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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

Publicado às 9h15 – atualizado às 9h49

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDJ26 contrato com vencimento para 15 de abril/26) abriu em alta nesta segunda-feira, 6. Às 9h48 subia 0,39% aos 189.435 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Investidores repercutem nesta segunda-feira a informação divulgada pela agência Reuters de que Irã e Estados Unidos receberam um plano para encerrar as hostilidades que pode entrar em vigor já nesta segunda-feira. O preço do barril de petróleo, que abriu em alta na noite de domingo, tinha leve baixa na manhã desta segunda-feira.

Dólar

Às 9h47 o dólar comercial caía 0,12% cotado a R$ 5,154 na venda.

Petróleo e minério (9h11)

Petróleo Brent: -0,38% (US$ 108,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +2,98% (US$ 69.747)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,54% (US$ 4.705)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,50% a 799,5 iuanes (US$ 116,16). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h10 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,13% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,08%. Nasdaq futuro subia 0,36%.

Destaques corporativos

Boa Safra (SOJA3) anuncia celebra acordo para constituição de joint venture com parceiro local na Nigéria

A Boa Safra Sementes (SOJA3) informou nesta segunda-feira, 6, que sua controlada Bestway Seeds, celebrou acordo para a constituição de uma joint venture com um parceiro local na Nigéria, com foco na produção de sementes de milho para atendimento do mercado local. 

A joint venture terá US$ 9,7 milhões de equity, sendo a participação inicial da Bestway Seeds de 20% do capital social, integralmente atribuída em contrapartida à sua expertise na produção de sementes de milho, não havendo qualquer aporte de recursos financeiros pela companhia ou por sua controlada. 

“O projeto tem como objetivo elevar significativamente a produtividade agrícola local, contribuindo para a autossuficiência da Nigéria na produção de sementes de milho para atendimento de sua demanda interna”, afirmou a companhia. 

O acordo prevê, ainda, uma opção de aumento da participação da Bestway Seeds para até 40% do capital social da joint venture. 

A Boa Safra avalia que a operação permite a aplicação de seu modelo técnico, agronômico e operacional, por meio da Bestway Seeds, com baixo impacto sobre sua estrutura financeira, uma vez que a participação societária é obtida sem aporte de capital, mediante a alavancagem de suas competências e experiência acumuladas no setor de sementes. 

Unifique (FIQE3) anuncia compra de participação majoritária na Amazônia 5G

A Unifique (FIQE3) divulgou nesta segunda-feira, 6, que comprou uma participação majoritária de 56,4% na Amazônia 5G por R$ 15 milhões para expandir sua área de atuação em São Paulo.

“A aquisição representa uma alavanca estratégica fundamental para acelerar o crescimento da companhia e capturar valor em um mercado dinâmico”, afirmou a Unifique em um fato relevante. 

Segundo a companhia, a operação garante ativos relevantes, como o uso da radiofrequência do 5G e permite uma expansão ágil no segmento móvel. 

“Destaca-se que a Amazônia 5G detém a frequência do estado de São Paulo, e essa licença permite atingir a escala necessária em tempo reduzido, consolidando uma vertical de negócio essencial”, afirmou a companhia, ressaltando que, como resultado, criam-se as condições ideais para o desenvolvimento de uma nova base de clientes, o fortalecimento da marca e a captura de oportunidades sustentáveis a médio e longo prazo.

CFO da Embraer renuncia 

A Embraer (EMBJ3) informou nesta segunda-feira, 6, que Antonio Carlos Garcia renunciou ao cargo de vice-presidente executivo financeiro e relações com investidores (CFO) para se dedicar a novos projetos profissionais. 

Em um comunicado a companhia agradeceu a Antonio Carlos Garcia pela dedicação e relevante contribuição ao longo de sua trajetória na Embraer desde janeiro de 2020.

Com o objetivo de assegurar uma transição ordenada e a continuidade dos negócios, o conselho de administração elegeu Francisco Gomes Neto para ocupar interinamente o cargo. Francisco Gomes Neto acumulará este cargo com o de diretor-presidente até que o conselho de administração eleja o novo CFO. 

A Embraer reforçou que a mudança “não altera sua estratégia, operações ou compromissos financeiros e reafirma sua confiança na continuidade do desempenho sólido, na robustez de sua posição financeira e na execução de seu plano de negócios”.

Mahle Metal Leve (LEVE3) passa a oferecer soluções de carregamento para veículos eletrificados no Brasil [1]

A Mahle Metal Leve (LEVE3) informou nesta segunda-feira, 6, que ampliou a atuação e passa a oferecer soluções de carregamento para veículos eletrificados no Brasil.

A companhia trouxe para o mercado nacional a linha “Mahle chargeBIG”, uma solução de carregamento que permite múltiplos pontos e recarga com gestão otimizada de energia.

“A tecnologia consolidada na Europa chega ao país para impulsionar a infraestrutura de recarga das baterias dos veículos elétricos”, afirmou a companhia em um comunicado.

A solução é um carregador de múltiplos pontos que tem como objetivo oferecer uma infraestrutura de carregamento modular de veículos eletrificados para aplicações em larga escala.

A tecnologia já conta com cerca de 3.000 pontos de carregamento instalados na Europa e passa a integrar o portfólio da Mahle Metal Leve no mercado brasileiro.

Como marco inicial de sua operação no país, o primeiro ponto de recarga com a tecnologia foi inaugurado em 27 de março de 2026, em um posto de combustível na cidade de Jaguariúna, no interior de São Paulo.

O sistema também pode ser aplicado em ambientes domésticos coletivos, como condomínios e garagens compartilhadas em hotéis, shopping center e centros comerciais.

O equipamento ainda é capaz de atender todos os veículos simultaneamente de acordo com a capacidade da rede. O gerenciamento de carga distribui automaticamente a energia de forma equilibrada entre os pontos de recarga.

Governo indicará Guilherme Mello para presidir conselho da Petrobras, diz jornal [2]

O governo do presidente Lula, deverá indicar Guilherme Mello para a presidência do conselho de administração da Petrobras (PETR4, PETR3). A informação é do jornal Folha de S.Paulo.

A indicação ocorrerá depois que Bruno Moretti renunciou ao cargo para ser nomeado ministro do Planejamento e Orçamento, reporta o jornal.

Guilherme  Mello é atualmente secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

O ex-ministro Fernando Haddad chegou a defender Mello para a diretoria do Banco Central, mas a indicação nunca foi formalizada por Lula e enfrentava resistência dentro do próprio Banco Central.

Mello é professor da Unicamp e um dos arquitetos do novo arcabouço fiscal.

Braskem não descarta medidas de proteção contra credores [3]

A Braskem (BRKM5) prestou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários após uma matéria divulgada pela agência Bloomberg.

Segundo a Bloomberg, “a Braskem avalia recorrer à recuperação judicial ou a outros mecanismos de proteção contra credores, em meio a dívidas”. A informação é atribuída a fontes.

A Braskem ressaltou em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira, 2, que contratou em setembro do ano passado assessores financeiros e jurídicos especializados para auxiliar na elaboração de um diagnóstico abrangente de alternativas econômico-financeiras para otimizar a sua estrutura de capital.

“No curso dos trabalhos relativos a tal diagnóstico, a companhia e seus assessores consideram diferentes alternativas, incluindo eventuais medidas de proteção contra credores. Não obstante, esclarecemos que nesta data não há qualquer decisão acerca da alternativa (ou conjunto de alternativas) a ser(em) implementadas”, afirmou a petroquímica no comunicado.

A Braskem explicou também que o diagnóstico ainda está em curso e a companhia e seus assessores vêm avançando de forma estruturada na formulação de um plano abrangente de reestruturação da sua estrutura de capital e em tratativas junto aos assessores dos credores.

Motiva (MOTV3) celebra contrato para assumir concessionária da rodovia Fernão Dias [4]

A Motiva (MOTV3) e a Arteris celebraram contrato que prevê a aquisição, pela Motiva, da totalidade das ações de titularidade da Arteris na Autopista Fernão Dias, atual concessionária da Rodovia BR-381/MG/SP, correspondente a 100% de seu capital social.

O valor da transação é de R$ 381,3 milhões, à vista com eventual ajuste de preço no valor de R$ 19,5 milhões, cuja exigibilidade encontra-se sob análise no âmbito de medida cautelar proferida pelo Tribunal de Contas da União, explicou a Motiva em um comunicado enviado ao mercado na noite de quinta-feira, 2 de abril.

“A transação representa a aquisição de um ativo premium alinhada ao planejamento estratégico da Motiva e aos seus rigorosos critérios de alocação de capital e geração de valor sustentável”, afirmou a companhia.

O ativo está inserido em um corredor econômico relevante, reunindo importantes pólos industriais, agrícolas e logísticos, o que reforça sua atratividade e resiliência de demanda, destaca a Motiva. Com a consumação da transação e a celebração do respectivo Termo Aditivo de Modernização ao Contrato de Concessão da Autopista Fernão Dias, a Motiva passará a operar em uma nova região geográfica, Minas Gerais, fortalecendo a escala de sua plataforma de rodovias e aumentando sua competitividade no setor.

Trata-se da maior rodovia federal em volume de eixos equivalentes pedagiados em 2025, com demanda amplamente conhecida, associada a uma base econômica diversificada e perfil de investimentos de baixa complexidade, fatores que contribuem para a previsibilidade operacional e a geração sustentável de caixa ao longo da concessão, ressaltou a Motiva.

Fitch afirma rating da Copasa; perspectiva ‘estável’ [5]

A agência de classificação de risco Fitch afirmou o rating nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ da Copasa (CSMG3) e de suas 14ª, 17ª, 20ª e 22ª emissões de debêntures quirografárias.

A perspectiva do rating corporativo é “estável”.

Segundo a agência, o rating da Copasa reflete a expectativa de manutenção do seu robusto perfil de crédito, com ampliação das margens e fortalecimento da geração operacional de caixa para suportar os fortes investimentos e o pagamento da outorga para estender o contrato com o Município de Belo Horizonte.

A classificação incorpora ainda os sólidos fundamentos do setor de saneamento básico, que apresenta demanda resiliente e operações baseadas em contratos de longo prazo com a maioria dos municípios atendidos, comenta o time de analistas da Fitch.

Segundo o relatório, a Copasa está exposta a riscos hidrológicos e sua eventual privatização não deve afetar seu rating, pois o impacto do atual controlador, o Estado de Minas Gerais, no seu perfil de crédito é limitado.

RD Saúde (RADL3) altera ‘data com’ para ter direito a juros sobre o capital [6]

A RD Saúde (RADL3) informou na quinta-feira, 2, após o fechamento do mercado, a alteração da ‘data com’ (data de corte) dos juros sobre o capital anunciados em 31 de março. A data passou de 3 de abril (que cairia neste feriado de Sexta-feira Santa) para 6 de abril, próxima segunda-feira. A partir de 7 de abril as ações da companhia serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. Os juros sobre o capital próprio são no montante total bruto de R$ 150,4 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,08601480302. O pagamento será até o dia 1° de dezembro de 2026, em data a ser fixada pela administração.

Moody’s Local Brasil afirma ratings da Vale  [7]

A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil afirmou o rating corporativo AAA.br da Vale (VALE3). A perspectiva é “estável”. Ao mesmo tempo, afirmou os ratings AAA.br da 8ª, 10ª e 11ª Emissão de Debêntures, sem garantia real.

A afirmação dos ratings associados à Vale reflete sua escala como uma das maiores mineradoras do mundo em minério de ferro e com atuação relevante em metais de transição energética (cobre e níquel), explicou a Moody’s Local Brasil.

A posição competitiva é extremamente forte, estando posicionada no começo da curva de custos do setor. O rating também incorpora a diversificação geográfica de ativos, clientes e diferentes commodities.

Segundo a agência, a robustez do modelo de negócios da Vale está refletida em suas métricas de crédito, com destaque para baixa alavancagem, elevada cobertura de juros e forte geração de caixa.

Ainda segundo a Moody’s Local Brasil, a companhia mantém uma política financeira conservadora e proativa, com liquidez extremamente robusta, contribuindo para mitigar a exposição à volatilidade do mercado de commodities e aos riscos do setor.

“Ponderamos que o acordo definitivo de Mariana reduziu de forma relevante as incertezas das saídas de caixa das reparações”, ressalta a agência, destacando que, por outro lado, os litígios em Londres e Amsterdã podem resultar em saídas de caixa incrementais no curto ou médio prazo, porém sem alterar de forma substancial a liquidez da companhia, dadas as provisões existentes e o próprio acordo fechado no Brasil.

Conselho da Sanepar aprova a adoção de medidas contra consulta pública da Agepar sobre precatório  [8]

A Sanepar (SAPR4, SAPR11) informou que seu conselho de administração aprovou a adoção de medidas em face da consulta pública da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar).

Em março a Agepar propôs que os R$ 3,94 bilhões recebidos pela Sanepar via precatório sejam integralmente destinados aos usuários. A proposta da Agepar será submetida a um processo de consulta pública em fins de abril.

As medidas a serem adotadas pela companhia podem ser administrativas e/ou judiciais.

Para analistas, uma das consequências da proposta da Agepar é a redução do potencial de captura de valor pela Sanepar, afetando suas expectativas de retorno e geração de caixa. Também havia a expectativa de que ao menos parte dos ganhos com o precatório ficaria com a Sanepar e seria distribuída a acionistas por meio de provento extraordinário.

O precatório refere-se a uma vitória judicial da Sanepar contra a União, finalizada em setembro do ano passado, envolvendo imunidade tributária.

A Sanepar também informou na noite de quinta-feira, 2, que seu conselho de administração, deliberou sobre a destituição do diretor comercial da companhia, Bihl Elerian Zanetti.

Caixa Seguridade contrata Itaú Corretora para exercer a função de formador de mercado de suas ações [9]

A Caixa Seguridade (CXSE3) contratou a Itaú Corretora de Valores para exercer a função de Formador de Mercado de suas ações ordinárias (CXSE3) no âmbito da B3.

O contrato formalizado entre Caixa Seguridade e a Itaú Corretora tem como objetivo fomentar a liquidez das ações de emissão da companhia pelo prazo de 12 meses, a contar de sua celebração, podendo ser prorrogado mediante assinatura de termo aditivo firmado entre as partes. O novo formador de mercado iniciará as suas atividades em 3 de abril.

A Caixa Seguridade informou que 600 milhões de ações ordinárias de sua emissão se encontram em circulação no mercado e que não existe qualquer contrato regulando o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de sua emissão com o formador de mercado.

Embraer registra 44 aeronaves entregues no primeiro trimestre, alta de 47% na comparação anual  [10]

A Embraer (NYSE: EMBJ / B3: EMBJ3) divulgou que entregou 44 aeronaves no primeiro trimestre de 2026 (1T26). O resultado representa um crescimento de 47% na comparação anual (ano contra ano), frente às 30 aeronaves entregues no primeiro trimestre de 2025 (1T25), dado o progresso nas iniciativas de nivelamento de produção implementadas pela empresa.

Na Aviação Comercial foram entregues 10 novas aeronaves no período — 3 delas do modelo E195- E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento — no primeiro trimestre do ano. O volume da unidade de negócios cresceu 43% em relação ao 1T25, quando foram entregues 7 aeronaves.

A Aviação Executiva entregou 29 jatos no trimestre, um aumento de 26% na comparação com o 1T25, quando foram entregues 23 aeronaves. O desempenho foi impulsionado pelo maior número de entregas tanto de jatos leves quanto de médio porte, refletindo a demanda sólida e contínua no segmento.

Em Defesa & Segurança, a companhia entregou 1 aeronave de transporte militar multimissão KC390 Millennium e 4 A-29 Super Tucano, totalizando 5 aeronaves no trimestre, em comparação com nenhuma entrega no mesmo período do ano anterior.

A Embraer estima entregas entre 80 e 85 aeronaves na Aviação Comercial em 2026 (ponto médio com crescimento de 6% ano contra ano) e entre 160 e 170 aeronaves na Aviação Executiva (ponto médio também com crescimento de 6% ano contra ano).

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo de Vale3, Petr4, Prio3, Ggbr4, Cxse3 e de outros ativos.  Acesse aqui  [11]o vídeo.

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