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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, notícia da Taesa, Pine, Azzas, Cruzeiro do Sul e de outras companhias

 

Publicado às 7h56

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): +0,67% 

Londres (FTSE 100): +0,13%

Japão (Nikkei 225): +0,94% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): +0,67% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,15% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,21% (US$ 108). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,20% (US$ 81.020)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,36% (US$ 4.703)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,31% a 820 iuanes (US$ 120,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h54 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,32% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,22%. Nasdaq futuro subia 0,74%.

Notícias corporativas

Taesa: ONS emite termos de liberação na concessão Tangará [1]

A Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11) divulgou que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os Termos de Liberação relativos à energização da SE Dom Eliseu II, LT Açailândia – Dom Eliseu II e complemento da SE Açailândia na concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica.

Com esta energização, Tangará passa a adicionar à sua Receita Anual Permitida (RAP) o montante aproximado de R$ 23,6 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, equivalente a 21,8% da RAP total do projeto, com efeitos retroativos entre 3 e 6 de maio de 2026.

A RAP é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

O empreendimento de Tangará já se encontrava parcialmente operacional, com RAP habilitada de aproximadamente de R$ 58,2 milhões. Com essa energização, esse montante totaliza aproximadamente R$ 81,8 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, correspondente a 75,6% da RAP total do projeto.

O empreendimento foi parcialmente entregue entre 22 e 24 meses de antecipação em relação ao prazo regulatório estabelecido pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) de março de 2028. Tangará é um empreendimento referente ao lote 3 do leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, 100% controlado pela Taesa.

Tangará apresenta uma RAP total de R$ 108,3 milhões para o ciclo 2025-2026 e um Capex ANEEL de R$ 1,117 bilhão. O empreendimento está localizado nos estados de Maranhão e Pará, com extensão aproximadamente de 279 km de linhas de transmissão, sendo 72 km de circuito duplo.

Cruzeiro do Sul (CSED3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 62,7 milhões no 1T26 [2]

A Cruzeiro do Sul (CSED3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 62,7 milhões, queda de 28,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Segundo a companhia, o Lucro líquido ajustado foi impactado pela redução de Ebitda no período. Sem ajuste, o lucro líquido somou R$ 61,5 milhões, redução anual de 28,8%.

O Ebitda ajustado do primeiro trimestre totalizou R$ 210,4 milhões, queda de 16,3% na comparação com o 1T25. O Ebitda comparável foi de R$ 254 milhões, alta de 1% na base anual de comparação.

A Receita Líquida consolidada no primeiro trimestre atingiu R$ 702,0 milhões, sendo 4,5% superior ao 1T25, como reflexo da redução na base de alunos (-4,5% vs. o 1T25) e avanço do ticket médio no presencial e digital de 5,0% e 14,6%, respectivamente.

Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendo intercalar [3]

O conselho de administração da Mitre (MTRE3) aprovou nesta terça-feira, 12, a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 9 milhões, equivalente a R$ 0,08508641282 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em duas parcelas de R$ 4,5 milhões equivalente a R$ 0,04254320641 por ação ordinária.

A data-base da 1ª parcela dos dividendos intercalares, originalmente prevista para 13 de maio de 2026, passa a ser 18 de maio de 2026. Consequentemente, as ações da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos em relação à 1ª parcela a partir de 19 de maio de 2026. A data de pagamento da 1ª parcela dos dividendos intercalares, originalmente prevista para 25 de maio de 2026, passa a ser 28 de maio de 2026.

A segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026. O pagamento será em 12/06/2026.

A Mitre teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 18,3 milhões, alta de 63,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

A Receita Operacional Líquida somou R$ 285,1 milhões, expensão de 19,1% na base anual de comparação.

Bemobi (BMOB3) anuncia pagamento de juros sobre o capital [4]

A Bemobi Mobile Tech (BMOB3) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição e pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). O valor total da distribuição será de R$ 16 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,1884502 por ação, e ao valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 18 de maio de 2026 (inclusive). O pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas ocorrerá em 27 de maio de 2026.

A Bemobi teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 37,3 milhões, alta de 21,1% na comparação anual. O Ebitda ajustado atingiu R$ 74,7 milhões, crescimento anual de 32%.

Cury (CURY3) anuncia o pagamento de R$ 160 milhões em dividendo [5]

O conselho de administração da Cury Construtora e Incorporadora (CURY3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. Essa quantia equivale a R$ 0,5194002586 por ação. Terão direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026 (próxima sexta-feira), respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 18 de maio. O pagamento dos dividendos será realizado em uma única parcela em 28 de maio de 2026.

A Cury teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 302,9 milhões, alta de 41,9% em relação ao mesmo período de 2025.

O Ebitda atingiu R$ 411,4 milhões, aumento de 42,9% na comparação anual. A margem Ebitda foi a 25,5%, subida de 1,8 de ponto porcentual (p.p.).

A receita operacional líquida somou R$ 1,61 bilhão, expansão de 32,6%, e um recorde para a Cury.

Azzas (AZZA3) diz que operações ‘permanecem regulares’ após ação judicial de Roberto Jatahy [6]

A Azzas (AZZA3) divulgou após o fechamento do mercado na terça-feira, 12, que tomou ciência da decisão liminar proferida nesta data pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro no âmbito da ação cautelar pré-arbitral movida por Roberto Jatahy em face de Alexandre Café Birman, incluindo a companhia como parte interessada, cuja tramitação corre em segredo de justiça.

A decisão, em síntese, determina, em caráter liminar a abstenção da prática de atos e a manutenção da estrutura organizacional e do modus operandi vigentes até 22 de abril de 2026 com relação à unidade de negócio de vestuário feminino e à unidade de negócio de vestuário masculino; e a manutenção de Roberto Jatahy na sua função de Chief Brand Officer e, interinamente, o seu apontamento como responsável pela gestão de referidas unidades, explicou a Azzas em um comunicado.

A companhia esclareceu que suas operações “permanecem regulares e que não são esperadas maiores repercussões à companhia”.

Em outro comunicado divulgado na manhã de terça-feira, a Azzas informou que foi surpreendida pela existência de pedido judicial do acionista Roberto Jatahy referente a gestão da unidade de moda masculina da companhia.

O blog do jornalista Lauro Jardim reportou que Jatahy ingressou com uma ação cautelar para impedir a desintegração da Reserva da unidade de negócios sob seu comando. Ainda segundo o blog, o objetivo da medida, segundo a ação , é evitar a perda de R$ 116 milhões de Ebitda oriundos das sinergias da integração da marca.

Unipar: concluída redomiciliação de subsidiária da Argentina para as Ilhas Cayman [7]

A Unipar Carbocloro (UNIP3, UNIP5 e UNIP6) informou foi concluída a redomiciliação de sua subsidiária integral Unipar Participaciones S.A.U., originalmente sediada na Argentina, para as Ilhas Cayman. A redomiciliação integra o processo de incorporação da Unipar Participaciones S.A.U. por sua subsidiária Unipar Indupa do Brasil.

“Esta reorganização societária possibilitará maior flexibilidade na gestão e na distribuição de resultados entre as empresas do grupo nos respectivos países em que atuam”, afirmou a Unipar em um comunicado.

Lupatech (LUPA3) anuncia contrato com a Petrobras [8]

A Lupatech (LUPA3) divulgou que foi firmado contrato com a Petrobras(PETR3, PETR4) para fornecimento de válvulas tipo esfera, no valor total de R$ 125,3 milhões, sem obrigação de compra, com prazo de três anos, prorrogável por mais de dois anos por meio de aditivo.

Banco Pine (PINE4) poderá recomprar até 10 milhões de ações [9]

O conselho de administração do Banco Pine (PINE4; PINE3) aprovou a aquisição de ações de emissão do Banco para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento. O colegiado autorizou a aquisição de até 10 milhões de ações de própria emissão de qualquer espécie, tanto ordinária quanto preferencial, para permanência em tesouraria e posterior alienação, transferência ou cancelamento, sem redução do capital social.

O Pine explicou que a aquisição objetiva viabilizar o pagamento de remuneração variável aos administradores da companhia, e maximizar a geração de valor para os acionistas.

A companhia possui 65.684.930 de ações preferenciais em circulação e 2.983.776 de ações preferenciais em tesouraria. Também possui 3.074.407 de ações ordinárias em circulação e 203.500 ações ordinárias em tesouraria.

Dasa (DASA3) reverte prejuízo e reporta lucro no 1T26 [10]

A Dasa (DASA3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 9 milhões. Dessa forma, a companhia reverte o prejuízo líquido de R$ 111 milhões no mesmo período de 2025 (1T25).

O Ebitda consolidado cresceu 28% no 1T26, para R$ 573 milhões, com a margem Ebitda passando de 23,1% para 25,8%.

A receita bruta consolidada da Dasa teve expansão de 14%, para R$ 2,4 bilhões, com a margem bruta passando a 33,5%, de 30,9% no 1T25.

Fim da ‘taxa das blusinhas’ preocupa indústria

A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional.

A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”.

A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos.

Em nota, o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) informou que a revogação amplia a desigualdade tributária entre produtos nacionais e importados. A entidade alertou para o risco de redução nas vendas do varejo brasileiro, sobretudo entre pequenas e médias empresas, diante da concorrência com produtos importados. De acordo com o IDV, a medida pode provocar queda na reposição de estoques, afetar a indústria nacional e levar ao fechamento de fábricas ou transferência de produção para países vizinhos.

Segundo a entidade, após a criação da tributação sobre compras internacionais, o varejo registrou a abertura de 107 mil empregos no primeiro ano, além de aumento de investimentos e produtividade. “O fim do Imposto de Importação na venda cross border acarretará riscos para a economia, cujas consequências poderão comprometer a viabilidade das empresas e o emprego de milhares de trabalhadores”, concluiu o instituto.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais.

“É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit.

A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode “penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”.

A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho.

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão. 

Divulgam resultado nesta quarta, 13:

Após o fechamento do mercado: Banco do Brasil, CSN, CSN Mineração, Equatorial, Eneva, SLC, Braskem, Cosan, Log in, Unifique, Ser Educacional, Casa Bahia, CVC, Americanas, Boa Safra, São Carlos, Melnick, Positivo, Qualicorp, Veste, Banestes, Comgás.

Agenda de proventos desta quarta, 13:

Grendene (GRND3)  [11]

A Grendene paga nesta quarta-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,001248637 por ação e JCP no valor bruto de R$ 0,09 por ação. As ações são negociadas ex-direito a esses proventos desde 24 de abril.

Minerva (BEEF3)  [12]

A Minerva paga nesta quarta, 13, dividendo aprovado por em 28 de abril no montante total de R$ 30,7 milhões. O valor a ser pago é de R$ 0,03 por ação. Tem direito acionistas da companhia na data-base de 28 de abril de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 29 de abril de 2026.

Gerdau e da Metalúrgica [13]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau é nesta quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,08 por ação no dia 10 de junho. A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação no dia 9 de junho.

Log (LOGG3)  [14]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é nesta quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,36 por ação ordinária será realizado em 30 de junho de 2026.

Riachuelo (RIAA3) [15]

A data de corte para ter direito aos JCP da Riachuelo anunciados em 8 de maio, é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor bruto estimado é de R$ 0,07 por ação. O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026.

Mitre (MTRE3)  [3]

A data de corte para ter direito a primeira parcela do dividendo intercalar anunciado em 12 de maio, é nesta quarta, 13. O pagamento no valor de R$ 0,04 por ação será em 25/05/2026. 

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