
Publicado às 13h52
O time de analistas do Itaú BBA reduziu o preço-alvo das ações do Banco do Brasil (BBAS3). Passou de R$ 22 para R$ 21.
Em meio a deterioração da carteira de crédito do agronegócio, a equipe do BBA reiterou a recomendação ’market perform’ (equivalente a neutra) para o banco estatal.
O time da casa mantém a visão conservadora citando que permanece uma incerteza significativa sobre como a inadimplência do agronegócio irá evoluir.
Em relatório, a equipe da casa cita que um “componente de risco moral” também pode estar reduzindo a disposição dos produtores rurais em honrar pagamentos, o que é difícil de estimar, comentam os analistas.
Foi cortada a previsão para o lucro líquido do Banco do Brasil em 2026 para R$ 18,4 bilhões, de R$ 21,2 bilhões anteriormente.
A projeção é de retorno sobre o patrimônio (ROE) em 9,3% para 2026. A projeção anterior era de 10,6%.
O time de analistas elevou a previsão para o custo de crédito do Banco do Brasil de R$ 61,1 bilhões para R$ 73,6 bilhões, acima do topo do intervalo estimado pelo BB (de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões).
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Importante:
O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários [2].