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Lucro da Cruzeiro do Sul, Dasa, notícia da Unipar, Taesa, Azzas, Lupatech e de outras companhias

 

Publicado às 21h47

Notícias corporativas

Cruzeiro do Sul (CSED3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 62,7 milhões no 1T26 [1]

A Cruzeiro do Sul (CSED3) divulgou nesta terça-feira, 12, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 62,7 milhões, queda de 28,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Segundo a companhia, o Lucro líquido ajustado foi impactado pela redução de Ebitda no período. Sem ajuste, o lucro líquido somou R$ 61,5 milhões, redução anual de 28,8%.

O Ebitda ajustado do primeiro trimestre totalizou R$ 210,4 milhões, queda de 16,3% na comparação com o 1T25. O Ebitda comparável foi de R$ 254 milhões, alta de 1% na base anual de comparação.

A Receita Líquida consolidada no primeiro trimestre atingiu R$ 702,0 milhões, sendo 4,5% superior ao 1T25, como reflexo da redução na base de alunos (-4,5% vs. o 1T25) e avanço do ticket médio no presencial e digital de 5,0% e 14,6%, respectivamente.

Dasa (DASA3) reverte prejuízo e reporta lucro no 1T26 [2]

A Dasa (DASA3) divulgou nesta terça-feira, 12, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 9 milhões. Dessa forma, a companhia reverte o prejuízo líquido de R$ 111 milhões no mesmo período de 2025 (1T25).

O Ebitda consolidado cresceu 28% no 1T26, para R$ 573 milhões, com a margem Ebitda passando de 23,1% para 25,8%.

A receita bruta consolidada da Dasa teve expansão de 14%, para R$ 2,4 bilhões, com a margem bruta passando a 33,5%, de 30,9% no 1T25.

Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendo intercalar [3]

O conselho de administração da Mitre (MTRE3) aprovou nesta terça-feira, 12, a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 9 milhões, equivalente a R$ 0,08508641282 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em duas parcelas de R$ 4,5 milhões equivalente a R$ 0,04254320641 por ação ordinária.

A primeira parcela tem data de corte em 13/05/2026. O pagamento será em 25/05/2026. A segunda parcela tem data de corte em 01/06/2026. O pagamento será em 12/06/2026.

A Mitre também divulgou nesta terça-feira, 12, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 18,3 milhões, alta de 63,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

A Receita Operacional Líquida somou R$ 285,1 milhões, expensão de 19,1% na base anual de comparação.

Bemobi (BMOB3) anuncia pagamento de juros sobre o capital [4]

A Bemobi Mobile Tech (BMOB3) informou nesta terça-feira, 12, que seu conselho de administração aprovou a distribuição e pagamento de juros sobre capital próprio (JCP). O valor total da distribuição será de R$ 16 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,1884502 por ação, e ao valor líquido de R$ 0,16019908 por ação. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 15 de maio de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex-juros sobre o capital próprio” a partir de 18 de maio de 2026 (inclusive). O pagamento de juros sobre o capital próprio aos acionistas ocorrerá em 27 de maio de 2026.

A Bemobi divulgou nesta terça-feira, 12, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 37,3 milhões, alta de 21,1% na comparação anual. O Ebitda ajustado atingiu R$ 74,7 milhões, crescimento anual de 32%.

Cury (CURY3) anuncia o pagamento de R$ 160 milhões em dividendo [5]

O conselho de administração da Cury Construtora e Incorporadora (CURY3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 160 milhões. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 12. Essa quantia equivale a R$ 0,5194002586 por ação. Terão direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da Cury na data-base de 15 de maio de 2026 (próxima sexta-feira), respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 18 de maio. O pagamento dos dividendos será realizado em uma única parcela em 28 de maio de 2026.

A Cury também divulgou nesta terça-feira, 12, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 302,9 milhões, alta de 41,9% em relação ao mesmo período de 2025.

O Ebitda atingiu R$ 411,4 milhões, aumento de 42,9% na comparação anual. A margem Ebitda foi a 25,5%, subida de 1,8 de ponto porcentual (p.p.).

A receita operacional líquida somou R$ 1,61 bilhão, expansão de 32,6%, e um recorde para a Cury.

Azzas (AZZA3) diz que operações ‘permanecem regulares’ após ação judicial de Roberto Jatahy [6]

A Azzas (AZZA3) divulgou após o fechamento do mercado nesta terça-feira, 12, que tomou ciência da decisão liminar proferida nesta data pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro no âmbito da ação cautelar pré-arbitral movida por Roberto Jatahy em face de Alexandre Café Birman, incluindo a companhia como parte interessada, cuja tramitação corre em segredo de justiça.

A decisão, em síntese, determina, em caráter liminar a abstenção da prática de atos e a manutenção da estrutura organizacional e do modus operandi vigentes até 22 de abril de 2026 com relação à unidade de negócio de vestuário feminino e à unidade de negócio de vestuário masculino; e a manutenção de Roberto Jatahy na sua função de Chief Brand Officer e, interinamente, o seu apontamento como responsável pela gestão de referidas unidades, explicou a Azzas em um comunicado.

A companhia esclareceu que suas operações “permanecem regulares e que não são esperadas maiores repercussões à companhia”.

Em outro comunicado divulgado na manhã desta terça-feira, a Azzas informou que foi surpreendida pela existência de pedido judicial do acionista Roberto Jatahy referente a gestão da unidade de moda masculina da companhia.

O blog do jornalista Lauro Jardim reportou que Jatahy ingressou com uma ação cautelar para impedir a desintegração da Reserva da unidade de negócios sob seu comando. Ainda segundo o blog, o objetivo da medida, segundo a ação , é evitar a perda de R$ 116 milhões de Ebitda oriundos das sinergias da integração da marca.

Unipar: concluída redomiciliação de subsidiária da Argentina para as Ilhas Cayman [7]

A Unipar Carbocloro (UNIP3, UNIP5 e UNIP6) informou que nesta terça-feira, 12, foi concluída a redomiciliação de sua subsidiária integral Unipar Participaciones S.A.U., originalmente sediada na Argentina, para as Ilhas Cayman. A redomiciliação integra o processo de incorporação da Unipar Participaciones S.A.U. por sua subsidiária Unipar Indupa do Brasil.

“Esta reorganização societária possibilitará maior flexibilidade na gestão e na distribuição de resultados entre as empresas do grupo nos respectivos países em que atuam”, afirmou a Unipar em um comunicado.

Lupatech (LUPA3) anuncia contrato com a Petrobras [8]

A Lupatech (LUPA3) divulgou nesta terça-feira, 12, que foi firmado contrato com a Petrobras(PETR3, PETR4) para fornecimento de válvulas tipo esfera, no valor total de R$ 125,3 milhões, sem obrigação de compra, com prazo de três anos, prorrogável por mais de dois anos por meio de aditivo.

Taesa: ONS emite termos de liberação na concessão Tangará [9]

A Taesa (TAEE3, TAEE4 e TAEE11) divulgou nesta terça-feira, 12, que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os Termos de Liberação relativos à energização da SE Dom Eliseu II, LT Açailândia – Dom Eliseu II e complemento da SE Açailândia na concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica.

Com esta energização, Tangará passa a adicionar à sua Receita Anual Permitida (RAP) o montante aproximado de R$ 23,6 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, equivalente a 21,8% da RAP total do projeto, com efeitos retroativos entre 3 e 6 de maio de 2026.

A RAP é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

O empreendimento de Tangará já se encontrava parcialmente operacional, com RAP habilitada de aproximadamente de R$ 58,2 milhões. Com essa energização, esse montante totaliza aproximadamente R$ 81,8 milhões (referente ao ciclo 2025-2026), adicionado de PIS/COFINS, correspondente a 75,6% da RAP total do projeto.

O empreendimento foi parcialmente entregue entre 22 e 24 meses de antecipação em relação ao prazo regulatório estabelecido pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) de março de 2028. Tangará é um empreendimento referente ao lote 3 do leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, 100% controlado pela Taesa.

Tangará apresenta uma RAP total de R$ 108,3 milhões para o ciclo 2025-2026 e um Capex ANEEL de R$ 1,117 bilhão. O empreendimento está localizado nos estados de Maranhão e Pará, com extensão aproximadamente de 279 km de linhas de transmissão, sendo 72 km de circuito duplo.

Banco Pine (PINE4) poderá recomprar até 10 milhões de ações [10]

O conselho de administração do Banco Pine (PINE4; PINE3) aprovou nesta terça-feira, 12, a aquisição de ações de emissão do Banco para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento. O colegiado autorizou a aquisição de até 10 milhões de ações de própria emissão de qualquer espécie, tanto ordinária quanto preferencial, para permanência em tesouraria e posterior alienação, transferência ou cancelamento, sem redução do capital social.

O Pine explicou que a aquisição objetiva viabilizar o pagamento de remuneração variável aos administradores da companhia, e maximizar a geração de valor para os acionistas.

A companhia possui 65.684.930 de ações preferenciais em circulação e 2.983.776 de ações preferenciais em tesouraria. Também possui 3.074.407 de ações ordinárias em circulação e 203.500 ações ordinárias em tesouraria.

União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro [11]

A União Europeia anunciou nesta terça-feira (12) a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e produtos de origem animal para o bloco europeu. 

A medida passa a valer em 3 de setembro e foi tomada porque, segundo as autoridades europeias, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária.

Na prática, isso significa que produtos brasileiros como carne bovina, carne de frango, ovos, mel, peixes e animais vivos destinados à alimentação poderão deixar de entrar no mercado europeu caso o governo brasileiro não consiga atender às exigências sanitárias até a data-limite.

A decisão foi confirmada pela Comissão Europeia e ainda precisa ser formalizada no diário oficial da União Europeia para produzir efeitos legais definitivos.

A União Europeia mantém uma lista de países considerados aptos a exportar produtos de origem animal ao bloco. Para integrar essa relação, cada país precisa comprovar que segue as normas sanitárias europeias.

O Brasil estava autorizado até agora, mas acabou retirado da lista após a revisão das regras ligadas ao uso de antimicrobianos na criação animal.

Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, permaneceram autorizados a exportar normalmente para o bloco europeu.

Entenda substâncias

Antimicrobianos são medicamentos usados para combater microrganismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas. Na pecuária, essas substâncias podem servir tanto para tratar doenças quanto para estimular o crescimento dos animais e aumentar a produtividade.

A União Europeia proíbe especialmente o uso de antimicrobianos que também são importantes para tratamentos médicos em humanos. O objetivo é evitar a chamada resistência antimicrobiana, situação em que bactérias passam a resistir aos medicamentos.

Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

O bloco europeu considera que o Brasil ainda não demonstrou de forma suficiente que essas substâncias deixaram de ser usadas ao longo de toda a cadeia produtiva animal destinada à exportação.

Como afeta o Brasil

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

Além da carne bovina, a medida pode afetar exportações de aves, ovos, mel, peixes, equinos e produtos derivados de origem animal.

O problema não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados.

Caminhos possíveis

Em abril, o governo brasileiro publicou uma portaria proibindo parte dos antimicrobianos utilizados como melhoradores de desempenho animal. Mesmo assim, a União Europeia avalia que ainda faltam garantias adicionais.

O Brasil tem dois caminhos para reverter a situação: ampliar as restrições legais aos medicamentos restantes ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam essas substâncias.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Setor reage

Entidades do agronegócio brasileiro afirmaram que trabalham em conjunto com o Ministério da Agricultura para atender às exigências europeias antes da entrada em vigor da medida.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que o Brasil continua habilitado a exportar carne bovina ao mercado europeu até setembro e disse que o setor tem sistemas robustos de controle sanitário e rastreabilidade.

Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) declarou que o país cumpre as normas internacionais e prestará esclarecimentos técnicos às autoridades europeias.

Representantes do setor de mel também criticaram a decisão. Segundo a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel, o Brasil é um dos maiores produtores de mel orgânico do mundo e não haveria justificativa técnica para restrições ao produto.

Pressão europeia

A decisão ocorre poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, tema que enfrenta resistência de agricultores europeus, especialmente na França. Na segunda-feira (11), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) anunciou que o Brasil tinha começado a exportar carnes bovina e de aves ao mercado europeu com alíquota zero, por causa do regime de cotas do acordo.

Apesar disso, a medida sanitária não faz parte diretamente do acordo comercial. As regras sobre antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo.

O comissário europeu para Agricultura, Christophe Hansen, afirmou nesta terça que os produtores europeus seguem regras sanitárias rigorosas e que os produtos importados precisam obedecer aos mesmos padrões.

Divulgam resultado nesta quarta, 13:

Após o fechamento do mercado: Banco do Brasil, CSN, CSN Mineração, Equatorial, Eneva, SLC, Braskem, Cosan, Log in, Unifique, Ser Educacional, Casa Bahia, CVC, Americanas, Boa Safra, São Carlos, Melnick, Positivo, Qualicorp, Veste, Banestes, Comgás.

Agenda de proventos desta quarta, 13:

Grendene (GRND3)  [12]

A Grendene paga nesta quarta-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,001248637 por ação e JCP no valor bruto de R$ 0,09 por ação. As ações são negociadas ex-direito a esses proventos desde 24 de abril.

Minerva (BEEF3)  [13]

A Minerva paga nesta quarta, 13, dividendo aprovado por em 28 de abril no montante total de R$ 30,7 milhões. O valor a ser pago é de R$ 0,03 por ação. Tem direito acionistas da companhia na data-base de 28 de abril de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 29 de abril de 2026.

Gerdau e da Metalúrgica [14]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau é nesta quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,08 por ação no dia 10 de junho. A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação no dia 9 de junho.

Log (LOGG3)  [15]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é nesta quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,36 por ação ordinária será realizado em 30 de junho de 2026.

Riachuelo (RIAA3) [16]

A data de corte para ter direito aos JCP da Riachuelo anunciados em 8 de maio, é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor bruto estimado é de R$ 0,07 por ação. O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026.

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