
Publicado às 11h35
Ibovespa
Às 11h34 o Ibovespa caía 0,51% aos 178.723 pontos. A sessão é marcada pela aversão ao risco em âmbito global devido à guerra no Oriente Médio. Além disso, o mercado repercute a decisão do Copom na véspera. Às 11h32 o dólar comercial subia 0,39% a R$ 5,267 na venda.
Petrobras (PETR3, PETR4)
Às 11h31 as ações PN da Petrobras subiam 1,62% a R$ 47,76. O preço do barril de petróleo Brent subia 4,2% no horário a 111 dólares.
Prio (PRIO3)
Com a alta do barril de petróleo, às 11h29 as ações da Prio tinham valorização de 3,45%. A petroleira anunciou a abertura do primeiro poço produtor do Campo de Wahoo. [1]
PetroReconcavo (RECV3), Brava (BRAV3)
Às 11h29 os papéis da PetroReconcavo caíam 3,78% com o mercado repercutindo o resultado do quarto trimestre da companhia. Os papéis da Brava também operavam em queda de 0,44%.
Vale (VALE3)
Às 11h29 as ações da Vale tinham desvalorização de 2,09% cotadas a R$ 75,52.
Minerva (BEEF3)
Às 11h28 as ações caíam 9,07%. Em relatório o BTG Pactual comenta que a companhia encerrou 2025 com receitas e Ebitda recordes de R$ 55 bilhões e R$ 4,8 bilhões, respectivamente, apoiados pela aquisição dos ativos da Marfrig, que já parecem totalmente integrados. Ainda assim, o último trimestre foi mais fraco, avalia. O Ebitda somou R$ 1,17 bilhão, 9% abaixo da estimativa, com margem de 8,2%, também abaixo no ano/ano, trimestre/trimestre e frente à projeção. O capital de giro voltou a consumir caixa no trimestre, com aumento de forfait (risco sacado), queda nos adiantamentos de clientes e alguma formação de estoques, resultando em consumo de R$ 600 milhões. Já a XP ressalta que a Minerva entregou resultados abaixo das suas estimativas, o que provavelmente levará a revisões negativas de lucro, especialmente devido a margens mais fracas do que o esperado e queima de caixa acima do previsto no trimestre.
MBRF (MBRF3)
Às 11h28 as ações da companhia subiam 0,18%. A MBRF encerrou 2025 com resultados operacionais muito fortes, com margens robustas em BRF e na operação de bovinos na América do Sul compensando o ano fraco em bovinos nos Estados Unidos, além de crescimento consistente de volumes ao longo do ano, destacou o time de analistas do BTG.
Moura Dubeux (MDNE3)
CSN (CSNA3)
A CSN se manifestou sobre a matéria veiculada pelo Broadcast, em 17 de março, sob o título “Para liberar US$ 1,5 bi à CSN, bancos cobram venda de negócio de cimentos”. A companhia afirmou que está estruturando um empréstimo ponte com um sindicato de bancos com o objetivo de iniciar o reperfilamento das suas obrigações de curto e médio prazos, colocando parte dos ativos a serem alienados como garantia da operação”. A CSN esclareceu que incluiu a CSN Cimentos como garantia da estrutura como forma de obter condições mais vantajosas para a transação.
Azzas (AZZA3)
A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, em nome de alguns de seus clientes, alienou ações ordinárias emitidas pela Azzas, sendo que, em 16 de março de 2026, suas participações, passaram a ser de 10.285.249 ações ordinárias, representando aproximadamente 4,981% do total de ações ordinárias de emissão da companhia. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.
Hapvida (HAPV3)
Às 11h28 as ações da Hapvida caíam 0,85%. Para o time do BTG Pactial, a companhia reportou um 4T25 muito fraco, com Ebitda ajustado em queda de 34% ano/ano e margem 90bps menor na base trimestral, apesar da sazonalidade favorável, com desempenho pior do que o já fraco terceiro trimestre de 2025.
Metalúrgica Gerdau (GOAU4) [3]
A Metalúrgica Gerdau paga nesta quinta-feira, 19, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito foi em 10 de março de 2026.
Itaú (ITUB4) [4]
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital do Itaú anunciado em 26 de fevereiro, é nesta quinta-feira, 19. As ações serão negociadas “ex-JCP” a partir de sexta, 20. O valor soma R$ 3,85 bilhões, sendo R$ 0,34 por ação. Com retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte, resulta em juros líquidos de R$ 0,28 por ação, que serão pagos até 31.08.2026.
Itaúsa (ITSA4) [5]
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Itaúsa anunciados no último dia 16, é nesta quinta, 19 de março. A partir do dia 20 as ações serão negociadas “ex-JCP”. O montante bruto é de R$ 1,3 bilhão (R$ 0,116 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 1,1 bilhão (R$ 0,0957 por ação), considerando a retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte. O pagamento será em 31 de agosto de 2026.
Sabesp (SBSP3) [6]
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Sabesp anunciados no último dia 16, é nesta quinta, 19 de março. A partir do dia 20 as ações serão negociadas “ex-JCP”. O montante bruto é de R$ 583,5 milhões, correspondente a R$ 0,82 por ação. Esse JCP será pago em 30 de abril de 2026.