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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

Publicado às 9h28 – atualizado às 9h43

Ibovespa futuro

Às 9h43 desta sexta-feira, 24, o Ibovespa futuro (INDM26 contrato com vencimento para 17 de junho/26) subia 0,07% aos 194.650 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h42 o dólar comercial subia 0,23% cotado a R$ 5,015 na venda.

Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h19)

O preço do barril de petróleo Brent virou para queda de 0,64% (US$ 104,3). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,57% (US$ 78.855)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,02% (US$ 4.725)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,19% a 786,5 iuanes (US$ 115,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h25 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,01% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,43%. Nasdaq futuro subia 1,35%.

Notícias corporativas

Usiminas reporta lucro de R$ 896 milhões no 1T26, alta anual de 166% [1]

A Usiminas (USIM5) divulgou nesta sexta-feira, 24, que teve no primeiro trimestre de 2026 (1T26) lucro líquido de R$ 896 milhões, alta de 166% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (1T25). Em relação ao quarto trimestre de 2025 (4T25) o aumento foi de 596%. Segundo a siderúrgica, a evolução reflete a melhora do resultado operacional, efeitos cambiais líquidos positivos e um aumento nos créditos por tributos diferidos pela apreciação do real frente ao dólar no período.

O Ebitda ajustado da Usiminas no 1T26 somou R$ 653 milhões, queda de 11% na base anual de comparação.

A receita líquida no 1T26 alcançou R$ 5,87 bilhões, redução de 4,9% em relação ao 4T25 (R$ 6,2 bilhões), refletindo a queda nas Unidades de Siderurgia e de Mineração. Em relação ao 1T25 a queda foi de 14%.

CEO da Alliança Saúde (AALR3) renuncia [2]

A Alliança Saúde (AALR3) informou que Ricardo de Magalhães Sartim apresentou sua renúncia aos cargos de diretor presidente (CEO), diretor financeiro interino (CFO Interino) e membro do conselho de administração.

Segundo a companhia, a decisão foi por motivos de “ordem pessoal” e foi tomada em comum acordo entre a Alliança Saúde e o executivo.

A companhia informou que já iniciou o processo de sucessão para os cargos ocupados por Ricardo de Magalhães Sartim.

O conselho de administração aprovou a eleição de João de Saint Brisson Paes de Carvalho como novo membro independente do colegiado, para ocupar o cargo vago.

Governo mineiro inicia seleção prévia de investidor de referência para privatização da Copasa [3]

Em preparação para a potencial oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias de emissão da Copasa (CSMG3), de titularidade do Estado de Minas Gerais, o governo mineiro publicou o manual da etapa prévia para seleção de investidor de referência, que poderá adquirir participação de até 30% na companhia de saneamento.

A fase de cadastramento e qualificação dos interessados começará nesta sexta-feira, 24 de abril, e seguirá até 8 de maio.

Durante essa fase, caberá à B3 (B3SA3) analisar se os participantes atendem aos requisitos estabelecidos para definição dos investidores de referência, conforme as regras previstas no manual da operação.

Apenas os investidores que atenderem integralmente aos critérios estabelecidos e tiverem essa condição confirmada pela B3 estarão aptos a avançar para a etapa subsequente.

Banco do Brasil (BBAS3) realiza captação internacional de dívida sênior, do tipo ‘nature bond’ [4]

O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou que realizou captação internacional sustentável de dívida sênior, do tipo “nature bond”, no montante de US$ 500 milhões, com vencimento em 23 de outubro de 2031, cupom de 5,625% ao ano e retorno final para o investidor de 5,875 % ao ano.

A operação foi precificada em 16 de abril de 2026 e a liquidação financeira ocorreu em 23 de abril de 2026.

“Este é o primeiro nature bond benchmark size emitido por uma instituição financeira comercial no mundo, demonstrando o protagonismo em finanças sustentáveis e ampliando a presença do Banco em instrumentos financeiros alinhados à agenda socioambiental e climática”, afirmou o Banco do Brasil.

Os recursos da emissão serão direcionados a iniciativas de recuperação produtiva de áreas degradadas, promovendo a restauração do solo, o aumento da produtividade agrícola e a redução da pressão por abertura de novas áreas, com ênfase no cultivo de alimentos, explicou a instituição financeira.

Ainda segundo o banco estatal, esses investimentos combinam ganhos ambientais e econômicos ao transformar passivos ambientais em ativos produtivos, com impactos positivos sobre o clima, a biodiversidade e a geração de renda no campo.

Suzano (SUZB3) anuncia pagamento de dividendo adicional [5]

A Suzano (B3: SUZB3; NYSE: SUZ) informou que sua assembleia geral ordinária e extraordinária aprovou a distribuição de dividendos adicionais no montante de R$ 5.627.858,70. O valor por ação é de R$ 0,00455231 por ação da companhia. O pagamento desses dividendos adicionais será efetuado até 31 de dezembro de 2026. Para ter direito tem que ter ações da Suzano em 29 de abril. As ações de emissão da companhia passarão a negociar “ex-dividendos” a partir do dia 30 de abril.

Com relação aos detentores de American Depositary Receipts – ADR negociados na New York Stock Exchange – NYSE, o pagamento dos Dividendos Adicionais será efetuado conforme procedimentos aplicáveis pelo banco depositário The Bank of New York Mellon.

Petrobras assina novo acordo de acionistas da Braskem  [6]

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que encaminhou notificação para Novonor formalizando sua opção pelo não exercício, pela companhia, dos direitos de preferência e de tag along previstos no acordo de acionistas vigente da Braskem (BRKM5).

A Petrobras também informou que assinou com o Shine I Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Responsabilidade Limitada (FIP) um novo acordo de acionistas da Braskem, para promover um aperfeiçoamento da governança e o controle compartilhado entre Petrobras e FIP, na Braskem, incluindo a obrigação de obtenção de consenso entre as partes em todas as deliberações do conselho de administração e da assembleia geral, e o direito à indicação, pelas partes, de número igual de membros para o conselho de administração e a diretoria estatutária.

O acordo de acionistas será encaminhado para a Braskem, para adoção das providências cabíveis, e entrará em vigor tão logo seja concluída a transferência de ações para o FIP, explicou a Petrobras.

Além desta iniciativa, Petrobras e FIP, em consonância com o novo acordo, apresentarão proposta de um novo Estatuto Social para a Braskem, cuja efetividade seguirá os procedimentos aplicáveis de governança da Braskem.

A Petrobras mantém sua participação de 36,1% no capital total da Braskem, sendo 47% do capital votante.

Magazine Luiza (MGLU3) pagará R$ 63 milhões em dividendo. Veja os detalhes: [7]

Acionistas do Magazine Luiza (MGLU3) reunidos em assembleia na quinta-feira, 23, deliberaram o pagamento de dividendos. O valor total soma R$ 63 milhões, o que corresponde a R$ 0,0813001921 por ação ordinária. Desse valor R$ 3.021.053,04 são a título de dividendos mínimos obrigatórios; R$ 17.119.300,54 são a título de dividendos adicionais; e R$ 42.859.646,42 são a título de dividendos intermediários. Terão direito ao recebimento desses dividendos os titulares de ações ordinárias de emissão do Magazine Luiza nesta sexta-feira, 24 de abril. As ações passarão a ser negociadas “ex dividendos” a partir de segunda-feira, 27 de abril. O pagamento será em 8 de maio de 2026.

Copel (CPLE3) pagará em 30 de junho o dividendo aprovado em 10 de dezembro/25 [8]

A Copel (CPLE3) informou que os dividendos declarados em 10 de dezembro de 2025, no montante total de R$ 1,35 bilhão, serão pagos em 30 de junho de 2026. O valor por ação ordinária é R$ 0,45453469202. Esses dividendos serão pagos aos acionistas com base na posição acionária existente em 30 de dezembro de 2025. Desde 2 de janeiro de 2026 ações passaram a ser negociadas ex-dividendo.

Brava (BRAV3): Ecopetrol celebra contrato para comprar participação de 26% na petroleira [9]

A Brava Energia (BRAV3) informou na véspera que recebeu uma carta da Ecopetrol, sociedade de economia mista vinculada ao Ministério de Minas e Energia da República da Colômbia, referente à aquisição de ações da petroleira brasileira atualmente detidas por determinados acionistas.

Na carta, a Ecopetrol afirma que celebrou contrato para comprar 120.813.490 ações ordinárias de emissão da Brava Energia, correspondentes a 26% do capital social total da petroleira, dos acionistas Somah Printemps Quantum Group, Jive Group e Yellowstone.

Por meio da transação, a companhia espera alcançar a participação de 51% das ações ordinárias da Brava e para isso vai lançar uma oferta pública voluntária parcial de aquisição (OPA) ao preço de R$ 23, levando a um prêmio de 27,8% sobre o preço das ações negociado nos últimos 90 dias.

Após subirem mais de 5% durante a sessão as ações BRAV3 acabaram fechando em queda de 1,13% na quinta-feira a R$ 20,17.

Marcopolo (POMO4) tem data de corte para JCP [10]

A data de corte para ter direito aos JCP da Marcopolo, anunciados em 15 de abril, é nesta sexta-feira, 24. A partir de 27 de abril as ações serão negociadas ex-dividendo. O valor é de R$ 0,085 por ação. O pagamento será a partir do dia 8 de maio de 2026.

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