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Mercados nesta sexta, resultado da Embraer, notícia da Cemig, Compass, provento da Caixa Seguridade, PetroReconcavo e de outras companhias

 

Publicado às 8h – atualizado às 9h17

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h59)

Alemanha (DAX): -0,79% 

Londres (FTSE 100): -0,15%

Japão (Nikkei 225): -0,16% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): 0,00% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): -0,87% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,13% (US$ 100,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,39% (US$ 80.442)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,42% (US$ 4.730)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,06% a 814,5 iuanes (US$ 119,69). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h58 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,29% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,46%. Nasdaq futuro subia 0,66%.

Notícias corporativas

JHSF (JHSF3) reporta lucro de R$ 371,6 milhões no 1T26, alta anual de 9,3% [1]

A JHSF (JHSF3) divulgou nesta sexta-feira, 8, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 371,6 milhões, alta de 9,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda Ajustado no 1T26 somou R$ 250,6 milhões, crescimento de 26,7% na base anual de comparação. Segundo a companhia, o Ebitda Ajustado cresceu devido à evolução do Resultado Operacional. “Vale destacar que além de receitas e despesas não recorrentes e/ou não caixa, são ajustadas as apreciações das Propriedades para Investimentos (PPIs) que não possuem natureza caixa”, comentou a companhia no release de resultados.

No 1T26 a Receita Líquida atingiu R$ 537,7 milhões, expansão de 33,3% na comparação com o 125.

No 1T26, a Receita consolidada da companhia foi positivamente impactada pelo reconhecimento da venda de estoques da Incorporação, em conjunto com a melhora do resultado dos negócios de Renda Recorrente.

Embraer reporta lucro ajustado de R$ 145,4 milhões no 1T26

O lucro líquido ajustado da Embraer (EMBJ3) foi de R$ 145,4 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), excluindo itens extraordinários de R$ 29,4 milhões referentes aos resultados da Eve, em comparação a R$ 299,9 milhões no mesmo período do ano anterior. 

O lucro líquido atribuível aos acionistas da Embraer e o lucro líquido por ação foram R$ 174,8 milhões e R$ 0,2429 no 1T26, respectivamente, comparados a R$ 434,0 milhões e R$0,5909 no 1T25. A companhia decidiu, a partir de 2026, deixar de classificar os impostos diferidos como item extraordinário pois seu impacto a longo prazo é próximo de zero e, consequentemente, ajustou os resultados comparáveis de 2025 apresentados para uma comparação justa. 

O Ebitda ajustado foi de R$ 749,4 no 1T26, alta em relação aos R$ 631 milhões do 1T25.  

Compass fixa preço de R$ 28 por ação em IPO

Em um fato relevante enviado ao mercado nesta madrugada, a ⁠Compass Gás e Energia ⁠informou que o preço em sua oferta pública inicial de ações (IPO) será de R$ 28 por ação.

A oferta totalizou 100.892.857 ações alienadas pela Cosan e demais acionistas vendedores, perfazendo o montante total de R$ 2,824 bilhões. 

Adicionalmente, foi outorgada pela Cosan ao Bank of America Merrill Lynch Banco Múltiplo, na qualidade de agente estabilizador, opção de lote suplementar de até 13.392.857 ações de titularidade da Cosan, equivalente a até 15% do total das ações da oferta base, nas mesmas condições e ao mesmo preço por ação, destinada exclusivamente à atividade de estabilização do preço das ações no âmbito da oferta. 

Caso haja a colocação integral das ações suplementares, o montante total da oferta poderá alcançar até R$ 3.199.999.992,00, tendo a Cosan (CSAN3) recebido R$ 2.525.000.016,00.

Em decorrência da oferta, a participação direta e indireta da Cosan no capital social da Compass, atualmente equivalente a 88%, passará a ser de 77,25%, podendo ser reduzida para 75,37% em caso de colocação integral das ações suplementares, permanecendo a Cosan, em conjunto com a Cosan Dez Participações, como acionista controladora da Compass.

B3 (B3SA3): lucro cresce no 1T26

A B3 (B3SA3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido recorrente de R$ 1,5 bilhão, alta de 33,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O Ebitda recorrente ficou em R$ 2,05 bilhões, alta anual de 23,9%.

A B3 teve recorde de receita no 1T26 de R$ 3,2 bilhões, com alta de 20,5% quando comparada ao mesmo trimestre de 2025.

Segundo a B3, o resultado foi impulsionado pela combinação da maior atividade de mercado e expansão consistente das receitas recorrentes.

Em Derivativos, o volume médio diário negociado (ADV) totalizou 13,2 milhões de contratos, alta de 16,4% em relação ao 1T25, com destaque para Juros em R$, cujo ADV atingiu recorde histórico em mar/26 e cresceu 47,4% по 1T26, refletindo maior volatilidade impulsionada pelos eventos geopolíticos observados no trimestre.

Em Renda Variável, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista totalizou R$34,8 bilhões, um crescimento de 46,0% e 32,9% em relação ao 1T25 e 4T25, respectivamente, reflexo principalmente da entrada líquida de R$53,8 bilhões de capital estrangeiro na B3 durante o primeiro trimestre, 100,3% acima do observado ao longo de todo o ano de 2025. Além do crescimento do volume em ações, vale destacar o aumento de 57,5% no ADTV de ETFs, BDRs e Fundos Listados, que totalizou R$5,4 bilhões e que representou 15,5% do volume negociado no período.

No segmento de Renda Fixa e Crédito, as emissões e estoque cresceram 9,1% e 18,5% em relação ao 1T25, respectivamente, ainda refletindo um ambiente favorável ao segmento.

Prejuízo do Magazine Luiza MGLU3)

O Magazine Luiza (MGLU3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido ajustado de R$ 33,9 milhões. Dessa forma, reverte o lucro de R$ 11,2 milhões registrado no mesmo período em 2025.

Em termos contábeis, em que são inclusos os resultados não recorrentes, o prejuízo somou R$ 55,2 milhões.

O Ebitda ajustado da varejista teve redução de 5,4% na base anual de comparação, chegando a R$ 717,6 milhões no período de janeiro a março deste ano.

As vendas totais do Magalu, incluindo marketplace, caíram 5,6% na comparação anual, para R$ 15,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026.

Lucro da Allos (ALOS3)

A Allos (ALOS3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 248,3 milhões, redução de 2,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda ajustado da companhia somou R$ 502,2 milhões no 1T26, crescimento de 10,2% na comparação anual.

A receita líquida teve crescimento anual de 9,8%, totalizando R$ 692,4 milhões.

Azzas (AZZA3): lucro cai no 1T26

A Azzas (AZZA3) teve lucro líquido recorrente de R$ 63,9 milhões no primeiro trimestre de 2026. Esse valor corresponde à queda de 45,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

O Ebitda recorrente teve baixa de 23,2% na base anual, para R$ 328,5 milhões. A margem Ebitda recuou 2,7 pontos percentuais, para 13,2%.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 2,47 bilhões na base anual, redução de 8%.

Lucro da Engie Brasil (EGIE3) recua no 1T26

A Engie Brasil (EGIE3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 789 milhões no primeiro trimestre (1T26). Esse valor corresponde a queda de 4,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda atingiu R$ 2,24 bilhões no 1T26, crescimento de 10% na base anual de comparação.

A Receita Operacional Líquida somou R$ 3,4 bilhões, expansão de 13,1% na base anual.

Sabesp (SBSP3): lucro cresce no 1T26

A ⁠Sabesp (SBSP3) reportou lucro líquido ajustado ‌de R$ 1,55 bilhão no primeiro trimestre desde ano (1T26). Esse valor corresponde a crescimento de ‌32,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O lucro ajustado foi de R$ 0,44 por ação no 1T26, comparado a R$ 0,34 por ação no mesmo período do ano anterior.

O Ebitda cresceu 26% na base anual, para R$ 3,8 bilhões.

A receita ⁠líquida ajustada somou de ​R$ 6,021 bilhões, expansão anual de 10,9%.

Alupar (ALUP11): lucro regulatório cresce; empresa anuncia dividendo

O conselho de administração da Alupar (ALUP11) aprovou na quinta-feira, 7, o pagamento de dividendos intercalares relativos ao 1T26. O valor soma R$ 69.221.642,07 e corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento ocorrerá em até 60 dias contados da aprovação. Tem direito aos dividendos aprovados acionistas registrados como tal em 14 de maio de 2026, sendo que, a partir de 15 de maio de 2026 (inclusive), as Units da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos.

A Alupar teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido regulatório consolidado de R$ 148,9 milhões, alta de 6,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebtida regulatório somou R$ 794,7 milhões, alta de 15,9% na base anual de comparação. A receita líquida regulatória teve expansão de 16,3% no ano, para R$ 996,8 milhões.

Cemig (CMIG4) elege novo CEO [2]

A Cemig (CMIG4) anunciou que seu conselho de administração aprovou a eleição de Alexandre Ramos Peixoto para o cargo de presidente (CEO).

Em um comunicado a Cemig destacou que Alexandre construiu uma trajetória profissional que percorre os principais eixos do setor elétrico nacional, com passagens pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Desde 2023, ocupa a posição de Presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Na Cemig, antes de sua atuação na CCEE, exerceu o cargo de Diretor de Regulação e Relações Institucionais.

Alexandre substitui Reynaldo Passanezi Filho. “Sua gestão foi marcada por um ciclo relevante de crescimento da companhia, avanços consistentes em eficiência operacional e a realização de investimentos em níveis recordes, fortalecendo a posição estratégica da Cemig e contribuindo para a geração de valor aos acionistas e à sociedade”, afirmou a companhia em um fato relevante.

Caixa Seguridade anuncia R$ 1,050 bilhão em dividendo intercalar antecipado [3]

O conselho de administração da Caixa Seguridade (CXSE3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares antecipados equivalente a 91,9% do lucro líquido auferido no primeiro trimestre de 2026, no valor de R$ 1.050.000.000,00 (um bilhão e cinquenta milhões de reais. O valor por ação é de R$ 0,35. Os dividendos serão pagos em 17 de agosto de 2026, com base na posição acionária de 3 de agosto de 2026, sendo as ações negociadas ex-dividendos a partir de 4 de agosto de 2026.

A Caixa Seguridade iniciou o ano de 2026 registrando o maior desempenho trimestral de sua história. No primeiro trimestre de 2026, o lucro líquido gerencial atingiu R$ 1,143 bilhão, representando um crescimento de 13,2% em relação ao mesmo período do ano anterior e um avanço de 1,6% na comparação com o último trimestre de 2025.

“Esse desempenho reflete a execução consistente da estratégia e a robustez de sua estrutura de parcerias, que seguem sustentando a geração de valor e a entrega recorrente de resultados”, afirmou a companhia.

Sob a ótica contábil, o lucro líquido auferido no período totalizou R$ 1,150 bilhão, representando um crescimento de 9,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

Ecorodovias (ECOR3) anuncia pagamento de R$ 210,3 milhões em dividendos  [4]

O conselho de administração da Ecorodovias (ECOR3) aprovou o pagamento de dividendos referentes ao exercício social de 2025, no montante de R$ 210,3 milhões, correspondentes a R$ 0,30244837665 por ação ordinária. Terão direito aos dividendos acionistas detentores de ações ao final do dia 12 de maio de 2026, sendo que, a partir de 13 de maio de 2026, as ações serão negociadas “ex-dividendos”. O pagamento será realizado a partir de 12 de junho de 2026.

A Ecorodovias também divulgou que teve prejuízo líquido de R$ 10,1 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), revertendo o lucro líquido de R$ 146,7 milhões do mesmo trimestre de 2025 (1T25). O Ebitda ajustado da companhia subiu 12% na base anual de comparação, para R$ 1,40 bilhão. A receita líquida ajustada cresceu 8,5% para R$ 1,81 bilhão.

PetroReconcavo (RECV3) anuncia pagamento de JCP; lucro soma R$ 123,7 milhões no 1T26 [5]

A PetroReconcavo (RECV3) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 100 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,341252 por ação ordinária. Terão direito ao recebimento acionistas inscritos nos registros da petroleira em 18 de maio de 2026, sendo que as ações serão negociadas “ex-proventos” a partir de 19 de maio de 2026. O pagamento será realizado no dia 28 de maio de 2026.

A PetroReconcavo divulgou que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 123,7 milhões, queda de 46% em relação em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O Ebitda caiu 27% na comparação anual, somando R$ 310,2 milhões. A receita líquida da petroleira recuou 20% na base anual de comparação, para R$ 684,4 milhões.

Grendene (GRND3) anuncia 1ª distribuição antecipada de dividendos de 2026  [6]

O conselho de administração da Grendene (GRND3), em reunião realizada na quinta-feira, 7 de maio, aprovou a primeira distribuição antecipada de dividendos, referente ao resultado financeiro apurado no período entre 1° de janeiro até 31 de março de 2026. A quantia soma R$ 55,6 milhões. O valor é de R$ 0,061729306 por ação, que serão pagos aos acionistas a partir de 10 de junho de 2026.

Em forma de juros sobre o capital próprio (JCP) o montante é de R$ 30 milhões e corresponde ao valor bruto por ação de R$ 0,033253525. Em forma de dividendo, o valor é de R$ 25,6 milhões, correspondendo a R$ 0,028475781 por ação.

Terão direito ao recebimento dos dividendos antecipados os acionistas titulares de ações ordinárias inscritos nos registros da companhia em 21 de maio de 2026 (data de corte). As ações passarão a ser negociadas ex-dividendo a partir de 22 de maio de 2026.

Eztec (EZTC3) anuncia pagamento de dividendos intermediários [7]

O conselho de administração da Eztec (EZTC3) aprovou o pagamento de dividendos intermediários. O montante total é de R$ 28,4 milhões, que correspondem a R$ 0,10249719883 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos aos acionistas até 29 de maio de 2026, com base na posição acionária de 14 de maio de 2026. A partir de 15 de maio de 2026 (inclusive), as ações da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos.

A Eztec também divulgou que registrou lucro líquido de R$ 119,69 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 27,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). A receita líquida somou R$ 322,5 milhões, crescimento de 3,6% na base anual de comparação.

A Eztec anunciou o maior volume trimestral de lançamentos de sua história, com R$ 1,2 bilhão em VGV total (100%) e R$ 925 milhões em VGV (%EZ). Ao mesmo tempo, também registrou o maior volume de vendas já alcançado em um trimestre, com R$ 760 milhões em vendas brutas e R$ 697 milhões em vendas líquidas.

BR Partners (BRBI11) anuncia o pagamento de dividendo intercalar [8]

O conselho de administração do BR Partners (BRBI11) aprovou o pagamento de dividendos intercalares. O anúncio foi feito na quinta-feira, 7. O valor total é de R$ 18,8 milhões, que corresponde a R$ 0,06 (seis centavos) por ação ordinária ou preferencial da companhia. Os acionistas detentores de UNITs (BRBI11), formadas por 1 (uma) ação ordinária e 2 (duas) ações preferenciais, receberão, portanto, o correspondente a R$ 0,18 (dezoito centavos) por UNIT. O pagamento terá como beneficiários os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 18 de maio de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações de emissão do BR Partners serão negociadas ex-dividendos a partir de 19 de maio de 2026, inclusive. O pagamento será realizado em uma única parcela no dia 29 de maio de 2026.

O BR Partners também divulgou nesta quinta-feira, 7, que teve lucro líquido de R$ 37,7 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 12,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) foi de 19,1%, queda de 2,4 p.p. em relação ao 1T25.

Pagam provento nesta sexta, 8:

Marcopolo (POMO4)  [9]

A Marcopolo paga a partir desta sexta-feira, 8, juros sobre o capital próprio. O valor é de R$ 0,085 por ação. Os juros sobre o capital próprio serão pagos com base nas posições dos acionistas no dia 24 de abril de 2026. Desde 27 de abril as ações da companhia são negociadas ex-juros.

Magazine Luiza (MGLU3)  [10]

O Magazine Luiza paga nesta sexta-feira, 8, dividendos aprovados em assembleia no dia 23 de abril. O valor total soma R$ 63 milhões, o que corresponde a R$ 0,08 por ação ordinária. Desse valor R$ 3.021.053,04 são a título de dividendos mínimos obrigatórios; R$ 17.119.300,54 são a título de dividendos adicionais; e R$ 42.859.646,42 são a título de dividendos intermediários. Tem direito ao recebimento desses dividendos os titulares de ações ordinárias de emissão do Magazine Luiza na sexta-feira, 24 de abril. As ações passaram a ser negociadas “ex dividendos” desde 27 de abril.

Grazziotin (CGRA4)  [11]

A Grazziotin paga nesta sexta-feira, 8, juros sobre o capital próprio (JCP) relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Os valores a serem pagos referem-se a dois proventos. O primeiro, aprovado em reunião realizada em 30/05/2025, corresponde ao montante bruto de R$ 36,9 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,79 e o valor líquido será de R$ 1,52. A data “ex” para esses JCP foi 05/06/2025. O segundo evento foi declarado em reunião do conselho de administração realizada em 11/12/2025, no valor bruto de R$ 23 milhões. Para cada ação, ordinária e preferencial, o valor bruto a ser creditado será de R$ 1,13 e o valor líquido será de R$ 0,96. A data “ex” desses JCP foi 17/12/2025.

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