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Atualização: C&A, Itaú, BTG e outros destaques corporativos

Gráfico diário do Ibov às 13h31

 

Publicado às 13h40

Ibovespa

Às 13h39 o Ibovespa tinha queda de 0,54% aos 170.331 pontos. Às 13h38 o dólar comercial subia 0,08% cotado a R$ 5,192 na venda. A sessão é marcada pelo recuo nos juros futuros e queda do preço do petróleo. Em âmbito corporativo, analistas e investidores aguardam com expectativa a divulgação do balanço da fabricante de semicondutores Micron Technology. Será após o fechamento do mercado nos Estados Unidos. O resultado poderá trazer sinais sobre a sustentabilidade da forte valorização de ações de companhias ligadas à inteligência artificial.

C&A (CEAB3)

O time de analistas do Itaú BBA reiterou recomendação de “compra” para a varejista com preço-alvo de R$ 20. A casa avalia que os resultados do segundo trimestre podem levar a revisões para cima das estimativas do mercado, reforçando a tese de investimento. O BBA reiterou a ação como sua principal escolha no setor de consumo discricionário da América Latina, destacando que a C&A está “barata”. A projeção é de uma geração de R$ 420 milhões em caixa livre para os acionistas em 2026, equivalente a um rendimento de 14%. Às 13h38 as ações da C&A subiam 6,42% a R$ 10,44.

Itaú (ITUB4), BTG (BPAC11), BB (BBAS3), Santander (SANB11)

A equipe de analistas do Citi comenta em relatório que permanece seletiva, com Itaú e BTG Pactual como as principais escolhas, onde acredita que a execução consistente trará resultados e onde os valuations atuais parecem desalinhados. Banco do Brasil e Santander permanecem entre as opções menos preferidas da casa. O Citi ressalta que um cenário macroeconômico mais desafiador está pressionando a qualidade dos ativos em todo o sistema bancário brasileiro e reduziu o preço-alvo dos bancos. O preço-alvo do Itaú passou de R$ 54 para R$ 50. O do Bradesco foi cortado de R$ 24 para R$ 20. O do Santander Brasil de R$ 36 para R$ 28. O preço-alvo do BB foi reduzido de R$ 25 para R$ 21; e o do BTG passou de R$ 74 para R$ 70. 

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às 13h37 as ações ON e PN da Petrobras operavam em queda. No horário as ações preferenciais caíam 2,24% a R$ 38,45. O preço do barril de petróleo Brent, referência para a estatal, desvalorizava 3,8% a 74,1 dólares.

Prio (PRIO3), Brava (BRAV3), PetroReconcavo (RECV3)

As ações das petroleira juniores também caíam nesta tarde. Às 13h36 os papéis da Prio desvalorizavam 2,67%. Os papéis da Brava caíam 1% e os da PetroReconcavo caíam 1,68%.

Vale (VALE3)

Às 13h35 ações da Vale tinham baixa de 2,23% a R$ 77,61. O blog de Lauro Jardim no O Globo reporta nesta quarta-feira que os ruídos não param de crescer de intensidade dentro da Vale desde que a Previ pediu ao conselho de administração a destituição do chairman, Daniel Stieler. Segundo o blog, o conselheiro Marcelo Gasparino, sugeriu na reunião do conselho na última sexta-feira uma “pressão externa sobre a Vale” e que reuniões do colegiado podem ter “sido gravadas de forma clandestina”.

Azzas (AZZA3)

Às 13h33 as ações da Azzas caíam 4,43%. Segundo informações do Pipeline, do Valor Econômico, um grupo de acionistas que representa cerca de 11% do capital da Azzas, liderado pela família Hering, contratou o banco BR Partners para negociar uma emancipação da marca.

Azevedo & Travassos (AZEV4)

Azevedo & Travassos anunciou na véspera um acordo para comprar a subsidiária da Engie de iluminação pública [1]. Às 13h33 as ações saltavam 11%.

Compass (PASS3)

A Compass informou que sua subsidiária Edge firmou seu primeiro contrato de off-grid mobilidade (não conectados à malha de gasodutos de distribuição de gás). A Edge, em conjunto com o Grupo Nimofast e a Green Cargo, anunciaram o lançamento do Projeto GreenTech Logística Integrada — plataforma de transporte rodoviário de longa distância movido a Gás Natural Liquefeito (GNL). A Edge atuará como fornecedora do GNL, a Green Cargo fornecerá os caminhões JAC Motors, e o Grupo Nimofast liderará a operação e gestão logística por meio da Interconecta Logística.

B3 (B3SA3) [2]

A data de corte (data com) para ter direito aos juros sobre o capital da B3, aprovados em 18 de junho, é nesta quarta, 24. A partir de 25 de junho as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido estimado é de R$ 0,05 por ação. A companhia aprovou ainda juros sobre capital próprio extraordinários no valor líquido de R$ 0,12 por ação. A data de corte também é quarta, 24. O pagamento de ambos os JCP será em 07/07/2026.

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Importante:

O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Quem fiscaliza, normatiza e disciplina o mercado de valores mobiliários é a Comissão de Valores Mobiliários [4].