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Atualização: Petrobras em alta, Ibovespa cai, dólar sobe e outros destaques

Gráfico diário do Ibov às 13h30

 

Publicado às 13h40

Ibovespa

Às 13h39 o Ibovespa caía 0,87% aos 176.819 pontos. A queda só não era maior por causa das ações da Petrobras, que subiam e ajudavam o índice. O dólar comercial subia 1,68% cotado a R$ 5,070 na venda. A sessão é de aversão ao risco nos mercados globais. Em âmbito externo investidores repercutem os resultados do encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, que terminou sem acordos expressivos entre as duas potências. O rendimento dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) tem alta nesta sexta, em meio a pressão sobre as curvas de juros globais com o preço do barril de petróleo em alta. No Brasil os juros futuros sobem. No ambiente doméstico pesam também os riscos políticos com incertezas sobre as chances de vitória da oposição na eleição presidencial de outubro após o caso Flávio Bolsonaro.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações ON e PN da Petrobras tinham alta neste começo de tarde. Às 13h37 os papéis preferenciais subiam 0,96% a R$ 45,43. O preço do barril de petróleo Brent, referência para a estatal, tinha valorização de 3% a 109 dólares.

Prio (PRIO3), Brava (BRAV3), PetroReconcavo (RECV3)

As ações das petroleiras juniores também operavam com ganhos. Às 13h36 os papéis da Prio subiam 0,36% e os da Brava tinham alta de 2,53%. Os da PetroReconcavo tinham valorização de 1,16%.

Cosan (CSAN3)

A Cosan teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) prejuízo líquido de R$ 1,58 bilhão, redução de 11% em relação ao prejuízo de R$ 1,79 bilhão registrado no mesmo trimestre de 2025 (1T25). Às 13h35 ações caíam 7,10%. 

Nubank (ROXO34)

Às 13h34 os BDRs do Nubank (ROXO34) caíam 4,74%. Em Nova York as ações do banco caíam 6%. Na quinta-feira, 14, o Nubank reportou que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de US$ 871 milhões, alta de 41% em relação ao mesmo período de 2025 (1T25). Analistas esperavam US$ 980 milhões, conforme dados reunidos pela LSEG. No entanto, o que chamou a atenção foi o aumento das provisões para devedores duvidosos (PDD) em 33%, para US$ 1,79 bilhão. 

Vale (VALE3)

Às 13h34 as ações da Vale tinham queda de 1,42% a R$ 81,69. Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,67% aos 809,5 iuanes (US$ 119,31).

MBRF (MBRF3)

Às 13h33 as ações da companhia subiam 0,63%. O time de analistas da XP comenta em relatório que a MBRF reportou um sólido resultado acima do esperado no primeiro trimestre (1T26), embora provavelmente não totalmente recorrente. Para seus analistas, a queima de caixa de R$ 1,262 bilhão foi o ponto negativo, embora a variação cambial tenha ajudado no trimestre, levando a alavancagem a permanecer estável na base trimestral, ainda em um nível desconfortável.

3tentos (TTEN3)

O BTG destaca em relatório que a 3tentos apresentou resultados fortes no 1T26, com receita líquida crescendo 20% na base anual de comparação para R$ 4,2 bilhões e Ebitda ajustado dobrando em relação ao ano anterior para R$ 394 milhões, acima das estimativas. A expansão de margens foi impulsionada principalmente pelos segmentos de Varejo e Grãos, enquanto a divisão Industrial manteve margens estáveis ajustadas pelos efeitos de hedge, ressalta do banco. Às 13h32 as ações subiam 1,02%.

Cyrela (CYRE3)

Na avaliação do time de analistas do BTG a Cyrela apresentou resultados mais fracos no 1T26, com receita líquida de R$ 2 bilhões, crescimento de 4% ano/ano, mas abaixo das estimativas. O lucro líquido somou R$ 297 milhões, queda de 9% na base anual de comparação e abaixo das projeções devido a receita líquida mais fraca e maiores despesas comerciais. Com os juros futuros em elevação, o que impacta ações de empresas sensíve às taxas altas como construção, às 13h30 as ações CYRE3 caíam 1,74%.

Valid (VLID3)

A Valid informou na véspera que, devido à movimentação das ações em tesouraria, houve um ajuste no valor por ação do dividendo aprovado em 6 de maio, que passou de R$ 0,180 por ação para R$ 0,18022897485 por ação. O pagamento será realizado no dia 29 de maio de 2026, com base na posição acionária constante dos registros da companhia no dia 11 de maio. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 12 de maio.

Even (EVEN3)

O conselho de administração da Even (EVEN3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no valor de R$ 0,15 por ação ordinária. Terão direito a esses dividendos as pessoas que forem acionistas da companhia na data-base de 1° de junho de 2026, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 2 de junho. O pagamento será realizado em 12 de junho de 2026.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A Telefônica Brasil informou nesta sexta o fim do prazo de oposição de credores em relação à redução de capital social da companhia aprovada na assembleia realizada em 12 de março de 2026, a tornando plenamente eficaz. Dessa forma, a companhia prosseguirá com a restituição aos acionistas do valor de R$ 1,25 por ação ordinária. Para ter direito tem que ter ações da companhia em 22 de maio de 2026. Após esta data, as ações serão consideradas ex -direitos da restituição. O pagamento dos recursos decorrente da redução ocorrerá em única parcela, no dia 14 de julho de 2026.

Caixa Seguridade (CXSE3)  [1]

A Caixa Seguridade paga na sexta-feira, 15, os dividendos intermediários no montante de R$ 990 milhões anunciados em 30 de janeiro. O valor por ação é de R$ 0,33. O pagamento tem como base a posição acionária de 30 de abril de 2026. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendos desde 4 de maio de 2026.

Bemobi (BMOB3) [2]

A data de corte para ter direito aos JCP anunciados em 12 de maio, é nesta sexta, 15. A partir de 18 de maio as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento no valor líquido de R$ 0,16 ocorrerá em 27 de maio de 2026.

Cury (CURY3)  [3]

A data de corte para ter direito ao dividendo anunciado em 12 de maio, é nesta sexta, 15. A partir de 18 de maio as ações serão negociadas ex-provento. O pagamento no valor de R$ 0,51 por ação será realizado em uma única parcela em 28 de maio de 2026.

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