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Resultado da Syn e da Dasa, notícia da Azul, Metal Leve, provento da Hypera e da B3. Leia os destaques:

 

Publicado às 21h20

Notícias corporativas

Dasa (DASA3) reporta prejuízo no 4T25 [1]

A Dasa (DASA3) divulgou nesta quinta-feira, 26, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) prejuízo líquido de R$ 948 milhões, frente a um prejuízo no mesmo trimestre de 2024 (4T24) de R$ 832 milhões.

No acumulado de 2025, o prejuízo líquido totalizou R$ 1,1 bilhão, redução de 5,1% em relação a 2024.

O Ebitda consolidado foi negativo em R$ 111 milhões no 4T25, com margem de -4,9%, refletindo impactos relacionados à equivalência patrimonial da Rede Américas e pelo efeito não recorrente associado ao desinvestimento do Hospital São Domingos, cujo resultado contábil negativo foi de aproximadamente R$ 0,4 bilhão. No 4T24 a companhia reportou Ebitda de R$ 403 milhões.

Syn (SYNE3) reporta lucro líquido de R$ 6,25 milhões no 4T25, queda anual [2]

A Syn prop e tech (SYNE3) divulgou nesta quinta-feira, 26, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 6,25 milhões, queda de 89,6% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

Já o lucro líquido ajustado no 4T25 somou R$ 7,63 milhões, redução de 53,8% em relação ao 4T24.

O Ebitda Ajustado, que exclui efeitos não recorrentes, foi de R$ 23,2 milhões no período, queda de 18,4% em relação ao 4T24.

Azul anuncia novo programa de recompra de ações [3]

A Azul (AZUL53; OTC: AZLUY) anunciou nesta quinta-feira, 26, um novo programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 2,5% das ações ordinárias de sua emissão em circulação na presente data, equivalente a 1.368.270.610.967 ações ordinárias, antes do grupamento de ações aprovado na assembleia geral realizada em 25 de março, e à aproximadamente 9.121.804 ações ordinárias após a implementação do referido grupamento.

O  prazo máximo para a liquidação das operações autorizadas é de 18 meses contados a partir do dia 26 de março de 2026.

“O programa de recompra visa conferir maior flexibilidade estratégica à gestão de seu capital social, permitindo a aquisição de ações ordinárias de sua própria emissão, em ambiente de bolsa de valores, a preços de mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Azul.

Itaú realiza emissões de Letras Financeiras Subordinadas Nível 2 [4]

O Itaú Unibanco (ITUB4) realizou emissões de Letras Financeiras Subordinadas Nível 2 no montante total de R$ 3,3 bilhões, em negociações com investidores profissionais. As Letras Financeiras possuem vencimento em 2036, com opção de recompra a partir de 2031 sujeita à prévia autorização do Banco Central do Brasil. Nos termos das Resoluções BCB Nº 122 e Nº 5.007 estas Letras Financeiras contribuirão para o Capital Nível 2 do Patrimônio de Referência da Companhia, com impacto estimado de 0,22 ponto percentual no seu índice de capitalização Nível 2.

Mahle Metal Leve (LEVE3) indica novo CEO [5]

A Mahle Metal Leve (LEVE3) divulgou nesta quinta-feira, 26, que seu acionista controlador indicou Sergio Pancini de Sá, atual diretor presidente da companhia, para integrar o conselho de administração no próximo mandato.

Em decorrência dessa movimentação e como resultado de um plano de sucessão e transição, o novo ciclo de gestão deverá ser conduzido sob a liderança de Eduardo Luiz Spilla, executivo com trajetória profissional consolidada no Grupo Mahle, cuja eleição para diretor presidente da companhia será submetida à deliberação do conselho de administração na mesma data da assembleia 2026.

Com mais de 20 anos de experiência no setor automotivo, Eduardo Luiz Spilla ingressou no Grupo Mahle em 2017 liderando a operação de gerenciamento térmico. A partir de 2021, assumiu o Aftermarket da Mahle Metal Leve na América do Sul, fortalecendo a participação de mercado e orientando a área para uma estratégia centrada no cliente e em ganhos operacionais consistentes.

Em 2024, tornou-se o responsável pelo Aftermarket na América do Norte.

A companhia também afirmou que a proposta da administração para a assembleia 2026 contempla a recomposição do conselho de administração, com a indicação de novos membros. Foram indicados para o colegiado, além de Sergio Pancini de Sá e Eduardo Pocetti, Michael Macht e Markus Kapaun, em substituição a Peter Grunow, Heinz Junker e Wolfgang Fritzemeyer, que tiveram um papel relevante no Brasil e no exterior.

B3 (B3SA3) anuncia pagamento de R$ 372,5 milhões em juros sobre o capital [6]

O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou nesta quinta-feira, 26, o pagamento de juros sobre capital próprio no valor total de R$ 372,5 milhões. O valor bruto é de R$ 0,07434043 por ação. O valor líquido é de R$ 0,06133086 por ação, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%. Tem direito quem detiver ações da B3 em 31 de março de 2026. As ações da companhia serão negociadas na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 1º de abril de 2026. O pagamento será realizado em 13 de abril de 2026.

Hypera (HYPE3) anuncia R$ 185 milhões em juros sobre o capital [7]

O conselho de administração da Hypera (HYPE3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio no montante total bruto de R$ 185.049.157,93. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 26. Essa quantia corresponde a um provento de 0,26304 por ação ordinária. Terão direito aos juros sobre o capital próprio os titulares de ações de emissão da companhia na data-base de 31 de março de 2026. A partir de 1º de abril de 2026 as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento está sujeito à retenção de imposto de renda retido na fonte. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado até o final do exercício social de 2027, em data a ser oportunamente definida pela companhia.

A Hypera também informou nesta quinta-feira, 26, que foram subscritas 70.588.236 novas ações no âmbito do aumento de capital aprovado em 3 de fevereiro de 2026. O número de ações subscritas corresponde à integralidade do aumento e representa o valor de R$ 1,5 bilhão. O aumento de capital será homologado no dia 31 de março de 2026, após a prática dos atos operacionais pertinentes, de modo que o capital social passará a ser de R$ 11,2 bilhões, representado por 704.009.059 ações ordinárias, a ser refletido no Estatuto Social oportunamente.

Casas Bahia (BHIA3) anuncia criação de comitê investigação após operação do MP [8]

Uma operação ⁠do Ministério Público de São Paulo apura um ‌esquema estruturado de corrupção destinado à manipulação indevida de procedimentos fiscais envolvendo ressarcimento de ICMS-ST e créditos acumulados de ICMS, com possível pagamento de vantagens ilícitas e lavagem de dinheiro.

Suspeitas em créditos de empresas como a Casas Bahia (BHIA3) estão sob investigação, reportou a imprensa.

Em um fato relevante enviado ao mercado na noite desta quinta-feira, 26, a Casas Bahia afirmou que, até o momento, a companhia não foi notificada ou informada por quaisquer autoridades a respeito de qualquer investigação relacionada aos fatos mencionados nas referidas matérias.

A varejista reiterou que colaborará integralmente com quaisquer apurações que eventualmente venham a ser instauradas pelas autoridades competentes; repudia veementemente qualquer ato em violação à legislação aplicável, mantendo políticas robustas de integridade e compliance, assim como análise prévia de fornecedores; e promove treinamentos contínuos junto aos seus colaboradores e terceiros, com o objetivo de assegurar o estrito cumprimento das normas legais e regulatórias aplicáveis.

O conselho de administração deliberou pela constituição de um comitê independente de investigação. Esse comitê será presidido pelo conselheiro independente Jackson Schneider e estará incumbido de conduzir a investigação interna abrangente, com plena autonomia e acesso irrestrito a documentos, sistemas e colaboradores da companhia.

“Para assegurar o mais elevado padrão de rigor e independência, o Comitê contará com o suporte de assessores externos de primeira linha, incluindo escritório de advocacia e auditores especializados, a serem contratados em caráter de urgência”, afirmou a Casas Bahia, destacando que a investigação seguirá os melhores padrões nacionais e internacionais aplicáveis a processos dessa natureza.

Companhia que têm ‘data com’ nesta sexta, 27:

Allos (ALOS3)  [9]

A data com para ter direito aos JCP da Allos anunciados em 24 de março, é nesta sexta-feira, 27. A partir de segunda-feira, 30, as ações serão negociadas ex-JCP. Os JCP são no montante bruto de R$ 146 milhões, correspondente a R$ 0,29 por ação. O pagamento será em uma única parcela em 9 de abril de 2026.

Track&Field (TFCO4)  [10]

A data com para ter direito aos JCP da Allos anunciados em 24 de março, é nesta sexta-feira, 27. A partir de segunda-feira, 30, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação é R$ 0,008 por ação ordinária e R$ 0,08 por ação preferencial. O pagamento ocorrerá em 31 de maio de 2027.

Localiza (RENT3)  [11]

A data com para ter direito aos JCP da Localiza anunciados em 24 de março, é nesta sexta-feira, 27. A partir de segunda-feira, 30, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto por ação dos juros sobre capital próprio a ser pago é equivalente a R$ 0,52. O pagamento ocorrerá no dia 22 de maio de 2026.

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