
Publicado às 7h22
O Santander Brasil (SANB11) divulgou nesta quarta-feira, 29, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido gerencial de R$ 3,79 bilhões, queda de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, a queda foi de 7,3%.
O retorno sobre o patrimônio médio (ROAE) ficou em 16% no primeiro trimestre, queda de 1,5 ponto percentual em comparação com o mesmo trimestre de 2025 e de 1,6 ponto percentual em relação ao quarto trimestre do ano passado.
A carteira de crédito ampliada recuou 0,4%, encerrando o 1T26 em R$ 705,5 bilhões.
As receitas totais avançaram 0,8% no trimestre e 0,9% no ano. A margem financeira cresceu 3,1% no trimestre e recuou 0,7% no ano. Na comparação trimestral, a melhora é explicada principalmente pela margem com mercados, efeito da sensibilidade positiva à queda da taxa de juros, menor número de dias úteis, bem como pelos melhores resultados da tesouraria. No ano, a queda é explicada pela sensibilidade negativa ao aumento da taxa de juros e menores resultados da tesouraria. Já a margem com clientes apresentou redução de 1,4% no trimestre e avanço de 4,8% no ano. No trimestre, efeito de menos dias úteis e corridos, já na comparação anual o incremento se deve principalmente a volume, mix e disciplina de preço, contribuindo para o aumento do spread.
O resultado de PDD (Provisão para Devedores Duvidosos) gerencial totalizou R$ 6,344 bilhões, avanço de 3,9% no trimestre e queda de 0,7% no ano. Na comparação trimestral a PDD mantém se pressionada pelo cenário macroeconômico e alto endividamento das famílias; já na comparação anual a queda reflete a ativa gestão de riscos e os efeitos de mix do portfólio, explicou o banco.
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