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Ibovespa futuro, dólar, ADRs da Petrobras em alta em NY e outras notícias corporativas

 

 

Publicado às 9h27 – atualizado às 9h56

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDJ26 contrato com vencimento para 15 de abril/26) abriu em queda nesta sexta-feira, 6. Às 9h56 caía 0,57% aos 181.870 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h54 o dólar comercial subia 0,19% a R$ 5,297 na venda.

Petróleo, minério (9h22)

Petróleo Brent: +4,09% (US$ 88,9). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: -1,55% (US$ 70.262)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +0,44% (US$ 5.101)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,38% a 772 iuanes (US$ 111,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h21 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,50% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,58%. Nasdaq futuro caía 0,77%.

Notícias corporativas desta manhã:

Embraer reporta lucro líquido ajustado de R$ 832 milhões no 4T25

A Embraer (EMBJ3) divulgou nesta sexta-feira, 6, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25)   ‌lucro líquido ajustado de R$ 832 milhões, queda em comparação com R$ 1,04 bilhão no ⁠mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O Ebitda ajustado foi de ‌R$ 1,61 bilhão, ⁠menor que os ⁠R$ 1,94 bilhão do quarto trimestre de ⁠2024.

A receita líquida ‌da fabricante brasileira de aeronaves somou R$ 14,3 bilhões ⁠ante R$ 13,7 bilhões no mesmo período do ano anterior.

A ‌companhia informou também que espera entregar de 80 a 85 aeronaves ⁠comerciais em 2026, acima das 78 do ano passado, enquanto as entregas de ‌jatos executivos foram estimadas entre 160 e 170, contra 155 ⁠em 2025.

A Embraer estima receita entre US$ 8,2 bilhões e US$8,5 bilhões este ano.

Na véspera o conselho de administração da Embraer aprovou a criação de um programa de aquisição de ações de sua própria emissão. Poderão ser adquiridas até 10,9 milhões de ações que equivalem, aproximadamente, a 1,5% das ações ordinárias em circulação no mercado nesta data. O programa entrará em vigor em 6 de março de 2026 e terá duração de 12 meses, ou seja, até 5 de março de 2027.

Moura Dubeux (MDNE3) paga em 13 de março parcela de dividendo anunciado em dezembro [1]

A Moura Dubeux (MDNE3) anunciou nesta sexta-feira, 6, que será realizado no próximo dia 13 de março o pagamento da 1ª parcela e da 2ª parcela de dividendos, no montante de R$ 100 milhões, referente a parte do montante total de dividendos que foi declarado no dia 29 de dezembro de 2025. Na data de pagamento dessas duas parcelas, a companhia efetuará o pagamento dos dividendos no valor de R$ 1,18367018554 por ação ordinária de sua emissão, com base na posição acionária de 30 de dezembro de 2025 (inclusive).

Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendo  [2]

O conselho de administração da Mitre (MTRE3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 3 milhões, equivalente a R$ 0,02836213761 por ação ordinária de emissão da companhia. A ‘data com’ (data de corte) será em 12 de março. O pagamento será efetuado em 1 (uma) parcela em 26 de março.

ADRs da Petrobras em alta em NY

Os ADRs (American Depositary Receipts – recibos de ações negociados nos EUA) da Petrobras operavam em alta na pré-abertura do mercado em Nova York nesta sexta-feira, 6. Às 9h20 subiam 2,81%. O mercado digere o resultado da petroleira estatal. A alta do preço do Brent também impacta positivamente.

Notícias da noite de quinta:

Petrobras anuncia pagamento de R$ 8,1 bilhões em proventos. Veja os detalhes: [3]

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta quinta-feira, 5, que seu conselho de administração (CA), em reunião realizada hoje, autorizou o encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária (AGO), prevista para 16 de abril de 2026, da proposta de distribuição de remuneração aos acionistas no montante de R$ 8,1 bilhões relativa ao quarto trimestre de 2025.

Caso haja aprovação da proposta pela AGO, considerando os proventos já antecipados pela companhia, atualizados pela taxa Selic até 31 de dezembro de 2025, a remuneração relativa ao exercício social de 2025 totalizará R$ 41,2 bilhões. Vale ressalvar que a correção pela taxa Selic sobre as antecipações de dividendos e JCP relativas ao exercício social de 2025, no valor de R$ 0,6 bilhão, foi descontada do total da remuneração aos acionistas.

Data de corte: Para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3, a data de corte será dia 22 de abril de 2026. As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos a partir de 23 de abril de 2026.

Forma de pagamento: Os proventos serão pagos em duas parcelas nos meses de maio e junho de 2026, da seguinte forma: Valor a ser pago: R$ 0,62622908 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo que: (i) a primeira parcela, no valor de R$ 0,31311454 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 20 de maio de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. (ii) a segunda parcela, no valor de R$ 0,31311454 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 22 de junho de 2026, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio. Importante ressaltar que os valores acima serão devidamente atualizados pela variação da taxa Selic de 31 de dezembro de 2025 até a data de cada um dos pagamentos; e que sobre essa atualização monetária incidirá imposto de renda, conforme legislação vigente.

Petrobras reverte prejuízo e reporta lucro líquido de R$ 15,6 bi no 4T25 [4]

Em relatório, o time de analistas da Genial Investimentos destaca que a Petrobras entregou um resultado que julga como “razoável”. A equipe comenta que, por um lado, a companhia segue mostrando elevada capacidade de execução operacional, com crescimento de produção em 2025, avanço dos projetos do pré-sal, manutenção de geração de caixa robusta e um downstream que continua capturando valor com exportações recordes e bom giro de estoques. Por outro, o trimestre foi pressionado pela queda adicional do Brent, aumento relevante de despesas operacionais e por um resultado financeiro bastante negativo, o que reduziu de forma importante o lucro líquido contábil no trimestre.

Para a XP, a Petrobras teve resultados no 4T25 em linha com suas estimativas. A geração de caixa livre também ficou em linha, embora com “qualidade discutivelmente inferior”, destacaram seus analistas. A equipe avalia que, embora a geração de caixa e os dividendos tenham ficado em linha com suas estimativas, a dinâmica do 4T25 pode aumentar as preocupações dos investidores para os próximos trimestres.

A Petrobras teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 15,6 bilhões. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 16,9 bilhões registrado no mesmo trimestre de 2024 (4T24).

No entanto, na comparação com o terceiro trimestre de 2025 (3T25), o resultado representa queda de 52,4% frente aos R$ 32,8 bilhões.

No acumulado de 2025, o lucro da Petrobras teve alta de 200,8% e ficou em R$ 110,12 bilhões, contra os R$ 36,6 bilhões registrados em 2024.

O Ebitda ajustado somou R$ 59,9 bilhões, alta de 46,3% na base anual de comparação.

Sem eventos exclusivos, o Ebitda ajustado ficou em R$ 58,9 bilhões, com alta de 2,6% na comparação anual.

A receita de vendas da petroleira estatal foi de R$ 127,4 bilhões no período, praticamente estável em relação ao terceiro trimestre, quando foi de R$ 127,9 bilhões. Na comparação anual, houve alta de 5% frente aos R$ 121,3 bilhões registrados no quarto trimestre de 2024.

Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendo

O conselho de administração da Mitre (MTRE3) em reunião realizada em 5 de março, aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 3 milhões, equivalente a R$ 0,02836213761 por ação ordinária de emissão da companhia. A ‘data com’ (data de corte) será em 12 de março. O pagamento será efetuado em 1 (uma) parcela em 26 de março.

Brava Energia (BRAV3) divulga dados de produção de fevereiro

A Brava Energia (BRAV3), informou os dados de produção preliminares e não auditados do mês de fevereiro de 2026. A petroleira produziu no mês 79,4 mil barris de óleo ‌equivalente por dia (boe/d), alta em relação aos 74,1 mil barris de janeiro.

Em Potiguar a queda de produtividade observada nos últimos meses é reflexo da interdição de instalações na região, decorrente da auditoria concluída pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em outubro de 2025. A companhia vem retomando gradualmente a operação dessas instalações e espera alcançar níveis normalizados de produção com a conclusão do processo de liberação.

A Brava é operadora dos ativos Potiguar, Recôncavo, Papa-Terra, Atlanta e Peroá, bem como detém participação não-operada de 35% em Pescada, 45% no Campo de Manati, ambos operados pela Petrobras, e 23% em Parque das Conchas, este operado pela Shell.

Coelba (CEEB5) anuncia JCP [5]

O conselho de administração da Coelba – Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (CEEB5) aprovou a deliberação de juros sobre capital próprio (JCP), com base nos resultados do primeiro trimestre de 2026, apurados até essa data, no valor de 135,1 milhões, correspondentes a R$ 0,49 por ação ordinária, R$ 0,49 por ação preferencial classe A, R$ 0,54 por ação preferencial classe B. O pagamento será realizado até 31 de dezembro de 2026 sem atualização monetária, com base na posição acionária de 10 de março de 2026. A partir de 11 de março de 2026, as ações passarão a ser negociadas ex-proventos.

Grendene anuncia dividendo; lucro recua no 4T25 [6]

A Grendene (GRND3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido recorrente de R$ 286,1 milhões, queda de 17,7% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O Ebitda recorrente somou R$ 146,8 milhões no 4T25, queda de 38,5% na base anual de comparação.

A companhia encerrou o 4T25 com receita líquida de R$ 705,1 milhões, queda de 18% na comparação com o 4T24.

O conselho de administração da Grendene aprovou a distribuição do saldo remanescente de dividendos do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.

O montante bruto é de R$ 83,1 milhões, que serão pagos aos acionistas a partir de 13 de maio de 2026. A quantia será distribuída na forma de JCP e dividendo.

Em forma de juros sobre capital próprio (JCP) será o montante bruto de R$ 82 milhões, correspondendo ao valor bruto por ação de R$ 0,090892968.

Em forma de dividendo o valor bruto de R$ 1,12 milhão, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,001248637 por ação.

Terão direito ao recebimento dos JCP e dividendos os acionistas titulares de ações ordinárias inscritos nos registros da companhia em 23 de abril de 2026 (data do corte). Desta forma, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendo e ex-JCP a partir de 24 de abril de 2026.

CPFL (CPFE3) propõe dividendo de R$ 3,73 por ação; companhia lucra R$ 1,56 bi no 4T25 [7]

A CPFL Energia (CPFE3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido consolidado de R$ 1,56 bilhão, leve queda de 0,6% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24).

Segundo a companhia, o lucro líquido teve uma leve redução no trimestre e no ano, refletindo principalmente as maiores despesas financeiras líquidas, compensadas pelo melhor desempenho do Ebitda.

O Ebitda consolidado no 4T25 somou R$ 3,4 bilhões, alta de 4% na base anual. A receita operacional líquida atingiu R$ 11,8 bilhões no 4T25, leve baixa de 0,9% na comparação com o 4T24.

No release de resultados divulgado nesta quinta-feira a companhia informou que seu conselho de administração propõe a distribuição de R$ 4,3 bilhões em dividendos aos detentores de ações ordinárias. O valor proposto corresponde a R$ 3,731536204 por ação, relativo ao exercício de 2025 e será distribuído após a aprovação em assembleia.

Simpar, Vamos, Movida anunciam aumento de capital privado [8]

Os conselhos de administração da Simpar (SIMH3), Vamos (VAMO3), Movida (MOVI3) aprovaram aumentos de capital privado. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 5. Esses aumentos contarão com compromissos de investimento da BNDES Participações (BNDESPar) na Simpar, Vamos e Movida; da JSP Holding, acionista controladora das companhias, e de outros investidores institucionais na Simpar; e da Simpar na Vamos e na Movida.

O aumento de capital da Simpar terá o montante de, no mínimo, R$ 1,4 bilhão e, no máximo, R$ 2 bilhões mediante a subscrição privada de, no mínimo, 124,5 milhões ações e, no máximo, 177,9 milhões de novas ações.

O aumento de capital da Vamos terá o montante de, no mínimo, R$ 400 milhões e, no máximo, R$ 600 milhões mediante a subscrição privada de, no mínimo, 103,8 milhões, e, no máximo, 155,8 milhões de novas ações.

O aumento de capital da Movida terá o montante de, no mínimo, R$ 500 milhões e, no máximo, R$ 750 milhões, mediante a subscrição privada de, no mínimo, 42,6 milhões e, no máximo, 63,9 milhões de novas ações.

A Simpar também divulgou que outorgou à BNDESPar uma opção de compra para que a BNDESPar adquira até 14,2 milhões ações ordinárias de emissão da JSL, representativas de até 5% do capital social da JSL, mediante o pagamento do menor dentre os seguintes valores por cada ação opção JSL: R$ 7,89 e o equivalente a 95% da cotação da ação da JSL no fechamento do pregão imediatamente anterior à data do exercício da Opção JSL.

A opção de compra JSL poderá ser exercida pela BNDESPar em até 30 dias após a homologação do aumento de capital Simpar e a consumação do exercício da Opção de Compra JSL está condicionada à prévia homologação do aumento de capital Simpar.

Caso exercida a opção de compra JSL, a Simpar aplicará os recursos recebidos da BNDESPar no incremento da estrutura de capital da Simpar, para suporte ao seu plano de negócios.

No contexto da operação e nos termos do acordo de investimento BNDESPar, a BNDESPar terá o direito, por um prazo de 3 anos, de investir em eventuais futuros aumentos de capital social da Vamos, da Movida e da JSL até que atinja a participação, conforme o caso, de até 10% no capital social de cada uma das companhias.

Leia íntegra do fato relevante com os detalhes. Acesse aqui [9] o documento.

Eneva (ENEV3) reverte prejuízo no 4T25 [10]

A Eneva (ENEV3) teve lucro líquido de R$ 57 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), revertendo o prejuízo líquido de R$ 1,07 bilhão no 4T24.

O Ebitda ajustado foi de R$ 1,49 bilhão no período, alta de 19,7% na comparação anual.

A Receita Operacional Líquida (ROL) somou R$ 6,05 bilhões, crescimento de 24,5% em relação ao 4T24.

A Eneva também informou ter elevado as reservas provadas e prováveis (2P) de gás natural na Bacia do Parnaíba para 37,932 bilhões de metros cúbicos (m³) no fim de dezembro, ante 37,574 bilhões de metros cúbicos m³ no fim de 2023.

No período, houve incorporação de 3,519 bilhões de m³ de gás e produção acumulada de 3,161 bilhões de m³.

Alpargatas (ALPA4) reporta lucro líquido de R$ 197 milhões no 4T25 [11]

A Alpargatas (ALPA4) reportou na quinta-feira, 5, lucro líquido de R$ 197,3 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). No 4T24, a companhia havia registrado lucro líquido de R$ 2,1 milhões.

O Ebitda ajustado somou R$ 211 milhões no período, alta de 486,9% em relação ao 4T24.

A receita líquida subiu 11,8% na comparação anual, a R$1,26 bilhão.

Lojas Renner (LREN3): lucro líquido maior no 4T25 [12]

A Lojas Renner (LREN3) teve lucro líquido de R$ 552,6 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), crescimento de 13,4% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

A receita líquida de varejo somou R$ 4,35 bilhões, alta de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O Ebitda ajustado de varejo totalizou R$ 1,05 bilhão, 9,3% acima do reportado no mesmo trimestre de 2024. O Ebitda total ajustado, considerando sua financeira, foi de R$ 1,12 bilhão, alta de 9% na comparação anual.

Tenda (TEND3): lucro líquido de R$ 104,6 milhões no 4T25, alta de 390,9% [13]

A Tenda (TEND3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido consolidado de R$ 104,6 milhões, no quarto trimestre de 2025, alta de 390,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O Ebitda consolidado e ajustado da construtora atingiu R$ 179,3 milhões no 4T25, avanço de 37,2% na base de comparação anual. A margem Ebitda ajustada chegou a 15,2%, baixa de 0,2 pontos porcentuais. O ajustado exclui juros capitalizados, despesas com planos de ações e minoritários.

A receita líquida consolidada da Tenda atingiu o nível recorde de R$ 1,18 bilhão, crescimento de 38,9%.

A divisão Tenda que teve um lucro de R$ 154,9 milhões.

A divisão Alea gerou prejuízo de R$ 50,2 milhões.

3tentos (TTEN3) reporta lucro de R$ 82,3 milhões no 4T25 [14]

A 3tentos (TTEN3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido R$ 82,3 milhões, queda de 39,4% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

No 4T25 o Ebitda somou R$ 129 milhões, redução de 64,6% na base anual de comparação.

A receita operacional líquida teve expansão de 13,3%, para 4,36 bilhões.

Alupar (ALUP11): lucro líquido regulatório de R$ 191,6 milhões no 4T25, alta de 95,5%; conselho recomenda dividendo [15]

A Alupar (ALUP11) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido regulatório de R$ 191,6 milhões, aumento de 95,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

O Ebitda totalizou R$ 709,4 milhões no 4T25, 8,5% superior aos R$ 654 milhões apurados no 4T24. A receita líquida no 4T25 somou R$ 932,3 milhões, alta de 6,9% na base anual de comparação.

Também nesta quinta-feira, 5, o conselho de administração da companhia recomendou, para aprovação em assembleia, a distribuição de dividendos no montante de R$ 9,9 milhões correspondente à R$ 0,01 por ação ordinária e preferencial de emissão da companhia, e equivalente a R$ 0,03 por Unit. Esse dividendo será pago em até 60 dias da deliberação da próxima assembleia geral ordinária a ser realizada em 16 de abril de 2026.

S&P corta rating da Raízen  [16]

A agência de classificação de risco S&P rebaixou nesta quinta-feira, 5, a classificação de crédito da Raízen (RAIZ4) de CCC+ para CCC-. Foi mantida a perspectiva ‘negativa’.

A Raízen anunciou que está avaliando a reestruturação de seu capital, o que provavelmente incluirá a conversão de parte de sua dívida em ações, destacou a agência.

“Dependendo dos termos propostos, poderíamos considerar esta última como uma troca em situação de dificuldade financeira, de acordo com nossos critérios, ou equivalente a um inadimplemento”, afirma a S&P.

A perspectiva negativa reflete a possibilidade de outro rebaixamento nos próximos meses,

caso a Raizen anuncie os termos de reestruturação da dívida que a S&P considere equivalente a um inadimplemento.

Oncoclínicas anuncia CEO interino [17]

O conselho de administração da Oncoclínicas (ONCO3), em reunião realizada nesta quinta-feira, 5, aprovou, por unanimidade, a eleição de Carlos Gil Moreira Ferreira para o cargo de diretor presidente da companhia de forma interina até que o processo de sucessão de Bruno Ferrari seja concluído.

Bruno Ferrari, fundador e vice-presidente do conselho de administração da companhia apresentou nesta quinta-feira, 5, sua renúncia ao cargo de diretor presidente, cargo esse que ocupou desde 19 de outubro de 2021 liderando o processo de crescimento orgânico e inorgânico.

Bruno Ferrari continuará como vice-presidente do conselho de administração da Oncoclínicas. Carlos Gil Moreira Ferreira é médico oncologista e se juntou à Oncoclínicas em 2018 atuando como presidente do Instituto Oncoclínicas e desde 2021 como diretor médico.

Moura Dubeux esclarece sobre processo administrativo da CVM [18]

A Moura Dubeux (MDNE3) se manifestou nesta quinta-feira, 5, sobre o processo administrativo instaurado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para apurar negociação de ações pelo CEO em período proibido.

O jornal O Globo publicou mais cedo que o CEO da empresa virou alvo de processo na CVM por negociar ações em período vedado.

A companhia explicou que, a partir das informações publicamente disponíveis no site da CVM, acredita que as referidas negociações dizem respeito à venda de 15 mil ações recebidas por seu diretor presidente no âmbito do plano de incentivo de longo prazo da companhia, que teria ocorrido durante o período de vedação à negociação aplicável aos administradores (e.g., 15 dias antes de publicação das informações trimestrais).

“Tal negociação não ocorreu, entretanto, por um equívoco do Sr. Diretor Presidente, mas sim em razão de informação equivocada transmitida pela própria companhia ao Sr. Diretor Presidente quanto à contagem do prazo aplicável ao período de vedação”, afirmou a Moura Dubeux.

A companhia e o diretor presidente já prestaram esclarecimentos iniciais à CVM a respeito do ocorrido e aguardarão comunicação formal sobre a instauração do referido processo para tomarem as demais medidas aplicáveis, destacou a construtora.

Agenda de proventos destga sexta, 6:

Itaú (ITUB4)  [19]

O Itaú paga nesta sexta, 6, os JCP anunciados em 27 de novembro de 2025. O valor líquido é de R$ 0,31 por ação. A base de cálculo é a posição acionária final registrada no dia 9 de dezembro de 2025, com as ações negociadas “ex-direito” desde o dia 10 de dezembro de 2025.

Itaúsa (ITSA4)  [20]

A Itaúsa paga nesta sexta, 6, os juros sobre o capital próprio anunciados em 1º de dezembro de 2025. O valor bruto é de R$ 0,0182 (líquido de R$ 0,01547) por ação. Esses JCP tem como base de cálculo a posição acionária final do dia 9 de dezembro de 2025. Desde 10 de dezembro/25 as ações da Itaúsa passaram a ser negociadas ex-direito a esses JCP.

Copasa (CSMG3)  [21]

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo complementar da Copasa anunciado em 25 de fevereiro, é nesta sexta-feira, 6. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 9 de março de 2026. Foi aprovada a distribuição de R$ 688 mil e 187 reais. O valor por ação é R$ 0,0018149288. A data de pagamento será definida na assembleia geral ordinária, que será realizada em abril.

Banco Mercantil (BMEB3)  [22]

A data com para ter direito ao dividendo do Banco Mercantil anunciado em 3 de março, é nesta sexta, 6. A partir de 9 de março (inclusive), as ações serão negociadas “ex” estes proventos. O valor por ação ON é R$ 0,046389856. O valor por ação PN é R$ 0,051027735. O pagamento será efetuado no dia 18 de março de 2026.

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