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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, decisões sobre juros no radar, JCP da WEG, notícia da Prio e de outras companhias

Publicado às 7h50 – atualizado às 9h

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h49)

Alemanha (DAX): +0,02% 

Londres (FTSE 100): +0,04%

Japão (Nikkei 225): +0,83% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,40% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,74% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,20% (US$ 79,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,06% (US$ 66.627)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,37% (US$ 4.367)

Minério de ferro em Dalian (7h44 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 2,61% aos 747,5 iuanes (US$ 110,6). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h48 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,03% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,06%. Nasdaq futuro subia 0,47%.

Decisão sobre juros no Brasil e nos EUA

Nesta quarta-feira o Comitê de Política Monetária, o Copom, divulga a nova taxa de juros. Será após às 18h30. Atualmente a Selic está em 14,50% ao ano. Analistas destacam o comunicado do Copom e o tom que a autoridade monetária irá adotar em meio à pressão inflacionária.

Também nesta quarta-feira, 17, o Fomc, comitê do Banco Central que decide sobre os juros nos Estados Unidos, define as taxas na maior economia do mundo. Será às 15h. A reunião é aguardada com expectativa porque marca a estreia de Kevin Warsh à frente da instituição. Os agentes financeiros devem se concentrar no comunicado da autoridade monetária e na entrevista de Warsh à imprensa às 15h30.

Notícias corporativas

Cosan anuncia venda de parte das propriedades do portfólio da Radar [1]

A Cosan (B3: CSAN3; NYSE: CSAN) informou nesta quarta-feira, 17, que o Grupo Radar celebrou por meio de algumas de suas subsidiárias, detentoras de propriedades agrícolas que contam com investimentos por parte da Cosan, compromisso para alienação de parte das propriedades do seu portfólio.

Os imóveis correspondem a 12% do portfólio total de propriedades agrícolas detido pela Radar, estão localizados no estado do Mato Grosso, compreendem uma área total de 41.214 hectares e são destinados ao cultivo de soja, milho e algodão.

O preço total ofertado pelo terceiro adquirente por estes imóveis é de R$ 1,85 bilhão, sendo aproximadamente R$ 586 milhões referentes à participação da Cosan.

A conclusão da operação fica condicionada a certas condições precedentes usuais para esse tipo de operação.

“Este movimento está alinhado à estratégia de desinvestimentos, redução da alavancagem e simplificação de portfólio da Cosan”, explicou a companhia em um fato relevante enviado ao mercado.

Segundo a Cosan informa em seu site, o Grupo Radar faz gestão de propriedades agrícolas, compreendendo cerca de 306 mil hectares posicionados em 8 estados brasileiros.

Jalles Machado (JALL3) reporta prejuízo no quarto trimestre da safra 2025/26

A Jalles Machado (JALL3) divulgou na noite de terça-feira, 16, que registrou prejuízo líquido de R$ 50,9 milhões no quarto trimestre da safra 2025/26. Dessa forma aumentou o prejuízo na comparação com o mesmo período da safra anterior, quando o prejuízo foi de R$ 8,5 milhões.

O Ebitda contábil da companhia foi de R$ 180 milhões, queda de 61,2% em relação ao mesmo trimestre da safra anterior. Já o Ebitda ajustado atingiu R$ 283 milhões, queda de 46,6%.

A receita líquida da Jalles atingiu R$ 487,8 milhões, diminuição de 25,4% na base anual de comparação.

Prio abre o 4º poço produtor do campo de Wahoo, estabilizando a produção em 10 mil barris de óleo por dia [2]

A Prio (PRIO3) abriu o quarto poço produtor do Campo de Wahoo, estabilizando a produção em 10.000 barris de óleo por dia.

Assim, a petroleira concluiu a abertura de todos os poços produtores previstos no projeto de desenvolvimento de Wahoo e, conforme divulgado anteriormente, limitará a produção total do Campo em 40.000 barris de óleo por dia.

Em um relatório o time de analistas da XP destaca que o anúncio é “marginalmente positivo”. Segundo a casa, ajuda a mitigar preocupações em relação a novos atrasos, uma vez que o início da produção do quarto poço era originalmente esperado para o fim de abril, mas foi postergado diversas vezes.

WEG (WEGE3) anuncia R$ 438 milhões em juros sobre capital próprio  [3]

A WEG (WEGE3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 438.146.335,04, correspondente a R$ 0,104424242 por ação. A informação foi divulgada após o fechamento do mercado. De 22 de junho de 2026 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP está previsto para ocorrer em 10 de março de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,086150000 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 17,5%.

B3 (B3SA3) divulga dados operacionais de maio  [4]

A B3 (B3SA3) divulgou os dados operacionais de maio de 2026.

No segmento de renda variável, o volume financeiro médio diário negociado em ações foi de R$ 31,6 bilhões em maio, alta de 16,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. O mercado à vista movimentou R$ 30,38 bilhões por dia, avanço de 16,3%.

Ainda de acordo com dados da B3, no segmento de derivativos o volume médio diário total caiu 13,6% em relação a maio de 2025, para 10,33 milhões de contratos.

O número de pessoas físicas com investimentos na bolsa chegou a 5,66 milhões, crescimento de 6,1% em relação a maio do ano passado.

Alupar pagará em 6 de julho dividendo aprovado em 7 de maio [5]

A Alupar Investimento (ALUP11; ALUP3; ALUP4) vai realizar no próximo dia 6 de julho o pagamento dos dividendos aprovados na reunião do conselho de administração ocorrida em 7 de maio de 2026. O montante é de R$ 69.221.642,07 equivalentes a R$ 0,07 por ação ordinária (ALUP3); R$ 0,07 por ação preferencial (ALUP4); e R$ 0,21 por Unit (ALUP11). Terão direito ao recebimento desses dividendos acionistas que se encontravam inscritos como tal nos registros da companhia ao final do dia 14 de maio de 2026. Desde 15 de maio de 2026, as ações passaram a ser negociadas ex-dividendos.

Moura Dubeux (MDNE3) anuncia recompra de ações  [6]

O conselho de administração da Moura Dubeux (MDNE3) aprovou a criação de um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 1.361.252 ações ordinárias de emissão, representativas de até 2% do total de ações ordinárias em circulação. O encerra em 16 de dezembro de 2027.

Pague Menos (PGMN3) poderá recomprar até sete milhões de ações [7]

O conselho de administração da Pague Menos (PGMN3) aprovou um novo programa de recompra de ações de emissão da companhia. O número máximo de ações a serem adquiridas será de até 7 milhões, representativas de até 2,31% das 302.544.848 ações em circulação nesta data. O programa encerra em 16 de dezembro de 2026.

Calendário de proventos desta segunda quinzena de junho [8]

Acesse aqui o calendário de proventos desta segunda quinzena de junho. [8]