
Publicado às 9h14 – atualizado às 9h37
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDM26 contrato com vencimento para 17 de junho/26) abriu em alta nesta segunda-feira, 27. Às 9h36 subia 0,18% aos 194.690 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h34 o dólar comercial caía 0,60% cotado a R$ 4,968 na venda.
Petróleo, minério, bitcoin, ouro (9h10)
Petróleo Brent: +0,97% (US$ 106,3). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: -0,39% (US$ 78.225)
Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -0,42% (US$ 4.720)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em estável a 786 iuanes (US$ 114,97). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h11 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,08% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,02%. Nasdaq futuro subia 0,15%.
Notícias corporativas
JHSF (JHSF3) concluiu a aquisição do FBO Embassair em Miami
A JHSF Participações (JHSF3) divulgou nesta segunda-feira, 27, que através de um fundo de investimento estruturado e gerido pela JHSF Capital, gestora de recursos financeiros do grupo, concluiu a aquisição do FBO (Fixed Base Operator) Embassair em Miami, um ativo de infraestrutura já operacional e 100% dedicado ao atendimento dos principais clientes da aviação executiva localizado no Opa-Locka Executive Airport em Miami.
O Opa-Locka Executive Airport é o principal aeroporto executivo da Flórida, a aproximadamente 30 minutos de Downtown Miami.
Além da localização estratégica em um dos mais relevantes mercados de aviação executiva dos Estados Unidos, o Opa Locka Executive Airport encontra-se entre os principais destinos de voos internacionais do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, possibilitando à JHSF extrair sinergias operacionais, oferecendo vantagens a seus clientes e gerando valor em ambos os ativos, afirmou a JHSF em um comunicado.
Segundo a companhia, o FBO atualmente conta com uma plataforma integrada de serviços, incluindo operação contínua, abastecimento de combustível e serviços aeronáuticos e de atendimento a passageiros, além de infraestrutura de hangaragem com potencial de expansão futura, também contará em breve com o sistema de imigração internacional no terminal (U.S. Customs and Border Protection – CBP).
Para a aquisição, foi constituído um fundo de investimento internacional, o JHSF Capital FBOs Fund LP (Fundo), sob gestão da JHSF Capital, que terá a JHSF como investidora majoritária.
“A aquisição está alinhada à estratégia de expansão internacional da JHSF no segmento de aviação executiva e de seus negócios de renda recorrente, reforçando o compromisso da companhia com a criação de valor no longo prazo”, afirmou a JHSF.
Armac (ARML3) compra a Escad [1]
A Armac Locação, Logística e Serviços (ARML3) informou nesta segunda-feira, 27, que foi celebrado um contrato para a aquisição de 100% das ações da Escad Rental Locadora de Equipamentos para Terraplenagem.
A operação atribui um enterprise value de R$ 170 milhões à totalidade das ações da Escad, que possui dívida líquida de R$ 107 milhões.
Segundo a Armac, a operação está alinhada com sua estratégia de expansão em unidades de negócio com bons retornos, modelo de negócio escalável e claros ganhos de sinergia e escala, observando forte complementariedade da base de clientes estratégicos e reforçando a presença da Armac em regiões com alta demanda e relevante atividade econômica.
A Escad permanecerá operando como uma empresa independente. A liderança da Escad permanecerá com seu atual time de executivos, com Eurimilson Daniel ocupando o cargo de diretor presidente.
Fundada em 1976, com sede em Santo André – SP, a Escad é uma tradicional locadora de Linha Amarela do Sudeste do país, atuando em clientes de médio porte, principalmente no segmento de infraestrutura. A companhia opera uma frota de mais de 600 ativos, com idade média de 3 anos, por meio de 5 filiais. A Escad deve apresentar em 2026 uma receita bruta de locação de R$ 85 milhões e um Ebitda de aproximadamente R$ 46 milhões, com uma margem Ebitda de 52%.
Grupo Mover informa intenção de vender a totalidade da participação acionária na Motiva [2]
O Grupo Mover anunciou a intenção de alienar a totalidade das ações de emissão da Motiva (MOTV3) de que é titular, representativas de 14,86% do capital social da companhia, diante de uma oferta vinculante recebida do Banco Bradesco BBI.
Em um fato relevante enviado ao mercado nesta segunda-feira, 27, a Motiva informou que os demais acionistas integrantes de seu bloco de controle signatários do acordo de acionistas poderão, durante um prazo de 30 dias contados a partir da presente data, exercer seus respectivos direitos de preferência conforme os termos previstos em referido acordo.
Já o jornal O Estado de São Paulo divulgou que, com a transação, a Mover liquida uma dívida de cerca de R$ 3,3 bilhões com o BBI e ainda mantém aproximadamente R$ 500 milhões em caixa, já descontados impostos e despesas.
Ainda segundo apuração do Estadão, as ações da Motiva haviam sido dadas como garantia em uma operação de crédito ligada à Intercement, empresa do grupo.
Sabesp avalia incorporar totalidade das ações da Emae [3]
A Sabesp (SBSP3) informou que sua administração irá avaliar a viabilidade de incorporação da totalidade das ações de emissão da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) ainda não detidas pela companhia.
A administração da Emae também vai avaliar a incorporação.
Segundo a Sabesp, o estudo de viabilidade da incorporação de ações incluirá o levantamento das autorizações, condições e processos necessários para sua implementação, além da constituição de comitês independentes para negociação da relação de troca.
Caso a incorporação seja efetivamente aprovada pelos órgãos de administração das companhias e seus acionistas, a Emae será convertida em uma subsidiária integral da Sabesp e os acionistas da Emae receberão, em substituição, ações de emissão da Sabesp, conforme relação de troca a ser oportunamente negociada pelos referidos comitês independentes.
“A incorporação de ações pretendida tem como objetivo a simplificação e otimização da estrutura societária das companhias, consolidando as suas bases acionárias em uma única companhia e reduzir custos operacionais”, afirmou a Sabesp.
Esforço é para fechar acordo com os credores da Raízen em maio, diz jornal [4]
O blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo, reportou no domingo, 26, que, no processo de reestruturação da Raízen (RAIZ4), há um esforço para fechar o acordo com os credores em maio, embora o prazo legal seja 8 de junho. Segundo o jornalista, um dos entraves seria a presidência do conselho de administração. O blog informou que o fundador Rubens Ometto quer continuar como presidente do conselho, mas os credores querem tirá-lo da presidência do colegiado. O blog informou que sua remuneração como chairman anualmente é de cerca de R$ 80 milhões.
Na semana passada a Raízen divulgou que, no contexto do seu processo de recuperação extrajudicial, mantém tratativas e interlocuções com determinados credores financeiros e demais partes interessadas, com o objetivo de construir uma solução consensual para sua reestruturação financeira.
“Nesse contexto, é natural que alternativas, propostas, cenários e estruturas preliminares, de caráter não vinculante, sejam apresentados, discutidos e eventualmente revistos no curso das negociações”, destacou a Raízen em um comunicado.
A afirmação foi feita após a B3 solicitar esclarecimentos sobre a notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico em 19 de abril de 2026, sob o título “Bancos credores apresentam nova proposta de reestruturação à Raízen”.
A Raízen explicou que, até a semana passada, não tinha sido celebrada qualquer operação, firmado qualquer acordo vinculante ou tomada qualquer decisão definitiva a respeito dos temas mencionados na matéria do Valor.
Segundo o Valor, citando pessoas familiarizadas com o assunto, os bancos credores da Raízen apresentaram à empresa uma nova proposta de reestruturação.
Como parte do plano, os credores propõem que 30% da receita da venda de ativos argentinos seja usada para amortizar dívidas, disseram as fontes. Ainda de acordo com o jornal, os credores também solicitam a substituição de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan, da presidência da Raízen, reiterando uma proposta anterior dos detentores de títulos.
Oncoclínicas (ONCO3): vice-presidente executivo renuncia ao cargo
Marcel Cecchi Vieira renunciou aos cargos de vice-presidente executivo, diretor executivo financeiro e diretor executivo de relações com investidores na Oncoclínicas (ONCO3). A informação foi divulgada na noite de domingo, 26. Segundo a companhia, o cargo de vice-presidente executivo será ocupado até a assembleia geral ordinária e extraordinária convocada para o dia 30 de abril de 2026 por Carlos Gil Moreira Ferreira, atual diretor presidente e diretor médico.
Isaac Quintino, atualmente diretor financeiro da companhia (não estatutário), ocupará até a assembleia os cargos de diretor executivo financeiro e diretor executivo de relações com investidores.
Marcos Grodetzky foi nomeado em 24 de abril de 2026 para o cargo de presidente do conselho de administração da Oncoclínicas.
Enjoei (ENJU3) aprova redução de capital [5]
A companhia Enjoei (ENJU3) informou na sexta-feira, 24, que sua assembleia geral ordinária e extraordinária aprovou a redução do capital social no montante de R$ 384.762.592,49 para a absorção dos prejuízos acumulados apurados nas demonstrações financeiras da companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025; e a redução do capital social, no valor de R$ 41.344.179,45, sem o cancelamento de ações, mediante a restituição aos seus acionistas.
A restituição aos acionistas será no valor de R$ 0,20166122714 por ação, considerando um total de 205.017.990 ações ordinárias.
Terão direito ao recebimento investidores com posição acionária em 24 de junho de 2026. A partir de 25 de junho, os papéis passam a ser negociados “ex-direito” à restituição.
Caso a quantidade de ações em circulação seja alterada até a data de corte, o valor por ação poderá sofrer alterações.
Engie Brasil (EGIE3): assembleia aprova R$ 557,7 milhões em dividendo [6]
A Engie Brasil (EGIE3) divulgou nesta sexta-feira, 24, que sua assembleia geral ordinária, realizada nesta data, aprovou o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios e complementares no valor de R$ 557,7 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,48828975686 por ação. Para ter direito tem que ter ações da companhia em 4 de maio de 2026. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 5 de maio de 2026. Esses dividendos mínimos obrigatórios e complementares serão pagos em 20 de maio de 2026.
A Engie Brasil também divulgou que sua diretoria executiva definiu que os juros sobre capital próprio, referentes ao período de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2025, no valor de R$ 100 milhões (R$ 0,08754276626 por ação), serão pagos em 20 de maio de 2026. Esses JCP foram anunciados em 12 de dezembro. Tem direito quem tinha ações em 18 de dezembro de 2025. As ações da companhia são negociadas ex-juros sobre o capital próprio desde 19 de dezembro.
Irani (RANI3) aprova o pagamento de R$ 59,7 milhões em dividendo [7]
A assembleia geral ordinária da Irani (RANI3) aprovou nesta sexta-feira, 24, o pagamento de dividendo no valor total de R$ 59,7 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,259102569 por ação. Tem direito acionistas detentores de ações de emissão da Irani nesta sexta-feira, 24 de abril. As ações da companhia passarão a ser negociadas ex-proventos a partir de 27 de abril de 2026 (inclusive). O pagamento será realizado em 20 de maio de 2026.
Grupo SBF (SBFG3): assembleia aprova dividendo [8]
A assembleia do Grupo SBF (SBFG3) aprovou na sexta-feira, 24, o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios no valor de R$ 125 milhões, que corresponde a R$ 0,54285111913 por ação. Tem direito ao recebimento desses dividendos acionistas da companhia titulares de posições acionárias nesta sexta-feira, 24 de abril. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 27 de abril de 2026. Os dividendos serão pagos à vista, até 31 de dezembro de 2026.
Anima (ANIM3) aprova pagamento de dividendo [9]
A Ânima Educação (ANIM3) informou que sua assembleia realizada na sexta-feira, 24, aprovou a distribuição de dividendos relativos ao exercício social de 2025, no valor total de R$ 29,3 milhões, correspondentes a R$ 0,07778472573 por ação. Tem direito aos dividendos acionistas da companhia titulares de ações nesta sexta, 24 de abril (data de corte). A partir de 27 de abril as ações da companhia passam a ser negociadas “ex-dividendos”. O pagamento dos dividendos será realizado em 15 de maio de 2026.
Helbor (HBOR3): assembleia aprova dividendo [10]
A assembleia geral da Helbor (HBOR3) realizada na sexta-feira, 24, aprovou o pagamento do dividendo obrigatório no valor total de R$ 2,67 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,02015425656 por ação.
A Helbor explicou que terão direito à parcela de R$ 2,5 milhões, equivalente a R$ 0,01884039452 por ação, dos dividendos ora referidos, declarada por deliberação tomada pelo conselho de administração em 30 de dezembro de 2025, titulares de ações ordinárias de emissão da companhia ao final do pregão do dia 5 de janeiro de 2026; e farão jus à parcela de R$ 174.341,10, equivalente a R$ 0,00131386204 por ação, dos dividendos ora referidos, titulares de ações ordinárias de emissão da companhia ao final do pregão desta sexta, 24 de abril, passando as ações a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 27 de abril de 2026, inclusive. O pagamento será realizado em 29 de maio de 2026.
Track&Field (TFCO4): assembleia aprova dividendo [11]
A assembleia da Track&Field (TFCO4), realizada nesta sexta-feira, 24 de abril, aprovou o pagamento de dividendos no valor de R$ 1,53 milhão, que somados aos Juros sobre Capital Próprio já distribuídos no valor de R$ 39.094.953,47 totalizam R$ 40.630.113,36. Esse valor é equivalente a R$ 0,00101158713 por ação ordinária e R$ 0,01011587130 por ação preferencial em circulação. A base de cálculo dos dividendos será a posição acionária no encerramento do pregão da B3 do dia 30 de abril de 2026. A partir de 04 de maio de 2026 as ações serão negociadas na B3 “ex” dividendos. O pagamento ocorrerá no dia 29 de maio de 2026.
Allpark – Estapar (ALPK3): assembleia aprova dividendo [12]
A assembleia da Allpark – Estapar (ALPK3), realizada na sexta-feira, 24, aprovou o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios. Será distribuído o montante de R$ 1,67 milhão. Esse valor corresponde ao valor bruto de R$ 0,00766361084 por ação ordinária. Tem direito quem tinha ações da companhia nesta sexta-feira, 24. A partir de 27 de abril as ações passam a ser negociadas ex-dividendo. O pagamento será realizado até o final do exercício de 2026, em parcelas e datas a serem oportunamente definidas pelo conselho de administração.
Estudo de ações da Bolsa
Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbse3, Cxse3, Ggbr4 e de Alld3. Acesse aqui [13] o vídeo.
Agenda de proventos desta segunda, 27:
Segunda, 27
Oceanpact (OPCT3) [14]
A Oceanpact paga até esta segunda-feira, 27, o dividendo aprovado em assembleia realizada em 14 de abril. O montante total é de R$ 19,3 milhões, correspondentes a R$ 0,09 por ação. Tem direito ao recebimento titulares de ações ordinárias da companhia em 14 de abril. As ações da empresa passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 15 de abril.
Telefônica Brasil (VIVT3) [15]
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Telefônica Brasil, anunciados em 15 de abril, é nesta segunda-feira, 27. A partir de terça-feira, 28, as ações passam a ser negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é de R$ 0,094230943. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2027.
Divulgam resultado do 1T26 nesta segunda, 27:
Gerdau, Metalúrgica Gerdau, Assaí – após o fechamento do mercado.