
Publicado às 9h36 – atualizado às 10h05
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDM26 contrato com vencimento para 17 de junho/26) abriu em queda nesta segunda-feira, 11. Às 10h05 caía 0,66% aos 185.950 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 10h03 o dólar comercial subia 0,02% cotado a R$ 4,898 na venda.
Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h25)
Petróleo Brent: +2,58% (US$ 103,9). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: +1,28% (US$ 81.465)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,58% (US$ 4.701)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,73% a 822,5 iuanes (US$ 120,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h25 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,09% e o S&P 500 futuro tinha desvalorização de 0,13%. Nasdaq futuro caía 0,17%.
Notícias corporativas
CPFL Energia pagará em 18 de maio 1° parcela do dividendo aprovado em assembleia
A CPFL Energia (CPFE3) divulgou nesta segunda-feira, 11, que realizará o pagamento da primeira parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária (AGO) de 29 de abril de 2026. Será efetuado o primeiro pagamento, no montante de R$ 1,3 bilhão no dia 18 de maio de 2026. O valor por ação da parcela é R$ 1,12. Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2026. Desde 30 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3.
Segundo a companhia, o valor remanescente de R$ 2,99 bilhões será pago até 31 de dezembro de 2026.
Telefônica Brasil reporta lucro de R$ 1,26 bi, alta anual de 19,2% [1]
A Telefônica Brasil (VIVT3, NYSE: VIV) divulgou nesta segunda-feira, 11, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 1,26 bilhão, alta de 19,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
O Ebitda registrou um aumento de 8,9% na base anual no 1T26, totalizando R$ 6,209 bilhões, com margem de 40,2%, crescimento de 0,5 p.p no ano.
A receita líquida totalizou R$ 15,4 bilhões, expansão de 7,4% em relação ao 1T25.
BTG Pactual (BPAC11) reporta lucro ajustado de R$ 4,80 bilhões no 1T26, alta anual de 42,3% [2]
O BTG Pactual (BPAC11) divulgou nesta segunda-feira, 11, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido ajustado de R$ 4,80 bilhões, alta de 42,3% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25)
Já o lucro líquido contábil totalizou R$ 4,570 bilhões no 1T26, alta de 4,1% na comparação trimestral e de 42,4% na comparação anual.
O Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) ficou em 26,6% no ano, queda em relação ao quarto trimestre de 2025, quando ficou em 27,6%, e alta em relação ao 1T25, quando foi de 23,2%.
A receita total foi recorde e atingiu R$ 9,96 bilhões, expansão trimestral de 0,8% e anual de 34,3%, considerando a consolidação do Banco Pan.
O Investment Banking registrou receitas de R$ 627,9 milhões no trimestre.
Corporate Lending entregou mais um trimestre de receitas recordes, totalizando R$ 2,332 bilhões, crescimento de 4,2% em relação ao 4T25 e de 20,7% na comparação anual.
A carteira de crédito expandiu 22% no ano.
Sales & Trading apresentou resultados sólidos e consistentes no trimestre, com receitas de R$ 1,877 bilhão.
Asset Management registrou receitas de R$ 783,4 milhões no trimestre, apoiadas pela contínua expansão das taxas de administração.
Wealth Management mais uma vez alcançou receitas recordes, totalizando R$ 1,516 bilhão, alta de 10,7% no trimestre e 44,6% na comparação anual, impulsionada pelo crescimento contínuo dos ativos e maior atividade de clientes, com captação líquida de R$34,9 bilhões.
O patrimônio líquido encerrou o período em R$74,5 bilhões, crescimento de 6,5% no trimestre.
Copasa (CSMG3) reporta lucro líquido de R$ 368,1 milhões no 1T26, queda de 14,1% no ano [3]
A Copasa (CSMG3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 368,1 milhões, queda de 14,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).
O Ebitda somou R$ 787,4 milhões, queda de 3,2% na base anual de comparação.
A receita líquida atingiu R$ 1,91 bilhão, leve alta de 2,5% em relação ao 1T25.
Riachuelo (RIAA3) anuncia o pagamento de R$ 40 milhões em JCP [4]
A Riachuelo (RIAA3) informou que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 40 milhões de reais, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,07967127013 por ação.
A companhia explicou que o pagamento desse provento será realizado com recursos provenientes da venda de terrenos remanescentes da antiga unidade fabril localizada em Fortaleza.
“Esse movimento está alinhado à estratégia de melhoria da estrutura de capital da companhia”, afirmou a varejista.
O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026, após o recebimento da última parcela decorrente da transação.
Terão direito ao pagamento dos JCP acionistas da companhia em 13 de maio de 2026. Dessa forma, a partir de 14 de maio de 2026 (inclusive), as ações ordinárias de emissão da Riachuelo serão negociadas “ex-JCP” na B3.
Grupo SBF (SBFG3): conselho aprova cancelamento de 13,8 milhões de ações [5]
O conselho de administração do Grupo SBF (SBFG3) aprovou o cancelamento de 13.891.336 ações ordinárias adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações aprovado pelo conselho de administração em 13 de dezembro de 2024. Em decorrência do cancelamento, permanecem em tesouraria 398.281 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. Considerando que a totalidade das ações objeto do programa de recompra Grupo SBF foi adquirida, o conselho de administração determinou o encerramento do programa. O capital social da companhia de R$ 1.939.821.719,89, passa a ser dividido em 230.663.994 ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal.
O Grupo SBF informou, ainda, que será oportunamente convocada Assembleia Geral Extraordinária para ajustar o número de ações em que se divide o capital social.
Grupo Energisa (ENGI11) renova concessões em quatro estados [6]
O Grupo Energisa (ENGI11) assinou na sexta-feira, 8, com o Ministério de Minas e Energia, contratos que renovam, por mais 30 anos, as concessões para o serviço de distribuição de energia elétrica nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe.
A companhia também anunciou previsão de investimentos de cerca de R$ 18 bilhões para os próximos cinco anos nos quatro estados, que, se somados, atendem 5,7 milhões de clientes.
“Ao viabilizar a assinatura antecipada dos contratos, o governo federal, poder concedente, por meio do Ministério de Minas e Energia, e a Aneel, órgão regulador, definiram e regulamentaram as condições essenciais para elevar o padrão de desempenho do setor, fortalecer a segurança jurídica e ampliar a capacidade de planejamento e de investimento de longo prazo das distribuidoras”, declara Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa. Exemplo disso é o incremento expressivo do valor de investimento previsto para o ciclo de 2026 a 2030 nos quatro estados em comparação ao período anterior: 41% na Paraíba, 38% em Mato Grosso, 32% em Sergipe e 18% em Mato Grosso do Sul.
Os recursos serão direcionados prioritariamente à ampliação e à modernização da infraestrutura elétrica, proporcionando maior qualidade, segurança e capacidade de atendimento à população, e criando as bases energéticas para o desenvolvimento regional, preservando a modicidade tarifária e o equilíbrio econômico-financeiro das concessões.
Light (LIGT3) tem concessão renovada até 2056 [7]
A Light (LIGT3) divulgou na noite de sexta-feira, 8, que foi assinado junto ao Ministério de Minas e Energia (Poder Concedente) o 8º Termo Aditivo ao Contrato de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, prorrogando sua vigência pelo período de 30 anos, com vigência de 4 de junho de 2026 até 4 de junho de 2056 (renovação da concessão).
A renovação da concessão marca o início de um novo ciclo operacional para a Light Sesa, no qual a companhia reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos padrões de qualidade do serviço e atendimento prestado à sociedade dos 31 municípios em que atua no Estado do Rio de Janeiro, afirmou a companhia.
A renovação da concessão é também etapa relevante prevista no plano de recuperação judicial da Light, a partir da qual irão ocorrer outros eventos subsequentes entre eles as medidas relacionadas ao processo de capitalização das companhias, afirmou a empresa em um comunicado ao mercado.
CPFL conclui renovação de concessões por 30 anos [8]
A CPFL Energia (CPFE3) informou na noite de sexta-feira, 8, que a CPFL Piratininga, a CPFL RGE e a CPFL Paulista (em conjunto, as concessionárias) concluíram o processo de assinatura dos Termos Aditivos aos respectivos Contratos de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, com efeitos imediatos das cláusulas contratuais e efetivação da prorrogação da concessão por mais 30 anos a partir de 23 de outubro de 2028 para a CPFL Piratininga, 6 de novembro de 2027 para a CPFL RGE e 20 de novembro de 2027 para a CPFL Paulista, de acordo com os despachos do Ministro de Estado de Minas e Energia.
As concessionárias distribuem energia elétrica para uma área de concessão que abrange 280.343 quilômetros quadrados, com uma população de aproximadamente 21,8 milhões de habitantes, atendendo aproximadamente 10,3 milhões de consumidores. Suas áreas de concessão cobrem 642 municípios, sendo 261 municípios do Estado de São Paulo e 381 municípios do Estado do Rio Grande do Sul.
Equatorial (EQTL3) assina termos de aditivo que estende o prazo de concessão de concessionárias [9]
A Equatorial (EQTL3) assinou o Sétimo Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica e o Quinto Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, que estende o prazo de concessão das concessionárias controladas Equatorial Pará Distribuidora de Energia (Equatorial Pará) e Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia (Equatorial Maranhão), para 28 de julho de 2058 e 11 de agosto de 2060, respectivamente.
A informação foi divulgada na sexta-feira, 8, após o fechamento do mercado.
A Equatorial Maranhão atende uma população de 7 milhões nos 217 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 7,4 bilhões.
A Equatorial Pará atende 8,7 milhões de habitantes nos 144 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 8,5 bilhões (base última revisão tarifária), ambas concessões apresentam indicadores de qualidade de serviço e de solidez financeira compatíveis com os critérios exigidos pelo Poder Concedente, afirmou a companhia.
Estudo de ações da Bolsa
Assista ao estudo do Estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Ggbr4, Bbas3, Itsa4, Itub4 e de Natu3. Acesse aqui [10]o vídeo.
Divulgam resultado do 1T26 nesta segunda, 11:
Após o fechamento do mercado: Petrobras, Itaúsa, Energisa, Natura, Direcional, Hapvida, MRV, Grupo SBF, Track & Field, Dexxos, Terra Santa, Ferbasa.
Agenda de proventos desta semana:
Segunda, 11
JHSF (JHSF3) [11]
A JHSF paga nesta segunda-feira, 11, dividendo mensal no valor de R$ 0,06 por ação. A data base foi 29 de abril.
Copasa (CSMG3) [12]
A Copasa paga nesta segunda-feira, 11, JCP anunciados em 12 de março. O valor por ação é R$ 0,46. A data de corte foi em 23 de março de 2026.
Banco Bmg (BMGB4) [13]
A data de corte para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciados em 28 de abril, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 21 de maio de 2026 no valor de R$ 0,10 por ação.
Taesa (TAEE4, TAEE11) [14]
A data de corte para ter direito aos JCP da Taesa, anunciado em 6 de maio, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,55. O pagamento será em 26 de agosto de 2026.
Embraer (EMBJ3) [15]
A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer deliberados em 29 de abril, é nesta segunda-feira, 11. As ações e ADSs serão negociadas ex-dividendos na B3 e na NYSE a partir de 12 de maio de 2026. O valor equivale a R$ 0,01 por ação. O pagamento do dividendo será realizado à vista em 20 de maio de 2026.