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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

Publicado às 9h38 – 9h56

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDM26 contrato com vencimento para 17 de junho/26) abriu em alta nesta quinta-feira, 11. Às 9h56 subia 0,21% aos 169.105 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h55 o dólar comercial caía 0,12% a R$ 5,167 na venda.

Bolsas, petróleo e bitcoin (9h32)

Petróleo Brent: +0,72% (US$ 93,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +1,53% (US$ 62.807)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -1,23% (US$ 4.079)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,46% aos 764 iuanes (US$ 112,8). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h31 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,41% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,41%. Nasdaq futuro subia 0,74%.

Notícias corporativas desta manhã:

Ministro da Defesa renuncia ao conselho de administração da Tupy (TUPY3) [1]

A Tupy (TUPY3) informou nesta quinta-feira, 11, que José Mucio Monteiro Filho renunciou ao cargo de membro do conselho de administração. Mucio informou à companhia que a renúncia foi “por razões de ordem pessoal e profissional”.

O conselho se reunirá oportunamente para deliberar sobre as providências aplicáveis ao preenchimento da vaga, afirmou a Tupy.

A companhia informou ainda que se encontra em curso projeto estruturado de aprimoramento de sua governança corporativa, sob coordenação do conselho de administração e com o apoio de consultoria especializada, voltado à definição e à implementação de critérios de elegibilidade aplicáveis aos membros do colegiado e da diretoria.

O projeto prevê a apreciação pelas instâncias de governança da companhia e a submissão à deliberação da Assembleia Geral de acionistas, no que se refere à formalização dos referidos critérios. Nesse contexto, a definição do substituto será conduzida em linha com a evolução da governança corporativa da companhia, com base nas diretrizes a serem implementadas no âmbito do referido projeto.

Lupatech (LUPA3): conselho aprova convocar assembleia para decidir sobre grupamento das ações [2]

O conselho de administração da Lupatech (LUPA3) aprovou a convocação de assembleia geral extraordinária para deliberar sobre o grupamento da totalidade das ações ordinárias de emissão da companhia, na proporção de 10:1, de forma que cada lote de 10 (dez) ações ordinárias seja grupado em uma única ação ordinária, e para atendimento dos artigos 46 a 50 do capítulo 6 do Regulamento de Emissores emitido pela B3. A exigência regulamentar visa conduzir o preço de negociação das ações a patamar superior a R$ 1,00 (um real). A proposta depende da aprovação em assembleia geral extraordinária.

A aprovação do grupamento não resultará na modificação do montante total do capital social ou nos direitos conferidos pelas ações ordinárias de emissão da companhia a seus titulares. Uma vez aprovado o grupamento, será concedido prazo de 30 dias, contados da publicação de aviso aos acionistas, a ser publicado após a realização da referida assembleia, para que os acionistas detentores de ações ordinárias que desejarem possam ajustar suas posições de ações em lotes múltiplos de 10 (dez) ações, mediante negociação na B3.

Isa Energia anuncia início da operação comercial do bloco 3 do projeto Piraquê  [3]

A Isa Energia (ISAE3, ISAE4) divulgou nesta quinta-feira, 11, que obteve do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o Termo de Liberação Definitivo (TLD) para o bloco 3 do projeto Piraquê. Com a liberação concedida pelo ONS, o bloco remanescente iniciou sua operação comercial com 16 meses de antecipação em relação ao prazo limite estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a companhia passou a operar e a ser remunerada integralmente pelo lote 3 vencido no leilão de transmissão 01/2022.

O empreendimento, um dos maiores projetos greenfield no setor de transmissão brasileiro, envolveu a implantação de oito linhas de transmissão (sete de 500 kv e uma de 345 kv), que totalizaram cerca de 1.000 km de extensão nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

O bloco 3 contempla a construção de 2 linhas de transmissão no Espírito Santo e a ampliação das subestações a elas associadas.

A Isa Energia explicou que o empreendimento possui relevante função sistêmica ao reduzir significativamente o risco de sobrecargas no sistema elétrico em cenários de elevadas trocas de energia entre as regiões Nordeste e Sudeste e reforçar a estabilidade da rede de transmissão no Estado do Espírito Santo, ampliando a capacidade de escoamento de energia e reduzindo o risco de falhas operacionais.

Com a energização do bloco 3, a companhia passa a receber a totalidade da Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 343,1 milhões (ciclo tarifário 2025/2026) do projeto que possui margem Ebitda estimada em cerca de 95% e regime de tributação por lucro real.

A Receita Anual Permitida é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

O investimento total do projeto é de cerca de R$ 3,85 bilhões e foi integralmente financiado por debêntures verdes de infraestrutura.

Equatorial sobre investimento na Copasa: “passo relevante na consolidação da presença na região Sudeste” [4]

A Copasa (CSMG3) informou que a Gerais Saneamento foi escolhida pelo governo de Minas Gerais como investidora de referência da oferta pública secundária de ações. A Gerais Saneamento é a subsidiária criada pela Equatorial para disputar a privatização da Copasa. A Equatorial terá prioridade na aquisição de 114.075.921 ações.

A Gerais Saneamento anunciou o início da distribuição pública de 7,5 milhões de notas comerciais escriturais, em série única, todas com valor nominal unitário de R$ 1.000,00, perfazendo o montante de até R$ 7,5 bilhões.

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quinta-feira, 11, a Equatorial afirma que, com a realização do investimento na Copasa, “avança em sua estratégia de crescimento com geração de valor e expansão no segmento de saneamento, reforçando seu posicionamento como uma das principais plataformas de utilities do Brasil”.

A Equatorial destacou ainda que a operação está alinhada ao seu “DNA”, refletindo disciplina na alocação de capital, combinada com a busca contínua por oportunidades capazes de capturar eficiência operacional e retornos atrativos.

“Este movimento também representa mais um passo relevante na consolidação da presença da companhia na região Sudeste (Estado de Minas Gerais), ampliando sua diversificação geográfica e fortalecendo sua plataforma de crescimento sustentável no longo prazo”, afirmou a Equatorial.

Notícias da noite de quarta, 10:

Rede D’or (RDOR3) anuncia recompra de ações [5]

O conselho de administração da Rede D’or (RDOR3) aprovou o cancelamento de 49 milhões de ações ordinárias mantidas em tesouraria, adquiridas no âmbito dos programas de recompra de ações da companhia, sem alteração do valor do capital social.

O conselho também aprovou um novo programa de recompra de ações. A quantidade de ações a ser adquirida estará limitada a 30 milhões de ações ordinárias, que, em conjunto com as ações já mantidas em tesouraria, correspondem a menos de 10% do total de ações em circulação no mercado em 10 de junho de 2026, após o cancelamento de 49 milhões de ações ordinárias.

A administração limitará o valor total a ser objeto do programa a até R$ 1 bilhão de reais.

O programa encerra em 10 de junho de 2027.

Axia: concluída cessão da totalidade dos créditos que possuía contra a distribuidora Amazonas Energia [6]

A Axia Energia (AXIA3), em conjunto com sua subsidiária integral Axia Energia Norte, informou na quarta-feira, 10, que, após atendidas as condições precedentes acordadas, concluiu a cessão da totalidade dos créditos que possuíam contra a distribuidora Amazonas Energia. Em contrapartida, a Axia Energia e a Axia Energia Norte receberão um total de R$ 554,1 milhões, sujeito a correção até a data do efetivo pagamento, relacionados a quitação dos créditos contra a Amazonas Energia; e uma opção de compra na distribuidora para uma participação minoritária, que poderá ser exercida ou cedida a terceiros.

“A transação conclui a estruturação de alternativa financeiramente benéfica para as partes, acordada em 2024, ao dar suporte à viabilização da atual concessão da Amazonas Energia e possibilitar à Axia Energia a captura do benefício econômico decorrente de uma potencial recuperação operacional e financeira da distribuidora”, afirmou a Axia Energia, destacando que a operação reforça seu compromisso com a disciplina de alocação de capital e com a mitigação de riscos operacionais e financeiros.

Conselho da Engie Brasil aprova oferta de ações que prevê incorporar fatia da Jirau Energia [7]

O conselho de administração da Engie Brasil Energia (EGIE3) aprovou a realização de oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias, a serem emitidas pela companhia. A informação consta em um fato relevante.

A oferta prevê que a Engie Brasil Participações (EBP), controladora da Engie Brasil Energia, poderá integralizar sua parcela na oferta mediante contribuição de bens, por meio da transferência da totalidade de sua participação de 40% na Jirau Energia para a Engie Brasil Energia. Com isso, a companhia passará a deter diretamente essa participação societária na concessionária da Usina Hidrelétrica Jirau, enquanto a controladora receberá ações de emissão da própria Engie Brasil Energia.

De acordo com o fato relevante, a realização da oferta está condicionada à aprovação, por assembleia geral extraordinária da Engie Brasil Energia, da ratificação da nomeação e contratação da Apsis Consultoria Empresarial para elaboração do laudo de avaliação das ações de emissão da Jirau detidas pela EBP; e do Laudo de Avaliação e da proposta de valor das ações de emissão de Jirau detidas pela EBP, para fins de sua contribuição em integralização de ações no âmbito da oferta.

O laudo de avaliação elaborado pela Apsis atribuiu à fatia da Jirau um valor justo entre R$ 5,39 bilhões e R$ 5,93 bilhões, com valor intermediário de R$ 5,66 bilhões.

Os documentos de convocação da assembleia, a ser realizada em 2 de julho de 2026, serão disponibilizados para consulta nos websites da CVM (www.gov.br/cvm), da B3 (www.b3.com.br) e da Engie Brasil (www.engie.com.br/investidores/).

Comgás (CGAS3; CGAS5) anuncia pagamento de dividendo e JCP [8]

O conselho de administração da Companhia de Gás de São Paulo – Comgás (CGAS3; CGAS5) aprovou a proposta de distribuição de dividendos intermediários totalizando R$ 310 milhões.

O valor de R$ 237.819.053,29 será pago às ações ordinárias, o que corresponde a R$ 2,289743070286 por ação. A quantia de R$ 72.180.946,71 será paga às ações preferenciais, no valor de R$ 2,518717377315 por ação.

Terão direito acionistas constantes da posição acionária da companhia verificada em 15 de junho de 2026, inclusive, sendo que as ações serão negociadas “ex’ dividendos a partir de 16 de junho. O pagamento ocorrerá em 25 de junho de 2026.

Os conselheiros aprovaram também o pagamento aos acionistas de juros sobre capital próprio (JCP) no montante total de R$ 230 milhões, sendo R$ 176.446.394,38 pagos às ações ordinárias, no valor de R$ 1,69 por ação; e R$ 53.553.605,62 pagos às ações preferenciais, no valor de R$ 1,86 por ação.

O pagamento dos juros sobre capital próprio estará sujeito à incidência de 17,5% de Imposto de Renda Retido na Fonte. Esses JCP serão pagos com base na composição acionária de 15 de junho, inclusive, sendo que as ações da companhia serão negociadas “ex” dividendos a partir de 16 de junho. O pagamento dos juros sobre capital próprio também será realizado em 25 de junho de 2026.

Cemig (CMIG4) divulga data de pagamento da 1ª parcela dos proventos referentes ao exercício 2025 [9]

A Cemig (CMIG4) divulgou nesta quarta-feira, 10, que efetuará, no próximo dia 30 de junho, o pagamento da primeira parcela dos proventos referentes ao exercício 2025. O valor total soma R$ 0,541139687 por ação. Serão pagos os dividendos aprovados em 30/04/2026 e os JCP aprovados em 18/12/2025; 23/09/2025; 17/06/2025; e 20/03/2025. Acesse aqui [9] a tabela com os detalhes.

Agenda de proventos desta quinta, 11:

Log (LOGG3)  [10]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log (LOGG3) é nesta quinta, 11. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 12 de junho de 2026. O valor total do pagamento soma R$ 250 milhões. Esse valor corresponde a R$ 2,85 por ação ordinária. O pagamento será realizado em 1º de julho de 2026.

Banco do Brasil (BBAS3) [11]

O Banco do Brasil (BBAS3) paga nesta quinta-feira, 11, os JCP anunciados em 13 de maio no valor por ação de R$ 0,08. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP. Também nesta quinta-feira, 11, o Banco do Brasil paga o valor por ação de R$ 0,05  em juros sobre o capital [12] anunciados em 20 de maio. Desde 2 de junho as ações são negociadas “ex” direito a esses JCP.

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