
Publicado às 19h23
O conselho de administração da Cury (CURY3) aprovou a proposta de reorganização da estrutura da administração da companhia, a ser submetida à assembleia geral ordinária e extraordinária a realizar-se, em primeira convocação, em 17 de abril de 2026.
Em um fato relevante divulgado após o fechamento do mercado nesta segunda-feira, 16, a Cury informou que, após 35 anos de atuação executiva dedicados exclusivamente à construção e consolidação da companhia como uma das principais incorporadoras do país, Fabio Elias Cury, atual diretor presidente, deixará a função executiva para assumir a posição de presidente do conselho de administração.
“Essa transição reflete a evolução natural da companhia para um estágio de governança ainda mais robusto, no qual o Sr. Fabio Cury passa a concentrar sua atuação na definição das diretrizes estratégicas de longo prazo, no acompanhamento do crescimento sustentável e na preservação da cultura organizacional que sustenta a trajetória de sucesso da Cury”, destacou a construtora.
Em substituição à atual estrutura de presidência executiva, será proposta a reorganização da diretoria, sujeita a deliberação do conselho de administração, com a criação de dois cargos de diretores copresidentes, com atribuições complementares e claramente definidas.
Leonardo Mesquita da Cruz será o diretor copresidente executivo. O cargo é responsável pelas áreas corporativas e de negócios, incluindo frentes comercial, financeira, operacional e administrativa. Com 16 anos de trajetória na Cury, Leonardo exerce a condição diretiva desde 2015. “Sua nomeação assegura continuidade estratégica, estabilidade na execução e manutenção da disciplina de capital, pilares fundamentais do posicionamento competitivo da companhia”, ressaltou a companhia.
Paulo Sérgio Beyruti Curi será o diretor copresidente de engenharia. Com mais de 30 anos de atuação no grupo Cury, Paulo Curi lidera as áreas de engenharia, sendo responsável pelo planejamento, execução e entrega de centenas de empreendimentos.
A companhia salientou ainda que a referida proposta integra um planejamento sucessório estruturado e de longo prazo, conduzido de forma “responsável e alinhado às melhores práticas de governança corporativa, com o objetivo de assegurar a continuidade estratégica, a estabilidade operacional e a perenidade dos negócios”.