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Engie Brasil (EGIE3) arremata lotes em leilão de transmissão 

 

Publicado às 23h02

O primeiro Leilão de Transmissão de 2026 realizado na sexta-feira, 27, na sede da B3, em São Paulo, terminou com números expressivos e resultados positivos. Os cinco lotes ofertados no certame foram arrematados e a iniciativa atraiu R$ 3,3 bilhões em investimentos na infraestrutura de transmissão de energia elétrica no Brasil.

O certame ofereceu 5 lotes, com investimento estimado de R$ 3,3 bilhões e previsão de criação de mais de 8.498 empregos. A licitação pública destinou-se à construção e manutenção de 798 quilômetros (km) em linhas de transmissão e de 2.150 MVA em expansão da capacidade.

Os empreendimentos estão localizados em 11 estados: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina, São Paulo. O prazo para conclusão das obras varia de 42 a 60 meses, dependendo da complexidade da construção.

Os lotes de 7 a 12 serão leiloados na segunda sessão, em data a ser definida. Destaca-se que o lote 6 foi retirado do escopo do Edital em função de não ter constado do Termo de Distrato Consensual. Ele referia-se à LT 345 kV Norte – Miguel Reale, C3 e C4, com 14,5 km cada (subterrânea), para atendimento à Região Metropolitana de São Paulo – Sub-regiões Norte, Leste e Sul.

A Engie Brasil (EGIE3) arrematou no leilão os seguintes lotes: 

O Lote 2 prevê a construção de uma linha de transmissão de 230 kV com aproximadamente 143 km, nos estados do Paraná e de Santa Catarina. “O projeto possui sinergias locais e operacionais com os ativos da companhia na região, notadamente os Sistemas de Transmissão Gralha Azul (já operacional) e Graúna (em fase de implantação)”, afirmou a Engie Brasil.

Os sublotes 3A-3B-3C-3D preveem a implantação de cinco compensadores síncronos nos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte, nos quais a Companhia possui ativos de geração, o que garante eficiência operacional e sinergia, explicou a Engie.

O sublote 3D contempla a instalação na subestação Açu III, conectada à Usina Fotovoltaica Assú V da companhia.

O prazo da concessão do serviço público de transmissão, incluindo licenciamento, construção, operação e manutenção das instalações de transmissão, será de trinta anos, contados da data de assinatura do Contrato de Concessão.

O prazo máximo para entrada em operação é dezembro de 2029 para todos os lotes arrematados pela Engie Brasil. 

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