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Ibovespa futuro, dólar, Abra anuncia acordo para comprar até 45 aeronaves da Embraer e outros destaques corporativos

Publicado às 9h39 – atualizado às 10h07

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDQ26 contrato com vencimento para 19 de agosto de 2026) abriu em alta nesta terça-feira, 21, mas reduziu os ganhos. Às 10h06 tinha leve alta de 0,10% aos 174.825 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 10h04 o dólar comercial tinha queda de 0,23% a R$ 5,077 na venda.

Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h34)

Petróleo Brent: +1,76% (US$ 90,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,83% (US$ 66.655)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,12% (US$ 4.061)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,12% a 749 iuanes (US$ 110,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h33 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,23% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,39%. Nasdaq futuro subia 1,29%.

Notícias corporativas

Abra Group anuncia acordo para comprar até 45 aeronaves E195- E2 da Embraer 

O Grupo Abra, controlador da Avianca, Gol e Wamos Air, e a Embraer anunciaram um acordo para que o grupo adquira 20 aeronaves E195-E2. O contrato inclui ainda 10 opções de compra e 15 direitos de compra, totalizando até 45 aeronaves. O negócio está sujeito ao cumprimento de determinadas condições adicionais. 

Ao incorporar essas aeronaves à sua frota, o Grupo Abra busca expandir sua estratégia como uma plataforma pan-latino-americana. 

O Grupo está investindo para fortalecer a conectividade e aumentar a flexibilidade da frota, para atender mercados domésticos e regionais nos quais uma capacidade adequada à demanda pode abrir novas oportunidades, enquanto melhora a eficiência operacional e a experiência do cliente, afirmou a Embraer. 

A entrega da primeira aeronave está prevista para o quarto trimestre de 2027. 

Binter encomenda mais cinco aeronaves Embraer E195-E2; Luxair expande frota com pedido para três aeronaves E190-E2  [1]

A Embraer (NYSE: EMBJ / B3: EMBJ3) anunciou nesta terça-feira, que a companhia aérea Binter, da Espanha, fez um pedido adicional para cinco aeronaves E195-E2, fortalecendo ainda mais a longeva parceria entre as duas empresas. O acordo também inclui quatro direitos de compra. 

O alcance e a capacidade da aeronave são ideais para a malha aérea da companhia, conectando as Ilhas Canárias a destinos em toda a Espanha e outros países, destaca a Embraer. 

“Estamos muito satisfeitos que a Binter tenha escolhido mais uma vez o E195-E2”, disse Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial. “Este pedido adicional reflete o excelente desempenho do E195-E2 em serviço e o valor que ele entrega por meio de sua excepcional eficiência, conforto aos passageiros e flexibilidade operacional. A Binter tornou-se uma referência para operações bem-sucedidas do E2, e este quarto pedido firme reforça sua confiança no desempenho da aeronave. É uma satisfação apoiar a Binter na conexão das Ilhas Canárias.” 

A Embraer também anunciou que a Luxair, companhia aérea nacional do Grão-Ducado de Luxemburgo, converteu direitos de compra existentes para três aeronaves E190-E2 em pedidos firmes e garantiu um direito de compra adicional. 

A Luxair já havia encomendado anteriormente seis aeronaves E195-E2, quatro das quais já estão em operação. Com o anúncio desta terça-feira, a carteira de pedidos firmes de E2 da Luxair aumenta para nove aeronaves.

Brava Energia reapresenta edital de OPA da Ecopetrol; leilão será em 5 de agosto [2]

A Brava Energia (BRAV3) recebeu da Ecopetrol (ofertante) notificação solicitando a imediata publicação da versão aditada do edital de oferta pública de aquisição de ações para aquisição de controle da companhia (OPA), originalmente publicada em 25 de maio de 2026.

O aditamento atende às exigências da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e reflete a decisão do colegiado da CVM que, em reunião realizada em 14 de julho, deu provimento ao recurso apresentado pela Ecopetrol e pela Instituição Intermediária contra a decisão que havia determinado a suspensão da oferta, tendo a Superintendência da CVM, na sequência, revogado essa suspensão e concedido novo prazo para o cumprimento do ofício e para a divulgação deste aditamento.

O aditamento atualiza o cronograma da oferta, refletindo a nova data do leilão, que passará a ser realizado em 5 de agosto de 2026, às 15h (horário de Brasília), bem como a nova data de liquidação financeira da oferta, que ocorrerá oito dias úteis após a data do leilão, ou seja, em 17 de agosto.

O aditamento exclui as condições negativas previstas nos itens 2.8(a) e 2.8(b) do edital, tendo em vista que a aprovação do ato de concentração pertinente foi concedida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e transitou em julgado em 16 de junho de 2026; e as renúncias (waivers) dos debenturistas da companhia foram obtidas em 8 de junho de 2026, confirmando que o respectivo endividamento não será objeto de vencimento antecipado em razão da mudança de controle.

Nubank fortalece sua operação no Brasil com uma nova licença bancária [3]

O Nubank (B3: ROXO34; Nasdaq: NU) anunciou na segunda-feira, 20, o acordo para aquisição do Banco Porto Real de Investimentos S/A, um banco fundado em 1992 em Porto Real, Rio de Janeiro, que atua na concessão de crédito a clientes de atacado. Com o movimento, que será submetido à aprovação do Banco Central do Brasil (BC), o Nubank cumpre os requisitos da Resolução Conjunta nº 17, editada pelo BC e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que disciplina a nomenclatura das instituições financeiras.

Assim que finalizado o processo de aquisição, a licença bancária do Banco Porto Real se somará às outras licenças com as quais o Nubank já opera e que atendem plenamente ao seu modelo de negócios: Instituição de Pagamento (IP); Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento (Financeira); e Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM). Todas as obrigações assumidas pelo Banco Porto Real serão cumpridas conforme as diretrizes estabelecidas no acordo de aquisição.

A inclusão desta nova licença ao conglomerado prudencial da Nu Pagamentos – Instituição de Pagamento não impõe exigências adicionais de capital ou liquidez, preservando sua solidez e resiliência financeira. Para os 115 milhões de clientes do Nubank no Brasil, nada muda: o aplicativo, os produtos, os serviços, a marca e o nome da instituição permanecem os mesmos.

“O Brasil é onde o Nubank nasceu, cresceu e provou que serviços financeiros mais justos e simples são possíveis em escala. Treze anos depois, segue sendo nosso principal foco, um mercado onde ainda podemos expandir significativamente nossa participação e continuar impulsionando a transformação do setor”, diz David Vélez, fundador e CEO global do Nubank.

“Nosso DNA de inovação segue intacto e seguimos comprometidos em aprofundar nossa relação com cada cliente, oferecendo mais soluções com a mesma simplicidade que sempre nos definiu”, diz Livia Chanes, CEO do Nubank Brasil e para América Latina.

Em março, o Nubank filiou-se à Febraban (Federação Brasileira de Bancos), pouco depois de se consolidar como a maior instituição financeira privada do Brasil em número de clientes. Para este ano, a companhia também anunciou R$ 45 bilhões em investimentos no mercado nacional, quase o dobro do montante dos últimos dois anos.

BlackRock eleva participação na B3

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na B3, conforme divulgado pela companhia brasileira na segunda-feira, 20.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações ordinárias emitidas pela B3, sendo que, em 16 de julho de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 502.013.774 ações ordinárias e 1.378.825 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 4.136.475 ações ordinárias, totalizando 506.150.249 ações ordinárias, representando aproximadamente 10,030% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia, bem como 25.309.552 instrumentos financeiros derivativos com liquidação exclusivamente financeira referenciados em ações ordinárias, representando aproximadamente 0,502% do total de ações ordinárias.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

MBRF (MBRF3): conselho aprova cancelamento de 21,4 milhões de ações em tesouraria [4]

O conselho de administração da MBRF (MBRF3) aprovou o cancelamento de 21.476.565 ações ordinárias, de emissão da companhia, mantidas em tesouraria, sem redução do valor do capital social.

Em função do cancelamento de ações em tesouraria, o capital social da companhia passou a ser dividido em 1.380.439.543 ações ordinárias.

Ainda segundo a MBRF o artigo 5º do Estatuto Social será ajustado para refletir o cancelamento acima previsto em assembleia geral a ser oportunamente convocada.

Ânima (ANIM3) nega que exista opção de venda da FMU à Farallon Capital [5]

A Ânima (ANIM3) se manifestou na segunda-feira, 20, sobre a matéria divulgada no site Brazil Journal sob o título “Ânima: Controladores compram mais ações em meio a selloff”, publicada em 16 de julho de 2026.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu explicações sobre um trecho da matéria que menciona a existência “de uma put que o Farallon Capital” poderia exercer em relação à companhia no que concerne à Faculdade Metropolitanas Unidas Educacionais (FMU).

A Ânima Educação esclareceu que “não existe, nem nunca existiu, qualquer opção de venda (put) outorgada à Farallon Capital (ou a qualquer veículo sob seu controle ou influência) que lhe obrigasse a adquirir parte ou a integralidade das quotas da FMU, tendo a aquisição objeto do fato relevante de 14 de julho de 2026 sido motivada pelo potencial estratégico e de geração de valor vislumbrados em relação a esse ativo”.

A companhia destacou que todas as informações relevantes sobre referida transação foram divulgadas ao mercado por meio do fato relevante de 14 de julho de 2026.

Gerdau conclui aquisição da totalidade da participação acionária na Dfesa detida pela Celesc [6]

A Gerdau (GGBR4) concluiu a aquisição da totalidade da participação acionária na Dona Francisca Energética (Dfesa), correspondente a 23,03% de seu capital social, detida pela Centrais Elétricas de Santa Catarina – Celesc (CLSC4).

A conclusão da transação ocorreu após o cumprimento das condições precedentes previstas para a operação, incluindo a aprovação pela autoridade concorrencial brasileira.

A aquisição foi realizada por um enterprise value de R$ 150 milhões. Considerando o caixa consolidado proporcional, no montante de R$ 3.909.192,64, a Gerdau realizou desembolso total de aproximadamente R$ 154 milhões, integralmente pago à vista mediante utilização de recursos próprios disponíveis.

“A aquisição está alinhada à disciplina de alocação de capital da Gerdau, contribuindo para o aumento da competitividade de sua estrutura de custos por meio da ampliação da autoprodução de energia renovável, em linha com a estratégia de descarbonização”, afirmou a siderúrgica em um comunicado.

Axia informa o resultado do leilão de frações de ações [7]

A Axia Energia (AXIA3) informou que foi concluído o leilão de frações decorrentes da conversão das ações preferenciais classes A1 (PNA1) e B1 (PNB1) em ações ordinárias (ON).

A conversão foi realizada à razão de 1,1 ação ON para cada 1 ação PNA1 ou PNB1, em decorrência da migração da companhia para o Novo Mercado, conforme aprovado na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 01 de abril de 2026.

O leilão resultou na venda de 21.632 ações ordinárias, ao preço médio de R$ 50,16 por ação, líquidos das taxas aplicáveis.

Os recursos provenientes da venda serão disponibilizados aos titulares das respectivas frações, na proporção de suas participações, a partir de 28 de julho de 2026.

Méliuz conclui programa de recompra de ações  [8]

O Méliuz (B3: CASH3; OTCQX: MLIZY) anunciou a conclusão e o encerramento do seu programa de recompra de ações, considerando a aquisição de 9.131.725 ações ordinárias, correspondentes a 100% do total previamente autorizado pelo conselho de administração.

A companhia esclareceu ainda que, no contexto da conclusão do programa de recompra, ocorreu a liquidação antecipada dos contratos de derivativos firmados em seu âmbito, com a transferência da totalidade das ações adquiridas para a tesouraria da companhia.

O Méliuz destacou que as ações adquiridas no âmbito do programa de recompra serão mantidas em tesouraria e que sua destinação final será oportunamente definida pela administração, nos termos da regulamentação aplicável.

Biomm (BIOM3) diz que ‘não possui e não possuiu nenhuma relação comercial com o Banco Master’ [9]

A Biomm (BIOMM3) divulgou que tomou conhecimento sobre as matérias publicadas pelo portal de notícias Metrópoles nas datas de 17 e 20 de julho de 2026, acerca de empréstimos realizados pelo Banco Master a determinados acionistas da companhia.

A Biomm esclareceu que a companhia “não possui e não possuiu no passado nenhuma relação comercial com o Banco Master.

Segundo a companhia, os empréstimos citados na matéria foram contraídos por acionistas como pessoa física, independentemente da Biomm.

“O Fundo Cartago, citado na matéria, tornou-se acionista da Biomm em 2024, juntamente a outros mais de 1.500 acionistas que a companhia possui”, afirmou a companhia, destacando que o Fundo Cartago não teve assento no conselho de administração durante o período em que foi acionista da Biomm, até abril de 2026, e nunca teve nenhuma influência na tomada de decisões pela administração da companhia.

“Diferentemente de outras empresas citadas em uma das matérias, a Biomm não possui e nunca possuiu conta corrente ou conta investimento no Banco Master. A companhia nunca adquiriu nenhum valor mobiliário do banco, nem manteve qualquer outro tipo de vínculo com o Banco Master”, ressaltou a companhia.

Além disso, a empresa informou que não possui acionista controlador, sendo que o maior acionista atual comprou a maior parte da sua posição do banco BRB, em uma operação dentro do ambiente da B3.

Renúncia no conselho de administração da Marisa Lojas (AMAR3) [10]

A Marisa Lojas (AMAR3) informou que Douglas Antônio Gonçalves renunciou ao cargo de membro do conselho de administração. O colegiado nomeou Michel Terpins para o cargo de membro do conselho de administração, com mandato até a próxima assembleia geral.

Têm data de corte nesta terça, 21:

São Martinho (SMTO3) [11]

A data de corte para ter direito ao dividendo da São Martinho, anunciado em 3 de julho, é nesta terça-feira, 21. A partir de quarta, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O valor é de R$ 0,21 por ação.

Banco Santander Brasil (SANB11) [12]

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital do Santander Brasil, anunciados em 10 de julho, é nesta terça-feira, 21. A partir de quarta, 22, as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento será a partir do dia 6 de agosto de 2026. O valor líquido por unit é R$ 0,44. O valor líquido por ação PN é R$ 0,23. O valor líquido por ação ON é R$ 0,21.

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