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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana

 

Publicado às 21h16

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Petróleo

O preço do barril de petróleo abriu em alta na noite deste domingo, 10. O presidente norte-americano, Donald Trump, criticou neste domingo a resposta do Irã à proposta dos Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio. Segundo Trump, os termos colocados pelo negociadores iranianos são “inaceitáveis”. Às 21h o preço do barril tipo Brent, referência para a Petrobras, subia 3% a 104 dólares.

Dados de inflação no Brasil

Um dos principais eventos da semana no Brasil é a divulgação do IPCA de abril. Será na terça-feira, às 9h. O IPCA é o indicador oficial de inflação.    

Dados de inflação nos EUA

Dados de inflação nos Estados Unidos também estão no radar. Na terça-feira , o mercado acompanha o índice de preços ao consumidor (CPI) de abril. Na quarta-feira será divulgado o índice de preços ao produtor (PPI). Ambos serão divulgados às 9h30.

Resultado da Petrobras

Na âmbito corporativo o grande destaque é o resultado trimestral da Petrobras que será divulgado nesta segunda-feira, 11, após o fechamento do mercado. Itaúsa e Banco do Brasil também estão entre as companhias que divulgam seus resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) nesta semana. Veja a agenda:

Segunda-feira, 11

Antes da abertura do mercado: BTG.

Após o fechamento do mercado: Petrobras, Itaúsa, BTG, Telefônica Brasil, Energisa, Natura, Direcional, Hapvida, MRV, Grupo SBF, Track & Field, Dexxos, Terra Santa, Ferbasa.

Terça-feira, 12

Após o fechamento do mercado: Cury, Mitre, Dasa, Bemobi, Desktop, Cruzeiro do Sul, Armac, Brisanet, Marisa, Viveo, Enjoei, Aeris.

Quarta-feira, 13

Após o fechamento do mercado: Banco do Brasil, CSN, CSN Mineração, Equatorial, Eneva, SLC, Braskem, Cosan, Log in, Unifique, Ser Educacional, Casa Bahia, CVC, Americanas, Boa Safra, São Carlos, Melnick, Positivo, Qualicorp, Veste, Banestes, Comgás.

Quinta-feira, 14

Antes da abertura do mercado: Banrisul.

Após o fechamento do mercado: CPFL, MBRF, Sanepar, 3tentos, Cyrela, Bradespar, Unipar, Orizon, Tupy, Light, Oncoclínicas, GPA, Even, Trisul, Priner, Syn, Vittia, Méliuz, IMC, Helbor, Tecnisa, Gafisa, Grupo Mateus.

Sexta-feira, 15

Após o fechamento do mercado: Celesc, Orange BTG, Azevedo & Travassos Energia, Taurus, Metalfrio, Marisa, Portobello, Biomm.

Notícias corporativas

Copasa (CSMG3) reporta lucro líquido de R$ 368,1 milhões no 1T26, queda de 14,1% no ano [1]

A Copasa (CSMG3) divulgou nesta sexta-feira, 8, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 368,1 milhões, queda de 14,1% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25).

O Ebitda somou R$ 787,4 milhões, queda de 3,2% na base anual de comparação.

A receita líquida atingiu R$ 1,91 bilhão, leve alta de 2,5% em relação ao 1T25.

Riachuelo (RIAA3) anuncia o pagamento de R$ 40 milhões em JCP [2]

A Riachuelo (RIAA3) informou nesta sexta-feira, 8, que seu conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 40 milhões de reais, equivalentes ao valor bruto estimado de R$ 0,07967127013 por ação.

A companhia explicou que o pagamento desse provento será realizado com recursos provenientes da venda de terrenos remanescentes da antiga unidade fabril localizada em Fortaleza.

“Esse movimento está alinhado à estratégia de melhoria da estrutura de capital da companhia”, afirmou a varejista.

O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026, após o recebimento da última parcela decorrente da transação.

Terão direito ao pagamento dos JCP acionistas da companhia em 13 de maio de 2026. Dessa forma, a partir de 14 de maio de 2026 (inclusive), as ações ordinárias de emissão da Riachuelo serão negociadas “ex-JCP” na B3.

Grupo SBF (SBFG3): conselho aprova cancelamento de 13,8 milhões de ações [3]

O conselho de administração do Grupo SBF (SBFG3) aprovou o cancelamento de 13.891.336 ações ordinárias adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações aprovado pelo conselho de administração em 13 de dezembro de 2024. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 8. Em decorrência do cancelamento, permanecem em tesouraria 398.281 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. Considerando que a totalidade das ações objeto do programa de recompra Grupo SBF foi adquirida, o conselho de administração determinou o encerramento do programa. O capital social da companhia de R$ 1.939.821.719,89, passa a ser dividido em 230.663.994 ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal.

O Grupo SBF informou, ainda, que será oportunamente convocada Assembleia Geral Extraordinária para ajustar o número de ações em que se divide o capital social.

Governo renova contratos com distribuidoras de energia em 13 estados [4]

O governo antecipou a renovação de contratos com distribuidoras de energia elétrica que atuam em 13 estados. A projeção é que sejam investidos R$ 130 bilhões na melhoria da infraestrutura e no atendimento a consumidores até 2030.

Os contratos de renovação contemplam 16 distribuidoras e estão submetidos às regras e diretrizes do Decreto 12.068/2024, que estabeleceu regras mais rígidas às empresas de distribuição de eletricidade.

Os antigos contratos, firmados no final da década de 1990, eram considerados pouco exigentes com relação aos critérios de qualidade no fornecimento de energia elétrica para os consumidores brasileiros. Agora, as distribuidoras se comprometem a seguir todas as 17 diretrizes estabelecidas na norma federal.

Entre esses parâmetros estão a inclusão da satisfação do consumidor como indicador de desempenho das distribuidoras, a obrigatoriedade de melhoria contínua da qualidade do fornecimento e a definição de metas para recomposição do serviço após eventos climáticos extremos.

O novo modelo também prevê maior fiscalização dos investimentos pelos órgãos responsáveis, ampliação da qualidade do atendimento em áreas rurais e fortalecimento da infraestrutura destinada à agricultura familiar.

As concessionárias ainda deverão comprovar anualmente sua capacidade financeira e operacional, bem como adotar medidas de digitalização das redes elétricas, proteção de dados dos consumidores e regularização do compartilhamento de postes entre redes de energia e telecomunicações.

A distribuidora Enel, de origem italiana, não está entre as empresas que tiveram a concessão renovada. Por conta de sucessivos apagões e falhas no atendimento, especialmente na região metropolitana de São Paulo, a distribuidora enfrenta um processo na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que pode resultar no fim do contrato.

Grupo Energisa (ENGI11) renova concessões em quatro estados [5]

O Grupo Energisa (ENGI11) assinou na sexta-feira, 8, com o Ministério de Minas e Energia, contratos que renovam, por mais 30 anos, as concessões para o serviço de distribuição de energia elétrica nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe.

A companhia também anunciou previsão de investimentos de cerca de R$ 18 bilhões para os próximos cinco anos nos quatro estados, que, se somados, atendem 5,7 milhões de clientes.

“Ao viabilizar a assinatura antecipada dos contratos, o governo federal, poder concedente, por meio do Ministério de Minas e Energia, e a Aneel, órgão regulador, definiram e regulamentaram as condições essenciais para elevar o padrão de desempenho do setor, fortalecer a segurança jurídica e ampliar a capacidade de planejamento e de investimento de longo prazo das distribuidoras”, declara Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa. Exemplo disso é o incremento expressivo do valor de investimento previsto para o ciclo de 2026 a 2030 nos quatro estados em comparação ao período anterior: 41% na Paraíba, 38% em Mato Grosso, 32% em Sergipe e 18% em Mato Grosso do Sul.

Os recursos serão direcionados prioritariamente à ampliação e à modernização da infraestrutura elétrica, proporcionando maior qualidade, segurança e capacidade de atendimento à população, e criando as bases energéticas para o desenvolvimento regional, preservando a modicidade tarifária e o equilíbrio econômico-financeiro das concessões.

Light (LIGT3) tem concessão renovada até 2056 [6]

A Light (LIGT3) divulgou na noite de sexta-feira, 8, que foi assinado junto ao Ministério de Minas e Energia (Poder Concedente) o 8º Termo Aditivo ao Contrato de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, prorrogando sua vigência pelo período de 30 anos, com vigência de 4 de junho de 2026 até 4 de junho de 2056 (renovação da concessão).

A renovação da concessão marca o início de um novo ciclo operacional para a Light Sesa, no qual a companhia reafirma seu compromisso com a melhoria contínua dos padrões de qualidade do serviço e atendimento prestado à sociedade dos 31 municípios em que atua no Estado do Rio de Janeiro, afirmou a companhia.

A renovação da concessão é também etapa relevante prevista no plano de recuperação judicial da Light, a partir da qual irão ocorrer outros eventos subsequentes entre eles as medidas relacionadas ao processo de capitalização das companhias, afirmou a empresa em um comunicado ao mercado.

CPFL conclui renovação de concessões por 30 anos [7]

A CPFL Energia (CPFE3) informou na noite de sexta-feira, 8, que a CPFL Piratininga, a CPFL RGE e a CPFL Paulista (em conjunto, as concessionárias) concluíram o processo de assinatura dos Termos Aditivos aos respectivos Contratos de Concessão de Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, com efeitos imediatos das cláusulas contratuais e efetivação da prorrogação da concessão por mais 30 anos a partir de 23 de outubro de 2028 para a CPFL Piratininga, 6 de novembro de 2027 para a CPFL RGE e 20 de novembro de 2027 para a CPFL Paulista, de acordo com os despachos do Ministro de Estado de Minas e Energia.

As concessionárias distribuem energia elétrica para uma área de concessão que abrange 280.343 quilômetros quadrados, com uma população de aproximadamente 21,8 milhões de habitantes, atendendo aproximadamente 10,3 milhões de consumidores. Suas áreas de concessão cobrem 642 municípios, sendo 261 municípios do Estado de São Paulo e 381 municípios do Estado do Rio Grande do Sul.

Equatorial (EQTL3) assina termos de aditivo que estende o prazo de concessão de concessionárias  [8]

A Equatorial (EQTL3) assinou o Sétimo Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica e o Quinto Termo Aditivo ao Contrato de Concessão do Serviço Público de Distribuição de Energia Elétrica, que estende o prazo de concessão das concessionárias controladas Equatorial Pará Distribuidora de Energia (Equatorial Pará) e Equatorial Maranhão Distribuidora de Energia (Equatorial Maranhão), para 28 de julho de 2058 e 11 de agosto de 2060, respectivamente.

A informação foi divulgada na sexta-feira, 8, após o fechamento do mercado.

A Equatorial Maranhão atende uma população de 7 milhões nos 217 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 7,4 bilhões.

A Equatorial Pará atende 8,7 milhões de habitantes nos 144 municípios do estado, e possui uma Base de Ativos líquida de R$ 8,5 bilhões (base última revisão tarifária), ambas concessões apresentam indicadores de qualidade de serviço e de solidez financeira compatíveis com os critérios exigidos pelo Poder Concedente, afirmou a companhia.

Agenda de proventos desta semana:

Segunda, 11

JHSF (JHSF3)  [9]

A JHSF paga nesta segunda-feira, 11, dividendo mensal no valor de R$ 0,06 por ação. A data base foi 29 de abril.

Copasa (CSMG3) [10]

A Copasa paga nesta segunda-feira, 11, JCP anunciados em 12 de março. O valor por ação é R$ 0,46. A data de corte foi em 23 de março de 2026.

Banco Bmg (BMGB4) [11]

A data de corte para ter direito aos JCP do Banco Bmg anunciados em 28 de abril, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento aos acionistas será efetuado no dia 21 de maio de 2026 no valor de R$ 0,10 por ação.

Taesa (TAEE4, TAEE11) [12]

A data de corte para ter direito aos JCP da Taesa, anunciado em 6 de maio, é nesta segunda, 11. A partir de terça 12, as ações serão negociadas ex-provento. O valor por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18. O valor por unit TAEE11 é R$ 0,55. O pagamento será em 26 de agosto de 2026.

Embraer (EMBJ3)  [13]

A data de corte para ter direito aos juros sobre o capital da Embraer deliberados em 29 de abril, é nesta segunda-feira, 11. As ações e ADSs serão negociadas ex-dividendos na B3 e na NYSE a partir de 12 de maio de 2026. O valor equivale a R$ 0,01 por ação. O pagamento do dividendo será realizado à vista em 20 de maio de 2026.

Terça, 12

Brisanet (BRST3)  [14]

A Brisanet paga na terça-feira, 12, os JCP anunciados em dezembro de 2025 no valor líquido de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 19 de dezembro de 2025, passando as ações a serem negociadas “ex-JCP” a partir de 22 de dezembro de 2025.

Whirlpool (WHRL4)  [15]

A Whirlpool paga na terça, 12, dividendos intermediários no valor de R$ 0,03 por ação ordinária e R$ 0,04 por ação preferencial. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da companhia na segunda, 27 de abril. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 28 de abril.

Ecorodovias (ECOR3) [16]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Ecorodovias anunciado em 7 de maio, é na terça, 12. A partir de quarta, 13, as ações serão negociadas ex-dividendo. O pagamento será realizado a partir de 12 de junho de 2026 no valor de R$ 0,30 por ação.

Quarta, 13

Banco do Brasil (BBAS3)  [17]

Segundo o calendário de proventos do Banco do Brasil divulgado em janeiro de 2026, o banco estatal deve anunciar na quarta, 13, o pagamento de provento complementar.  [17]

Grendene (GRND3)  [18]

A Grendene paga na quarta-feira, 13, dividendo no valor de R$ 0,001248637 por ação e JCP no valor bruto de R$ 0,09 por ação. As ações são negociadas ex-direito a esses proventos desde 24 de abril.

Minerva (BEEF3)  [19]

A Minerva paga na quarta, 13, dividendo aprovado por em 28 de abril no montante total de R$ 30,7 milhões. O valor a ser pago é de R$ 0,03 por ação. Tem direito acionistas da companhia na data-base de 28 de abril de 2026. As ações são negociadas ex-dividendos desde 29 de abril de 2026.

Gerdau e da Metalúrgica [20]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,08 por ação no dia 10 de junho. A Gerdau vai pagar R$ 0,18 por ação no dia 9 de junho.

Log (LOGG3)  [21]

A data de corte para ter direito ao dividendo da Log é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,36 por ação ordinária será realizado em 30 de junho de 2026.

Riachuelo (RIAA3) [2]

A data de corte para ter direito aos JCP da Riachuelo anunciados em 8 de maio, é na quarta, 13. A partir de quinta, 14, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor bruto estimado é de R$ 0,07 por ação. O pagamento ocorrerá em 28 de dezembro de 2026.

Quinta, 14

União Pet (AUAU3)  [22]

A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da União Pet anunciado em 26 de janeiro, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 25,9 milhões. Essa quantia corresponde à R$ 0,03 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 29 de maio de 2026.

Eztec (EZTC3) [23]

A data de corte para ter direito ao dividendo intermediário da Eztec anunciado em 7 de maio, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor de R$ 0,10 por ação ordinária será pago aos acionistas até 29 de maio de 2026.

Alupar (ALUP11)  [24]

A data de corte para ter direito ao dividendo intercalar da Alupar anunciado em 7 de maio, é na quinta, 14. A partir de sexta-feira, 15, as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor soma R$ 69,2 milhões e corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento ocorrerá em até 60 dias contados da aprovação, que foi em 7 de maio.

Sexta, 15

Caixa Seguridade (CXSE3)  [25]

A Caixa Seguridade paga na sexta-feira, 15, os dividendos intermediários no montante de R$ 990 milhões anunciados em 30 de janeiro. O valor por ação é de R$ 0,33. O pagamento tem como base a posição acionária de 30 de abril de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos desde 4 de maio de 2026.

Bemobi (BMOB3) [26]

A data de corte para ter direito aos JCP anunciados em 12 de maio, é nesta sexta, 15. A partir de 18 de maio as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento no valor líquido de R$ 0,16 ocorrerá em 27 de maio de 2026.  

Cury (CURY3)  [27]

A data de corte para ter direito ao dividendo anunciado em 12 de maio, é nesta sexta, 15. A partir de 18 de maio as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento no valor de R$ 0,51 por ação será realizado em uma única parcela em 28 de maio de 2026.  

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Ggbr4, Bbas3, Itsa4, Itub4 e de Natu3. Acesse aqui  [28]o vídeo.