
Publicado às 9h58
A mineradora Vale (VALE3) informou em um fato relevante enviado ao mercado nesta terça-feira, 31, que atualizou determinadas estimativas, contemplando a inclusão de guidance indicativo sobre o potencial de contribuição de sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) para o Ebitda consolidado no longo prazo; e a atualização da sensibilidade do fluxo de caixa da VBM para o exercício de 2026.
Com base em suas atuais premissas e expectativas de longo prazo, a Vale estima que a subsidiária VBM poderá responder por aproximadamente 30% a 35% do Ebitda consolidado da mineradora a partir de 2035.
Essa estimativa considera, como premissas principais os preços de longo prazo de cobre, níquel e ouro, com base na média das estimativas de analistas sell-side, disponíveis em fevereiro de 2026; e as projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre no longo prazo, conforme previamente divulgadas ao mercado pela Vale, afirmou a companhia no fato relevante.
A Vale estima que o Fluxo de Caixa Livre da VBM em 2026 possa situar-se em uma faixa aproximada entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão, em termos reais. Essa estimativa é baseada em projeções de preços mínimos e máximos de analistas sell side para o cobre (aproximadamente US$ 11.600/t e US$ 13.200/t, respectivamente), para o níquel (aproximadamente US$ 15.000/t e US$ 18.100/t, respectivamente) e para ouro (aproximadamente US$ 4.300/tr. oz e US$ 5.500/tr. oz, respectivamente).