
Publicado às 21h44
Fitch afirma ratings da Simpar; perspectiva ‘estável’ [1]
A agência de classificação de risco Fitch afirmou Ratings de Inadimplência do Emissor de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BB-’ e o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA(bra)’ da Simpar (SIMH3) nesta segunda-feira, 1º.
Além disso, a agência afirmou o rating ‘BB-’ das emissões de notas seniores sem garantias reais e dos veículos financeiros da Simpar.
A perspectiva dos ratings corporativos é “estável”.
Segundo a agência, os ratings da Simpar refletem sua elevada escala, seu robusto perfil de negócios e sua forte posição competitiva no setor de locação de veículos e logística do Brasil. O grupo se beneficia de uma carteira de serviços diversificada e de contratos de longo prazo que sustentam uma parcela significativa das receitas, refletindo um desempenho operacional sólido e resiliente, afirma a Fitch.
Seus analistas destacam que a alavancagem consolidada da Simpar continua excedendo os limites da categoria de rating ‘BB’, e as classificações incorporam a expectativa da Fitch de que o crescimento do Ebitda e o menor volume de investimentos levarão à redução gradual da alavancagem, o que será fundamental para mitigar o alto consumo de caixa resultante das taxas de juros ainda elevadas no Brasil.
A Simpar possui liquidez adequada e forte flexibilidade financeira, sustentadas por ativos desonerados, embora o perfil de vencimento de sua dívida consolidada permaneça concentrado. A margem para elevação do rating (rating headroom) da Simpar é baixa, e o fluxo de caixa mais fraco do que o esperado, investimentos superiores aos previstos e/ou crescimento inorgânico poderão pressionar as classificações, explica a agência.
Tecnisa (TCSA3) conclui venda de participação na Windsor para o BTG [2]
A Tecnisa (TCSA3) informou nesta segunda-feira, 1º de junho, que foi consumada a venda de quotas de titularidade da companhia, correspondentes à participação de 26,09% do capital social da Windsor Investimentos Imobiliários, para o BTGI Quartzo Participações, empresa pertencente ao Grupo BTG Pactual.
A companhia explicou que, após a concretização da operação, passou a ser titular de quotas representativas de 26,41% do capital social da Windsor, sociedade que desenvolve o empreendimento imobiliário Jardim das Perdizes.
“A operação representa um movimento estratégico para a redução da alavancagem financeira da companhia, particularmente em um cenário econômico desafiador”, afirmou a Tecnisa.
Minerva (BEE3) diz que não há definição sobre fechamento de capital [3]
A Minerva (BEEF3) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre informações veiculadas na imprensa com relação a uma eventual oferta pública de aquisição de ações (OPA) para fechamento de capital da companhia.
A Minerva esclareceu que “não houve e não há, neste momento, qualquer definição ou deliberação societária, seja pela companhia, seja pelos seus acionistas controladores, acerca de possível operação que poderia contemplar o fechamento de capital da companhia, e, por conseguinte, sobre sua estrutura, prazos ou quaisquer termos e condições relacionados à sua eventual realização”.
A companhia afirmou ainda que, no curso normal de seu planejamento e gestão de capital, avalia continuamente alternativas estratégicas voltadas à otimização de sua estrutura societária e de capital, à geração de valor para seus acionistas e ao melhor posicionamento nos mercados em que atua.
Hospital Mater Dei (MATD3) anuncia novo programa de recompra de ações [4]
O conselho de administração do Hospital Mater Dei (MATD3) aprovou o quarto programa de recompra de ações de emissão da companhia. A informação foi divulgada na noite desta segunda-feira, 1º de junho.
A quantidade de ações a ser adquirida no programa estará limitada a 9.307.045 ações ordinárias, que representam 2,79% das ações totais emitidas pela companhia e 16,11% das ações em circulação no mercado.
O programa será encerrado em 1º de dezembro de 2027.
MRV divulga a prévia operacional de maio [5]
A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) divulgou na noite desta segunda-feira, 1º de junho, dados preliminares e não auditados de unidades repassadas e produzidas de maio de 2026.
A companhia produziu 3.665 unidades no mês de maio, considerando a atividade da MRV Incorporação, alta de 12,8% em relação à média mensal do primeiro trimestre e acima das 3.563 unidades produzidas em abril.
Aura Minerals (AURA33) pagará dividendo aos detentores de BDR em 5 de junho [6]
A Aura Minerals (AURA33) confirmou nesta segunda-feira, 1º de junho, que pagará no próximo dia 5 de junho aos detentores de certificados de Depósito de Ações Patrocinados Nível III (BDR) o dividendo anunciado em 6 de maio de 2026. O valor é de US$ 0,26 por BDR. A Aura informou que o câmbio efetivo para conversão de dólar americano a reais brasileiros é R$ 5,0188 por USD. O IOF aplicado é 0,38%. O dividendo a pagar aos detentores de BDRs da mineradora será no valor de R$ 1,299929426 por BDR.
Log (LOGG3) anuncia pagamento de R$ 250 milhões em dividendo [7]
O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou nesta segunda-feira, 1º de junho, o pagamento de R$ 250 milhões em dividendos intermediários. Esse valor corresponde ao total de R$ 2,85 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 11 de junho de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O pagamento desses dividendos será realizado em 1º de julho de 2026.
Paga provento nesta terça, 2: Allos (ALOS3) [8]
A Allos paga nesta terça-feira, 2, a segunda parcela do dividendo intermediário anunciado em 24 de março. A data de corte foi em 19 de maio de 2026. O valor é de R$ 0,29 por ação.