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Eventos que podem impactar a Bolsa nesta semana

 

Publicado às 21h19

Eventos no radar do mercado nesta semana:

Semana mais curta com feriado

A semana será mais curta na Bolsa com o feriado da Sexta-feira Santa no dia 3 de março. No Brasil, Estados Unidos e Europa os mercados estarão fechados. Com isso a liquidez poderá ser reduzida nos mercados já na quinta-feira, 2. 

Guerra no Oriente Médio

A guerra no Irã continua no centro das atenções dos agentes econômicos. O conflito completou um mês e não há, até agora, sinalizações de que esteja perto do fim. Neste fim de semana o grupo Houthi do Iêmen atacou Israel, o que abre mais uma frente na guerra.

Às 21h15 deste domingo, os contratos futuros de maio do petróleo bruto Brent, referência para a Petrobras, subiam 3% a 115,9 dólares o barril.

Analistas e investidores calculam os impactos na inflação e nos juros com a forte alta do preço do barril. O Irã afirmou neste domingo estar pronto para reagir a um possível ataque terrestre dos Estados Unidos. Ministros das Relações Exteriores de Paquistão, Arábia Saudita, Turquia e Egito se reuniram neste domingo para discutir formas de encerrar a guerra.

Discurso de Powell

Nesta segunda-feira, 30, às 11h30, analistas acompanham a fala do presidente do Banco Central dos Estados Unidos, Jerome Powell. O chefe do BC americano participa de um debate na Universidade de Harvard. O mercado observa se Powell vai falar sobre inflação e juros após o choque energético com a alta do preço do petróleo.

Dados do emprego nos EUA

Embora seja feriado, a previsão é que seja divulgado na manhã de sexta-feira, 3, o relatório Payroll, com dados do emprego nos Estados Unidos. Vale lembrar que o Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. É esse relatório que o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) mais leva em conta para fins de sua política monetária.

Brasil

No Brasil, o mercado monitora os dados da produção industrial de fevereiro, que serão conhecidos na quinta-feira, 2, às 9h. Leilões de títulos públicos do Tesouro Nacional e medidas do governo federal para tentar amenizar a alta dos combustíveis também estão no radar dos investidores.

Notícias corporativas

BB Seguridade (BBSE3) cancela 58,6 milhões de ações em tesouraria [1]

O conselho de administração da BB Seguridade Participações (BBSE3) aprovou o cancelamento de 58,6 milhões de ações ordinárias de emissão própria, atualmente mantidas em tesouraria, sem a redução do valor do capital social.

As ações ordinárias canceladas equivalem a 2,93% do total de ações emitidas pela companhia. Em função do cancelamento das ações deliberado, o capital social da BB Seguridade passa a ser dividido em 1.941.400.000 ações ordinárias, representadas na forma escritural e sem valor nominal. O artigo 5º do Estatuto Social da BB Seguridade será ajustado em Assembleia Geral Extraordinária a ser convocada oportunamente.

CSN Mineração anuncia o cancelamento de 53,2 milhões de ações em tesouraria [2]

O conselho de administração da CSN Mineração (CMIN3) aprovou o cancelamento de 53.294.297 ações ordinárias mantidas em tesouraria. O cancelamento aprovado não implica redução do capital social da mineradora, que permanece inalterado em R$ 7.473 bilhões  Em decorrência dessa deliberação, o número total de ações ordinárias de emissão da companhia passa de 5.485.338.835 para 5.432.044.538.

O conselho também aprovou o encerramento do programa de alienação de ações de emissão da companhia, em razão da inexistência de ações em tesouraria remanescentes.

As ações em tesouraria canceladas foram adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações encerrado em 19 de dezembro de 2025.

Diretor presidente da Tupy (TUPY3) renuncia ao cargo [3]

A Tupy (TUPY3) informou que Rafael Lucchesi renunciou, em caráter irretratável e irrevogável, ao cargo de diretor presidente da companhia a partir do dia 1º de abril de 2026. Até a conclusão do processo de sucessão, Gueitiro Matsuo Genso, atual diretor vice-presidente de estratégia, novos negócios, inovação e M&A e diretor de relações com investidores, desde 2019 na companhia, exercerá o cargo de diretor‑presidente em caráter temporário.

Segundo a Tupy, por razões de “ordem estritamente pessoal” Rafael Lucchesi decidiu renunciar ao cargo após tê‑lo exercido por quase um ano.

“Durante esse período, sua gestão foi marcada por avanços na execução da estratégia da companhia, com destaque para a celebração de novos contratos, a diversificação do portfólio e iniciativas voltadas ao fortalecimento da eficiência operacional, contribuindo para o posicionamento da companhia para os ciclos futuros”, afirmou a Tupy.

Sob a coordenação de seu presidente, Jaime Kalsing, o conselho de administração conduzirá o processo de sucessão do cargo de diretor‑presidente.

Para esse fim, a Heidrick & Struggles, consultoria internacional de reconhecida experiência em processos de sucessão e seleção de executivos seniores (headhunter), já foi contratada para apoiar a condução do processo, o qual abrangerá a avaliação de candidatos internos e externos, assegurando uma transição ordenada e a continuidade da estratégia da companhia.

Sabesp (SBSP3) propõe desdobrar ações [4]

O conselho de administração da Sabesp (SBSP3) aprovou submeter aos acionistas, em assembleia geral extraordinária a ser realizada no dia 28 de abril de 2026, proposta de desdobramento da totalidade das ações ordinárias de emissão da companhia à razão de 1:5, de modo que cada 1 (uma) ação ordinária passe a representar 5 (cinco) ações ordinárias, sem alteração do valor do capital social.

Não haverá alteração do programa de ADR ou a razão entre ADR e ação ordinária. Contudo, cada 1 (uma) ADR vai passar a representar 5 (cinco) ADRs, explicou a Sabesp.

O desdobramento de ações não implicará qualquer alteração na participação proporcional dos acionistas no capital social da companhia.

As ações resultantes conferirão aos seus titulares os mesmos direitos atribuídos às ações ordinárias atualmente existentes, inclusive no que se refere à distribuição de dividendos e/ou juros sobre capital próprio e demais proventos que vierem a ser distribuídos pela companhia.

Assaí (ASAI3) poderá recomprar até 11,3 milhões de ações [5]

O conselho de administração do Assaí (ASAI3) aprovou o terceiro programa de recompra de ações de emissão. Poderão ser recompradas até 11,3 milhões ações ordinárias de sua própria emissão, representativas de 0,8% do total das ações em circulação da companhia.

As aquisições serão realizadas utilizando os recursos disponíveis e as ações adquiridas serão mantidas em tesouraria, com a finalidade de viabilizar sua posterior entrega aos participantes do Programa Sócio Executivo e do Plano de Incentivo de Longo Prazo via Outorga do Direito de Receber Ações (ILP Padrão).

Itaú: conselho aprova proposta de incorporação do Banco Itaucard [6]

O conselho de administração do Itaú Unibanco (ITUB4) aprovou proposta de reorganização societária intragrupo, visando à incorporação do Banco Itaucard. O Itaucard é uma subsidiária integral do Itaú Unibanco que, atualmente, não possui atividades operacionais, sendo certo que as principais atividades anteriormente exercidas por esse veículo já foram transferidas para o Itaú ou para suas subsidiárias.

Sendo assim, o objeto da operação será extinguir o Itaucard, conforme detalhado na proposta da administração.

A proposta será deliberada na assembleia a ser realizada em 28 de abril de 2026.

“A incorporação do Itaucard com a consequente extinção desta sociedade está em linha com a racionalização do uso dos recursos do conglomerado Itaú Unibanco e a otimização de suas estruturas e negócios com vistas a propiciar maior eficiência e sinergia das atividades desempenhadas”, afirmou o Itaú.

Tendo em vista a ausência de acionistas minoritários no Itaucard e o fato de o Itaucard ser uma sociedade integralmente detida pelo Itaú, não haverá relação de substituição ou aumento de capital na companhia; não serão aplicáveis as regras referentes ao direito de retirada dos acionistas dissidentes, e a operação não gerará impacto financeiro para a companhia.

Espaçolaser (ESPA3): conselho aprova submeter à assembleia proposta de grupamento de ações [7]

O conselho de administração da MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) aprovou a proposta de grupamento de ações de emissão da companhia, sem a alteração do capital social, a ser submetida à assembleia geral ordinária e extraordinária a ser realizada no dia 28 de abril de 2026.

Caso a proposta venha a ser aprovada pelos acionistas, cada conjunto de 10 (dez) ações ordinárias atualmente existentes será automaticamente convertido em 1 (uma) ação ordinária, preservada a participação percentual de cada acionista no capital social da companhia.

A administração ressalta que, caso aprovado, o grupamento será operacionalizado e efetivado de modo a não prejudicar a participação proporcional dos acionistas no capital social, dando a oportunidade a que todos os acionistas da companhia permaneçam no seu quadro acionário.

Será concedido um prazo de 45 dias, durante o qual os acionistas poderão, a seu exclusivo critério, recompor suas posições em quantidades múltiplas de 10 ações ordinárias, por meio de operações realizadas em bolsa ou mediante negociações privadas.

Encerrado o prazo de composição, o grupamento será automaticamente efetivado, passando as ações a ser negociadas já sob a nova forma grupada.

Oncoclínicas (ONCO3) adia divulgação do balanço [8]

A Oncoclínicas (ONCO3) adiou adiou a divulgação de seu balanço de 2025. Em um comunicado enviado ao mercado na noite de sexta-feira, 27, a companhia informou que as demonstrações financeiras referentes ao exercício social de 2025, prevista para 30 de março de 2026, será postergada para o dia 9 de abril de 2026, com a realização da apresentação de divulgação dos resultados sendo consequentemente postergada para o dia 10 de abril de 2026.

Klabin: conselho aprova emissão de cédulas de produto rural no valor de de R$ 1,75 bi [9]

O conselho de administração da Klabin (KLBN11) aprovou, em reunião realizada no dia 27 de março, a realização da sua segunda emissão de cédulas de produto rural com liquidação financeira, escriturais, em até três séries, com valor nominal unitário de R$ 1.000,00 (mil reais), perfazendo o montante total de R$ 1,75 bilhão.

Os recursos serão direcionados para atividades do seu objeto social, incluindo, mas não se limitando, a atividades de produção, beneficiamento ou industrialização de produtos relacionados à silvicultura e à agricultura, inclusive florestamento e reflorestamento.

Moody’s Local Brasil rebaixa ratings da CM Hospitalar – Viveo (VVEO3) [10]

A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil rebaixou os ratings da CM Hospitalar – Viveo (VVEO3) de ‘BB+.br’ para ‘CCC+.br’, com perspectiva ‘negativa’. A agência também rebaixou os ratings das 4ª, 5ª e 6ª emissões de debêntures da companhia, bem como da 7ª emissão de debêntures da Cremer S.A., refletindo o novo rating corporativo.

O rebaixamento reflete a contínua deterioração do seu perfil de liquidez, associada a uma estrutura de capital alavancada, geração de caixa insuficiente para servir a dívida e métricas de crédito que, embora apresentem trajetória de melhora gradual, permanecem fracas, explicou a Moody’s Local Brasil.

Ainda segundo a agência, esses fatores têm limitado a sua flexibilidade financeira e elevado o risco de execução em relação à iminente necessidade de gestão de passivos. Nesse contexto, a agência avalia o aumento da probabilidade de reestruturação, de distressed exchange (DE) ou de outra transação com características de default, conforme as definições metodológicas da Moody’s Local Brasil.

“O patamar atual da classificação é consistente com a nossa visão de que a qualidade de crédito da Viveo é muito fraca em relação a outras entidades nacionais, indicando que a companhia está em, ou perto de default, normalmente com perspectivas de recuperação moderadas”, afirma a Moody’s Local Brasil.

A perspectiva negativa reflete a incerteza quanto ao desfecho do processo de negociação de dívida em curso, bem como a limitada visibilidade da agência em relação aos termos finais da estrutura de dívida e, consequentemente, à expectativa de perda e de recuperação para os credores.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Petr4, Prio, Recv3, Brav3, Vale3, Csan3, Pomo4, Kepl3, Rani3 e de Viva3. Acesse o vídeo aqui [11].

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda-feira, 30

Porto (PSSA3)  [12]

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Porto, anunciados em 25 de março, é nesta segunda-feira, 30. A partir de terça-feira, 31, as ações serão negociadas ex-direito a esse provento. O valor líquido é de R$ 0,44 por ação. A data do pagamento será definida pela administração e aprovada na assembleia geral ordinária da Porto que aprovará as contas do exercício social de 2026.

Multiplan (MULT3)  [13]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Multiplan, anunciados em 25 de março, é nesta segunda-feira, 30. A partir de terça-feira, 31, as ações serão negociadas ex-direito a esse provento. O valor bruto por ação é R$ 0,28. O pagamento será realizado aos acionistas até 31 de março de 2027, com retenção de imposto de renda na fonte, caso devido, de acordo com o tratamento tributário e alíquota aplicáveis, na forma da legislação vigente.

Eternit (ETER3)  [14]

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Eternit, anunciado em 25 de março, é nesta segunda-feira, 30. A partir de terça-feira, 31, as ações serão negociadas ex-direito a esse provento.  O valor por ação é R$ 0,17. O pagamento será em duas parcelas no valor de R$ 0,085 cada: a primeira em 22/06/2026 e a outra em 18/09/2026.

Terça-feira, 31

Isa Energia (ISAE4) [15]

A Isa Energia paga na terça-feira, 31, a 3° parcela dos JCP anunciados em dezembro de 2025. O valor líquido por ação é R$ 0,21. A data-base foi em 26 de fevereiro e a data ex-JCP foi em 27 de fevereiro.

Valid (VLID3) [16]

A Valid paga na terça-feira, 31, a primeira e a segunda parcela dos JCP anunciados em 18 de novembro de 2025. O valor da primeira parcela é R$ 0,24 por ação. O valor da segunda parcela é R$ 0,12. Tem direito aos valores os acionistas detentores de ações em 28 de novembro de 2025.

Allied (ALLD3)  [17]

A Allied paga na terça-feira, 31, os JCP anunciados em dezembro de 2025. O valor bruto é de R$ 40 milhões, que corresponde a R$ 0,42 por ação. As ações da companhia são negociadas “ex-juros sobre o capital próprio” desde 2 de fevereiro de 2026, inclusive.

M.Dias Branco (MDIA3)  [18]

A M.Dias Branco paga na terça-feira, 31, dividendo mensal no valor de R$ 0,03. A data-base foi em 23 de março.

Hypera (HYPE3) [19]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Hypera, anunciados em 26 de março, é na terça-feira, 31. A partir de 1° de abril, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor por ação é R$ 0,26. O pagamento dos juros sobre capital próprio será realizado até o final do exercício social de 2027, em data a ser definida pela companhia.

B3 (B3SA3)  [20]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da B3, aprovados em 26 de março, é na terça-feira, 31. A partir de 1° de abril, as ações serão negociadas ex-JCP. O pagamento será realizado em 13 de abril de 2026. O valor líquido é de R$ 0,06 por ação.

Quarta-feira, 1° de abril

Itaú (ITUB4)  [21]

O Itaú paga na quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,0150 por ação. A data-base foi 27 de fevereiro.

Banestes (BEES3, BEES4)  [22]

O Banestes paga na quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$  R$ 0,02 por ação. A data-base foi 2 de março.

Bradesco (BBDC4) [23]

O Bradesco paga na quarta-feira, 1° de abril, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014231106 por ação ordinária e R$ 0,015654217 por ação preferencial. A data-base foi 2 de março.

Itaúsa (ITSA4)  [24]

A Itaúsa paga na quarta-feira, 1° de abril, JCP trimestral no valor líquido de R$ 0,02 por ação A data-base foi 27 de fevereiro.

Quinta-feira, 2

Vamos (VAMO3) [25]

A Vamos paga na quinta-feira, 2 os JCP aprovados em 15 de dezembro de 2025. As ações da companhia são negociadas ex-direito aos juros sobre capital próprio desde 19 de dezembro de 2025, inclusive. O valor bruto total é de R$ 150 milhões, correspondente a R$ 0,14.

Iochpe‐Maxion (MYPK3)  [26]

A Iochpe‐Maxion paga na quinta-feira, 2, os juros sobre capital próprio declarados pelo conselho de administração em 29 de setembro de 2025. O valor dos JCP a ser distribuído é de R$ 46 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,30 por ação. A data de corte foi em 3 de outubro de 2025.

Blau Farmacêutica (BLAU3) [27]

A Blau Farmacêutica paga na quinta, 2, R$ 17,5 milhões a título de juros sobre capital próprio referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26). O pagamento será realizado com base na posição acionária de 23 de março de 2026, sendo que desde 24 de março as ações da companhia são negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,07 sujeito à retenção do imposto de renda na fonte à alíquota de 17,5%.

Isa Energia (ISAE4)  [28]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Isa Energia anunciados em 24 de fevereiro, é na quinta, 2. A partir de 6 de abril as ações serão negociadas ex-JCP. O valor líquido por ação é R$ 0,12. A data de pagamento será em 29 de abril.

CSU Digital (CSUD3)

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da CSU Digital, aprovados em 30 de março, é nesta quinta-feira, 2 de abril. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 6 de abril. O início do pagamento será em 15 de abri no montante bruto de R$ 7,1 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,17. Para ter direito tem que ter ações da companhia em 2 de abril. 

Divulgam resultado do 4T25 nesta semana:

Segunda, 30

Gol – antes da abertura do mercado.

Simpar, Armac, Alliança, Marisa, IMC – após o fechamento do mercado.

Terça, 31

JHSF – antes da abertura do mercado.

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