
Publicado às 22h
A Vitru Educação (VTRU3), líder em educação digital no país e controladora das marcas UNIASSELVI e UniCesumar, realizou uma oferta subsequente de ações na B3, a bolsa do Brasil, para a captação de recursos no mercado de capitais. A oferta consistiu na distribuição primária de 13.614.704 ações ordinárias de emissão da companhia, destinada exclusivamente a investidores profissionais. A coordenação da oferta foi realizada pelo BTG Pactual (coordenador líder), Itaú BBA e Bradesco BBI.
“Do ponto de vista estratégico, o follow-on reforçará a estrutura de capital da Vitru, contribuindo ainda mais para o seu crescimento orgânico, como a abertura das novas faculdades presenciais — relacionadas a área da saúde, capturando as oportunidades abertas pelo novo marco regulatório”, afirma Aroldo Alves, CEO da Vitru Educação.
A Vitru fez seu IPO em 2020, na bolsa americana Nasdaq e, em junho de 2024, realizou a migração de suas ações para a B3. Esta foi a primeira oferta de ações da companhia realizada no Brasil.
“É uma grande satisfação acompanhar o crescimento de uma empresa do setor de educação, que tem um papel tão fundamental para a economia e para a sociedade. Essa oferta mostra, na prática, a força do mercado de capitais como fonte de financiamento para empresas que geram impacto positivo no Brasil”, disse Flavia Mouta, diretora de Listagem e Relacionamento na B3.
Gabriel Lobo, CFO da Vitru, acrescenta que trata-se do primeiro movimento de mercado da empresa desde a migração para a B3. “O mercado de equities continua sendo uma importante ferramenta estratégica para as companhias. Essa operação é um marco na nossa trajetória, qualifica ainda mais nossa base acionária e reforça a percepção positiva do mercado em relação à companhia e a nossa capacidade em transformar a educação no Brasil”, finaliza.
As ofertas subsequentes, também conhecidas como follow-on, são novas ofertas públicas de ações realizadas por empresas que já realizaram seu IPO (Oferta Pública Inicial) na bolsa. As empresas podem voltar ao mercado para realizar novas ofertas de ações sempre que desejarem e as operações precisam ser aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).