
Publicado às 7h58
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h57)
Alemanha (DAX): +1,47%
Londres (FTSE 100): +0,35%
Japão (Nikkei 225): -0,95% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -1,52% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): 0,00% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +0,31% (US$ 105,9). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -0,14% (US$ 79.710)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,09% (US$ 4.703)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou estável a 817 iuanes (US$ 120,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,60% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,21%. Nasdaq futuro subia 0,15%.
Notícias corporativas
Bradespar (BRAP4) reporta lucro R$ 553,5 milhões no 1T26, alta anual de 73,9%
A Bradespar (BRAP4) divulgou nesta quinta-feira, 14, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 553,5 milhões, alta de 73,9% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25), quando lucrou R$ 318,3 milhões.
Como companhia de investimentos, a Bradespar tem sua receita operacional originada do resultado de equivalência patrimonial e juros sobre o capital próprio da mineradora Vale (VALE).
Nesse contexto, no 1 º trimestre de 2026, a Bradespar registrou receita operacional de R$ 553 milhões, refletindo o desempenho da Vale no período.
As despesas de pessoal, gerais e administrativas da BRADESPAR totalizaram, no 1º trimestre de 2026, R$ 9,9 milhões.
Petrobras atualiza valor por ação de JCP que pagará em 20 de maio
A Petrobras (PETR3, PETR4) divulgou nesta quinta-feira, 14, que atualizou o valor por ação da primeira parcela dos juros sobre o capital (JCP) que será paga no próximo dia 20 de maio.
O valor da parcela passou de R$ 0,31311454 para R$ 0,32960457 por ação. Esse JCP foi anunciado em 5 de março e teve como data base (data de corte) a posição acionária de 22 de abril de 2026.
Vale lembrar que a segunda parcela será paga em 22 de junho de 2026, também integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.
JBS pagará em 17 de junho dividendo anunciado em 25 de março de 2026
A JBS (NYSE: JBS; B3: JBSS32), em complemento ao aviso aos acionistas divulgado em 25 de março de 2026, informou nesta quinta-feira, 14, detalhes sobre o pagamento do dividendo no valor de USD 1,00 por ação ordinária emitida pela companhia, com base em reservas de lucros.
Os dividendos serão pagos em 17 de junho de 2026, com base na posição acionária da ao final do dia 18 de maio de 2026, e estima-se que estarão disponíveis nas contas das corretoras de valores mobiliários utilizadas pelos detentores de certificados de depósito de valores mobiliários da companhia (BDRs) a partir de 22 de junho de 2026.
Dos valores devidos aos acionistas serão deduzidos os tributos aplicáveis, incluindo impostos retidos na fonte de 15% nos termos da legislação holandesa e, para os detentores de BDR, o IOF aplicado à operação de câmbio realizada pelo depositário.
Segundo a JBS, o valor bruto estimado para o pagamento dos dividendos a ser feito em reais para detentores de BDRs é de R$ 4,91 por BDR, considerando a cotação do dólar norte-americano (PTAX em 13 de maio de 2026) em R$ 4,91, e a data esperada de pagamento é 22 de junho de 2026. O valor exato dos dividendos em reais e a data exata do seu pagamento aos titulares de BDRs serão anunciados após o dia 17 de junho de 2026, quando o Banco Bradesco, depositário do programa de BDRs patrocinado pela companhia, receber os dividendos atribuídos às ações que dão lastro aos BDRs.
Lucro da Braskem sobe 107% para R$ 1,44 bilhão no 1T26 [1]
A Braskem (BRKM5) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 1,446 bilhão, alta de 107% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
No 1T26, o Ebitda recorrente ficou em R$ 1,006 bilhão, redução de 24% na base anual de comparação.
A receita líquida de vendas da Braskem foi de R$ 15,4 bilhões no primeiro trimestre, queda de 20% em relação ao 1T25.
CSN (CSNA3) reporta prejuízo menor no 1T26 [2]
A CSN (CSNA3) teve prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), redução de 24,2% em relação ao prejuízo de R$ 732 milhões registrado no mesmo período do ano passado.
No 1T26 o Ebitda ajustado somou R$ 2,64 bilhões, alta de 5,5% na base anual de comparação.
A receita líquida atingiu R$ 10,6 bilhões no 1T26, queda de 2,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
CSN Mineração (CMIN3) reverte prejuízo e reporta lucro de R$ 222,1 milhões no 1T26 [3]
A CSN Mineração (CMIN3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 222,1 milhões. Dessa forma, reverte o prejuízo de R$ 357 milhões do mesmo trimestre de 2025 (1T25).
Segundo a companhia, o lucro foi suportado pelo aumento de produção própria e sustentação do patamar do preço do minério de ferro, apesar do impacto da variação cambial e das fortes chuvas que impactam o volume.
O Ebitda ajustado totalizou R$ 1,419 bilhão no 1T26, leve queda de 0,5% na base anual de comparação. A margem Ebitda ajustada de 44,9%, o que representa expansão de 2,0 p.p. e 3,0 p.p. quando comparados com o 4T25 e 1T25, respectivamente. Segundo a mineradora contribuiu para esse desempenho, a manutenção do preço em patamares elevados que conseguiu neutralizar a pressão do frete, além da melhora do mix no material exportado, com maior participação de produção própria.
A receita líquida ajustada totalizou R$ 3,165 bilhões, redução de 7,2% na base anual, resultado exclusivo da variação cambial, uma vez que tanto volume quanto preços ficaram em patamares parecidos, explicou a CSN Mineração.
Banco do Brasil reporta lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bi; queda anual de 53,5% [4]
O mercado repercute o resultado do primeiro trimestre (1T26) do Banco do Brasil (BBAS3). Para o time de analistas da Genial, o banco estatal reportou um 1T26 fraco, mas em linhas gerais amplamente esperado. Para a casa, o principal destaque negativo ficou para a revisão substancial do guidance de 2026, anunciado há apenas três meses, refletindo uma deterioração mais intensa e prolongada do custo de crédito, especialmente no agronegócio.
Segundo a equipe da Genial, a revisão reforça que o processo de normalização do ciclo rural deve ser mais lento do que o próprio banco e o mercado antecipavam inicialmente.
Para a XP, o 1T26 do BB foi fraco, embora em linha, com a principal preocupação migrando do resultado em si para a piora do cenário.
O Banco do Brasil teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 3,43 bilhões, queda de 53,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) caiu 9,4 pontos percentuais, encerrando o 1T26 em 7,3%.
A carteira de crédito ampliada teve crescimento de 2,2% na comparação anual e de 0,7% frente ao trimestre anterior, somando R$ 1,3 trilhão.
No primeiro trimestre, o índice de atrasos acima de 90 dias avançou 1,41 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre de 2025, no entanto, apresentou retração de 0,12 p.p. frente ao trimestre anterior, para 5,05%.
As receitas de prestação de serviços do Banco do Brasil (BBAS3) subiram 5,5% no período, chegando a R$ 8,8 bilhões.
A Carteira de Crédito Expandida totalizou R$ 1,3 trilhão em março/26, crescimento de 0,7% no trimestre e 2,2% em 12 meses.
As despesas administrativas avançaram 5,5% no comparativo anual, a R$ 10 bilhões.
O banco também anunciou novas projeções. A instituição financeira, que estimava lucro líquido ajustado de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões, agora projeta lucro de R$ 18 a R$ 22 bilhões. Veja abaixo a tabela com os detalhes.
Banco do Brasil anuncia o pagamento de R$ 465,7 milhões em juros sobre o capital [5]
O Banco do Brasil (BBAS3) informou a distribuição de R$ 465.702.640,04 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP), relativo ao primeiro trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,08157785203. Os valores serão pagos em 11/06/2026, tendo como base a posição acionária de 01/06/2026, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 02/06/2026.
Eneva (ENEV3) tem lucro líquido de R$ 522,7 milhões no 1T26, alta anual [6]
A Eneva (ENEV3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 522,7 milhões, alta de 36% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
No 1T26 o Ebitda ajustado foi de R$ 1,69 bilhão, crescimento de 10,7% na comparação com o 1T25.
A Receita Operacional Líquida reportada da companhia no primeiro trimestre foi de R$ 4,68 bilhões, expansão de 5,9% na base anual de comparação.
CVC Brasil (CVCB3) reporta prejuízo no 1T26 [7]
A CVC Brasil (CVCB3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido ajustado de R$ 63,1 milhões. Dessa forma reverte o lucro ajustado de R$ 24 milhões em igual período do ano passado.
No 1T26 o Ebitda ajustado somou R$ 93,7 milhões, queda de 11% em relação ao 1T25. A margem foi de 25,7%, uma queda de 3,2 pontos percentuais na mesma comparação anual.
A receita líquida consolidada da CVC foi de R$ 365,1 milhões no 1T26, expansão de 2,9% no ano.
Americanas (AMER3) reduz prejuízo líquido [8]
A Americanas (AMER3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo de R$ 329 milhões, redução de 34% em relação ao prejuízo de R$ 447 milhões do 1T25.
No 1T26 o Ebitda ajustado foi de R$ 15 milhões. No 1T25 ficou negativo em R$ 26 milhões.
A receita líquida da varejista somou R$ 3,08 bilhões no 1T26, crescimento de 20,2% na base anual de comparação.
SLC Agrícola (SLCE3) reporta lucro líquido de R$ 236 milhões no 1T26, queda anual [9]
A SLC Agrícola (SLCE3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 236,1 milhões, queda de 53,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
No 1T26 o Ebitda ajustado da companhia somou R$ 695 milhões, redução de 26,3% na comparação com o 1T25. A margem Ebitda perdeu 9,8 pontos percentuais, indo a 30,7% no primeiro trimestre.
A receita líquida da SLC atingiu R$ 2,267 bilhões, queda de 2,7% no ano.
Divulgam resultado do 1T26 nesta quinta, 14:
Antes da abertura do mercado: Banrisul.
Após o fechamento do mercado: CPFL, MBRF, Sanepar, 3tentos, Cyrela, Bradespar, Unipar, Orizon, Tupy, Light, Oncoclínicas, GPA, Even, Trisul, Priner, Syn, Vittia, Méliuz, IMC, Helbor, Tecnisa, Gafisa, Grupo Mateus.
Companhias que têm data de corte nesta quinta, 14:
União Pet (AUAU3) [10]
A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da União Pet anunciado em 26 de janeiro, é nesta quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 25,9 milhões. Essa quantia corresponde à R$ 0,03 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 29 de maio de 2026.
Eztec (EZTC3) [11]
A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da Eztec anunciado em 7 de maio, é nesta quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,10 por ação ordinária será pago aos acionistas até 29 de maio de 2026.
Alupar (ALUP11) [12]
A data de corte para ter direito ao dividendo intercalar da Alupar anunciado em 7 de maio, é nesta quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor soma R$ 69,2 milhões e corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento ocorrerá em até 60 dias contados da aprovação, que foi em 7 de maio.