complementação de aposentadoria e pensão regida pela Lei Estadual 4.819/58, aplicável aos colaboradores admitidos pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) até maio de 1974. “Cabe destacar que o procedimento de mediação para uma tentativa de conciliação amigável perdurará enquanto houver intenção de ambas as partes em seguir com a mediação e não altera qualquer decisão judicial vigente ou o atual fluxo de pagamentos”, afirmou a Isa Energia. A companhia destacou que, caso seja infrutífera, o processo judicial será remetido de volta ao ministro relator, Francisco Falcão, que dará sequência ao trâmite normal do processo. Caso a mediação e a negociação sejam bem-sucedidas, as condições do acordo que for eventualmente firmado serão divulgadas pela Isa Energia tempestivamente.

Companhias que pagam provento ou ‘têm data’ com nesta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana.  A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado. 

Segunda, 12

Movida (MOVI3) 

A Movida paga nesta segunda, 12, dividendos no valor de R$ 0,02 por ação. Tem direito as pessoas com ações da companhia em 30 de abril. As ações são negociadas ex-direito aos dividendos desde 2 de maio.

Embraer (EMBR3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Embraer anunciado em 29 de abril, é nesta segunda-feira, 12. As ações serão negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 13 de maio. O valor é de R$ 0,07 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 23 de maio.

Taesa (TAEE11) 

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Taesa anunciados em 7 de maio, é nesta segunda, 12. A partir do dia 13 de maio as ações e units passarão a ser negociadas “ex-JCP”. O valor por unit é R$ 0,54652244673. O valor por ação ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18. O pagamento do JCP ocorrerá no dia 27 de agosto de 2025.

Wilson Sons (PORT3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Wilson Sons é nesta segunda, 12. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 13 de maio. O valor a ser distribuído é de R$ 0,28 por ação ordinária. O pagamento será efetuado até 19 de maio de 2025.

BR Partners (BRBI11) 

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da BR Partners anunciados em 8 de maio, é nesta segunda, 12. As ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 13 de maio de 2025, inclusive. O valor por unit é R$ 0,30 (trinta centavos). O pagamento será em 23 de maio de 2025.

Terça, 13

Eletrobras (ELET3, ELET6) 

A Eletrobras paga na terça-feira, 13, dividendos adicionais. Será pago o valor de R$ 0,11 por ação preferencial de classe B e R$ 0,89 por ação ordinária. A data de corte para os detentores de ações de emissão da Eletrobras negociadas na B3 foi dia 29 de abril de 2025.

Brisanet (BRST3) 

A Brisanet (BRST3) paga na terça-feira 13 de maio, os juros sobre o capital anunciados em 30 de dezembro do ano passado. Será distribuído o montante de R$ 18 milhões. O valor líquido é de R$ 0,034930906 por ação ordinária. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 6 de janeiro de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-JCP” a partir de 7 de janeiro de 2025.

Whirlpool (WHRL3, WHRL4) 

A Whirlpool paga na terça-feira, 13, dividendos adicionais. O valor é de R$ 335 milhões, equivalente a R$ 0,21 por ação ordinária e R$ 0,23 por ação preferencial. Terão direito as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 25 de abril de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive.

Randoncorp (RAPT4) 

A Randoncorp paga na terça-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,04 por ação ordinária e preferencial. Terão direito de receber os dividendos acionistas detentores de ações no dia 30 de abril de 2025. Desde 2 de maio as ações são negociadas ex-dividendo. O pagamento inicia no dia 13 de maio de 2025.

Klabin (KLBN11) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Klabin anunciado em 7 de maio, é na terça-feira, 13. As ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 14 de maio de 2025. O valor por unit KLBN11 é R$ 0,22. O valor por ação ordinária e preferencial é R$ 0,04. O pagamento desse dividendo será realizado em 22 de maio de 2025.

CSN Mineração (CMIN3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo e aos JCP da CSN Mineração anunciados em 8 de maio, é na terça-feira, 13. A partir do dia 14 de maio de 2025, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos. Os dividendos intermediários são no valor de R$ 0,20 por ação. Os JCP são no valor de  R$ 0,03 líquidos por ação. O pagamento desses proventos será feito até 31 de dezembro de 2025, em data a ser definida pela companhia.

Quarta, 14

JBS (JBSS3) 

A JBS paga na quarta-feira, 14, dividendos adicionais no valor de R$ 4.436.232.740,00. Esse valor corresponde a R$ 2 reais por ação. A data-base (data com) foi em 29 de abril. As ações são negociadas ex-dividendos desde 30 de abril.

Quinta, 15

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade paga na quinta-feira, 15, o dividendo aprovado na assembleia de abril e anunciado em 13 de fevereiro. O valor é R$ 0,32 por ação. A data de corte foi 30 de abril. As ações passaram a ser negociadas “ex-dividendos” desde 2 de maio.

Bradespar (BRAP4)

A Bradespar paga na quinta-feira, 15, dividendos complementares no montante de R$ 350 milhões. O valor é R$ 0,83 por ação ordinária e R$ 0,91 por ação preferencial. Esses dividendos complementares beneficiam acionistas inscritos nos registros da companhia em 25.4.2025. Os juros sobre o capital anunciados em 16.12.2024 também serão pagos na quinta 15.5.2025, no montante de R$ 80 milhões. Tem direito a esses JCP acionistas inscritos nos registros da companhia em 19 de dezembro de 2024. As ações passaram a ser negociadas “ex-juros sobre o capital próprio” desde 20 de dezembro.

Copel (CPLE6)

A Copel paga na quinta-feira, 15, dividendo adicional. O valor total é de R$ 1,250 bilhão. O valor por ação ordinária – ON é R$ 0,39. O valor por ação preferencial classe “A” – PNA é R$ 0,43. O valor por ação preferencial classe “B” – PNB é R$ 0,43. Tem direito acionistas titulares de ações em 24 de abril. Desde 25 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex- dividendos”.

SLC (SLCE3) 

A SLC paga na quinta, 15, dividendos no valor de R$ 0,54 por ação ordinária. Tem direito acionistas com ações no dia 5 de maio de 2025. As ações de emissão da companhia são negociadas “ex-direito” a esses dividendos desde 6 de maio.

CSU (CSUD3) 

A CSU inicia na quinta-feira, 15, o pagamento de dividendos complementares relativos ao exercício de 2024. A data de corte foi 30 de abril. As ações passaram a ser negociadas ex-provento a partir de 2 de maio. O valor por ação é R$ 0,43.

Lavvi (LAVV3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da Lavvi é nesta na quinta-feira, 15. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 16 de maio, inclusive. O valor é R$ 0,10 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado no dia 26 de maio de 2025.

Ambev (ABEV3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da Ambev é na quinta-feira, 15. As ações passarão a ser negociados ex-dividendos a partir de 16 de maio de 2025 (inclusive). O valor é  R$ 0,12 por ação. O pagamento será em 7 de julho de 2025.

Alupar (ALUP11)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da Alupar é na quinta-feira, 15. A partir de 16 de maio, inclusive, as Units da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos. O valor é R$ 0,21 por Unit. Esses dividendos intercalares serão pagos em parcela única em até 60 dias a contar de 8 de maio.

PetroReconcavo (RECV3) 

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo intercalar da PetroReconcavo é na quinta-feira, 15. A partir de 16 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado no dia 27 de maio de 2025. O valor bruto é de R$ 0,90 por ação ordinária.

Sexta, 16

Localiza (RENT3) paga JCP

A Localiza paga na sexta-feira, 16, R$ 480.916.080,44 na forma de juros sobre o capital. O valor bruto por ação é R$ 0,45. Tem direito acionistas constantes da posição acionária da companhia em 26/03/2025, sendo que as ações, desde 27 de março são negociadas na bolsa de valores “ex” esses JCP.

Banrisul (BRSR6) 

O paga na sexta-feira, 16, paga dividendo complementar no valor bruto unitário de R$ 0,08 por ação ON, R$ 0,36 por ação PNA e R$ 0,08 por ação PNB. Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 5 de maio de 2025 (data da declaração).

Vittia (VITT3)

A Vittia (VITT3) divulgou que o pagamento dos juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 27 de dezembro de 2024, será realizado nesta sexta-feira, 16. O montante é de R$ 2.451.031,48. O valor por ação é R$ 0,01634756202.

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Mercado repercute ata do Banco Central dos EUA https://financenews.com.br/2023/07/mercado-repercute-ata-do-banco-central-dos-eua/ https://financenews.com.br/2023/07/mercado-repercute-ata-do-banco-central-dos-eua/#respond Wed, 05 Jul 2023 18:44:12 +0000 https://financenews.com.br/?p=148355   Atualizado às 15h43   Analistas e investidores repercutem a ata da última reunião do […]

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Jerome Powell, presidente do BC americano

 

Atualizado às 15h43

 

Analistas e investidores repercutem a ata da última reunião do Fomc, comitê do Banco Central dos Estados Unidos que decide sobre os juros. A divulgação ocorreu às 15h.

Quase todos os integrantes do comitê observam a necessidade de novas altas nas taxas de juros. Na ata os dirigentes apontam que atividade econômica dos Estados Unidos continuou a se expandir moderadamente e inflação está elevada.

A avaliação deles é que os riscos de alta para as expectativas de inflação, ou que elas desancorem, permanecem como chave para o caminho da política monetária.

Segundo a ata, todos os integrantes do comitê consideraram que manter política monetária apertada seria adequado.

Como os mercados reagem:

Ibovespa (15h42min)

O Ibovespa tinha alta de 0,50% aos 119.686 pontos.

Dólar (15h39min)

O dólar comercial tinha alta de 0,09% a R$ 4,845 na venda.

Bolsas nos EUA (15h40min)

Dow Jones: -0,39%

S&P 500: -0,19%

Nasdaq: -0,12%

 

 

 

 

 

 

 

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Ata do BC americano aponta corte de juros no curto prazo https://financenews.com.br/2019/07/ata-do-fomc-mostra-corte-de-juros-no-curto-prazo-nos-eua/ https://financenews.com.br/2019/07/ata-do-fomc-mostra-corte-de-juros-no-curto-prazo-nos-eua/#respond Wed, 10 Jul 2019 19:20:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=62248 Publicado às 16h15 A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Federal […]

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Publicado às 16h15

A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), divulgada nesta quarta, aponta a possibilidade de redução dos juros pelo Fed no curto prazo.

Membros do Federal Open Market Committee (Fomc) disseram que os juros devem cair para “acomodar os efeitos” da guerra comercial dos EUA e para tentar que a inflação alcance a meta de 2% ao ano.

Embora esta seja a visão majoritária, para alguns diretores, ainda não há argumentos fortes o bastante para o corte de juros e seria preciso reunir mais informações.

A meta da taxa de juros foi mantida na faixa de 2,25% a 2,5%. Segundo a ata, os diretores concordaram que os riscos baixistas à economia tinham “aumentado materialmente” desde a reunião anterior.

A última reunião do Fed foi realizada nos dias 18 e 19 de junho em meio a temores de que a mais longa recuperação econômica da história dos EUA possa ser interrompida por causa da desaceleração do crescimento global e de uma guerra comercial do governo Trump com a China.

Mais cedo, o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou em depoimento à Câmara que as “incertezas em torno das tensões comerciais e preocupações sobre a força da economia global continuam pesando sobre as perspectivas dos EUA”.

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BC vai observar o comportamento da economia em longo prazo https://financenews.com.br/2019/03/bc-vai-observar-o-comportamento-da-economia-em-longo-prazo/ https://financenews.com.br/2019/03/bc-vai-observar-o-comportamento-da-economia-em-longo-prazo/#respond Tue, 26 Mar 2019 13:35:57 +0000 https://financenews.com.br/?p=55443   O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) afirmou que vai observar […]

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) afirmou que vai observar o comportamento da economia brasileira ao longo do tempo. O comitê, que optou por manter a taxa básica de juros, a Selic em 6,5% ao ano, na última semana, acrescentou que essa análise sobre a economia não será concluída no curto prazo. A informação consta da ata da reunião do Copom, divulgada hoje (26).

Embora a maioria dos analistas esperavam por manutenção da taxa em 6,5% ao ano, alguns apostaram na redução da Selic como forma de estimular a economia.

Na ata, o Copom afirma que a economia brasileira sente o impacto da paralisação dos caminhoneiros no ano passado, da piora do ambiente externo para economias emergentes a partir do segundo trimestre de 2018 e a “elevada incerteza sobre o rumo da política econômica brasileira” no período eleitoral. “Esses fatores produziram impactos sobre a economia e aperto relevante das condições financeiras, cujos efeitos sobre a atividade econômica persistem mesmo após cessados seus impactos diretos”.

“O Copom julga importante observar o comportamento da economia brasileira ao longo do tempo, com menor grau de incerteza e livre dos efeitos dos diversos choques a que foi submetida no ano passado. O Comitê considera que esta avaliação demanda tempo e não deverá ser concluída a curto prazo”, destacou o BC.

O Copom afirmou que os próximos passos para a definição da taxa Selic continuam dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

“O Copom avalia que cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária, inclusive diante de cenários voláteis [com fortes oscilações], têm sido úteis na perseguição de seu objetivo precípuo de manter a trajetória da inflação em direção às metas”, ressaltou.

No documento, o Copom avalia os riscos para a inflação. Para o comitê, o nível de ociosidade da economia pode levar à inflação a ficar abaixo do esperado. Por outro lado, diz o Copom, uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes na economia brasileira pode afetar prêmios de risco (retorno adicional cobrado por investidores para aceitar correr maior grau de risco) e elevar a trajetória da inflação. “O risco se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes”, acrescentou.

Inflação

Na ata, o Copom diz que as projeções para a inflação estão em “níveis apropriados ou confortáveis” convergindo para a meta que deve ser alcançada pelo Banco Central (BC) em 2019 e 2020.

O BC usa a taxa Selic como instrumento para alcançar a meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Neste ano, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a meta é 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Na ata, o Copom disse que deve haver elevação da inflação nos próximos meses e atingir um pico em abril ou maio. Em seguida, a inflação acumulada em 12 meses deve recuar e encerrar o ano em 3,9% em 2019 e 3,8% em 2020, no cenário considerando projeções do mercado financeiro para a Selic e taxa de câmbio, ou em 4,1%, em 2019 e 4% em 2020, quando a estimativa é construída com taxa básica constante em 6,5% e dólar a R$3,85.

“A consolidação desse cenário favorável no médio e longo prazos depende do andamento das reformas e ajustes necessários na economia brasileira, que são fundamentais para a manutenção do ambiente com expectativas de inflação ancoradas”, disse o Copom.

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BC diz que diminuíram incertezas para a economia https://financenews.com.br/2018/11/banco-central-diz-que-diminuiram-incertezas-para-a-economia/ https://financenews.com.br/2018/11/banco-central-diz-que-diminuiram-incertezas-para-a-economia/#respond Tue, 06 Nov 2018 11:42:13 +0000 https://financenews.com.br/?p=46312   Após as eleições, o Banco Central destacou que diminuíram as incertezas para a economia […]

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Após as eleições, o Banco Central destacou que diminuíram as incertezas para a economia brasileira, com redução de preços de ativos, como o dólar. A afirmação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), divulgada hoje (6), em Brasília. Na última semana, o comitê decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano.

“Essa diminuição de incertezas contribuiu para redução do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom concluíram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço de riscos”, diz a ata.

No “balanço de riscos”, o Copom considera que o nível de ociosidade elevado da economia pode reduzir a inflação. Por outro lado, “uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira” pode elevar a inflação. “Esse risco se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes [como o Brasil]”, acrescentou.

Conjuntura

Na ata, o Copom avaliou ainda que a conjuntura recomenda flexibilidade para a condução da política monetária (definição da taxa Selic). Por isso, optou por não sinalizar qual será seu próximo passo em relação à Selic.

“Os membros do Copom reforçaram a importância de enfatizar seu compromisso de conduzir a política monetária visando manter a trajetória da inflação em linha com as metas. Isso requer a flexibilidade para ajustar gradualmente a condução da política monetária quando e se houver necessidade”, destaca.

Segundo a ata, a inflação acumulada em 12 meses deve subir e atingir seu pico por volta do segundo trimestre de 2019. “A partir de então, a inflação acumulada em 12 meses deverá recuar ao longo do resto de 2019, em direção à meta”, acrescenta.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Cotação do dólar

O Copom também avaliou o repasse da variação da cotação do dólar para os preços da economia.

De acordo com a ata, “com exceção de alguns preços administrados, o nível de repasse tem se mostrado contido”.

“[Os membros do Copom] ponderaram, entretanto, que a intensidade do repasse de movimentos no câmbio para a inflação depende de vários fatores, como, por exemplo, o nível de ociosidade da economia e da ancoragem das expectativas de inflação”, diz a ata.

O Copom é formado pelos diretores e presidente do BC, Ilan Goldfajn. Eles são os responsáveis por definir a taxa Selic.

Essa taxa é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Informações da Agência Brasil

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