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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

Publicado às 9h37 – atualizado às 9h58

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDJ26 contrato com vencimento para 15 de abril/26) operava entre perdas e ganhos na manhã desta quarta-feira, 18. Às 9h58 caía 0,70% aos 181.020 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Além de importantes decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos, o mercado acompanha o anúncio de medidas do governo federal nesta manhã. O pacote visa endurecer a fiscalização do piso mínimo do frete e punir empresas que descumprem a regra. O objetivo é evitar uma paralisação dos caminhoneiros diante da escalada dos preços do diesel.

Dólar

Às 9h56 o dólar comercial subia 0,50% cotado a R$ 5,226 na venda.

Petróleo e minério (9h25)

Petróleo Brent: +2,35% (US$ 106,1). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -2,91% (US$ 72.510)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): -2,3% (US$ 4.890)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,12% a 811 iuanes (US$ 117,76). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h30 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,02% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,04%. Nasdaq futuro subia 0,01%.

Notícias desta manhã:

Blau Farmacêutica (BLAU3) anuncia pagamento de juros sobre o capital 

O conselho da administração da Blau Farmacêutica (BLAU3) aprovou nesta quarta-feira, 18, o pagamento de R$ 17,5 milhões a título de juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). O pagamento será realizado em 2 de abril de 2026, com base na posição acionária de 23 de março de 2026, sendo que a partir de 24 de março de 2026, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. Excluídas as ações em tesouraria, o valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,07576250819, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte à alíquota de 17,5%. 

Petrobras confirma nova descoberta de gás na Colômbia 

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta quarta-feira, 18, uma nova descoberta de acumulação de gás no poço exploratório Copoazu-1, no Bloco GUA-OFF-0, localizado em águas profundas da Colômbia. 

Essa descoberta consolida a província gasífera e o potencial de gás no offshore colombiano, ao mesmo tempo em que adiciona um maior volume de gás para contribuir com a segurança energética da região, afirmou a petroleira estatal. 

Ainda segundo a Petrobras, o poço Copoazu-1 encontra-se a aproximadamente 36 quilômetros da costa, a uma lâmina d’água de 964 metros e a uma distância de 8 quilômetros dos poços Sirius-1 (descobridor) e Sirius-2 (de avaliação), o que ressalta sua relevância dentro do contexto exploratório do Bloco Gua-Off-0. 

A perfuração do poço Copoazu-1 foi iniciada em 11/11/2025. Os intervalos portadores de gás foram constatados por meio de perfis elétricos e amostragem de fluido, confirmando presença de gás em outro objetivo além do objetivo principal, tornando a descoberta ainda mais relevante. Os intervalos portadores de gás serão posteriormente caracterizados por análises laboratoriais. 

“A atuação da Petrobras no Bloco GUA-OFF-0 está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras e atuação em parceria com outras empresas, assegurando o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética”, destacou a companhia. 

A Petrobras, por meio de sua subsidiária Petrobras International Braspetro B.V – Sucursal Colômbia (PIBCOL), atua como operadora do consórcio (participação de 44,44%), em parceria com a Ecopetrol S.A. (participação de 55,56%). 

Notícias corporativas da véspera:

Taesa reporta lucro líquido regulatório de R$ 313,1 milhões no 4T25, alta de 56,1%, e propõe dividendo [1]

A Taesa (TAEE4, TAEE11) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido regulatório de R$ 313,1 milhões, aumento de 56,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

No acumulado de 2025, o lucro líquido regulatório somou R$ 1,124 bilhão, 13,4% maior que o de 2024.

O Ebitda regulatório do 4T25 atingiu R$ 524,3 milhões, 24,4% maior que o registrado no 4T24, e a margem Ebitda atingiu 81,5% (+8,9pp versus 4T24). O desempenho do Ebitda e margem Ebitda é explicado pela entrada em operação de Pitiguari e dos reforços da Novatrans e TSN, reajuste inflacionário da RAP (Receita Anual Permitida), menor Parcela Variável, e redução dos custos e despesas operacionais.

A receita líquida regulatória no 4T25 alcançou R$ 643,7 milhões, 10,8% maior que o registrado no 4T24, explicada, principalmente, pelo aumento da Receita de Transmissão em função da entrada em operação comercial de Pitiguari e dos reforços da Novatrans e TSN, redução da Parcela Variável, além do reajuste positivo do IGP-M e IPCA no ciclo RAP 2025-2026 para todas as concessões da companhia.

A Taesa anunciou R$ 52,9 milhões (R$ 0,15 por unit TAEE11 e R$ 0,05 por ação ordinária/preferencial), em dividendos mínimos obrigatórios remanescentes; e R$ 260,2 milhões de dividendos adicionais (R$ 0,76 por unit e R$ 0,25 por ação ordinária/preferencial), ambos a serem pagos em 27 de maio de 2026.

A data com (data de corte) é 29 de abril. As units da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 30 de abril.

A Taesa convocará assembleia de acionistas para aprovar os resultados do exercício social de 2025 e a sua proposta de destinação dos resultados.

Blau (BLAU3) reporta R$ 37 milhões no 4T25, queda de 34,5% [2]

A Blau (BLAU3)  teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 37 milhões, queda de 34,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

No acumulado de 2025 o lucro líquido somou R$ 297 milhões, crescimento de 39% em relação a  2024.

No 4T25, o Ebitda foi de R$ 69 milhões, queda de 41,2% em relação ao 4T24.

A receita líquida no 4T25 atingiu R$ 389 milhões, redução de 14,6% na base anual de comparação,impactada principalmente pelo atraso em licitação federal no Segmento Hospitalar, com entrega esperada para o 4T25 sendo deslocada para o 1T26, afirmou a Blau.

Negociação diária de Fundos Imobiliários na B3 cresce 49,8% nos dois primeiros meses de 2026 [3]

O mercado de fundos imobiliários (FIIs) da B3 seguiu em expansão em fevereiro de 2026, com crescimento da base de investidores. O segmento encerrou o mês com 432 FIIs listados e R$ 200 bilhões em estoque, acima dos R$ 166 bilhões registrados em fevereiro de 2025.

A base de investidores atingiu 3,076 milhões, superando os 2,787 milhões observados no mesmo mês do ano anterior. O volume negociado somou R$ 8,5 bilhões, com volume médio diário (ADTV) de R$ 475 milhões. Considerando os dois primeiros meses do ano, o ADTV da classe de ativos em 2026 está em R$ 508 milhões, 49,8% acima da média de 2025.

Em fevereiro, as pessoas físicas responderam por 47,3% do volume negociado e por 73,6% da posição em custódia, mantendo protagonismo no segmento.

Entre os fundos mais negociados no mês estiveram TRXF11, XPML11 e KNCR11.

“Os FIIs seguem como uma das principais portas de entrada para investidores que buscam renda variável com foco em diversificação e exposição ao mercado imobiliário. O crescimento da base e do estoque mostra a força e a maturidade desse segmento dentro da B3”, afirma Bianca Maria, gerente de Produtos de Cash Equities da B3.

ETFs superam os R$ 100 bilhões em estoque na B3 [4]

O mercado de ETFs (Exchange Traded Funds) da B3 superou pela primeira vez dos R$ 100 bilhões em estoque financeiro. Segundo o boletim de produtos da bolsa do Brasil, o segmento encerrou o mês de fevereiro com volume total de R$ 107 bilhões, crescimento de 9,1% sobre os R$ 98 bilhões do mês anterior. Ao todo, 10 novos produtos foram lançados no mês nessa classe de ativos, que agora conta com 187 ETFs listados.

Já o volume médio negociado diariamente (ADTV) atingiu R$ 2,17 bilhões, avanço de 14,2% frente a janeiro, quando havia somado R$ 1,903 bilhão. No total, o volume negociado totalizou R$ 39 bilhões.

“Os ETFs vêm ampliando seu espaço no mercado brasileiro ao combinar diversificação, eficiência e facilidade de acesso a diferentes estratégias. Uma prova disso é que entre os mais negociados estão produtos de diferentes teses, como o índice Ibovespa B3, Small Caps e ouro. O crescimento do número de produtos listados e da negociação em fevereiro evidencia a consolidação do segmento e uma compreensão e aderência ao produto cada vez maiores pelos investidores”, afirma Bianca Maria, gerente de Produtos de Cash Equities da B3.

Os investidores institucionais responderam por 45,6% do volume negociado no mês, seguidos pelos não residentes, com 35,9%. Na posição em custódia, os institucionais concentraram 57,6% do total, mas pessoas físicas já correspondem a quase um terço (27,8%) do valor.

Entre os ETFs mais negociados em fevereiro, destaque para BOVA11, SMAL11, BOVV11, GOLD11 e IVVB11, refletindo o interesse do mercado e facilidade de acesso aestratégias amplas, diferentes temáticas e à exposição internacional.

Moody’s Local Brasil afirma ratings da Klabin [5]

A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil afirmou nesta terça-feira, 17, o rating corporativo AAA.br da Klabin (KLBN11).

A perspectiva foi mantida em “estável”.

A agência destaca que a afirmação dos ratings associados à Klabin reflete seu sólido perfil de negócios, que é sustentado pela robusta escala, posição de liderança no mercado brasileiro de papéis e embalagens, e diversificação muito forte, com destaque para a destinação equilibrada de portfólio de produtos e vendas.

“Historicamente, a companhia tem apresentado forte rentabilidade, apoiada por um modelo de negócios verticalmente integrado, estrutura de custos competitiva e flexibilidade para ajustar seu mix de produção de acordo com as condições de mercado”, afirma a Moody’s Local Brasil.

Por outro lado, a Klabin está exposta à volatilidade inerente do setor de celulose, o qual representou 36% do seu Ebitda durante o ano de 2025, explica a agência.

Seus analistas também ponderam que suas métricas de crédito permanecem pressionadas para a atual classificação, em função do elevado nível de endividamento resultante de um ciclo relevante de investimentos, aliado a uma política historicamente elevada de distribuição de dividendos.

“Consideramos que a adoção de uma postura mais cautelosa por parte da companhia, juntamente com sua posição de liquidez extremamente forte, que inclui sua ampla base de ativos, constitui importante fator mitigador para o perfil de crédito, em um contexto de desalavancagem esperada”, destaca a equipe da Moody’s Local em relatório.

Ecorodovias (ECOR3) reporta lucro líquido recorrente de R$ 241,8 milhões no 4T25 [6]

A Ecorodovias (ECOR3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido recorrente de R$ 241,8 milhões, alta de 16,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24), devido, principalmente, ao aumento do Ebitda ajustado.

O conceito recorrente é lucro líquido atribuído aos acionistas controladores, excluindo a provisão/reversão ao valor recuperável da Ecovias Capixaba e atualização monetária, provisões e atualização monetária para contingências, baixas do diferido da EcoRodovias Concessões e Serviços e Termares e a provisão do IPTU do Ecopátio.

Já o lucro líquido (atribuído aos acionistas controladores) somou R$ 105,2 milhões, queda de 26% em relação ao 4T24.

No acumulado de 2025, o lucro líquido recorrente totalizou R$ 852,9 milhões, redução de 13,1% em relação a 2024.

O Ebitda ajustado foi de R$ 1,448 bilhão no 4T25, alta de 16,6% na base anual de comparação. Segundo a Ecorodovias, o aumento deve-se, principalmente, ao crescimento do tráfego de veículos, reajustes das tarifas de pedágio e início da arrecadação de pedágio em três praças, na Ecovias Noroeste Paulista, a partir de 4 de março/25 e pela Ecovias Raposo Castello, parcialmente, a partir de 30 de março/25.

WEG anuncia o pagamento de R$ 420 milhões em juros sobre capital próprio [7]

A WEG (WEGE3) aprovou nesta terça-feira, 17, a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 420.091.554,01, correspondente a R$ 0,100121212 por ação, aos titulares de ações em 20 de março de 2026. De 23 de março de 2026 em diante, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento de JCP está previsto para ocorrer em 10 de março de 2027 e será feito pelo valor líquido de R$ 0,082600000 por ação, já deduzido o imposto de renda na fonte de 17,5%.

Divulgam resultado do 4T25 nesta quarta, 18:

PetroReconcavo, Minerva, MBRF, Vivara, Hapvida, Mills, Unifique, Valid, Brisanet, CVC, Melnick, Positivo, Meliuz, Aeris – após o fechamento do mercado.

Pagam provento nesta quarta, 18:

Gerdau (GGBR4) [8]

A Gerdau paga nesta quarta-feira, 18, o valor de R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito foi em 10 de março de 2026. Os papéis da empresa passaram a ser negociados ex-dividendo a partir de 11 de março.

Banco Mercantil (BMEB3)  [9]

O Banco Mercantil do Brasil paga nesta quarta-feira, 18, dividendo complementar no valor por ação ON de R$ 0,04. O valor por ação PN é R$ 0,05. Terão direito ao pagamento acionistas constantes da base acionária do banco em 6 de março de 2026 (data-com).

Grendene (GRND3) [10]

A Grendene irá pagar dividendo no valor de R$ 0,22 por ação nesta quarta-feira, 18 de março. A data ex-dividendo foi em 29/12/2025.

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