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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

Publicado às 9h24 – atualizado às 9h55

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDM26 contrato com vencimento para 17 de junho/26) abriu em alta nesta terça-feira, 5, mas devolveu os ganhos. Às 9h54 caía 0,23% aos 188.080 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Foi divulgada na manhã desta terça-feira a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O documento cita incertezas e diz que a magnitude e duração do ciclo de calibração da Selic serão definidas ao longo do tempo. A ata destaca que a incerteza no cenário externo segue elevada, diante das tensões geopolíticas e das dúvidas sobre os rumos da política econômica dos Estados Unidos.

Dólar

Às 9h52 o dólar comercial tinha queda de 0,58% cotado a R$ 4,939 na venda.

Petróleo

Às 9h15 o preço do barril de petróleo Brent caía 1,7% (US$ 112,5). O Brent é referência para a Petrobras.

Devido ao feriado na China, não houve negociação na bolsa de Dalian.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h18 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,40% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,44%. Nasdaq futuro subia 0,67%.

Notícias corporativas

Pague Menos (PGMN3) reporta lucro ajustado de R$ 55,6 milhões no 1T26, alta de 325%  [1]

A Pague Menos (PGMN3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 55,6 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), alta de 325,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebida ajustado atingiu R$ 204,7 milhões, alta de 36,1% na base anual, com a margem Ebitda subindo 0,8 ponto percentual, para 4,9%.

A receita bruta somou R$ 4,14 bilhões no 1T26, alta de 14,4% na comparação anual, sustentando a expansão dos resultados.

Isa Energia (ISAE4) tem lucro líquido de R$ 357,7 milhões no 1T26, alta de 6% no ano [2]

A Isa Energia (ISAE4) teve lucro líquido (regulatório) de R$ 357,7 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), aumento de 6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda regulatório do 1T26 totalizou R$ 1,021 bilhão, crescimento 10,6% na base anual de comparação e margem de 83,3% (+1,7 p.p. vs. 1T25).

A receita líquida no 1T26 somou 1,226 bilhão, alta de 8,3% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

BB Seguridade reporta lucro líquido de R$ 2,2 bi no 1T26, crescimento de 11,2% em relação ao 1T25 [3]

A BB Seguridade (BBSE3) teve lucro líquido gerencial de R$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, resultado 11,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O resultado operacional combinado das empresas do grupo, líquido de impostos, expandiu 2,2%, refletindo a evolução das receitas com taxa de gestão e melhora de eficiência na Brasilprev, o crescimento de receita de corretagem na BB Corretora e a manutenção da sinistralidade da Brasilseg em patamar historicamente baixo.

A performance comercial demonstrou avanço relevante, com reflexo na participação de mercado de diversas linhas, como arrecadação de capitalização e previdência, seguro residencial e empresarial.

Também houve contribuição significativa do resultado financeiro combinado, que atingiu R$ 507,1 milhões, líquido de impostos, montante 58,5% superior ao observado no mesmo período do ano anterior, com redução no custo do passivo e melhora da rentabilidade dos ativos geradores de receitas financeiras.

“Mesmo em cenário bastante desafiador conquistamos neste trimestre mais um resultado positivo, resultado de uma atuação estratégica que coloca o cliente no centro das nossas decisões, a quem agradecemos a confiança em nosso trabalho. Investimos na evolução das jornadas de venda da nossa rede de distribuição, e na construção de soluções personalizadas e sustentáveis, oferecendo um portfólio completo de soluções que nos posicionam como referência em proteção e tranquilidade.”, afirmou Delano Valentim, presidente da BB Seguridade.

Marcopolo reporta lucro líquido de R$ 264,6 milhões no 1T26, alta anual de 8,8% [4]

A Marcopolo (POMO4) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 264,6 milhões, alta de 8,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). O Ebitda somou R$ 304,8 milhões, crescimento de 16,3% na base anual. A Receita Líquida somou R$ 1,655 bilhão, redução de 1,3% ante o 1T25.

Prio (PRIO3) reporta alta na produção em abril [5]

A petroleira Prio (PRIO3) divulgou nesta segunda-feira a produção do mês de abril. A petroleira teve produção total de 173,4 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd) em abril, alta de 7,5% em relação a março (161,3 mil boepd) e 11,6% acima da média do 1T26 (155,4 mil boepd).

Segundo a companhia, no cluster Valente, o terceiro poço produtor do campo de Wahoo iniciou produção em 6 de abril. A entrada do quarto poço está prevista para meados de maio devido a uma avaria no guindaste do barco que efetuará o lançamento do umbilical, explicou a petroleira.

Já a produção do campo de Albacora Leste foi temporariamente impactada por uma falha na turbina, já solucionada.

O poço ABL-68 teve sua produção interrompida devido à formação de hidrato.

No cluster Bravo, a produção foi afetada pela parada do poço OGX -44 HP em razão de falha na BCS, com workover iniciado em abril e conclusão prevista para maio.

A produção do campo de Peregrino foi afetada por uma falha temporária na bomba multifásica da plataforma C e pela parada do poço C-26 em razão de falha na BCS, com workover concluído ao final de abril.

Ambev anuncia pagamento de JCP; companhia reporta lucro líquido de R$ 3,8 bi no 1T26  [6]

A Ambev (ABEV3) divulgou nesta terça-feira, 5, que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) com base no lucro do exercício e nos saldos disponíveis conforme apurado no balanço extraordinário levantado em 31 de março de 2026. O valor bruto é de R$ 0,0449 por ação. O valor líquido é de R$ 0,0370 por ação. O pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2026, com base na posição acionária de 22 de junho de 2026, no que se refere à B3; e 24 de junho de 2026, no que se refere à New York Stock Exchange – NYSE. As ações e os ADRs passarão a ser negociados ex-JCP a partir de 23 de junho de 2026 (inclusive). A data exata do pagamento será deliberada em nova reunião do conselho de administração e oportunamente divulgada ao mercado.

A Ambev anunciou também a data de pagamento da segunda parcela dos JCP cuja distribuição foi aprovada em 9 de dezembro de 2025. O pagamento da segunda parcela dos JCP 2025 será efetuado em 6 de julho de 2026 no valor bruto de R$ 0,0755 por ação, correspondente ao valor líquido de R$ 0,0642 por ação. A data-base foi 18 de dezembro de 2025, no que se refere à B3, e e 22 de dezembro de 2025, no que se refere à New York Stock Exchange. As ações e os ADRs passaram a ser negociados ex-JCP a partir de 19 de dezembro de 2025 (inclusive).

A Ambev teve lucro líquido de R$ 3,88 bilhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), 2,1% superior ao reportado no mesmo trimestre de 2025 (1T25).

Já o lucro líquido ajustado cresceu 0,3% em comparação aos R$ 3,83 bilhões no 1T25, impulsionado principalmente pelo crescimento do Ebitda, parcialmente compensado por despesa financeira líquida maior.

No 1T26 o Ebitda ajustado totalizou R$ 7,55 bilhões no 1T26, alta de 1,5% em relação ao 1T26.

A margem Ebitda ajustada atingiu 33,6% entre janeiro e março do ano passado, alta de 0,5 p.p. frente a margem registrada em 1T25.

Log (LOGG3) anuncia pagamento de dividendo; lucro no 1T26 foi de R$ 134 milhões [7]

O conselho de administração da Log (LOGG3) aprovou na segunda-feira, 4, o pagamento de R$ 31,8 milhões a título de dividendos intermediários. Essa quantia equivale a R$ 0,36416685512 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 13 de maio de 2026. As ações serão negociadas na condição “ex” proventos a partir do dia 14 de maio. O pagamento será realizado em 30 de junho de 2026.

A Log divulgou que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) o maior lucro líquido trimestral de sua história, no valor de R$ 134 milhões, aumento de 55,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda do 1T26 foi de R$ 185,1 milhões, representando um crescimento de 53,2% em relação ao1T25. O Ebitda de locação somou R$ 56,2 milhões no trimestre, com margem de 85,0% e apresentou crescimento de 17,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Ebitda de desenvolvimento atingiu R$ 128,9 milhões no 1T26, apresentando aumento de 76,3% se comparado ao 1T25.

No 1T26, a companhia reportou uma receita líquida de R$ 66,1 milhões, representando um crescimento de 19,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Movida (MOVI3) tem lucro líquido de R$ 125 milhões no 1T26

A Movida (MOVI3) teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 125 milhões, alta anual de 59%. No 1T26 o Ebitda somou R$ 1,55 bilhão, crescimento de 17,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). A receita líquida atingiu R$ 2,206 bilhões, crescimento de 17,4% em relação ao 1T25.

A Movida também anunciou na segunda-feira que projeta lucro líquido de entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões no segundo trimestre, o que seria um crescimento ante os R$ 68 milhões apresentados no mesmo período de 2025.

“Estamos confiantes no desempenho consistente observado no primeiro trimestre de 2026, que sustenta nossa expectativa de cumprimento do guidance para o 2T26”, afirmou a companhia.

BradSaúde (SAUD3) reporta lucro de R$ 1,3 bi no 1T26

A BradSaúde (SAUD3), companhia formada pela combinação de ativos de saúde do Bradesco e da Odontoprev, reportou lucro líquido de R$ 1,308 bilhão no primeiro trimestre de 2026.

A informação foi revelada na segunda-feira, 4. Dessa quantia, R$ 1,15 bilhão é proveniente das demais operações do grupo, enquanto R$ 150,6 milhões vêm dos convênios odontológicos (Odontoprev).A receita líquida do período, medida pelos prêmios ganhos, foi de R$ 13,1 bilhões.

Assembleia da Celesc (CLSC3) aprova dividendo complementar [8]

A Celesc (CLSC3, CLSC4) informou nesta segunda-feira, 4, que sua assembleia realizada no dia 30 de abril de 2026, aprovou a distribuição de proventos referentes ao exercício de 2025, no montante total de R$ 335,85 milhões, da seguinte forma:

a) ratificação dos juros sobre capital próprio já aprovados trimestralmente pelas reuniões do conselho de administração de 2025, no valor de R$ 284,09 milhões, conforme tabela abaixo. Os juros sobre capital próprio não sofrerão atualização monetária, estarão sujeitos à incidência de imposto de renda, conforme legislação em vigor, e deverão ser pagos em duas parcelas: a 1ª parcela (50%) até 30 de junho de 2026 e a 2ª parcela (50%) até 30 de dezembro de 2026; e

b) dividendos complementares no valor de R$ 51,77 milhões, com a distribuição de R$ 1,266433548 por ação ordinária e R$ 1,393076902 por ação preferencial, aos acionistas detentores de participação acionária em 30 de abril de 2026. Os dividendos deverão ser pagos também em duas parcelas: a 1ª parcela (50%) até 30 de junho de 2026 e a 2ª parcela (50%) até 30 de dezembro de 2026. Acesse aqui  [8]a tabela com os detalhes.

Neoenergia (NEOE3): assembleia aprova resgate compulsório de 24,25 milhões de ações em circulação no mercado [9]

A Neoenergia (NEOE3) informou na noite desta segunda-feira, 4, que sua assembleia geral extraordinária aprovou o resgate compulsório de 24,25 milhões de ações em circulação no mercado. O valor a ser pago aos acionistas foi fixado em R$ 34,02 por papel com pagamento previsto para o dia 15 de maio.

Com esse movimento, a companhia encerra seu processo de fechamento de capital.

O preço de resgate será pago aos acionistas da Neoenergia com base na posição acionária registrada em 4 de maio de 2026.

Acesse aqui  [10]a íntegra do fato relevante com mais detalhes.

Em novembro do ano passado, a Neoenergia anunciou que sua controladora, a espanhola Iberdrola Energia, protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido para realizar uma oferta pública de aquisição (OPA).

Tupy (TUPY3) escolhe Harro Burmann como novo CEO [11]

A Tupy (TUPY3) concluiu o processo de sucessão do cargo de diretor‑presidente e elegeu Harro Ricardo Schlorke Burmann para o cargo de diretor‑presidente (CEO), com início de seu mandato em 1° de junho de 2026.

Harro Burmann é executivo sênior com mais de 35 anos de experiência em liderança de operações industriais complexas e transformação organizacional, tendo ocupado posições executivas relevantes no Brasil e no exterior, incluindo, entre outras, as funções de presidente regional e vice-presidente global de operações do Grupo Dana, empresa líder mundial em sistemas de transmissão automotiva, presidente do estaleiro Atlântico Sul e, mais recentemente, chief operating officer da Hidrovias do Brasil.

“O conselho de administração entende que a trajetória profissional, a experiência em posições de liderança e o extenso relacionamento com a indústria automotiva no Brasil e no exterior apresentam aderência ao atual momento da companhia, contribuindo para a continuidade da estratégia e a execução das prioridades definidas pelo colegiado”, informa um comunicado da Tupy divulgado nesta segunda-feira, 4.

Com a posse do novo diretor‑presidente, Gueitiro Matsuo Genso, que vinha exercendo o cargo em caráter temporário, retornará integralmente às suas funções de diretor vice‑presidente de estratégia, novos negócios, inovação e M&A e de diretor de relações com investidores.

Méliuz recompra R$ 30 milhões em ações em 6 meses com recursos gerados da própria operação e gera 6,9% de Bitcoin Yield no período  [12]

O Méliuz (CASH3; OTCQX: MLIZY) informou na noite de segunda-feira, 4, que já recomprou 7.537.000 ações nos últimos seis meses através de contratos de derivativos com contrapartes, o que corresponde a aproximadamente 82,5% do total autorizado.

“Tal programa reflete a convicção da administração de que o preço de mercado das ações da companhia não captura adequadamente o seu valor real, tornando a recompra uma decisão estratégica e alinhada aos interesses de geração de valor aos seus acionistas”, afirmou a companhia em um comunicado.

Em aproximadamente seis meses, o programa de recompra de ações, integralmente financiado pelo caixa gerado das operações da companhia (aproximadamente R$ 30 milhões), resultou em um Bitcoin Yield Ajustado de 6,90%, o que representa uma taxa anualizada de 12,42%.

O Bitcoin Yield é um dos principais indicadores de performance das Bitcoin Treasury Companies. Ele mede a variação percentual da quantidade de Bitcoin detida pela companhia em relação ao total de ações em determinado período, permitindo avaliar se os acionistas estão aumentando sua exposição ao Bitcoin ao longo do tempo.

O Bitcoin Yield Ajustado, por sua vez, considera apenas as ações em circulação da companhia, excluindo aquelas recompradas no âmbito do programa de recompra de ações.

O Méliuz reafirmou seu compromisso na geração de valor para os acionistas através da recompra de ações, considerando que possui atualmente 604,69 Bitcoins – que a preço de hoje correspondem a aproximadamente R$ 238,8 milhões -, e R$ 64,3 milhões em caixa, conforme divulgado no resultado do quarto trimestre (4T25), totalizando cerca de R$ 303,1 milhões em ativos líquidos; conta com uma operação que gerou, nos últimos doze meses encerrados no 4T25, R$ 92,9 milhões de Ebitda ajustado e R$ 54,6 milhões de lucro líquido ajustado; não possui endividamento; e o valor de mercado atual da companhia é de aproximadamente R$ 487,2 milhões.

Brisanet ( BRST3) vence leilão da Anatel [13]

A Brisanet Serviços de Telecomunicações (BRST3) venceu o Leilão de Radiofrequências conduzido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para a obtenção do direito de uso de radiofrequência em caráter primário na faixa de 700 MHz.

A companhia arrematou os Lotes A2 e A3, que compreendem blocos regionais de 10+10 MHz com abrangência em diversas localidades das regiões Nordeste e Centro-Oeste, todas elas com vigência até 2044.

As propostas vencedoras foram apresentadas pelo valor mínimo estipulado no edital, sem a incidência de ágio.

O montante total ofertado pela somatória dos Lotes foi de R$ 8,1 milhões. Em linha com o modelo não arrecadatório do certame, as propostas vencedoras foram apresentadas pelo valor mínimo estipulado no edital, sendo que o desembolso desse montante será parcelado com pagamentos anuais até o vencimento da autorização em 2044.

Os compromissos incluem a cobertura de rodovias, com a implementação de tecnologia 4G ou superior em mais de 2.600 km de trechos de rodovias federais que cruzam as áreas dos lotes arrematados, garantindo conectividade em importantes eixos logísticos do país; e o atendimento de 280 localidades nas duas regiões e sedes municipais ainda não atendidas com banda larga móvel de quarta geração ou superior, conforme cronograma estabelecido no edital para conclusão até 2030.

A Brisanet explicou que a faixa de 700 MHz é considerada uma faixa nobre de suporte ao serviço móvel devido às suas características físicas de longo alcance e alta penetração indoor.

Para a Brisanet, esta conquista é estratégica por dois pilares: eficiência de rede e otimização dos Investimentos: complementa as faixas de 2,3 GHz e 3,5 GHz (arrematadas em 2021), permitindo uma cobertura 5G/4G mais robusta com menor necessidade de adensamento de torres (Capex eficiente). Além disso, viabiliza uma experiência de usuário superior, essencial para a expansão do market share no segmento.

Divulgam resultado do 1T26 nesta terça, 5:

Após o fechamento do mercado: Itaú, Tim, Prio, Copel, Raia Drogasil, Iguatemi, Vulcabras, C&A, Tenda, GPA.

Pagam provento nesta terça, 5:

Allos (ALOS3)  [14]

A Allos paga nesta terça-feira, 5, a primeira tranche do dividendo anunciado em março no valor de R$ 0,29 por ação. A data de corte foi em 22 de abril.

Fleury (FLRY3) [15]

O Fleury paga nesta terça-feira, 5, a primeira parte do dividendo anunciado em novembro de 2025. Será pago o valor de R$ 0,40 por ação. O valor de R$ 71 milhões, correspondente a R$ 0,13 por ação, será pago em 2 de setembro de 2026. Tem direito acionistas da companhia no fechamento do pregão de 2 de dezembro de 2025. As ações são negociadas na condição “ex-dividendos” desde 3 de dezembro de 2025 (inclusive).

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