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Resultado da Cyrela, Syn, Nubank e do GPA

Publicado às 21h48

Cyrela (CYRE3) reporta lucro líquido de R$ 297 milhões no 1T26, queda anual 

A Cyrela (CYRE3) divulgou nesta quinta-feira, 14, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) 

lucro líquido de R$ 297 milhões, queda de 9% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 a receita líquida atingiu R$ 2 bilhões no período, crescimento de 4% na mesma comparação.

Syn (SYNE3) lucro líquido ajustado de R$ 8,4 milhões no 1T26, alta anual

Syn (SYNE3) teve lucro líquido ajustado de R$ 8,4 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 24,4% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

No 1T26 o Ebitda ajustado somou R$ 25,8 milhões, crescimento de 28,7% na base anual de comparação.

A Receita Líquida Ajustada atingiu R$ 60,1 milhões, expansão de 9,2% no ano.

Nubank (ROXO34) lucro líquido de US$ 871 milhões

O Nubank (ROXO34) divulgou nesta quinta-feira, 14, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de US$ 871 milhões, alta de 41% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25). Analistas esperavam US$ 980 milhões, conforme dados reunidos pela LSEG.

O retorno sobre o patrimônio (ROE) foi de 29% no 1T26, ante 27% no 1T25 e 33% no quarto trimestre (4T25). 

As provisões para perdas de crédito fecharam em US$ 1,79 bilhão, alta de 33% no trimestre.

A inadimplência acima de 90 dias foi de 6,5%, em comparação a 6,4% no 1T25 e a 6,6% no 4T25.

A receita financeira líquida de juros (NII, na sigla em inglês) atingiu um recorde de US$ 3,25 bilhões no primeiro trimestre, alta de 12% na comparação trimestral.

A carteira de crédito total do banco cresceu na base anual 40% e na base trimestral 7%, para US$ 37,2 bilhões. 

Prejuízo do GPA (PCAR3)

O GPA (PCAR3) reportou prejuízo líquido continuado de R$ 1,34 bilhão no primeiro trimestre de 2026. Dessa forma, aumenta o prejuízo, que foi de R$ 93 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25).

De acordo com a companhia, o resultado foi negativamente impactado por efeitos não recorrentes e sem impacto caixa no valor total de R$ 1,01 bilhão. 

No 1T26, o Ebitda ajustado consolidado da companhia foi R$ 458 milhões, alta de 12% na base anual de comparação. A margem Ebitda ajustada avançou 1,9 ponto porcentual, para 10,5%. 

A receita líquida do GPA caiu 8,2% na comparação anual, para R$ 4,37 bilhões.

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