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Resultado da Tenda, Bmg, Tim, C&A, Vulcabras, Iguatemi e de outras companhias

 

Publicado às 21h30

Notícias corporativas

Tenda (TEND3) reporta lucro de R$183,4 milhões no 1T26 [1]

A Tenda (TEND3) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro de R$183,4 milhões, aumentos de 114,5% e 75,3% quando comparado ao 1T25 e 4T25, respectivamente.

O Ebitda ajustado consolidado foi de R$ 256,7 milhões, alta de 68% na comparação anual.

A companhia reportou recorde histórico na receita líquida trimestral consolidada de R$ 1,184 bilhão, aumentos de 36,9% e 0,3% em relação ao 1T25 e 4T25, respectivamente.

TIM (TIMS3) reporta lucro de R$ 821 milhões no 1T26  [2]

A TIM (TIMS3) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões, crescimento de 1,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda normalizado da companhia atingiu R$ 3,28 bilhões no 1T26, alta de 6,6% na base anual de comparação. A margem Ebitda foi a 48,3%, leve alta de 0,1 ponto porcentual.

A receita líquida da TIM cresceu 6,5% no trimestre, para R$ 6,80 bilhões no ano.

Banco Bmg (BMGB4) reporta lucro de R$ 147 milhões no 1T26, alta anual de 28%  [3]

O ⁠Banco Bmg (BMGB4) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente de R$ 147 milhões, crescimento de ‌28% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

“O aumento do lucro no 1T26 vs. 1T25 é justificado, principalmente, pela mudança no mix dos ativos refletindo no aumento da margem financeira”, afirmou o banco.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu 15,3%, de 12,1% um ano antes, com o presidente-executivo do banco, Felix Cardamone, destacando a evolução dessa métrica.

O índice de inadimplência acima de ​90 dias ficou em 3,7%, redução de 0,4 ponto percentual.

Iguatemi (IGTI11) reporta lucro de R$ 238 milhões no 1T26, alta de 121% [4]

A Iguatemi (IGTI11) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido consolidado de R$ 237,5 milhões, crescimento de 121,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O EBITDA ajustado(2) consolidado atingiu R$ 405,2 milhões no 1T26, 65,9% acima do 1T25, com margem Ebitda ajustado de 109,9%.

As vendas totais da companhia atingiram R$ 5,7 bilhões no 1T26, o que representa crescimento de 12,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

C&A (CEAB3): lucro ajustado de R$ 8 milhões no 1T26; companhia anuncia recompra de ações [5]

A C&A (CEAB3) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 8 milhões, crescimento de 218,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Sem ajustes, o lucro foi de R$ 1,7 milhão, queda de 59,1% na base anual de comparação.

O Ebitda ajustado foi de R$ 245 milhões, leve alta de 0,1% em relação ao registrado um ano antes, com a margem passando de 15,2% para 15,1%.

A receita líquida consolidada cresceu 0,5%, para R$ 1,619 bilhão.

A C&A anunciou também um programa de recompra de ações ordinárias de emissão da companhia. Poderão ser recompradas até 10 milhões de ações ordinárias, que representam 4,9% das ações em circulação no mercado. O programa encerra em 8 de novembro de 2027.

Copel (CPLE3) tem lucro líquido de R$ 694 milhões no 1T26, alta anual  [6]

Copel (CPLE3) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido reportado de R$ 694 milhões, aumento de 4,4% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Segundo a companhia, esse resultado deve-se principalmente em razão do melhor desempenho operacional. Já o lucro líquido recorrente cresceu 10,7% na mesma base de comparação para R$ 638,9 milhões.

A Copel teve Ebitda de R$ 1,90 bilhão, alta de 9,9% na base anual de comparação. Já o Ebitda Recorrente somou R$ 1,754 bilhão no 1T26, um crescimento de 16,7% frente aos R$ 1,503 bilhão registrados no 1T25.

“Esse resultado reflete a capacidade da companhia de gerar valor de forma consistente, apoiada na solidez de seus ativos e na execução eficiente de sua estratégia operacional e comercial”, afirmou a Copel.

A Receita Operacional Líquida recorrente, excluindo os efeitos IFRS no segmento de transmissão de energia e excluindo VNR, MTM e eventos não recorrentes, totalizou R$ 6,90 bilhões no 1T26, um crescimento de 19,2% em relação aos R$ 5,79 bilhões registrados no 1T25.

Prio reporta lucro líquido de US$ 460 milhões no 1T26, alta anual de 33% [7]

A Prio (PRIO3) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de US$ 459,9 milhões, crescimento de 33% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado da petroleira atingiu US$ 852,3 milhões, alta de 91% em relação ao 1T25.

Dentre os principais destaques operacionais do trimestre, estão: a produção média da companhia, que atingiu 155,4 kbpd, um aumento de 42% na comparação com o 1T25; o volume de offtakes realizados, representando um aumento de 45% em relação ao mesmo período do ano anterior; e o primeiro óleo de Wahoo.

No cluster Valente, a produção aumentou 4% na comparação com o 4T25, impulsionado pela entrada em operação dos dois primeiros poços produtores de Wahoo, que iniciaram produção em março. Em relação ao 1T25, o volume produzido reduziu em 14%, impactado pelo declínio do campo de Frade.

No campo de Albacora Leste, o volume produzido apresentou um aumento de 21% em relação ao 1T25 e de 5% frente ao 4T25, devido à maior estabilidade operacional do campo.

No cluster Bravo, a produção no 1T26 cresceu 46% em relação ao 1T25 e 7% frente ao 4T25, refletindo a retomada dos poços TBMT-10H e TBMT-4H, após os workovers concluídos em junho de 2025; e a entrada dos poços POL-GY e Well-B, em dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, respectivamente. Em março, o poço OGX-44HP parou em razão da falha na Bomba Centrífuga Submersa (BCS), com retomada da produção prevista para maio.

No campo de Peregrino, o volume produzido no trimestre foi 110% e 43% maior que o 1T25 e 4T25, respectivamente, refletindo a aquisição da participação adicional de 40% e operação em novembro de 2025 e a normalização dos níveis de produção do campo, após a desinterdição do FPSO Peregrino em 17 de outubro de 2025.

Vulcabras (VULC3): lucro cai no 1T26 na base anual de comparação [8]

A Vulcabras (VULC3) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 80,1 milhões, queda de 24,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O lucro recorrente caiu 18,9% na mesma base de comparação.

O Ebitda recorrente foi de R$ 156,9 milhões no 1T26, alta de 11,8% em relação ao 1T25. A margem Ebitda recorrente ficou em 20,2%, alta de 0,2 ponto percentual.

A Vulcabras é dona das marcas Olympikus, Mizuno e Under Armour no Brasil.

Itaú registra lucro de R$ 12,3 bilhões no 1T26, alta anual de 10,4%  [9]

O Itaú Unibanco (ITUB4) divulgou nesta terça-feira, 5, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões, alta de 10,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) anualizado ficou em 24,8%, alta de 2,3 p.p em relação ao 1T25.

O crescimento de 9% na comparação anual da carteira de crédito (ex-variação cambial), foi impulsionado pelas linhas de programas governamentais no segmento empresas e, no segmento de pessoas físicas, o destaque foi o crescimento do Crédito Imobiliário (+11,2%), o crescimento em Cartão de Crédito (+8,2%) e o crescimento do Crédito Consignado (+6,1%), especialmente o Consignado Privado, que apresentou aumento de 63% no período.

A margem financeira com clientes cresceu 4,5% na comparação anual, por conta do crescimento da carteira, da maior margem com passivos, além do melhor mix de produtos.

A inadimplência acima de 90 dias encerrou o trimestre em 1,9%, se mantendo estável.

As receitas com serviços e seguros aumentaram 5,3% na comparação anual, impulsionadas pelo aumento das receitas com administração de recursos e volume em bancos de investimento e corretagem. Além disso, no resultado de seguros, o avanço de 17,2% está relacionado com os maiores prêmios ganhos.

As despesas não decorrentes de juros totalizaram R$ 16,2 bilhões, com alta de 4,8%na comparação anual. Esse aumento reflete, principalmente, maiores gastos com Tecnologia, em função do aumento do volume de processamento em nuvem e do desenvolvimento de sistemas, afirmou o banco.

Nas despesas de Pessoal, o aumento é explicado pelos efeitos do acordo coletivo de trabalho e pela maior participação nos resultados, relacionada com a melhor performance financeira do banco.

O índice de eficiência atingiu 34,9% no Brasil, sendo o melhor patamar histórico para um primeiro trimestre. O Itaú encerrou o trimestre com níveis confortáveis de capitalização e liquidez. O índice de capital principal (CET I) atingiu 12% em março de 2026.

Prio (PRIO3) anuncia novo diretor de operações [10]

A Prio (PRIO3) informou nesta terça-feira, 5, que Francisco Francilmar Fernandes renunciou ao cargo de diretor de operações, por motivos de natureza pessoal e familiar que demandam sua dedicação integral.

O conselho de administração elegeu Jean Carlos Calvi para o cargo de diretor de operações. Jean ingressou na Prio em 2016. Segundo a petroleira, ele foi o principal responsável pela implementação de diversos projetos “transformacionais como as perfurações de Polvo em 2018, tieback de Tubarão Martelo em 2021, perfurações de Frade em 2022 e o recente tie-back de Wahoo”.

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