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Ibovespa futuro abre em alta, dólar e notícias corporativas

 

Publicado às 9h35 – atualizado às 9h57

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDJ26 contrato com vencimento para 15 de abril/26) abriu em alta nesta terça-feira, 31. Às 9h57 subia 1,72% aos 186.490 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h54 o dólar comercial tinha queda de 0,40% a R$ 5,227 na venda.

Petróleo e minério (9h25)

Petróleo Brent: +4,19% (US$ 117,4). O Brent é referência para a Petrobras.

Bitcoin futuro: +0,24% (US$ 66.980)

Ouro (contrato para fev/26 – onça-troy): +1,13% (US$ 4.609)

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,80% a 808 iuanes (US$ 116,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h30 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 1% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,98%. Nasdaq futuro subia 0,97%.

Notícias corporativas desta manhã:

VBM pode chegar a 35% do Ebitda consolidado da Vale a partir de 2035

A mineradora Vale (VALE3) informou em um fato relevante enviado ao mercado nesta terça-feira, 31, que atualizou determinadas estimativas divulgadas ao mercado, contemplando a inclusão de guidance indicativo sobre o potencial de contribuição de sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) para o Ebitda consolidado no longo prazo; e a atualização da sensibilidade do fluxo de caixa da VBM para o exercício de 2026. 

Com base em suas atuais premissas e expectativas de longo prazo, a Vale estima que a subsidiária VBM poderá responder por aproximadamente 30% a 35% do Ebitda consolidado da mineradora a partir de 2035. 

Essa estimativa considera, como premissas principais os preços de longo prazo de cobre, níquel e ouro, com base na média das estimativas de analistas sell-side, disponíveis em fevereiro de 2026; e as projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre no longo prazo, conforme previamente divulgadas ao mercado pela Vale, afirmou a companhia no fato relevante. 

A Vale estima que o Fluxo de Caixa Livre da VBM em 2026 possa situar-se em uma faixa aproximada entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão, em termos reais. Essa estimativa é baseada em projeções de preços mínimos e máximos de analistas sell side para o cobre (aproximadamente US$ 11.600/t e US$ 13.200/t, respectivamente), para o níquel (aproximadamente US$ 15.000/t e US$ 18.100/t, respectivamente) e para ouro (aproximadamente US$ 4.300/tr. oz e US$ 5.500/tr. oz, respectivamente).

JHSF reporta lucro líquido de R$ 978,3 milhões no 4T25, alta 138,1% na base anual [1]

A JHSF Participações (JHSF3) divulgou nesta terça-feira, 31, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido consolidado de R$ 978,3 milhões, alta de 138,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24).

No acumulado de 2025 o lucro líquido somou R$ 1,86 bilhão, crescimento de 116,9% na mesma base de comparação.

No 4T25 o Ebitda ajustado da JHSF atingiu R$ 1,13 bilhão, alta anual de 316,8%. A receita líquida consolidada do grupo foi de R$ 2 bilhões no 4T25, expansão de 278,5% na base anual de comparação.

Gol reduz prejuízo no 4T25

A Gol divulgou nesta terça-feira, 31, que teve prejuízo líquido de R$ 1,39 bilhão no quarto trimestre de 2025 (4T25). No mesmo trimestre de 2024 (4T24), a companhia aérea reportou prejuízo de R$ 6,54 bilhões.

No acumulado de 2025 a Gol teve prejuízo líquido de R$ 1,3 bilhão, 78,5% menor que o prejuízo de R$ 6 bilhões em 2024.

O Ebitda recorrente somou R$ 1,6 bilhão entre outubro e dezembro. Dessa forma a Gol reverte a cifra negativa de R$ 443 milhões do 4T24. No critério recorrente, o Ebitda teve alta de 17,1%, para R$ 2 bilhões. A margem Ebitda recorrente ficou em 34,4%, alta anual de 1,9 ponto porcentual.

Armac (ARML3) tem lucro líquido de R$ 29,7 milhões, alta 162,8% no ano

A Armac (Armac Locação, Logística e Serviços) – (ARML3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 29,7 milhões, alta 162,8% em relação ao trimestre de 2024 (4T24).

No acumulado de 2025, o lucro líquido foi de R$ 73,8 milhões, queda de 58% em relação a 2024.

Já o lucro líquido ajustado (que exclui custos e despesas não recorrentes pós imposto de renda e contribuições) foi de R$ 44,1 milhões no 4T25, crescimento de 195,8% em relação ao 4T24.

O Ebitda ajustado no 4T25 atingiu R$ 196,5 milhões, alta de 6% na base anual de comparação.

Notícias da noite de segunda, 30:

Simpar (SIMH3) reverte prejuízo e reporta lucro líquido de R$ 543 milhões no 4T25

A Simpar (SIMH3) teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido de R$ 543 milhões. Dessa forma, a companhia reverte o prejuízo de R$ 223 milhões no mesmo trimestre de 2024 (4T24).

No acumulado de 2025, o lucro líquido somou R$ 212,6 milhões, com alta de 126,7% na comparação com 2024.

O Ebitda no 4T25 foi de R$ 4 bilhões no quarto trimestre de 2025, alta anual de 55,4%.

No 4T25 a companhia reportou alta de 5,9% na receita líquida para R$ 11,2 bilhões.

Natura (NATU3) anuncia que fundo da Advent comprará fatia de 8% a 10% do capital social da companhia [2]

A Natura (NATU3) divulgou que seus acionistas e o Lotus Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, fundo de investimento detido por veículos geridos pela Advent, celebraram compromisso vinculante para a aquisição de participação equivalente a no mínimo 8% e, no máximo, 10% do capital social da companhia.

A operação deverá ocorrer no prazo de até seis meses, observado o preço alvo médio de R$ 9,75.

A Natura informou ainda que com essa participação minoritária a Advent poderá indicar dois membros adicionais para compor o conselho de administração e participar de alguns comitês de assessoramento do colegiado.

A Advent é uma das maiores e mais experientes gestoras globais de private equity.

A Natura também anunciou nesta segunda-feira um novo acordo de acionistas com duração de dez anos, além da migração dos fundadores para um conselho consultivo. Os fundadores Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos apresentarão renúncia ao conselho de administração para migrar para o conselho consultivo. Esse colegiado ficará responsável por preservar valores e legado da empresa.

CSU Digital (CSUD3) anuncia pagamento de juros sobre o capital [3]

O conselho de administração da CSU Digital (CSUD3) aprovou nesta segunda-feira, 30, o pagamento de juros sobre o capital (JCP) aos acionistas no montante bruto de R$ 7,1 milhões relativos ao 1º trimestre de 2026 (1T26). O valor bruto por ação é R$ 0,171706087. Para ter direito tem que ter ações da companhia em 2 de abril. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 6 de abril. O início do pagamento será em 15 de abril.

Qualicorp (QUAL3) aprova pagamento de dividendo [4]

A Qualicorp (QUAL3) efetuará até 31 de dezembro de 2026 o pagamento dos dividendos aprovados nesta segunda-feira, 30 de março, na assembleia geral ordinária e extraordinária. O valor é de R$ 2.532.813,66 e corresponde a R$ 0,009025698 por ação. Terão direito aos dividendos os detentores de ações de emissão da companhia na data-base de 29 de junho de 2026. As ações da companhia passarão a ser negociadas “ex-dividendos” na B3 a partir de 30 de junho de 2026, inclusive.

Acionistas da Oceanpact (OCPT3) aprovam combinação de negócios com a CBO [5]

Acionistas da Oceanpact (OCPT3) aprovaram na segunda-feira, 30, com mais de 99% dos votos proferidos (desconsideradas abstenções), a combinação de negócios com a CBO Holding.

Também nesta data, a operação foi aprovada pelas assembleias gerais extraordinárias da CBO Holding S.A. e da OceanPact Participações S.A.

A implementação da combinação permanece sujeita a sua aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) bem como à verificação das demais condições suspensivas previstas.

Também nesta segunda-feira a Oceanpact informou que seu conselho de administração aprovou um programa de recompra de até 5.998.786 ações ordinárias de sua própria emissão, correspondentes a 3% de seu capital social total.

O programa terá duração de dezoito meses, encerrando-se em 30 de setembro de 2027, e tem por objetivo permitir a aquisição de ações para atender a obrigações da companhia no âmbito de seus planos de remuneração baseada em ações.

Banco Bmg (BMGB4): Moody’s reafirma em B1 o rating de crédito [6]

A agência de classificação de risco Moody’s reafirmou em B1 o rating de crédito em moeda estrangeira de longo prazo do Banco Bmg (BMGB4), bem como manteve a perspectiva “estável”.

“Ao reafirmarmos a classificação de crédito de nível B1 do Bmg, reconhecemos a melhoria contínua da rentabilidade do Banco nos últimos três anos, juntamente com sua estratégia de diversificar gradualmente, para além de seus principais produtos de consignado, que representavam 72% do total da carteira de crédito em 2025”, afirmou a agência em relatório.

MRV (MRVE3) conclui venda de empreendimento nos EUA [7]

A MRV (MRVE3) divulgou que foi concluída a venda do empreendimento Tributary, localizado na Geórgia, Estados Unidos, pelo valor de venda de US$ 73,3 milhões. Com a conclusão da venda do Tributary, somada às vendas dos terrenos Marine Creek e Tucker já divulgadas anteriormente, o total de ativos vendidos no primeiro trimestre de 2026 foi de US$ 91,5 milhões, equivalente a R$ 480 milhões.

Dotz (DOTZ3): conselho aprova programa de recompra de ações [8]

O conselho de administração da Dotz (DOTZ3) aprovou um programa de recompra de ações. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 30. Poderão ser adquiridas até 410.049 ações ordinárias, representativas de até 10% das ações em circulação da companhia. O objetivo é “maximizar a geração de valor para os acionistas, podendo a companhia manter as ações em tesouraria, para posterior cancelamento, bem como utilizá-las no plano de outorga de ações restritas”, afirmou a Dotz. O programa encerra em 30 de setembro de 2027.