
Publicado às 7h58
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): -0,69%
Londres (FTSE 100): -0,22%
Japão (Nikkei 225): -2,63% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -1,85% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +1,33% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: -0,28% (US$ 84,7). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -1,37% (US$ 64.255)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,34% (US$ 4.037)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou estável aos 759,5 iuanes (US$ 112,21). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,20% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,16%. Nasdaq futuro caía 0,60%.
EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros
O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida entra em vigor na próxima quarta-feira, 22 de julho. Mas há uma extensa lista de itens isentos. Produtos como petróleo, café, carne bovina, peças para aeronaves civis, minério de ferro e celulose ficaram fora da nova cobrança.
Notícias corporativas
Brava Energia: colegiado da CVM decide favoravelmente a recurso da Ecopetrol
O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu favoravelmente ao recurso da Ecopetrol em relação a sua oferta pública para aquisição de controle (OPA) da Brava.
A informação consta em um fato relevante enviado pela Brava ao mercado na noite de quarta-feira, 15.
“Em decorrência dessa decisão, a CVM tornou sem efeito a suspensão anteriormente determinada para a OPA e estabeleceu que a ofertante deverá divulgar aditamento ao instrumento da oferta contemplando as exigências remanescentes da área técnica da CVM, bem como indicar nova data para a realização do leilão, observado o prazo regulamentar aplicável”, destaca o fato relevante.
Em 7 de julho, a Ecopetrol protocolou o recurso após a área técnica da autarquia levantar questionamentos sobre determinados aspectos da operação, o que havia levado à suspensão da oferta.
Axia Energia conclui venda da totalidade das participações minoritárias detidas em 4 SPEs [1]
A Axia Energia (AXIA3) informou que, após atendidas as condições precedentes, concluiu a alienação da totalidade das participações minoritárias de 49% detidas pela companhia em sociedades de propósito específico (SPEs) de transmissão de energia elétrica para a Gebras Participações, com recebimento total de R$ 451,4 milhões.
As participações alienadas referem-se às SPEs Goiás Transmissão, MGE Transmissão, Transenergia Renovável e Transenergia São Paulo, cujos ativos de transmissão estão localizados nos estados de Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, respectivamente.
“A conclusão da operação reforça o compromisso da Axia Energia com a otimização de participações minoritárias, a disciplina de alocação de capital e a simplificação de sua estrutura, conforme previsto em seu Plano Estratégico”, afirmou a companhia em um comunicado.
Terra Santa (LAND3): prognóstico de êxito em processo que discute propriedade de 2 mil hectares é alterado para ‘remoto’ [2]
A Terra Santa Propriedades Agrícolas (LAND3) informou que, em decorrência de decisão em processo judicial que discute a propriedade de 2.091,43 hectares (ha) de imóveis integrantes do ativo da companhia, o prognóstico de êxito em tal processo foi alterado para “remoto”.
Em um fato relevante enviado ao mercado a companhia disse que está avaliando os possíveis impactos da decisão, que poderão resultar na baixa contábil dessas áreas (2.091,43 hectares), bem como na incorrência em custos de sucumbência.
“A despeito da alteração de prognóstico, a companhia continuará tomando as providências cabíveis no processo”, afirmou a Terra Santa, destacando que é importante esclarecer que a eventual perda de tais áreas não impactará a receita da companhia, já que não são objeto de contratos de arrendamento.
Além disso, sua eventual perda também não impacta a avaliação anual das terras da companhia, uma vez que tais áreas não são objeto do laudo de avaliação do valor de mercado divulgado anualmente.
JHSF: fundos geridos pela JHSF Capital atingem 49,99% de participação no Shopping Cidade Jardim [3]
A JHSF (JHSF3) divulgou que sua subsidiária, JHSF Capital, concluiu com êxito a captação de R$ 400 milhões por meio da oferta pública de cotas do JHSF Capital SCJ Fundo de Investimento Imobiliário Responsabilidade Limitada (JCSC11), fundo dedicado para aquisição de participação do Shopping Cidade Jardim (SCJ).
Segundo a companhia, a oferta registrou demanda superior ao volume inicial e a estrutura foi composta por duas classes de cotas. A cota sênior, no montante de R$ 235 milhões, foi integralmente alocada em menos de três dias. A cota subordinada, subscrita por investidores e parceiros da JHSF Capital, totalizou R$ 165 milhões.
Com a aquisição, os fundos geridos pela JHSF Capital atingem 49,99% de participação no SCJ, principal shopping de alta renda do Brasil, levando a gestora para um total de ativos sob gestão (AUM) de R$ 12 bilhões.
“A conclusão bem-sucedida da captação evidencia a qualidade do ativo, reforça ainda mais a presença dos fundos da JHSF Capital no segmento de alta renda e contribui com a estratégia consistente da JHSF de crescimento dos negócios de renda recorrente”, afirmou a JHSF em um comunicado.
Copel atualiza parâmetros que orientam a estrutura ótima de capital e a política de dividendos [4]
A Copel (CPLE3) anunciou que seu conselho de administração aprovou nesta quarta-feira, 15, a atualização dos parâmetros que orientam sua estrutura ótima de capital e sua política de dividendos, que tem como objetivo assegurar uma alocação de capital equilibrada e sustentável, a preservação da solidez financeira, o retorno aos acionistas, as oportunidades de investimento e melhoria contínua do serviço aos clientes.
A estrutura ótima de capital passa a considerar, de forma integrada, os seguintes elementos:
a alavancagem financeira é de 2,9x, mensurado pela dívida líquida/Ebitda; faixa de tolerância de 0,3X para mais (3,2x) ou para menos (2,6x); e convergência em até 48 meses para o centro da faixa (2,9X).
Antes a estrutura ótima de capital considerava a alavancagem financeira de 2,8x; faixa de tolerância de 0,3X para mais (3,1x) ou para menos (2,5x) e convergência em até 24 meses para o centro da faixa (2,8X).
Segundo a companhia, a distribuição anual de proventos segue pautada pelos seguintes parâmetros financeiros, apurados ao final de cada exercício: a alavancagem financeira definida para estrutura ótima de capital; mínimo de 75% do lucro líquido; e frequência mínima de pagamento de 2 vezes ao ano.
Light protocola pedido de encerramento da recuperação judicial [5]
Em um fato relevante enviado ao mercado na noite de quarta-feira, 15, a Light (LIGT3) informou que homologou o aumento de capital de R$ 1,5 bilhão previsto em seu plano de recuperação judicial.
O conselho de administração da companhia aprovou a capitalização no valor de R$ 1,5 bilhão. A Light explicou que foram emitidas 238.473.768 novas ações ordinárias ao preço de R$ 6,29 por papel. Com a operação, seu capital social passou para R$ 6,97 bilhões, dividido em 611.029.092 ações ordinárias.
Os investidores que participaram da oferta receberam dois bônus de subscrição para cada ação adquirida. Cada bônus dá direito à compra de uma ação da companhia por R$ 0,01. O período para exercício desses bônus vai desta quinta-feira, 16 de julho, a 14 de agosto.
Além disso, a Light divulgou que diante do cumprimento de todas as principais obrigações previstas no plano de recuperação judicial, protocolou o pedido de encerramento da recuperação judicial perante o Juízo da 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Vittia (VITT3) anuncia contratação de financiamento de longo prazo [6]
A Vittia (VITT3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a celebração de contrato de financiamento de longo prazo com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
O valor total do projeto de inovação aprovado pela FINEP é de R$ 169 milhões, sendo a parcela financiável correspondente a R$ 153 milhões (90%). O prazo total do financiamento será de 16 anos. O projeto envolve diversas iniciativas de pesquisa de novas tecnologias biológicas e tem prazo de execução de 48 meses. O projeto foi aprovado no programa Mais Inovação com Bônus dado o seu “alto grau de inovação”.
“Esse financiamento representa um importante marco estratégico, reforçando o compromisso da Vittia com a inovação tecnológica e ampliando sua capacidade de investimento em pesquisa e desenvolvimento, com foco na criação de soluções que contribuam para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro”, afirmou a companhia.
A Vittia é uma empresa do setor de biotecnologia (defensivos biológicos e inoculantes) e nutrição especial de plantas de diversas culturas agrícolas.
Paranapanema (PMAM3) recebe proposta de investimento de US$ 40 milhões [7]
A Paranapanema (PMAM3) recebeu da empresa HW Holding Ltd., sediada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, proposta vinculante para investimento de 40 milhões de dólares, a ser realizado em duas tranches, sendo a primeira de 20 milhões de dólares para a aquisição de debênture emitida pela companhia, e a segunda de 20 milhões de dólares destinada para capital de giro e aquisição de matéria-prima.
A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado na noite de quarta-feira, 15.
A Paranapanema é uma produtora brasileira não-integrada de cobre refinado, vergalhões, fios trefilados, laminados, barras, tubos, conexões e suas ligas.
A companhia está em recuperação judicial.
As ações da Paranapanema fecharam em alta de 17,86% nesta quarta-feira, cotadas a R$ 0,33.
Data de corte para JCP da Frasle (FRAS3) é nesta quinta, 16:
A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Frasle (FRAS3) é nesta quinta-feira, 16. A partir de 17 de julho a negociação das ações será “ex-direito” ao JCP. O início do pagamento será em 24 de agosto de 2026. O valor líquido é de R$ 0,207551 por ação.
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