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Entenda por que o J.P. Morgan rebaixou a recomendação da Klabin 

Publicado às 13h55

O time de analistas do J.P. Morgan rebaixou a recomendação da Klabin para “neutra” após uma revisão das estimativas para o setor de papel e celulose. O preço-alvo das units foi cortado de R$ 26 para R$ 22 por unit. Às 13h50 as units da companhia tinham queda de 2,30% a R$ 18,27.

A equipe do banco norte-americano espera um desempenho operacional sólido e equilibrado, mas avalia que esse cenário já está refletido no preço atual das ações da companhia, sem gatilhos  para uma performance superior.

O time considera um cenário mais fraco para a celulose de fibra longa, e os preços da celulose de fibra curta estão se aproximando de um pico cíclico. 

A equipe de analistas espera que os preços de fibra curta permaneçam sustentados no curto prazo, mas a demanda mais fraca por papel e spreads comprimidos da fibra longa devem limitar o potencial de alta.

A avaliação é que, embora a disciplina na oferta e a inflação de custos tenham sustentado os preços, riscos geopolíticos (principalmente o conflito no Oriente Médio) trouxeram cautela ao mercado, limitando a disposição dos compradores em aceitar novos aumentos.

No setor, a Suzano segue como principal escolha do J.P. Morgan, com o banco ressaltando que é a única fabricante latino-americana que oferece um perfil de risco-retorno diante o cenário atual. A visão positiva também é sustentada pelo valuation ‘atrativo’.

O preço-alvo da ação SUZB3 foi reduzido de R$ 81 para R$ 74 refletindo revisões cambiais.

A Klabin divulgará os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 6 de maio antes da abertura do mercado. A Suzano divulgará os resultados do 1T26 em 29 de abril, após o fechamento do mercado.

Veja abaixo as recomendações das instituições financeiras que cobrem a Klabin:

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