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Ibovespa futuro, dólar, notícia da BB Seguridade, Natura e outros destaques

 

Publicado às 9h17 – atualizado às 9h31 

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em baixa nesta quarta-feira, 8, mas virou para alta. Às 9h31 subia 0,07% aos 173.725 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

A sessão é marcada pelo aumento da aversão ao risco nos mercados após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer nesta quarta-feira que o acordo de paz firmado com o Irã “acabou”. O republicano afirmou que não quer mais diálogo com Teerã. A fala ocorreu depois de uma troca de bombardeios entre forças norte-americanas e Irã entre terça e quarta. O preço do barril de petróleo disparou nesta sessão. A maioria dos principais índices acionários fecharam em baixa na Ásia. Na Europa as bolsas operam no negativo.

Dólar

Às 9h29 o dólar comercial subia 0,08% cotado a R$ 5,157 na venda.

Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h13)

Petróleo Brent: +5,66% (US$ 78,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -2,11% (US$ 62.515).

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,81% (US$ 4.082)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,88% aos 746 iuanes (US$ 109,8). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h12 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,98% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,73%. Nasdaq futuro caía 1,07%.

Notícias corporativas desta manhã:

BB Seguridade: Brasilprev atinge R$ 500 bilhões em ativos sob gestão

A BB Seguridade Participações (BBSE3) informou nesta quarta-feira, 8, que a Brasilprev, empresa de previdência privada investida da BB Seguridade, atingiu R$ 500 bilhões em ativos sob gestão, consolidando sua posição de liderança no mercado brasileiro.

Com 32 anos de atuação, a Brasilprev é especialista em previdência privada e oferece soluções voltadas ao planejamento financeiro de longo prazo, tendo na rede de agências do Banco do Brasil seu principal canal de distribuição.

Natura estima receita líquida consolidada entre R$ 5,1 bi e R$ 5,2 bi no 2T26, redução anual entre 9% e 10%

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quarta-feira, 8, a Natura (NATU3) divulgou, em caráter excepcional, determinadas informações preliminares relativas ao desempenho financeiro da companhia no 2º trimestre de 2026 (2T26).

A companhia destaca que o ambiente de consumo desaquecido no Brasil, somado a desafios e ajustes operacionais internos, pressionou a receita líquida do segundo trimestre de 2026 no país em uma magnitude maior do que a inicialmente prevista, decorrente principalmente de severa escassez de produtos em meio à estabilização do novo sistema de Planejamento Integrado, atualização do sistema SAP e relocação de volumes da recém-fechada fábrica de Interlagos. A escassez de produtos, somada a um cenário macroeconômico desafiador, levou a uma queda importante de volume no canal de venda por relações. Essa queda traduziu-se em redução anual na atividade e produtividade das consultoras, insuficientemente compensada pela recuperação do canal observada na comparação trimestral.

A Natura cita também outros fatores. A implementação de políticas de preços e regras comerciais entre canais, fundamental para viabilizar nova onda de crescimento dos canais D2C, levou a uma desaceleração de curto prazo no canal online; e a transição de 100% dos contratos de franquia para um novo modelo que alinha os interesses do franqueado e do franqueador com base nas vendas sell-out. Essa transição levou a uma redução momentânea de estoques nas lojas franqueadas e consequente desaceleração nas vendas para as franquias (sell-in). E o descasamento temporário de tributos, com efeito concentrado no 2T-26, decorrente de mudanças no imposto sobre consumo no estado de São Paulo (ICMSST).

A combinação de todos esses fatores pressionou a receita líquida no Brasil em magnitude que não pôde ser compensada pelo crescimento anual positivo em moeda constante em todos os mercados da região Hispânica, onde houve mais um trimestre de avanço consistente, explica a Natura.

“No geral, com base nas informações gerenciais disponíveis até esta data, as quais permanecem sujeitas a revisão contínua e procedimentos de fechamento, a companhia estima que a receita líquida consolidada fique entre R$ 5,1 bilhões e R$ 5,2 bilhões, implicando uma redução anual entre 9% e 10%”, afirmou a Natura no fato relevante.

Quanto à rentabilidade, no entanto, espera-se uma expansão trimestral (T/T) na margem Ebitda reportada, em função de menores despesas sequenciais com rescisões e captura de eficiências do novo modelo operacional. “Essa melhoria está alinhada com as expectativas divulgadas no resultado do 1T-26, e compensa parcialmente o impacto negativo da desalavancagem operacional”, ressalta a companhia.

A Natura ressaltou ainda que a administração tem executado iniciativas para impulsionar o desempenho da receita no Brasil. A companhia cita a reconfigurações na cadeia de abastecimento (supply chain) envolvendo ativos produtivos, fornecedores, fluxos de materiais e sistemas, cujos benefícios têm potencial para ganhos no curto prazo; ajustes nos incentivos da força de vendas, conforme descrito na divulgação de resultados do 1T-26, combinados com comunicação e ofertas mais regionalizadas e focadas em categorias de alto giro para impulsionar o desempenho do canal de venda por relações; novos formatos de vendas digitais, incluindo a expansão para novos marketplaces e a aceleração da nova loja digital das consultoras; e a retomada do ritmo acelerado de abertura de lojas, com novas franquias já sob o novo modelo de contrato.

A companhia esclarece que as informações aqui divulgadas são preliminares, não auditadas e sujeitas a revisão, ajustes e acréscimos no âmbito dos procedimentos regulares de fechamento contábil e revisão de informações financeiras trimestrais. As informações completas referentes ao segundo trimestre de 2026 serão divulgadas no dia 10 de agosto, conforme previsto no calendário de eventos corporativos da companhia.

Notícias da noite de terça:

Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendo intermediário [1]

A Mitre (MTRE3) divulgou na véspera que seu conselho de administração aprovou a distribuição de dividendos intermediários no montante total de R$ 9 milhões, equivalente a R$ 0,08508641283 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em três parcelas no valor de R$ 0,02836213761 por ação em cada parcela.

A primeira parcela terá data de corte em 15/07/2026 e pagamento em 24/07/2026. A segunda parcela terá data de corte em 12/08/2026 e pagamento em 21/08/2026. A terceira parcela terá data de corte em 08/09/2026 e pagamento em 18/09/2026.

Banco Pine anuncia o pagamento de R$ 69 milhões em juros sobre o capital [2]

O Banco Pine (PINE4) divulgou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto total de R$ 69 milhões. Essa quantia corresponde a um valor bruto de R$ 0,2714290 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. Esses JCP contemplam a distribuição recorrente e trimestral da companhia, no valor de R$ 37.169.721,73 acrescido de R$ 31.830.278,27, calculados a partir de reservas de lucros de exercícios anteriores.

O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 22 de julho de 2026 e considerará a posição acionária do dia 14 de julho de 2026. A partir de 15 de julho as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Tenda divulga a prévia operacional do segundo trimestre (2T26) [3]

A construtora Tenda (TEND3) divulgou a prévia operacional do segundo trimestre de 2026 (2T26).

A Tenda lançou 14 empreendimentos entre abril e junho, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,68 bilhão, crescimento de 54,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 e de 18,8% em relação ao primeiro trimestre de 2026 (1T26).

As vendas líquidas somaram R$ 1,31 bilhão, alta anual de 25,4%. As vendas brutas da operação Tenda chegaram a R$ 1,507 bilhão no período, crescimento de 27% na base anual de comparação.

A Alea lançou três empreendimentos no trimestre, com VGV de R$ 85,5 milhões. As vendas brutas totalizaram R$ 102,4 milhões e as vendas líquidas ficaram em R$ 84,2 milhões.

Cury divulga a prévia operacional do segundo trimestre (2T26) [4]

O Valor Geral de Vendas (VGV) total de lançamentos da Cury (CURY3) atingiu R$ 2,256 bilhões no segundo trimestre (2T26), o que representa aumento de 1,4% em relação ao segundo trimestre de 2025 (2T25) e redução de 14,7% em relação ao primeiro trimestre de 2026 (1T26).

Já o preço médio das unidades lançadas foi de R$ 344,6 mil, o que representa aumento de 2,0% em comparação ao 2T25 e de 4,2% frente ao 1T26.

No 2T26, as vendas líquidas somaram R$ 2,045 bilhões, o que corresponde a redução de 9,5% em relação ao 2T25.

No 2T26, a companhia apresentou geração de caixa operacional positiva no valor de R$ 144,9 milhões.

Ferbasa capta recursos financeiros para nova planta de biorredutor  [5]

A Ferbasa (FESA3; FESA4) celebrou contrato com o BNDES para obtenção de créditos, no valor global de R$ 43,8 milhões, sendo 80% deste montante oriundo do Fundo Clima, modalidade “Indústria Verde”, com custo financeiro fixo de 7,88% ao ano e prazo total de 120 meses, sendo 24 meses de carência e 96 meses de amortização.

Esse crédito será integralmente destinado à instalação da nova planta para produção de biorredutor, com unidade de redução de emissão de gás metano, em Maracás, na Bahia.

Colegiado da CVM avaliará recurso sobre OPA da Brava  [6]

A Brava (BRAV3) informou após o fechamento do mercado na terça-feira, 7, que recebeu ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) comunicando o envio, ao colegiado da autarquia, do recurso relacionado à oferta pública de aquisição (OPA) de controle da companhia.

A OPA da Ecopetrol está suspensa até decisão final a ser proferida pelo colegiado da CVM.

A Brava esclareceu ainda que não tem conhecimento de qualquer alteração nas condições da OPA já divulgadas ao mercado, permanecendo válidas as informações constantes da documentação pública da oferta, ressalvados os desdobramentos decorrentes da apreciação do recurso pelo colegiado da CVM.

Petrobras divulgará relatório de produção em 28/07 e resultados do 2T26 em 6/08 [7]

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que divulgará o seu relatório de produção e vendas do segundo trimestre de 2026 (2T26) no dia 28 de julho e os resultados financeiros do 2T26 no dia 6 de agosto, ambos após o fechamento dos mercados.

No dia 7 de agosto de 2026 será realizado um webcast para apresentar os resultados da companhia referentes ao segundo trimestre de 2026. O evento será apresentado em português e contará com tradução simultânea para o inglês.

O webcast será às 11h30min pelo horário de Brasília (10h30 – Nova Iorque/ 15h30 – Londres).

Allos obtém Selo Pró-Ética  [8]

A Allos (ALOS3) informou que foi reconhecida com o Selo Empresa Pró-Ética 2025-2026, concedido pela Controladoria-Geral da União (CGU) em parceria com o Instituto Ethos, uma das mais relevantes iniciativas de promoção da integridade empresarial no Brasil.

O selo Pró-Ética é concedido a organizações que demonstram o comprometimento efetivo com elevados padrões de ética, integridade e conformidade, por meio da implementação e manutenção de programas robustos de prevenção, detecção e remediação de riscos.

A Allos foi a única empresa do setor de shopping centers reconhecida nesta edição, consolidando sua posição de referência em integridade, ética corporativa e conformidade.

“Esse reconhecimento reforça o compromisso da companhia com a transparência, a ética e as melhores práticas de governança corporativa, valores que orientam sua atuação e contribuem para a geração sustentável de valor a longo prazo”, afirmou a Allos em um comunicado.

Paga provento nesta quarta, 8: Rede D’or (RDOR3)  [9]

A Rede D’or paga nesta quarta-feira, 8, juros sobre o capital próprio no montante bruto total de R$ 400 milhões, correspondentes a R$ 0,18 por ação ordinária. O pagamento tomará como base a posição acionária final do dia 25 de junho de 2026 (data de corte).

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