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Notícia da Petrobras, Azul, Usiminas, Grazziotin e de outras companhias

 

Publicado às 20h42

Notícias corporativas

Petrobras esclarece informação divulgada em jornal [1]

A Petrobras (PETR3, PETR4) prestou esclarecimentos nesta terça-feira, 26, à Comissão de Valores Mobiliários após uma matéria divulgada no Valor Econômico intitulada “RJ decide desapropriar terreno da Refit”.

A matéria divulgou que o governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto, decidiu desapropriar o terreno onde está instalada a Refit, antiga refinaria de Manguinhos, na zona norte da cidade. O Valor reportou que a informação foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim, do O Globo, e, citando o colunista, informou que a desapropriação da Refit também foi tema de conversas entre Couto e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. A petroleira teria interesse em ficar com o terreno para expandir a área de refino, segundo Jardim.

A respeito do tema, a Petrobras esclareceu que “analisa de forma contínua e permanente oportunidades de negócios alinhadas à sua estratégia corporativa, incluindo iniciativas relacionadas ao setor de refino, logística e infraestrutura energética”.

A petroleira estatal também explicou que, até a presente data, não há qualquer decisão ou informação relevante, a ser divulgada a respeito do tema.

BlackRock eleva participação na Usiminas  [2]

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou a participação na Usiminas (USIM5), conforme divulgado pela siderúrgica nesta terça-feira, 26.

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, adquiriu ações preferenciais emitidas Usiminas, sendo que, em 21 de maio de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 27.747.704 ações preferenciais e 12.632 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 12.632 ações preferenciais, totalizando 27.760.336 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,067% do total de ações preferenciais; e 26.368.310 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 4,813% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia.

“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Conselho da Grazziotin (CGRA3, CGRA4) aprova distribuição de JCP [3]

O conselho de administração da Grazziotin (CGRA3, CGRA4) aprovou nesta terça-feira, 26 de maio, a distribuição de R$ 30 milhões em juros sobre o capital. O valor líquido é de R$ 24,7 milhões. O valor líquido por ação ordinária e preferencial é de R$ 1,047977. A data de corte será em 29 de maio de 2026. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 1 de junho.

O pagamento será realizado sem correção e a data do pagamento será fixada pela Assembleia Geral de acionistas, que será convocada para aprovar as demonstrações financeiras e a proposta da destinação do resultado do exercício de 2026.

Azul tem listagem aprovada na NYSE American  [4]

A Azul (AZUL3) informou nesta terça-feira, 26, que as ações ordinárias de sua emissão e as American Depositary Shares, cada uma representando duas ações ordinárias (ADSs), tiveram a listagem aprovada na NYSE American.

Sujeita ao cumprimento das condições aplicáveis de listagem, a listagem das ADSs ocorrerá em 1º de junho de 2026, com início de negociação na NYSE American sob o código “AZUL” a partir da abertura do mercado na mesma data.

A partir da listagem na NYSE American, as ADSs deixarão de ser cotadas nos OTC Markets.

As ações ordinárias da companhia (AZUL3) permanecerão listadas e negociadas na B3, a Bolsa brasileira.

Os atuais titulares de ações ordinárias e de ADSs não precisam adotar quaisquer providências em decorrência da listagem na NYSE American.

“A nossa listagem na NYSE American marca um momento decisivo para a Azul, à medida que saímos do nosso processo de reestruturação com uma posição financeira mais sólida. Mantemos o plano de realizar o uplist (listagem) para a New York Stock Exchange no início de julho de 2026, quando esperamos satisfazer todos os requisitos e condições de listagem aplicáveis”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul.

Oncoclínicas (ONCO3) diz desconhecer eventual proposta de capitalização no valor de R$ 500 milhões [5]

A Oncoclínicas (ONCO3) divulgou nesta terça-feira, 26, que não tem conhecimento sobre uma eventual proposta de capitalização de R$ 500 milhões informada em uma matéria do jornal Valor Econômico divulgada em 21 de maio.

Segundo o jornal, o plano, que está sendo estruturado pela BR Partners, ainda deve prever um alongamento e desconto no valor da dívida (haircut), cujo percentual está em discussão com credores.

“A administração da companhia esclarece que não possui conhecimento acerca de eventual proposta de capitalização da companhia no montante de R$ 500.000.000,00, tampouco de quaisquer definições relacionadas a eventual operação dessa natureza”, afirmou a Oncoclínicas em um comunicado.

No que diz respeito às discussões com credores conduzidas pela BR Partners, na qualidade de assessoria financeira, a companhia esclareceu que as conversas mantidas até o momento são “preliminares, sem que haja até o momento qualquer definição acerca de eventual alongamento ou desconto na dívida”.

Agenda de proventos desta quarta, 27:

Taesa (TAEE11, TAEE4) [6]

A Taesa paga nesta quarta-feira, 27, dividendo no valor por unit de R$ 0,90. O valor por ação ON e PN é R$ 0,30. A data com (data de corte) foi em 29 de abril. As units da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 30 de abril.

Mahle Metal Leve (LEVE3)  [7]

A Mahle Metal Leve paga nesta quarta-feira, 27, juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 11 de dezembro no valor líquido de R$ 0,17 por ação. A posição acionária para ter direito foi em 16 de dezembro de 2025. Desde 17 de dezembro de 2025 as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” juros sobre o capital próprio. A Mahle Metal Leve também paga os dividendos aprovados pela assembleia em 29 de abril no montante total de R$ 275,9 milhões, correspondente a R$ 2,03 por ação. Tem direito a esse provento acionistas constantes da posição acionária da companhia em 29 de abril (data de corte). Desde 30 de abril as ações são negociadas “ex-direito” a esses dividendos.

Bemobi (BMOB3)  [8]

A Bemobi paga nesta quarta-feira, 27, os juros sobre capital próprio anunciados em 12 de maio no valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações são negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” desde 18 de maio de 2026 (inclusive).

Telefônica Brasil (VIVT3) [9]

A data de corte (data com) para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil aprovados em 15 de maio, é nesta quarta-feira, 27. A partir de 28 de maio as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,15490018027. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027, devendo a data ser definida pela diretoria.

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