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Ibovespa futuro, dólar, notícia da Isa Energia, Energisa, Itaú, Positivo e de outras companhias

Publicado às 9h29 – atualizado às 9h44

Ibovespa futuro

Às 9h44 desta quarta-feira, 22, o Ibovespa futuro (INDM26 contrato com vencimento para 17 de junho/26) tinha queda de 0,80% aos 198.880 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h43 o dólar comercial subia 0,14% cotado a R$ 4,981 na venda.

Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h25)

Petróleo Brent: +0,62% (US$ 99,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +3,40% (US$ 78.370)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,14% (US$ 4.773)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,32% a 786,5 iuanes (US$ 115,29). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h23 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,74% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,79%. Nasdaq futuro subia 0,97%.

Notícias corporativas

Energisa assina MoU com Itaú; acordo prevê entrada do banco como minoritário na subsidiária Denerge

A Energisa (ENGI11) celebrou um memorando de entendimentos não vinculante (MoU) com o Itaú Unibanco (ITUB4), a Nova Denerge e a Denerge. O MoU regula os principais termos e condições gerais para a subscrição e integralização, pelo Itaú, da totalidade das ações preferenciais de emissão da Denerge em valor estimado de R$ 1,4 bilhão.

Dessa forma o banco passará a deter uma participação minoritária direta no capital social da Denerge e, indireta, em suas subsidiárias, dentre elas a Rede Energia, a EMS, a ESS e a EMT.

A transação está sujeita à satisfação (ou renúncia, conforme o caso) de determinadas condições precedentes previstas no MoU, dentre elas, as aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

“A transação contribuirá para reforçar a capacidade financeira e robustecer a estrutura de capital da Energisa”, afirmou a companhia em um fato relevante enviado ao mercado nesta quarta-feira, 22.

Isa Energia anuncia o início da operação comercial do projeto Jacarandá

A Isa Energia Brasil (ISAE3; ISAE4) informou nesta quarta-feira, 22, o início da operação comercial do projeto Jacarandá ao obter do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em 17 de abril de 2026, o Termo de Liberação Definitivo (TLD) de sua operação com recebimento retroativo à 11 de abril de 2026.

O empreendimento consistiu na ampliação da subestação Água Azul, que recebeu 60 mil m² adicionais de área, com a expansão do pátio de 440 kV e a implantação de um novo pátio de 88 kV.

O projeto incluiu ainda a instalação de sete transformadores de potência, reforçando a capacidade de atendimento do sistema elétrico local que adicionaram 600 MVA de capacidade à subestação. Ainda, a companhia solicitou o Termo de Liberação de Receita (TLR) do empreendimento em 30 de março de 2026, pedido esse que se encontra sob análise do ONS.

Caso a solicitação seja aprovada, o TLR irá determinar o pagamento da Receita Anual Permitida (RAP) do empreendimento entre 30 de março, data de sua solicitação, e 11 de abril de 2026, data de início da vigência do TLD.

Com esta energização, a companhia passa a receber a Receita Anual Permitida do empreendimento de R$ 16,1 milhões (ciclo tarifário 2025/2026) que possui margem Ebitda estimada de cerca de 90% e regime de tributação por lucro presumido.

O investimento total do projeto é de cerca de R$ 188,8 milhões.

Positivo Tecnologia (POSI3) anuncia captação de recursos junto ao BNDES

A Positivo Tecnologia (POSI3) contratou com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no âmbito do Produto FINEM do Programa BNDES Mais Inovação, um financiamento no montante total de até R$ 300 milhões.

Os desembolsos dos recursos desde financiamento são sujeitos a condições precedentes usuais neste tipo de fomento e a expectativa é que se iniciem ainda dentro do primeiro semestre de 2026. “Esta parceria com o BNDES é uma importante iniciativa de suporte ao Plano de Inovação Tecnológica da companhia de 2026 a 2028, que inclui o desenvolvimento e a ampliação de portfólio de produtos, serviços e soluções de TI com aplicação de recursos de inteligência artificial, para os segmentos de Consumo (B2C) e Institucional (B2B), bem como execução de projetos internos para ganhos de eficiência em processos produtivos e logísticos”, afirmou a Positivo, destacando que o financiamento também contribuirá para o alongamento do perfil de endividamento e redução dos custos financeiros.

Sequoia (SEQL3) anuncia venda do mega sorter para o Mercado Livre

A Sequoia Logística e Transportes (SEQL3) informou nesta quarta-feira, 22, que celebrou contrato com o Mercado Livre para a venda de certos ativos operacionais, incluindo o equipamento denominado Mega Sorter Damon, instalados no centro de distribuição localizado no Campus Mangels em São Bernardo do Campo (SP); e a cessão integral do contrato de locação do centro de distribuição localizado no Campus Mangels, cuja anuência do locador, que era condição precedente para a venda dos ativos operacionais da companhia, foi concedida nesta data.

O preço global da transação é de 7,5 milhões de dólares.

A conclusão da transação depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que realizará a análise da operação em rito sumário.

Após a conclusão da operação, a companhia mantém atuação nos segmentos nos quais possui sólido histórico operacional e geração positiva de caixa: logística de objetos bancários; e logística B2B (Full-Truck-Load, Expresso, etc.).

A conclusão da venda e da desmobilização desse segmento é a etapa final do processo de reestruturação iniciado no final de 2023, permitindo à companhia focar no crescimento das operações rentáveis nas quais somos referências no mercado, afirmou a Sequoia em um fato relevante.

Copasa esclarece notícia de jornal [1]

A Copasa (CSMG3) explicou que a decisão do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) não impede a realização de uma eventual oferta subsequente de ações no âmbito do processo de desestatização da companhia.

O esclarecimento foi feito à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) depois de uma matéria da Folha de São Paulo. O jornal reportou que Tribunal de Contas vetou na quinta-feira, 16, que o governo mineiro conclua o processo de privatização da Copasa, antes de um pronunciamento definitivo da corte.

A Copasa esclareceu que o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) proferiu decisão liminar de deferimento parcial, autorizando a continuidade de etapas preparatórias da operação, mas recomendando que atos definitivos aguardem manifestação conclusiva da corte.

“A decisão deferiu a autorização da continuidade de determinadas etapas relacionadas à potencial oferta, em especial, determinados atos preparatórios, recomendando que atos definitivos relacionados à desestatização aguardassem pronunciamento conclusivo do TCE-MG acerca do Processo de Acompanhamento”, afirmou a Copasa.

Segundo a companhia, a decisão não impõe vedação à oferta ou atos relacionados à oferta, sendo que apenas foi feita recomendação para que atos definitivos relacionados à oferta aguardem pronunciamento definitivo no âmbito do processo de acompanhamento.

A companhia destacou ainda que, diferentemente do apontado na matéria, a estrutura em análise para o processo de desestatização não envolve “editais de venda” nem “leilão”, uma vez que, na estrutura da potencial oferta, a alienação das ações deverá ocorrer por meio de oferta pública de distribuição de ações.

Até o momento, a Copasa não foi informada pelo Estado de Minas Gerais sobre definições em relação ao cronograma relacionado à potencial oferta.

BlackRock eleva participação na Totvs (TOTS3) [2]

A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Totvs (TOTS3).

A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações ordinárias emitidas pela Totvs, sendo que, em 16 de abril de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 59.794.269 ações ordinárias e 103.923 American Depositary Receipts (ADRs), representativas de 207.846 ações ordinárias, totalizando 60.002.115 ações ordinárias, representando aproximadamente 10,010% do total de ações ordinárias emitidas pela companhia, e 346.100 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,058% do total de ações ordinárias.

A BlackRock informou, ainda, que aquisição da participação acionária não visa alterar o controle acionário ou a estrutura administrativa da Totvs.

BRB anuncia acordo com Quadra Capital para vender R$ 15 bi em ativos ligados ao Banco Master [3]

Após aprovação do conselho de administração, o BRB – Banco de Brasília (BSLI4) celebrou na segunda-feira, 20, memorando de entendimento (MoU) com a Quadra Capital para a estruturação de fundo de investimento destinado à transferência de ativos detidos pela companhia, oriundos de operações recebidas pelo BRB do Banco Master.

A operação possui valor de referência de R$ 15 bilhões, sendo composta por parcela financeira à vista, de no mínimo R$ 3 bilhões e até R$ 4 bilhões; e parcela remanescente, estimada entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões, representada por cotas subordinadas do fundo de investimento a ser estruturado para a gestão e monetização dos ativos.

“O BRB através da operação visa a alienação dos referidos ativos com o objetivo de fortalecer sua estrutura de capital e sua liquidez, bem como aprimorar a gestão de seu portfólio, sendo a transação etapa relevante no processo de readequação da companhia, com expectativa de efeitos positivos sobre a liquidez, a gestão de ativos e a racionalização patrimonial”, afirmou o banco em um fato relevante.

A efetivação da operação estará sujeita ao atendimento de condições precedentes previstas no MoU.

Mills (MILS3) atualiza valor por ação de dividendo  [4]

A Mills (MILS3) atualizou o valor por ação do dividendo anunciado em 23 de dezembro de 2025 devido a alterações na quantidade de ações em tesouraria da companhia.

O montante total de R$ 150 milhões de reais a ser distribuído a título de dividendos permanece inalterado, tendo sido ajustado, contudo, o valor por ação, que passa de R$ 0,66173844752 para R$ 0,65959060214 por ação.

A data-base de cálculo (record date) foi na segunda-feira, 20 de abril. As ações serão negociadas “ex” dividendos a partir de 22 de abril de 2026. A data de pagamento será em 30 de abril de 2026, sem incidência de correção monetária.

Brava Energia (BRAV3): assembleia aprova pagamento de dividendo [5]

A Brava Energia (BRAV3) informou que sua assembleia geral ordinária realizada nessa data, aprovou o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025. O montante total é de R$ 57.418.563,07. O valor por ação é de R$ 0,12360222942. Esses dividendos serão pagos às pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 20 de abril de 2026 (esta segunda-feira), respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações da Brava serão negociadas ex-dividendo a partir de 22 de abril (próxima quarta-feira). A companhia informou no aviso aos acionistas que o pagamento será em 01/05/2026.

Safra inicia cobertura da 3tentos (TTEN3)

O Banco Safra iniciou a cobertura de 3tentos. A recomendação é de “compra” e preço-alvo de R$ 23 por ação em 12 meses.

A avaliação é apoiada em três fatores centrais: crescimento robusto, retornos elevados e capacidade comprovada de execução.

Para o time de analistas do banco, a companhia opera um modelo de negócios integrado no agronegócio. Esse desenho amplia as frentes de receita e reduz a dependência de uma única linha de negócio. Como resultado, o Safra vê uma base mais resiliente para o avanço das operações ao longo dos próximos anos.

A avaliação é que as ações da 3tentos são negociadas a 6,3 vezes o indicador de valor da firma sobre Ebitda estimado para 2026, patamar que o Safra compara aos pares locais, como SLC Agrícola (SLCE3) e Boa Safra (SOJA3).

Ainda assim, o banco avalia que o múltiplo atual não captura plenamente a qualidade dos fundamentos da companhia. Entre os diferenciais, a equipe de analistas ressalta a maior diversificação das operações, os retornos superiores e a perspectiva de crescimento sustentado.

Um dos pontos que mais reforçam a visão construtiva do Safra é o histórico de execução da companhia. O banco considera que a companhia já mostrou consistência na implementação de sua estratégia. Esse fator ganha relevância porque a expansão é justamente um dos pilares da recomendação de “compra”.

Entre os riscos, o time de analistas destaca a execução do plano de expansão, a alta dos custos de frete e eventuais interrupções na cadeia de suprimentos.

Agenda de proventos desta quarta, 22:

Petrobras (PETR3, PETR4)  [6]

A data de corte para ter direito aos JCP da Petrobras anunciados em março é nesta quarta-feira, 22. A partir de quinta-feira, 23, os papéis passam a ser negociados ex-JCP. O valor total bruto por ação atualizado é de R$ 0,65. A primeira parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de maio de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. A segunda parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 22 de junho de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Allos (ALOS3)  [7]

A data com para ter direito à primeira parcela do dividendo da Allos, anunciado em 24 de março, é nesta quarta, 22. A partir de quinta-feira, 23, as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,29 e será pago em 5 de maio. Vale lembrar que a segunda parcela do dividendo  também é de R$ 0,29 e será paga em 2 de junho de 2026. A data de corte da segunda parcela será em 19 de maio de 2026.

Tim (TIMS3) paga JCP [8]

A Tim paga nesta quarta, 22 de abril, os juros sobre capital próprio no valor de R$ 490 milhões, deliberados em 24 de março de 2025; e os JCP no valor de R$ 390 milhões, deliberados em 18 de março de 2026. Esses pagamentos estavam inicialmente previstos para ser realizados até dia 30 de abril de 2026. A ‘data com’ para ter direito o valor de R$ 490 milhões foi 31/03/2025; e a ‘data com’ para ter direito o valor de R$ 390 milhões foi 23/03/2026. As ações adquiridas após estas datas estão ex-direito de distribuição de JCP.

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